Marlene, minha irmã gostosa (real)

Que tal, fico feliz que tenham gostado do meu relato. Finalmente desabafei com muitas pessoas e me sinto melhor. Bom, pra não ficar enrolando, depois daquele sábado em que fiz de tudo com minha irmã, me sentia muito culpado. Minha irmã não trabalha aos domingos, e eu tenho um emprego de meio período e também trabalho com vendas pela internet e redes sociais, então sobra tempo. No domingo, depois daquele dia, minha irmã passou o dia séria, meio quieta. Pensei muito antes de perguntar o que ela tinha, mas finalmente criei coragem, com medo, me aproximei e perguntei o que estava rolando, se estava tudo bem. Ela disse que era a ressaca da bebedeira da noite anterior, mas eu notei que ela estava estranha. Insisti, e ela falou: "É que nunca fiquei tão mal assim. Sempre bebi muito, mas nunca tinha apagado tão forte. Não lembro absolutamente de nada, só lembro de quando subimos no carro e só." Eu disse: "Você não lembra que até te dei água pra não dar ressaca?" Ela respondeu que não, que não lembrava de nada. Falei: "Entra no banho pra melhorar e se sentir melhor." Ela respondeu: "É verdade, vou tentar." Quando ela foi tomar banho, esperei pacientemente. Ela demorou no banheiro, e lá mesmo tem um cesto com roupa suja. Quando ela saiu do banho, entrei e comecei a fuçar na calcinha que ela tinha tirado. Logicamente, sabia que era uma calcinha rosinha, porque na noite anterior acendi a luz e pude ver ela toda, como já contei. A calcinha estava lá, estiquei e tinha muito porra minha na parte onde fica a buceta dela. Não era pouco, era muito, estava toda manchada e ainda meio úmida. Dava pra ver a porra branca quase secando na calcinha rosinha dela, e isso me excitou pra caralho. Não sei o que passou pela cabeça dela de estar molhada ou que lógica ela usou, mas eu tava com muito tesão de novo. Ainda tinha mais comprimidos porque meu tio me deu a caixa inteira de pílulas pra dormir. Queria repetir tudo de novo, mas quando pensei em dar as pílulas naquela mesma noite, veio um detalhe na minha mente: eu tinha gozado. Dentro da minha irmã uma vez, e se rolasse alguma consequência por isso, comecei a ficar muito nervoso. Pois não sabia se minha irmã estava se cuidando, mas duvidava, já que ela não tinha namorado nem pretendente que eu soubesse. Comecei a ficar tão nervoso que até tremia. Minha irmã foi pra sala se deitar, e eu comecei a revirar as coisas dela pra ver se tinha pílula anticoncepcional ou algo assim, e nada. Também não ia perguntar pra ela. Minha cabeça tava a ponto de explodir, sem saber o que fazer. Tinha que ir na farmácia comprar uma pílula do dia seguinte!!! Me troquei, fui até minha irmã e falei que ia na loja. Pedi se ela queria que eu trouxesse alguma coisa, e perguntei: "Quer que eu traga uns remédios pra dor de cabeça?" Ela respondeu: "Já tomei uns, mas valeu." E eu falei: "Mesmo assim, vou trazer outros que te ajudem a aliviar." Saí e comprei a pílula do dia seguinte na farmácia. Quando voltei pra casa, falei pra minha irmã comermos algo. Ela topou. Preparei comida e, quando servi um refrigerante pra ela, falei: "Toma, engole essa pílula, é mais forte pra essa dor de cabeça não voltar." Sem questionar, ela tomou. Senti um puta alívio. Tinha me safado dessa, mas não me arrependi de ter gozado dentro daquela pussy gostosa. Deixei ela sozinha um tempo depois de comer e fui pro quarto. Não conseguia me concentrar, só pensava em quando fosse noite de novo pra poder foder ela outra vez. Tava ficando obcecado pela minha própria irmã. Ela é perfeita pra mim: os peitos dela, aquelas pernas lindas e brancas já tinham me deixado viciado nela. Nem queria mais falar com outras minas no Facebook ou algo assim. Pra mim, Marlene era a única coisa que importava.Mi hermana marlene ll (real)

PeladaPassou um tempo e a Sharon (amiga da minha irmã) ainda tava no trampo dela. Ela trabalha à tarde e sai de madrugada, faltava um tempão ainda pra ela chegar. Nisso, minha irmã me chamou: "Bebê, vem aqui. O que cê tá fazendo aí?" Aí fui até ela e ela disse: "Já tô melhor. Vamos comprar alguma coisa pra jantar?" E eu falei: "Ok." Onde a gente mora é uma cidadezinha, mas fica do lado da cidade grande. Meus pais moram a uma hora e meia de distância, na cidade, e quase nunca vêm na nossa casa. Na verdade, a gente que vai até eles, mas é raro. Saímos pra procurar comida e minha irmã, como sempre, não tava arrumada, mas sempre gostosa, chamando a atenção de todos os homens. Ela me pegava pelo braço e a gente andava como se fosse um casal. Eu me sentia o máximo. Ninguém sabia que éramos irmãos, e eu ficava imaginando que era o namorado dela. Até peguei na mão dela e a gente andou assim pelas ruas. Num desses momentos, enquanto esperávamos a comida, perguntei: "Já tá se sentindo melhor?" Ela respondeu: "Já, bebê." Abracei ela e beijei a testa dela, e ela ficou me abraçando. Eu sabia que ela não me via como homem, era só o carinho de irmã que ela tinha por mim, mas eu via ela como a mulher da minha vida. A gente foi pra casa, eram umas 9 da noite. Jantamos e ela disse: "Já vou dormir." Mas aí lembrei que não tinha triturado mais os comprimidos pra dormir. Falei: "Espera um pouquinho, ainda não dorme. É que não gosto de ficar sozinho, ainda não me acostumei a estar aqui." Ela disse: "É que tô com o sono atrasado de ontem e me sinto cansada." Aí falei: "Vinte minutos só." E ela respondeu: "Tá bom, um pouquinho, porque tô bem cansada." Falei: "Ok, deixa eu ir fumar e já volto." Fui rápido pra cozinha, peguei dois comprimidos e triturei eles, mas tava fazendo muito barulho. Tive que ir pro quarto da Sharon, a amiga da minha irmã. Fechei a porta e triturei eles lá. Voltei pra cozinha, coloquei num suco de laranja de caixinha pequeno e fingi que tava novo. Mexi bem e fui até minha irmã. Ela já tava quase dormindo. Falei: "Toma, trouxe um suco pra você." Ela disse: "Não, obrigada. Deixa aí no criado-mudo." E eu falei: "Não, não recusa não. Bebe. pra conversar e ela disse "vamos ver" e começou a tomar. Puxei assunto sobre alguns familiares e fiz ela rir, e quando menos esperei, quase tudo tinha acabado e ela disse "já não aguento mais, agora sim, se quiser desligar a TV pra não te incomodar, porque agora vou cair de vez". E eu disse "sem problemas, ok". Minha irmã dessa vez tava usando um shortinho rosa e uma blusa preta. Ela começou a ficar com muito sono e eu fiquei chamando ela várias vezes: "Marlene, Marlene!" E ela não respondia, já tava muito dormida de ladinho. Comecei a tocar ela de novo e quando iluminei com a luz do celular a bunda dela, surpresa!! Percebi que ela não tava de calcinha, tava dormindo só no short, e ele também tava frouxo, escorregando pra um lado. Meu pau começou a ficar muito duro de novo. Desci e coloquei minha cara na bunda dela, puxei o short pra um lado e comecei a lamber a buceta dela. Ela tava recém-tomada banho, como sempre, cheirava gostoso e tinha um sabor delicioso. Ela começou a roncar e eu sabia que já tava muito dormida, os comprimidos tinham feito efeito. Abracei ela por trás, coloquei saliva no meu pau e, aos poucos, encaixei entre as pernas dela. Quando entrou, senti um prazer maravilhoso. Meti devagarzinho e ela apertava meu pau com os lábios da buceta dela. Dessa vez, eu não queria só foder ela duas vezes, queria dar a noite toda. Aos poucos, fui aumentando a velocidade e, com meu peso, fui deitando ela de bruços. Abaixei o short dela e entrei ainda mais. Coloquei saliva no cu dela e comecei a meter meu pau no outro buraco. Era tão delicioso, uma sensação indescritível, um prazer tão gostoso saber que minha irmã é uma gostosa, sentir a pele dela tão macia, saber que era minha irmã e sentir o medo de ser descoberto, mais a adrenalina, tudo ao mesmo tempo. E de novo, não me importei. Depois de uns 10 minutos trocando de buraco, metendo o pau no cu e depois na buceta, decidi encher ela de porra de novo na buceta. Não sei o que aconteceu naquele momento, mas quando gozei, meu pau inchou muito na hora de esporrar tudo dentro, e ela meio que apertou. Senti muito aquele movimento estranho, mas tava muito dormida. Limpei com papel, deixei secar e fiquei no celular esperando o tempo passar pra dar outra foda mais tarde. Mas aconteceu algo muito doido: umas 3 horas depois, ela acordou e foi no banheiro. Não sei como essas pílulas funcionam, mas eu achava que elas dormiam a noite toda, ainda mais com 2. Quando voltou do banheiro, falou: "Tava sonhando feio". Perguntei o quê, e ela disse: "Não sei. Sempre que bebo e fico acordada, no dia seguinte tô de ressaca e tenho pesadelos." Falei: "Quer um abraço?" Ela respondeu: "Sim, vem, flaquito." Deitou de conchinha e eu abracei. Ela coçou o joelho e, ao se ajeitar, encostou a bunda no meu pau. Mas eu tava durasso de novo, e era óbvio que ela sentia, porque não tava encostando na bunda ou nas costas — tava bem na racha do cu dela. Como o short dela era folgado e o meu também, meu pau entrava um pouco no cu dela. Juro que sentia ela fazendo movimentos pequenos, e cada vez que mexia, eu encostava mais. Tava acordada. Sem pensar, toquei a perna dela e ela não falou nada. Peguei na cintura dela e puxei com um pouco de força pra perto de mim, e ela levantou um pouco a bunda e encostou mais no meu pau. Já tava muito excitado, com o pau durasso. Não passou nada na cabeça, só agi sem pensar. Tirei o pau durinho pra fora e coloquei de novo do jeito que tava, mas agora por fora do short. Depois de uns 3 minutos assim, fiquei pensando: "Será que ela tá encostando a bunda em mim porque quer foder?" Tava excitado e confuso. Nisso, ela fez outro movimento pequeno com a bunda em minha direção, e meu pau começou a endurecer de novo. Ela tava acordada, fazia barulhos, coçava a cabeça ou a perna. Eu sabia que não tava dormindo. Pensei: "Vou fazer mais." Juntei saliva nos dedos, molhei o pau e coloquei de novo onde tava, no cu dela. Comecei a empurrar, bem devagar, e com Muito medo, não sabia se estava confundindo as coisas e era só minha imaginação. Eu estava empurrando meu pau cheio de saliva, mas batia no short dela. Peguei ela pela cintura de novo pra puxar ela pra mim, e ela aceitou de novo. Com a ponta dos meus dedos, comecei a puxar o short dela pro lado, sem fazer muito movimento, e molhei meu pau de novo. Comecei a empurrar, e dessa vez a racha do cu dela tava livre porque eu tinha puxado o short pro lado. Como meu pau tava ensopado, começou a entrar, mas entre as nádegas dela. Peguei meu pau com os dedos e comecei a arrastar entre as nádegas dela. Tava muito escorregadio. Me acomodei um pouco mais pra baixo e encontrei a buceta gostosa dela. Empurrei devagar e começou a entrar. Quando meu pau foi mais pra dentro, ela gemeu: "Ah!" Mas um gemido delicioso. Bem devagar, tirei meu pau e meti de novo, e ela gemeu de novo: "Ah!" Comecei a empurrar mais vezes, e dessa vez era muito mais excitante. Não podia acreditar. Peguei a mão dela enquanto fodia devagar, e ela apertou minha mão enquanto gemia baixinho: "Ah, ah, ah!" Quando já ia gozar, ela falou baixinho: "Já quero dormir, flaquito, outro dia." Me afastei e fiquei em choque!! Não podia acreditar que ela tava consciente do que a gente tava fazendo. Não tive palavras pra dizer nada. Só me afastei e fui pro banheiro. Fiquei um tempão no banheiro pensando, e depois de um tempo saí e voltei pra cama com ela. Chamei ela, mas já tava bem dormida... Vou continuar contando em outra parte pra não ficar muito longo. Obrigado pelo apoio, espero que estejam gostando da minha história perversa.

20 comentários - Marlene, minha irmã gostosa (real)

Muy bueno está segunda parte. Espero el próximo
Excelnte relato, continua actualizando tus vivencias....no te olvides más fotos o videos...van 10
+10 no te apures por alargar los relatos, es el chiste ser lo más explícito posible, saludos amigo
Putamadre que rico , está buenísima tu hermana, y que te corresponda de esa forma que gusto, yo la hago mi hermanovia
Que buen relato hermano, más sabiendo que es real!! Por favor no te preocupes por el largo de los relatos, mientras más detalles y más fotos de hu hermanita, mucho mejor! Van +10

Saludos desde CDMX.
Gracias bro, que bueno que sabes darte cuenta cuando algo es real o cuando no lo es hoy continuo contando mas