Mi suegra, Mi suegra, la guarra de mi suegra.

Bom, vamos começar dizendo que eu tenho uma doença chamada sonambulismo, não é grave, mas é meio chata. Há um tempo, com medicação, está bem controlada. Dito isso, vou contar: eu moro na minha casa com minha esposa e minha sogra desde que meu sogro faleceu, e minha sogra sempre me deixou louco de tesão. Ela tem 65 anos, é baixinha, com um físico bem cuidado pra idade, e tem uns peitões e uma bunda que me enlouquecem. Então, vou contar como, graças à minha doença, descobri que minha sogra ainda tinha uns calores uterinos.

Uma noite, como qualquer outra, acordei e fui na cozinha beber água gelada. Na volta, como tínhamos mudado o quarto da minha sogra, por inércia entrei nele. Percebi meu erro na hora, mas mesmo assim fiquei parado olhando o corpo da minha sogra. Ela acordou assustada, mas logo percebeu e achou que eu estava sonâmbulo. Ela levantou da cama pelo outro lado, me pegou pelo braço pra me levar pro meu quarto. Eu, sem dizer uma palavra, parei na porta e me virei pra ficar de frente pra ela. Peguei ela pelos ombros e, bem devagar, passo a passo, levei ela de volta pro quarto dela. Quando as pernas dela encostaram no colchão, empurrei um pouco mais e ela sentou na cama. Eu estava só de cueca, bem na frente dela.

Ela ficou parada, sem saber o que fazer, e eu fiz o mesmo. Fiquei imóvel por uns minutos, sem falar absolutamente nada. Ela ficou quieta, sem saber o que fazer por um bom tempo, até que, já inquieta, colocou as mãos nas minhas coxas e, ao mesmo tempo, dizia: "Isso não está certo, isso não está certo..." Eu entreabri os olhos e, da minha posição, via os peitos dela, que apareciam por baixo de uma camiseta de alcinha bem larga. Naturalmente, comecei a ter uma ereção bem na frente do rosto dela. Ela percebeu na hora e desviou o olhar, enquanto as mãos dela subiam até minha cintura. "Isso não pode estar acontecendo, meu Deus, o que eu faço? Não posso acordar ele!!!" Eu continuava fazendo meu papel e não consegui esconder um sorriso que ela não percebeu. Ela virou a cabeça de novo pra mim e aproximou o rosto da minha pica ereta, só coberta pela cueca. Encostou o nariz no meu pau e inspirou fundo, soltando um gemido mudo. Inspirou de novo e desceu as mãos até as pernas, se jogando pra trás e fugindo de mim. (Num sussurro bem baixinho) — Não posso fazer isso, ele tá dormindo. Tô me aproveitando do meu genro. Se afastou e tentou se levantar, mas eu respondi colocando as mãos de novo nos ombros dela e sentando ela de volta na cama, deixando ela bem na frente do meu pau. Continuei com as mãos nos ombros dela e me inclinei um pouco pra frente, esfregando meu pau ainda coberto no rosto dela. No começo ela fugia do contato, mas depois de alguns segundos começou a se contorcer, se esfregando em mim. Ela colocou as mãos de novo nas minhas pernas e começou a me apertar contra ela. Eu sentia como, aos poucos, as mãos dela subiam pelas minhas pernas até chegar de novo na minha cintura. Parou de repente e afastou o rosto de mim. — Não acredito que isso tá acontecendo, não posso fazer isso. Tudo enquanto as mãos dela seguravam minha cueca. Ela virou o rosto e eu senti as mãos dela puxando minha cueca pra baixo de uma vez. Meu pau apareceu e bateu na bochecha dela. Ela fez um movimento pra cima e pra baixo, se esfregando. Eu já não aguentava mais, isso tinha que acelerar, mas sem ela saber que eu tava acordado. De olhos fechados, peguei a cabeça dela e coloquei ela olhando pra mim. Meu pau se posicionou nos lábios dela e eu comecei a me mover pra frente e pra trás, pra que os lábios dela sentissem o comprimento e o peso. Ela repetia sem parar: — Meu Deus, eu quero, eu preciso, mas é teu genro e assim dormindo não dá. Ela tirava metade da língua de vez em quando e depois saboreava o gosto do meu pau. Eu tava realmente com muito tesão e precisava fazer alguma coisa logo. Coloquei minha cabecinha na comissura dos lábios dela e parei ali. Ela esticou a língua e começou a... Me dá lambidas bem devagar, a língua quente dela rodeava a ponta do meu pau enquanto eu me mexia só o suficiente pra que o canto dos lábios dela fosse se abrindo aos poucos. Ela parou de repente, se afastou um pouco de mim e disse: — Genro, me desculpa muito, mas não consigo evitar, leva em conta a necessidade que eu tô passando. Em seguida, ficou olhando pro meu pau e agarrou ele com a mão direita, começou a me punhetar e logo depois enfiou a minha cabecinha dentro da boca dela, o interior da boca dela tava muito quente e molhado. Começou a chupar meu pau com vontade, e eu senti que se continuasse assim ia gozar na hora, mas não sabia se dava pra ir mais longe, talvez não devesse forçar a barra sem ela dar mais sinais. Então resolvi aproveitar o momento e me deixar levar por aquela mamada deliciosa, verdade seja dita, ela tava sendo bem atrapalhada, mas eu imaginava que tinha pouca prática. Mesmo assim, tava adorando e já ia estourar quando resolvi ver se conseguia enfiar mais um pouco dentro da boca dela e empurrei pra dentro, ela tentou se afastar, mas eu ainda segurava a cabeça dela com as mãos, então enfiei a metade do meu pau, ela engasgou, mas logo em seguida enfiou meu pau de volta sozinha e começou a se mexer mais rápido e com mais ritmo, e aí chegou a hora... Comecei a descarregar meu leite dentro da boca dela, verdade seja dita, eu mesmo me surpreendi com a quantidade que tava saindo, ela foi engolindo cada espasmo que eu dava. Terminei de gozar e ela não desperdiçou nem uma gota. Depois de acabar, enquanto ainda tinha meu pau na boca dela, fiz uns movimentos pequenos e ela acompanhou sugando os restos de leite que sobraram, tirei meu pau e pude ver ela engolindo o último resto. Me senti péssimo porque queria provar a buceta dela, que devia estar suculenta, mas ela teria percebido que eu tava fingindo e não queria me ver naquela situação naquele momento, então virei de costas com o pau ainda de fora e fui pro meu canto. quarto sem falar nada. No dia seguinte, me comportei como se nada tivesse acontecido e pude ver como minha sogra focava o olhar no meu pacote disfarçadamente. Eu fazia comentários meio sem noção, já que a princípio não tinha percebido nada. — Bfffffff, hoje dormi pra caralho, fazia tempo que não dormia tão bem. E você, sogra, dormiu bem? A cara dela não tinha preço, ela me olhou na cara e ficou vermelha que nem um tomate. S — Dormi, dormi bem. Y — Você tá com cara de cansada. Como se alguma coisa tivesse te incomodado. S — Não, genro, dormi muito bem. Y — O cum caiu bem? S — Como? Y — Se o café da manhã caiu bem? Você tá com essa cara estranha, por isso perguntei. S — Não, fica tranquilo, tô bem. Depois, ao longo do dia, tudo aconteceu normal. Minha sogra tava conversando com minha mulher e não sei por que, mas o papo foi sobre pelos pubianos, e minha sogra disse que já não tinha mais cabelo por causa da idade. Aí eu senti que devia dar uma alegria pra minha sogra e fazer o que tinha pensado... Tinha que chupar a buceta da minha sogra. Naquela mesma noite, fingi de novo que tava dormindo e entrei no quarto dela, e por algum motivo ela tava acordada, como se estivesse esperando. — Não sei por que, mas sabia que você ia voltar hoje, depois do que aconteceu ontem. Mas hoje não vai rolar nada, você é meu genro, e dormindo ou acordado, a gente tem que se respeitar. Ela levantou da cama e me levou pro meu quarto, onde minha mulher tava dormindo. Na porta, me virei e peguei os peitos dela, comecei a massagear. — Não, por favor, desde ontem tô toda melada e não posso fazer isso, não posso cair de novo, por mais vontade que eu tenha. Me dei uma última chance e deslizei minha mão pra baixo, comecei a massagear a buceta dela por cima da calça. Ela se virou, e eu peguei ela por trás, apertando meu pau contra ela, com uma mão segurando o peito dela e com a outra massageando a ppk dela. — Deus, não aguento mais. Faz o que quiser, vai ser sempre um segredo e nunca vou falar nada. Mas vou deixar você. Fazer o que quiser, vale menos, você vai ter um sonho bonito. Ela começou a andar bem devagar até o quarto dela e, uma vez lá, se virou me olhando. Eu mantinha os olhos fechados, mas via o que ela fazia. Ela sentou na cama e, num movimento só, puxou minha cueca pra baixo, deixando minha pica bem na altura dela. Assim que a teve na frente, começou a chupar minha pica com uma vontade maior que a da noite anterior. Logo depois, eu estava prestes a estourar e me afastei dela. Quando tirei minha pica da boca dela, um fio de saliva ligava minha pica à língua dela. Ela insistia, se jogando pra frente, mas eu me afastei de vez. — O que foi? Que sonho você tá tendo pra parar agora??? Ela se levantou, e eu agarrei ela pela cintura, só o tempo suficiente pra pegar a calça do pijama dela e a calcinha e puxar tudo pra baixo de uma vez. Eu tava agachado na frente dela, e a buceta dela ficou bem na minha cara. Senti o perfume dela e deu uma vontade imensa de meter dentro. Empurrei ela um pouco, e ela sentou na cama, movimento que aproveitei pra tirar tudo que tinha abaixado. Coloquei minhas mãos nos joelhos dela e fiz um pouco de força pra abrir as pernas. — Não, isso não. Não sei o que você tá sonhando, mas não posso permitir. — SOGRA!! Faz dias que meu sonho é lamber sua buceta, saborear seus sucos e aproveitar eles. S — Deus, você tá acordado? Y — Claro que sim, hoje e ontem. Um boquete maravilhoso, por sinal. S — Não pode ser, não pode ser. Deus, que vergonha. Sou uma sem-vergonha, o de ontem nunca devia ter acontecido, mas você não devia ter deixado se tava acordado!!!!! Y — É, claro, e perder um boquete desses? E sogrinha, se eu fosse você, não gritava, senão sua filha acorda e aí me diz como a gente explica isso. S — Não mete minha filha nisso. Nós dois fizemos algo que não devia ter acontecido e somos adultos. Vamos esquecer e seguir como sempre. Y — Sogra, tô com a pica que vai explodir, você tá com a calcinha a uns 2 metros e eu praticamente enfiado entre suas pernas. Cê acha Vou deixar assim? Nem fodendo, cara... A menos que ela queira que tudo mude nesta casa, a gente vai terminar o que começou. S- Genro, você tá mesmo pensando em continuar com isso? Que vergonha, meu Deus... Não acredito que você tá me pedindo pra seguir. Y- Vamos ver... Há alguns minutos você tava chupando minha pica como uma besta, esperando eu encher sua garganta com meu gozo, e agora tá se fazendo de sonsa? S- Não é a mesma coisa, eu pensei que você tava dormindo. Y- Então o que você tá me dizendo é que eu tava te estuprando? Porque acho que isso te deixa numa posição bem ruim. Além disso, você tá tão tesuda quanto eu, deixou uma poça de lubrificação onde você tava sentada. S- Bom, nisso você tem razão. Mas o que você quer fazer exatamente? Y- Muito simples, quero comer sua buceta como um animal, e depois. Não tinha pensado em nada, mas vendo seu púbis e com o cheiro doce que sua bucetinha exala, agora tô morrendo de vontade de foder ela. S- Não, por aí eu não passo. Minha intimidade era só e exclusivamente do seu sogro. Então não podemos fazer isso. Y- Bom, não é o único buraco que você tem, sogra. Se não for pela frente, vamos ter que entrar pelo porão... S- Você tá falando do meu cu? Não, sinto muito, isso é só saída, não entrada. Y- Então você decide, querida sogra, mas ou por um ou pelo outro, vai escolhendo, porque eu tô ficando entediado, então vou continuar com o que eu tava fazendo. Voltei pra posição que tava antes e coloquei minhas mãos nos joelhos dela, empurrei e ela fez um pouco de força. Na segunda vez foi muito mais fácil, abri as pernas dela e lá estava... Uma buceta sem um único pelo, os dois lábios grandes sobressaindo vários dedos. De dentro, parecia exatamente uma bolsinha. Separei as pernas dela o melhor que pude e enfiei a cabeça na entreperna dela, logo meti minha língua bem lá dentro, tava encharcada, basicamente tomei um grande gole do suco da buceta da minha sogra, mas não parei por aí, continuei lambendo e lambendo enquanto minha sogra gemia e gemia, tanto e tão forte que eu tinha que tapar a boca dela. boca com a mão. Depois, com minha outra mão que estava livre, fui deixando escorrer fluxo pro cu da minha sogra como lubrificante, já que pelo que ouvi ela era nova nisso. Então comecei enfiando 1 dedo de uma vez, e ela soltou uma espécie de uivo. Uivo que ficou mais agudo quando enfiei meu segundo dedo. Naquele momento ficamos os dois em silêncio porque ouvimos da minha esposa, no meu quarto, chiando pros cachorros. Bom, depois disso continuei lambendo a deliciosa buceta da minha sogra, com aqueles dois lábios gordinhos que saíam pra fora, por um bom tempo, sem parar de bombear com meus dois dedos a porta dos fundos dela, que tinha acesso tão fácil. Minha sogra provavelmente estava há anos sem provar sexo, então durou bem pouco, e em 5 minutos ela estava gozando como uma torneira aberta. Pode ser que foi porque eu não parei nem um instante de bombear o "Buraco Negro" dela. Quando terminou de gozar, ela estava exausta, mas eu não aguentava mais, então me coloquei por cima dela e enfiei toda a minha pica na buceta dela. Na hora ela disse que por ali não queria e que eu tirasse, por favor. E — Sogrinha, só estou molhando a rola com seus fluidos e não achei um jeito melhor. Dei umas 10 ou 15 enfiadas, das quais ela não reclamou porque tava gostando, pelos gemidos que soltava. Depois tirei e coloquei minha cabecinha na entrada do cu dela, já que eu estava prestes a estourar. Empurrei um pouco e minha cabecinha entrou na hora, e com medo de gozar rápido, enfiei o resto de uma vez. Ela voltou a uivar enquanto eu empurrava minha rola até o fundo do cu dela. Era um cu bem apertado, eu empurrava o máximo que podia e ela pedia mais e mais. Foi uma delícia foder aquele cu. Tirava minha pica toda e enfiava de novo pra sentir as contrações do ânus dela. Quando enfiava, as paredes apertavam minha rola, mas deixavam entrar e sair com a pressão certa. Logo depois, senti ela se jogar pra trás e bater contra mim, fazendo com que entrasse até o talo. Ovos. C- Continua, genro, que eu tô gozando, por favor não para... DeeEEEUS, tô gozandoooo. E aí a gente continuou por um tempo até eu gozar igual um louco, soltei uma quantidade de porra dentro do cu dela que até ela sentiu que tava lá dentro. Depois disso, agradeci e fui pro meu quarto, mas antes aproveitei pra levantar a camiseta dela e deixar os peitos dela à mostra pra fazer uma foto mental. Na manhã seguinte, enquanto a gente tomava café, minha mulher tava de mal humor porque algum cachorro tinha passado a noite uivando e acordou ela várias vezes, e ela ficou mais puta ainda quando viu que eu não parava de rir. Minha sogra, por outro lado, não levantava a cara do prato, tava com tanta vergonha que não disse nem uma palavra, mas eu sabia o quanto a Promíscua tinha curtido na noite anterior. Meu pau conhecia todos os buracos dela e tinha aproveitado cada um. E acreditem, não seria a última vez. Escrito por: R.P

2 comentários - Mi suegra, Mi suegra, la guarra de mi suegra.

muy bueno relato, espero nos cuentes mas de como siguen follando