Gangbang interracial

Ultimamente a gente tem gostado muito de experimentar e levar a sexualidade ao máximo no meu casamento. Semana passada, a gente tava conversando com minha esposa sobre o tesão que seria organizar um gangbang pra ela. Quarta-feira, a gente foi num aniversário de um amigo, então ficamos bebendo e festejando. Já em casa, minha mulher tava meio bêbada, subimos pro quarto e ela me disse que tava com muito tesão. Eu, todo excitado, peguei um dos consolos pretos dela e começamos a brincar. Eu falava pra ela imaginar que era um africano metendo toda a pica preta nela. Minha mulher, muito excitada, enfiava o consolo inteiro e gemia de prazer, até que chegou no clímax e gozou. Foi aí que ela me deu um beijo e disse que queria se divertir no sábado, mas tentar organizar um gangbang só com negões. Então botei a mão na massa. Em vários sites de swing e cuckold, comecei a procurar candidatos, até que encontrei um jovem venezuelano chamado Julián. Comecei a conversar com ele, e ele me disse que tinha 26 anos, já tinha experiência, me mandou fotos do rosto — era um cara moreno, magro mas definido — e também mandou fotos da pica dele. Era grande, quase 18 cm. Quando mostrei pra minha mulher, ela gostou. Já mais à vontade, falei que na verdade tava organizando um gangbang, que queria mais três caras negros pro sábado. Ele disse que ia procurar. Sexta-feira, ele me chamou cedo e disse que já tinha achado os candidatos certos. Pedi foto de todos e vi que eram jovens, ninguém passava dos 30 anos. Obviamente, pedi que fizessem exames pra prevenir qualquer doença, e todos toparam. Chegou o sábado, e minha esposa parecia desesperada. Durante o dia, decidimos ir com minha mulher e meus filhos na piscina e no cinema, pra deixar as crianças cansadas e dormirem cedo. Lá pras 9, as crianças ainda não tinham dormido. Jantamos algo rápido e eles estavam na sala vendo TV. Nisso, meu celular tocou: era o Julián, que já tinha chegado. Com os caras lá fora, não tive outra opção a não ser deixar eles entrarem, principalmente por causa dos vizinhos. Os quatro entraram e me cumprimentaram, mandei eles irem pra sala, enquanto meus filhos terminavam de comer na cozinha. Quando acabaram, me perguntaram quem eram eles, e eu respondi que eram uns amigos que tinham vindo nos visitar. Minha esposa saiu, cumprimentou cada um dos caras e me disse pra oferecer uma cerveja pra eles. Peguei 4 cervejas e pedi pros meus filhos levarem até eles. Todos cumprimentaram as crianças e deram uns tapinhas na cabeça delas. Julián me entrega uma sacola e fala que era um presente pra Angela e pra eu dar pra ela se trocar. Entreguei a sacola pra Angela e falei pra ela ir se preparar enquanto eu colocava os bebês pra dormir. Os minutos foram passando enquanto Angela se trocava e eu colocava meus filhos pra dormir, falando pra eles não saírem do quarto porque a gente ia ficar ocupado com a mãe deles. Depois que dormiram, desci e comecei a conversar com os caras, todos eram venezuelanos, altos e diziam que faziam parte de um time de basquete. Nisso, ouço Angela descendo as escadas, sempre com o robe transparente, meia-calça e salto alto, bem perfumada e maquiada. Vi que os caras tinham dado uma lingerie pra ela, era uma calcinha fio dental com pedraria, um sutiã e umas luvas que formavam o conjunto. Angela cumprimenta cada um deles e a gente começa a conversar, eu aproveito e vou pegar mais cervejas. Nisso, Angela levanta e fala: "Que presente lindo", "Cês tão gostando como esse fio dental ficou em mim?", enquanto mostrava a bunda pra eles. Todos falaram que sim, um deles pegou e começou a passar a mão na bunda dela. Foi aí que Angela sentou no colo dele e começou a beijá-lo. Eu falei pros caras não serem tímidos, se aproximarem e tocarem nela, tocarem tudo o que iam comer. Os quatro começaram a beijar ela, apalpar ela toda enquanto minha mulher se acabava de prazer. Eu já tava com o pau duro. Um deles me pergunta se pode colocar a coleira no pescoço da Angela, e eu respondi que era melhor colocar uma corrente nela. Tô lá em cima, desço pra ver a corrente e quando volto, vejo a Ângela já chupando tudo. Colocaram ela no meio, todo mundo de pau pra fora, e ela chupando um por um. Pegavam, batiam de leve com o pau na cara dela, no corpo, enquanto apalpavam os peitos e a bucetinha dela. Os três falavam que minha mina era muito gostosa. Aí o Julián pega a Ângela, vira ela de cabeça pra baixo, ela chupando o pau dele e ele chupando a buceta dela, enquanto os outros negões passavam a mão na bunda dela. Nessa hora, meu pau já tava escorrendo, parecia que tavam disputando minha mulher, cada um queria comer ela sozinho. Aí um deles pede a coleira, coloca no pescoço dela, manda eu sentar e assistir o show. Colocou a corrente na minha mulher e começou a passear ela pela casa feito uma puta, enfiava o pau na cara dela pra chupar e seguir. Depois que terminaram de passear ela pela casa, humilhando ela e me humilhando também, eu falo que já era hora de subir pro quarto, mas pra não fazer barulho por causa das crianças. Nisso, um deles pega ela no colo e sobe, como se fosse um brinquedo, fazendo barulho pra caralho, cagando pro que eu tinha falado. Lá em cima, um tira de uma sacolinha um plug anal e fala "olha essa surpresa". Mandaram ela ficar de quatro, enquanto um abria a bunda dela, o outro enfiava devagar com lubrificante. Aí começou a putaria de verdade: primeiro se revezaram pra foder ela, cada um na sua vez. Depois um tirou o plug e meteu o pau no cu dela enquanto faziam dupla penetração, e minha mulher chupava outro. Eu tava do lado, batendo uma, gravando tudo, sem perder um detalhe. Foderam ela do jeito que queriam, pisavam na cabeça dela, chamavam de puta, puta, enquanto comiam ela bem gostoso. Minha mulher parecia possuída, nem ligava que eu tava ali, gritava cada vez mais alto de prazer, e falava que "era uma puta", "que adorava pau", "que queria mais pau", enquanto eu pedia pra ela tomar cuidado por causa os meninos. Nisso, um deles fala pra minha mulher: "diz pro cuck trazer algo pra gente se hidratar". Aí minha mulher me fala: "amor, traz água que a gente tá com sede". Eu, todo obediente, desci pra subir água pra eles. Quando cheguei lá em cima, um dos negões colocou a bunda na cara da minha mulher pra ela dar um beijo negro e chupar ele. Eu via o negão gritando de prazer enquanto minha mulher metia a linguinha nele, ele se batendo uma punheta. Era incrível ver 4 picas enormes rodeando minha mulher. Assim continuaram comendo ela por um bom tempo. Eu via como amarravam as mãos dela pra ela não se soltar, e ela me dizia que não aguentava mais. Ficavam brincando com a bucetinha dela até fazer ela esguichar. Depois de umas horas, o Julião pega e goza dentro, dava pra ouvir ela gritando enquanto recebia toda a carga dele. Minha mulher pediu pros outros caras que queria o leite na cara. Os três pegaram e começaram a se masturbar até jogar todo o esperma na carinha dela. Eu, como bom cuck, falava pra minha mulher limpar a pica deles, que não podia deixar eles irem embora assim. Quando a festa acabou, os caras se trocaram e me disseram: "ufff, amigo, que noite hein, espero que sua mulher tenha curtido". A Ângela continuava deitada na cama, recuperando as forças. Eu acompanhei os caras lá pra baixo, me despedi, subi e vi que a Ângela tava muito cansada, então deixei ela dormir do jeito que tava, com o leite dos negões na cara e toda pelada. No dia seguinte, meus filhos entraram no quarto e subiram na cama pra abraçar a mãe, mas eu tirei eles rápido, porque a mãe ainda tava toda cheia de porra e a cama toda molhada e cheia de sêmen. Até o plug anal ainda tava lá, hahaha. Levei eles pra baixo e comecei a catar a corrente, o fio da minha mulher e tudo que tinha deixado. Essa foi uma experiência muito gostosa e esperamos repetir um dia. Minha mulher espera os comentários sujos e safados de vocês.

2 comentários - Gangbang interracial

Muy lindo relato.. me gustaría poder charlar con vos por privado..