Destino ou Acaso?? Parte 1

Resumindo um pouco dessa história do Gaston, Martin e Mia. Me apresento: sou Anabella, tenho 45 anos, sou casada há mais de 20 anos e conheço meu marido Martin desde meus 19 anos. Temos duas filhas, de 22 e 20 anos. Isso que vou contar aconteceu de verdade há uns anos, e o destino nos cruza de novo com alguém do passado. Eu era uma jovem bem cheia de energia, adorava ir pra academia, sair pra caminhar, andar de bicicleta, curtir com os amigos e talvez algum namoradinho da vez. A vida quase normal de uma garota de 18 anos. Conheci o Gaston numa balada, a gente se deu bem, conversamos, dançamos e até dividimos uns drinks, mas não sei como aconteceu que acabamos nos beijando ou ficando (como se dizia na época). Fiquei com ele uns 6 meses, indo e vindo, porque eu queria firmar um namoro, mas ele não. Aí terminamos. Pouco tempo depois, conheci o Martin e me apaixonei por ele, mas não tão perdidamente quanto fui pelo Gaston. Só que eu gostava muito dele e jurei que ia respeitar ele. A gente tinha 6 anos de diferença, ele tava estudando administração de empresas, faltando umas matérias pra se formar, e eu tava na dúvida se ia ou não pra faculdade, o que estudar ou o que fazer da vida. Ainda não tinha nada em mente. Aos 25, casei com o Martin: ele era um homem maravilhoso, doce, atencioso, bonitão e até muito prestativo na cama. A gente fazia um monte de coisas que qualquer um dos dois curtia, comentávamos numa conversa quando chegávamos em casa e quase que na hora íamos direto realizar. Tínhamos um sexo muito bom e acho que foi por isso que vieram nossas filhas: Francesca e Guillermina. Duas amores que iluminaram nossas vidas, nasceram bem pertinho uma da outra e por 5 anos eu me dediquei às minhas filhas em tempo integral e deixei de lado meu trabalho pra focar como mãe. Às vezes sentia falta do meu trabalho ou das minhas rotinas, mas minhas filhas precisavam de mim. Então, quando a Guille fez 3 anos e já tava na escolinha, voltei ao trabalho e, sinceramente, foi difícil. Me acostumar a retomar tudo que eu precisava fazer foi difícil, me custou me separar da pequena, embora ela parecesse muito mais tranquila, independente e curtisse ficar sozinha com os avós e ir pra escolinha. Uma tarde fui buscar minhas filhas na casa dos avós de carro e parei num semáforo que tinha mudado de luz e fiquei pensando: "Não posso ficar tão mal por causa da minha pequena, ela precisa se desligar e eu querendo superprotegê-la enquanto ela pede liberdade... vou ter que pedir ajuda..." O som da buzina do carro de trás me fez voltar ao normal e arranquei muito puta e gritei pela janela: "Onde você quer chegar tão apressado, pedaço de...???" Olhei quem estava dirigindo e meu coração disparou, não podia acreditar em quem eu tinha visto, era o Gastão! — "Não... não pode ser— pensei— meu deus, acho que tô ficando louca... Tomara que ele não tenha me visto! Ou tomara que sim... já faz uns anos que não o vejo, mas com certeza ele continua sendo um fanfarrão e um metido que me faz tremer cada centímetro do meu..." — Mamãe... — Sim, coração — A vovó Amanda hoje fez uma sopa com muitos legumes e colocou o que você coloca, aquele macarrão com números e letras, enquanto esquentava a gente abriu e formei meu nome e o da Guille — Ahhhh, muito bem! Parabéns, minha princesa! — Não sou mais princesa, já tenho 5! A Guille é que é princesa — Sei, love... então antes de ver o papai, vamos tomar um sorvete — Quase em coro as duas gritaram — Simmm — Eu quero um de Morango e você Guille? — Chocoleite e creme — Ela de chocolate e creme. Paramos na sorveteria e comprei o sorvete pras minhas filhas que esperavam nuns sofazinhos de vime que tinham lá e fui levar pra mais velha, depois era a vez da mais novinha e me virei sem olhar e trombei com quem estava atrás de mim — Desculpa... — Mas por que você não olha antes de... mas é você...??? E ao levantar o olhar vejo que era o Gastão. Congelei e ele sorri — Sou o Gastão! Me desculpa por falar assim, é que você precisa olhar antes de virar — Desculpa... e segui meu caminho Prás minhas filhas, toda corada —Espera... por favor, Ana... —Tô com minhas filhas —Você casou? —Sim... e você? —Não... eu não. Tô noivo, mas acho que não vou casar mais —Por quê? —Porque te ver é um sinal de que não devo casar! —Ai, meu Deus, Gaston! —Ela ficou ainda mais vermelha. Cheguei com o sorvete da minha pequena e sentei numa cadeira pra dar pra ela, e minha mão tremia —Mamãe, o que foi? —Nada, amor... —Quem era aquele senhor? —Um amigo da mamãe da escola, nada mais —Ahhh e ela enfiou a colher de sorvete na boca —Já terminaram... Vamos, meninas??? Gaston tava sentado sozinho numa mesa e levantou quando me viu —Desculpa, Ana. Mas eu gostaria de te convidar pra um café, aqui tá meu número — ele anotou rápido num papel e me deu — me liga, adoraria te ver outra hora e conversar com você — e ele sorriu. —Tá bom... Tchau — Saímos de lá com minhas filhas e, quando coloquei elas no carro, sentei elas atrás. Quando ia entrar, buzinaram e reconheci que era a mesma buzina do semáforo, virei o olhar e era o Gaston. Fiquei vermelha e entrei no carro. Chegamos no escritório do meu marido com minhas filhas, ele tava ocupado respondendo uns e-mails. —Oi, minhas lindas —Papaiiiii — gritaram as pequenas —Oi, amor, já tô terminando, se quiser a gente vai —Pai, papai... mamãe nos levou pra tomar sorvete e eu pedi de morango e a Guille de chocolate com creme, e sabe? Mamãe cumprimentou um amigo... como que chamava seu amigo, mãe?? —Um colega da escola, ufa... não lembro porque tive muitos colegas. —Ela quase derrubou o sorvete da Guille — e começou a rir —Ah, é? Olha que distraída que ela tava. Além disso, mamãe tinha muitos amigos e amigas, então não me surpreende que não lembre de todos —É que ele era um colega, não fomos amigos — e suspirei e comecei a ficar nervosa com tudo que minha filha contava —Antes de falar disso, conta como foi no jardim de infância? —Eu já escrevo meu nome sozinha e hoje escrevi o da Guille. A tia me elogiou! Já sei contar até 60 sem errar e amanhã a gente vai na escola dos grandes
—Você é muito inteligente, meu amor
—E quando eu crescer vou ser... mmmmmm doutora
—Com certeza vai, meu amor

As meninas começaram a pintar uns livrinhos de colorir que a gente tinha pra quando iam pro escritório e assim podiam se entreter. Eu lembrei do papel e agendei no meu celular e mandei uma mensagem:
—"Oi Gaston, sou a Anabella. Foi um prazer te ver" — e um sorriso tímido escapou da minha boca quando enviei aquela mensagem. Fui pegar água pra beber e ouço meu celular tocar, era uma mensagem
—"Oi Ana, o prazer é todo meu. Você não faz ideia do quanto queria te ver de novo. Você tem umas filhas lindas, igualzinha a você! Que tal a gente se encontrar amanhã pra tomar um café?"
—"Amanhã? Amanhã à tarde tenho uma reunião, mas talvez de manhã, senão na semana que vem"
—"Amanhã de manhã parece perfeito. Que tal no bar perto da sorveteria onde a gente se viu?"
—"Tá bom, que horas?"
—"Umas 9, fica bom pra você?"
—"Sim... a gente se vê amanhã"
—"Mal posso esperar pra amanhã chegar logo"

Eu fiquei corada de novo e fui pegar minha bolsa e as meninas, meu marido já tinha terminado, então fomos pra casa.

Quando chegamos em casa, as meninas foram brincar no quintal enquanto eu preparava o lanche pra elas e também pra nós. Martin veio por trás e me abraçou
—Você tá bem, gostosa?
—Tô, tô... pode ser que eu esteja meio cansada
—Mas me conta o que você fez hoje e quem era aquele homem que o Fran comentou?
—A gente só foi colega por uns 2 anos, depois ele mudou de escola e nunca mais soube dele, não sei por que agora ele quer que a gente se encontre pra tomar algo
—Mas vocês foram namorados?
—Não, não... ele sentava no fundo perto da janela e eu na outra ponta, mas na frente
—E talvez ele tenha te amado em segredo, porque você sempre foi e continua sendo muito gostosa, muito inteligente...
—As mãos dele percorriam minhas costas e desciam roçando minha cintura e minha bunda. Elas se moviam pra frente e brincavam com minha barriga. Uma mão subiu e tocou por entre minha roupa meus peitos e a outra desceu, brincando também por fora com a minha buceta sexo. Me viro, me abraçando pela cintura. - Mmmmmmmmmmmm com esse corpo gostoso, com esse olhar tão doce... com certeza você deve ter tido muitos admiradores e todos muito apaixonados, assim como eu estou por você, eu gosto tanto de você, Ana. Eu te quero -Mmmmmmmm Martin... eu te amo- ele me dava beijos suaves na minha testa e no meu rosto, brincava com minhas bochechas e depois me beijou ternamente na boca -Eu também te amo, minha rainha. Chamo as meninas? -Siiiim... Nossas filhas entraram, lanchamos juntos enquanto Martin me sorria cúmplice com um sorriso de orelha a orelha, tocava minha mão, fazia piadas pras meninas, todas terminamos rindo. Mais tarde, dei banho nas meninas, brincamos um pouco e Martin cuidou do jantar. Comemos aquele jantar especial que ele tanto gostava de preparar pra gente: carne assada com legumes e purê de batata. Ele colocou as meninas pra dormir, leu uma história e eu aproveitei pra tomar banho. Ao sair do banho, ele estava quase se deitando e me vê com o roupão e a toalha na cabeça -Mmmmmmmmmmm... se seca um pouco e deita assim -Nããão... vou molhar a cama -A gente sempre molha a cama toda, o que é que vai fazer um pouquinho de água do teu corpo?? -Shhh...- Eu ri baixinho- já dormiram? -Siiiiiiim... mas tem alguém que acordou e tá reivindicando o que é dele!! -Já tão cedo?? Enquanto eu me aproximava pra deitar assim sem nada -Sim.... mmmmmmm... Ele começou a me acariciar pelas pernas devagar e tendo meu corpo à disposição dele, começou a beijar devagar e passava a língua devagar e eu já me arrepiava, me desmanchando no amor dele. Percorria de cima, dos meus peitos até embaixo da minha barriga que estava muito molhada ao sentir a boca e a língua dele roçando meu corpo que parecia o próprio inferno de tanto calor que ele me fazia sentir. Me arquei e gemia como uma louca tentando não gritar, meus gritos abafados no travesseiro e gozei de um jeito descomunal, Martin beijou e bebeu meu mel que saía da minha buceta e foi subindo devagar pra me olhar nos olhos e me dar uns gestos que me faziam sorrir como uma menina, apertando meus olhos e mostrando minhas covinhas nas bochechas coradas depois de ter aproveitado como uma mulher sedenta por ele. Ele me beijou na testa, dando beijos suaves, e percorreu meu rosto até chegar na minha boca. Ao chegar lá, parou e esticou com os dentes meu lábio inferior e depois o superior, então prendeu os dois e me beijou, enfiou a língua e a minha respondeu, era uma guerra doce em que um parava e o outro continuava. Ele foi roçando o pau na entrada da minha buceta molhada e se movia devagar com suavidade para entrar naquela caverna (como ele chamava), lugar de esconderijo da sua cobra (por causa do pau dele) —Mmmmmmmmmmmmmmm que quentinha que tá minha caverninha —Mmmmmmmmmmmm que que aconteceu com minha cobra?? Ela cresceu tanto que parece maior e não cabe mais aí?? — Nós dois sorrimos —Vou ter que achar outro buraco por aqui... — tocando meus glúteos e descendo pro meu cu..... mmmmmmmmmmmmmm.. aqui achei um. Mas vou ter que cavar e cavar pra entrar... — Ele tirou o pau da minha buceta e eu sentia ele roçando com o dedo, tirando um pouco da minha umidade pra lubrificar meu cu —Vira, meu amor... —Faz devagar —Se eu te machucar, eu paro... —Tá bom... Lubrifico meu cu e ele enfiou devagar um dedo e eu ofegava baixinho —Mmmmmmmmmmmmmmm... —Continuo??? —Siiim... E a gente tinha vaselina no criado-mudo e ele lubrificou os dedos, enfiou mais um... —Aaaaawwwww.... —Continuo, meu amor??? Mmmmmmmm... siiiim —Uuuufffff Ele enfiou o outro dedo bem lubrificado com vaselina e meu mel e começou a mexer devagar os três dedos dentro do meu cu e eu só gemia —Mmmmmmmmmmmmmmmmmmmm —Mmmmmmmmmmm meu amor... cê gosta??? —Siiim... —Agora vou tentar enfiar meu pau no seu cu —Siiim faz isso... Ele tirou os dedos, me ajeitou numa posição que dava pra entrar sem problema e enfiou a ponta e eu gemi baixinho —Mmmmmmmmmmm —Mmmmmmmm meu amor... ainda falta um pouco mais —Siiim continua... Ele enfiou mais um pouco, eu senti dor mas gostava pedi pra ele: —Mete ela toda —Tem certeza?? —Siiiiii E ele segurou minha cintura e foi devagar, e de repente, enfiou tudo, sentindo os ovos dele batendo nas minhas coxas —Aaaaaaaaaiiii —Doi?? —Não... continua... E ele começou a se mover devagar no meu cu, com uma mão na minha pussy —Mmmmmmmmmmmm... love —Ufffff minha vida... que delíciaaa —Siiiiiiiii... mmmmmmmmmmmm —Mmmmmmmmmmmmmmm —Vou explodir.... —Eu também... posso gozar dentro do seu cu?? —Siiiii... —Mmmmmmmmmmmmm... aaaaahhhhhhhh, meu amoooor... aaaaaaaaaaaahhhhhhh —Meu deus, Martin..... aaaaaaaaaaaahhhhhhh Eu sentia jatos de porra dentro do meu cu, e era tanto que vazava e escorria pelas minhas coxas e pernas. Ele foi tirando o pau devagar pra me deixar descansar —Meu deus, isso foi incrível... Gostou, minha vida? —Siiiii, eu tava com medo de te machucar —Mas você é muito paciente e cuidadoso, por isso deixei você continuar —E eu não ia fazer se você não quisesse, não ia te forçar —Eu gostei muito —Eu também! Te amo —Te amo— Ele me beijou na boca, me aninhei no peito nu dele, fechei os olhos e dormi quase na hora. Ele ajeitou os travesseiros, cobriu um pouco meu corpo e também dormiu... Continua......

0 comentários - Destino ou Acaso?? Parte 1