Foram só as boas maneiras e o comportamento público aceitável que tinham enfiado na cabeça dela desde pequena que impediram Narcissa Malfoy de gritar de frustração enquanto andava pelas ruas de Hogsmeade. Ela até podia estar passando despercebida com aquela capa pesada escondendo a maior parte dos traços dela, mas ainda tinha o orgulho de uma dama de uma casa nobre de sangue puro. A fonte da frustração dela, como sempre, era o Senhor da tal casa nobre de sangue puro. Lucius tinha teimado em prometer apoio à causa do Lorde das Trevas se os rumores fossem verdade e Barty Crouch Jr. conseguisse restaurar ele à glória antiga através do Torneio Tribruxo que tava rolando. Narcissa já tava de saco cheio de amarrar o futuro da família naquele tirano maluco. (Não que ela ligasse muito pro destino dos traidores do sangue ou dos nascidos-trouxas, mas ela já tinha visto o Lorde das Trevas falhar uma vez, aparentemente nas mãos de um bebê). Lucius não queria ouvir os argumentos sólidos dela sobre manter uma neutralidade cuidadosa e apoiar o lado vencedor no final, e mais uma vez o destino dos Malfoy ia ficar ligado ao sucesso ou fracasso do Lorde das Trevas. Narcissa tava ali, no Cabeça de Javali, pra tentar esquecer a frustração dela com uma dose forte (ou várias doses fortes, se precisasse). Ela pegou o primeiro copo e bebeu quase metade de uma vez, e já ia terminar o resto quando uma risada escandalosa numa mesa perto chamou a atenção dela. Ela não lembrava os nomes de cabeça, mas os dois jovens que estavam rindo tinham toda a cara dos Weasley; provavelmente os dois filhos mais velhos do Arthur, se ela tivesse que chutar. Um era alto e magro, tinha o cabelo preso num rabo de cavalo e usava um brinco em forma de presa. O outro era baixo e troncudo, e com as mangas arregaçadas, Narcissa conseguia ver os braços musculosos dele. Os dois eram gostosos, de um jeito bruto. Normalmente, Narcissa teria dado um ridículo e teria insultado eles se tivesse se dignado a falar com eles, mas normalmente Narcissa não estaria num lugar como Cabeça de Javali. Enquanto olhava para os dois homens Weasley e pensava em como o lábio de Lúcio se curvaria ao vê-los ou só de ouvir o nome de Arthur Weasley e sua ninhada, um sorriso malicioso se espalhou pelo rosto dela. Ela não ia ignorar os homens Weasley. Não, ia prestar muito mais atenção neles do que mereciam. Eles iam se divertir pra caralho, e ela ia botar chifre no Lúcio. Ela largou a bebida, tirou a capa pesada e caminhou até a mesa com um sorriso sensual no rosto. — A sedução dela tinha ido esplendidamente. Levou um tempo pra superar a desconfiança imediata que sentiam dela e da família Malfoy em geral, mas ela era uma mulher gostosa que sabia usar a aparência pra conseguir o que queria. No final, eles não conseguiram resistir, e os três pegaram um quarto pra ela realizar a sedução. Ela tinha pensado que ia dar a eles o melhor momento da vida deles, mas no fim era ela quem estava tendo a melhor foda que já teve. Narcissa mordeu o ombro de Charlie Weasley com tanta força que deixou marcas de dentes, mas ele não reclamou. O forte tratador de dragões continuou segurando ela na parte baixa das costas com as mãos fortes e calejadas enquanto a comia de pé. Ele era grande; muito maior que Lúcio. A buceta enorme dele penetrava ela mais fundo que qualquer outra coisa, e Narcissa teve que morder o ombro cheio de cicatrizes dele pra não gritar o prazer pro mundo como uma mulher safada. Podia estar cometendo adultério, mas ainda tinha orgulho, e não ia deixar mais ninguém nessa espelunca ouvir a voz de sangue puro dela daquele jeito. Só o fato de Charlie segurar ela com os pés no chão e fazer o corpo dela quicar na buceta dele já era mais intenso que qualquer experiência sexual da vida da Narcissa, mas ele não era o único Weasley que tava comendo ela. O irmão mais velho dela, Bill, tava pegando ela pelo outro lado e reivindicando o outro buraco dela. Ela nunca tinha deixado o Lúcio sodomizar ela; aquilo era abaixo dela. Mas a ideia de deixar esse Weasley meter o pau onde ninguém nunca tinha ido e dar a ele a sodomia que o Lúcio sempre quis foi só uma putaria pra Narcissa. O pau dele não era menor que o do irmão, e ele tava enfiando na bunda virgem dela com a mesma força. Ela tinha certeza que isso seria extremamente desconfortável e provavelmente doloroso se não tivessem preparado ela antes, mas eles lançaram os feitiços certos pra garantir que ela estivesse o mais pronta possível. Ainda era muito pau pra ocupar o cu dela, especialmente porque também tinha o pau igualmente grande do Charlie Weasley bombando dentro da buceta dela ao mesmo tempo, mas Narcissa tava animada por ser tão desafiada. Ela não tinha percebido o quanto precisava de uma foda como essa até os dois filhos mais velhos dos Weasley penetrarem ela duas vezes. Todas as preocupações dela sobre a devoção idiota do Lúcio ao Lorde das Trevas, a obsessão doentia do Draco com o menino Potter e todos os outros problemas que tavam pesando nela sumiram da mente quando ela foi fodida duas vezes até atingir um estado de êxtase. O par de picas que batiam nela literalmente deixaram ela sem sentidos. A única coisa que Narcissa percebia era o clímax poderoso que bateu nela como nada antes. Ela sorriu atordoada enquanto os Weasleys enchiam os dois buracos com o leite deles. Se ela ficasse especialmente puta com o Lúcio de novo, talvez pudesse mostrar essa lembrança pra ele no pensatório e ver a cabeça dele explodir enquanto os filhos do Arthur davam o melhor sexo da vida dela.
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