Eu tento acalmar ela. "Mãe, não é pra tanto. Não dá importância. Não aconteceu nada comigo." Eu tentava fazer com que minha mãe não fizesse uma loucura. Mas conhecendo ela, sabia perfeitamente que ela não ia ficar de braços cruzados. E ela não ia deixar, com o orgulho que tinha de ser uma mulher conhecida, que batessem no filho dela daquele jeito. Ela me disse que ia resolver esse problema. Mãe... "Vamos ver se esse tal de Touro é tão bravo assim comigo", disse minha mãe, incrédula, sem imaginar o que a esperava. Mais tarde, ela preparou a comida e, enquanto comíamos, toda irritada, me disse que ia botar um ponto final naquele babaca. Ela disse que ia resolver tudo com aquele valentão. Continuamos comendo e, quando terminei, fui fazer minha lição de casa. Na hora, vi minha mãe sair arrumada. Ela vestia um vestido justo, nada escandaloso, com umas sandálias muito bonitas, e me disse que ia comprar umas coisas e, de quebra, ia na casa daquele tal de Touro falar com os pais dele e resolver as coisas. Claro, eu com um sorrisinho no canto da boca, desejei boa sorte. Eu confiava plenamente na minha mãe e sabia que ela ia me defender daquele bullying.
Dalila dirigia em direção à casa do valentão do filho dela. Ela estava muito segura de si e sabia que ia colocar ele no lugar dele. Afinal, ela dizia que jamais permitiria que alguém batesse no seu amado filho. Ela estacionou o carro na frente da casa daquele moleque e foi até a porta. Bateu duas vezes e esperou. Ninguém saiu. Bateu de novo e, novamente, ninguém saiu. Irritada, resmungou: "Poxa, pra completar, essa família idiota não está em casa." Bateu pela última vez e, quando já ia embora, a porta se abriu. Dalila viu que na frente dela apareceu um moleque de pele preta, com uma cara de bandido. Por um momento, Dalila pensou que tinha se enganado de casa. Aquele moleque não parecia ter a idade do filho dela. Ele parecia mais um marginal. "O que cê quer, gostosa?", foram as palavras do Touro. Dalila reagiu surpresa. Esperava um moleque normal, da mesma compleição do filho dela, não aquele marginal. Dalila... Ehm... tô na casa dos García, perguntando pra mulher, meio nervosa, olhando pro moleque. Ela raramente se intimidava, mas tinha algo naquele garoto que a deixava assim. Precisava criar coragem e proteger o filho dela.
— Toro... que gostoso, mas meus pais não tão em casa agora. Se veio cobrar alguma coisa, vai ter que voltar outro dia, haha.
— Dalila... não, não vim cobrar nada. Só quero falar com eles. Sou a mãe do Ariel, e imagino que você deve ser o que bateu nele — ela recriminou, com cara de brava.
— Toro... ohhh, então você é a mãe daquele idiota? Uff, se eu soubesse antes... mas entra, senhora. Meus pais não tão, mas pode falar comigo. Olha, o que aconteceu com seu filhote tem um motivo. Entra, entra — o Toro convidou a mulher pra entrar.
Ela não tava muito segura se entrava ou não, porque queria falar com os pais dele, mas agora não estavam. Decidiu entrar, depois daria um jeito de falar com os pais do Toro, mas por enquanto ia botar ele no lugar. Assim que entraram na casa, o Toro fechou a porta e convidou ela pra sentar. Depois que os dois sentaram, Dalila começou a recriminar ele, porque tava muito puta com o que ele fez com o filho dela. Começou a xingar ele, chamando de idiota e de aproveitador. O Toro só olhava pra ela, ignorando tudo que ela dizia. A mulher só reparava nos peitões enormes dela, que mesmo cobertos por aquele vestido, era impossível não notar. Já imagina ela chupando a pica dele.
Dalila continua ameaçando ele, dizendo que tá ali pra defender o filho e um monte de outras coisas, mas aos poucos vai se calando, porque percebe que o Toro nem se incomoda com as reclamações dela. Ele só olha pra ela com cara de safado e um sorriso perverso. A mulher começa a ficar nervosa, pensando que ao ameaçar o moleque, ele ia acabar pedindo desculpas, mas o Toro só fez levantar, abriu uma cerveja e ficou na frente dela, bem perto. Dalila começa a analisar a situação e percebe que tá sozinha na casa. Daquele valentão e que não foi a melhor ideia ter entrado sozinha, ela se arrepende por ser tão iludida e, um pouco assustada, olha para o touro que está de pé na frente dela. Touro... então a mamãe tem que vir defender o inútil do filho. Olha, senhora, vou ser bem claro: nessa escola, eu faço o que quero, e a escória do seu filho me faltou com respeito. Então decidi que ele vai ser meu saco de pancada, e agradeça que só dei uma surra nele pra aprender. A mulher não podia acreditar no que aquele abusado estava dizendo; ela jamais deixaria alguém como ele bater no filho dela. A situação era diferente agora: a mulher estava assustada com a relação do touro, sabia que tinha que sair dali o mais rápido possível e que o melhor seria denunciar esse valentão. Tentou se levantar, mas o touro impediu. Dalila, nervosa, disse que o melhor era ela ir embora e que resolveria quando os pais dele estivessem presentes. De novo, o touro impediu que ela se levantasse. O touro mencionou que por enquanto ela não ia a lugar nenhum e que o problema teria que ser resolvido agora. Ele se aproxima mais dela, deixando a parte do pau dele bem perto do rosto da mulher. Não acha, senhora? Jejeje. Dalila está muito nervosa, não esperava por essa situação e se vê encurralada. O touro expõe a situação: diz que não vai parar de bater no filho dela, ainda mais porque ela o ameaçou. Se ela pensar em denunciá-lo, quem vai pagar o pato é o filho dela. O medo tomou conta da mulher; agora ela estava realmente assustada. Não podia acreditar que a ex-jogadora profissional de vôlei estava sendo humilhada daquele jeito. E viu o touro se tocando no pau por cima da calça, enquanto ele dizia que havia uma solução para ele deixar o filho dela em paz e nunca mais encher o saco. Dalila pensou que ele ia pedir dinheiro em troca de parar de bater no filho. Ela se acalmou um pouco, porque via uma boa saída, desde que pudesse sair dali e proteger o filho. Dalila... me diz, qual é essa solução? Você quer dinheiro? Posso te dar. Uma boa quantia pra você deixar meu filho em paz… (a mulher dizia isso só de medo)
Touro… haha, não, senhora, não se trata de dinheiro. Até que me cairia bem uma grana, mas isso fica pra depois. A única coisa que pode salvar seu filho é se a senhora conseguir engolir isso (o Touro mostra a enorme pica pra mulher).
Dalila olha surpresa, incrédula com o que aquele garoto tá dizendo, mas principalmente não consegue acreditar que exista uma coisa tão grande quanto a pica daquele moleque. Incrédula, ela olha pro pau e pro garoto, o corpo começa a tremer de medo. Embora tenha tido vários namorados na juventude, nenhum chegava nem perto do tamanho da pica do Touro — ela é o dobro da dos ex-namorados dela. A mulher não tá disposta a se rebaixar a isso, ela jamais faria uma coisa dessas. Balançou a cabeça, queria dizer não, mas as palavras não saíam da boca.
Touro… bom, senhora, a decisão é sua. Se realmente ama seu filho e quer protegê-lo, já sabe o que tem que fazer. Ou se prefere deixar ele desprotegido, entregue à própria sorte. Olha, pensando bem, seu filho tem um corpo afeminado, e você devia ver como meus colegas… adoram esse tipo de garoto, ha ha ha ha.
Dalila estava decidida a não se deixar humilhar nem fazer o que aquele valentão tava propondo. Ela era uma mulher respeitada, decente e querida por muita gente, mas ao ouvir o que podia acontecer com seu amado filho, não sabia mais o que fazer. Por um lado, queria sair correndo dali, mas por outro, queria proteger o filho.
Dalila… por favor, não me faça isso. Eu sei que você não é tão mau assim, eu peço de joelhos, se precisar.
O Touro olhava pra ela, vendo o medo da mulher, e aproveitava isso pra dobrá-la e fazê-la fazer o que ele pedia. Vamos, senhora, só tem que fazer uma coisa. Ou nunca chupou uma pica? Não é nada que a senhora já não tenha feito. Agora, se fizer isso, vai proteger seu filho. Vou facilitar: se a senhora conseguir me fazer gozar em menos de cinco minutos… vou deixar a senhora ir e prometo que nunca mais vou encher o saco do seu filho. É uma boa proposta. Agora Dalila decidiu, toda nervosa escutava o touro porque um monte de coisas passavam pela cabeça dela, mas depois de analisar tudo, a conclusão era a mesma: ela precisava proteger o filho, custe o que custar, e faria esse valentão gozar o mais rápido possível. Assim, poderia sair daquela casa e nunca mais voltar. Então, a mulher não teve outra escolha a não ser aceitar a proposta do touro.
— Dalila… me promete que depois de fazer o que você pede, você vai me deixar ir e deixar meu filho em paz. E se eu fizer você gozar antes dos cinco minutos, não vai mais incomodar ele?
— Touro… jejeje, tem minha palavra, mas você tem que me fazer gozar antes dos cinco minutos, senão não sai daqui até conseguir me fazer gozar. Agora comece com o seu trabalho.
A mulher, sem outra opção, fechou os olhos, engoliu saliva e, resignada, foi abrindo a boca aos poucos para introduzir aquela pica gigantesca. Nunca imaginou que faria uma coisa dessas. Conseguiu colocar a cabeça daquela pica enorme na boca, não sabia se ia dar conta, porque só a cabeça já parecia grande demais, mas conforme podia, começou a passar a língua na cabeça enquanto segurava a pica enorme do touro com a mão, começando a chupar devagar.
— Touro… ufff, sim, senhora, quero sentir toda essa boca na minha pica. Vamos ver se você é capaz de defender o inútil do seu filho. Vamos, oohmmmsi, que bom que você faz. Use mais a língua, não seja tímida. Jejeje.
O touro não perdia nenhuma chance de humilhar a mulher, que tentava ignorar o que ele dizia. Ela só queria que o tempo passasse o mais rápido possível e, mesmo sabendo que tinha que fazê-lo gozar em menos de 5 minutos, a mulher continuava mamando a pica e, aos poucos, ia se soltando mais. Mesmo achando aquilo humilhante, fechou os olhos para não pensar em outra coisa e só conseguir fazer aquele cara gozar. Pensou que seria uma boa ideia, mas a única coisa que conseguiu foi se excitar. Ao fechar os olhos, não pôde evitar começar a curtir aquela pica, que já mamava com mais vontade. Fios de saliva começava a escorrer pelos lábios dela. Touro... o que foi, senhora? Não consegue chupar melhor? Achava que a famosa ex-jogadora de vôlei Dalila dava conta de alguém como eu, hahaha. Deixa eu te ajudar. O Touro zoava a mulher. Agarrou o cabelo dela com as duas mãos, segurando firme pra ser ele mesmo quem ditaria o ritmo do boquete. Começou a mover a cabeça da mulher, forçando mais um palmo da pica dele na boca dela. Dalila começou a sentir ânsia, porque achava praticamente impossível aquela porra toda caber na boca dela. Restos de baba começaram a se formar, fios de saliva escorriam dos lábios dela. Vejo que é inexperiente, senhora. Vamos deixar isso mais emocionante. O Touro empurrou a cabeça da mulher, forçando ela a fazer garganta profunda. A mulher sentiu aquela pica abrindo caminho na garganta dela, deixando ela sem ar. Conseguiu enfiar mais da metade, mas ainda faltava um pouco. Touro... ohhhmmmmm, que gostosa. Assim está muito melhor. Que tal provar uma pica de macho de verdade? Hahaha. Dalila tentava se concentrar em prender a respiração e deixar aquela pica enorme entrar na garganta dela. Mesmo o tamanho causando um pouco de dor na boca dela, a excitação dela só aumentava, porque ela não queria aproveitar, mas cada vez mais tava gostando, esquecendo o motivo de estar ali. Mesmo sendo humilhada por causa do bullying do filho dela, ela não parava de chupar a pica do Touro. Ele soltou ela, deixando que ela tirasse a pica da garganta. A mulher, aliviada, tentou recuperar o ar enquanto tossia um pouco. Touro... você é uma puta inútil, não serve nem pra fazer um boquete direito, muito menos pra proteger o idiota do seu filho. Você é um fracasso como mãe. O garoto humilhava ela enquanto observava a mulher tentando recuperar o fôlego. Dalila analisava tudo que o Touro dizia. Será que ele tem razão? pensava ela. Será que não sou capaz nem de proteger meu próprio filho, muito menos de dar um boquete direito? As palavras do Touro ecoaram na mulher, que só olhava pro garoto. Parei na frente dele com o pau enorme apontando pro céu, só de olhar pra ele o corpo dela tremia de tesão. O mais sensato seria a mulher tentar se defender das humilhações do garoto. Será que não sirvo nem pra fazer um boquete gostoso? Sou uma mãe tão ruim assim? Dalila parecia puta da vida consigo mesma. Não sirvo pra dar um boquete direito. Só isso ecoava na cabeça dela, brava consigo mesma, mas ao mesmo tempo muito excitada. Ela pensa: esse valentão não vai me humilhar mais. Vou mostrar que posso ser uma mãe protetora. E com isso quero dizer a mulher que deu um boquete dos bons. Dalila… vou te mostrar do que sou capaz e posso fazer você gozar em menos de 5 minutos. Não vai mais rir de mim. Que patética Dalila parecia, mas agora estava mais que excitada e, pegando o pau do touro, começou a chupar de novo, enfiando quase metade na boca. Dava pra ver que ela tava realmente curtindo. Passava a língua por todo o pau, chupava a cabeça, lambia até descer pras bolas do touro, chupava elas enquanto batia uma punheta com a mão. Mesmo a mulher se esforçando e se entregando, não conseguiu o objetivo, e os 5 minutos combinados já tinham passado. O touro disse que ela perdeu, mas ela não liga, continua chupando o pau dele. Já tá fazendo igual uma puta, parece que não quer parar. O corpo dela é um mar de tesão. O garoto empurra ela pra desgrudar do pau. Touro… parece que você não quer mais largar meu pau, sua puta. Te falei que depois de um tempo você ia ficar viciada no meu pau, hahaha. Mas já passou dos 5 minutos combinados, você perdeu, então seu filho inútil vai levar outra surra. Dalila tava viajando, entendia o que o touro tava falando sobre o filho dela, sabia que por culpa dela o filho ia pagar o pato. Mas, apesar de tudo isso, ela não parava de olhar pro pau do touro, queria continuar chupando. Mas também sabia que tinha que proteger o filho. Olhou pro garoto com uma cara de pena, ele só riu mais, mas disse que ia dar uma última chance. oportunidade e esta era: se ela conseguisse enfiar o pau inteiro até o fundo da garganta e aguentar um minuto com ele dentro, salvaria o filho dela, nunca mais iriam incomodar ele e a deixariam livre. Dalila balança a cabeça, pega o pau do touro com as duas mãos, olha pra ele e pensa... Prometo que vou te proteger, meu filho. Vou provar pra esse valentão que consigo engolir o pau dele inteiro, mesmo que tenha que me afogar, vou fazer isso. A mulher abre a boca decidida a engolir aquele pau enorme. Coloca o pau do touro na boca, dessa vez ela só chupa um pouco e, depois de lubrificar bem com a saliva, para por um instante, deixando os lábios na cabeça do pau do garoto, como se desse um beijinho. Dalila coloca as mãos nas pernas do garoto, abre a boca o máximo que consegue e é ela mesma quem vai empurrando a cabeça, fazendo aquele pau entrar na sua linda boca. Conseguiu enfiar um pouco mais da metade na boca. O touro vê como a mulher se humilha sozinha, ele só ri, mas deixa ela ver até onde uma mãe pode ser degenerada. "Haha, se ela soubesse que vou foder o filho idiota dela do mesmo jeito..." pensava ele. Dalila se esforçava pra conseguir enfiar aquele pau na garganta. Já tinha passado um pouco da metade. De vez em quando parava um pouco e tentava respirar, os olhos lacrimejavam, a maquiagem escorria pelo rosto, mas ela não estava disposta a perder. "Vamos, sua puta estúpida, vai perder de novo a chance de proteger o filho imbecil? Me prova que você é uma puta de verdade, capaz de proteger seu filho." Dalila, deixando de lado o orgulho de mãe, mas também o orgulho de não ser uma chupa-rola qualquer, disse pra si mesma que não podia perder de novo. E ela mesma empurrou mais a cabeça pra conseguir enfiar o pau inteiro do garoto na garganta. "Mesmo que eu me afogue aqui, não vou tirar esse pau da minha garganta." Tentava segurar o ar, engasgava, mas conseguiu enfiar mais de 22 cm de pau na garganta. Se sentia feliz (será por que poderia proteger o filho ou por que conseguiu enfiar aquele pau enorme?). pau na garganta)? Dalila sentiu que ia se afogar, o corpo dela tava todo excitado, fios de saliva escorrendo dos lábios enquanto tentava segurar a respiração, já tava há 35 segundos, sentia que cada segundo era uma eternidade, isso agora virou um desafio pra casada, mesmo que no começo tivesse fazendo aquilo pra proteger o filho dela. No fundo, sabia que isso era mentira, agora tava fazendo por puro orgulho, queria mostrar pro touro que ela conseguia engolir o pau inteiro dele, vou mostrar pra esse valentão que posso ser a melhor chupadora de pau, pensava a mulher.
Dalila dirigia em direção à casa do valentão do filho dela. Ela estava muito segura de si e sabia que ia colocar ele no lugar dele. Afinal, ela dizia que jamais permitiria que alguém batesse no seu amado filho. Ela estacionou o carro na frente da casa daquele moleque e foi até a porta. Bateu duas vezes e esperou. Ninguém saiu. Bateu de novo e, novamente, ninguém saiu. Irritada, resmungou: "Poxa, pra completar, essa família idiota não está em casa." Bateu pela última vez e, quando já ia embora, a porta se abriu. Dalila viu que na frente dela apareceu um moleque de pele preta, com uma cara de bandido. Por um momento, Dalila pensou que tinha se enganado de casa. Aquele moleque não parecia ter a idade do filho dela. Ele parecia mais um marginal. "O que cê quer, gostosa?", foram as palavras do Touro. Dalila reagiu surpresa. Esperava um moleque normal, da mesma compleição do filho dela, não aquele marginal. Dalila... Ehm... tô na casa dos García, perguntando pra mulher, meio nervosa, olhando pro moleque. Ela raramente se intimidava, mas tinha algo naquele garoto que a deixava assim. Precisava criar coragem e proteger o filho dela.
— Toro... que gostoso, mas meus pais não tão em casa agora. Se veio cobrar alguma coisa, vai ter que voltar outro dia, haha.
— Dalila... não, não vim cobrar nada. Só quero falar com eles. Sou a mãe do Ariel, e imagino que você deve ser o que bateu nele — ela recriminou, com cara de brava.
— Toro... ohhh, então você é a mãe daquele idiota? Uff, se eu soubesse antes... mas entra, senhora. Meus pais não tão, mas pode falar comigo. Olha, o que aconteceu com seu filhote tem um motivo. Entra, entra — o Toro convidou a mulher pra entrar.
Ela não tava muito segura se entrava ou não, porque queria falar com os pais dele, mas agora não estavam. Decidiu entrar, depois daria um jeito de falar com os pais do Toro, mas por enquanto ia botar ele no lugar. Assim que entraram na casa, o Toro fechou a porta e convidou ela pra sentar. Depois que os dois sentaram, Dalila começou a recriminar ele, porque tava muito puta com o que ele fez com o filho dela. Começou a xingar ele, chamando de idiota e de aproveitador. O Toro só olhava pra ela, ignorando tudo que ela dizia. A mulher só reparava nos peitões enormes dela, que mesmo cobertos por aquele vestido, era impossível não notar. Já imagina ela chupando a pica dele.
Dalila continua ameaçando ele, dizendo que tá ali pra defender o filho e um monte de outras coisas, mas aos poucos vai se calando, porque percebe que o Toro nem se incomoda com as reclamações dela. Ele só olha pra ela com cara de safado e um sorriso perverso. A mulher começa a ficar nervosa, pensando que ao ameaçar o moleque, ele ia acabar pedindo desculpas, mas o Toro só fez levantar, abriu uma cerveja e ficou na frente dela, bem perto. Dalila começa a analisar a situação e percebe que tá sozinha na casa. Daquele valentão e que não foi a melhor ideia ter entrado sozinha, ela se arrepende por ser tão iludida e, um pouco assustada, olha para o touro que está de pé na frente dela. Touro... então a mamãe tem que vir defender o inútil do filho. Olha, senhora, vou ser bem claro: nessa escola, eu faço o que quero, e a escória do seu filho me faltou com respeito. Então decidi que ele vai ser meu saco de pancada, e agradeça que só dei uma surra nele pra aprender. A mulher não podia acreditar no que aquele abusado estava dizendo; ela jamais deixaria alguém como ele bater no filho dela. A situação era diferente agora: a mulher estava assustada com a relação do touro, sabia que tinha que sair dali o mais rápido possível e que o melhor seria denunciar esse valentão. Tentou se levantar, mas o touro impediu. Dalila, nervosa, disse que o melhor era ela ir embora e que resolveria quando os pais dele estivessem presentes. De novo, o touro impediu que ela se levantasse. O touro mencionou que por enquanto ela não ia a lugar nenhum e que o problema teria que ser resolvido agora. Ele se aproxima mais dela, deixando a parte do pau dele bem perto do rosto da mulher. Não acha, senhora? Jejeje. Dalila está muito nervosa, não esperava por essa situação e se vê encurralada. O touro expõe a situação: diz que não vai parar de bater no filho dela, ainda mais porque ela o ameaçou. Se ela pensar em denunciá-lo, quem vai pagar o pato é o filho dela. O medo tomou conta da mulher; agora ela estava realmente assustada. Não podia acreditar que a ex-jogadora profissional de vôlei estava sendo humilhada daquele jeito. E viu o touro se tocando no pau por cima da calça, enquanto ele dizia que havia uma solução para ele deixar o filho dela em paz e nunca mais encher o saco. Dalila pensou que ele ia pedir dinheiro em troca de parar de bater no filho. Ela se acalmou um pouco, porque via uma boa saída, desde que pudesse sair dali e proteger o filho. Dalila... me diz, qual é essa solução? Você quer dinheiro? Posso te dar. Uma boa quantia pra você deixar meu filho em paz… (a mulher dizia isso só de medo)
Touro… haha, não, senhora, não se trata de dinheiro. Até que me cairia bem uma grana, mas isso fica pra depois. A única coisa que pode salvar seu filho é se a senhora conseguir engolir isso (o Touro mostra a enorme pica pra mulher).
Dalila olha surpresa, incrédula com o que aquele garoto tá dizendo, mas principalmente não consegue acreditar que exista uma coisa tão grande quanto a pica daquele moleque. Incrédula, ela olha pro pau e pro garoto, o corpo começa a tremer de medo. Embora tenha tido vários namorados na juventude, nenhum chegava nem perto do tamanho da pica do Touro — ela é o dobro da dos ex-namorados dela. A mulher não tá disposta a se rebaixar a isso, ela jamais faria uma coisa dessas. Balançou a cabeça, queria dizer não, mas as palavras não saíam da boca.
Touro… bom, senhora, a decisão é sua. Se realmente ama seu filho e quer protegê-lo, já sabe o que tem que fazer. Ou se prefere deixar ele desprotegido, entregue à própria sorte. Olha, pensando bem, seu filho tem um corpo afeminado, e você devia ver como meus colegas… adoram esse tipo de garoto, ha ha ha ha.
Dalila estava decidida a não se deixar humilhar nem fazer o que aquele valentão tava propondo. Ela era uma mulher respeitada, decente e querida por muita gente, mas ao ouvir o que podia acontecer com seu amado filho, não sabia mais o que fazer. Por um lado, queria sair correndo dali, mas por outro, queria proteger o filho.
Dalila… por favor, não me faça isso. Eu sei que você não é tão mau assim, eu peço de joelhos, se precisar.
O Touro olhava pra ela, vendo o medo da mulher, e aproveitava isso pra dobrá-la e fazê-la fazer o que ele pedia. Vamos, senhora, só tem que fazer uma coisa. Ou nunca chupou uma pica? Não é nada que a senhora já não tenha feito. Agora, se fizer isso, vai proteger seu filho. Vou facilitar: se a senhora conseguir me fazer gozar em menos de cinco minutos… vou deixar a senhora ir e prometo que nunca mais vou encher o saco do seu filho. É uma boa proposta. Agora Dalila decidiu, toda nervosa escutava o touro porque um monte de coisas passavam pela cabeça dela, mas depois de analisar tudo, a conclusão era a mesma: ela precisava proteger o filho, custe o que custar, e faria esse valentão gozar o mais rápido possível. Assim, poderia sair daquela casa e nunca mais voltar. Então, a mulher não teve outra escolha a não ser aceitar a proposta do touro.
— Dalila… me promete que depois de fazer o que você pede, você vai me deixar ir e deixar meu filho em paz. E se eu fizer você gozar antes dos cinco minutos, não vai mais incomodar ele?
— Touro… jejeje, tem minha palavra, mas você tem que me fazer gozar antes dos cinco minutos, senão não sai daqui até conseguir me fazer gozar. Agora comece com o seu trabalho.
A mulher, sem outra opção, fechou os olhos, engoliu saliva e, resignada, foi abrindo a boca aos poucos para introduzir aquela pica gigantesca. Nunca imaginou que faria uma coisa dessas. Conseguiu colocar a cabeça daquela pica enorme na boca, não sabia se ia dar conta, porque só a cabeça já parecia grande demais, mas conforme podia, começou a passar a língua na cabeça enquanto segurava a pica enorme do touro com a mão, começando a chupar devagar.
— Touro… ufff, sim, senhora, quero sentir toda essa boca na minha pica. Vamos ver se você é capaz de defender o inútil do seu filho. Vamos, oohmmmsi, que bom que você faz. Use mais a língua, não seja tímida. Jejeje.
O touro não perdia nenhuma chance de humilhar a mulher, que tentava ignorar o que ele dizia. Ela só queria que o tempo passasse o mais rápido possível e, mesmo sabendo que tinha que fazê-lo gozar em menos de 5 minutos, a mulher continuava mamando a pica e, aos poucos, ia se soltando mais. Mesmo achando aquilo humilhante, fechou os olhos para não pensar em outra coisa e só conseguir fazer aquele cara gozar. Pensou que seria uma boa ideia, mas a única coisa que conseguiu foi se excitar. Ao fechar os olhos, não pôde evitar começar a curtir aquela pica, que já mamava com mais vontade. Fios de saliva começava a escorrer pelos lábios dela. Touro... o que foi, senhora? Não consegue chupar melhor? Achava que a famosa ex-jogadora de vôlei Dalila dava conta de alguém como eu, hahaha. Deixa eu te ajudar. O Touro zoava a mulher. Agarrou o cabelo dela com as duas mãos, segurando firme pra ser ele mesmo quem ditaria o ritmo do boquete. Começou a mover a cabeça da mulher, forçando mais um palmo da pica dele na boca dela. Dalila começou a sentir ânsia, porque achava praticamente impossível aquela porra toda caber na boca dela. Restos de baba começaram a se formar, fios de saliva escorriam dos lábios dela. Vejo que é inexperiente, senhora. Vamos deixar isso mais emocionante. O Touro empurrou a cabeça da mulher, forçando ela a fazer garganta profunda. A mulher sentiu aquela pica abrindo caminho na garganta dela, deixando ela sem ar. Conseguiu enfiar mais da metade, mas ainda faltava um pouco. Touro... ohhhmmmmm, que gostosa. Assim está muito melhor. Que tal provar uma pica de macho de verdade? Hahaha. Dalila tentava se concentrar em prender a respiração e deixar aquela pica enorme entrar na garganta dela. Mesmo o tamanho causando um pouco de dor na boca dela, a excitação dela só aumentava, porque ela não queria aproveitar, mas cada vez mais tava gostando, esquecendo o motivo de estar ali. Mesmo sendo humilhada por causa do bullying do filho dela, ela não parava de chupar a pica do Touro. Ele soltou ela, deixando que ela tirasse a pica da garganta. A mulher, aliviada, tentou recuperar o ar enquanto tossia um pouco. Touro... você é uma puta inútil, não serve nem pra fazer um boquete direito, muito menos pra proteger o idiota do seu filho. Você é um fracasso como mãe. O garoto humilhava ela enquanto observava a mulher tentando recuperar o fôlego. Dalila analisava tudo que o Touro dizia. Será que ele tem razão? pensava ela. Será que não sou capaz nem de proteger meu próprio filho, muito menos de dar um boquete direito? As palavras do Touro ecoaram na mulher, que só olhava pro garoto. Parei na frente dele com o pau enorme apontando pro céu, só de olhar pra ele o corpo dela tremia de tesão. O mais sensato seria a mulher tentar se defender das humilhações do garoto. Será que não sirvo nem pra fazer um boquete gostoso? Sou uma mãe tão ruim assim? Dalila parecia puta da vida consigo mesma. Não sirvo pra dar um boquete direito. Só isso ecoava na cabeça dela, brava consigo mesma, mas ao mesmo tempo muito excitada. Ela pensa: esse valentão não vai me humilhar mais. Vou mostrar que posso ser uma mãe protetora. E com isso quero dizer a mulher que deu um boquete dos bons. Dalila… vou te mostrar do que sou capaz e posso fazer você gozar em menos de 5 minutos. Não vai mais rir de mim. Que patética Dalila parecia, mas agora estava mais que excitada e, pegando o pau do touro, começou a chupar de novo, enfiando quase metade na boca. Dava pra ver que ela tava realmente curtindo. Passava a língua por todo o pau, chupava a cabeça, lambia até descer pras bolas do touro, chupava elas enquanto batia uma punheta com a mão. Mesmo a mulher se esforçando e se entregando, não conseguiu o objetivo, e os 5 minutos combinados já tinham passado. O touro disse que ela perdeu, mas ela não liga, continua chupando o pau dele. Já tá fazendo igual uma puta, parece que não quer parar. O corpo dela é um mar de tesão. O garoto empurra ela pra desgrudar do pau. Touro… parece que você não quer mais largar meu pau, sua puta. Te falei que depois de um tempo você ia ficar viciada no meu pau, hahaha. Mas já passou dos 5 minutos combinados, você perdeu, então seu filho inútil vai levar outra surra. Dalila tava viajando, entendia o que o touro tava falando sobre o filho dela, sabia que por culpa dela o filho ia pagar o pato. Mas, apesar de tudo isso, ela não parava de olhar pro pau do touro, queria continuar chupando. Mas também sabia que tinha que proteger o filho. Olhou pro garoto com uma cara de pena, ele só riu mais, mas disse que ia dar uma última chance. oportunidade e esta era: se ela conseguisse enfiar o pau inteiro até o fundo da garganta e aguentar um minuto com ele dentro, salvaria o filho dela, nunca mais iriam incomodar ele e a deixariam livre. Dalila balança a cabeça, pega o pau do touro com as duas mãos, olha pra ele e pensa... Prometo que vou te proteger, meu filho. Vou provar pra esse valentão que consigo engolir o pau dele inteiro, mesmo que tenha que me afogar, vou fazer isso. A mulher abre a boca decidida a engolir aquele pau enorme. Coloca o pau do touro na boca, dessa vez ela só chupa um pouco e, depois de lubrificar bem com a saliva, para por um instante, deixando os lábios na cabeça do pau do garoto, como se desse um beijinho. Dalila coloca as mãos nas pernas do garoto, abre a boca o máximo que consegue e é ela mesma quem vai empurrando a cabeça, fazendo aquele pau entrar na sua linda boca. Conseguiu enfiar um pouco mais da metade na boca. O touro vê como a mulher se humilha sozinha, ele só ri, mas deixa ela ver até onde uma mãe pode ser degenerada. "Haha, se ela soubesse que vou foder o filho idiota dela do mesmo jeito..." pensava ele. Dalila se esforçava pra conseguir enfiar aquele pau na garganta. Já tinha passado um pouco da metade. De vez em quando parava um pouco e tentava respirar, os olhos lacrimejavam, a maquiagem escorria pelo rosto, mas ela não estava disposta a perder. "Vamos, sua puta estúpida, vai perder de novo a chance de proteger o filho imbecil? Me prova que você é uma puta de verdade, capaz de proteger seu filho." Dalila, deixando de lado o orgulho de mãe, mas também o orgulho de não ser uma chupa-rola qualquer, disse pra si mesma que não podia perder de novo. E ela mesma empurrou mais a cabeça pra conseguir enfiar o pau inteiro do garoto na garganta. "Mesmo que eu me afogue aqui, não vou tirar esse pau da minha garganta." Tentava segurar o ar, engasgava, mas conseguiu enfiar mais de 22 cm de pau na garganta. Se sentia feliz (será por que poderia proteger o filho ou por que conseguiu enfiar aquele pau enorme?). pau na garganta)? Dalila sentiu que ia se afogar, o corpo dela tava todo excitado, fios de saliva escorrendo dos lábios enquanto tentava segurar a respiração, já tava há 35 segundos, sentia que cada segundo era uma eternidade, isso agora virou um desafio pra casada, mesmo que no começo tivesse fazendo aquilo pra proteger o filho dela. No fundo, sabia que isso era mentira, agora tava fazendo por puro orgulho, queria mostrar pro touro que ela conseguia engolir o pau inteiro dele, vou mostrar pra esse valentão que posso ser a melhor chupadora de pau, pensava a mulher.
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