Cada vez a gente transava melhor com a minha mulher depois que ela voltou a experimentar outras rolas. Foi assim que uma noite, depois de fazer amor, ela sussurrou no meu ouvido: "deixa eu comer o pauzão do Gusti de novo?"… como é que eu ia dizer não? Na mesma hora mandei uma mensagem pra ele no WhatsApp, com a voz mais puta que ela tinha, perguntando quando iam se ver de novo. Ela me deu um beijo na rola e a gente dormiu abraçado. Falei que dessa vez queria ver e participar da trepada, então ela tratou de deixar ele pronto. Claro, quando falo com ele, e já que a gente tava conversando, ele falou: "vem aqui em casa?" Esses contatos eu sempre fazia antes, por respeito ao nosso parceiro. Combinaram pra uma sexta, ele viria lá em casa umas 21h, a gente tentaria dar um jeito pros moleques não estarem, pra poder fazer sossegado o que desse na telha. No dia que ele disse que tava tudo certo, me deu um tesão do caralho pensando no que ia rolar, apertei ela igual quando éramos adolescentes e terminamos numa trepada gostosa.Naquela sexta-feira, tinha tido um dia bem corrido no trampo, então saí bem tarde. Quando cheguei, cumprimentei a Ale (quase sem lembrar do que vinha) e fui preparar uns mates. Só estava em casa a menina, e a Ale subiu pro quarto num instante. Subi atrás dela com o mate e, quando entrei, vi a luz do banheiro acesa e ouvi água correndo. Me espiei no banheiro (que era suíte) e vi ela sentada na borda da banheira, depilando a buceta. Aí caiu a ficha de que era o dia. Falei que linda tava ficando, dei um mate, um beijo na buceta e desci.
Quando desci, passando um dedo na boca, ela disse: "O Gusti pediu pra eu deixar ela lisinha, que ia deixar ela toda aberta e escorrendo porra…" Uff, quase gozei ali mesmo. O resto do tempo foi com provocações desse tipo. Num momento em que estávamos sozinhos na cozinha, deslizei a mão pra dentro do moletom dela e enfiei um dedo na buceta. Tava ensopada. Falei no ouvido dela: "Você não consegue parar de pensar nessa pica, sua puta", e mordi a orelha dela de leve.
A menina ia ser buscada finalmente às 21:30, então com certeza ia cruzar com ele. Combinamos de dizer que era um colega de escola da mamãe que vinha jantar em casa.

Eu fui tomar um banho e também depilei a pica. Desci e, bem na hora, ouço a campainha e a minha filha gritando: "Mãe, tão te procurando". Meu coração quase saiu pela boca de nervoso e tesão. Vi a Ale passar em direção à porta e ela contou de passagem pra minha filha sobre o coleguinha, cumprimentou e entraram. Na cozinha, vi ele pela primeira vez, apertei a mão dele e ele disse: "Prazer te conhecer, mano. A Ale me falou o quanto você é foda". Preparei uns negronis e peguei algo pra petiscar enquanto esperávamos a minha filha ir embora. Ficamos trocando ideia sobre besteiras, histórias da escola quando éramos crianças, e às 21:30 em ponto tocou a campainha. Como se fosse pra dar um tempinho pros dois ficarem sozinhos, falei: "Eu abro". Saí da cozinha e abri pra minha filha, que foi encontrar as amigas. Segurei a onda porque tava muito nervoso com o que podia encontrar. Depois de uns minutos, me aproximei da porta da cozinha e ouvi o Gusti falando pra Ale: "Você depilou a pussy como eu pedi, sua puta". Mas não ouvi a resposta dela, então entrei e vi ela sentada com as pernas abertas (tava de saia curta) e sem calcinha, então já sacou. O cara quando me viu ficou meio sem graça, então falei: "Tudo bem, Gusti, já sabemos o que vai rolar, então vamos relaxar os três". Ele fez um sinal pra Ale sentar no colo dele, ela comeu a boca dele assim que sentou, e ele deslizou a mão por baixo da saia da Ale, que tava usando. Com a mão lá, ele disse: "Os três tão de acordo e vamos curtir isso. E como eu sei que vocês só me querem pela pica e que ela te ama, hoje eu vou ser o macho dela e você o marido dela. Ou seja, eu vou te foder e você vai fazer amor com ela". Ele tirou os dois dedos que tinha enfiado na pussy dela (eu tinha notado pelo jeito que ela se mexeu) e estendeu a mão pra mim como se fosse um pacto, que eu aceitei apertando a dele.Claro que aceitei na hora, falei que minha intenção era fazer ela se sentir uma mulher desejada o tempo todo, e que topava a situação do jeito que tava. Dito isso, ele levantou as duas pernas dela no ar e falou “vem chupar ela que ela adora”. Ela já tinha tirado o top, deixando os peitos dela de fora. Eu me ajoelhei, e ela abriu os lábios da buceta com os dedos, enquanto ele apertava os dois peitos dela por trás — o espetáculo era maravilhoso. Mordi o clitóris dela de leve e depois comecei a fazer círculos com a língua em volta daqueles lábios nus. Já tinha um fio de lubrificação escorrendo quando decidi enfiar a ponta da língua na buceta dela. “Vamos pra sala”, falou o Gusti. Aproveitei pra pedir um minuto pra tirar a roupa, eles foram na frente. Quando voltei, ele já tava pelado no meio da sala, e ela tirando a minissaia. Aí pude ver pela primeira vez ao vivo a piroca da qual a minha mulher tinha se apaixonado. Não sou gay, mas era uma rola linda de verdade.

Fiz de conta que não tava ali e me sentei no sofá, com o pau na mão pra curtir aquilo que sempre desejei como fantasia e que agora tava prestes a se tornar realidade. Minha mina fez uma dancinha de cabaré e notei que o pau dele já tinha começado a subir. O cara tava comendo a boca dela e agarrou a bunda dela pra puxar pra perto, imaginei que a cabeça da pica já tava roçando no clitóris dela, peladinho. Fez ela se ajoelhar devagar e, fazendo um coque no cabelo dela, deu a rola pra chupar, só deixava chegar na cabeça, até que quando o pau tava durasso, começou a foder a boca dela. Ela babava tudo e colocou os braços pra trás, numa puta submissão.Ela se deitou no chão, levantei as pernas dela e chupei a buceta dela como nunca tinha feito antes, sentia ela pulsar na minha boca. Ele tava dando a pica pra ela chupar e eu estimulava os mamilos dela, que nessa altura já estavam durinhos que nem pica. A buceta dela era um mar de fluidos, enfiei dois dedos primeiro, tocando o ponto G dela, e notei uma dilatação enorme em pouco tempo, então continuei chupando sem prestar muita atenção no que rolava entre eles, até que cheguei a quatro dedos e ela, tirando a rola da boca, falou: “Enfia a mão”… Quase gozei só com o pedido, então tentei lubrificar ainda mais e comecei devagar a encaixar minha mão, que foi entrando. Quando chegou na altura dos nós dos dedos, apertei o máximo que pude e fiz um pouco de pressão, ela se esticou e agarrou meu pulso, enfiando de uma vez. Deu um pulinho, como se fosse de dor e prazer ao mesmo tempo, então comecei a mexer devagar, não queria machucar ela, mas percebi que na real ela tinha pedido aquilo e tava curtindo pra caralho. Na minha dúvida, ela me olhou e disse: “Você me fez sentir uma puta e eu amei, agora me faz gozar”. Então meti a mão mais algumas vezes e quando tirei, ela gozou jorrando. Levantei a vista e vi que o Gusti tava batendo punheta na boca dela. O tesão que tudo isso me dava era lindo, safado, já não me importava mais nada além de ver ela gozar e eu gozar com a situação.
Quando desci, passando um dedo na boca, ela disse: "O Gusti pediu pra eu deixar ela lisinha, que ia deixar ela toda aberta e escorrendo porra…" Uff, quase gozei ali mesmo. O resto do tempo foi com provocações desse tipo. Num momento em que estávamos sozinhos na cozinha, deslizei a mão pra dentro do moletom dela e enfiei um dedo na buceta. Tava ensopada. Falei no ouvido dela: "Você não consegue parar de pensar nessa pica, sua puta", e mordi a orelha dela de leve.
A menina ia ser buscada finalmente às 21:30, então com certeza ia cruzar com ele. Combinamos de dizer que era um colega de escola da mamãe que vinha jantar em casa.

Eu fui tomar um banho e também depilei a pica. Desci e, bem na hora, ouço a campainha e a minha filha gritando: "Mãe, tão te procurando". Meu coração quase saiu pela boca de nervoso e tesão. Vi a Ale passar em direção à porta e ela contou de passagem pra minha filha sobre o coleguinha, cumprimentou e entraram. Na cozinha, vi ele pela primeira vez, apertei a mão dele e ele disse: "Prazer te conhecer, mano. A Ale me falou o quanto você é foda". Preparei uns negronis e peguei algo pra petiscar enquanto esperávamos a minha filha ir embora. Ficamos trocando ideia sobre besteiras, histórias da escola quando éramos crianças, e às 21:30 em ponto tocou a campainha. Como se fosse pra dar um tempinho pros dois ficarem sozinhos, falei: "Eu abro". Saí da cozinha e abri pra minha filha, que foi encontrar as amigas. Segurei a onda porque tava muito nervoso com o que podia encontrar. Depois de uns minutos, me aproximei da porta da cozinha e ouvi o Gusti falando pra Ale: "Você depilou a pussy como eu pedi, sua puta". Mas não ouvi a resposta dela, então entrei e vi ela sentada com as pernas abertas (tava de saia curta) e sem calcinha, então já sacou. O cara quando me viu ficou meio sem graça, então falei: "Tudo bem, Gusti, já sabemos o que vai rolar, então vamos relaxar os três". Ele fez um sinal pra Ale sentar no colo dele, ela comeu a boca dele assim que sentou, e ele deslizou a mão por baixo da saia da Ale, que tava usando. Com a mão lá, ele disse: "Os três tão de acordo e vamos curtir isso. E como eu sei que vocês só me querem pela pica e que ela te ama, hoje eu vou ser o macho dela e você o marido dela. Ou seja, eu vou te foder e você vai fazer amor com ela". Ele tirou os dois dedos que tinha enfiado na pussy dela (eu tinha notado pelo jeito que ela se mexeu) e estendeu a mão pra mim como se fosse um pacto, que eu aceitei apertando a dele.Claro que aceitei na hora, falei que minha intenção era fazer ela se sentir uma mulher desejada o tempo todo, e que topava a situação do jeito que tava. Dito isso, ele levantou as duas pernas dela no ar e falou “vem chupar ela que ela adora”. Ela já tinha tirado o top, deixando os peitos dela de fora. Eu me ajoelhei, e ela abriu os lábios da buceta com os dedos, enquanto ele apertava os dois peitos dela por trás — o espetáculo era maravilhoso. Mordi o clitóris dela de leve e depois comecei a fazer círculos com a língua em volta daqueles lábios nus. Já tinha um fio de lubrificação escorrendo quando decidi enfiar a ponta da língua na buceta dela. “Vamos pra sala”, falou o Gusti. Aproveitei pra pedir um minuto pra tirar a roupa, eles foram na frente. Quando voltei, ele já tava pelado no meio da sala, e ela tirando a minissaia. Aí pude ver pela primeira vez ao vivo a piroca da qual a minha mulher tinha se apaixonado. Não sou gay, mas era uma rola linda de verdade.

Fiz de conta que não tava ali e me sentei no sofá, com o pau na mão pra curtir aquilo que sempre desejei como fantasia e que agora tava prestes a se tornar realidade. Minha mina fez uma dancinha de cabaré e notei que o pau dele já tinha começado a subir. O cara tava comendo a boca dela e agarrou a bunda dela pra puxar pra perto, imaginei que a cabeça da pica já tava roçando no clitóris dela, peladinho. Fez ela se ajoelhar devagar e, fazendo um coque no cabelo dela, deu a rola pra chupar, só deixava chegar na cabeça, até que quando o pau tava durasso, começou a foder a boca dela. Ela babava tudo e colocou os braços pra trás, numa puta submissão.Ela se deitou no chão, levantei as pernas dela e chupei a buceta dela como nunca tinha feito antes, sentia ela pulsar na minha boca. Ele tava dando a pica pra ela chupar e eu estimulava os mamilos dela, que nessa altura já estavam durinhos que nem pica. A buceta dela era um mar de fluidos, enfiei dois dedos primeiro, tocando o ponto G dela, e notei uma dilatação enorme em pouco tempo, então continuei chupando sem prestar muita atenção no que rolava entre eles, até que cheguei a quatro dedos e ela, tirando a rola da boca, falou: “Enfia a mão”… Quase gozei só com o pedido, então tentei lubrificar ainda mais e comecei devagar a encaixar minha mão, que foi entrando. Quando chegou na altura dos nós dos dedos, apertei o máximo que pude e fiz um pouco de pressão, ela se esticou e agarrou meu pulso, enfiando de uma vez. Deu um pulinho, como se fosse de dor e prazer ao mesmo tempo, então comecei a mexer devagar, não queria machucar ela, mas percebi que na real ela tinha pedido aquilo e tava curtindo pra caralho. Na minha dúvida, ela me olhou e disse: “Você me fez sentir uma puta e eu amei, agora me faz gozar”. Então meti a mão mais algumas vezes e quando tirei, ela gozou jorrando. Levantei a vista e vi que o Gusti tava batendo punheta na boca dela. O tesão que tudo isso me dava era lindo, safado, já não me importava mais nada além de ver ela gozar e eu gozar com a situação.
5 comentários - Trio con el pijon
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