Combinamos de nos ver de novo 2 semanas depois porque no fim de semana seguinte ele ia com a namorada dele. As 3 vezes seguintes foram iguais à segunda, mas sem ir ver a Inês. Na sexta vez, ele já me tinha vestida como a putinha dele, toda de rosa, só que dessa vez não colocou a Booty em mim, mas perfumou minha bunda, coisa que nunca tinha feito. — Essa tarde minha namorada Maria vem e traz o bichinho dela. — Isso você não tinha me falado. — Bom, era uma surpresa. Depois de comer, um tempo depois comecei a me sentir muito relaxada. Às 6 horas a Maria chegou, eu estava aos pés do sofá quando a campainha do portão tocou. A Lúcia abriu com o controle e o carro entrou. Uns minutos depois, a Maria entrou com um cara mais novo que eu e maior, de quatro e totalmente pelado. — Oi, amor, já chegamos. Eles se beijaram na boca e ela veio até mim e começou a acariciar minha cabeça. — Já tava doida pra te conhecer, Deisy, você é uma putinha muito linda. Olha, Boris, que putinha mais gostosa. O Boris se aproximou e começou a cheirar minha bunda, chegou a enfiar o nariz. Sem eu esperar, ele subiu em cima de mim. — Boris, quieto, deixa a Deisy em paz — disse a Maria. — Não briga com o coitado, minha Deisy tá no cio. Deisy, cumprimenta o Boris. Fiquei olhando pra ela sem reagir. — É verdade que é a primeira vez que você tá com outro cachorrinho, eu te ensino. Ela me pegou pelo colar e me guiou até a bunda do Boris, empurrou minha cabeça, os ovos dele ficaram colados no meu nariz. — Cheira o Boris. Obedeci sem resistir, tava muito relaxada e me sentia muito submissa. Eles ficaram um bom tempo conversando, e o Boris não parava de me cheirar, até chegou a lamber minha bunda. Umas 8 horas mais ou menos, nos levaram pro jardim. O Boris fez xixi rapidinho, levantou uma pata, e eu vi o pau dele balançando enquanto mijava. Eu demorei um pouco mais, mas acabei fazendo também. Eles ficaram no jardim bebendo algo, a Lúcia me mantinha do lado dela, acariciando minha cabeça. — Vou no banheiro, amor. — Tá bem. A Maria levou o Boris, e uns minutos depois eles voltaram. O Boris voltou a cheirar minha bunda. Agora a calcinha dela tava virada pro lado, e quando eu percebi, ele já tava montado em cima de mim, com a ponta do pau dele abrindo caminho na minha buceta. Não resisti, me deixei montar que nem uma putinha, toda submissa. — Vai com cuidado, Boris, não machuca minha Deisy, ela é muito delicada. Lúcia acariciava minha cabeça enquanto Boris me comia, e eu comecei a soltar gemidos de prazer. — Parece que sua putinha tá gostando. — Tá sim, é que o Boris é um macho muito gostoso. — Mmmm, mmmm, aaaaah, ahhhhh. Enquanto eu gemia, Lúcia segurou meu queixo e virou minha cabeça pra ela. — Aproveita, minha pequena, do seu primeiro macho. Tá gostando? — Siiim, ahhhhh, uffff. — Parece que sua putinha teve um orgasmo, gozou no chão. — Minha Deisy já é toda uma mulher. Boris acelerou as metidas, quase me fazendo gritar, e em poucos segundos gozou, saiu de cima de mim e se deitou no chão do lado da Maria e na minha frente. O pau dele ficou na altura dos meus olhos, vi a camisinha cheia de porra, enquanto eu respirava ofegante depois da foda que tinha levado. — Coitada, tá extasiada. — É, mas de puro prazer. Respira e relaxa. Maria chegou perto do Boris e tirou a camisinha dele, cheia de uma gozada boa. Meu olho não saía do pau dele, até então não tinha reparado como era grande, e já não tava mais duro. Lúcia, que ainda tava acariciando minha cabeça, empurrou ela na direção dele. — Lambe o pau do seu macho. Lúcia colou minha boca na rola, meu nariz sentiu o cheiro dele. Nunca tinha cheirado um, mas senti que era cheiro de macho, e não era desagradável. Comecei a lamber com a língua, e ele foi crescendo e ficando duro. Tava lambendo a cabecinha e, sem pensar, comecei a chupar, só na pontinha. Lúcia continuava acariciando minha cabeça e, de repente, empurrou minha cabeça pra baixo, e eu acabei com o pau inteiro dentro da boca. Eu subia, e Lúcia empurrava de novo. — Isso, putinha boa, saboreia o pau do seu cachorrinho. Ela tirou a mão. da cabeça e eu continuei chupando ela por iniciativa própria. - tô quase gozando. Boris me avisou, mas eu tava curtindo e continuei até que ele encheu minha boca de porra, no começo quase me engasguei, mas tirei ele da boca, engoli o que tinha soltado e continuei chupando até sair a última gota. - bom, parceira, por enquanto já deu de diversão, é hora de começar a preparar as coisas pro jantar. - disse a Lúcia. - vamos, Boris, levanta e vai até o carro se vestir. Boris se levantou e, pelo lado da casa, foi pra frente onde o carro tava. - vamos, Deisy, levanta que hoje você já foi bem putinha, e vai ter que trocar de roupa. Eu levantei e agora me senti muito envergonhada pelo que aconteceu, me sentia menos relaxada do que durante a tarde toda. Entrei com elas na casa e as segui até o quarto da Lúcia. - preciso ir ao banheiro primeiro. - vai, se apressa e vem pro meu quarto se despir, enquanto vou buscar sua roupa no outro quarto. Voltei rápido pro quarto e lá estava só a Maria, me deu um pouco de vergonha me despir na frente dela, não tinha intimidade com ela e fiquei parada um momento olhando pro fundo do quarto. - vamos, Deisy, acorda, tira a roupa que a Lúcia já já chega. Comecei a me despir e fiquei só de calcinha fio dental, e em poucos segundos a Lúcia entrou carregada de roupa. - que isso, ainda assim? Tira a calcinha também. Fiquei totalmente nua na frente das duas. - já tinha reparado antes, mas te vejo assim nua e sem os saltos, e é que você tem corpo de mulher, baixinha, uma bunda boa, e o fato de mostrar essa racha entre as pernas te faz mais feminina. - disse a Maria. Fiquei calada entre as duas, e ainda por cima eu era mais baixa que elas. - sua roupinha tá pronta, vamos te vestir as duas. Tudo que tinha na cama era vermelho. Primeiro me colocaram umas meias até a coxa, depois um cinta-liga, uma calcinha fio dental, um top de renda que me cobria 4 dedos abaixo dos peitos, e por último uma putissaia vermelha com zíper lateral de baixo pra cima que só tapava metade da bunda e ficava bem justa. — vocês exageraram, pareço uma puta. — é disso que se trata, lembra, sou especialista em feminizar e pra um homem se ver assim é muito humilhante e eu adoro isso. Enquanto falava, me colocaram uns saltos agulha vermelhos abertos. — senta que vamos trocar sua maquiagem. As duas me desmaquiaram e me maquiaram de novo os lábios de um vermelho intenso e os olhos bem carregados, eu estava maquiada igual uma puta e por último uns brincos bem grandes. — ei, Lucía, e as unhas, não devia estar pintada? — nunca pintei as dela, mas você tem razão. Enquanto Lucía pintava as minhas mãos, María tirou meus sapatos e pintou as dos pés. — agora sim, terminamos, em uns 20 minutos o esmalte seca e você pode calçar os sapatos, espera aqui que a gente vai adiantar umas coisas na cozinha. Fiquei sozinho, me coloquei na frente do espelho pra me olhar bem, refletia nele uma puta vulgar de rua, pela minha cabeça começaram a passar pensamentos, primeiro como eu ia descer assim e ser visto pelo Boris, um homem com quem nem tinha falado a tarde toda e mesmo assim tinha fodido como uma putinha e chupado o pau dele, entre esses pensamentos comecei a ficar excitado e pouco tempo depois Lucía entrava no quarto. — vamos, Deisy, já deve estar seco, senta na cama. Sentei, ela me calçou os saltos. — pronto, vamos. — espera, vou no banheiro. — que mijona você é. Sentei pra fazer xixi e ao abaixar a tanga vi que tava molhada, antes de mijar levei a mão na entreperna e tinha a boceta escorregadia igual qualquer mulher, fiz minhas coisas, me limpei com papel e limpei a tanga e saí do banheiro, Lucía estava me esperando e sem dizer nada começou a descer as escadas, eu segui até chegar na sala, na frente da mesa estava Boris de pé, devia medir Quase 1,90 de altura, usando salto de 10 cm, meus olhos ficavam na altura do queixo dele, e ele só de cueca, quando a Lucía parou do lado dele. — Mesmo que você já conheça ele, a gente não apresentou direito. Deisy, esse é o Pascual. — Oi, Pascual. Ele chegou perto e eu achei que ia dar dois beijinhos, mas ele segurou meu pescoço com uma mão, virou minha cabeça pra cima e me beijou na boca, enfiando a língua rápido. Eu me deixei levar e a gente se pegou num beijo longo, e enquanto ele só procurava minha boca, com a outra mão ele agarrou minha bunda e me puxou pra perto dele. Enquanto a gente se beijava, presa do jeito que ele me segurava e colada nele, ele me fazia sentir uma mulherzinha frágil e delicada. — Bom, casal, vou deixar vocês a sós, vou pra cozinha. O beijo durou um tempão até ele parar de me beijar e olhar nos meus olhos. — Eu fico louco por travestis putinhas como você. Eu tava tipo hipnotizada e continuei olhando pra ele sem falar nada. — Vou ser sincero com você, quero que saiba de uma coisa: desde que a Maria me mostrou umas fotos suas que a Lucía mandou, eu falei: essa travesti eu quero pra mim. Ela me explicou que você era a putinha da Lucía, que nunca tinha transado com homem, e aí eu tive a ideia de ser o cachorro da Maria pra poder chegar perto de você. E eu planejei tudo: a roupa que você tá usando fui eu que escolhi, travesti gosta de se vestir bem de puta. Hoje você deve ter se sentido relaxada, a Lucía colocou um relaxante na sua comida por minha ordem, pra te deixar relaxada e submissa, mas nem precisava, você já é submissa por natureza. — Eu ouvia besta, olhando pra ele, e em vez de me sentir enganada e usada, eu me sentia excitada. — E agora eu já tenho você aos meus pés. Há um tempo atrás eu te fiz minha, você foi minha putinha e hoje à noite você vai ser minha puta. E me deixou com muito tesão te comer pelo pussy, nunca tinha comido uma travesti sem ter a coisa dela balançando. Já falei tudo, tem algo a dizer? Olhando pra ele besta como eu tava, balancei a cabeça que não. — Muito bem, agora mexe essa bunda e me traz uma cerveja bem gelada. Quando virei pra ir pra cozinha, ele me deu um tapa. Uma palmada forte na bunda que me fez soltar um gritinho. Submissa, fui pra cozinha, peguei uma cerveja e levei pra ele.
— Valeu, Deisy.
— De nada.
— Agora vão pra cozinha com as meninas, esse é o lugar de vocês, onde se sentem mais à vontade. Mas antes quero um beijo.
Me aproximei dele e tive que ficar na ponta dos pés pra alcançar, dei um beijo na boca dele. Quando me virei, levei outra palmada. Já na cozinha, ajudei a preparar o jantar, que seria um tira-gosto: camarão, mexilhão, batata brava, presunto, queijo, pão torrado e mais umas coisas. Eu mesma coloquei a toalha na mesa, sob o olhar do Pascual, e os talheres. Nós três levamos tudo pra mesa e sentamos pra jantar. Eu fiquei de frente pra Lucía e do lado do Pascual.
Durante a comida, o Pascual de vez em quando colocava a mão na minha perna e ia acariciando. No fim do jantar, ficamos uns trinta minutos bebendo e conversando. Eu falava pouco. Nessa meia hora, ele não tirou a mão da minha perna e foi acariciando quase até a virilha. Sentir a mão dele me deixava numa excitação constante.
— Com licença, preciso ir ao banheiro.
Desci a calcinha fio dental e tava toda molhada. Depois do xixi, me limpei bem. Quando voltei, já estavam recolhendo a mesa. Ajudei e num instante tava tudo guardado.
— Querem tomar um drinque, uns shots? O que vocês acham? — disse Lucía.
— Se tiver uísque, um com Coca Booty, mas quero que a Deisy prepare — falou Pascual.
— Já que ela vai fazer, que prepare todos.
Preparei quatro drinques. Primeiro entreguei pro Pascual e, depois que todos estavam servidos, ele me chamou pra sentar do lado dele no sofá. Quando sentei, a calcinha fio dental ficou totalmente à mostra, marcando bem a racha. Rapidinho ele colocou a mão nas minhas pernas e continuou com as carícias, enquanto eles conversavam e eu só escutava. Uns dez minutos depois, ele virou minha cabeça e me deu um beijão. Quando parou de me beijar, Lucía e Maria estavam fazendo o mesmo. Dei um gole no drinque e ele me agarrou de novo enquanto a gente se beijava. Uma mão se movia entre minhas... pernas até me acariciar por cima da calcinha fio dental e rapidamente enfiou a mão por dentro, me tocando na buceta, aí parou de me beijar. - você tá bem safada, gostosa, sua buceta tá bem molhada. Eu não sentia nada enquanto ele me tocava a buceta, mas estar assim me deixava muito putinha, como as coisas tinham mudado. Uns meses atrás era eu quem enfiava a mão na minha ex-mulher e agora era eu quem ocupava o lugar dela. Acho que agi por instinto e comecei a acariciar o peito dele e fui descendo devagar até enfiar a mão por baixo da cueca e pegar no pau dele, agarrar e começar a masturbar ele, sentindo como crescia e ficava duro na minha mão. A mão que Pascual tinha na minha virilha ele levou até minha coxa, subindo em direção à bunda. De repente, senti a saia perder a pressão, ele abaixou o zíper e soltou, enfiou o outro braço por trás e me fez levantar um pouco, tirando a minissaia, e em seguida puxou minha calcinha fio dental por trás e com a outra mão puxou ela pra baixo, deixando no meio da coxa. - Fica de pé e de frente pra mim. Eu fiquei de frente pra ele, ele colocou as duas mãos nas minhas nádegas, apalpando e apertando, desceu pelas pernas tirando a calcinha fio dental e deixando no chão, subiu de novo percorrendo minhas pernas até a bunda, me virou, apalpou bem minha bunda e enfiou uma mão entre minhas pernas me tocando a buceta, me virou de novo. - Chega perto e me beija. Eu abaixei um pouco o corpo e beijei ele. - Desce devagar beijando meu pescoço, meu peito. Fui beijando o corpo dele como ele pedia, ele colocou uma mão na minha cabeça e foi me forçando pra baixo. - Ajoelha, tira minha cueca e chupa meu pau. Eu me ajoelhei entre as pernas dele e comecei a chupar primeiro a pontinha, tava assim entretida quando a Lucía interrompeu. - A gente vai pra cama, vocês deviam fazer o mesmo, não quero que sujem o sofá. Deisy, o quarto em frente ao meu tá disponível pra vocês passarem a noite. - Sim, Lucía. - Divirtam-se, boa noite. - Boa noite pra vocês também. Eu ia me levantar. - Espera, gostosa, não te dei permissão pra levantar. Eu ia chupar ela de novo, mas ele parou, levantou minha cabeça pelo queixo e levou as duas mãos pros meus peitos, tocando eles. — Você tem uns peitos lindos e quero vê-los. Ele baixou as mãos e tirou meu top. — Agora sim, fica de pé. Fiquei completamente nua na frente dele, só de liga, meia e salto. Ele se levantou e começou a tocar meus peitos com uma mão, enquanto a outra foi pra minha buceta. — Você tem um corpo gostoso, é a travesti perfeita, e essa buceta me agrada muito, assim bem molhadinha vou deixar ela bem aberta. Agora sim, me pega pela mão e me leva pro quarto. Peguei ele e, assim nua, fui pro andar de cima. Quando passei pela mesa, ele pegou uma bolsinha que estava lá. Chegando no andar de cima, dava pra ouvir as duas garotas se divertindo. Entramos no quarto e Pascual fechou a porta. Ele me agarrou, me virou, me segurou pela cintura e me colou nele. Começou a me beijar e a percorrer meu corpo com as mãos: os peitos, a bunda e a buceta. Eu não sentia nada quando ele tocava meus peitos falsos e a buceta, mas só de estar sendo tratada como mulher já me deixava muito excitada, e eu soltava uns gemidinhos. — Você tá gostando, pequena? Eu também quero gostar. Peguei a pica dele e comecei a masturbar ele. — Você gosta da minha pica, né? Ajoelha como uma boa puta e chupa ela, esse é o lugar que uma boa puta deve ocupar. Me ajoelhei e comecei a massagear ela com as duas mãos, enquanto olhava pro Pascual, buscando o olhar dele. Ele me olhou sorrindo e começou a acariciar minha cabeça enquanto nos olhávamos. Ele foi aproximando a pica até encostar nos meus lábios. Comecei a chupar ele olhando nos olhos dele. Antigamente, eu gostava de olhar minhas putinhas nos olhos, ver a cara de safada que elas faziam enquanto me chupavam. Mas agora eu ocupava aquele lugar, e era eu a puta que buscava o olhar do meu macho, pra ele ver minha cara de safada. Nunca imaginei, mas estar naquela posição... O lugar era incrível, eu adorava ficar ali saboreando uma rola, enquanto nos olhávamos. Pascual foi empurrando minha cabeça até enfiar ela inteira na minha boca. Aí perdi o contato visual com ele. — Continua me olhando, sua puta. Com a rola enfiada até o fundo, olhei pra ele de novo, os olhos começando a lacrimejar. — Você adora, né, raposinha. Concordei com a cabeça como dava, e aos poucos ele foi soltando minha cabeça até eu tirar ela da boca, ainda olhando pra ele. Ele segurou a rola e levantou ela pra cima. — Passa a língua e os lábios por ela toda até a base e chupa minhas bolas. Fui descendo por todo o tronco da rola até chegar nas bolas dele. Primeiro passei a língua, depois chupei com os lábios. — Olha pra mim, puta. Olhei. — Enfia elas na boca. Enfiei uma bola na boca, depois a outra. — Mantém dentro da boca e me olha. O que você tem na boca é onde está a masculinidade de um macho, e você não tem nada disso, por isso é uma puta travesti submissa. E você adora ser, dá pra ver nos seus olhos, eles brilham. Sobe devagar de novo e continua com seu trabalho. Em poucos segundos, eu tinha a rola de novo entre os lábios. Dessa vez ele me deixou fazer e eu aproveitei meu trabalho e de ver ele aproveitar. Percebi que ele ficou tenso e acelerei os movimentos até que um primeiro jato inundou minha boca. Tirei pra respirar, engoli o que tinha na boca e continuei até ele mandar parar e eu ficar de pé. Assim que me levantei, ele me agarrou, me virou e me deu um tapa forte na bunda que me fez soltar um gritinho bem feminino. Começou a esfregar minha bunda, totalmente colado em mim, com força e até um pouco violento. Eu me sentia dominada e isso me excitava muito. Ele enfiou a mão entre minhas pernas e ficou esfregando na buceta e no cu. — Você gosta de se sentir dominada, né? — Sim. — Você adora ser minha puta submissa. — Sim, adoro. Enquanto continuava me tocando, ele tirou um vidrinho da bolsa, passou na mão e enfiou de novo entre minhas pernas. Esfregou, passou mais um pouco e enfiou de novo, sem avisar. Senti um dedo entrando no meu cu e depois um segundo. — Você me excita, sua puta, tem uma buceta bem apertadinha. Ele me soltou por um instante, sempre de costas, um momento depois me agarrou de novo. — Abre as pernas, puta, e empina um pouco a bunda. Empinei a bunda pra trás e a primeira coisa que ele fez foi dar um tapa forte, com uma mão me segurou pela cintura e com a outra colocou a ponta da rola na minha buceta e enfiou tudo de uma vez em três estocadas, me segurava com as duas mãos na cintura e me fodeu um tempo em pé, fazia minhas pernas tremerem e eu achava que ia cair a qualquer momento, meus pés de salto alto por minha conta dificultavam ficar de pé se ele me soltasse, mas ele me segurou firme o tempo todo, sentia a virilha molhada das minhas gozadas, depois me levou até a cama e me deitou de barriga pra cima com a bunda na beirada, pegou um travesseiro, se ajoelhou nele, abriu minhas pernas e se meteu entre elas, eu levantava a cabeça pra olhar. — Quer ver como eu entro e te fodo? — Quero. Ele colocou a ponta na entrada da buceta e fui vendo como entrava devagar, tirava um pouco e enfiava de novo até entrar tudo, tirou de uma vez e meteu com força, fazendo eu soltar um grito ou um gemido forte, e daí seguiu com um vai e vem contínuo, eu continuava olhando, não demorou pra eu gozar um orgasmo e me esporrar, vi como saía o fluxo da minha buceta, aí percebi que gozava como uma mulher, a prótese que eu usava prendia meu pau num tubo e não deixava ele crescer, e isso fazia eu gozar sem força, deixando o fluxo na fenda do cone e na virilha, só de pensar me deu muito tesão e fiquei com muito calor, quando Pascual gozou eu já tinha gozado umas 5 ou 6 vezes, eu tava exausta, Pascual se levantou e sentou do meu lado, aos poucos recuperei a respiração cansada e fui relaxando, e naquele momento bateu vontade de ir ao banheiro. — Preciso ir ao banheiro. — Eu também, vamos. Assim que entramos. Fui no banheiro pra sentar e mijar. — O que cê tá fazendo? — Vou fazer xixi. — É esse o respeito que você tem por mim? Levanta, que quem mija primeiro sou eu, porque sou o macho. Levantei de cabeça baixa. — Olha só como um homem mija. Vi ele mijar. — Agora pode fazer. Sentei no vaso, com o Pascual na minha frente, com a pica a um palmo do meu rosto. Ela tava mole, mas ainda assim parecia grande. Ele segurou minha cabeça e aproximou a pica da minha boca. — Cê tá numa posição perfeita pra limpar minha pica dos restos de porra que ficaram nela, então começa, putinha. Abri a boca e comecei a chupar de novo. O cheiro e o gosto tavam mais fortes agora, acho que de macho. Não demorou pra ele ficar duro de novo. Pascual forçava minha cabeça com a mão pra eu olhar na cara dele. — Vocês ficam com uma cara e um olhar de puta que eu adoro ver enquanto chupam pica. Ter que chupar a pica dele olhando nos olhos dele enquanto me chamava de puta, rabuda, vadiazinha me deixava com muito tesão. Me sentia dominada e humilhada, e eu adorava aquilo. Segurando minha cabeça, ele começou a meter tudo na minha boca e começou a foder minha garganta. Eu sentia os ovos dele batendo no meu queixo. Ele deu a primeira gozada na minha boca, e a excitação me fez gozar também. Continuou fodendo minha boca por uns dois minutos até soltar a última gota de porra. — Te espero na cama quando você vier. Me traz uma cerveja, não demora. Ele foi embora. Levantei e peguei uns lencinhos umedecidos femininos da Lúcia pra limpar minha buceta. Me olhei no espelho quando fui lavar o rosto e vi uma cara de puta. Fui na cozinha, peguei uma cerveja e levei pro Pascual, que tava sentado na cama esperando. Ele deu duas batidas com a mão na cama, mandando eu sentar do lado. Obedeci e não falamos nada enquanto ele tomou a cerveja em uns cinco minutos. — Bom, Deisy, acho que é hora de dormir. — É, acho que sim. Vou na sala pegar a roupa. — Não precisa. Tira o que cê tá vestindo, vamos dormir pelados. Tirei os saltos, a cinta-liga e as meias. Enquanto ele me olhava, se deitou de barriga pra cima e me fez deitar do lado dele. A cama é pequena, então fiquei colada nele. A luz estava acesa e minha visão pra baixo era a de qualquer mulher deitada ao lado de um homem. Ele exibia uma bela pica apontando pra cima, e eu, uma rachinha que se perdia entre minhas pernas. Ficamos assim uns dois minutos em silêncio, ele apagou a luz e se virou pra mim, dobrou os joelhos, fazendo com que eu me virasse pra ficar confortável. Me pegou pela cintura e a pica dele ficou encostada na minha bunda. — Boa noite, Deisy. — Boa noite, Pascual. — Te daria um beijo de boa noite, mas não gosto de beijar minha putinha depois que ela me chupou. Me acomodei bem contra ele, e sentir a pica encostada na minha bunda, além de pensar na última coisa que ele tinha me dito — que eu era a putinha dele — me excitou. Senti meu pau prisioneiro tentando crescer. Tentei relaxar, mas não parava de pensar que ele me chamou de putinha, e eu gostava que ele dissesse isso. Entre pensamentos, sem perceber, acabei dormindo. Quando acordei, ele estava de barriga pra cima, eu tinha um braço apoiado no peito dele, a cabeça no ombro dele e uma perna por cima, roçando a pica dele com o joelho. Ela estava virada pro lado esquerdo, eu não conseguia evitar olhar: estava mole, mas grande. Fiquei parada um tempo pra não acordá-lo, depois fui tirando a perna devagar, mas ele acordou e me olhou. — Bom dia, Deisy. — Bom dia, Pascual. — Dormiu bem, neném? — Sim, e você? Enquanto conversávamos, a pica dele ficou dura e ereta pra cima, e meu olhar ia direto pra ela. — Tá, você tá bobona, gosta do que vê, né, putinha? — Não sei, meu olhar fica indo pra ela. — Toda sua, minha putinha, aí está seu café da manhã. Empurrou minha cabeça pra baixo até me deixar de frente pra ela. Segurei com uma mão e, depois de esfregar um pouco, levei à boca e comecei a chupar. — Hummm, sim, você é uma neném bem gulosa. Olhei pra cara dele e pisquei um olho sem tirar a pica da boca. — Como você faz bem, putinha. Levo uns 15 minutos pra gozar e receber meu café da manhã na boca. — Não sei, não consigo acreditar que eu gosto disso. — Só precisava experimentar, e já viu, você adora, sua puta. — Sim, sabe, eu gosto que me chame assim. — Como. — Puta. — Ahhh sim, então vou te chamar assim pra você não esquecer, vale puta. — Sim. — Tô com vontade de um café, vai buscar minha cueca na sala. — Sim, mas preciso ir ao banheiro primeiro. — Sim, vai rápido. Fiz meu xixi matinal e desci pra sala pra pegar a roupa, tava recolhendo minhas coisas quando a voz da Lucía me surpreendeu. — Mas que piranha você é, acha que pode deixar a calcinha jogada aqui. — Desculpa, quis descer pra pegar ontem à noite, mas o Pascual não deixou, me desculpa. — Aceito suas desculpas, mas que não se repita. — Sim, não vai acontecer de novo. Juntei tudo e subi pro quarto, entreguei a cueca pro Pascual, deixei minhas roupinhas em cima da cama e vesti primeiro a tanga e depois o sutiã, ia colocar a minissaia. — Não coloca, quero que você desça assim, só calça os sapatos. — Assim, com a Lucía lá embaixo. — Ela tá acostumada a te ver, você agora me pertence e tem que me obedecer como uma boa putinha submissa, vamos, acorda e prepara meu café. Viro em direção à porta e ele me dá um tapa forte na bunda, desci pra cozinha e preparei café pra nós dois, a Lucía ficou me olhando mas não disse nada, o Pascual levou uns 5 minutos pra descer só de cueca. — Meu café tá pronto, puta. — Sim. Servi ele e fui tomar o meu sentada numa cadeira na frente dele, ele tava num banco encostado na parede na mesa da cozinha. — Vem cá, quero você do meu lado. Levantei e sentei do lado dele, verdade, me sentia pequena perto dele, a Lucía olhava sorrindo mas sem falar nada, o Pascual colocou a mão entre minhas pernas. — Como foi a noite, Lucía? — perguntou o Pascual. — Muito bem, e vocês? — Perfeita, a Deisy é uma amante perfeita e muito obediente, e uma verdadeira puta na cama, ela adora chupar minha piroca, né puta. — Sim, Pascual. — Fala pra Lucía como você Gosta que eu chame ela de... - vadia. - Diz que deixa ela com muito tesão. - Olha, não esperava por isso, mas parece que a Deisy encontrou o homem dela. - Pra mim é só mais uma vadia. - Você é um filho da puta, Pascual. Às vezes você passa do ponto, é muito machista, chama de puta todas que leva pra cama. São pessoas. - Sim, sou machista, e a mulher tem que saber o lugar dela, como sempre foi: submissa e obediente, se dedicar às tarefas dela, tipo passar pano e satisfazer o homem, e quanto mais vadia, melhor. - Chega, não quero mais discutir. Eu ouvia a discussão e, em vez de me sentir ofendida, ficava excitada ouvindo o Pascual e me imaginava no meu papel de mulher dedicada às minhas obrigações de casa. - Vou deixar vocês aqui, casal, vou tomar um banho. - Pascual, posso ir tomar um banho com ela? Assim ela me ajuda. - Vai, pode ir. Subi com a Lucía pro quarto dela, a Maria ainda tava dormindo. A Lucía escolheu roupa pra nós duas, entramos no banheiro, tirei as próteses do peito e eu mesma tirei a vagina. Ela tomou banho primeiro enquanto eu tirava a maquiagem e expliquei por cima minha noite com o Pascual. Enquanto isso, a Maria bateu na porta pedindo licença pra entrar. Depois tomei meu banho, coloquei as próteses de novo. A Lucía escolheu pra mim uma calcinha rosa de renda, com um top e uma minissaia rosa. Depois fomos pro quarto dela, onde ela me maquiou enquanto a gente conversava. - Já percebeu o quão machista o Pascual é? - Sim, mas olha, nunca passou pela minha cabeça me submeter a um homem. Minha fantasia era ser submisso de uma mulher, mas a experiência de ser submissa e vadia do Pascual, obedecer às ordens dele, ele me chamar de vadia e me mostrar meu lugar como mulher submissa, me excita. - Então aproveita, Deisy. Saí do quarto e entrei no que a gente tinha dormido, arrumei a cama e desci pro andar de baixo. O Pascual tava sentado no sofá vendo as motos. - Que linda você tá, vadia, toda de rosa. - Obrigada. - Me traz uma cerveja. Servi uma cerveja pra ele. - Obrigado, chega aqui e me dá um beijo. Me aproximei, apoiei um joelho. Entre as pernas dela e me abaixei um pouco, dei um beijo na bochecha dela. — Um beijo bem dado na boca. Me abaixei de novo e aproximei meus lábios dos dela, quando beijei os lábios dela, ela me agarrou na bunda e me puxou pra cima, fiquei sentada de pernas abertas em cima dela, enfiou a língua na minha boca e a gente se deu um beijo longo enquanto ela apalpava minha bunda com a saia levantada, até que decidiu que o beijo tinha que acabar. — Você deixou meu pau bem duro, sua puta, sabe como resolver isso. — Sim. — Diz como. — Com um boquete. — Você é uma puta muito esperta, então vai, faz teu trabalho. Olhei nos olhos dela com submissão enquanto me tirava de cima dela e me ajoelhava entre as pernas dela, baixei a cueca, segurei com uma mão e aproximei meus lábios, comecei a chupar a ponta brincando com a língua, ela enfiava tudo na minha boca com movimentos rápidos e seguidos, eu parava e brincava com a pontinha e voltava a enfiar tudo de novo, fiquei uns 15 minutos curtindo até conseguir meu prêmio, a porra gostosa dela, deixei bem limpinho. — Não tem prazer maior do que tomar uma cerveja bem gelada enquanto minha puta me chupa, né, puta? — É, acho que sim. — Então me traz outra cerveja e depois você vai ajudar a Lúcia na cozinha. Depois de servir, fui com a Lúcia e mais tarde a Maria desceu, e nós três preparamos a comida, o Pascual não saiu do sofá, quando queria uma cerveja, gritava: "Puta, traz outra". Como o dia estava bom, a gente comeu no jardim e entre conversas e risadas, deu 6 horas da tarde. — Se já são quase 6, a gente tem que ir daqui a pouco, Pascual, vamos arrumar a mesa e ir embora — disse a Maria. — Fica tranquila, a gente arruma entre eu e a Deisy. Levantamos da mesa, antes de tudo os dois foram no banheiro, a Maria se despediu de mim e o Pascual me pegou por trás pela cintura e me virou pra ele. — Então, puta, foi um prazer te conhecer. — Pra mim também. Me levantou segurando na minha bunda e me deu um beijão. — Acho que a gente vai se ver de novo, puta, tchau. — Acho que sim, tchau. Lucia e eu ficamos sozinhas, arrumamos a mesa e lavamos a louça, e depois tomamos uma cerveja relaxadas no jardim. Aí tomei um banho e fui pra minha casa. Continua.
— Valeu, Deisy.
— De nada.
— Agora vão pra cozinha com as meninas, esse é o lugar de vocês, onde se sentem mais à vontade. Mas antes quero um beijo.
Me aproximei dele e tive que ficar na ponta dos pés pra alcançar, dei um beijo na boca dele. Quando me virei, levei outra palmada. Já na cozinha, ajudei a preparar o jantar, que seria um tira-gosto: camarão, mexilhão, batata brava, presunto, queijo, pão torrado e mais umas coisas. Eu mesma coloquei a toalha na mesa, sob o olhar do Pascual, e os talheres. Nós três levamos tudo pra mesa e sentamos pra jantar. Eu fiquei de frente pra Lucía e do lado do Pascual.
Durante a comida, o Pascual de vez em quando colocava a mão na minha perna e ia acariciando. No fim do jantar, ficamos uns trinta minutos bebendo e conversando. Eu falava pouco. Nessa meia hora, ele não tirou a mão da minha perna e foi acariciando quase até a virilha. Sentir a mão dele me deixava numa excitação constante.
— Com licença, preciso ir ao banheiro.
Desci a calcinha fio dental e tava toda molhada. Depois do xixi, me limpei bem. Quando voltei, já estavam recolhendo a mesa. Ajudei e num instante tava tudo guardado.
— Querem tomar um drinque, uns shots? O que vocês acham? — disse Lucía.
— Se tiver uísque, um com Coca Booty, mas quero que a Deisy prepare — falou Pascual.
— Já que ela vai fazer, que prepare todos.
Preparei quatro drinques. Primeiro entreguei pro Pascual e, depois que todos estavam servidos, ele me chamou pra sentar do lado dele no sofá. Quando sentei, a calcinha fio dental ficou totalmente à mostra, marcando bem a racha. Rapidinho ele colocou a mão nas minhas pernas e continuou com as carícias, enquanto eles conversavam e eu só escutava. Uns dez minutos depois, ele virou minha cabeça e me deu um beijão. Quando parou de me beijar, Lucía e Maria estavam fazendo o mesmo. Dei um gole no drinque e ele me agarrou de novo enquanto a gente se beijava. Uma mão se movia entre minhas... pernas até me acariciar por cima da calcinha fio dental e rapidamente enfiou a mão por dentro, me tocando na buceta, aí parou de me beijar. - você tá bem safada, gostosa, sua buceta tá bem molhada. Eu não sentia nada enquanto ele me tocava a buceta, mas estar assim me deixava muito putinha, como as coisas tinham mudado. Uns meses atrás era eu quem enfiava a mão na minha ex-mulher e agora era eu quem ocupava o lugar dela. Acho que agi por instinto e comecei a acariciar o peito dele e fui descendo devagar até enfiar a mão por baixo da cueca e pegar no pau dele, agarrar e começar a masturbar ele, sentindo como crescia e ficava duro na minha mão. A mão que Pascual tinha na minha virilha ele levou até minha coxa, subindo em direção à bunda. De repente, senti a saia perder a pressão, ele abaixou o zíper e soltou, enfiou o outro braço por trás e me fez levantar um pouco, tirando a minissaia, e em seguida puxou minha calcinha fio dental por trás e com a outra mão puxou ela pra baixo, deixando no meio da coxa. - Fica de pé e de frente pra mim. Eu fiquei de frente pra ele, ele colocou as duas mãos nas minhas nádegas, apalpando e apertando, desceu pelas pernas tirando a calcinha fio dental e deixando no chão, subiu de novo percorrendo minhas pernas até a bunda, me virou, apalpou bem minha bunda e enfiou uma mão entre minhas pernas me tocando a buceta, me virou de novo. - Chega perto e me beija. Eu abaixei um pouco o corpo e beijei ele. - Desce devagar beijando meu pescoço, meu peito. Fui beijando o corpo dele como ele pedia, ele colocou uma mão na minha cabeça e foi me forçando pra baixo. - Ajoelha, tira minha cueca e chupa meu pau. Eu me ajoelhei entre as pernas dele e comecei a chupar primeiro a pontinha, tava assim entretida quando a Lucía interrompeu. - A gente vai pra cama, vocês deviam fazer o mesmo, não quero que sujem o sofá. Deisy, o quarto em frente ao meu tá disponível pra vocês passarem a noite. - Sim, Lucía. - Divirtam-se, boa noite. - Boa noite pra vocês também. Eu ia me levantar. - Espera, gostosa, não te dei permissão pra levantar. Eu ia chupar ela de novo, mas ele parou, levantou minha cabeça pelo queixo e levou as duas mãos pros meus peitos, tocando eles. — Você tem uns peitos lindos e quero vê-los. Ele baixou as mãos e tirou meu top. — Agora sim, fica de pé. Fiquei completamente nua na frente dele, só de liga, meia e salto. Ele se levantou e começou a tocar meus peitos com uma mão, enquanto a outra foi pra minha buceta. — Você tem um corpo gostoso, é a travesti perfeita, e essa buceta me agrada muito, assim bem molhadinha vou deixar ela bem aberta. Agora sim, me pega pela mão e me leva pro quarto. Peguei ele e, assim nua, fui pro andar de cima. Quando passei pela mesa, ele pegou uma bolsinha que estava lá. Chegando no andar de cima, dava pra ouvir as duas garotas se divertindo. Entramos no quarto e Pascual fechou a porta. Ele me agarrou, me virou, me segurou pela cintura e me colou nele. Começou a me beijar e a percorrer meu corpo com as mãos: os peitos, a bunda e a buceta. Eu não sentia nada quando ele tocava meus peitos falsos e a buceta, mas só de estar sendo tratada como mulher já me deixava muito excitada, e eu soltava uns gemidinhos. — Você tá gostando, pequena? Eu também quero gostar. Peguei a pica dele e comecei a masturbar ele. — Você gosta da minha pica, né? Ajoelha como uma boa puta e chupa ela, esse é o lugar que uma boa puta deve ocupar. Me ajoelhei e comecei a massagear ela com as duas mãos, enquanto olhava pro Pascual, buscando o olhar dele. Ele me olhou sorrindo e começou a acariciar minha cabeça enquanto nos olhávamos. Ele foi aproximando a pica até encostar nos meus lábios. Comecei a chupar ele olhando nos olhos dele. Antigamente, eu gostava de olhar minhas putinhas nos olhos, ver a cara de safada que elas faziam enquanto me chupavam. Mas agora eu ocupava aquele lugar, e era eu a puta que buscava o olhar do meu macho, pra ele ver minha cara de safada. Nunca imaginei, mas estar naquela posição... O lugar era incrível, eu adorava ficar ali saboreando uma rola, enquanto nos olhávamos. Pascual foi empurrando minha cabeça até enfiar ela inteira na minha boca. Aí perdi o contato visual com ele. — Continua me olhando, sua puta. Com a rola enfiada até o fundo, olhei pra ele de novo, os olhos começando a lacrimejar. — Você adora, né, raposinha. Concordei com a cabeça como dava, e aos poucos ele foi soltando minha cabeça até eu tirar ela da boca, ainda olhando pra ele. Ele segurou a rola e levantou ela pra cima. — Passa a língua e os lábios por ela toda até a base e chupa minhas bolas. Fui descendo por todo o tronco da rola até chegar nas bolas dele. Primeiro passei a língua, depois chupei com os lábios. — Olha pra mim, puta. Olhei. — Enfia elas na boca. Enfiei uma bola na boca, depois a outra. — Mantém dentro da boca e me olha. O que você tem na boca é onde está a masculinidade de um macho, e você não tem nada disso, por isso é uma puta travesti submissa. E você adora ser, dá pra ver nos seus olhos, eles brilham. Sobe devagar de novo e continua com seu trabalho. Em poucos segundos, eu tinha a rola de novo entre os lábios. Dessa vez ele me deixou fazer e eu aproveitei meu trabalho e de ver ele aproveitar. Percebi que ele ficou tenso e acelerei os movimentos até que um primeiro jato inundou minha boca. Tirei pra respirar, engoli o que tinha na boca e continuei até ele mandar parar e eu ficar de pé. Assim que me levantei, ele me agarrou, me virou e me deu um tapa forte na bunda que me fez soltar um gritinho bem feminino. Começou a esfregar minha bunda, totalmente colado em mim, com força e até um pouco violento. Eu me sentia dominada e isso me excitava muito. Ele enfiou a mão entre minhas pernas e ficou esfregando na buceta e no cu. — Você gosta de se sentir dominada, né? — Sim. — Você adora ser minha puta submissa. — Sim, adoro. Enquanto continuava me tocando, ele tirou um vidrinho da bolsa, passou na mão e enfiou de novo entre minhas pernas. Esfregou, passou mais um pouco e enfiou de novo, sem avisar. Senti um dedo entrando no meu cu e depois um segundo. — Você me excita, sua puta, tem uma buceta bem apertadinha. Ele me soltou por um instante, sempre de costas, um momento depois me agarrou de novo. — Abre as pernas, puta, e empina um pouco a bunda. Empinei a bunda pra trás e a primeira coisa que ele fez foi dar um tapa forte, com uma mão me segurou pela cintura e com a outra colocou a ponta da rola na minha buceta e enfiou tudo de uma vez em três estocadas, me segurava com as duas mãos na cintura e me fodeu um tempo em pé, fazia minhas pernas tremerem e eu achava que ia cair a qualquer momento, meus pés de salto alto por minha conta dificultavam ficar de pé se ele me soltasse, mas ele me segurou firme o tempo todo, sentia a virilha molhada das minhas gozadas, depois me levou até a cama e me deitou de barriga pra cima com a bunda na beirada, pegou um travesseiro, se ajoelhou nele, abriu minhas pernas e se meteu entre elas, eu levantava a cabeça pra olhar. — Quer ver como eu entro e te fodo? — Quero. Ele colocou a ponta na entrada da buceta e fui vendo como entrava devagar, tirava um pouco e enfiava de novo até entrar tudo, tirou de uma vez e meteu com força, fazendo eu soltar um grito ou um gemido forte, e daí seguiu com um vai e vem contínuo, eu continuava olhando, não demorou pra eu gozar um orgasmo e me esporrar, vi como saía o fluxo da minha buceta, aí percebi que gozava como uma mulher, a prótese que eu usava prendia meu pau num tubo e não deixava ele crescer, e isso fazia eu gozar sem força, deixando o fluxo na fenda do cone e na virilha, só de pensar me deu muito tesão e fiquei com muito calor, quando Pascual gozou eu já tinha gozado umas 5 ou 6 vezes, eu tava exausta, Pascual se levantou e sentou do meu lado, aos poucos recuperei a respiração cansada e fui relaxando, e naquele momento bateu vontade de ir ao banheiro. — Preciso ir ao banheiro. — Eu também, vamos. Assim que entramos. Fui no banheiro pra sentar e mijar. — O que cê tá fazendo? — Vou fazer xixi. — É esse o respeito que você tem por mim? Levanta, que quem mija primeiro sou eu, porque sou o macho. Levantei de cabeça baixa. — Olha só como um homem mija. Vi ele mijar. — Agora pode fazer. Sentei no vaso, com o Pascual na minha frente, com a pica a um palmo do meu rosto. Ela tava mole, mas ainda assim parecia grande. Ele segurou minha cabeça e aproximou a pica da minha boca. — Cê tá numa posição perfeita pra limpar minha pica dos restos de porra que ficaram nela, então começa, putinha. Abri a boca e comecei a chupar de novo. O cheiro e o gosto tavam mais fortes agora, acho que de macho. Não demorou pra ele ficar duro de novo. Pascual forçava minha cabeça com a mão pra eu olhar na cara dele. — Vocês ficam com uma cara e um olhar de puta que eu adoro ver enquanto chupam pica. Ter que chupar a pica dele olhando nos olhos dele enquanto me chamava de puta, rabuda, vadiazinha me deixava com muito tesão. Me sentia dominada e humilhada, e eu adorava aquilo. Segurando minha cabeça, ele começou a meter tudo na minha boca e começou a foder minha garganta. Eu sentia os ovos dele batendo no meu queixo. Ele deu a primeira gozada na minha boca, e a excitação me fez gozar também. Continuou fodendo minha boca por uns dois minutos até soltar a última gota de porra. — Te espero na cama quando você vier. Me traz uma cerveja, não demora. Ele foi embora. Levantei e peguei uns lencinhos umedecidos femininos da Lúcia pra limpar minha buceta. Me olhei no espelho quando fui lavar o rosto e vi uma cara de puta. Fui na cozinha, peguei uma cerveja e levei pro Pascual, que tava sentado na cama esperando. Ele deu duas batidas com a mão na cama, mandando eu sentar do lado. Obedeci e não falamos nada enquanto ele tomou a cerveja em uns cinco minutos. — Bom, Deisy, acho que é hora de dormir. — É, acho que sim. Vou na sala pegar a roupa. — Não precisa. Tira o que cê tá vestindo, vamos dormir pelados. Tirei os saltos, a cinta-liga e as meias. Enquanto ele me olhava, se deitou de barriga pra cima e me fez deitar do lado dele. A cama é pequena, então fiquei colada nele. A luz estava acesa e minha visão pra baixo era a de qualquer mulher deitada ao lado de um homem. Ele exibia uma bela pica apontando pra cima, e eu, uma rachinha que se perdia entre minhas pernas. Ficamos assim uns dois minutos em silêncio, ele apagou a luz e se virou pra mim, dobrou os joelhos, fazendo com que eu me virasse pra ficar confortável. Me pegou pela cintura e a pica dele ficou encostada na minha bunda. — Boa noite, Deisy. — Boa noite, Pascual. — Te daria um beijo de boa noite, mas não gosto de beijar minha putinha depois que ela me chupou. Me acomodei bem contra ele, e sentir a pica encostada na minha bunda, além de pensar na última coisa que ele tinha me dito — que eu era a putinha dele — me excitou. Senti meu pau prisioneiro tentando crescer. Tentei relaxar, mas não parava de pensar que ele me chamou de putinha, e eu gostava que ele dissesse isso. Entre pensamentos, sem perceber, acabei dormindo. Quando acordei, ele estava de barriga pra cima, eu tinha um braço apoiado no peito dele, a cabeça no ombro dele e uma perna por cima, roçando a pica dele com o joelho. Ela estava virada pro lado esquerdo, eu não conseguia evitar olhar: estava mole, mas grande. Fiquei parada um tempo pra não acordá-lo, depois fui tirando a perna devagar, mas ele acordou e me olhou. — Bom dia, Deisy. — Bom dia, Pascual. — Dormiu bem, neném? — Sim, e você? Enquanto conversávamos, a pica dele ficou dura e ereta pra cima, e meu olhar ia direto pra ela. — Tá, você tá bobona, gosta do que vê, né, putinha? — Não sei, meu olhar fica indo pra ela. — Toda sua, minha putinha, aí está seu café da manhã. Empurrou minha cabeça pra baixo até me deixar de frente pra ela. Segurei com uma mão e, depois de esfregar um pouco, levei à boca e comecei a chupar. — Hummm, sim, você é uma neném bem gulosa. Olhei pra cara dele e pisquei um olho sem tirar a pica da boca. — Como você faz bem, putinha. Levo uns 15 minutos pra gozar e receber meu café da manhã na boca. — Não sei, não consigo acreditar que eu gosto disso. — Só precisava experimentar, e já viu, você adora, sua puta. — Sim, sabe, eu gosto que me chame assim. — Como. — Puta. — Ahhh sim, então vou te chamar assim pra você não esquecer, vale puta. — Sim. — Tô com vontade de um café, vai buscar minha cueca na sala. — Sim, mas preciso ir ao banheiro primeiro. — Sim, vai rápido. Fiz meu xixi matinal e desci pra sala pra pegar a roupa, tava recolhendo minhas coisas quando a voz da Lucía me surpreendeu. — Mas que piranha você é, acha que pode deixar a calcinha jogada aqui. — Desculpa, quis descer pra pegar ontem à noite, mas o Pascual não deixou, me desculpa. — Aceito suas desculpas, mas que não se repita. — Sim, não vai acontecer de novo. Juntei tudo e subi pro quarto, entreguei a cueca pro Pascual, deixei minhas roupinhas em cima da cama e vesti primeiro a tanga e depois o sutiã, ia colocar a minissaia. — Não coloca, quero que você desça assim, só calça os sapatos. — Assim, com a Lucía lá embaixo. — Ela tá acostumada a te ver, você agora me pertence e tem que me obedecer como uma boa putinha submissa, vamos, acorda e prepara meu café. Viro em direção à porta e ele me dá um tapa forte na bunda, desci pra cozinha e preparei café pra nós dois, a Lucía ficou me olhando mas não disse nada, o Pascual levou uns 5 minutos pra descer só de cueca. — Meu café tá pronto, puta. — Sim. Servi ele e fui tomar o meu sentada numa cadeira na frente dele, ele tava num banco encostado na parede na mesa da cozinha. — Vem cá, quero você do meu lado. Levantei e sentei do lado dele, verdade, me sentia pequena perto dele, a Lucía olhava sorrindo mas sem falar nada, o Pascual colocou a mão entre minhas pernas. — Como foi a noite, Lucía? — perguntou o Pascual. — Muito bem, e vocês? — Perfeita, a Deisy é uma amante perfeita e muito obediente, e uma verdadeira puta na cama, ela adora chupar minha piroca, né puta. — Sim, Pascual. — Fala pra Lucía como você Gosta que eu chame ela de... - vadia. - Diz que deixa ela com muito tesão. - Olha, não esperava por isso, mas parece que a Deisy encontrou o homem dela. - Pra mim é só mais uma vadia. - Você é um filho da puta, Pascual. Às vezes você passa do ponto, é muito machista, chama de puta todas que leva pra cama. São pessoas. - Sim, sou machista, e a mulher tem que saber o lugar dela, como sempre foi: submissa e obediente, se dedicar às tarefas dela, tipo passar pano e satisfazer o homem, e quanto mais vadia, melhor. - Chega, não quero mais discutir. Eu ouvia a discussão e, em vez de me sentir ofendida, ficava excitada ouvindo o Pascual e me imaginava no meu papel de mulher dedicada às minhas obrigações de casa. - Vou deixar vocês aqui, casal, vou tomar um banho. - Pascual, posso ir tomar um banho com ela? Assim ela me ajuda. - Vai, pode ir. Subi com a Lucía pro quarto dela, a Maria ainda tava dormindo. A Lucía escolheu roupa pra nós duas, entramos no banheiro, tirei as próteses do peito e eu mesma tirei a vagina. Ela tomou banho primeiro enquanto eu tirava a maquiagem e expliquei por cima minha noite com o Pascual. Enquanto isso, a Maria bateu na porta pedindo licença pra entrar. Depois tomei meu banho, coloquei as próteses de novo. A Lucía escolheu pra mim uma calcinha rosa de renda, com um top e uma minissaia rosa. Depois fomos pro quarto dela, onde ela me maquiou enquanto a gente conversava. - Já percebeu o quão machista o Pascual é? - Sim, mas olha, nunca passou pela minha cabeça me submeter a um homem. Minha fantasia era ser submisso de uma mulher, mas a experiência de ser submissa e vadia do Pascual, obedecer às ordens dele, ele me chamar de vadia e me mostrar meu lugar como mulher submissa, me excita. - Então aproveita, Deisy. Saí do quarto e entrei no que a gente tinha dormido, arrumei a cama e desci pro andar de baixo. O Pascual tava sentado no sofá vendo as motos. - Que linda você tá, vadia, toda de rosa. - Obrigada. - Me traz uma cerveja. Servi uma cerveja pra ele. - Obrigado, chega aqui e me dá um beijo. Me aproximei, apoiei um joelho. Entre as pernas dela e me abaixei um pouco, dei um beijo na bochecha dela. — Um beijo bem dado na boca. Me abaixei de novo e aproximei meus lábios dos dela, quando beijei os lábios dela, ela me agarrou na bunda e me puxou pra cima, fiquei sentada de pernas abertas em cima dela, enfiou a língua na minha boca e a gente se deu um beijo longo enquanto ela apalpava minha bunda com a saia levantada, até que decidiu que o beijo tinha que acabar. — Você deixou meu pau bem duro, sua puta, sabe como resolver isso. — Sim. — Diz como. — Com um boquete. — Você é uma puta muito esperta, então vai, faz teu trabalho. Olhei nos olhos dela com submissão enquanto me tirava de cima dela e me ajoelhava entre as pernas dela, baixei a cueca, segurei com uma mão e aproximei meus lábios, comecei a chupar a ponta brincando com a língua, ela enfiava tudo na minha boca com movimentos rápidos e seguidos, eu parava e brincava com a pontinha e voltava a enfiar tudo de novo, fiquei uns 15 minutos curtindo até conseguir meu prêmio, a porra gostosa dela, deixei bem limpinho. — Não tem prazer maior do que tomar uma cerveja bem gelada enquanto minha puta me chupa, né, puta? — É, acho que sim. — Então me traz outra cerveja e depois você vai ajudar a Lúcia na cozinha. Depois de servir, fui com a Lúcia e mais tarde a Maria desceu, e nós três preparamos a comida, o Pascual não saiu do sofá, quando queria uma cerveja, gritava: "Puta, traz outra". Como o dia estava bom, a gente comeu no jardim e entre conversas e risadas, deu 6 horas da tarde. — Se já são quase 6, a gente tem que ir daqui a pouco, Pascual, vamos arrumar a mesa e ir embora — disse a Maria. — Fica tranquila, a gente arruma entre eu e a Deisy. Levantamos da mesa, antes de tudo os dois foram no banheiro, a Maria se despediu de mim e o Pascual me pegou por trás pela cintura e me virou pra ele. — Então, puta, foi um prazer te conhecer. — Pra mim também. Me levantou segurando na minha bunda e me deu um beijão. — Acho que a gente vai se ver de novo, puta, tchau. — Acho que sim, tchau. Lucia e eu ficamos sozinhas, arrumamos a mesa e lavamos a louça, e depois tomamos uma cerveja relaxadas no jardim. Aí tomei um banho e fui pra minha casa. Continua.
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