Mi vecina gritona

Olá, estou de volta aqui pra contar uma experiência estranha que rolou comigo uns 8 anos atrás, quando eu morava de aluguel. Espero que vocês gostem.

Depois de um dia longo de trampo, cheguei em casa e abri a porta com cuidado pra não fazer barulho. Logo em seguida, fui surpreendido por um som inesperado vindo de dentro da casa, que ecoava no corredor comprido que levava até meu quarto. Vou descrever um pouco o lugar: tinha quartos que eram separados provisoriamente por paredes de madeira, que deixavam passar luz e som pelas frestas. Meu quarto ficava perto do fim do corredor, que separava os cômodos que estavam em paralelo. Caminhando devagar, consegui ouvir uns murmúrios baixinhos e sons leves que quebravam cuidadosamente o silêncio da casa, criando uma sensação estranha. Seguindo em frente, localizei o quarto de onde vinham esses sons. Era da minha vizinha — bom, pra descrever ela, era uma mulher de uns 35 anos, com filhos, corpo de respeito, bem definido nas curvas, peitões grandes, uma bunda meio grande e contornada, e já tava solteira há um tempão. Por isso, achei muito estranho ela ter visita, ou pensei que talvez estivesse com os filhos ou a irmã, que sempre vinha visitar nesse horário. Não dei importância e comecei a andar pelo corredor em silêncio pra não incomodar.

Caminhando pelo corredor, percebi que esses sons não eram de crianças brincando, muito menos de gente conversando. Minha atenção foi desviada completamente, porque eu já tava perto do meu quarto. Esse eco dos sons, que estavam mais intensos, me fez entrar na escuridão do corredor em direção ao lugar de onde vinham. Meus passos guiados pela curiosidade e pela inquietação. Cheguei na frente da porta no fim do corredor. A porta, que eu nunca tinha visto aberta antes, estava entreaberta e emanava uma luz fraca que parecia me convidar a descobrir o que tava rolando lá dentro.

Me aproximei com cuidado, com o... Coração acelerado, tentando descobrir a fonte daquele som, empurrei a porta com cuidado e, ao espiar, me surpreendi na hora ao ouvir minha vizinha dizer baixinho que parecia que alguém estava no corredor, o que me deixou pensando no que fazer ou como reagir. Imediatamente, o acompanhante dela disse que não tinha ninguém e que continuassem com o que estavam fazendo, já que dava pra perceber que ele estava muito excitado ao falar. Ouvi eles retomarem a rotina, e grande foi meu espanto inicial ao confirmar que os sons eram os beijos que trocavam, seguidos de um jogo de palavras típico do momento. Espiei mais uma vez pela fresta da porta, ainda não conseguia ver nada, e minha curiosidade só aumentava, então esperei alguns segundos. Quando senti que estavam cada vez mais concentrados no que faziam, empurrei a porta devagar, de um jeito que desse pra enxergar lá dentro. Fiquei paralisado, chocado com o que vi naquela noite. A luz fraca que vinha do quarto iluminava dois corpos em detalhes. A figura mais linda e marcante era a da minha vizinha, uma senhora gostosa, vestindo uma lingerie preta que caía suavemente sobre a cama onde ela estava deitada, com a silhueta perfeitamente definida. Com os peitos de fora e as mãos na cabeça do acompanhante, que desesperadamente beijava a entreperna dela de um jeito rítmico e hipnótico, como se estivesse lambendo toda a buceta da mulher com os lábios. O jeito que os gemidos baixinhos ecoavam — tão baixos pra não acordar os filhos dela, que estavam bem perto — soava forte nos meus ouvidos e me enchia de uma excitação tremenda. O corpo dela e ver como se mexia com uma graça quase etérea me deixou sem fôlego. A atmosfera carregada de sensualidade e mistério me fez sentir que estava prestes a descobrir um desejo escondido naquele canto inesperado da noite. Cada movimento que o acompanhante fazia ali, com a cabeça mergulhada entre os sucos dela, era cheio de intenção. deliberada, enquanto aos poucos ela deixava cair os tecidos do vestido de forma sedutora entre os seios, revelando uns peitos firmes com a pele nua. A atmosfera ficou palpável com a promessa implícita em cada gesto entre esses dois amantes, ela o convidou a continuar com o ato, ele notoriamente excitado se deitou na cama agora e ela, sem perder tempo, se colocou debaixo dele para poder colocar entre seus lábios a glande do pau do acompanhante, que não era muito grande e facilmente cabia inteiro na boca dela à vontade. Ela era muito cuidadosa, acariciando com os lábios lentamente a glande para depois engolir ele por completo em repetidas ocasiões, uma mais intensa que a outra. Ela, ajoelhada com as pernas abertas ao pé da cama, deixava ver toda a bunda dela, que notoriamente estava encharcada, e de maneira que esse encontro continuava, dava pra ouvir os sopros da buceta dela, que pedia aos gritos pra ser penetrada.

Sem dar trégua ao acompanhante, ela montou nele pra depois deixar ver como, com aquelas mãos que tocavam os seios dela, agora ela estava procurando enfiar aquele pau totalmente ereto dentro da buceta dela, que não parava de emanar seus fluidos. Lentamente, conseguiu colocar ele todo pra dentro e ela começou a se mover devagar em cima dele, que de forma bem violenta agarrava a bunda dela, e em voz baixa se ouvia: "Mexe, sua puta!". Ela não parava de se mexer. No começo, dava pra ver que eles se controlavam pelo pouco barulho que faziam durante o ato, mas com cada movimento esqueciam onde estavam e se deixavam levar pelo sexo.

Aproveitei pra abrir um pouco mais a porta, com medo de que pudessem perceber, mas isso era impossível com o êxtase que os dois compartilhavam. Eu via notoriamente todo o ato sexual entre esses dois personagens e os peitos da minha vizinha, ainda eretos, se moviam no compasso do sexo, acompanhados pela melodia dos corpos deles se chocando violentamente pelo ato. Ela, não conseguindo se conter... Mas os gemidos, ela conseguia soltar alguns em voz baixa, e ele ainda tentando arrancar a bunda dela com as mãos. Chegou a hora da troca de posição e eu vi como, de forma ágil, ela se colocou na frente dele com as mãos grudadas na cama, a bunda empinada, pronta pra ser penetrada de novo pelo parceiro. Mais uma vez, ela tomou a iniciativa, puxando o pau e colocando na entrada da buceta dela, cheia dos fluidos que escorriam devagar, como se fossem lágrimas. Sem perder tempo, ele continuou o ato, penetrando ela de forma violenta. Ela, sem aguentar mais, os gemidos ficavam cada vez mais fortes, e ao toque dos corpos, eram acompanhados por batidas de pele. Gemidos suaves ecoavam no quarto agora. Aquele pau duro, que já conhecia o caminho, entrava e saía de um jeito que os fluidos dela ficavam cada vez mais frequentes, escorrendo. Ela mordia o travesseiro, sem conseguir controlar tanta excitação, e sem aguentar mais, pedia em voz baixa que ele terminasse. Com movimentos ainda mais violentos, que pareciam destruir a bunda dela, ouviu-se um violento "ohhhh", e o homem também se deixou cair na cama.

Sem mais o que ver, eu me mandei devagar e em silêncio pra não ser visto, tentando chegar o mais rápido possível na porta da frente pra fingir que tinha acabado de chegar. Consegui fazer isso de boa, e é por isso que posso contar essa história pra vocês. Espero que tenham gostado, e se quiserem ler mais, é só me escrever XD. Salve e sorte, rapaziada.

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