Meu marido sempre teve a fantasia de me ver com outros homens, e quem já leu meus contos sabe disso. Embora a ideia me parecesse excitante, sempre tive medo dos efeitos que algum conhecido pudesse nos chantagear, se apaixonar, ou acontecer qualquer coisa que trouxesse problemas pro meu casamento.
Assim, decidi que estar num país estrangeiro era a oportunidade perfeita para realizar essa vontade com um estranho que nunca poderia me encontrar. A tarefa ficou mais fácil quando chegamos pra ficar na casa da minha amiga Luísa, em Londres. Ela, que é muito tagarela, nos contou mil coisas em menos de uma hora, entre elas, que tinha ido a uma academia perto da casa dela, que funcionava 24 horas e oferecia a primeira sessão de graça. O que me chamou a atenção na história dela foi que o lugar ficava vazio durante a noite e era atendido só por um negão enorme que não parou de fazer insinuações sexuais do começo ao fim do treino dela, e esse foi o motivo dela não voltar.
A ideia foi se formando na minha mente e, dois dias depois, propus ao meu marido, Javier, que fôssemos conhecer a academia no meio da noite. Ele topou, achando que o treinador não ousaria muito com uma mulher que chegava acompanhada pelo marido, mas queria pelo menos curtir vê-lo me olhando com tesão.
Saímos de casa da Luísa enquanto ela dormia.
Ao entrar, tinha muitas máquinas, boa iluminação e vários televisores. A surpresa foi grande quando, em vez da música típica de aeróbica, ouvimos gemidos e ofegos pelos alto-falantes. A explicação era simples: em todos os monitores, passava um filme pornô. Ao chegar no balcão, demos de cara com um homem corpulento, enorme, que parecia estar se masturbando de costas pra rua. Meu marido tossiu pra chamar a atenção dele. O negão se levantou ainda de costas pra gente, com a calça do moletom na metade da coxa, deixando ver umas nádegas firmes e escuras. Ele subiu moletom devagar e se virou. A calça aparecia diante dos nossos olhos, esticada sobre um mastro que não media menos de 30 centímetros.
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- Bem-vindos – saudou com um sorriso amigável enquanto, sem o menor sinal de vergonha, interrompeu o filme para trocar por videoclipes – primeiro, por favor, preencham os formulários com suas informações pessoais. Como já devem saber, os novos visitantes têm direito a uma hora grátis que pode ser estendida para duas se nos visitarem entre meia-noite e o amanhecer; imagino que seja isso que os traz nesse horário tão incomum.
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- Sim, claro – respondi enquanto meu marido cuidava de preencher os papéis – Onde a gente pode se trocar?
O treinador me olhava de cima a baixo como se quisesse ver através da minha roupa, e Javier observava divertido. Ele apontou o lugar dos vestiários e eu me encaminhei para o feminino. Sou muito detalhista e, ao entrar, vi uma câmera pequena num canto da sala e troquei meu jeans, blusa e jaqueta por uma legging de lycra bem curta e um top pequeno e apertado no qual o frio de Londres desenhava meus bicos, fazendo um striptease casual pra ela. Depois, Javier me contou que, sem se importar que ele estivesse ali, o treinador procurou um canal na TV onde mostrou todo o processo da minha troca de roupa.
Quando saí do vestiário, Javier ia para o masculino e no rosto dele era claro que ele estava adorando tudo que tava rolando. O treinador me colocou pra fazer um aquecimento numa esteira. Quando meu marido voltou já preparado, o treinador sugeriu que ele se aquecesse numa bicicleta ergométrica, na frente do lugar onde estavam os halteres – –. Em seguida, me guiou até um banco onde mandou eu me ajeitar de quatro pra pegar um haltere com a mão direita e flexionar o braço até o cotovelo encostar na minha costela.
Pra me orientar sobre como fazer o exercício certo, ele se posicionou do meu lado direito, apoiando A mão esquerda dele na minha cintura — as mãos eram tão grandes que os dedos alcançavam o lado da minha cintura — enquanto a mão direita envolvia meu braço, guiando o movimento que eu devia fazer. Depois de 3 repetições, a mão direita ajudava cada vez menos com o peso do haltere, e a esquerda ia se virando devagar na minha bunda até que o dedo dele ficou entre minhas nádegas, aquela mão enorme agora conseguia brincar com meu clitóris enquanto se apoiava no cóccix. Sem conseguir evitar, soltei um gemido que tentei disfarçar como se fosse de esforço.
— Agora repete com a esquerda — ele disse. Nessa altura, nós dois já tínhamos esquecido do meu marido e ele do aquecimento dele.
Agora, pra "me ajudar" a fazer o exercício, ele pediu que, ainda de quatro, eu apoiasse os joelhos na borda do banco. Ele se enfiou entre meus pés até encostar o aparelho enorme dele na minha buceta e, com a mão esquerda, pegou meu braço pra guiar meus movimentos. Ficou assim, se esfregando em mim, até eu completar as 30 repetições que ele tinha pedido.
— Vamos, Javier. Repete o que sua esposa fez, já viu como é — disse com educação o treinador pro meu marido, enquanto me levava pra outro banco.
— E eu agora, o que vou fazer?
— Vamos trabalhar peitorais.
Me deitei e, de cada lado do meu peito, tinha um suporte; entre os dois, seguravam uma barra com um disco leve. Ele se posicionou com as pernas dos lados da minha cabeça e me ajudou a levantar o peso, eu desci devagar no meu peito e depois subi de novo. Aí repeti o movimento, mas ele, em vez de me ajudar a descer o peso com os braços, dobrou os joelhos até colocar as bolas dele na minha boca. Na primeira vez que desceu, só deixei ele se apoiar, mas na seguinte abri a boca antes delas chegarem e, quando as tive entre meus lábios, apertei bem de leve.
— Você tá indo muito bem, espero que o Javier não esteja perdendo nenhum detalhe. — Não, estou observando com cuidado — respondeu meu marido do banco de halteres.
A cada descida do meu corpo, eu respondia com lambidas e carícias até onde a posição permitia.
— Agora um pouco de remada inclinada, enquanto Javier faz o supino reto. — disse o treinador, me guiando até outro banco que estava na posição diagonal.
A própria disposição da máquina me fez apoiar a barriga na superfície, me inclinando para frente para alcançar uma barra que, obviamente, eu deveria puxar até o peito.
— Espera — disse o treinador enquanto ajustava a altura do banco, deixando-o um pouco mais baixo — quero que você faça esse exercício com as pernas um pouco abertas para eu verificar a tensão muscular nelas enquanto trabalha as costas.
Assim, eu separei os pés e comecei a puxar a barra até o peito, esperando o momento em que ele apoiaria a rola na minha buceta, que agora se marcava sob a lycra, mas, em vez disso, senti as mãos dele acariciando a parte interna das minhas coxas com delicadeza. Às vezes, a surpresa é mais poderosa do que o óbvio, mas esperado, e não consegui segurar o orgasmo. Agarrada à barra, eu gemia enquanto ele acariciava minhas coxas bem perto da virilha.
— Vem, Javier — disse ele então — quero verificar a tensão muscular dos glúteos, mas a legging não permite. Por favor, tira a roupa dela você.
Sem hesitar, fechei as pernas e meu marido colaborador tirou a calça e a fio dental num movimento só. Já livre dessas peças, voltei a me abrir para os olhos do treinador, pronta para o que ele quisesse.
O negão se acomodou e começou a me penetrar devagar, mais do que eu queria, a ponto de eu ter que implorar para ele meter tudo, e ele fez. Era tão grande e grosso quanto todas as lendas que eu tinha ouvido sobre a raça dele, e eu sentia que ia me partir ao meio.
— Não para o exercício — ele disse, me segurando pela cintura, as mãos dele me envolvendo. completamente – segue o ritmo que eu vou gozar
Assim, comecei a agarrar
O remo cada vez que ele me penetrava e ele, a cada vez, conseguia uma profundidade mais dolorosa e excitante. Acho que só nesse exercício tive uns 4 ou 5 orgasmos, até que ele saiu de dentro de mim.
— E você? — perguntei mordendo o lábio inferior — vai ficar carregado, meu treinador?
— Para isso, você vai fazer um último exercício que é excelente para o pescoço. Ajoelhe-se. — obedeci submissa, sem tirar o olhar dos olhos dele enquanto colocava a grossa cabeça do pau dele na minha boca — agora, com as costas retas, você vai chupar ele até matar a sede que deve estar sentindo. Já sabe, só vai mexer os músculos do pescoço e da cabeça.
Assim fiz até que ele encheu minha boca de porra, tanto que precisei tirar e receber os últimos dois jatos no rosto.
Antes de irmos embora, ele explicou que quando chegamos e ficamos mesmo vendo ele se masturbando, ele supôs que queríamos brincadeira e foi avançando aos poucos, na frente do Javier, para ter certeza de que não teria problema. Durante o resto das nossas férias, tivemos academia de graça e aproveitamos quase todo dia.
Assim, decidi que estar num país estrangeiro era a oportunidade perfeita para realizar essa vontade com um estranho que nunca poderia me encontrar. A tarefa ficou mais fácil quando chegamos pra ficar na casa da minha amiga Luísa, em Londres. Ela, que é muito tagarela, nos contou mil coisas em menos de uma hora, entre elas, que tinha ido a uma academia perto da casa dela, que funcionava 24 horas e oferecia a primeira sessão de graça. O que me chamou a atenção na história dela foi que o lugar ficava vazio durante a noite e era atendido só por um negão enorme que não parou de fazer insinuações sexuais do começo ao fim do treino dela, e esse foi o motivo dela não voltar.
A ideia foi se formando na minha mente e, dois dias depois, propus ao meu marido, Javier, que fôssemos conhecer a academia no meio da noite. Ele topou, achando que o treinador não ousaria muito com uma mulher que chegava acompanhada pelo marido, mas queria pelo menos curtir vê-lo me olhando com tesão.
Saímos de casa da Luísa enquanto ela dormia.
Ao entrar, tinha muitas máquinas, boa iluminação e vários televisores. A surpresa foi grande quando, em vez da música típica de aeróbica, ouvimos gemidos e ofegos pelos alto-falantes. A explicação era simples: em todos os monitores, passava um filme pornô. Ao chegar no balcão, demos de cara com um homem corpulento, enorme, que parecia estar se masturbando de costas pra rua. Meu marido tossiu pra chamar a atenção dele. O negão se levantou ainda de costas pra gente, com a calça do moletom na metade da coxa, deixando ver umas nádegas firmes e escuras. Ele subiu moletom devagar e se virou. A calça aparecia diante dos nossos olhos, esticada sobre um mastro que não media menos de 30 centímetros.
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- Bem-vindos – saudou com um sorriso amigável enquanto, sem o menor sinal de vergonha, interrompeu o filme para trocar por videoclipes – primeiro, por favor, preencham os formulários com suas informações pessoais. Como já devem saber, os novos visitantes têm direito a uma hora grátis que pode ser estendida para duas se nos visitarem entre meia-noite e o amanhecer; imagino que seja isso que os traz nesse horário tão incomum.
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- Sim, claro – respondi enquanto meu marido cuidava de preencher os papéis – Onde a gente pode se trocar?
O treinador me olhava de cima a baixo como se quisesse ver através da minha roupa, e Javier observava divertido. Ele apontou o lugar dos vestiários e eu me encaminhei para o feminino. Sou muito detalhista e, ao entrar, vi uma câmera pequena num canto da sala e troquei meu jeans, blusa e jaqueta por uma legging de lycra bem curta e um top pequeno e apertado no qual o frio de Londres desenhava meus bicos, fazendo um striptease casual pra ela. Depois, Javier me contou que, sem se importar que ele estivesse ali, o treinador procurou um canal na TV onde mostrou todo o processo da minha troca de roupa.
Quando saí do vestiário, Javier ia para o masculino e no rosto dele era claro que ele estava adorando tudo que tava rolando. O treinador me colocou pra fazer um aquecimento numa esteira. Quando meu marido voltou já preparado, o treinador sugeriu que ele se aquecesse numa bicicleta ergométrica, na frente do lugar onde estavam os halteres – –. Em seguida, me guiou até um banco onde mandou eu me ajeitar de quatro pra pegar um haltere com a mão direita e flexionar o braço até o cotovelo encostar na minha costela.
Pra me orientar sobre como fazer o exercício certo, ele se posicionou do meu lado direito, apoiando A mão esquerda dele na minha cintura — as mãos eram tão grandes que os dedos alcançavam o lado da minha cintura — enquanto a mão direita envolvia meu braço, guiando o movimento que eu devia fazer. Depois de 3 repetições, a mão direita ajudava cada vez menos com o peso do haltere, e a esquerda ia se virando devagar na minha bunda até que o dedo dele ficou entre minhas nádegas, aquela mão enorme agora conseguia brincar com meu clitóris enquanto se apoiava no cóccix. Sem conseguir evitar, soltei um gemido que tentei disfarçar como se fosse de esforço.
— Agora repete com a esquerda — ele disse. Nessa altura, nós dois já tínhamos esquecido do meu marido e ele do aquecimento dele.
Agora, pra "me ajudar" a fazer o exercício, ele pediu que, ainda de quatro, eu apoiasse os joelhos na borda do banco. Ele se enfiou entre meus pés até encostar o aparelho enorme dele na minha buceta e, com a mão esquerda, pegou meu braço pra guiar meus movimentos. Ficou assim, se esfregando em mim, até eu completar as 30 repetições que ele tinha pedido.
— Vamos, Javier. Repete o que sua esposa fez, já viu como é — disse com educação o treinador pro meu marido, enquanto me levava pra outro banco.
— E eu agora, o que vou fazer?
— Vamos trabalhar peitorais.
Me deitei e, de cada lado do meu peito, tinha um suporte; entre os dois, seguravam uma barra com um disco leve. Ele se posicionou com as pernas dos lados da minha cabeça e me ajudou a levantar o peso, eu desci devagar no meu peito e depois subi de novo. Aí repeti o movimento, mas ele, em vez de me ajudar a descer o peso com os braços, dobrou os joelhos até colocar as bolas dele na minha boca. Na primeira vez que desceu, só deixei ele se apoiar, mas na seguinte abri a boca antes delas chegarem e, quando as tive entre meus lábios, apertei bem de leve.
— Você tá indo muito bem, espero que o Javier não esteja perdendo nenhum detalhe. — Não, estou observando com cuidado — respondeu meu marido do banco de halteres.
A cada descida do meu corpo, eu respondia com lambidas e carícias até onde a posição permitia.
— Agora um pouco de remada inclinada, enquanto Javier faz o supino reto. — disse o treinador, me guiando até outro banco que estava na posição diagonal.
A própria disposição da máquina me fez apoiar a barriga na superfície, me inclinando para frente para alcançar uma barra que, obviamente, eu deveria puxar até o peito.
— Espera — disse o treinador enquanto ajustava a altura do banco, deixando-o um pouco mais baixo — quero que você faça esse exercício com as pernas um pouco abertas para eu verificar a tensão muscular nelas enquanto trabalha as costas.
Assim, eu separei os pés e comecei a puxar a barra até o peito, esperando o momento em que ele apoiaria a rola na minha buceta, que agora se marcava sob a lycra, mas, em vez disso, senti as mãos dele acariciando a parte interna das minhas coxas com delicadeza. Às vezes, a surpresa é mais poderosa do que o óbvio, mas esperado, e não consegui segurar o orgasmo. Agarrada à barra, eu gemia enquanto ele acariciava minhas coxas bem perto da virilha.
— Vem, Javier — disse ele então — quero verificar a tensão muscular dos glúteos, mas a legging não permite. Por favor, tira a roupa dela você.
Sem hesitar, fechei as pernas e meu marido colaborador tirou a calça e a fio dental num movimento só. Já livre dessas peças, voltei a me abrir para os olhos do treinador, pronta para o que ele quisesse.
O negão se acomodou e começou a me penetrar devagar, mais do que eu queria, a ponto de eu ter que implorar para ele meter tudo, e ele fez. Era tão grande e grosso quanto todas as lendas que eu tinha ouvido sobre a raça dele, e eu sentia que ia me partir ao meio.
— Não para o exercício — ele disse, me segurando pela cintura, as mãos dele me envolvendo. completamente – segue o ritmo que eu vou gozar
Assim, comecei a agarrar
O remo cada vez que ele me penetrava e ele, a cada vez, conseguia uma profundidade mais dolorosa e excitante. Acho que só nesse exercício tive uns 4 ou 5 orgasmos, até que ele saiu de dentro de mim.— E você? — perguntei mordendo o lábio inferior — vai ficar carregado, meu treinador?
— Para isso, você vai fazer um último exercício que é excelente para o pescoço. Ajoelhe-se. — obedeci submissa, sem tirar o olhar dos olhos dele enquanto colocava a grossa cabeça do pau dele na minha boca — agora, com as costas retas, você vai chupar ele até matar a sede que deve estar sentindo. Já sabe, só vai mexer os músculos do pescoço e da cabeça.
Assim fiz até que ele encheu minha boca de porra, tanto que precisei tirar e receber os últimos dois jatos no rosto.
Antes de irmos embora, ele explicou que quando chegamos e ficamos mesmo vendo ele se masturbando, ele supôs que queríamos brincadeira e foi avançando aos poucos, na frente do Javier, para ter certeza de que não teria problema. Durante o resto das nossas férias, tivemos academia de graça e aproveitamos quase todo dia.
2 comentários - un gimnasio particular fuera del pais