Continuando com o relato anterior. Depois daquela tarde em que o Gustavo comeu minha Vale, não teve mais reuniões em casa até três meses depois, que foi o aniversário da minha avó. Como ela completou 80 anos, os filhos organizaram uma festa daquelas num salão de festas. Durante esses meses, eles só trocavam mensagem pelo Messenger, onde o Gustavo dizia que já tava esperando uma reunião pra poder terminar de cobrar a aposta que tinha ganhado. A Vale só falava que o que já tinham feito era mais que suficiente, mas quando ela transava comigo já não era a mesma coisa, porque dava pra ver que ela tava sentindo falta de um pau maior. Comigo ela só queria o básico e nada de gozar na boca dela porque, segundo ela, não gostava. E eu ficava puto porque as porra do Gustavo ela engolia tudo. Dias antes da festa, o Gustavo mandou uma mensagem dizendo: "Lembra que você tem que ir de saia e com a blusa que eu gostei". A Vale respondeu que não podia levar aquilo porque era uma festa num salão grande, mas que ia levar algo com que poderia pagar a aposta. Ela disse isso porque eu tinha comprado um vestido especial pra ela naquele dia, já que a festa seria num salão pra umas 200 pessoas e eu sabia que ela ia ser apalpada pelo Gustavo (era um vestido justo em cima e solto embaixo, que cobria três quartos das perninhas dela). No dia da festa, a gente se arrumou e foi deixar as crianças com a mãe da Vale pra poder se divertir e não ter que ir embora cedo por causa dos pequenos. Então passamos lá, deixamos os meninos, e fomos primeiro pra igreja. De lá, eu já via o Gustavo pelando minha esposa. Quando chegamos no salão, os lugares eram numerados. Eu tinha falado pra minha mãe que, como não ia levar as crianças, era pra me colocar junto com minha prima, que vou chamar de Daniela, e com o Gustavo, e meus outros dois primos, Luis, que é um ano mais novo que eu, e Fernando, que é três anos mais velho. Os dois são solteiros. Assim que chegamos na mesa, todo mundo já tava sentado. Por sorte, a gente ficou num canto. e só sobraram os lugares do lado do Gustavo, onde eu sentei eu e a Vale do lado do Luis, que quando viu minha esposa, o Luis e o Fernando comiam ela com os olhos durante o jantar. Não aconteceu nada, e mais tarde comecei a conversar com o Luis, e minha esposa me pediu pra trocar de lugar com ela pra poder conversar bem com meu primo. Eu topei, um pouco pra conversar e outro pra deixar o Gustavo do lado da minha esposa e ele poder passar a mão nela. Eu vi que minha esposa tava mandando mensagens, mas não conseguia ver pra quem, então resolvi ir no banheiro pra ver se o Gustavo tava falando algo no messenger.
Gustavo: cê tá uma delícia, vou te cumprir a promessa de meter o dedo em você aqui agora na frente do seu maridinho que não percebe nada, então se cobre com a toalha da mesa ou eu faço na frente de todo mundo.
Vale: melhor deixar pra depois, agora podem nos ver e a gente se ferra.
Gustavo: quero meter meus dedos em você agora, então se você tiver de calcinha ou fio dental, vai no banheiro, tira e me dá, porque vou guardar como troféu.
Vale: não vou te dar, se quiser eu tiro, mas eu guardo.
Gustavo: lembra que você tem que fazer o que eu mandar, então sua putinha, vai no banheiro e me dá meu troféu.
Vale: tá bom, só espera meu marido voltar e eu vou.
A Vale, quando me viu chegar, disse: vou no banheiro, amor, já volto. Como o salão era grande, tinha vários lugares onde dava pra ir sem ninguém ver. Quando voltou, a Vale disse: já voltei, e fiquei conversando um pouco com ela. Depois me virei um pouco pra continuar batendo papo com meu primo, vi que minha prima Dani levantou, então minha esposa ficou conversando com o Gustavo. Eu virei pra perguntar pra Vale se ela não queria nada pra beber e notei que as pernas dela estavam cobertas com a toalha da mesa, então imaginei que já tinham começado a dedar ela, e ela continuava respondendo mensagens, e o Gustavo também. Então resolvi ir pedir uns drinks e demorei um pouco de propósito pra ver o que eles tavam falando no messenger, mas não tinha nada. Assim passou umas 1 hora entre isso. Eu me levantava pra ir pedir bebida, pra deixar eles um pouco naquilo, aí começaram a botar música pra dançar e eu chamei minha esposa. Ela me disse que sim, e já na pista eu perguntei por que ela tava tão vermelha e ofegante, e ela só falou: "É que tá muito calor" e "ofegante por causa da dança". Quando voltamos pra mesa, o Gustavo não tava. Quando ele voltou, chamou a Vale pra dançar e não sei o que disse pra ela durante a dança. Voltaram pra mesa e o Gustavo fala: "Vou comprar uns cigarros". Minha esposa olhou pra ele, minha prima disse que sim, mas com cuidado porque o Oxxo mais perto era umas quatro quadras e que ele ia demorar um pouco porque fumaria uns antes de entrar. Uns minutos depois que o Gustavo foi, minha esposa me disse: "Vou ao banheiro". Achei estranho, então resolvi olhar o Messenger dela:
Gustavo: "Já tô te esperando onde te falei pra poder meter em você e você não ficar com vontade, como me disse na mesa enquanto eu enfiava os dedos em você."
Vale: "Sim, daqui a uns minutos vou. Só vai ter que ser rápido, porque falei que vou ao banheiro e não posso demorar."
Gustavo: "Lembra do que você me disse: se eu te comesse hoje, você deixaria eu te comer pelo resto do ano. E a gente tava em meados de julho, então eu ia te comer por meio ano."
Eu me surpreendi, porque ela sempre fala que ele é chato e que é bem feio. Vale respondeu: "Lembra que eu te falei que só duas vezes por mês? Já tô indo praí, me diz onde você tá exatamente."
Gustavo: "Onde ficam os banheiros, tem umas escadas que sobem pra uns quartos de depósito. Já combinei com o vigia e ele vai deixar a gente sozinho por 15 minutos, mas você vai ter que pagar. Aqui te explico."
Vale: "Como assim vou ter que pagar???"
Gustavo: "Aqui te digo. Te espero."
Quando terminei de ler isso, levantei da mesa com a desculpa de ir fumar um cigarro. Quando cheguei, o vigia das escadas não tava, então subi com cuidado e entrei no depósito bem devagar. Me surpreendi porque vi o vigia atrás de umas prateleiras vendo tudo. Eu me escondi como pude atrás de umas caixas e dava pra ver. Eu prestei um pouco de atenção e vi que a Vale já tava bem enfiada na buceta dela. Já deviam ter uns 10 minutos assim desde que a Vale levantou da mesa. Dava pra ouvir os gemidos da Vale e ela falando: "Mete tudo e vai rápido que eu tenho que voltar pra mesa". O Gustavo falava: "Calma, hoje eu vou gozar dentro da sua buceta". A Vale respondia: "Sim, eu sou sua putinha. Vai onde quiser, mas mete o pau inteiro". Assim ficaram por mais uns 5 minutos, e o Gustavo disse: "Agora sim, já tô quase enchendo você de porra. E depois você vai engolir a porra do guarda, porque ele pediu como pagamento um boquete". A Vale falou que não, que só com ele, e o Gustavo respondeu: "Lembra que você é minha putinha e vai fazer o que eu mandar". A Vale disse que sim, mas que ele metesse mais forte. Numa dessas enfiadas, ele gozou tudo dentro. Eu meio que consegui ver a porra escorrendo pelas pernas dela. A Vale tava arrumando o vestido pra sair, e o Gustavo falou: "Lembra que você tem que pagar a diária de hoje". Na mesma hora, saiu o guarda, que parecia ter uns 20 anos, já com o pau bem duro pra fora da calça. Não parecia muito grande, mas era bem grosso. O Gustavo disse: "Vai, putinha, chupa até ele gozar na sua boca e sem desperdiçar nada. Ou prefere que ele meta na sua buceta?" A Vale se abaixou na hora, e dava pra ver que ela tava com dificuldade pra enfiar aquele pau. Ficou chupando por um bom tempo. O guarda falou pro Gustavo que a velha era bem gostosa e perguntou se podia comer ela logo. O Gustavo respondeu que por enquanto não, mas mais tarde quem sabe. A Vale ficou chupando até ele gozar, e comeu toda a porra do guarda. Eles disseram que se quisessem voltar mais tarde, deixariam passar, mas agora teria que deixar ele comer. Eu saí na hora, com cuidado pra não ser descoberto, e fui fumar um cigarro. Quando voltei, a Vale ainda não tinha voltado, só o Gustavo tava lá. Aí eu pensei: "Vou ver se minha esposa tá bem no banheiro". Quando cheguei, ela tava saindo do banheiro e disse: "Demorei, desculpa. É que parece que alguma coisa... Não me calei bem. Durante a noite, não rolou mais nada. Só pra constar, a Vale não bebe nada de álcool, só ficava vendo meu primo Luis e o Fernando comendo tudo e olhando pras pernas dela. Depois de umas taças de vinho, o Luis virou pra mim e falou: "Sem se ofender, sua esposa é muito comível" (me lembrou que quando a gente era moleque, de 12 e 13 anos, eu e o Luis combinamos que se tivéssemos namorada, a gente emprestava uma pra outra pra passar a mão). Eu respondi que era verdade, que era uma delícia transar com ela. Luis perguntou se podia encostar a rola nela. Eu falei que sim, que quando a gente estivesse dançando, ele chegasse perto, fingisse que ia cair e esfregasse tudo. E foi o que ele fez. Deu pra ver que a Vale sentiu alguma coisa, porque ela pulou na hora. Luis pediu desculpas e voltou pra mesa. Espero não ter entediado vocês dessa vez. Se tiver comentários bons, escrevo o relato do que rolou entre o Luis e minha esposa uns 15 anos depois da festa da minha avó.
Gustavo: cê tá uma delícia, vou te cumprir a promessa de meter o dedo em você aqui agora na frente do seu maridinho que não percebe nada, então se cobre com a toalha da mesa ou eu faço na frente de todo mundo.
Vale: melhor deixar pra depois, agora podem nos ver e a gente se ferra.
Gustavo: quero meter meus dedos em você agora, então se você tiver de calcinha ou fio dental, vai no banheiro, tira e me dá, porque vou guardar como troféu.
Vale: não vou te dar, se quiser eu tiro, mas eu guardo.
Gustavo: lembra que você tem que fazer o que eu mandar, então sua putinha, vai no banheiro e me dá meu troféu.
Vale: tá bom, só espera meu marido voltar e eu vou.
A Vale, quando me viu chegar, disse: vou no banheiro, amor, já volto. Como o salão era grande, tinha vários lugares onde dava pra ir sem ninguém ver. Quando voltou, a Vale disse: já voltei, e fiquei conversando um pouco com ela. Depois me virei um pouco pra continuar batendo papo com meu primo, vi que minha prima Dani levantou, então minha esposa ficou conversando com o Gustavo. Eu virei pra perguntar pra Vale se ela não queria nada pra beber e notei que as pernas dela estavam cobertas com a toalha da mesa, então imaginei que já tinham começado a dedar ela, e ela continuava respondendo mensagens, e o Gustavo também. Então resolvi ir pedir uns drinks e demorei um pouco de propósito pra ver o que eles tavam falando no messenger, mas não tinha nada. Assim passou umas 1 hora entre isso. Eu me levantava pra ir pedir bebida, pra deixar eles um pouco naquilo, aí começaram a botar música pra dançar e eu chamei minha esposa. Ela me disse que sim, e já na pista eu perguntei por que ela tava tão vermelha e ofegante, e ela só falou: "É que tá muito calor" e "ofegante por causa da dança". Quando voltamos pra mesa, o Gustavo não tava. Quando ele voltou, chamou a Vale pra dançar e não sei o que disse pra ela durante a dança. Voltaram pra mesa e o Gustavo fala: "Vou comprar uns cigarros". Minha esposa olhou pra ele, minha prima disse que sim, mas com cuidado porque o Oxxo mais perto era umas quatro quadras e que ele ia demorar um pouco porque fumaria uns antes de entrar. Uns minutos depois que o Gustavo foi, minha esposa me disse: "Vou ao banheiro". Achei estranho, então resolvi olhar o Messenger dela:
Gustavo: "Já tô te esperando onde te falei pra poder meter em você e você não ficar com vontade, como me disse na mesa enquanto eu enfiava os dedos em você."
Vale: "Sim, daqui a uns minutos vou. Só vai ter que ser rápido, porque falei que vou ao banheiro e não posso demorar."
Gustavo: "Lembra do que você me disse: se eu te comesse hoje, você deixaria eu te comer pelo resto do ano. E a gente tava em meados de julho, então eu ia te comer por meio ano."
Eu me surpreendi, porque ela sempre fala que ele é chato e que é bem feio. Vale respondeu: "Lembra que eu te falei que só duas vezes por mês? Já tô indo praí, me diz onde você tá exatamente."
Gustavo: "Onde ficam os banheiros, tem umas escadas que sobem pra uns quartos de depósito. Já combinei com o vigia e ele vai deixar a gente sozinho por 15 minutos, mas você vai ter que pagar. Aqui te explico."
Vale: "Como assim vou ter que pagar???"
Gustavo: "Aqui te digo. Te espero."
Quando terminei de ler isso, levantei da mesa com a desculpa de ir fumar um cigarro. Quando cheguei, o vigia das escadas não tava, então subi com cuidado e entrei no depósito bem devagar. Me surpreendi porque vi o vigia atrás de umas prateleiras vendo tudo. Eu me escondi como pude atrás de umas caixas e dava pra ver. Eu prestei um pouco de atenção e vi que a Vale já tava bem enfiada na buceta dela. Já deviam ter uns 10 minutos assim desde que a Vale levantou da mesa. Dava pra ouvir os gemidos da Vale e ela falando: "Mete tudo e vai rápido que eu tenho que voltar pra mesa". O Gustavo falava: "Calma, hoje eu vou gozar dentro da sua buceta". A Vale respondia: "Sim, eu sou sua putinha. Vai onde quiser, mas mete o pau inteiro". Assim ficaram por mais uns 5 minutos, e o Gustavo disse: "Agora sim, já tô quase enchendo você de porra. E depois você vai engolir a porra do guarda, porque ele pediu como pagamento um boquete". A Vale falou que não, que só com ele, e o Gustavo respondeu: "Lembra que você é minha putinha e vai fazer o que eu mandar". A Vale disse que sim, mas que ele metesse mais forte. Numa dessas enfiadas, ele gozou tudo dentro. Eu meio que consegui ver a porra escorrendo pelas pernas dela. A Vale tava arrumando o vestido pra sair, e o Gustavo falou: "Lembra que você tem que pagar a diária de hoje". Na mesma hora, saiu o guarda, que parecia ter uns 20 anos, já com o pau bem duro pra fora da calça. Não parecia muito grande, mas era bem grosso. O Gustavo disse: "Vai, putinha, chupa até ele gozar na sua boca e sem desperdiçar nada. Ou prefere que ele meta na sua buceta?" A Vale se abaixou na hora, e dava pra ver que ela tava com dificuldade pra enfiar aquele pau. Ficou chupando por um bom tempo. O guarda falou pro Gustavo que a velha era bem gostosa e perguntou se podia comer ela logo. O Gustavo respondeu que por enquanto não, mas mais tarde quem sabe. A Vale ficou chupando até ele gozar, e comeu toda a porra do guarda. Eles disseram que se quisessem voltar mais tarde, deixariam passar, mas agora teria que deixar ele comer. Eu saí na hora, com cuidado pra não ser descoberto, e fui fumar um cigarro. Quando voltei, a Vale ainda não tinha voltado, só o Gustavo tava lá. Aí eu pensei: "Vou ver se minha esposa tá bem no banheiro". Quando cheguei, ela tava saindo do banheiro e disse: "Demorei, desculpa. É que parece que alguma coisa... Não me calei bem. Durante a noite, não rolou mais nada. Só pra constar, a Vale não bebe nada de álcool, só ficava vendo meu primo Luis e o Fernando comendo tudo e olhando pras pernas dela. Depois de umas taças de vinho, o Luis virou pra mim e falou: "Sem se ofender, sua esposa é muito comível" (me lembrou que quando a gente era moleque, de 12 e 13 anos, eu e o Luis combinamos que se tivéssemos namorada, a gente emprestava uma pra outra pra passar a mão). Eu respondi que era verdade, que era uma delícia transar com ela. Luis perguntou se podia encostar a rola nela. Eu falei que sim, que quando a gente estivesse dançando, ele chegasse perto, fingisse que ia cair e esfregasse tudo. E foi o que ele fez. Deu pra ver que a Vale sentiu alguma coisa, porque ela pulou na hora. Luis pediu desculpas e voltou pra mesa. Espero não ter entediado vocês dessa vez. Se tiver comentários bons, escrevo o relato do que rolou entre o Luis e minha esposa uns 15 anos depois da festa da minha avó.
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