M se aproximou ainda mais de C, excitado com o jeito que a legging justa realçava a rabeta dela. Pressionou o cu de C com a palma da mão por cima da roupa e confirmou com prazer que ela estava usando o plug anal, exatamente como ele tinha mandado pelo telefone.
"Boazinha," elogiou M, se abaixando pra acariciar o cabelo dela. "Você tá aprendendo."
"Sou sua putinha," murmurou C, com os olhos cheios de desejo e submissão.
A confissão, tão crua e sincera, deixou M ainda mais excitado, que sorriu satisfeito.
"Hoje vou arrebentar essa sua rabeta," sussurrou M, fazendo C tremer.
"Agora, abre a boca, C."
C obedeceu sem hesitar, abrindo a boca de ladinho e colocando a língua pra fora. Ele estendeu a mão e enfiou dois dedos na boca dela.
"Isso mesmo, gostosa. Molha bem eles," sussurrou M, curtindo a sensação da boca molhada nos dedos enquanto ela chupava com gosto, deixando eles escorregadios de saliva.
Os peitos de C ficaram durinhos e dava pra ver a mancha de tesão na legging dela. M não resistiu e tirou a legging, revelando a calcinha fio-dental minúscula que mal cobria a xereca dela. Com um gesto decidido, colocou ela de quatro, apreciando a visão da bunda dela. Afastou a calcinha pro lado e tirou o plug anal de C, que gemeu com a sensação de vazio.
M tirou os dedos da boca dela e levou eles pro cu de C. Separou as nádegas dela e empurrou os dedos contra o cuzinho. C ofegou quando M enfiou o dedo indicador, sentindo o interior apertado e quente. "Isso. Relaxa," disse M com voz suave mas autoritária, enquanto começava a empurrar o dedo pra dentro dela, sentindo como ela se abria no cu.
C gemia de prazer, empurrando a bunda contra a mão de M, incentivando ele a meter mais fundo.
M enfiou agora os dedos indicador e médio e começou a mexer eles com mais força, sentindo como ela se apertava em volta deles enquanto ele aumentava o ritmo. C gemia cada vez mais alto, o corpo se contorcendo de prazer.
"Tá gostando, putinha?" perguntou M, curtindo o poder que tinha sobre ela.
A sensação dos dedos dele se movendo dentro de C, combinada com a submissão total dela, era excitante.
"Sim, amo. Adoro," gemeu C, empurrando de volta contra a mão dele, buscando mais. Cada movimento dos dedos de M dentro dela a fazia gemer e se contorcer, o corpo dela respondendo a cada estímulo com uma mistura de prazer e necessidade. M, sentindo seu poder e controle, curtia o jeito que C se entregava completamente a ele, disposta a realizar cada um dos seus desejos.
Sem aviso, M tirou os dedos. "Agora, vou comer seu cu," disse M com voz firme.
Com essas palavras, cuspiu saliva no cu exposto de C, lubrificando ainda mais. Colocou a ponta do pau contra o cu dela e, com um movimento lento mas decidido, começou a empurrar pra dentro. C gritou, uma mistura de dor e prazer enquanto M a preenchia por completo. M parou um momento, deixando o cu dela se adaptar ao pau dele, e então começou a meter com força e rapidez. Cada estocada era uma afirmação de poder, uma declaração de domínio.
C, completamente entregue, gemia e implorava por mais, o corpo dela tremendo sob o controle de M. O quarto se encheu com o som dos corpos se chocando, os gemidos de C e os grunhidos de M. Ela sentia o controle total que ele tinha sobre ela, e isso a excitava ainda mais.
"É isso, aguenta tudo," grunhiu ele, as palavras carregadas de autoridade. "Me mostra o quão puta você é."
C, num estado de êxtase absoluto, respondeu com um gemido abafado.
"Sim, amo," gemeu ela, empurrando o corpo pra trás pra encontrar cada estocada. Sentia o orgasmo se acumulando dentro dela, o prazer se intensificando a cada movimento de M.
M sentia o corpo dela se tensionar com a intensidade do momento. "Vou encher seu cu," disse pra C e, com uma última estocada profunda, gozou dentro do cu dela.
C gemeu de prazer, sentindo ele a preencher por completo.
M ficou parado por um momento, curtindo a sensação de domínio.
Depois, tirou. chupando o pau dele devagar.
"Boazinha," ele sussurrou, acariciando o cabelo dela com ternura enquanto ela se ajoelhava na frente dele. Ela sabia que tinha que limpar o pau dele. Com um olhar intenso, C colocou o pau de M na boca, limpando ele por completo com a língua, garantindo que não ficasse nenhum resquício de porra.
M observava ela com satisfação, a mão dele acariciando o cabelo dela enquanto ela terminava de limpar cada centímetro. A partir de agora, o cu de C seria penetrado com mais frequência. Ela já tinha perdido a virgindade anal.
"Boazinha," elogiou M, se abaixando pra acariciar o cabelo dela. "Você tá aprendendo."
"Sou sua putinha," murmurou C, com os olhos cheios de desejo e submissão.
A confissão, tão crua e sincera, deixou M ainda mais excitado, que sorriu satisfeito.
"Hoje vou arrebentar essa sua rabeta," sussurrou M, fazendo C tremer.
"Agora, abre a boca, C."
C obedeceu sem hesitar, abrindo a boca de ladinho e colocando a língua pra fora. Ele estendeu a mão e enfiou dois dedos na boca dela.
"Isso mesmo, gostosa. Molha bem eles," sussurrou M, curtindo a sensação da boca molhada nos dedos enquanto ela chupava com gosto, deixando eles escorregadios de saliva.
Os peitos de C ficaram durinhos e dava pra ver a mancha de tesão na legging dela. M não resistiu e tirou a legging, revelando a calcinha fio-dental minúscula que mal cobria a xereca dela. Com um gesto decidido, colocou ela de quatro, apreciando a visão da bunda dela. Afastou a calcinha pro lado e tirou o plug anal de C, que gemeu com a sensação de vazio.
M tirou os dedos da boca dela e levou eles pro cu de C. Separou as nádegas dela e empurrou os dedos contra o cuzinho. C ofegou quando M enfiou o dedo indicador, sentindo o interior apertado e quente. "Isso. Relaxa," disse M com voz suave mas autoritária, enquanto começava a empurrar o dedo pra dentro dela, sentindo como ela se abria no cu.
C gemia de prazer, empurrando a bunda contra a mão de M, incentivando ele a meter mais fundo.
M enfiou agora os dedos indicador e médio e começou a mexer eles com mais força, sentindo como ela se apertava em volta deles enquanto ele aumentava o ritmo. C gemia cada vez mais alto, o corpo se contorcendo de prazer.
"Tá gostando, putinha?" perguntou M, curtindo o poder que tinha sobre ela.
A sensação dos dedos dele se movendo dentro de C, combinada com a submissão total dela, era excitante.
"Sim, amo. Adoro," gemeu C, empurrando de volta contra a mão dele, buscando mais. Cada movimento dos dedos de M dentro dela a fazia gemer e se contorcer, o corpo dela respondendo a cada estímulo com uma mistura de prazer e necessidade. M, sentindo seu poder e controle, curtia o jeito que C se entregava completamente a ele, disposta a realizar cada um dos seus desejos.
Sem aviso, M tirou os dedos. "Agora, vou comer seu cu," disse M com voz firme.
Com essas palavras, cuspiu saliva no cu exposto de C, lubrificando ainda mais. Colocou a ponta do pau contra o cu dela e, com um movimento lento mas decidido, começou a empurrar pra dentro. C gritou, uma mistura de dor e prazer enquanto M a preenchia por completo. M parou um momento, deixando o cu dela se adaptar ao pau dele, e então começou a meter com força e rapidez. Cada estocada era uma afirmação de poder, uma declaração de domínio.
C, completamente entregue, gemia e implorava por mais, o corpo dela tremendo sob o controle de M. O quarto se encheu com o som dos corpos se chocando, os gemidos de C e os grunhidos de M. Ela sentia o controle total que ele tinha sobre ela, e isso a excitava ainda mais.
"É isso, aguenta tudo," grunhiu ele, as palavras carregadas de autoridade. "Me mostra o quão puta você é."
C, num estado de êxtase absoluto, respondeu com um gemido abafado.
"Sim, amo," gemeu ela, empurrando o corpo pra trás pra encontrar cada estocada. Sentia o orgasmo se acumulando dentro dela, o prazer se intensificando a cada movimento de M.
M sentia o corpo dela se tensionar com a intensidade do momento. "Vou encher seu cu," disse pra C e, com uma última estocada profunda, gozou dentro do cu dela.
C gemeu de prazer, sentindo ele a preencher por completo.
M ficou parado por um momento, curtindo a sensação de domínio.
Depois, tirou. chupando o pau dele devagar.
"Boazinha," ele sussurrou, acariciando o cabelo dela com ternura enquanto ela se ajoelhava na frente dele. Ela sabia que tinha que limpar o pau dele. Com um olhar intenso, C colocou o pau de M na boca, limpando ele por completo com a língua, garantindo que não ficasse nenhum resquício de porra.
M observava ela com satisfação, a mão dele acariciando o cabelo dela enquanto ela terminava de limpar cada centímetro. A partir de agora, o cu de C seria penetrado com mais frequência. Ela já tinha perdido a virgindade anal.
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