Oi meus taradinhos, mais um relato da sua putinha favorita hahaha, sério, eu sou insaciável ou vocês me dão coisas para me corromper e me fazer ceder ao prazer. Como eu já tinha contado, meu pai se divorciou da minha mãe, então cada um morava num lugar diferente, meu irmão foi morar com meu pai e eu fiquei com minha mãe, mas a verdade é que minha mãe ainda amava meu pai, então ela não tinha arrumado ninguém, eu sempre falava pra ela conhecer alguém, que ela ainda era jovem e que aproveitasse que eu também já tenho idade suficiente pra cuidar de mim mesma e que ela podia sair, então um dia ela me deu ouvidos e chegou em casa com um novo pretendente. Uma noite ela chegou com um cara chamado Ramiro, um negro dominicano de 1,90m de altura, simpático de rosto, um corpo escultural por causa de várias horas de academia por semana e com várias tatuagens. Ramiro é um homem muito trabalhador, caseiro e gentil. Quando ele chegou, eu estava de short curto e um top elástico que deixava meus peitos empinados e bem formados à mostra, e depois que chegaram, nos cumprimentamos com um beijo, e eu notei que com a mão ele me envolvia pela cintura e me puxava pra perto dele. Fui pro meu quarto e, enquanto caminhava, senti o tal Ramiro cravar o olhar na minha bunda fartona, que não tinha como evitar de rebol
Ramiro, depois de um tempo saindo com minha mãe, propôs morarem juntos e se mudar para nossa casa. Desde então até agora, que ele continua morando conosco, nunca houve problema. Às vezes, eu percebia certos olhares dele para mim e meus para ele, mas só isso. Ele me trata como uma filha, a ponto de em festas ou viagens me acompanhar ao banheiro como uma figura paterna. Foi aí que pude ver várias vezes o pau negro do meu padrastro — mesmo mole, era grande, completamente preto e totalmente careca, com pouco pelo pubiano, mas bem crespo. Vou contar as vezes que vi meu padrastro pelado, inclusive uma vez enquanto eles estavam transando. Levantei de noite para pegar água e ouvia o rangido da cama e os gemidos da minha mãe. Caminhei até o quarto deles e espreitei pela porta entreaberta: lá estava ela cavalgando ele, enquanto ele chupava os peitos dela, e dava para ver aquele pau enorme entrando até o fundo. Tenho que dizer que, como sou a única filha que minha mãe teve — ela sempre quis uma menina —, fui muito mimada por ela, além do mais, meu irmão foi morar com meu pai. Outra noite, acordei com uma forte dor de barriga que me fez chamar minha mãe e Ramiro. Esperei um tempo para ver se iam me atender na cama, mas não responderam nem apareceram, então tive que levantar sozinha. Ao abrir a porta, vi a luz do banheiro do corredor acesa e agradeci, porque infelizmente o banheiro do meu quarto não estava funcionando por uns probleminhas hahaha. Corri para o vaso do corredor porque já estava quase fazendo xixi nas calças. Abri a porta sem problema, baixei as calças rapidamente e sentei na privada ainda com sono, quando vejo Ramiro tomando banho, com a espuma escorrendo pelo corpo, já que o chuveiro estava aberto. Pude ver a espuma deslizando naquele pau de uns 24 cm semiéril e nas bolas dele, que caíam quase na mesma medida que o pau. Assim que ele terminou de se enxaguar, saiu do chuveiro e me perguntou: "O que aconteceu, pequena? respondi que estava dormindo e que estava com uma dor forte na barriga, e que chamei minha mãe e ela não veio me ver. Ele respondeu que minha mãe estava dormindo profundamente e que talvez eu estivesse com vontade de ir ao banheiro, e que já ia me dar um remédio para a dor passar. Ele falou tudo isso enquanto se secava com uma toalha nas costas, e o pau dele balançava de um lado para o outro. Depois, secou as bolas, amarrou a toalha na cintura e saiu do banheiro, me dizendo para dar descarga quando terminasse de fazer xixi. Eu só disse "ok", mantendo a imagem do pau enorme dele na minha mente, e Ramiro saiu do banheiro. Aqui deixo umas fotos da piroca do Ramiro que encontrei no celular da minha mãe.
Que pauzão que minha mãe come e dá pra ver que ela curte, pelas noites que já escutei ela gemendo kkkk. E umas fotos pra vocês conhecerem melhor minha mãe.

Depois de terminar de fazer xixi, me limpei e, quando abro a lata de lixo, vejo um saco plástico transparente e comprido com um líquido branco dentro. Peguei ele e vi que estava amarrado, e o líquido branco se mexia de um lado pro outro. Aquele saco era largo e comprido, me deu uma sensação de excitação e pensei em desamarrar e engolir tudo, mas me segurei. Deixei ali e saí do banheiro. Quando saio, Ramiro sai do quarto e me diz: "Abre a boca e toma o xarope, e já vai deitar, filha, que tá tarde". Eu obedeci e fui deitar. Ramiro ainda estava ali, sendo namorado da minha mãe, o que me estranhava, embora eu os ouvisse discutir às vezes, mais à noite, e pensava que logo ele iria embora também. Com o tempo, obviamente, havia um certo grau de convivência. Um dia, estávamos na sala e ele me disse sorrindo: "E você não vai me chamar de pai?". Eu respondi: "Claro que não, sei muito bem o que você é". Ele, brincando, dizia: "É o que eu achava. Um dia você vai me chamar, e não só isso, vai dizer 'pussy' ou 'me quer dizer papacito'?". Eu levava na brincadeira, sem imaginar nada mais. Ramiro era soldador, tinha uma oficina muito conhecida pelos bons trabalhos, era bom no que fazia, tinha vários funcionários. Em casa, as necessidades econômicas tinham acabado, porque antes dele chegar, passamos por momentos muito difíceis. Minha mãe, com seus relacionamentos, só piorava as coisas, o que foi tornando o caráter dela amargo, e por tudo ela brigava e gritava. Pra mim, ela deixava a obrigação de ajudá-la, e quando Ramiro já estava há mais tempo em casa, minha mãe adoeceu. Quando eu chegava da escola, ela me mandava levar comida pra oficina dele, que era muito grande, mas ficava longe de casa. Tinha que pegar ônibus pra ir e voltar, o que me atrasava nas tarefas da escola, e por isso eu reclamava. Minha mãe discutiu com ele pra que pagasse alguém de lá perto pra ajudá-lo, mas ele se recusou, dizendo que eu devia ajudar pelo menos nisso. E aí minha mãe me disse que, pra eu não me atrasar, que levasse o que precisava. Para fazer minhas tarefas, o Ramiro colocou internet e assim eu já não tinha mais desculpa e tive que fazer mesmo. Mas tinha algo além do tempo que me fazia querer não ir: meu relacionamento com ele, apesar de cordial, não era de muito contato, pois ele sempre tentava brincar comigo. No começo, ele falava coisas como "Vem cá, menina da casa, senta no colo do papai pra ganhar carinho", e tentava me fazer sentar nas pernas dele. Eu sempre me esquivava, mas às vezes ele me pegava de surpresa e me sentava no colo dele, me abraçando forte, e eu me mexia toda pra sair daquela brincadeira. Com o tempo, quando isso acontecia, sentia aquele abraço diferente, uma certa sensação percorria meu corpo, pois às vezes sentia algo inchado entre as pernas do Ramiro... ele tinha, e me soltava. Eu até tinha afeto por ele, mas só de imaginar o membro dele às vezes já me dava prazer, pensando que ele me enfiava aquela pica enorme na minha buceta. O que eu menos queria era trair minha mãe com ele.
De repente, comecei a sonhar com o Ramiro, mas eram sonhos proibidos, como eu chamava. Na verdade, eram sonhos bem safados, pois sonhava que o Ramiro entrava no meu quarto enquanto eu dormia e me acariciava e beijava todo o corpo. Sonhava ele todo excitado, chupando meus peitos, e com as mãos me despindo. E eu queria acordar e não conseguia. Lembro que em duas ocasiões acordei e ele realmente estava lá no meu quarto, mas depois ele dizia que tinha entrado pra ver se estava tudo bem, que eu estava destapada e que só tinha se aproximado pra me cobrir, e que isso é que tinha me acordado. Ele nunca tinha passado dos limites, nada que me incomodasse, mas me deixava com muito tesão.
Esse sonho tive repetidas vezes, mas começou a ser um sonho muito mais prazeroso, e eu comecei a desejar sonhar com mais frequência com o Ramiro. Ia pra cama pensando nele porque achava que assim chamava o sonho, e às vezes funcionava. E, no meu sonho, eu curtia as carícias dele, e a verdade é que comecei a ficar molhada no sonho. E esses sonhos cada vez eram mais ousados, e eu já não... Eu lutava para não acordar, mas quando acordava, amanhecia com a buceta encharcada. Meu desejo piorava quando encontrava o Ramiro pela casa de cueca ou pelado, e mais ainda quando pegava ele transando com minha mãe. Outra vez foi num fim de semana de manhã. Levantei cedo e, ao me levantar, não ouvi nenhum barulho da minha mãe ou do Ramiro. Então me aproximei do quarto e abri sem bater. Lá pude ver que o Ramiro estava fazendo sexo oral na minha mãe. Ao ouvir a porta abrir, Ramiro se levantou da virilha da minha mãe, que estava deitada com as pernas dobradas, mostrando sua buceta — ela estava usando uma calcinha de renda, e o Ramiro estava com uma regata de exercício sem mangas, a cueca um pouco pra baixo e o pau semiereto ao ar. Ao me ver entrar, ele pegou o pau e guardou, e os dois riram nervosos enquanto minha mãe se cobria com os lençóis.
Um dia cheguei da escola, fui pro meu quarto e troquei de roupa. Tava com fome, então quando abro a porta pra ir pra cozinha, vejo o Ramiro saindo pela porta do quarto dele totalmente pelado, banhado de suor. Aquele suor fazia a pele de ébano dele brilhar, todos aqueles músculos reluziam e ele não tinha um único pelo pubiano - tinha depilado tudo. Mas o que mais chamou minha atenção foi o pau enorme dele, ereto, uns 25 cm, grosso e coberto pela metade com uma camisinha. Na ponta tinha um pedaço da camisinha com um líquido branco, igual ao que eu tinha tocado antes. O Ramiro me viu e deu um susto, tentou cobrir o pau com as mãos mas foi inútil - eu continuei vendo aquela ponta pendurada com porra. Ele me perguntou o que tinha acontecido na escola, e eu disse que teve um acidente com a professora e nos mandaram pra casa mais cedo. O Ramiro falou "Deixa eu ir no banheiro, já volto". Eu fui atrás dele e vi ele tirando a camisinha, segurando o líquido na ponta e puxando o plástico pra baixo. Amarrou a camisinha e jogou no lixo. O Ramiro enrolou uma toalha na cintura e saiu do banheiro. Eu perguntei onde tava minha mãe e ele disse que tava no quarto. Me aproximei do quarto e vi ela deitada - tava de bruços, só de calcinha pela metade das pernas, com as pernas um pouco abertas e as nádegas vermelhas. Mas o Ramiro interveio e disse "Ela tá dormindo". Obviamente eu sabia que ele tinha acabado de dar nela bem onde ela gosta, e com um pau daquele tamanho nem imagino como ele deixou minha mãe exausta. Ele botou a mão na minha cabeça e disse "Vamos pra cozinha".
No dia seguinte fui levar comida na oficina dele. Ficar lá sozinha com ele me deixava desconfortável depois de admirar aquele pau lindo, porque fazia eu ver ele diferente. No começo eu evitava conviver muito com ele, mas quando minha mãe mandou eu esperar por ele, passei a ficar todas as tardes lá. Logo começamos a conviver mais e ele começou a perguntar sobre mim - eram conversas mais adultas. O Ramiro foi fazendo de tudo pra eu me sentir confortável estudando enquanto... Ele trabalhava, mas dedicava cada vez mais tempo a ficar comigo. Sempre que eu chegava, encontrava coisas novas na área de descanso que ficava no fundo da grande oficina – era praticamente escondido. Quando estávamos lá, mesmo com a TV ligada ou música tocando, se a porta de acesso à oficina estivesse fechada, era impossível alguém ouvir. Parecia que não tinha ninguém.
O RAMIRO terminava o trabalho um pouco antes do anoitecer e entrava sem camisa, o que deixava à mostra seu corpo musculoso pelo trabalho. Mesmo não sendo muito bonito – na verdade, era meio feio –, ele era viril, muito masculino, o típico macho. Várias vezes ele "esquecia" de levar a roupa pro banho e saía enrolado na toalha, me surpreendendo. Eu não conseguia evitar de olhar o volume que aparecia debaixo da toalha, e ele sabia. Várias vezes ele ficava parado um instante, e depois ia se trocar no banheiro, o que não fazia sentido, já que em casa eu já o tinha visto nu e até mesmo transando com minha mãe.
E assim foi que um vínculo de confiança foi se formando. Às vezes, eu caía de cansaço e dormia no sofá da oficina. Uma vez, senti que ele estava me olhando, parado ao lado da cama. Entreabri os olhos e, através do espelho, o vi parado, olhando minha bunda – a saia que eu usava tinha subido. A sensação que eu vivia nos meus sonhos, eu senti ali, e gostei. Fingi estar dormindo, e ele começou a ofegar e a esfregar a virilha. Eu conseguia ver, porque de vez em quando eu abria os olhos pra observar. Parecia que ele estava segurando a vontade de me ter.
Através do espelho, e assim foi que comecei a dar a ele esses pequenos presentes. Confortável e equipado, o lugar chegou a um ponto em que eu preferia estar lá, longe de tudo e, principalmente, dos constantes sermões e gritos da minha mãe. O Ramiro me comprou roupas confortáveis pra eu passar a tarde e, pouco a pouco, adaptou o lugar. Ninguém imaginaria que, na parte de trás da oficina dele, cheia de máquinas e ferros, havia um apartamento confortável e aconchegante, com cozinha, um quarto com cama, um sofá confortável, TV e banheiro. É verdade que eu estava sem querer voltar para casa, o Ramiro às vezes atrasava a nossa saída e a gente ficava vendo TV e conversando. Uma tarde, assistindo a um filme, apareceu uma cena erótica com nudez e sexo bem explícito, e eu fiquei toda corada. O Pancho começou a me fazer perguntas sobre minha vida sexual, me perguntou se eu tinha namorado, ao que eu respondi que não, que fazia tempo que eu tinha tido um namorado, mas não deu certo. Ele me perguntou: "Então você é virgem??" Claro que eu sou, respondi rindo, mal dei meu primeiro beijo. Ele me perguntou a minha idade, e eu disse que tinha 21 anos. Ele falou que eu parecia mais velha, parecia mesmo, porque eu tinha aparência de mulherão, o que me deixou ainda mais corada. Ele continuou: "E muito linda e sexy. Quem te tiver vai ser um sortudo." E eu lembrei dos meus sonhos com o Ramiro, e uma sensação gostosa percorreu meu corpo, embora ele tenha dito: "Não acredito que você seja virgem, hahaha." Se ele soubesse todas as vezes que já me deram pau e me destruíram a buceta e a bunda... Mas a pergunta ficou no ar. Teve um dia que alagou tudo, e o Ramiro disse: "Não dá pra sair, está tudo muito alagado, não acho que o carro passe." Então ele ligou para minha mãe, e decidimos ficar na oficina. Eu fui para o banheiro e, como já tinha um pouco de roupa lá, coloquei meu shorts de pijama e meu top e comecei a escovar os dentes. Foi quando ele abriu a porta e, como o banheiro era muito pequeno, ficou atrás de mim para também escovar os dentes. Mas, enquanto a gente escovava os dentes, tão apertados, o membro dele roçava nas minhas nádegas. Então, para sentir mais, eu me inclinava um pouco, fazendo com que o pênis dele tocasse minhas nádegas, até que chegou a hora de enxaguar a boca. Eu me inclinei, fazendo com que o pau dele entrasse entre meu shorts. Eu sentia o volume enorme, o que me deixou com muito tesão, mas eu tinha que me controlar. Fomos dormir e, infelizmente, não aconteceu nada. Só dormimos juntos e, sim, teve uns roçados, mas só isso. Na tarde seguinte, o Ramiro, depois de almoçar, ficou lá vendo televisão enquanto eu fazia lição, ou tentava, porque de novo ele colocou no reprodutor de filmes um filme erótico ou pelo menos foi o que pensei até começar a ouvir gritos e gemidos. Virei e ele perguntou: "Já assistiu filmes pornô?" Eu, toda corada, respondi: "Algumas vezes." Ele sorriu, levantou, pegou minha mão e disse: "Vem comigo. Sua mãe nunca quer ver comigo, por isso trouxe os filmes. Eu assisto quando você não está, mas se você já viu, podemos ver juntos." Ele me fez sentar ao lado dele. Fiquei perto do Ramiro, que tentou deixar o momento natural. Vendo que eu estava tensa, ele passou o braço pelos meus ombros e disse: "Relaxa e aproveita. Serve pra aprender para quando chegar a hora da prática." E nós dois rimos por um tempo. Ele deixou o braço em volta de mim até que eu discretamente me afastei um pouco. Ele riu e falou: "Não tenha medo, eu não vou te comer..." Fez uma pausa e, me olhando com o que hoje sei ser luxúria, acrescentou: "...a menos que você queira."
Essa coisa de ver pornô se repetiu pelo menos duas vezes por semana. Cada vez chegávamos mais tarde em casa. Me surpreendia minha mãe não dizer nada, mas era assim: chegar, jantar e cada um ir dormir. Outro dia, eu ia pra escola e voltava pra casa só pra pegar a comida que minha mãe mandava. Agora, por instruções do Pancho, ela começou a preparar pra dois, e a gente comia junto porque, segundo ele, não perdia tempo comendo e depois eu ir embora, já que ele passava fome. E assim era mais tempo que eu passava com o marido da minha mãe.
Até que chegou o dia do meu aniversário. Minha mãe nem se lembrou de me dar parabéns, e nunca houve festas em casa, então pra mim era um dia normal. Ou pelo menos eu pensava, porque quando cheguei na oficina do Ramiro, na cama havia muitos presentes. Não podia acreditar! Comecei a abrir: tinha blusas, saias, tênis, perfumes, maquiagem... Os presentes que estavam no sofá. E na cama havia outros. Ele disse: "Esses são muito especiais. Espero que goste e que não fique brava comigo." Eu, emocionada, respondi: "Como eu poderia ficar brava com você? Nunca!" Afirmei e, sem pensar, o abracei forte e agradeci com um beijo na... bochecha, mas involuntariamente, rocei perto dos seus lábios. Ele me apertou com força contra o corpo dele por cerca de um minuto e eu me entreguei totalmente a esse abraço. Depois ele disse: "Vai, vai abrir seus presentes". E, ohhh surpresa, vários baby dolls semitransparentes e calcinhas de renda ou lingeries bem sexy, com um fio dental minúsculo — um deles era feito de cordões fininhos que amarravam nas laterais e um pequeno triângulo de tecido que mal cobriria a região dos pelos da minha buceta —, um par de scarpins vermelhos e um preto, altíssimos. Eu disse, rindo nervosa: "Está tudo lindo, mas minha mãe me mata se eu usar isso em casa. Os que eu tenho, eu escondo". E ele respondeu: "Mas aqui ela não vai te ver com eles". Pelo que entendi, era pra eu deixar as coisas lá mesmo. Ramiro me perguntou se minha mãe faria algum jantar especial e eu falei: "Claro que não, ela nem lembrou que dia é hoje. E se lembrou, não liga". Então Ramiro disse: "Não se fala mais. Então vamos comemorar, você e eu. Faltava mais! Hoje você completa mais um ano e isso não pode passar em branco. Temos que fazer algo especial, você e eu. Espera aí, volto em mais ou menos uma hora". Aí, sozinha, não pude evitar e já fui logo experimentar um baby doll. Me surpreendi ao me ver no espelho — realmente, ia ser algo especial e, como retribuição pelas atenções e detalhes que o Ramiro teve comigo, sem pensar duas vezes, fui tomar banho, me maquiei, passei perfume e me vesti para a ocasião... Ramiro ia se surpreender quando me visse. Continua...
Ramiro, depois de um tempo saindo com minha mãe, propôs morarem juntos e se mudar para nossa casa. Desde então até agora, que ele continua morando conosco, nunca houve problema. Às vezes, eu percebia certos olhares dele para mim e meus para ele, mas só isso. Ele me trata como uma filha, a ponto de em festas ou viagens me acompanhar ao banheiro como uma figura paterna. Foi aí que pude ver várias vezes o pau negro do meu padrastro — mesmo mole, era grande, completamente preto e totalmente careca, com pouco pelo pubiano, mas bem crespo. Vou contar as vezes que vi meu padrastro pelado, inclusive uma vez enquanto eles estavam transando. Levantei de noite para pegar água e ouvia o rangido da cama e os gemidos da minha mãe. Caminhei até o quarto deles e espreitei pela porta entreaberta: lá estava ela cavalgando ele, enquanto ele chupava os peitos dela, e dava para ver aquele pau enorme entrando até o fundo. Tenho que dizer que, como sou a única filha que minha mãe teve — ela sempre quis uma menina —, fui muito mimada por ela, além do mais, meu irmão foi morar com meu pai. Outra noite, acordei com uma forte dor de barriga que me fez chamar minha mãe e Ramiro. Esperei um tempo para ver se iam me atender na cama, mas não responderam nem apareceram, então tive que levantar sozinha. Ao abrir a porta, vi a luz do banheiro do corredor acesa e agradeci, porque infelizmente o banheiro do meu quarto não estava funcionando por uns probleminhas hahaha. Corri para o vaso do corredor porque já estava quase fazendo xixi nas calças. Abri a porta sem problema, baixei as calças rapidamente e sentei na privada ainda com sono, quando vejo Ramiro tomando banho, com a espuma escorrendo pelo corpo, já que o chuveiro estava aberto. Pude ver a espuma deslizando naquele pau de uns 24 cm semiéril e nas bolas dele, que caíam quase na mesma medida que o pau. Assim que ele terminou de se enxaguar, saiu do chuveiro e me perguntou: "O que aconteceu, pequena? respondi que estava dormindo e que estava com uma dor forte na barriga, e que chamei minha mãe e ela não veio me ver. Ele respondeu que minha mãe estava dormindo profundamente e que talvez eu estivesse com vontade de ir ao banheiro, e que já ia me dar um remédio para a dor passar. Ele falou tudo isso enquanto se secava com uma toalha nas costas, e o pau dele balançava de um lado para o outro. Depois, secou as bolas, amarrou a toalha na cintura e saiu do banheiro, me dizendo para dar descarga quando terminasse de fazer xixi. Eu só disse "ok", mantendo a imagem do pau enorme dele na minha mente, e Ramiro saiu do banheiro. Aqui deixo umas fotos da piroca do Ramiro que encontrei no celular da minha mãe.
Que pauzão que minha mãe come e dá pra ver que ela curte, pelas noites que já escutei ela gemendo kkkk. E umas fotos pra vocês conhecerem melhor minha mãe.

Depois de terminar de fazer xixi, me limpei e, quando abro a lata de lixo, vejo um saco plástico transparente e comprido com um líquido branco dentro. Peguei ele e vi que estava amarrado, e o líquido branco se mexia de um lado pro outro. Aquele saco era largo e comprido, me deu uma sensação de excitação e pensei em desamarrar e engolir tudo, mas me segurei. Deixei ali e saí do banheiro. Quando saio, Ramiro sai do quarto e me diz: "Abre a boca e toma o xarope, e já vai deitar, filha, que tá tarde". Eu obedeci e fui deitar. Ramiro ainda estava ali, sendo namorado da minha mãe, o que me estranhava, embora eu os ouvisse discutir às vezes, mais à noite, e pensava que logo ele iria embora também. Com o tempo, obviamente, havia um certo grau de convivência. Um dia, estávamos na sala e ele me disse sorrindo: "E você não vai me chamar de pai?". Eu respondi: "Claro que não, sei muito bem o que você é". Ele, brincando, dizia: "É o que eu achava. Um dia você vai me chamar, e não só isso, vai dizer 'pussy' ou 'me quer dizer papacito'?". Eu levava na brincadeira, sem imaginar nada mais. Ramiro era soldador, tinha uma oficina muito conhecida pelos bons trabalhos, era bom no que fazia, tinha vários funcionários. Em casa, as necessidades econômicas tinham acabado, porque antes dele chegar, passamos por momentos muito difíceis. Minha mãe, com seus relacionamentos, só piorava as coisas, o que foi tornando o caráter dela amargo, e por tudo ela brigava e gritava. Pra mim, ela deixava a obrigação de ajudá-la, e quando Ramiro já estava há mais tempo em casa, minha mãe adoeceu. Quando eu chegava da escola, ela me mandava levar comida pra oficina dele, que era muito grande, mas ficava longe de casa. Tinha que pegar ônibus pra ir e voltar, o que me atrasava nas tarefas da escola, e por isso eu reclamava. Minha mãe discutiu com ele pra que pagasse alguém de lá perto pra ajudá-lo, mas ele se recusou, dizendo que eu devia ajudar pelo menos nisso. E aí minha mãe me disse que, pra eu não me atrasar, que levasse o que precisava. Para fazer minhas tarefas, o Ramiro colocou internet e assim eu já não tinha mais desculpa e tive que fazer mesmo. Mas tinha algo além do tempo que me fazia querer não ir: meu relacionamento com ele, apesar de cordial, não era de muito contato, pois ele sempre tentava brincar comigo. No começo, ele falava coisas como "Vem cá, menina da casa, senta no colo do papai pra ganhar carinho", e tentava me fazer sentar nas pernas dele. Eu sempre me esquivava, mas às vezes ele me pegava de surpresa e me sentava no colo dele, me abraçando forte, e eu me mexia toda pra sair daquela brincadeira. Com o tempo, quando isso acontecia, sentia aquele abraço diferente, uma certa sensação percorria meu corpo, pois às vezes sentia algo inchado entre as pernas do Ramiro... ele tinha, e me soltava. Eu até tinha afeto por ele, mas só de imaginar o membro dele às vezes já me dava prazer, pensando que ele me enfiava aquela pica enorme na minha buceta. O que eu menos queria era trair minha mãe com ele.De repente, comecei a sonhar com o Ramiro, mas eram sonhos proibidos, como eu chamava. Na verdade, eram sonhos bem safados, pois sonhava que o Ramiro entrava no meu quarto enquanto eu dormia e me acariciava e beijava todo o corpo. Sonhava ele todo excitado, chupando meus peitos, e com as mãos me despindo. E eu queria acordar e não conseguia. Lembro que em duas ocasiões acordei e ele realmente estava lá no meu quarto, mas depois ele dizia que tinha entrado pra ver se estava tudo bem, que eu estava destapada e que só tinha se aproximado pra me cobrir, e que isso é que tinha me acordado. Ele nunca tinha passado dos limites, nada que me incomodasse, mas me deixava com muito tesão.
Esse sonho tive repetidas vezes, mas começou a ser um sonho muito mais prazeroso, e eu comecei a desejar sonhar com mais frequência com o Ramiro. Ia pra cama pensando nele porque achava que assim chamava o sonho, e às vezes funcionava. E, no meu sonho, eu curtia as carícias dele, e a verdade é que comecei a ficar molhada no sonho. E esses sonhos cada vez eram mais ousados, e eu já não... Eu lutava para não acordar, mas quando acordava, amanhecia com a buceta encharcada. Meu desejo piorava quando encontrava o Ramiro pela casa de cueca ou pelado, e mais ainda quando pegava ele transando com minha mãe. Outra vez foi num fim de semana de manhã. Levantei cedo e, ao me levantar, não ouvi nenhum barulho da minha mãe ou do Ramiro. Então me aproximei do quarto e abri sem bater. Lá pude ver que o Ramiro estava fazendo sexo oral na minha mãe. Ao ouvir a porta abrir, Ramiro se levantou da virilha da minha mãe, que estava deitada com as pernas dobradas, mostrando sua buceta — ela estava usando uma calcinha de renda, e o Ramiro estava com uma regata de exercício sem mangas, a cueca um pouco pra baixo e o pau semiereto ao ar. Ao me ver entrar, ele pegou o pau e guardou, e os dois riram nervosos enquanto minha mãe se cobria com os lençóis.
Um dia cheguei da escola, fui pro meu quarto e troquei de roupa. Tava com fome, então quando abro a porta pra ir pra cozinha, vejo o Ramiro saindo pela porta do quarto dele totalmente pelado, banhado de suor. Aquele suor fazia a pele de ébano dele brilhar, todos aqueles músculos reluziam e ele não tinha um único pelo pubiano - tinha depilado tudo. Mas o que mais chamou minha atenção foi o pau enorme dele, ereto, uns 25 cm, grosso e coberto pela metade com uma camisinha. Na ponta tinha um pedaço da camisinha com um líquido branco, igual ao que eu tinha tocado antes. O Ramiro me viu e deu um susto, tentou cobrir o pau com as mãos mas foi inútil - eu continuei vendo aquela ponta pendurada com porra. Ele me perguntou o que tinha acontecido na escola, e eu disse que teve um acidente com a professora e nos mandaram pra casa mais cedo. O Ramiro falou "Deixa eu ir no banheiro, já volto". Eu fui atrás dele e vi ele tirando a camisinha, segurando o líquido na ponta e puxando o plástico pra baixo. Amarrou a camisinha e jogou no lixo. O Ramiro enrolou uma toalha na cintura e saiu do banheiro. Eu perguntei onde tava minha mãe e ele disse que tava no quarto. Me aproximei do quarto e vi ela deitada - tava de bruços, só de calcinha pela metade das pernas, com as pernas um pouco abertas e as nádegas vermelhas. Mas o Ramiro interveio e disse "Ela tá dormindo". Obviamente eu sabia que ele tinha acabado de dar nela bem onde ela gosta, e com um pau daquele tamanho nem imagino como ele deixou minha mãe exausta. Ele botou a mão na minha cabeça e disse "Vamos pra cozinha".No dia seguinte fui levar comida na oficina dele. Ficar lá sozinha com ele me deixava desconfortável depois de admirar aquele pau lindo, porque fazia eu ver ele diferente. No começo eu evitava conviver muito com ele, mas quando minha mãe mandou eu esperar por ele, passei a ficar todas as tardes lá. Logo começamos a conviver mais e ele começou a perguntar sobre mim - eram conversas mais adultas. O Ramiro foi fazendo de tudo pra eu me sentir confortável estudando enquanto... Ele trabalhava, mas dedicava cada vez mais tempo a ficar comigo. Sempre que eu chegava, encontrava coisas novas na área de descanso que ficava no fundo da grande oficina – era praticamente escondido. Quando estávamos lá, mesmo com a TV ligada ou música tocando, se a porta de acesso à oficina estivesse fechada, era impossível alguém ouvir. Parecia que não tinha ninguém.
O RAMIRO terminava o trabalho um pouco antes do anoitecer e entrava sem camisa, o que deixava à mostra seu corpo musculoso pelo trabalho. Mesmo não sendo muito bonito – na verdade, era meio feio –, ele era viril, muito masculino, o típico macho. Várias vezes ele "esquecia" de levar a roupa pro banho e saía enrolado na toalha, me surpreendendo. Eu não conseguia evitar de olhar o volume que aparecia debaixo da toalha, e ele sabia. Várias vezes ele ficava parado um instante, e depois ia se trocar no banheiro, o que não fazia sentido, já que em casa eu já o tinha visto nu e até mesmo transando com minha mãe.
E assim foi que um vínculo de confiança foi se formando. Às vezes, eu caía de cansaço e dormia no sofá da oficina. Uma vez, senti que ele estava me olhando, parado ao lado da cama. Entreabri os olhos e, através do espelho, o vi parado, olhando minha bunda – a saia que eu usava tinha subido. A sensação que eu vivia nos meus sonhos, eu senti ali, e gostei. Fingi estar dormindo, e ele começou a ofegar e a esfregar a virilha. Eu conseguia ver, porque de vez em quando eu abria os olhos pra observar. Parecia que ele estava segurando a vontade de me ter.
Através do espelho, e assim foi que comecei a dar a ele esses pequenos presentes. Confortável e equipado, o lugar chegou a um ponto em que eu preferia estar lá, longe de tudo e, principalmente, dos constantes sermões e gritos da minha mãe. O Ramiro me comprou roupas confortáveis pra eu passar a tarde e, pouco a pouco, adaptou o lugar. Ninguém imaginaria que, na parte de trás da oficina dele, cheia de máquinas e ferros, havia um apartamento confortável e aconchegante, com cozinha, um quarto com cama, um sofá confortável, TV e banheiro. É verdade que eu estava sem querer voltar para casa, o Ramiro às vezes atrasava a nossa saída e a gente ficava vendo TV e conversando. Uma tarde, assistindo a um filme, apareceu uma cena erótica com nudez e sexo bem explícito, e eu fiquei toda corada. O Pancho começou a me fazer perguntas sobre minha vida sexual, me perguntou se eu tinha namorado, ao que eu respondi que não, que fazia tempo que eu tinha tido um namorado, mas não deu certo. Ele me perguntou: "Então você é virgem??" Claro que eu sou, respondi rindo, mal dei meu primeiro beijo. Ele me perguntou a minha idade, e eu disse que tinha 21 anos. Ele falou que eu parecia mais velha, parecia mesmo, porque eu tinha aparência de mulherão, o que me deixou ainda mais corada. Ele continuou: "E muito linda e sexy. Quem te tiver vai ser um sortudo." E eu lembrei dos meus sonhos com o Ramiro, e uma sensação gostosa percorreu meu corpo, embora ele tenha dito: "Não acredito que você seja virgem, hahaha." Se ele soubesse todas as vezes que já me deram pau e me destruíram a buceta e a bunda... Mas a pergunta ficou no ar. Teve um dia que alagou tudo, e o Ramiro disse: "Não dá pra sair, está tudo muito alagado, não acho que o carro passe." Então ele ligou para minha mãe, e decidimos ficar na oficina. Eu fui para o banheiro e, como já tinha um pouco de roupa lá, coloquei meu shorts de pijama e meu top e comecei a escovar os dentes. Foi quando ele abriu a porta e, como o banheiro era muito pequeno, ficou atrás de mim para também escovar os dentes. Mas, enquanto a gente escovava os dentes, tão apertados, o membro dele roçava nas minhas nádegas. Então, para sentir mais, eu me inclinava um pouco, fazendo com que o pênis dele tocasse minhas nádegas, até que chegou a hora de enxaguar a boca. Eu me inclinei, fazendo com que o pau dele entrasse entre meu shorts. Eu sentia o volume enorme, o que me deixou com muito tesão, mas eu tinha que me controlar. Fomos dormir e, infelizmente, não aconteceu nada. Só dormimos juntos e, sim, teve uns roçados, mas só isso. Na tarde seguinte, o Ramiro, depois de almoçar, ficou lá vendo televisão enquanto eu fazia lição, ou tentava, porque de novo ele colocou no reprodutor de filmes um filme erótico ou pelo menos foi o que pensei até começar a ouvir gritos e gemidos. Virei e ele perguntou: "Já assistiu filmes pornô?" Eu, toda corada, respondi: "Algumas vezes." Ele sorriu, levantou, pegou minha mão e disse: "Vem comigo. Sua mãe nunca quer ver comigo, por isso trouxe os filmes. Eu assisto quando você não está, mas se você já viu, podemos ver juntos." Ele me fez sentar ao lado dele. Fiquei perto do Ramiro, que tentou deixar o momento natural. Vendo que eu estava tensa, ele passou o braço pelos meus ombros e disse: "Relaxa e aproveita. Serve pra aprender para quando chegar a hora da prática." E nós dois rimos por um tempo. Ele deixou o braço em volta de mim até que eu discretamente me afastei um pouco. Ele riu e falou: "Não tenha medo, eu não vou te comer..." Fez uma pausa e, me olhando com o que hoje sei ser luxúria, acrescentou: "...a menos que você queira."
Essa coisa de ver pornô se repetiu pelo menos duas vezes por semana. Cada vez chegávamos mais tarde em casa. Me surpreendia minha mãe não dizer nada, mas era assim: chegar, jantar e cada um ir dormir. Outro dia, eu ia pra escola e voltava pra casa só pra pegar a comida que minha mãe mandava. Agora, por instruções do Pancho, ela começou a preparar pra dois, e a gente comia junto porque, segundo ele, não perdia tempo comendo e depois eu ir embora, já que ele passava fome. E assim era mais tempo que eu passava com o marido da minha mãe.
Até que chegou o dia do meu aniversário. Minha mãe nem se lembrou de me dar parabéns, e nunca houve festas em casa, então pra mim era um dia normal. Ou pelo menos eu pensava, porque quando cheguei na oficina do Ramiro, na cama havia muitos presentes. Não podia acreditar! Comecei a abrir: tinha blusas, saias, tênis, perfumes, maquiagem... Os presentes que estavam no sofá. E na cama havia outros. Ele disse: "Esses são muito especiais. Espero que goste e que não fique brava comigo." Eu, emocionada, respondi: "Como eu poderia ficar brava com você? Nunca!" Afirmei e, sem pensar, o abracei forte e agradeci com um beijo na... bochecha, mas involuntariamente, rocei perto dos seus lábios. Ele me apertou com força contra o corpo dele por cerca de um minuto e eu me entreguei totalmente a esse abraço. Depois ele disse: "Vai, vai abrir seus presentes". E, ohhh surpresa, vários baby dolls semitransparentes e calcinhas de renda ou lingeries bem sexy, com um fio dental minúsculo — um deles era feito de cordões fininhos que amarravam nas laterais e um pequeno triângulo de tecido que mal cobriria a região dos pelos da minha buceta —, um par de scarpins vermelhos e um preto, altíssimos. Eu disse, rindo nervosa: "Está tudo lindo, mas minha mãe me mata se eu usar isso em casa. Os que eu tenho, eu escondo". E ele respondeu: "Mas aqui ela não vai te ver com eles". Pelo que entendi, era pra eu deixar as coisas lá mesmo. Ramiro me perguntou se minha mãe faria algum jantar especial e eu falei: "Claro que não, ela nem lembrou que dia é hoje. E se lembrou, não liga". Então Ramiro disse: "Não se fala mais. Então vamos comemorar, você e eu. Faltava mais! Hoje você completa mais um ano e isso não pode passar em branco. Temos que fazer algo especial, você e eu. Espera aí, volto em mais ou menos uma hora". Aí, sozinha, não pude evitar e já fui logo experimentar um baby doll. Me surpreendi ao me ver no espelho — realmente, ia ser algo especial e, como retribuição pelas atenções e detalhes que o Ramiro teve comigo, sem pensar duas vezes, fui tomar banho, me maquiei, passei perfume e me vesti para a ocasião... Ramiro ia se surpreender quando me visse. Continua...
3 comentários - Com meu padrasto