Olá de novo, amigos do P!. Tô trazendo a parte 10 dessa história que vocês tão amando. Dei uma largada de lado nessa história, desculpa. Valeu por todos os comentários, pelos pontos. Continuem, porque não tem nada que me deixe mais orgulhoso do que escrevo do que os comentários de vocês e a boa energia!
Sem mais, aqui vai mais um capítulo dessa história!
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Depois de ter cruzado com o cara saindo de casa e da minha mina ter me explicado o que rolou, fui direto pro chuveiro tomar um banho porque não aguentava mais o dia que tive.
Eu: Gordi, vou tomar um banho, sabe? Não aguento mais de cansaço, então vou reto pro chuveiro kkkk.
Ela: Tranquilo, amor, vai lá que eu te espero pra você me contar seu dia!
Eu: Você é demais, amor.
Beijei ela e fui tomar banho. Enquanto isso, a Ani saiu correndo pegar o celular pra falar com o cara:
Ani: Fede, puta que pariu, quase que meu namorado nos pega!
Fede: Quem é Fede? Acho que cê se enganou de chat, senhora.
Ani: Qual é, mano, é sério isso.
Fede: Acho que cê tá se enganando, guria. O que eu te falei antes de sair da sua casa? Cê é minha agora, então me trata como deve porque eu estrago tudo, entendeu?
A Ani sentiu um arrepio, mas dos bons, e não conseguiu evitar se sentir meio provocada pela reação do cara.
Ani: Desculpa, amor... errei, é que eu me assustei muito agora.
Fede: Calma, aconteceu algo? Não, então não sei do que cê tem medo.
Ani: Sim, mas e se ele tivesse descoberto?
Fede: Ele nos encontrou saindo da sua casa, não no meio de uma foda ou gozada, não me enche mais o saco, por favor.
Ani: Desculpa, não queria te incomodar.
Fede: Olha, tenho coisas pra fazer, então pega e vai chupar seu namorado. Começa a fazer o que te falei.
Ani: Ehh, ele tá tomando banho, chegou cansado, coitado.
Fede: Bom, então vem aqui em casa que eu arrebento sua buceta.
Ani: Não, não, amor, não... desculpa, já entendi.
Fede: Pronto, faz a sua parte.
A Ani se sentia mal, mas ao mesmo tempo tava com tesão. Tudo que ela vinha vivendo a deixava nessa. Estado de tesão e culpa ao mesmo tempo. Não queria ser escrava do cara, não queria dar a bunda pra ele e muito menos queria continuar me cagando... mas ela "amava" ser tratada assim, sentia a buceta pulsar e ficava toda molhada, e se o cara mandasse ela ficar de quatro e latir, ela duvidava muito que diria não.
Por minha parte, saí do banho e fui direto me trocar. Como ainda era dia, fui pra sala falar com a Ani e contar como foi meu dia. Tinha pensado também em sair pra comer, então com essa ideia na cabeça, fui buscar minha mina.
Y: Gorda, cê tá na sala? Pensei que a gen...
Não consegui terminar a frase porque fiquei duro em todos os sentidos. Ani começou a andar na minha direção, de lingerie e com minha camisa que usei pra trabalhar, aberta. Ainda por cima tinha feito duas maria-chiquinhas que ficaram um arraso e faziam ela parecer uma menininha.
Y: Epa, que isso?
A: Nada, queria surpreender meu namorado. Ele teve um dia muito ruim e merece que alguém mime ele um pouquinho, né? — disse manhosa.
Y: Verdade que não esperava.. haha
Ani chegou perto de mim, ajoelhou e foi tirando minha roupa aos poucos. Começou tirando a calça de futebol que eu tinha vestido e me deixou de cueca. Me olhou e sorriu.
A: Hmm, acho que alguém tá felizão por ver a namorada, né?
Y: Uff, é que você é linda, amor, olha só você!
A: Cala a boca, idiota, cadê meu amiguinho que quero cumprimentar ele?
Falou isso e começou a tirar minha rola da cueca, que já tava dura. De tão presa que tava, saiu disparada e bateu na cara dela, o que pareceu engraçado pra ela porque não parava de sorrir.
Não sei o que tava rolando com ela, fazia um tempão que não a via assim. Claro, eu não sabia de nada naquele momento sobre ela e o cara, e não fazia ideia que tudo isso era ideia do Fede. Muito menos imaginava que, quando eles tinham se encontrado, já tinham transado de todas as maneiras possíveis e o cara tinha ameaçado fazer o que quisesse ou arrebentava a bunda dela.
Obviamente, me deixei levar. Tinha tido um dia de merda no trampo e, ao voltar, minha mina me surpreende com um boquete. Não tinha chance de eu não estar todo sorridente naquele momento, mas alguma coisa não batia.
Y: Uff, amor, o que te deixou assim?
A: Nada, gordinho, senti sua falta e, como vi que você teve um dia ruim, quis animar você — disse ela, me masturbando devagar.
Parecia estranho, olha, ela já fez isso milhares de vezes, hein, não é algo inédito pra gente. Minha dúvida não vinha daí, mas sim que eu notei ela feliz e com tesão, e pensei que talvez a conversa com o cara tivesse deixado ela excitada. Nunca me passou pela cabeça que algo tinha rolado entre os dois, mas sim que, com a conversa, minha mina ficou com tesão e isso motivou ela a querer me "desestressar". Como manda o figurino, perguntei:
Y: Não me diga que você ficou com tesão com a conversa sobre sexo com o cara?
A: Que conversa?
Ela disse isso e deu uma forte lambida na cabeça da minha pica e começou a chupar.
Y: Uffff... amor... diosss.
M: Mmmmm.. mmmm
Y: Você vai me matar, amor, como você consegue chupar assim??
M: Mmmmff.. o que foi, tô fazendo errado? — disse fazendo biquinho—
Y: Nunca poderia chupar mal, sortudo eu que provei... uffff... fruto e azarados aqueles que não podem hahaha
M: Que se fodam, eles não têm essa cock linda... mmmffff
Só quem já provou um boquete da Ani sabe como ela manda bem. Não tô mentindo, sei que todo mundo vai achar que tô exagerando ou que quero fazer ela parecer uma atriz pornô, mas ela capricha pra caralho. Além disso, ela adora fazer isso, curte colocar saliva, gemer e com a cara linda que ela tem, é impossível não gozar seco. Acreditem, os primeiros boquetes no começo do relacionamento duravam segundos...
Ani não falava nada, só se dedicava a chupar meu pau, era como se o objetivo dela fosse me fazer gozar de qualquer jeito, mais do que me fazer aproveitar porque eu tava num dia ruim. A vista era fantástica, a camisa tinha subido um pouco, ela tava com um sutiã apertado que marcava bem aqueles peitos lindos que ela tem e fechava os olhinhos tentando saborear bem o que entrava da minha cock na boca dela.
Y: Puta merda, bebi, tu tá me matando, não aguento mais.
A: ...
Y: Sério, ufff.. que que te.. aahhgg.. que que te deixou assim?
A: Mmmff... —disse tirando ela— nada me deixou assim, amor, senti sua falta.. ahggggck mmmm...
Y: Deus, vou começar a ir embora cada vez mais, assim quando voltar me ufff.. tu me mostra o quanto sentiu minha falta..
A: Mmm.. talvez você pudesse.. mmmmfff mmmm...
Era inacreditável, minha mente tinha ficado em branco, já nem lembrava o que tinha ido falar pra ela. Devem ter passado uns 2 minutos em que fiquei tipo zumbi, sem conseguir reagir, até ouvir barulhos no apartamento do lado e cair em mim. "O cara", lembrei. É verdade, eles tinham começado a falar sobre uma mina e talvez sobre sexo.. precisava continuar investigando por que minha namorada tava tão gostosa assim.
Insisto, talvez por ser otário, talvez por distraído ou burro se quiser, NUNCA pensei que algo tinha rolado entre eles. Só senti que o mais provável era que a conversa com o cara tinha deixado ela assim toda molhada. Ainda mais, quando fazia tempo que não transávamos, seja por causa do trampo, das aulas de academia dela, eu ir jogar futebol.. (ela dando pro cara e eu sem saber), etc.
Parti pra cima de novo, precisava arrancar informação dela e tava curioso.
Y: Amor, ufff.. fala sério, não mente pra mim, você tá assim por causa da conversa com o cara, né?
M: ... —continuava chupando—
Y: Fala, ahhggg.. ele te deixou com tesão? O cara te deixou molhada?
Falei isso do fundo da alma, sem perceber, mas Ani chupou com ainda mais gosto e eu vi ela começar a pegar no peito sozinha quando eu falei do cara.
O prazer do boquete não durou mais, aguentei o máximo que pude, tentei puxar conversa, mas ela ficava calada e só chupava minha pica. Tentei mais de uma vez tirar ela da boca, mas ela fazia força pra continuar chupando... quase como se fosse a missão dela nessa vida.
Me deixei levar, não tentei mais nada nem perguntei nada. Sabia que pelo jeito que ela tava chupando, pela baba que escorria e pelo que minha pica tava "dizendo"... que eu tava prestes a gozar. Avisei ela.
Eu: Ahhhgg.. amor, não aguento mais, vou gozar!
Só aí, Ani tirou a pica da boca e falou comigo.
A: Isso, pai, me dá, goza na boquinha da sua namorada e enche ela toda com seu leitinho gostoso, vai.
QUÊ? Desde quando ela falava assim comigo? Sempre foi mais na dela, mas fazer o quê...
Eu: Ahhhgg, lá vai, lá vai... uuufffff
Ani continuou batendo uma pra mim e eu comecei a gozar. Não foi muito, umas 3 ou 4 esguichadas, bem de boa, que caíram entre a língua dela e parte do rosto.
Ela continuou me masturbando e passando a língua na cabeça do meu pau, até que falou baixinho.
A: "Uff, tanto trampo pra isso?"
Y: Que foi, gorda?
A: Nada, amor, adorei. Como você gozou, hein, tava bem carregadinho.
Y: Kkkk sim, é que eu tava cheio de estresse. Você me matou.
A: Como sempre, muito yummy kkk — disse ela, se lambendo —
Me pareceu que ela passou a mão na boca, como se estivesse se limpando, mas pensei "nah, é coisa da minha cabeça".
Contei o plano que tinha pra ir comer, mas a verdade é que o boquete tinha me acabado e eu tava morrendo de sono. A gente conversou um pouco e eu falei que ia deitar porque não aguentava mais, enquanto ela cozinhava ou pedia algo pra comer.
Passaram umas duas horas, eu ainda apagado, quando a Ani decidiu pedir umas empanadas pra comer. Não tava a fim de cozinhar, também tava cansada, mas com tesão e meio puta com toda a situação. Pediu o que tinha que pedir e combinou que entregariam em uma hora e meia.
Já que tava com o celular na mão, hesitou em mandar uma mensagem pro cara. Não queria encher o saco, mas essa relação de amo-escrava pesava muito e ela queria ficar bem. Decidiu.
Ani: Amo, o que o senhor pediu já foi! Já chupei o pau do meu namorado e fiz ele gozar.
Nada, não teve resposta. Esperou uns minutos e decidiu abrir um vinho pra tomar algo enquanto esperava, com um pouco de decepção, que o cara respondesse ou que eu acordasse da soneca. Olhou o celular de novo e, de repente, o visto da mensagem ficou azul. "Ele leu", pensou.
Fede: Assim que eu gosto, putinha, fazendo o que eu mandei. Me conta, como foi, você gostou?
Ani: Te obedeci, viu? Foi legal, acho...
Fede: Por que tá falando assim? Não foi o que esperava, teu namorado não gozou? Kkkk
Ani: Foi, mas sei lá
Fede: Tô sentindo decepção nas suas palavras? Me conta tudo, com todos os detalhes, hein
Ani começou a contar tudo, minuto a minuto, como foi desde que ele saiu. Contou como tinha chupado o pau dele, de que jeito. como eu saboreio e como foi que gozei na boca dele no final. O cara lia tudo, mas não respondia nada, mesmo quando ela jogava alguma pergunta no final de cada mensagem.
De repente, Fede manda um áudio pra ela. Ani se assustou, porque não queria ouvir no viva-voz. Só faltava eu estar acordado na hora e escutar a voz do cara saindo do celular dela.
Pegou o fone de ouvido, conectou e deu play.
Fede: "Vizinha, vem AGORA pra cá, de regata e fio dental. A porta tá aberta, não bate, não faz nada e não quero desculpas, cê tem 30 segundos."
Minha namorada ficou paralisada, já tinham passado uns minutos desde que foi pegar o fone e conectou. Também ficou com medo de sair de fio dental como ele pediu, porque se depois eu entrasse e estivesse acordado, o que ia me dizer? Mas foda-se, pensou.
Ani pensou em pegar o lixo e jogar fora pra "disfarçar" se eu a visse voltando depois. Fez isso, passou pela porta do cara e sentiu um arrepio, mas também sentiu a buceta pulsando. Na volta, pegou a maçaneta e abriu sem problemas, como o cara tinha dito. Depois de fechar a porta, lembrou do que Fede pediu, então tirou a saia que tava usando e ficou só de regata e fio dental, como o dono dela tinha mandado.
Levou um susto quando sentiu alguém atrás, era ele.
F: "O que eu te falei, puta? Não pedi pra você chegar em 30 segundos? Vem cá, agora você vai pagar pela sua insolência."
Ani se assustou, mas o susto foi embora na hora quando sentiu o cara jogar ela contra a parede, arqueou ela e puxou o fio dental de lado. Aquela demonstração de domínio deixava ela louca, então nesse momento já tava toda molhada e pronta pro que ia rolar.
O cara, sem dizer nada, meteu o pau de uma vez e começou a comer ela com tudo.
A: Ahhh ahhh.. aahhhgg.. deus Fede.. aahhhhh
F: Cala a boca, puta, me deixou esperando, então aguenta aí.
A: Sim, siiiim.. ayyy.. por favor, sim, me castiga.. eu errei.. ahhhggg auuu deeeus...
A: Você veio toda molhada, vizinha, se excitou pensando em como chupou o pau do seu namorado? ufff...
A: N-não.. nãooo.. não me ufff.. excitei por isso ohhhh.. ahhhhhh
F: O que foi, não consegue falar? hein?
A: Ayyyy ayyy.. .si, siiiim.. continua, por favor, continua ahhhhggg
O som dos corpos deles se chocando ecoava por todo o apartamento, mas eles não ligavam pra isso. Ani tava louca, aproveitando a foda, e o cara tava metendo com fúria e com vontade.
Nesse momento, ele não tava nem aí se eu tava acordado, tinha a desculpa de ter saído pra jogar o lixo fora, então se me encontrasse na volta; ia me dizer que saiu e encontrou algum vizinho.
No melhor momento da foda, quando ela sentiu que já ia gozar, o cara parou de repente, enfiou bem fundo e deu um tapa na bunda dela que a fez tremer.
A: AAAAHHHHHHGGG SIIIIIM FEDE
O cara não se mexeu, viu ela se virar e olhar pra ele sorrindo, e tirou o pau.
A: Eyyy.. amor, o que foi?
F: Chupa ele que eu quero gozar.
A: Já? mas eu tô muito perto.. só mais um pouquinho
F: O que eu te falei? desce e chupa ele que eu quero que você tome a porra toda
A: Sim, amor.
Ani desceu e começou a chupar ele, não demorou muito, só um pouco quando Fede interrompeu.
F: Bate uma pra mim, vai, que já vai sair. Quero encher sua carinha e sua boca de porra ufffff
A: A carinha também? hahahaha
F: Vai, tá saindo, tá vaaaai.. aahhhh aahhggg sim, toda puta, todaa...
Ani bateu uma pra ele enquanto o cara jorrava jato após jato de porra. Um foi no olho, o que ao invés de irritar ela, fez ela rir da situação. Ela tava encantada com o jeito que o cara tratava ela, então se deixou encher de porra. Depois, com um dedo, juntou parte do que tinha no rosto e levou à boca pra saborear.
A: Ahh... siii, que linda com Fede, adoro o gosto dele e como você encheu minha carinha.
F: É? Que bom, agora sai da minha casa.
A: O quê?
F: É, quero que você saia e vá pra sua casa assim mesmo.
A: Não, você é louco, e se meu namorado estiver acordado... ele me mata... NOS mata! Não faz isso comigo.
F: Foda-se, é sua culpa por não vir quando eu peço. A gente tinha um acordo e eu fui muito claro. Ou você faz o que eu mando sem reclamar, ou já sabe o que acontece.
A: M-mas...
F: O que foi, Anabela?
A: Você vai me fazer de putinha... — disse ela de cabeça baixa —
F: Vai, anda... e se ele não te achar, quero que hoje à noite você dê pra ele gostoso. Coloca um conjuntinho bonito e come ele.
A: Mas não quero, a gente já transou muito hoje e...
Fede olhou desafiador e bravo. Ani percebeu o erro e só concordou.
F: Sai da minha casa, vai. Amanhã, quando seu namorado for embora, você vem e me conta tudo, ok?
A: Sim, amor.
Ani saiu do apartamento e percebeu que ainda estava de fio dental, toda molhada e bagunçada. Aliviou-se ao ver que não tinha ninguém e rapidamente vestiu a saia que estava na mão. Assim, com o rosto molhado e cheio de porra... entrou devagar no nosso apê.
Suspirou aliviada ao ver que ele não estava e que ainda dava pra ouvir meus roncos ao fundo. "A puta da mãe", pensou... Cada vez, Fede pedia coisas mais pesadas e a qualquer momento podiam ser pegos, mas ela não conseguia se livrar da tesão que sentia por ele.
A campainha do delivery me acordou, percebi o quanto estava tarde e saí voando da cama. Ani me explicou que tinha pedido empadas porque estava cansada e pediu pra eu ir arrumando a mesa, enquanto ela descia pra pegar o pedido. Quis me matar, tinha deixado ela sozinha com tudo, enquanto eu dormi a soneca da minha vida... e pra piorar, foi depois do boquete maravilhoso que ela me fez.
Quando ela voltou, eu já tinha arrumado a mesa e pedido a sobremesa. Quis pelo menos fazer algo legal e pedi Franui, que ela adora, como se fosse pra "mimar" ela um pouco. A real é que... Também tinha pensado em transar, não por vontade porque tava morto, mas a Ani merecia.
O jantar passou numa boa, a gente conversou um pouco sobre meu dia, ela me contou uma fofoca das amigas dela e depois da sobremesa, que ela agradeceu com um beijo e um abraço. A real é que o dia tinha sido longo, então a Ani se desculpou pra ir tomar banho e demorou um tempão no chuveiro. Da minha parte, revisei umas paradas do trampo e fui pra cama com o notebook pra continuar.
Não sei quanto tempo passou, talvez meia hora, quando ouço a Ani sair do banho. Pra minha GRATA surpresa, que quase fez eu mandar tudo pra puta que pariu, a Ani saiu com um conjunto preto fantástico e uma espécie de roupão, casaquinho, pareô (sou péssimo pra isso) branco e transparente.
E: Uffa, love, e essa surpresa?
A: Mmmm, cê gostou? É pra você, gordão?
Ela falou isso de costas pra mim e começou a levantar a roupa pra me mostrar parte da bundinha minúscula que vestia uma tanguinha preta e branca de infarto.
Y: Não, neném, para, como você vai fazer isso comigo? Quer que eu morra?
A: Hahaha cala a boca, bobo, ninguém vai morrer aqui!
Y: Sim, eu vou morrer de amor por você! Olha só o que você é, não faz sentido o quanto minha namorada é gostosa.. que sorte que eu tenho.
A: Mmm valeu, gordo.. é que sua namorada sentiu sua falta e quer passar uma noite com você.
Evidentemente, a Ani tinha seguido à risca as instruções do cara. Não tinha namorada nenhuma que sentia falta do parceiro, e também não existia aquela raiva que ela teve quando voltou com aquele facial na cara do cara.
Y: Bom, seu namorado também sentiu muito sua falta, sabia?
A: Só você? — ela falou com voz de bebê.
Y: Não, só eu não... haha.
A: Mmm, dá pra ver que tem alguém que sentiu falta de todas nós — ela disse sorrindo.
Deus, aquele sorriso! Quando a Ani te olha com vontade, de lingerie e sorri pra você, dá vontade de casar, ter filhos, cachorros, casinha no campo com a cerca branca, o filme inteiro você monta na cabeça. Não consigo explicar o que é isso.
A: Mmm vem, amor, chega mais perto da caminha.
Eu, que tinha me levantado pra largar o computador, não perdi tempo e tirei tudo pra ir até onde minha namorada estava, com a pica dura.
Minha namorada, sentada na cama, com os peitos quase aparecendo e com a cara mais de putona que ela consegue fazer, pegou minha pica e, depois de lamber, como quem vai comer um doce, babou a mão pra começar a bater uma punheta devagarzinho.
Y: Uff, amor... que lindo
A: Humm, oi bebê, quanto tempo que não te tenho só pra mim... — falava pro meu pau
Y: É verdade, faz tempo que não temos uma noite pra... uff... a gente
A: Sim, é verdade, a gente merece isso, né?
Y: Sim, desculpa, amor, por estar tão distante
A: Não precisa me pedir desculpa, bebê... somos um time e estamos juntos na alegria e na tristeza... né, bebê? — de novo pro meu pau
Y: Tá brincando com ele, hein, sentiu falta dele?
A: Como não vou sentir falta dessa pica linda?
Ano não perdeu mais tempo, simplesmente pegou meu pau, passou a língua na cabeça e começou a chupar de um jeito descomunal.
Y: Ahhhgg, amor siii... que boceta quentinha você tem hoje, tá um fogo...
A: Mmmhmmm... -consigo dizer-
Y: Não pensei que você podia ficar tão tesuda... ufff... adoro... ahhhggg siii
A: Eu gosto mais da sua pica...
Y: Você é a única que aguenta essa pica, bebê...
A: Como assim, a única? -disse se fazendo de ciumenta-
Y: Jajajaja, você me entende...
A: Sim sim, se faz de besta e eu corto ela fora.
Terminou de dizer isso e voltou ao ataque... o movimento da cabeça dela já era antinatural, eu ia gozar seco e não podia deixar isso acontecer porque quero comer ela. Peguei a pica, tirei e comecei a beijar a boca dela. Ela correspondeu ao beijo, mas não parecia tão afim de ficar se beijando porque continuava procurando minha pica com a mão.
Ela cortou o beijo seco e me olhou
A: Deita, que eu quero essa pica dentro.
Y: Ufff... senhor, sim senhor! -falei igual soldado-
Deitei e vi ela toda perfeita, tirando a calcinha fio dental com sensualidade. Ela jogou pra mim e, como bom punheteiro, peguei, dei um beijo nela antes de jogar de lado. Ani riu do que eu fiz e se aproximou de mim.
Y: Vem cá, bebê, quero ver essa carinha linda enquanto a gente fode.
A: Nono, hoje não... hoje quero assim
Disse isso e virou de costas, procurou minha pica e foi sentando devagar. Ufff, que prazer ver essa raba descendo e essa buceta apertada engolindo minha pica aos poucos. Ani começou a pular de leve e depois a mexer a cintura em círculos, como se tivesse rebolando com minha pica dentro.
Y: Aii, Deus, amor, você me mata... que lindo como você tá me comendo... uffff
A: Ahhhgg.. cê gosta, amor? Mmmm.. que lindo como você me enche..
Y: Sim, adoro... ahhhh.. te adoro, amor..
A: Mmmm...
Y: Epa, e eu? não vai falar a mesma coisa pra mim?
A: Hahaha você também, amor.. já ahhhhh.. você s-sabe.. ufff
Y: Sim hehe, mas é bom ouvir dessa boquinha
A: Mmm é? você quer outra coisa com essa boquinha..
Y: Eu quero tudo com essa boquinha, amor..
A: Ahhh.. simmm assimm.. tão fundo você chega, mmmm...
Ani estava do jeito que eu queria, não parava de me comer e nessa posição, sei que ela sente mais fundo do que de costume. Fiquei olhando pra ela, coisa que fiz errado porque senti que ia gozar a qualquer momento. Ela percebeu, porque se virou, me olhou sorrindo e mordendo o lábio e começou a mexer mais rápido os quadris em círculo.
Y: Ahhhggg, amor, vou gozar, para, por favor, quero aproveitar mais.
A: Não, não, calma, hoje é seu dia, você merece isso. Vem, tira ela e vem.
Ani se levantou do meu pau e ficou de joelhos. Eu me aproximei porque sabia o que ela queria e coloquei o pau perto da boca dela de novo. Não sei quanto tempo passou, devem ter sido meros segundos dela chupando ou batendo uma pra mim quando avisei que ia gozar.
Y: Amor, uffff... vou gozar, vou gozar de novo, já... já...
A: Isso, isso, me dá, por favor, de novo... tudo na boquinha, enche a boquinha da puta da sua namorada mais uma vez, vai...
Achei estranho como ela estava falando, ela não costumava ser assim, pelo contrário. Apesar de a gente conversar durante o sexo, ser tão direta e sem filtro não era normal. Não liguei, estava prestes a gozar e foi o que fiz. De novo, gozei na boca da minha Ani, que recebia cada jato com gosto.
A: Mmm sim, amor, que delícia... ahhhhgg...
Ani continuou me punhetando um pouco mais enquanto eu sentia que ia desmaiar e minhas pernas tremiam. Pra ser sincero, fazia muito tempo que não via minha namorada assim, talvez porque a gente não transava há um tempão e isso fez com que ela agisse desse jeito. Também podia ser que a conversa com o cara a deixou assim... infelizmente, não consegui evitar ter aquele pensamento desnecessário de novo, é verdade, mas fazer o quê.
Ani não parava de me olhar e sorrir. Quando voltou, envolveu a cabeça da minha pica com a língua e enfiou tudo na boca. Deus, de verdade, ela ia me matar.
Y: Pra amor, é que eu tô sensível já..
A: Ayy desculpa gordinha, é que me empolguei kkkk.
Y: Tudo bem, ufff.. deixa eu deitar que não aguento mais.
A: Claro, fica tranquila. Vou dar uma limpada nessa bagunça kk.
Y: Você é a melhor amor, te amo!
A: Eu também..
Disse isso e foi, acho que apaguei na hora, então não vi mais nada. Depois de lavar o rosto e escovar os dentes, Ani se deitou do meu lado e pegou o celular pra avisar "o dono dela" que já tinha feito o que ele pediu.
Ani: Fede, já foi, já tirei todo o leite dele como você mandou..
Ani: Desculpa, dono.. desculpa desculpa
Fede: Boa vizinha, assim que eu gosto, não deixa teu namorado sem gozar. E aí, como foi?
Ani: Estranho.. sei lá, não curti muito, tive que fingir um pouco.
Fede: Como fingir? com um pau desse tamanho você fingiu?
Ani: E daí que ele tem um pau grande? isso não significa nada..
Fede: A gente até pensa que sim vizinha, que um pau desse ia te arrebentar toda e fazer você gozar mil vezes.
Ani: Bom não, não foi assim.. não é a mesma coisa, com você eu gozo muito mais
Fede: Com meu pau?
Ani: Com seu lindo pau, sim..
Fede: Olha como você se entregou sua putinha hein
Ani: É sua culpa dono, você me deixou assim.. e eu ainda tô com tesão..
Fede: Claro, já que você não curtiu nada..
Ani: Posso passar na sua casa rapidinho? (emoji de piscada)
Fede: Não, tô muito cansado, vem amanhã de manhã e a gente toma café junto
Ani: Você vai fazer café da manhã pra mim?
Fede: Você sabe o que vai tomar no café..
Ani: Mmm.. tão gostoso como sempre!
Sem mais, aqui vai mais um capítulo dessa história!
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Depois de ter cruzado com o cara saindo de casa e da minha mina ter me explicado o que rolou, fui direto pro chuveiro tomar um banho porque não aguentava mais o dia que tive.
Eu: Gordi, vou tomar um banho, sabe? Não aguento mais de cansaço, então vou reto pro chuveiro kkkk.
Ela: Tranquilo, amor, vai lá que eu te espero pra você me contar seu dia!
Eu: Você é demais, amor.
Beijei ela e fui tomar banho. Enquanto isso, a Ani saiu correndo pegar o celular pra falar com o cara:
Ani: Fede, puta que pariu, quase que meu namorado nos pega!
Fede: Quem é Fede? Acho que cê se enganou de chat, senhora.
Ani: Qual é, mano, é sério isso.
Fede: Acho que cê tá se enganando, guria. O que eu te falei antes de sair da sua casa? Cê é minha agora, então me trata como deve porque eu estrago tudo, entendeu?
A Ani sentiu um arrepio, mas dos bons, e não conseguiu evitar se sentir meio provocada pela reação do cara.
Ani: Desculpa, amor... errei, é que eu me assustei muito agora.
Fede: Calma, aconteceu algo? Não, então não sei do que cê tem medo.
Ani: Sim, mas e se ele tivesse descoberto?
Fede: Ele nos encontrou saindo da sua casa, não no meio de uma foda ou gozada, não me enche mais o saco, por favor.
Ani: Desculpa, não queria te incomodar.
Fede: Olha, tenho coisas pra fazer, então pega e vai chupar seu namorado. Começa a fazer o que te falei.
Ani: Ehh, ele tá tomando banho, chegou cansado, coitado.
Fede: Bom, então vem aqui em casa que eu arrebento sua buceta.
Ani: Não, não, amor, não... desculpa, já entendi.
Fede: Pronto, faz a sua parte.
A Ani se sentia mal, mas ao mesmo tempo tava com tesão. Tudo que ela vinha vivendo a deixava nessa. Estado de tesão e culpa ao mesmo tempo. Não queria ser escrava do cara, não queria dar a bunda pra ele e muito menos queria continuar me cagando... mas ela "amava" ser tratada assim, sentia a buceta pulsar e ficava toda molhada, e se o cara mandasse ela ficar de quatro e latir, ela duvidava muito que diria não.
Por minha parte, saí do banho e fui direto me trocar. Como ainda era dia, fui pra sala falar com a Ani e contar como foi meu dia. Tinha pensado também em sair pra comer, então com essa ideia na cabeça, fui buscar minha mina.
Y: Gorda, cê tá na sala? Pensei que a gen...
Não consegui terminar a frase porque fiquei duro em todos os sentidos. Ani começou a andar na minha direção, de lingerie e com minha camisa que usei pra trabalhar, aberta. Ainda por cima tinha feito duas maria-chiquinhas que ficaram um arraso e faziam ela parecer uma menininha.
Y: Epa, que isso?
A: Nada, queria surpreender meu namorado. Ele teve um dia muito ruim e merece que alguém mime ele um pouquinho, né? — disse manhosa.
Y: Verdade que não esperava.. haha
Ani chegou perto de mim, ajoelhou e foi tirando minha roupa aos poucos. Começou tirando a calça de futebol que eu tinha vestido e me deixou de cueca. Me olhou e sorriu.
A: Hmm, acho que alguém tá felizão por ver a namorada, né?
Y: Uff, é que você é linda, amor, olha só você!
A: Cala a boca, idiota, cadê meu amiguinho que quero cumprimentar ele?
Falou isso e começou a tirar minha rola da cueca, que já tava dura. De tão presa que tava, saiu disparada e bateu na cara dela, o que pareceu engraçado pra ela porque não parava de sorrir.
Não sei o que tava rolando com ela, fazia um tempão que não a via assim. Claro, eu não sabia de nada naquele momento sobre ela e o cara, e não fazia ideia que tudo isso era ideia do Fede. Muito menos imaginava que, quando eles tinham se encontrado, já tinham transado de todas as maneiras possíveis e o cara tinha ameaçado fazer o que quisesse ou arrebentava a bunda dela.Obviamente, me deixei levar. Tinha tido um dia de merda no trampo e, ao voltar, minha mina me surpreende com um boquete. Não tinha chance de eu não estar todo sorridente naquele momento, mas alguma coisa não batia.
Y: Uff, amor, o que te deixou assim?
A: Nada, gordinho, senti sua falta e, como vi que você teve um dia ruim, quis animar você — disse ela, me masturbando devagar.
Parecia estranho, olha, ela já fez isso milhares de vezes, hein, não é algo inédito pra gente. Minha dúvida não vinha daí, mas sim que eu notei ela feliz e com tesão, e pensei que talvez a conversa com o cara tivesse deixado ela excitada. Nunca me passou pela cabeça que algo tinha rolado entre os dois, mas sim que, com a conversa, minha mina ficou com tesão e isso motivou ela a querer me "desestressar". Como manda o figurino, perguntei:
Y: Não me diga que você ficou com tesão com a conversa sobre sexo com o cara?
A: Que conversa?
Ela disse isso e deu uma forte lambida na cabeça da minha pica e começou a chupar.
Y: Uffff... amor... diosss. M: Mmmmm.. mmmm
Y: Você vai me matar, amor, como você consegue chupar assim??
M: Mmmmff.. o que foi, tô fazendo errado? — disse fazendo biquinho—
Y: Nunca poderia chupar mal, sortudo eu que provei... uffff... fruto e azarados aqueles que não podem hahaha
M: Que se fodam, eles não têm essa cock linda... mmmffff
Só quem já provou um boquete da Ani sabe como ela manda bem. Não tô mentindo, sei que todo mundo vai achar que tô exagerando ou que quero fazer ela parecer uma atriz pornô, mas ela capricha pra caralho. Além disso, ela adora fazer isso, curte colocar saliva, gemer e com a cara linda que ela tem, é impossível não gozar seco. Acreditem, os primeiros boquetes no começo do relacionamento duravam segundos...
Ani não falava nada, só se dedicava a chupar meu pau, era como se o objetivo dela fosse me fazer gozar de qualquer jeito, mais do que me fazer aproveitar porque eu tava num dia ruim. A vista era fantástica, a camisa tinha subido um pouco, ela tava com um sutiã apertado que marcava bem aqueles peitos lindos que ela tem e fechava os olhinhos tentando saborear bem o que entrava da minha cock na boca dela.
Y: Puta merda, bebi, tu tá me matando, não aguento mais. A: ...
Y: Sério, ufff.. que que te.. aahhgg.. que que te deixou assim?
A: Mmmff... —disse tirando ela— nada me deixou assim, amor, senti sua falta.. ahggggck mmmm...
Y: Deus, vou começar a ir embora cada vez mais, assim quando voltar me ufff.. tu me mostra o quanto sentiu minha falta..
A: Mmm.. talvez você pudesse.. mmmmfff mmmm...
Era inacreditável, minha mente tinha ficado em branco, já nem lembrava o que tinha ido falar pra ela. Devem ter passado uns 2 minutos em que fiquei tipo zumbi, sem conseguir reagir, até ouvir barulhos no apartamento do lado e cair em mim. "O cara", lembrei. É verdade, eles tinham começado a falar sobre uma mina e talvez sobre sexo.. precisava continuar investigando por que minha namorada tava tão gostosa assim.
Insisto, talvez por ser otário, talvez por distraído ou burro se quiser, NUNCA pensei que algo tinha rolado entre eles. Só senti que o mais provável era que a conversa com o cara tinha deixado ela assim toda molhada. Ainda mais, quando fazia tempo que não transávamos, seja por causa do trampo, das aulas de academia dela, eu ir jogar futebol.. (ela dando pro cara e eu sem saber), etc.
Parti pra cima de novo, precisava arrancar informação dela e tava curioso.
Y: Amor, ufff.. fala sério, não mente pra mim, você tá assim por causa da conversa com o cara, né?
M: ... —continuava chupando—
Y: Fala, ahhggg.. ele te deixou com tesão? O cara te deixou molhada?
Falei isso do fundo da alma, sem perceber, mas Ani chupou com ainda mais gosto e eu vi ela começar a pegar no peito sozinha quando eu falei do cara.
O prazer do boquete não durou mais, aguentei o máximo que pude, tentei puxar conversa, mas ela ficava calada e só chupava minha pica. Tentei mais de uma vez tirar ela da boca, mas ela fazia força pra continuar chupando... quase como se fosse a missão dela nessa vida.Me deixei levar, não tentei mais nada nem perguntei nada. Sabia que pelo jeito que ela tava chupando, pela baba que escorria e pelo que minha pica tava "dizendo"... que eu tava prestes a gozar. Avisei ela.
Eu: Ahhhgg.. amor, não aguento mais, vou gozar!
Só aí, Ani tirou a pica da boca e falou comigo.
A: Isso, pai, me dá, goza na boquinha da sua namorada e enche ela toda com seu leitinho gostoso, vai.
QUÊ? Desde quando ela falava assim comigo? Sempre foi mais na dela, mas fazer o quê...
Eu: Ahhhgg, lá vai, lá vai... uuufffff
Ani continuou batendo uma pra mim e eu comecei a gozar. Não foi muito, umas 3 ou 4 esguichadas, bem de boa, que caíram entre a língua dela e parte do rosto.
Ela continuou me masturbando e passando a língua na cabeça do meu pau, até que falou baixinho.A: "Uff, tanto trampo pra isso?"
Y: Que foi, gorda?
A: Nada, amor, adorei. Como você gozou, hein, tava bem carregadinho.
Y: Kkkk sim, é que eu tava cheio de estresse. Você me matou.
A: Como sempre, muito yummy kkk — disse ela, se lambendo —
Me pareceu que ela passou a mão na boca, como se estivesse se limpando, mas pensei "nah, é coisa da minha cabeça".
Contei o plano que tinha pra ir comer, mas a verdade é que o boquete tinha me acabado e eu tava morrendo de sono. A gente conversou um pouco e eu falei que ia deitar porque não aguentava mais, enquanto ela cozinhava ou pedia algo pra comer.
Passaram umas duas horas, eu ainda apagado, quando a Ani decidiu pedir umas empanadas pra comer. Não tava a fim de cozinhar, também tava cansada, mas com tesão e meio puta com toda a situação. Pediu o que tinha que pedir e combinou que entregariam em uma hora e meia.
Já que tava com o celular na mão, hesitou em mandar uma mensagem pro cara. Não queria encher o saco, mas essa relação de amo-escrava pesava muito e ela queria ficar bem. Decidiu.
Ani: Amo, o que o senhor pediu já foi! Já chupei o pau do meu namorado e fiz ele gozar.
Nada, não teve resposta. Esperou uns minutos e decidiu abrir um vinho pra tomar algo enquanto esperava, com um pouco de decepção, que o cara respondesse ou que eu acordasse da soneca. Olhou o celular de novo e, de repente, o visto da mensagem ficou azul. "Ele leu", pensou.
Fede: Assim que eu gosto, putinha, fazendo o que eu mandei. Me conta, como foi, você gostou?
Ani: Te obedeci, viu? Foi legal, acho...
Fede: Por que tá falando assim? Não foi o que esperava, teu namorado não gozou? Kkkk
Ani: Foi, mas sei lá
Fede: Tô sentindo decepção nas suas palavras? Me conta tudo, com todos os detalhes, hein
Ani começou a contar tudo, minuto a minuto, como foi desde que ele saiu. Contou como tinha chupado o pau dele, de que jeito. como eu saboreio e como foi que gozei na boca dele no final. O cara lia tudo, mas não respondia nada, mesmo quando ela jogava alguma pergunta no final de cada mensagem.
De repente, Fede manda um áudio pra ela. Ani se assustou, porque não queria ouvir no viva-voz. Só faltava eu estar acordado na hora e escutar a voz do cara saindo do celular dela.
Pegou o fone de ouvido, conectou e deu play.
Fede: "Vizinha, vem AGORA pra cá, de regata e fio dental. A porta tá aberta, não bate, não faz nada e não quero desculpas, cê tem 30 segundos."
Minha namorada ficou paralisada, já tinham passado uns minutos desde que foi pegar o fone e conectou. Também ficou com medo de sair de fio dental como ele pediu, porque se depois eu entrasse e estivesse acordado, o que ia me dizer? Mas foda-se, pensou.
Ani pensou em pegar o lixo e jogar fora pra "disfarçar" se eu a visse voltando depois. Fez isso, passou pela porta do cara e sentiu um arrepio, mas também sentiu a buceta pulsando. Na volta, pegou a maçaneta e abriu sem problemas, como o cara tinha dito. Depois de fechar a porta, lembrou do que Fede pediu, então tirou a saia que tava usando e ficou só de regata e fio dental, como o dono dela tinha mandado.
Levou um susto quando sentiu alguém atrás, era ele.
F: "O que eu te falei, puta? Não pedi pra você chegar em 30 segundos? Vem cá, agora você vai pagar pela sua insolência."
Ani se assustou, mas o susto foi embora na hora quando sentiu o cara jogar ela contra a parede, arqueou ela e puxou o fio dental de lado. Aquela demonstração de domínio deixava ela louca, então nesse momento já tava toda molhada e pronta pro que ia rolar.
O cara, sem dizer nada, meteu o pau de uma vez e começou a comer ela com tudo.
A: Ahhh ahhh.. aahhhgg.. deus Fede.. aahhhhh F: Cala a boca, puta, me deixou esperando, então aguenta aí.
A: Sim, siiiim.. ayyy.. por favor, sim, me castiga.. eu errei.. ahhhggg auuu deeeus...
A: Você veio toda molhada, vizinha, se excitou pensando em como chupou o pau do seu namorado? ufff...
A: N-não.. nãooo.. não me ufff.. excitei por isso ohhhh.. ahhhhhh
F: O que foi, não consegue falar? hein?
A: Ayyyy ayyy.. .si, siiiim.. continua, por favor, continua ahhhhggg
O som dos corpos deles se chocando ecoava por todo o apartamento, mas eles não ligavam pra isso. Ani tava louca, aproveitando a foda, e o cara tava metendo com fúria e com vontade.
Nesse momento, ele não tava nem aí se eu tava acordado, tinha a desculpa de ter saído pra jogar o lixo fora, então se me encontrasse na volta; ia me dizer que saiu e encontrou algum vizinho.
No melhor momento da foda, quando ela sentiu que já ia gozar, o cara parou de repente, enfiou bem fundo e deu um tapa na bunda dela que a fez tremer.
A: AAAAHHHHHHGGG SIIIIIM FEDE
O cara não se mexeu, viu ela se virar e olhar pra ele sorrindo, e tirou o pau.
A: Eyyy.. amor, o que foi?
F: Chupa ele que eu quero gozar.
A: Já? mas eu tô muito perto.. só mais um pouquinho
F: O que eu te falei? desce e chupa ele que eu quero que você tome a porra toda
A: Sim, amor.
Ani desceu e começou a chupar ele, não demorou muito, só um pouco quando Fede interrompeu.
F: Bate uma pra mim, vai, que já vai sair. Quero encher sua carinha e sua boca de porra ufffff
A: A carinha também? hahahaha
F: Vai, tá saindo, tá vaaaai.. aahhhh aahhggg sim, toda puta, todaa...
Ani bateu uma pra ele enquanto o cara jorrava jato após jato de porra. Um foi no olho, o que ao invés de irritar ela, fez ela rir da situação. Ela tava encantada com o jeito que o cara tratava ela, então se deixou encher de porra. Depois, com um dedo, juntou parte do que tinha no rosto e levou à boca pra saborear.
A: Ahh... siii, que linda com Fede, adoro o gosto dele e como você encheu minha carinha. F: É? Que bom, agora sai da minha casa.
A: O quê?
F: É, quero que você saia e vá pra sua casa assim mesmo.
A: Não, você é louco, e se meu namorado estiver acordado... ele me mata... NOS mata! Não faz isso comigo.
F: Foda-se, é sua culpa por não vir quando eu peço. A gente tinha um acordo e eu fui muito claro. Ou você faz o que eu mando sem reclamar, ou já sabe o que acontece.
A: M-mas...
F: O que foi, Anabela?
A: Você vai me fazer de putinha... — disse ela de cabeça baixa —
F: Vai, anda... e se ele não te achar, quero que hoje à noite você dê pra ele gostoso. Coloca um conjuntinho bonito e come ele.
A: Mas não quero, a gente já transou muito hoje e...
Fede olhou desafiador e bravo. Ani percebeu o erro e só concordou.
F: Sai da minha casa, vai. Amanhã, quando seu namorado for embora, você vem e me conta tudo, ok?
A: Sim, amor.
Ani saiu do apartamento e percebeu que ainda estava de fio dental, toda molhada e bagunçada. Aliviou-se ao ver que não tinha ninguém e rapidamente vestiu a saia que estava na mão. Assim, com o rosto molhado e cheio de porra... entrou devagar no nosso apê.
Suspirou aliviada ao ver que ele não estava e que ainda dava pra ouvir meus roncos ao fundo. "A puta da mãe", pensou... Cada vez, Fede pedia coisas mais pesadas e a qualquer momento podiam ser pegos, mas ela não conseguia se livrar da tesão que sentia por ele.
A campainha do delivery me acordou, percebi o quanto estava tarde e saí voando da cama. Ani me explicou que tinha pedido empadas porque estava cansada e pediu pra eu ir arrumando a mesa, enquanto ela descia pra pegar o pedido. Quis me matar, tinha deixado ela sozinha com tudo, enquanto eu dormi a soneca da minha vida... e pra piorar, foi depois do boquete maravilhoso que ela me fez.
Quando ela voltou, eu já tinha arrumado a mesa e pedido a sobremesa. Quis pelo menos fazer algo legal e pedi Franui, que ela adora, como se fosse pra "mimar" ela um pouco. A real é que... Também tinha pensado em transar, não por vontade porque tava morto, mas a Ani merecia.
O jantar passou numa boa, a gente conversou um pouco sobre meu dia, ela me contou uma fofoca das amigas dela e depois da sobremesa, que ela agradeceu com um beijo e um abraço. A real é que o dia tinha sido longo, então a Ani se desculpou pra ir tomar banho e demorou um tempão no chuveiro. Da minha parte, revisei umas paradas do trampo e fui pra cama com o notebook pra continuar.
Não sei quanto tempo passou, talvez meia hora, quando ouço a Ani sair do banho. Pra minha GRATA surpresa, que quase fez eu mandar tudo pra puta que pariu, a Ani saiu com um conjunto preto fantástico e uma espécie de roupão, casaquinho, pareô (sou péssimo pra isso) branco e transparente.
E: Uffa, love, e essa surpresa?
A: Mmmm, cê gostou? É pra você, gordão?
Ela falou isso de costas pra mim e começou a levantar a roupa pra me mostrar parte da bundinha minúscula que vestia uma tanguinha preta e branca de infarto.
Y: Não, neném, para, como você vai fazer isso comigo? Quer que eu morra?A: Hahaha cala a boca, bobo, ninguém vai morrer aqui!
Y: Sim, eu vou morrer de amor por você! Olha só o que você é, não faz sentido o quanto minha namorada é gostosa.. que sorte que eu tenho.
A: Mmm valeu, gordo.. é que sua namorada sentiu sua falta e quer passar uma noite com você.
Evidentemente, a Ani tinha seguido à risca as instruções do cara. Não tinha namorada nenhuma que sentia falta do parceiro, e também não existia aquela raiva que ela teve quando voltou com aquele facial na cara do cara.
Y: Bom, seu namorado também sentiu muito sua falta, sabia?
A: Só você? — ela falou com voz de bebê.
Y: Não, só eu não... haha.
A: Mmm, dá pra ver que tem alguém que sentiu falta de todas nós — ela disse sorrindo.
Deus, aquele sorriso! Quando a Ani te olha com vontade, de lingerie e sorri pra você, dá vontade de casar, ter filhos, cachorros, casinha no campo com a cerca branca, o filme inteiro você monta na cabeça. Não consigo explicar o que é isso.
A: Mmm vem, amor, chega mais perto da caminha.
Eu, que tinha me levantado pra largar o computador, não perdi tempo e tirei tudo pra ir até onde minha namorada estava, com a pica dura.
Minha namorada, sentada na cama, com os peitos quase aparecendo e com a cara mais de putona que ela consegue fazer, pegou minha pica e, depois de lamber, como quem vai comer um doce, babou a mão pra começar a bater uma punheta devagarzinho.
Y: Uff, amor... que lindo A: Humm, oi bebê, quanto tempo que não te tenho só pra mim... — falava pro meu pau
Y: É verdade, faz tempo que não temos uma noite pra... uff... a gente
A: Sim, é verdade, a gente merece isso, né?
Y: Sim, desculpa, amor, por estar tão distante
A: Não precisa me pedir desculpa, bebê... somos um time e estamos juntos na alegria e na tristeza... né, bebê? — de novo pro meu pau
Y: Tá brincando com ele, hein, sentiu falta dele?
A: Como não vou sentir falta dessa pica linda?
Ano não perdeu mais tempo, simplesmente pegou meu pau, passou a língua na cabeça e começou a chupar de um jeito descomunal.
Y: Ahhhgg, amor siii... que boceta quentinha você tem hoje, tá um fogo...A: Mmmhmmm... -consigo dizer-
Y: Não pensei que você podia ficar tão tesuda... ufff... adoro... ahhhggg siii
A: Eu gosto mais da sua pica...
Y: Você é a única que aguenta essa pica, bebê...
A: Como assim, a única? -disse se fazendo de ciumenta-
Y: Jajajaja, você me entende...
A: Sim sim, se faz de besta e eu corto ela fora.
Terminou de dizer isso e voltou ao ataque... o movimento da cabeça dela já era antinatural, eu ia gozar seco e não podia deixar isso acontecer porque quero comer ela. Peguei a pica, tirei e comecei a beijar a boca dela. Ela correspondeu ao beijo, mas não parecia tão afim de ficar se beijando porque continuava procurando minha pica com a mão.
Ela cortou o beijo seco e me olhou
A: Deita, que eu quero essa pica dentro.
Y: Ufff... senhor, sim senhor! -falei igual soldado-
Deitei e vi ela toda perfeita, tirando a calcinha fio dental com sensualidade. Ela jogou pra mim e, como bom punheteiro, peguei, dei um beijo nela antes de jogar de lado. Ani riu do que eu fiz e se aproximou de mim.
Y: Vem cá, bebê, quero ver essa carinha linda enquanto a gente fode.
A: Nono, hoje não... hoje quero assim
Disse isso e virou de costas, procurou minha pica e foi sentando devagar. Ufff, que prazer ver essa raba descendo e essa buceta apertada engolindo minha pica aos poucos. Ani começou a pular de leve e depois a mexer a cintura em círculos, como se tivesse rebolando com minha pica dentro.
Y: Aii, Deus, amor, você me mata... que lindo como você tá me comendo... uffff A: Ahhhgg.. cê gosta, amor? Mmmm.. que lindo como você me enche..
Y: Sim, adoro... ahhhh.. te adoro, amor..
A: Mmmm...
Y: Epa, e eu? não vai falar a mesma coisa pra mim?
A: Hahaha você também, amor.. já ahhhhh.. você s-sabe.. ufff
Y: Sim hehe, mas é bom ouvir dessa boquinha
A: Mmm é? você quer outra coisa com essa boquinha..
Y: Eu quero tudo com essa boquinha, amor..
A: Ahhh.. simmm assimm.. tão fundo você chega, mmmm...
Ani estava do jeito que eu queria, não parava de me comer e nessa posição, sei que ela sente mais fundo do que de costume. Fiquei olhando pra ela, coisa que fiz errado porque senti que ia gozar a qualquer momento. Ela percebeu, porque se virou, me olhou sorrindo e mordendo o lábio e começou a mexer mais rápido os quadris em círculo.
Y: Ahhhggg, amor, vou gozar, para, por favor, quero aproveitar mais. A: Não, não, calma, hoje é seu dia, você merece isso. Vem, tira ela e vem.
Ani se levantou do meu pau e ficou de joelhos. Eu me aproximei porque sabia o que ela queria e coloquei o pau perto da boca dela de novo. Não sei quanto tempo passou, devem ter sido meros segundos dela chupando ou batendo uma pra mim quando avisei que ia gozar.
Y: Amor, uffff... vou gozar, vou gozar de novo, já... já...
A: Isso, isso, me dá, por favor, de novo... tudo na boquinha, enche a boquinha da puta da sua namorada mais uma vez, vai...
Achei estranho como ela estava falando, ela não costumava ser assim, pelo contrário. Apesar de a gente conversar durante o sexo, ser tão direta e sem filtro não era normal. Não liguei, estava prestes a gozar e foi o que fiz. De novo, gozei na boca da minha Ani, que recebia cada jato com gosto.
A: Mmm sim, amor, que delícia... ahhhhgg...Ani continuou me punhetando um pouco mais enquanto eu sentia que ia desmaiar e minhas pernas tremiam. Pra ser sincero, fazia muito tempo que não via minha namorada assim, talvez porque a gente não transava há um tempão e isso fez com que ela agisse desse jeito. Também podia ser que a conversa com o cara a deixou assim... infelizmente, não consegui evitar ter aquele pensamento desnecessário de novo, é verdade, mas fazer o quê.
Ani não parava de me olhar e sorrir. Quando voltou, envolveu a cabeça da minha pica com a língua e enfiou tudo na boca. Deus, de verdade, ela ia me matar.
Y: Pra amor, é que eu tô sensível já.. A: Ayy desculpa gordinha, é que me empolguei kkkk.
Y: Tudo bem, ufff.. deixa eu deitar que não aguento mais.
A: Claro, fica tranquila. Vou dar uma limpada nessa bagunça kk.
Y: Você é a melhor amor, te amo!
A: Eu também..
Disse isso e foi, acho que apaguei na hora, então não vi mais nada. Depois de lavar o rosto e escovar os dentes, Ani se deitou do meu lado e pegou o celular pra avisar "o dono dela" que já tinha feito o que ele pediu.
Ani: Fede, já foi, já tirei todo o leite dele como você mandou..
Ani: Desculpa, dono.. desculpa desculpa
Fede: Boa vizinha, assim que eu gosto, não deixa teu namorado sem gozar. E aí, como foi?
Ani: Estranho.. sei lá, não curti muito, tive que fingir um pouco.
Fede: Como fingir? com um pau desse tamanho você fingiu?
Ani: E daí que ele tem um pau grande? isso não significa nada..
Fede: A gente até pensa que sim vizinha, que um pau desse ia te arrebentar toda e fazer você gozar mil vezes.
Ani: Bom não, não foi assim.. não é a mesma coisa, com você eu gozo muito mais
Fede: Com meu pau?
Ani: Com seu lindo pau, sim..
Fede: Olha como você se entregou sua putinha hein
Ani: É sua culpa dono, você me deixou assim.. e eu ainda tô com tesão..
Fede: Claro, já que você não curtiu nada..
Ani: Posso passar na sua casa rapidinho? (emoji de piscada)
Fede: Não, tô muito cansado, vem amanhã de manhã e a gente toma café junto
Ani: Você vai fazer café da manhã pra mim?
Fede: Você sabe o que vai tomar no café..
Ani: Mmm.. tão gostoso como sempre!
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Esperando la parte 11