O tempo passou e a área da oficina que o Ramiro foi arrumando para, como ele dizia, escaparmos do mundo, já parecia um apartamento. Até tinha roupas para mim, para eu ficar confortável, uma geladeira com as coisas que eu gostava de comer, etc. Ele se preocupava com tudo, e isso me lisonjeava. Em troca, eu aos poucos dava pequenos presentes à vista: ao me sentar, ao fingir que dormia. Várias vezes o vi se masturbando enquanto me olhava; eu curtia aquilo e depois fingia não saber de nada.
Quando fiz aniversário, ele tinha vários presentes para mim, entre eles vários babydolls lindos. Eu fiquei corada e perguntei por que aquilo, e ele disse: "Você já é toda uma mulher, e vão ficar lindos em você". Eu respondi: "Minha mãe me mata se eu usar isso para dormir". Ele sorriu e disse: "Bom, se usar aqui por mim, ela não vai saber". E nós dois rimos.
Ele perguntou se minha mãe faria algo especial para comer no meu aniversário, mas isso não ia acontecer. Minha mãe mudou muito desde que meu pai foi embora. Então ele me disse para esperar, que nós íamos comemorar, pegou o carro e saiu. Enquanto isso, não pude evitar experimentar os babydolls que ele me deu, além de uns lindos chinelos vermelhos e maquiagem — enfim, uma série de coisas para mostrar que eu já era uma mulher.
Depois de quase uma hora, Ramiro voltou com pizza, outras coisas e uma caixa de cerveja. Ao abrir a porta, um gemido alto de prazer e incredulidade escapou da garganta dele. Lá estava eu, na frente dele, com um babydoll vermelho, os chinelos calçados e maquiada. Ele não conseguia acreditar. Eu, sorrindo, parada na frente dele, perguntei com voz de menina mimada: "Como estou, papai?" Nunca o tinha chamado de papai, mas brinquei com ele. Ele respondeu com voz rouca e trêmula de tesão: "Maravilhosa, divina, você é uma deusa, é toda uma mulher".
Eu sorri, caminhei na frente dele rebolando o corpo, girei várias vezes, depois me sentei e cruzei as pernas, dizendo: "Vamos, vamos comer, vamos comemorar juntos". Assim, vestida de babydoll da maneira mais natural, jantamos lá, só nós dois. meu padrasto, aquele que se masturbava me olhando enquanto eu permitia que ele me visse e até preparava poses para dar uma vista melhor, estava lá sozinho bebendo e de repente me disse que minha mãe, com sua atitude, já tinha incomodado ele um pouco e que ele tinha ficado só por minha causa e que ele vivia esperando nossos momentos de convivência ali escondidos do mundo. E conforme fomos bebendo, ele me disse que tinha que me confessar algo, eu perguntei: "Que você se levantou várias vezes de noite e entrou no meu quarto e me tocou por cima dos lençóis?" Ele, baixando o olhar, me disse: "Isso e algo mais..." Mas quando questionei se era só isso, ele me olhou nos olhos e depois baixou a vista e disse: "Não só isso", aí eu perguntei: "Tem mais?" "Sim", ele disse, "tem mais e não sei como você vai reagir". Eu pedi que ele falasse claro e sem omitir nada, então ele começou me dizendo algo que eu já tinha esquecido: que há um tempo ele tinha saído de casa por duas semanas e eu não sabia o motivo, então pra mim foi só mais uma das muitas brigas que o temperamento da minha mãe provocava. Mas ele me contou que naquela vez ele tinha tomado a decisão definitiva de não voltar porque minha mãe tinha expulsado ele. Só que ela foi até a oficina procurá-lo e implorou para que não a deixasse, que ela estava disposta a qualquer coisa, mas que não a deixasse sozinha, que perdoasse ela pela atitude dela. Depois ele me olhou nos olhos e foi aí que me disse que ela tinha dado permissão para ele satisfazer a necessidade dele comigo, e que como, de fato, ele várias vezes tinha entrado escondido no meu quarto e ela percebeu que ele se masturbava ao sair, ela teve a ideia de que, sem me machucar, ele se satisfizesse comigo. Mas ela mesma, para que eu não acordasse, me dava umas gotas de florais para relaxar, e como eu já era de sono pesado por natureza, isso ajudava. E que as primeiras vezes ele se limitou a me acariciar por cima do lençol e começou a se masturbar ali mesmo, e que por isso as coisas começaram a se acalmar por um tempo sem discussões. Com o passar... Os dias em que ele me tocava aumentaram e foi aí que eu acordei várias vezes, pois ele não conseguia se conter e tentava tirar minha roupa. Por isso aumentaram a dose do relaxante, e ele começou a tirar minhas roupas. Com as mãos e a boca, percorria meu corpo, mas depois era um problema me vestir, então foi ele, e não ela, que começou a me comprar pijamas leves. E assim, por meses, ele pôde aproveitar, agarrando meus peitos, que eram um pouco pequenos, e provou minha buceta com a língua. Sorrindo, olhou nos meus olhos e disse: "Você gostava disso, né? Assim, meio dormindo, você gemida e ficava molhada." Eu fiquei toda corada e, como eu costumava ver filmes pornô onde via como as meninas curtiam o sexo oral, pensei: "Que pena que não lembro." Ele continuou me dando detalhes, dizendo que às vezes metia o dedo e eu gemida e me acomodava, abrindo mais as pernas, o que permitia que ele lambesse e dedasse ao mesmo tempo. E meu corpo presenteava ele com muito líquido, que ele bebia com prazer.
Olhei nos olhos dele e perguntei: "Fala a verdade, você me comeu? Enfiou seu pau em mim?" Ele respondeu: "Não, não fiz isso. Várias vezes estive a ponto de fazer, lutava para me controlar e só me masturbava na sua buceta, depois esfregava minha porra pelo seu corpo todo. Às vezes coloquei nos seus lábios. Ah, como eu queria te enfiar, meter sem piedade e arrombar sua buceta... e talvez tivesse feito, mas então sua mãe adoeceu e você começou a me trazer comida, ter você aqui e como nossa relação mudou foi o que me fez parar, porque não quis mais te ter daquela forma. Depois, quando você percebeu que eu estava olhando sua bunda e fingiu continuar dormindo, soube que poderia chegar o dia em que talvez eu pudesse te aproveitar, mas por vontade, que você aproveitasse abertamente. E por isso não voltei a entrar no seu quarto, mesmo morrendo de vontade de tocar sua pele, de provar sua buceta, de chupar esses peitos gostosos que você tem. Mas esses gemidos que já ouvi seus, que sejam sabendo que eu, o Ramiro, os provoco."
Então ele pegou minha mão e disse: "Qualquer coisa que aconteça, seja você não querer voltar ou o que você desejar e permitir que aconteça, não vai mudar o que sinto por você nem a gratidão desses meses, permitir que às vezes me masturbe olhando para você, mesmo morrendo de vontade de pular em cima de você e te possuir ao meu bel-prazer. Hoje, você ter se vestido assim para mim me deixou louco de desejo, e só quero que saiba que estou e estarei só por você e para você, mesmo que para isso eu tenha que lidar com sua mãe."
Eu disse com voz rouca, sem saber por quê — hoje sei que era excitação e desejo —: "Não sei o que dizer." Ele respondeu: "Não diga nada", e se ajoelhou diante de mim, começou a acariciar minhas pernas e ergueu o olhar buscando minha reação. Minha resposta foi fechar os olhos sem dizer nada. Ele então começou a beijar minhas pernas. Eu estava sentada no sofá e me recostei, permanecendo de olhos fechados. Não sei quanto tempo passou, só sei que de repente Ramiro abriu minhas pernas e sua boca subiu até minha virilha, e de repente sua língua roçava... Minha buceta deslizou suavemente sobre o tecido do fio dental que o baby doll trazia. Eu abri os olhos e olhei para ele ali, meu padrastro, seu rosto entre minhas pernas, ofegante e excitado, e ele me disse: "É a coisa mais linda que já vi e a mais gostosa que já provei". Aquela sensação, sua confissão, a cerveja, minha curiosidade e a reação que meu corpo estava tendo nublaram minha mente. Esqueci de tudo e abri mais as pernas e, sem pensar, disse: "Faz com ela o que já fez". Ramiro gemeu, excitado e ansioso, e com um puxão arrebentou a fina fita que segurava o fio dental. Sem mais, com as mãos, separou meus lábios vaginais já molhados e sua língua literalmente penetrou minha vagina. Eu soltei um gemido indescritível, quase um rosnado, e ele se afastou e disse: "Sempre soube que você gostava, até dormindo, mas agora você vai saber o que o Ramiro vai fazer você gozar". E sem mais, começou a chupar meus lábios, a lamber meu clitóris, a enfiar sua língua na minha vagina. Só parava um momento para murmurar: "Que delícia! Gostosa! Que bucetinha gostosa você tem! É minha, minhããã!" Disse: "Eu a preparei para esse momento" e voltou a lamber sem parar, com um movimento frenético de língua. Eu só gemia e gemia, e de repente algo explodiu dentro de mim e algo quente saiu da minha vagina. Ramiro bebeu até a última gota. Eu me estremecia e nem percebi quando ele se despiu da roupa.
mas quando aquele orgasmo longo e intenso acabou e o Ramiro se afastou com o rosto encharcado, ele estava nu e pude ver o pau dele. A cabeça dele se destacava porque era ainda mais grossa que o resto do pau e estava totalmente firme, apontando para minha buceta. Eu não disse nada, mas o Ramiro, ao sentir a cabeça na entrada da minha buceta, me olhou nos olhos e disse: "Se você quer que eu pare, diga agora, porque depois eu não vou conseguir me segurar e não vai ter volta". Eu levantei meu quadril na direção dele, mostrando que podia continuar. Então ele me beijou nos lábios pela primeira vez, pelo menos conscientemente, e eu correspondi. E o pau dele começou a entrar, me rasgando. Eu gemi de dor, mas nem pedi para parar. E o Ramiro empurrava sem parar, abrindo caminho na minha buceta apertada, me arrebentando por dentro. Finalmente, com um último empurrão que senti cruel e impiedoso, o resto do pau dele entrou, enchendo completamente meu buraco. Eu me senti paralisada, totalmente invadida. Então, enlouquecido, o Ramiro começou a gritar: "Assim que eu queria ter você, ahhh, finalmente você é minha, você é minha! Eu podia ter te comido quando quisesse antes, mas eu queria ter você assim, se entregando ao Ramiro, se entregando ao seu padrasto. Eu não me enganei com você, sabia que esse momento chegaria.



Então, afastando seu peito para trás, ele me pediu para olhar para baixo e disse, mostrando como nossos quadris estavam completamente unidos e, claro, nossas partes ainda mais unidas. "Olhaaaaa, olha como eu te tenho, olha como você está enfiada no pau do seu padrastro, mmmm que delícia e excitante. Agora sim posso dizer que você é minha enteada-amante." E ele começou a se mover devagar, tirando um pouco o pau, mas não totalmente. Depois de um tempo se movendo devagar, minha buceta foi se acostumando e já deslizava mais facilmente, e então ele começou a se mover mais e mais rápido, mais e mais, e logo a dor diminuiu. Sem mais, ele me teve ali à disposição, me entregando e gemendo, aproveitando, e isso me transformou no que ele disse: a amante do meu padrastro.
Seguiu por momentos que pareciam intermináveis, o tempo parecia ter parado, nada importava, só existia. Nossos corpos e nossos gemidos, pois logo comecei a gemer e gemer e meu corpo se sacudia com as investidas que Pancho me dava. De repente, de novo, algo explodiu dentro de mim e, ao perceber, ele bombou sem parar minha buceta com o pau dele. Naquele momento, ele começou a grunhir como um animal selvagem e senti algo quente inundando minha vagina. Sem pensar em nada, ele enfiou o pau fundo, me dando até a última gota da porra dele, e ficou assim com o pau enfiado em mim por vários minutos, até que o pau dele saiu sozinho. Mas com isso, ele garantiu que a porra ficasse dentro de mim, não importava o quê.
Depois de gozar na minha buceta, ele tirou o pau de mim e foi pegar papel. Limpou o pau e me disse: "Mamita, você pode deixar o sêmen assim?". Eu respondi: "O que você quiser, amor". Ele se desculpou comigo porque a nossa primeira vez tinha sido muito curta, e disse: "Eu estava com muita vontade de você e não aguentei". Eu respondi: "Não se preocupa, gostoso, você me fez gozar duas vezes e foi muito gostoso!".
Depois, passamos o resto da tarde entre beijos e carícias, bebendo cerveja, o que me deixou ainda mais solta. Acho que naquele momento esqueci com quem estava, esqueci que ele era o marido da minha mãe e apenas curti a companhia dele. E devo confessar que fizemos várias vezes mais, até ficarmos exaustos, um nos braços do outro, e dormimos até anoitecer. Minha buceta estava cheia da porra dele das outras vezes que fizemos. Tínhamos experimentado várias posições, ele tinha arrombado minha buceta com o pau grande, grosso e negro dele.
Quando acordei assustada, vendo a escuridão, disse: "Agora o que vamos fazer? Minha mãe deve estar furiosa porque você não voltou, ela nem imagina que estou aqui com você". Ele respondeu que não importava e que ela provavelmente imaginava que estaríamos juntos, já que sabe que às vezes você fica aqui depois de me trazer a comida, e você diz pra ela que vai sair com as amigas. Nos vestimos, eu me arrumei, mas... Sem limpar o sêmen que ele havia deixado dentro de mim, só coloquei meu thong e minha calça e fomos para casa juntos no carro dele. Eu pedi para ele me deixar antes para não chegarmos juntos, mas ele não permitiu e disse: "Eu cuido disso". E assim foi. Ao nos ver chegando juntos, ela reclamou, e ele encarou ela na minha frente e disse: "Agradeça que chegamos ou quer que a gente volte? Se quiser, a gente dorme lá". Aí ela entendeu que já éramos o que ela permitira... éramos amantes! Ela se limitou a calar e foi para seu quarto, enquanto Ramiro me acompanhou até o meu e se despediu com um beijo na boca, dizendo: "Por enquanto, descanse. Já veremos como tudo se ajeita, mas não esqueça que se estou aqui é por você e para você. Agora mais do que nunca!" No dia seguinte, tomamos café da manhã juntos os três: minha mãe, seu marido que já era meu amante e eu. Um silêncio total. Ao terminar e se levantar, Ramiro perguntou a ela: "Tudo bem? Ou começamos com as mudanças?" Ela baixou o olhar e disse: "Tudo continua igual". Ramiro sorriu e disse: "Igual não pode ser, acredite em mim. Eu continuarei aqui e ela também. Não quero cara feia nem maltrato. Lembre-se que foi você quem me ofereceu esta solução". Aí soube que era verdade o que ele me dissera... e, olhando para ela, disse: "Esta noite não viremos dormir ou quer que eu passe a noite no quarto dela?" Ela calou. "Está preparada?" Ele perguntou. Ela respondeu: "Faça o que quiser. Só seja discreto". Não preciso dizer que houve mudanças, porque ao descobrir que ela, minha própria mãe, sabia que seu marido estava com sua filha, apenas para não ficar sozinha e sem sustento permitiu isso. Ela sabia que se não fosse comigo, seria com outra mulher que Ramiro buscaria, já que aos 40 anos ele ainda era potente e vigoroso sexualmente. Com outra, ele acabaria deixando-a, e se fosse comigo, garantia que ele continuaria em casa – tudo por causa de sua enteada-amante. Passaram-se vários dias, nos quais pelo menos duas vezes por semana Ramiro e eu ficávamos para dormir na área da sua... mais alto que se transformou em apartamento, cada vez que estávamos juntos era uma nova experiência, ele me ensinou a acariciá-lo, a chupar seu pau, a montar nele e me satisfazer sozinha, a reconhecer cada sensação do meu corpo, ele despertou minha luxúria porque meu corpo e minha mente já aguardavam ansiosos o momento de um novo encontro com meu padrastro, ele estava feliz e orgulhoso de me ter, me agradava em tudo e claro, eu a ele. Em casa as coisas pareciam normais, minha mãe não brigava, estava tranquila com seu habitual mau humor com as questões cotidianas da casa e do trabalho, mas a relação entre nós era cordial, até mais do que antes, pois carinhosa já não era desde que meu pai foi embora, ela mesma se encarregava de me aplicar injeções para evitar uma gravidez, porque claro que o Ramiro adorava encher minha buceta de porra, até uma vez tive um atraso e ele ficou feliz, dizendo que seria a cereja do bolo e até fazia planos de que se um dia eu engravidasse, poderíamos ir para longe, onde ninguém nos conhecesse, o que eu não considerava, pois mudaria tudo, parte do prazer de estar com ele era que era algo proibido e escondido. Mas o Ramiro adorava me encher de porra porque esperava que eu ficasse grávida dele, em todo o tempo que fui a mulher do meu padrastro não fiz com outro homem. Em uma celebração por um reconhecimento que tive na escola, o Ramiro me preparou uma surpresa. Quando cheguei vestida e maquiada, claro, perfumada, tudo o Ramiro me comprava, para essa ocasião ele me comprou um vestido preto curto, lingerie preta que consistia em um sutiã de meia taça, que minhas tetas quase transbordavam, uma calcinha fio-dental, meias e ligas e um par de scarpins altíssimos de verniz preto, meu cabelo, a pedido do Ramiro, eu deixei crescer e roçava minhas nádegas. Quando entrei na área da cozinha, havia uma mesa arrumada com velas aromáticas e taças, ele tinha contratado alguém para preparar o jantar e arrumar tudo antes de eu chegar, como por... Supostamente íamos ficar a noite toda. Cheguei às 9 da noite de táxi, tudo parecia perfeito: lasanha, vinho, uma travessa de frutas com kiwi, morangos e frutas vermelhas, tudo delicioso. Jantamos com música à luz de velas, bebemos duas garrafas de um bom vinho tinto e aí já estava me sentindo eufórica e gostosa, e ele não parava de me elogiar, dizendo como eu era linda e que sortudo ele era por ter sabido aproveitar o pagamento que minha mãe ofereceu em troca de que ele ficasse, sendo só o provedor da casa e a fachada de que eu tinha um homem, às vezes ele também me comia. Ele disse: "Você é a mulher mais linda que já tive na vida, a mais jovem e gostosa, e é a melhor amante que eu poderia conseguir. Este ano tem sido o melhor da minha vida. Você é uma ótima aluna na cama, é ardente, fogosa, complacente, luxuriosa agora no seu auge, e quero te mostrar um novo capítulo da nossa relação". Dito isso, ele pegou minha mão, me colocou de pé na frente dele e vendou meus olhos, e disse: "Tenho uma surpresa para você e um sonho para mim". Me levou até o quarto, me guiou até o centro e falou: "Espera aqui, eu preparo tudo. Não faça nada até que eu diga". De repente, uma música suave mas ritmada, algo sensual, começou a tocar. Então ele disse: "Agora sim, tire a venda". E, atônita, olhei: Ramiro estava sentado numa poltrona. Eu estava no meio do quarto, uma luz fraca mal iluminava, e eu estava parada ao lado de um tubo que ia do teto ao chão. Havia uma poltrona tântrica a um lado. Eu perguntei: "O que é isso?" E ele respondeu: "Já te tive como amante e você é a melhor. A partir de agora, além de ser minha enteada-amante, você vai ser minha puta e minha mulher. Deixa eu te transformar na minha puta de luxo". Depois ele disse: "Olha para você". E eu não tinha percebido que ele colocou espelhos em todos os ângulos do quarto. E eu, corada, disse: "Mas o que eu faço?" Ele sorriu e falou: "Apenas siga o ritmo da música, sinta, se deixe levar, faça o que quiser. Você é sensual por natureza, então sei que o que fizer vai ser sexy e me... vai agradar, pensa nisso, em agradar o Ramiro. Apoiei uma mão no cano e comecei a seguir o ritmo da música, me mexendo devagar, meio tímida e insegura, mas ao ouvir o Ramiro me dizer, "mmmm, que gostosa, balança esse rabão que é meu, assim, mamacita, assim, mexe essa bunda gostosa, aproveita o cano que é pra você", eu comecei a ficar excitada e, pouco a pouco, me senti mais segura. Logo estava esfregando minhas nádegas no cano, ao mesmo tempo que me agachava até quase tocar o chão, e o Ramiro vibrava a cada novo movimento. Depois, sem que ele me pedisse, tirei o sutiã e deixei meus peitos livres, que balançavam no ritmo da música, o que agradou demais ao Ramiro, que começou a me dizer: "assim, putinha, continua, que gostoso você faz, me dá mais, sua putinha safada, anda, satisfaz seu macho". Eu, mais ousada, me soltava com o que ele dizia; na verdade, era excitante a linguagem que ele estava usando, me fez entrar no papel que estava interpretando, ou pelo menos naquele momento eu pensei que era um jogo, um jogo ousado. E, com movimentos sensuais, desatei os cordões que, dos lados do meu quadril, seguravam o minúscuo fio dental e, ao tirá-lo, joguei para o Ramiro, que, ao pegá-lo, levou ao nariz e depois à boca, fazendo movimentos lascivos e obscenos com a língua nele. Depois de três músicas, já me mexia de maneira ousada e erótica. Então, caminhei até o Ramiro e parei bem perto dele, balançando minhas nádegas perto do rosto dele, e pedi que me desse palmadas. Ele então bateu a mão nas minhas nádegas, uma vez atrás da outra, enquanto me insultava, dizendo: "sua putinha safada, agora você se soltou mesmo, agora tenho certeza que você vai ser uma puta e tanto, vou te transformar na melhor putinha que um homem já aproveitou, e esse homem vou ser eu!!!". Em vez de me ofender ou me sentir desconfortável com as palavras dele, fiquei ainda mais excitada e subi no sofá, em cima dele, e lá mexi meu corpo não de maneira sensual, mas erótica, e perguntei: "é isso que você quer? Hein? Era assim que você sonhava me ver?" Ele, com voz quase inaudível, disse: "isso supera qualquer sonho que eu já tive". E eu... Abri mais minhas pernas e comecei a quase colocar minha buceta na cara dele, e quando ele esticava o pescoço, com a língua pra fora, tentando me lamber, eu recuava. Ramiro gemeu frustrado e disse: "Me dá, põe essa bucetinha gostosa e suculenta na minha boca". Eu, sorrindo e olhando nos olhos dele, perguntei: "E o que eu ganho em troca? Quer uma puta? Putas custam caro, ainda mais essa que você tem na sua frente agora..." Ele respondeu: "Eu te dou o que você quiser, só não me torture mais. Vem, putinha, você vai ser bem paga, eu prometo". Ao ouvir isso, dobrei meus joelhos, aproximei minha buceta da boca dele e abri minhas pernas, ficando em pé no sofá onde ele estava sentado. Então, Ramiro se agarrou à minha ppk, chupando freneticamente, louco de desejo. Ele gemeu de um jeito que parecia mais o rosnado de um animal no cio.
depois de um tempo, ele me fez levantar e me levou até onde estava a cadeira tântrica, me posicionando perto da parte mais alta. De uma vez só, ele me fez recostar nela e me deu um empurrãozinho, de modo que minha cabeça ficou voltada para a cadeira, meus pés no ar e minha bunda completamente apoiada no móvel, ficando exposta para o Ramiro. Ele disse: que rabão gostoso você tem, como eu desejava tê-lo assim na minha frente. Já o tive, mas segurei minhas vontades de aproveitá-lo, porém hoje, como uma putinha, não há limites. E, dizendo isso, começou a beijar minhas nádegas e lambê-las de cima a baixo por um bom tempo, enquanto suas mãos desciam pela minha coluna. De repente, suas mãos abriram minhas nádegas e, sem mais delongas, sua língua percorreu minha bunda, passando pelo meu cu. Eu gemei, não esperava por aquilo, e ele disse: issooo, putinha, ele também sente, né? Eu não respondi nada, e o Ramiro, sem hesitar, foi direto ao meu ânus e começou a brincar com sua língua nele. Eu gemia sem conseguir evitar, e logo o Ramiro estava literalmente bicando meu cu com a língua. Meu corpo começou a tremer, quase se contorcendo, e ele, percebendo isso, lambia cada vez mais meu buraquinho. Logo sua língua estava fodendo meu ânus, e eu simplesmente me entreguei àquela sensação.
Continua...
Quando fiz aniversário, ele tinha vários presentes para mim, entre eles vários babydolls lindos. Eu fiquei corada e perguntei por que aquilo, e ele disse: "Você já é toda uma mulher, e vão ficar lindos em você". Eu respondi: "Minha mãe me mata se eu usar isso para dormir". Ele sorriu e disse: "Bom, se usar aqui por mim, ela não vai saber". E nós dois rimos.
Ele perguntou se minha mãe faria algo especial para comer no meu aniversário, mas isso não ia acontecer. Minha mãe mudou muito desde que meu pai foi embora. Então ele me disse para esperar, que nós íamos comemorar, pegou o carro e saiu. Enquanto isso, não pude evitar experimentar os babydolls que ele me deu, além de uns lindos chinelos vermelhos e maquiagem — enfim, uma série de coisas para mostrar que eu já era uma mulher.
Depois de quase uma hora, Ramiro voltou com pizza, outras coisas e uma caixa de cerveja. Ao abrir a porta, um gemido alto de prazer e incredulidade escapou da garganta dele. Lá estava eu, na frente dele, com um babydoll vermelho, os chinelos calçados e maquiada. Ele não conseguia acreditar. Eu, sorrindo, parada na frente dele, perguntei com voz de menina mimada: "Como estou, papai?" Nunca o tinha chamado de papai, mas brinquei com ele. Ele respondeu com voz rouca e trêmula de tesão: "Maravilhosa, divina, você é uma deusa, é toda uma mulher".
Eu sorri, caminhei na frente dele rebolando o corpo, girei várias vezes, depois me sentei e cruzei as pernas, dizendo: "Vamos, vamos comer, vamos comemorar juntos". Assim, vestida de babydoll da maneira mais natural, jantamos lá, só nós dois. meu padrasto, aquele que se masturbava me olhando enquanto eu permitia que ele me visse e até preparava poses para dar uma vista melhor, estava lá sozinho bebendo e de repente me disse que minha mãe, com sua atitude, já tinha incomodado ele um pouco e que ele tinha ficado só por minha causa e que ele vivia esperando nossos momentos de convivência ali escondidos do mundo. E conforme fomos bebendo, ele me disse que tinha que me confessar algo, eu perguntei: "Que você se levantou várias vezes de noite e entrou no meu quarto e me tocou por cima dos lençóis?" Ele, baixando o olhar, me disse: "Isso e algo mais..." Mas quando questionei se era só isso, ele me olhou nos olhos e depois baixou a vista e disse: "Não só isso", aí eu perguntei: "Tem mais?" "Sim", ele disse, "tem mais e não sei como você vai reagir". Eu pedi que ele falasse claro e sem omitir nada, então ele começou me dizendo algo que eu já tinha esquecido: que há um tempo ele tinha saído de casa por duas semanas e eu não sabia o motivo, então pra mim foi só mais uma das muitas brigas que o temperamento da minha mãe provocava. Mas ele me contou que naquela vez ele tinha tomado a decisão definitiva de não voltar porque minha mãe tinha expulsado ele. Só que ela foi até a oficina procurá-lo e implorou para que não a deixasse, que ela estava disposta a qualquer coisa, mas que não a deixasse sozinha, que perdoasse ela pela atitude dela. Depois ele me olhou nos olhos e foi aí que me disse que ela tinha dado permissão para ele satisfazer a necessidade dele comigo, e que como, de fato, ele várias vezes tinha entrado escondido no meu quarto e ela percebeu que ele se masturbava ao sair, ela teve a ideia de que, sem me machucar, ele se satisfizesse comigo. Mas ela mesma, para que eu não acordasse, me dava umas gotas de florais para relaxar, e como eu já era de sono pesado por natureza, isso ajudava. E que as primeiras vezes ele se limitou a me acariciar por cima do lençol e começou a se masturbar ali mesmo, e que por isso as coisas começaram a se acalmar por um tempo sem discussões. Com o passar... Os dias em que ele me tocava aumentaram e foi aí que eu acordei várias vezes, pois ele não conseguia se conter e tentava tirar minha roupa. Por isso aumentaram a dose do relaxante, e ele começou a tirar minhas roupas. Com as mãos e a boca, percorria meu corpo, mas depois era um problema me vestir, então foi ele, e não ela, que começou a me comprar pijamas leves. E assim, por meses, ele pôde aproveitar, agarrando meus peitos, que eram um pouco pequenos, e provou minha buceta com a língua. Sorrindo, olhou nos meus olhos e disse: "Você gostava disso, né? Assim, meio dormindo, você gemida e ficava molhada." Eu fiquei toda corada e, como eu costumava ver filmes pornô onde via como as meninas curtiam o sexo oral, pensei: "Que pena que não lembro." Ele continuou me dando detalhes, dizendo que às vezes metia o dedo e eu gemida e me acomodava, abrindo mais as pernas, o que permitia que ele lambesse e dedasse ao mesmo tempo. E meu corpo presenteava ele com muito líquido, que ele bebia com prazer.
Olhei nos olhos dele e perguntei: "Fala a verdade, você me comeu? Enfiou seu pau em mim?" Ele respondeu: "Não, não fiz isso. Várias vezes estive a ponto de fazer, lutava para me controlar e só me masturbava na sua buceta, depois esfregava minha porra pelo seu corpo todo. Às vezes coloquei nos seus lábios. Ah, como eu queria te enfiar, meter sem piedade e arrombar sua buceta... e talvez tivesse feito, mas então sua mãe adoeceu e você começou a me trazer comida, ter você aqui e como nossa relação mudou foi o que me fez parar, porque não quis mais te ter daquela forma. Depois, quando você percebeu que eu estava olhando sua bunda e fingiu continuar dormindo, soube que poderia chegar o dia em que talvez eu pudesse te aproveitar, mas por vontade, que você aproveitasse abertamente. E por isso não voltei a entrar no seu quarto, mesmo morrendo de vontade de tocar sua pele, de provar sua buceta, de chupar esses peitos gostosos que você tem. Mas esses gemidos que já ouvi seus, que sejam sabendo que eu, o Ramiro, os provoco."Então ele pegou minha mão e disse: "Qualquer coisa que aconteça, seja você não querer voltar ou o que você desejar e permitir que aconteça, não vai mudar o que sinto por você nem a gratidão desses meses, permitir que às vezes me masturbe olhando para você, mesmo morrendo de vontade de pular em cima de você e te possuir ao meu bel-prazer. Hoje, você ter se vestido assim para mim me deixou louco de desejo, e só quero que saiba que estou e estarei só por você e para você, mesmo que para isso eu tenha que lidar com sua mãe."
Eu disse com voz rouca, sem saber por quê — hoje sei que era excitação e desejo —: "Não sei o que dizer." Ele respondeu: "Não diga nada", e se ajoelhou diante de mim, começou a acariciar minhas pernas e ergueu o olhar buscando minha reação. Minha resposta foi fechar os olhos sem dizer nada. Ele então começou a beijar minhas pernas. Eu estava sentada no sofá e me recostei, permanecendo de olhos fechados. Não sei quanto tempo passou, só sei que de repente Ramiro abriu minhas pernas e sua boca subiu até minha virilha, e de repente sua língua roçava... Minha buceta deslizou suavemente sobre o tecido do fio dental que o baby doll trazia. Eu abri os olhos e olhei para ele ali, meu padrastro, seu rosto entre minhas pernas, ofegante e excitado, e ele me disse: "É a coisa mais linda que já vi e a mais gostosa que já provei". Aquela sensação, sua confissão, a cerveja, minha curiosidade e a reação que meu corpo estava tendo nublaram minha mente. Esqueci de tudo e abri mais as pernas e, sem pensar, disse: "Faz com ela o que já fez". Ramiro gemeu, excitado e ansioso, e com um puxão arrebentou a fina fita que segurava o fio dental. Sem mais, com as mãos, separou meus lábios vaginais já molhados e sua língua literalmente penetrou minha vagina. Eu soltei um gemido indescritível, quase um rosnado, e ele se afastou e disse: "Sempre soube que você gostava, até dormindo, mas agora você vai saber o que o Ramiro vai fazer você gozar". E sem mais, começou a chupar meus lábios, a lamber meu clitóris, a enfiar sua língua na minha vagina. Só parava um momento para murmurar: "Que delícia! Gostosa! Que bucetinha gostosa você tem! É minha, minhããã!" Disse: "Eu a preparei para esse momento" e voltou a lamber sem parar, com um movimento frenético de língua. Eu só gemia e gemia, e de repente algo explodiu dentro de mim e algo quente saiu da minha vagina. Ramiro bebeu até a última gota. Eu me estremecia e nem percebi quando ele se despiu da roupa.
mas quando aquele orgasmo longo e intenso acabou e o Ramiro se afastou com o rosto encharcado, ele estava nu e pude ver o pau dele. A cabeça dele se destacava porque era ainda mais grossa que o resto do pau e estava totalmente firme, apontando para minha buceta. Eu não disse nada, mas o Ramiro, ao sentir a cabeça na entrada da minha buceta, me olhou nos olhos e disse: "Se você quer que eu pare, diga agora, porque depois eu não vou conseguir me segurar e não vai ter volta". Eu levantei meu quadril na direção dele, mostrando que podia continuar. Então ele me beijou nos lábios pela primeira vez, pelo menos conscientemente, e eu correspondi. E o pau dele começou a entrar, me rasgando. Eu gemi de dor, mas nem pedi para parar. E o Ramiro empurrava sem parar, abrindo caminho na minha buceta apertada, me arrebentando por dentro. Finalmente, com um último empurrão que senti cruel e impiedoso, o resto do pau dele entrou, enchendo completamente meu buraco. Eu me senti paralisada, totalmente invadida. Então, enlouquecido, o Ramiro começou a gritar: "Assim que eu queria ter você, ahhh, finalmente você é minha, você é minha! Eu podia ter te comido quando quisesse antes, mas eu queria ter você assim, se entregando ao Ramiro, se entregando ao seu padrasto. Eu não me enganei com você, sabia que esse momento chegaria.



Então, afastando seu peito para trás, ele me pediu para olhar para baixo e disse, mostrando como nossos quadris estavam completamente unidos e, claro, nossas partes ainda mais unidas. "Olhaaaaa, olha como eu te tenho, olha como você está enfiada no pau do seu padrastro, mmmm que delícia e excitante. Agora sim posso dizer que você é minha enteada-amante." E ele começou a se mover devagar, tirando um pouco o pau, mas não totalmente. Depois de um tempo se movendo devagar, minha buceta foi se acostumando e já deslizava mais facilmente, e então ele começou a se mover mais e mais rápido, mais e mais, e logo a dor diminuiu. Sem mais, ele me teve ali à disposição, me entregando e gemendo, aproveitando, e isso me transformou no que ele disse: a amante do meu padrastro.
Seguiu por momentos que pareciam intermináveis, o tempo parecia ter parado, nada importava, só existia. Nossos corpos e nossos gemidos, pois logo comecei a gemer e gemer e meu corpo se sacudia com as investidas que Pancho me dava. De repente, de novo, algo explodiu dentro de mim e, ao perceber, ele bombou sem parar minha buceta com o pau dele. Naquele momento, ele começou a grunhir como um animal selvagem e senti algo quente inundando minha vagina. Sem pensar em nada, ele enfiou o pau fundo, me dando até a última gota da porra dele, e ficou assim com o pau enfiado em mim por vários minutos, até que o pau dele saiu sozinho. Mas com isso, ele garantiu que a porra ficasse dentro de mim, não importava o quê.Depois de gozar na minha buceta, ele tirou o pau de mim e foi pegar papel. Limpou o pau e me disse: "Mamita, você pode deixar o sêmen assim?". Eu respondi: "O que você quiser, amor". Ele se desculpou comigo porque a nossa primeira vez tinha sido muito curta, e disse: "Eu estava com muita vontade de você e não aguentei". Eu respondi: "Não se preocupa, gostoso, você me fez gozar duas vezes e foi muito gostoso!".
Depois, passamos o resto da tarde entre beijos e carícias, bebendo cerveja, o que me deixou ainda mais solta. Acho que naquele momento esqueci com quem estava, esqueci que ele era o marido da minha mãe e apenas curti a companhia dele. E devo confessar que fizemos várias vezes mais, até ficarmos exaustos, um nos braços do outro, e dormimos até anoitecer. Minha buceta estava cheia da porra dele das outras vezes que fizemos. Tínhamos experimentado várias posições, ele tinha arrombado minha buceta com o pau grande, grosso e negro dele.
Quando acordei assustada, vendo a escuridão, disse: "Agora o que vamos fazer? Minha mãe deve estar furiosa porque você não voltou, ela nem imagina que estou aqui com você". Ele respondeu que não importava e que ela provavelmente imaginava que estaríamos juntos, já que sabe que às vezes você fica aqui depois de me trazer a comida, e você diz pra ela que vai sair com as amigas. Nos vestimos, eu me arrumei, mas... Sem limpar o sêmen que ele havia deixado dentro de mim, só coloquei meu thong e minha calça e fomos para casa juntos no carro dele. Eu pedi para ele me deixar antes para não chegarmos juntos, mas ele não permitiu e disse: "Eu cuido disso". E assim foi. Ao nos ver chegando juntos, ela reclamou, e ele encarou ela na minha frente e disse: "Agradeça que chegamos ou quer que a gente volte? Se quiser, a gente dorme lá". Aí ela entendeu que já éramos o que ela permitira... éramos amantes! Ela se limitou a calar e foi para seu quarto, enquanto Ramiro me acompanhou até o meu e se despediu com um beijo na boca, dizendo: "Por enquanto, descanse. Já veremos como tudo se ajeita, mas não esqueça que se estou aqui é por você e para você. Agora mais do que nunca!" No dia seguinte, tomamos café da manhã juntos os três: minha mãe, seu marido que já era meu amante e eu. Um silêncio total. Ao terminar e se levantar, Ramiro perguntou a ela: "Tudo bem? Ou começamos com as mudanças?" Ela baixou o olhar e disse: "Tudo continua igual". Ramiro sorriu e disse: "Igual não pode ser, acredite em mim. Eu continuarei aqui e ela também. Não quero cara feia nem maltrato. Lembre-se que foi você quem me ofereceu esta solução". Aí soube que era verdade o que ele me dissera... e, olhando para ela, disse: "Esta noite não viremos dormir ou quer que eu passe a noite no quarto dela?" Ela calou. "Está preparada?" Ele perguntou. Ela respondeu: "Faça o que quiser. Só seja discreto". Não preciso dizer que houve mudanças, porque ao descobrir que ela, minha própria mãe, sabia que seu marido estava com sua filha, apenas para não ficar sozinha e sem sustento permitiu isso. Ela sabia que se não fosse comigo, seria com outra mulher que Ramiro buscaria, já que aos 40 anos ele ainda era potente e vigoroso sexualmente. Com outra, ele acabaria deixando-a, e se fosse comigo, garantia que ele continuaria em casa – tudo por causa de sua enteada-amante. Passaram-se vários dias, nos quais pelo menos duas vezes por semana Ramiro e eu ficávamos para dormir na área da sua... mais alto que se transformou em apartamento, cada vez que estávamos juntos era uma nova experiência, ele me ensinou a acariciá-lo, a chupar seu pau, a montar nele e me satisfazer sozinha, a reconhecer cada sensação do meu corpo, ele despertou minha luxúria porque meu corpo e minha mente já aguardavam ansiosos o momento de um novo encontro com meu padrastro, ele estava feliz e orgulhoso de me ter, me agradava em tudo e claro, eu a ele. Em casa as coisas pareciam normais, minha mãe não brigava, estava tranquila com seu habitual mau humor com as questões cotidianas da casa e do trabalho, mas a relação entre nós era cordial, até mais do que antes, pois carinhosa já não era desde que meu pai foi embora, ela mesma se encarregava de me aplicar injeções para evitar uma gravidez, porque claro que o Ramiro adorava encher minha buceta de porra, até uma vez tive um atraso e ele ficou feliz, dizendo que seria a cereja do bolo e até fazia planos de que se um dia eu engravidasse, poderíamos ir para longe, onde ninguém nos conhecesse, o que eu não considerava, pois mudaria tudo, parte do prazer de estar com ele era que era algo proibido e escondido. Mas o Ramiro adorava me encher de porra porque esperava que eu ficasse grávida dele, em todo o tempo que fui a mulher do meu padrastro não fiz com outro homem. Em uma celebração por um reconhecimento que tive na escola, o Ramiro me preparou uma surpresa. Quando cheguei vestida e maquiada, claro, perfumada, tudo o Ramiro me comprava, para essa ocasião ele me comprou um vestido preto curto, lingerie preta que consistia em um sutiã de meia taça, que minhas tetas quase transbordavam, uma calcinha fio-dental, meias e ligas e um par de scarpins altíssimos de verniz preto, meu cabelo, a pedido do Ramiro, eu deixei crescer e roçava minhas nádegas. Quando entrei na área da cozinha, havia uma mesa arrumada com velas aromáticas e taças, ele tinha contratado alguém para preparar o jantar e arrumar tudo antes de eu chegar, como por... Supostamente íamos ficar a noite toda. Cheguei às 9 da noite de táxi, tudo parecia perfeito: lasanha, vinho, uma travessa de frutas com kiwi, morangos e frutas vermelhas, tudo delicioso. Jantamos com música à luz de velas, bebemos duas garrafas de um bom vinho tinto e aí já estava me sentindo eufórica e gostosa, e ele não parava de me elogiar, dizendo como eu era linda e que sortudo ele era por ter sabido aproveitar o pagamento que minha mãe ofereceu em troca de que ele ficasse, sendo só o provedor da casa e a fachada de que eu tinha um homem, às vezes ele também me comia. Ele disse: "Você é a mulher mais linda que já tive na vida, a mais jovem e gostosa, e é a melhor amante que eu poderia conseguir. Este ano tem sido o melhor da minha vida. Você é uma ótima aluna na cama, é ardente, fogosa, complacente, luxuriosa agora no seu auge, e quero te mostrar um novo capítulo da nossa relação". Dito isso, ele pegou minha mão, me colocou de pé na frente dele e vendou meus olhos, e disse: "Tenho uma surpresa para você e um sonho para mim". Me levou até o quarto, me guiou até o centro e falou: "Espera aqui, eu preparo tudo. Não faça nada até que eu diga". De repente, uma música suave mas ritmada, algo sensual, começou a tocar. Então ele disse: "Agora sim, tire a venda". E, atônita, olhei: Ramiro estava sentado numa poltrona. Eu estava no meio do quarto, uma luz fraca mal iluminava, e eu estava parada ao lado de um tubo que ia do teto ao chão. Havia uma poltrona tântrica a um lado. Eu perguntei: "O que é isso?" E ele respondeu: "Já te tive como amante e você é a melhor. A partir de agora, além de ser minha enteada-amante, você vai ser minha puta e minha mulher. Deixa eu te transformar na minha puta de luxo". Depois ele disse: "Olha para você". E eu não tinha percebido que ele colocou espelhos em todos os ângulos do quarto. E eu, corada, disse: "Mas o que eu faço?" Ele sorriu e falou: "Apenas siga o ritmo da música, sinta, se deixe levar, faça o que quiser. Você é sensual por natureza, então sei que o que fizer vai ser sexy e me... vai agradar, pensa nisso, em agradar o Ramiro. Apoiei uma mão no cano e comecei a seguir o ritmo da música, me mexendo devagar, meio tímida e insegura, mas ao ouvir o Ramiro me dizer, "mmmm, que gostosa, balança esse rabão que é meu, assim, mamacita, assim, mexe essa bunda gostosa, aproveita o cano que é pra você", eu comecei a ficar excitada e, pouco a pouco, me senti mais segura. Logo estava esfregando minhas nádegas no cano, ao mesmo tempo que me agachava até quase tocar o chão, e o Ramiro vibrava a cada novo movimento. Depois, sem que ele me pedisse, tirei o sutiã e deixei meus peitos livres, que balançavam no ritmo da música, o que agradou demais ao Ramiro, que começou a me dizer: "assim, putinha, continua, que gostoso você faz, me dá mais, sua putinha safada, anda, satisfaz seu macho". Eu, mais ousada, me soltava com o que ele dizia; na verdade, era excitante a linguagem que ele estava usando, me fez entrar no papel que estava interpretando, ou pelo menos naquele momento eu pensei que era um jogo, um jogo ousado. E, com movimentos sensuais, desatei os cordões que, dos lados do meu quadril, seguravam o minúscuo fio dental e, ao tirá-lo, joguei para o Ramiro, que, ao pegá-lo, levou ao nariz e depois à boca, fazendo movimentos lascivos e obscenos com a língua nele. Depois de três músicas, já me mexia de maneira ousada e erótica. Então, caminhei até o Ramiro e parei bem perto dele, balançando minhas nádegas perto do rosto dele, e pedi que me desse palmadas. Ele então bateu a mão nas minhas nádegas, uma vez atrás da outra, enquanto me insultava, dizendo: "sua putinha safada, agora você se soltou mesmo, agora tenho certeza que você vai ser uma puta e tanto, vou te transformar na melhor putinha que um homem já aproveitou, e esse homem vou ser eu!!!". Em vez de me ofender ou me sentir desconfortável com as palavras dele, fiquei ainda mais excitada e subi no sofá, em cima dele, e lá mexi meu corpo não de maneira sensual, mas erótica, e perguntei: "é isso que você quer? Hein? Era assim que você sonhava me ver?" Ele, com voz quase inaudível, disse: "isso supera qualquer sonho que eu já tive". E eu... Abri mais minhas pernas e comecei a quase colocar minha buceta na cara dele, e quando ele esticava o pescoço, com a língua pra fora, tentando me lamber, eu recuava. Ramiro gemeu frustrado e disse: "Me dá, põe essa bucetinha gostosa e suculenta na minha boca". Eu, sorrindo e olhando nos olhos dele, perguntei: "E o que eu ganho em troca? Quer uma puta? Putas custam caro, ainda mais essa que você tem na sua frente agora..." Ele respondeu: "Eu te dou o que você quiser, só não me torture mais. Vem, putinha, você vai ser bem paga, eu prometo". Ao ouvir isso, dobrei meus joelhos, aproximei minha buceta da boca dele e abri minhas pernas, ficando em pé no sofá onde ele estava sentado. Então, Ramiro se agarrou à minha ppk, chupando freneticamente, louco de desejo. Ele gemeu de um jeito que parecia mais o rosnado de um animal no cio.

depois de um tempo, ele me fez levantar e me levou até onde estava a cadeira tântrica, me posicionando perto da parte mais alta. De uma vez só, ele me fez recostar nela e me deu um empurrãozinho, de modo que minha cabeça ficou voltada para a cadeira, meus pés no ar e minha bunda completamente apoiada no móvel, ficando exposta para o Ramiro. Ele disse: que rabão gostoso você tem, como eu desejava tê-lo assim na minha frente. Já o tive, mas segurei minhas vontades de aproveitá-lo, porém hoje, como uma putinha, não há limites. E, dizendo isso, começou a beijar minhas nádegas e lambê-las de cima a baixo por um bom tempo, enquanto suas mãos desciam pela minha coluna. De repente, suas mãos abriram minhas nádegas e, sem mais delongas, sua língua percorreu minha bunda, passando pelo meu cu. Eu gemei, não esperava por aquilo, e ele disse: issooo, putinha, ele também sente, né? Eu não respondi nada, e o Ramiro, sem hesitar, foi direto ao meu ânus e começou a brincar com sua língua nele. Eu gemia sem conseguir evitar, e logo o Ramiro estava literalmente bicando meu cu com a língua. Meu corpo começou a tremer, quase se contorcendo, e ele, percebendo isso, lambia cada vez mais meu buraquinho. Logo sua língua estava fodendo meu ânus, e eu simplesmente me entreguei àquela sensação.
Continua...
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