Zuko sentiu a energia nerviosa percorrendo seu corpo enquanto esperava no ginásio reservado para os Guerreiros Mundiais nos dias que antecediam o próximo torneo, aguardando que sua parceira de treino terminasse de se trocar e se juntasse a ele. Com sorte, ele não faria papel de bobo. Não era que ele duvidasse de sua capacidade de acompanhar o ritmo. Talvez ele fosse mais novo no circuito de guerreiros mundiais do que a maioria dos participantes do próximo torneo, mas ele havia conquistado seu lugar ali. Uma guerreira tão habilidosa e famosa quanto ela não o teria convidado para treinar com ela nos últimos dias se não achasse que ele fosse bom o suficiente para ficar perto dela. O problema era que ele estava completamente apaixonado por ela. Claro, ele não estava sozinho. Chun-Li tinha uma das maiores bases de fãs entre todos os lutadores de Street Fighter, e não era só por sua habilidade. Ela era uma mulher linda, a combinação perfeita de beleza e força, na opinião de Zuko. Ele já a admirava e achava ela incrivelmente gostosa, e ela tinha sido gentil com ele em suas interações nos meses desde que ele entrou no circuito. Mas esses últimos dias de treinos regulares e sparring um a um com ela fizeram com que o que era uma paixonite menor, porém controlável, se transformasse em uma paixão avassaladora. No entanto, nunca daria em nada. Por um lado, Chun-Li tinha quase o dobro de sua idade. Zuko estava na casa dos vinte e poucos anos e vinha assistindo Chun-Li lutar em torneios desde que era criança. Ela também tinha a reputação de ser uma mulher que evitava ter relacionamentos românticos ou sexuais com qualquer um de seus colegas lutadores. Não era como se ela não tivesse tido muitas opções ao longo dos anos, e mesmo agora. Ela não tinha dado a Zuko nenhuma razão para pensar que o via como algo mais do que um lutador mais novo de quem ela gostava e respeitava o suficiente para treinar junto. Zuko se sentia honrado por treinar com alguém tão lendária quanto Chun-Li, e eu não queria fazer nada que estragasse tudo. Eu teria que manter este treino profissional e torcer para que ela não percebesse o quanto eu estava apaixonado por ela. Zuko ergueu o olhar quando ela saiu do vestiário. Quase gemeu ao ver o que ela estava vestindo. Esconder sua atração por ela já tinha sido bem difícil quando treinaram com ela usando seu conjunto habitual de moletom com capuz e uma calça de yoga (caralho, essa mulher sabia como preencher uma calça de yoga!). Mas desta vez ela estava vestida de forma diferente. O moletom com capuz tinha sumido, e tudo que ela usava da cintura para cima era um top esportivo azul. O top obviamente era projetado para dar suporte, não estilo, mas esta era a melhor visão que ele tinha tido dos peitos lindos da Chun-Li pessoalmente. Também mostrava a forma fenomenal que ela tinha. Embora ele não soubesse sua idade exata, dava para ver há quanto tempo ela participava dos eventos World Warrior e deduzir que ela tinha uns 50 anos ou por aí. No entanto, você nunca saberia olhando para o corpo dela. Essa mulher estava em uma forma fenomenal para qualquer idade. Porra, aqueles abdominais eram incríveis! Ela tinha preenchido aquelas calças de yoga extremamente bem, mas os shorts azuis apertados de ginástica que ela vestia hoje eram ainda mais tentadores que seu traje habitual. Ele podia ver suas pernas longas e poderosas e aquelas coxas enormes que inspiraram milhões de fantasias em homens jovens por cerca de três décadas. Como se isso não fosse suficiente, ele viu por acaso como aqueles shorts ficavam por trás, graças a um dos espelhos instalados ao longo das paredes das estações de exercícios. Os shorts mal cobriam sua bunda grande, e ele já podia imaginar com que facilidade eles amassariam ou ficariam presos enquanto ela se exercitava. — Pronto para aquecer, parceiro? — perguntou Chun-Li enquanto caminava até ele. Ela dedicou-lhe o mesmo sorriso amigável que mostrara todos os dias anteriores, aparentemente alheia ao fato de que ele a encarava com luxúria em seu traje esportivo novo e mais revelador. —Ah, é —disse Zuko. Sua voz soou anormalmente aguda —. Vamos aquecer. —Ele fez o possível para não olhar para seu peito coberto apenas pelo top esportivo, ou para os músculos que davam peso à sua antiga afirmação de ser a mulher mais forte do mundo. Ela não fazia essa jactância há pelo menos vinte anos, mas se dissesse de novo, não via quem provasse que ela estava errada. —Ótimo! —Chun-Li parou diante dele e então se virou, dando-lhe as costas. Agora ele podia ver muito mais do que apenas um vislumbre de seus shorts pequenos e justos que tentavam bravamente cobrir seu bumbum enorme. Ele tentou não olhar, mas quem diabos conseguiria manter o olhar erguido quando uma bunda daquelas estava ali para ser apreciada? Como se essa já não fosse uma visão suficientemente tentadora, Chun-Li começou a alongar braços e pernas diante dele e finalmente se curvou para baixo, num esforço de tocar os dedos dos pés. Zuko lambeu os lábios e fitou seu corpo forte, sexy e quase nu se alongando à sua frente. Ele nem se deu ao trabalho de tentar não olhar. A essa altura, já era um feito conseguir não gemer alto. —Ei, quer fazer uma pressão nas minhas costas? —ela perguntou, ainda curvada. Zuko fechou os olhos, tentando descobrir como diabos iria superar isso sem armar uma barraca na calça e fazer papel de bobo diante de uma mulher que ele admirava e desejava na mesma medida. — “Quer tornar esse treino interessante?”, perguntou Chun-Li depois de se juntar a ele dentro do ringue de luta no centro da academia. —O que você tem em mente? —perguntou Zuko, distraído. Ele não estava no seu melhor durante o treino, mas não podia culpá-lo por isso. Ela parecia estar tocando nele e pedindo para ser tocada muito mais durante o treino de hoje do que nas primeiras vezes que tinham treinado juntos. No entanto, provavelmente tudo estava na cabeça dele. Ele não tinha percebido o quão íntimos muitos exercícios e alongamentos em dupla podiam ser até fazê-los com a Chun-Li de top esportivo e shorts curtinhos. Ele tinha feito o possível para manter a compostura e não olhar descaradamente demais para o corpo dela ou deixar transparecer o quanto estava afetado por todos os toques. Ele achava a Chun-Li gostosa pra caralho, sim, mas ainda a admirava também e não queria desrespeitá-la. No entanto, ela não estava facilitando a concentração no treino, mesmo que não tivesse a intenção de distraí-lo. "Os dois melhores de três", ela afirmou, colocando os braços atrás das costas e se alongando, empurrando as costas e o peito para frente. Zuko engoliu seco e tentou não encarar. "O vencedor pode fazer o perdedor fazer o que quiser." Zuko tinha certeza de que ela só tinha dito isso como um desafio brincalhão, e a condição dela se ganhasse seria algo simples como ele carregar a bolsa de treino dela ou algo assim. Mas ele não conseguia evitar que a imaginação dele fugisse do controle. O corpo dela o tinha distraído a manhã toda, e as palavras podiam ser interpretadas de forma sugestiva sem muito esforço. Ela até tinha dado um sorrisinho e dito a palavra "o que quiser" com tanta ênfase que ele sentiu que ela podia ter umas ideias divertidas na cabeça, mesmo que tivesse mantido os pensamentos profissionais até agora. Já que a mente dele tinha estado longe de ser pura a manhã toda, nem precisava dizer que o desafio dela colocou umas ideias bem específicas e explícitas na cabeça dele. Mas ele não podia deixar transparecer. Chun-Li estava desafiando ele para uma aposta amigável para animar a luta de treino no ringue, e ele não podia deixar ela saber que ele imaginava ajoelhá-la e comê-la contra as cordas se ganhasse. "Você tá pronto", disse.
—Ótimo. — Chun-Li sorriu e assumiu sua postura de luta característica. — Vamos, Zuko.Zuko caiu de joelhos, ofegante, segurando as costelas que acabavam de receber um chute. Mesmo sem usar toda sua força, havia um poder imenso nas pernas dela.
— Foi uma boa luta, Zuko — disse ela. Ainda em pé, sua respiração estava mais pesada do que seria se ele não a tivesse empurrado legitimamente algumas vezes. — Você luta bem e está melhorando a cada dia.
— Obrigado — respondeu ele. Realmente tinha sido um bom combate. Ele até venceu o segundo round, forçando este terceiro e decisivo. Mas, no final, ela prevaleceu. — Treinar com você tem me ajudado muito.
— Fico feliz em poder ajudar — disse ela, sorrindo. Aos poucos, seu sorriso foi se desfazendo, transformando-se numa expressão provocadora. — Bem, acho que fizemos uma aposta antes da luta, não foi?
— Sim — ele confirmou, acenando com a cabeça. — Não esqueci. Me diga o que você quer que eu faça. Precisa de um tempo para pensar?
— Ah, definitivamente não — Chun-Li riu. — Eu já sabia o que ia fazer você fazer antes mesmo de propor o desafio.
Para sua surpresa, Chun-Li enfiou os polegares na cintura do short e o puxou para baixo, junto com a calcinha preta que usava por baixo. Ela tirou as peças, chutou-as para o lado e, sob o olhar incrédulo de Zuko, apoiou as costas nas cordas e abriu as pernas, permitindo que ele visse melhor sua buceta exposta.
— Vem aqui e me come — exigiu, ainda sorrindo para ele.
Zuko a encarou, ainda muito surpreso para se mover, e ela balançou a cabeça com impaciência.
— Você me ouviu. Rasteje até aqui e ponha essa boca para trabalhar, garoto.
Surpreendentemente, a imaginação desenfreada de Zuko sobre o que o vencedor da aposta poderia pedir não tinha sido tão exagerada assim. Não era apenas sua fascinação por ela, mas a excitação que vinha acumulando durante uma manhã inteira treinando com ela de short e top justo. O sutiã esportivo fez com que ele visse e ouvisse coisas que não estavam lá. Chun-Li realmente queria algo, e estava esperando que ele cumprisse. Assim que Zuko superou a surpresa, ajoelhou-se aos pés de Chun-Li, colocou a cabeça entre suas pernas musculosas e mergulhou. Chun-Li riu e baixou as mãos até sua cabeça enquanto ele enfiava a língua e lambia sua buceta deliciosa com entusiasmo.
— Você está bem animado, né? — disse ela.
Zuko demonstrou o quanto estava animado lambendo sua buceta e levantando as mãos para agarrar sua bunda. Apalpar sua bunda grande foi uma bênção para ele, obviamente, mas também permitiu que ele aproximasse sua buceta ainda mais. Não era a primeira garota a quem ele fazia sexo oral, mas Zuko comeu Chun-Li com toda a emoção de um jovem que não conseguia acreditar que estava realmente fazendo algo tão incrível.
Felizmente para os dois, embora ele tivesse o entusiasmo de um homem que considerava comer Chun-Li um privilégio em vez de uma obrigação, também possuía a habilidade de alguém que já havia feito isso várias vezes no passado e aprendido a fazer direito.
— Porra! — gemeu Chun-Li quando sua boca encontrou o caminho até seu clitóris. Suas mãos puxaram seu cabelo preto curto e suas pernas se abriram um pouco mais. — Isso, garoto! Lambe esse clitóris! Lambe! Caralho, sua língua é muito melhor que qualquer brinquedo idiota! Vamos, lambe!
Zuko moveu a língua contra o clitóris de Chun-Li e ouviu seus gemidos e suspiros ficarem cada vez mais altos e profundos. Ele já havia satisfeito mulheres o suficiente com sua boca para saber quando estava levando uma ao ponto do orgasmo.
Que fosse Chun-Li fazendo esses barulhos e puxando seu cabelo era tão incrível quanto inesperado, mas ele não deixou a realidade de para quem estava lambendo a buceta atrapalhar seu caminho.
Continuou lambendo seu clitóris até que ela colocou as mãos na parte de trás de sua cabeça, manteve-o no lugar e gozou por todo seu rosto. com um gemido longo e forte. Chun-Li arquejou quando ele começou a lamber seu clitóris novamente, momentos depois que seu orgasmo terminasse. A maioria das garotas precisaria de uma pausa depois disso, mas ele podia sentir que as necessidades de Chun-Li nem perto de estarem satisfeitas. Ele continuou mirando seu clitóris, só que agora o pegou entre seus lábios e o chupou. Ela gritou e seus quadris se moveram contra seu rosto sem controle enquanto ele a chupava. Sua corcunda dificultava permanecer no lugar, mas Zuko não ia deixar nada atrapalhar, não quando estava no meio de proporcionar tanto prazer à mulher mais velha e sexy por quem ele estava completamente apaixonado. Ele continuou chupando diligentemente seu clitóris até que Chun-Li ejaculou em seu rosto e em sua boca pela segunda vez. Ela não lhe deu a opção de tentar um terceiro orgasmo porque suas mãos empurraram sua cabeça para fora de entre suas coxas. Por um momento, ele pensou que ela pediria uma pausa até olhar em seus olhos. Aquele não era o olhar de uma mulher que precisava recuperar o fôlego. Chun-Li ainda parecia pronta para a batalha. —Deite de costas —ela ordenou. Zuko obedeceu sem pensar duas vezes e respirou fundo enquanto observava Chun-Li se agachar para tirar as calças de treino e a calcinha. —Nossa, nossa —murmurou, olhando para seu pênis que se projetava no ar. Ela colocou a mão em volta dele e deu uma pequena apertada, fazendo-o gemer. —Fiz a escolha certa ao te desafiar, não foi? —Ela não esperou por uma resposta. Chun-Li também tirou a camisa por precaução, e então se levantou, se virou e sentou em seu rosto. No momento em que sentiu sua buceta pousar em seu rosto, Zuko enfiou a língua e começou a lambê-la novamente. —Acho que não preciso te dizer para continuar me comendo —ela disse com uma risada rouca. —Bom. Apenas certifique-se de manter essa energia e não afrouxar uma vez que eu começar a retribuir o favor. Os olhos de Zuko se abriu com antecedência, mas ela não o fez esperar muito. Esticou seu corpo numa posição 69 e levou a cabeça do seu pau à boca. Zuko não era o único homem que se perguntava que talento Chun-Li poderia ter com a boca; longe disso. Mas ele se tornou um dos poucos sortudos a apreciar em primeira mão o quão bem a veterana Guerreira Mundial sabia chupar um pau. Não havia nenhum vínculo tangível que sugerisse que ela tivesse tido algum relacionamento sério com alguém ao longo dos anos, e ela também não tinha fama de ser uma mulher que saísse por aí dando. No entanto, ela definitivamente sabia o que estava fazendo. A cabeça de Chun-Li balançou sobre seu pau rapidamente, engolindo mais da metade do seu comprimento com facilidade, apesar de quão grosso ele era. Todas as garotas com quem ele tinha estado tinham tido dificuldade em levar essa parte do pau até a garganta; a maioria nem sequer tentava e se concentrava apenas em satisfazer a cabeça. Mas os lábios de Chun-Li deslizaram para cima e para baixo em seu pau sem nenhum problema. Ela balançou a cabeça sobre seu pau, lambeu e beijou toda a glande e por todo o seu eixo, e até passou algum tempo trabalhando suas bolas.
Foi o suficiente para representar um risco sério de distração, mas Zuko seguiu seu aviso e se concentrou em satisfazê-la. Que ele já a tivesse feito gozar duas vezes com a boca antes dela sentar em seu rosto era irrelevante para ele. Ela o havia alertado para não relaxar só porque ela estava o deleitando com suas consideráveis habilidades de chupar pau, e na mente de Zuko, isso significava que era sua responsabilidade não apenas continuar comendo sua buceta, mas comê-la até outro orgasmo enquanto ela estivesse ali. Zuko, que já havia visto por si mesmo o quão receptiva ela era à estimulação do clitóris, não perdeu tempo em partir para o ataque. Logo ele tinha o clitóris de Chun-Li novamente entre seus lábios para a mesma sucção que a levara ao segundo clímax, e também colocou os dedos na brincadeira, enfiando os dedos indicador e médio dentro dela e adicionando uma dedada para acompanhar a sucção do clitóris. Com Zuko tão determinado como sempre a satisfazer sua amante mais velha, ele conseguiu superar as distrações causadas pela adoração molhada e descuidada de seu pau e levá-la ao seu terceiro orgasmo pós-treino. Suas pernas se apertaram em volta de sua cabeça enquanto ela gozava em sua boca, embora felizmente não o apertasse com toda sua força. Pernas tão fortes poderiam tê-lo esmagado facilmente se ela realmente tentasse. Depois de seu terceiro orgasmo, Chun-Li parecia mais determinada do que nunca a satisfazê-lo com a boca. Sua cabeça começou a se mover ainda mais rápido sobre ele, e seus lambejos e sucções demonstravam quanto esforço ela estava colocando nisso. Nenhuma mulher jamais tinha chupado o pau de Zuko com tanta habilidade ou determinação, e não era surpresa que logo ele descobrisse suas barreiras desmoronando. —Vou gozar logo —ele gemeu em aviso. Não tinha certeza se ela podia ouvi-lo claramente com sua cabeça ainda presa entre suas pernas, mas ela respondeu a sua advertência, levando seu pau até o fundo da garganta e mantendo-o ali. Zuko gemeu em sua buceta e se entregou, abraçando o orgasmo mais intenso que teve em muito tempo, se não o maior de todos. Mas Chun-Li manteve seu pau em sua garganta e engoliu até a última gota de porra que jorrou de seu pau, chupando tudo o mais rápido que pôde. —Bom aquecimento —disse momentos depois, após afastar a boca de seu pau e levantar-se de seu rosto. Nem mesmo três orgasmos foram suficientes para saciar o tesão de Chun-Li, porque ela sentou-se de cavalgada em seu colo e começou a esfregar-se contra seu pau logo depois de tirar sua buceta de seu rosto. Zuko normalmente precisaria de mais alguns minutos antes de estar pronto para mais, mas ele desejou essa mulher por tanto tempo que seu atrito insistente contra seu pau foi suficiente para reanimá-lo rapidamente. Chun-Li sorriu satisfeita quando sentiu ele endurecer entre suas pernas, e rapidamente aproveitou sua última ereção. Ela enfiou a mão entre suas pernas para segurar seu pau enquanto levantava os quadris e o alinhava, e então se deixou cair novamente para enfiá-lo dentro dela. Zuko gemeu ao sentir sua buceta apertada deslizando sobre seu pau. —Gostou, garoto? —Chun-Li sorriu para ele e colocou as mãos em seus ombros. Zuko só conseguiu acenar com a cabeça. Era incrível, e o ritmo rápido e a cavalgada intensa que ela impôs assim que se deixou cair só intensificaram a sensação. Chun-Li não estava apenas montando em seu pau; ela estava tomando posse dele. Seus quiques agressivos, seus grunhidos e o som de pele contra pele enquanto ela batia nele pareciam mais apropriados num ringue de luta do que numa cama macia. Assim como ela havia tomado a iniciativa e dado o golpe final no terceiro e último round de seu combate de treino, parecia que ela estava tentando dominar seu corpo e drenar até a última gota de sua resistência cada vez que se chocava para enfiar seu pau dentro de sua buceta. A única esperança de Zuko para sobreviver era se envolver mais e ficar mais ativo, e como ela estava por cima dele e curtindo ao máximo a cavalgada, ele decidiu que a melhor maneira de revidar era com as mãos. Começou alcançando seus peitos e brincando com seus mamilos, o que ela parecia gostar. Ela adorava quando seus dedos esfregavam seus mamilos, mas, como ele esperava, foi apertá-los entre seus dedos que provocou os gemidos mais altos de Chun-Li. Esta não era uma mulher que queria carícias suaves. Ela estava lá para foder, e como havia escolhido Zuko para satisfazer suas necessidades, cabia a ele acompanhar sua intensidade. A brincadeira com os seios e mamilos tinha sido mais um prelúdio do que qualquer outra coisa, porque seu verdadeiro alvo estava mais abaixo. Ele deixou a mão esquerda em seu peito, mas baixou a direita para brincar com seu clitóris enquanto ela o cavalgava. Chun-Li semicerrou os olhos e o encarou enquanto saltava sobre ele com mais força, quase como se o estivesse desafiando a continuar. Zuko respeitava a força dessa mulher, mas já era tarde demais para recuar. Ele havia se comprometido com esse ataque e iria até o fim. Pressionou alguns dedos contra seu clitóris e o esfregou com firmeza, confiando que seus instintos estavam certos. — Ahhh! — Chun-Li jogou a cabeça para trás e seus saltos pararam quando o prazer da liberação a percorreu pela quarta vez naquela manhã. Ela sentou-se ereta com seu pau ainda enterrado até o talo dentro dela e seu corpo tremeu enquanto curtia outro orgasmo em suas mãos. Zuko não se considerava necessariamente um expert quando se tratava de sexo, mas agora se sentia bastante satisfeito consigo mesmo. Fazer Chun-Li gozar quatro vezes foi suficientemente gratificante para que ele não se importasse se esse último orgasmo tivesse drenado suas últimas forças, mesmo que isso significasse que ele não pudesse Gozar de novo. Mas ela ainda não tinha acabado. Ele achou que sim quando ela desceu do seu pau, mas a ideia mal teve tempo de surgir na cabeça dele antes que ela se pusesse de quatro no ringue de luta. Ela se afastou dele, balançando aquele traseiro gigantesco e magnífico de um lado para o outro, de forma tentadora. — Hora de mais uma rodada, Zuko — disse ela. — Dessa vez é a sua vez de atacar. Vamos ver com que força você consegue me foder.Zuko, como a maioria dos membros do circuito de guerreiros do mundo, não era do tipo que recuava diante de um desafio, e este se mostrou um desafio que fez seu sangue bombear e seu corpo se encher de determinação. Parte de ser um lutador de rua era aprender a cavar fundo e continuar dando o seu melhor mesmo quando quase não restava mais nada, e Zuko estava decidido a estar à altura desse legado agora. Seu corpo estava coberto de suor e sua respiração saía dos pulmões em gemidos pesados, mas nada disso o impediria de foder a Chun-Li com toda a força que pudesse.
Ele se arrastou até atrás dela, ajoelhou-se na lona, agarrou seus quadris e enfiou seu pau direto dentro de sua buceta. Não fazia sentido rodeios ou penetrá-la com enfiadas lentas e superficiais. Desde o começo, a foda pós-treino deles tinha sido tão intensa e quente quanto a luta em si, e era assim que Zuko prosseguiria agora. Ele agarrou aqueles quadris largos que faziam incontáveis homens babarem e a fodeu com força, enterrando seu pau fundo em sua buceta molhada com o mesmo tipo de determinação agressiva que havia sido tão abundante enquanto ela quicava em seu pau. Ele sabia que Chun-Li aprovaria aquele ritmo exigente, mas ela deixou claro o quanto estava gostando da foda brutal ao gemer e até mesmo empurrar o corpo para trás, ao encontro de suas estocadas. Ela tinha dito que era a vez dele atacar, mas não o surpreendeu que ela permanecesse ativa mesmo enquanto ele a fodia a cachorrinho. De pé, no ar, de costas ou de quatro, Chun-Li não sabia fazer nada além de revidar. —Isso! —disse entre grunhidos. —Me come! Me come e bate na minha bunda!
Se a Chun-Li queria que ele batesse na sua bunda, Zuko ficaria mais do que feliz em satisfazê-la. Ele, como tantos outros, já havia contemplado com admiração aquela bunda enorme muitas vezes, e recentemente teve o privilégio de vê-la de perto e até tocá-la. Mas agora ele poderia viver as fantasias de tantos homens e mulheres ao retirar sua mão do quadril de Chun-Li, balançando-a no ar e aterrissando-a naquelas nádegas grandes e grossas. Chun-Li gemeu com a primeira palmada, e Zuko garantiu que seguiu com várias outras, alternando de uma nádega para a outra e depois de volta, dando muitas palmadas firmes em ambas as bundas grandes. Ele olhou para baixo e observou sua bunda enorme tremer com a força de sua mão batendo nela, hipnotizado pela visão. Sempre foi fascinante ver o movimento da bunda da Chun-Li quando ela estava em ação, mas ver suas nádegas nuas ondulando com suas palmadas deu a Zuko uma nova apreciação de quão sexy uma bunda grande em movimento poderia ser. —Isso, isso, isso! —Chun-Li gritou e bateu na colchonete com a mão enquanto as enfiadas e palmadas de Zuko a levavam a outro clímax. De outra mulher, Zuko poderia ter interpretado como ela se rendendo, cedendo ao cansaço e à superestimulação. Mas ele nem diminuiu a velocidade de suas enfiadas, nem parou suas palmadas. Chun-Li era a mulher mais forte do mundo e também a mais gostosa, no que dizia respeito a ele. Ela não se renderia ao cansaço ou ao prazer até que seu corpo cedesse, e ele não pararia de foder ou bater nela até que a luta terminasse de uma vez por todas. O próximo orgasmo que ele provocou nela, depois de vários minutos a mais de enfiadas e palmadas agressivas, veio acompanhado de um gemido de prazer muito mais fraco. O cansaço e os orgasmos repetidos estavam a alcançando agora, mas ela ainda não estava pronta para se render. Ela se esticou para trás para empurrá-lo, mas assim que ele saiu dela, ela se virou de costas e o puxou para cima dela, empurrando seu pau de volta dentro de sua buceta. O sexo missionário era um clássico, mas o sexo missionário enquanto as pernas poderosas de Chun-Li envolviam sua cintura mudava tanto a dinâmica que poderia muito bem ser uma posição completamente nova. Suas pernas apertando-o o faziam lutar por cada enfiada, mas ele superou a tensão e começou a meter freneticamente nela, tão disposto a desistir quanto ela. Suas bocas se encontraram em um beijo molhado enquanto colocavam tudo o que tinham restado nesse sexo missionário no meio do ringue. A língua de Zuko abriu caminho dentro de sua boca, e ele levantou as mãos para apalpar os peitões de Chun-Li. Como o resto dela, e ele, seus seios estavam cobertos de suor, e isso só o fez apertá-los com mais força. Ele a tinha levado a isso. Não precisava apenas imaginar como seria tocar, beijar ou foder a mulher mais velha e sexy. Foi ele quem tinha treinado com Chun-Li, ele quem a tinha deixado sem fôlego, levado-a a orgasmo após orgasmo e tinha seu corpo fenomenal pronto para se render. Zuko não conseguiu avisá-la quando seu orgasmo chegou. Suas bocas estavam muito juntas e suas pernas grossas apertavam muito seu corpo para que ele sequer pensasse em se retirar. No entanto, a verdade é que ele não tinha nenhum interesse em se retirar. Ele gemeu, apertou os mamilos de Chun-Li entre seus dedos e deu seu próprio golpe final na forma de uma enorme gozada em sua garganta. Ele já tinha jorrado bastante sêmen em sua garganta antes, o que parecia muitas lutas atrás agora, mas a quantidade de porra que inundou a buceta de Chun-Li agora tinha que ser ainda mais longa e grossa do que a que ele tinha dado para ela engolir. Quanto a finais de combate, ele não conseguia imaginar nada melhor. Dar a Chun-Li uma gozada grossa em sua buceta era mais gratificante do que qualquer luta que ele tinha vencido desde que se juntou ao circuito, isso era certeza. Chun-Li quase desmaiou no final, e ele não estava muito melhor. Eles terminaram ofegantes e abraçados, fazendo uma bagunça de suor na lona enquanto recuperavam o fôlego. Zuko estava feliz que a maioria de seus companheiros Guerreiros Mundiais não acordassem cedo, e os que acordavam não frequentavam muito a academia. Já que pessoas como Ryu preferiam meditar no parque, não havia ninguém por perto que pudesse interromper a incrível sessão de treino que ele acabara de ter com sua linda namorada. — Faz tempo que estou apaixonada por você, sabia? — disse Chun-Li vários minutos depois, depois de recuperar um pouco o fôlego. A cabeça de Zuko se ergueu levemente da lona para olhá-la enquanto ela usava seu peito como travesseiro. — Sério? — Sua voz soava rouca e fraca, mostrando o quanto isso o tinha desgastado. Ela assentiu contra seu peito. — Sim — disse ela —. E eu percebi que você estava me olhando, então soube que também estava interessado em mim. Mas você nunca percebeu nenhuma das minhas tentativas de flertar. — Ela riu —. Talvez eu não tenha prática. Então decidi fazer o que sei fazer de melhor e te levar para o ringue. — Fico feliz que você tenha feito isso — disse ele. Seu braço direito estava em volta de sua cintura, segurando-a gostosa e suada contra ele, e ele deixou sua mão descer para apertar sua bunda grande —. Eu te aceito quando quiser.




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