Tudo começou no dia do aniversário do meu pai. Lembro que foi um dia de agosto. E, na real, a gente se via como uma família que se encontrava bastante. Meu pai era alcoólatra, e isso foi fazendo com que cada um da família fosse seguindo seu próprio caminho. Na verdade, todo mundo com muito trabalho e sacrifício individualmente. Não foi muito bem quando meu pai começou o tratamento para o álcool. É como se a família tivesse se unido mais. Entre os irmãos, decidimos comprar um pádel e, para minha mãe, uma casa quinta bem grande, pra que eles pudessem viver tranquilos e continuar o tratamento do meu pai.
Fazia uns 10 anos que a gente não comemorava o aniversário do meu pai em família. Naquele dia, estava tudo organizado pra ser uma grande festa, um baita evento familiar.
Vou contar que minha família é formada pelo meu pai, minha mãe — vou guardar os dados pessoais — e tenho duas irmãs. Eu sou o do meio. No momento, tenho 23 anos. Uma das minhas irmãs tem 25, a outra tem 22. Ambas se destacam por terem corpos bem exuberantes, assim como o da minha mãe, e como foram, ao longo da minha vida, as mulheres que me atraíram e com quem me relacionei.
Pra contextualizar, vocês precisam saber que minha mãe é uma mulher de 1,70m, com uns peitos e uma bunda bem desodorante — ela usa sutiã 120, cintura fina e lisa, e um rabo que parece de uma atleta de primeira. Minhas irmãs herdaram esses atributos, não ficavam atrás; pelo contrário, exibiam eles com muito orgulho.
Minha namorada, por enquanto, é uma dançarina profissional, o que marca a figura dela, e ela tá em plena atividade, impressionante.
Quando chegamos naquele dia, umas 3 da tarde, na quinta — o aniversário era à noite —, achei estranho que minhas irmãs, minha mãe e meu pai estavam tomando cerveja. Isso não me agradou nada, e sugeri pra minha namorada que a gente fosse embora. Por isso, ela me aconselhou a pensar bem, já que fazia muito tempo que não... Fiquei com minha família e decidi qual era a minha. Eu, por minha parte, sou moreno, quilômetro 77, sou professor de artes marciais e advogado, o que me faz manter a forma porque considero isso muito importante pra profissão. Me considero um cara normal, mas, segundo minha mina, as amigas dela sempre me olhavam com maldade, e muito mais quando, em conversa de mulher, ela contava que eu tenho 22 cm com uma cabeça vermelha e bem grande, tipo um cogumelo. Assim foi passando a tarde, entre comida e bebida no local, e até minha mina bebeu demais. Eu, muito puto, decidi deitar um pouco, desci da comida pra dividir a janta com todo mundo. Depois da janta típica de família, colocaram música e começamos a dançar com uns primos que também tinham vindo. O que eu não esperava é que minhas irmãs e minha mãe ficavam me puxando pra dançar direto e falavam pra eu não ser amargurado, não ser chato, pra aproveitar a vida. Entre as danças, bachata, reggaeton, e alguns lentos aqui e ali. Elas se revezavam pra me puxar pra dançar, o que me deixou exausto de verdade, porque eu não tava acostumado. Lá pra 1h da manhã, todo mundo começou a se mandar pros quartos, mas naquele dia, com a bebedeira, a festa já tinha acabado. Os quartos já estavam definidos, e quando minha mina decidiu ir pro quarto, me ofereci pra acompanhá-la, mas minha mãe disse: "Fica tranquilo que eu também tô subindo pra deitar". E eu perguntei qual era o quarto dela. Num momento, ficamos eu e as irmãs dela nos olhando, e começamos a falar sobre coisas e sobre jogos que a gente jogava quando éramos bem crianças, tipo mamãe e papai, enfermeira, mamãe e papai, enfermeira. Não sei por quê, mas elas foram bem diretas no assunto, e na real, isso me deixava desconfortável porque na nossa infância a gente tinha até chegado a se tocar. Todo mundo subiu pros quartos, inclusive minhas irmãs, e eu fiquei mais uma hora tentando espairecer a bad. Quando subi... Fui pro meu quarto sem acender a luz pra não acordar minha mina. Notei que ela tava coberta só da cintura pra cima. E conhecendo ela bem, sabendo que é uma puta fogosa, a bebedeira não ia segurar ela. Naquela noite mesmo eu ia meter uma boa pirocada nela. Na real, a gente tinha até conversado sobre isso no caminho da viagem. Eu tava falando que não queria que meus pais ouvissem, justamente por causa do tamanho do meu pau — minha mina geme muito alto, fala um monte de putaria e, depois de tanto tempo sem ver eles, não queria arrumar problema.
Então, quando vi ela naquela posição, tirei a roupa, peguei meu pau e comecei a acariciar da base até a ponta da cabeça pra deixar ele bem duro e realizar o desejo da minha mina. Quando tava durasso igual uma estaca, com a cabeça bem vermelha e grande, subi em cima dela, coloquei uma perna de cada lado da bunda dela. Peguei as nádegas redondas e grandes dela, afastei e, sem mais delongas, comecei a esfregar a cabeça da minha piroca bem entre os lábios da buceta dela. Na hora senti que ela tava se molhando pra caralho, e começou a escorrer um fluxo tão grande que parecia até xixi, mesmo ela sendo bem fogosa.
Quando comecei a meter só a cabeça entre os lábios da buceta, achei estranho ver as mãos dela apertando o colchão com toda força, porque ela já tava acostumada com o tamanho do meu pau. Mesmo assim, apertava os lençóis como se fosse a primeira vez na vida dela. Outra coisa que me chamou a atenção foi que ela tava mordendo o travesseiro e não falava nenhuma putaria, mas interpretei como parte do que a gente tinha conversado na viagem. Eu falava um monte de sacanagem no ouvido dela enquanto meus 22 cm tavam totalmente enterrados dentro dela, e ela evitava me responder, mas achei que era efeito da bebida.
Depois de 45 minutos metendo nela, falei que já tinha gozado umas quantas vezes sem parar. Tempo pra gozar, o que achei estranho, e tirei a pica com uma mistura de fluidos e sangue. Nisso, ouço uma voz minha me dizendo: "Você fodeu a mina, hein? E se eu contar pra mamãe e pro papai?" O que eu não sabia é que minha mãe tinha chegado em outro quarto com minha namorada, e ela, bêbada, não percebeu que quem tava deitada na cama era a mais nova das minhas irmãs, e a que tava negociando comigo — porque, claro, queria algo pra não contar — era a mais velha, mas eu achei que era grana. Nessa hora, minha irmã vira e fala: "Nunca na minha vida tomei uma foda tão boa. Se não quiser que a gente conte amanhã pro papai e pra mamãe, vai ter que dar uma passadinha por semana no sítio." E minha irmã mais velha, sem perder tempo, se encosta num sofá no canto, levanta a saia, e aí, com ela, você ficou 45 minutos — eu quero uma hora pra calar a boca. Continua... Deixo um vídeo da minha irmã.
Fazia uns 10 anos que a gente não comemorava o aniversário do meu pai em família. Naquele dia, estava tudo organizado pra ser uma grande festa, um baita evento familiar.
Vou contar que minha família é formada pelo meu pai, minha mãe — vou guardar os dados pessoais — e tenho duas irmãs. Eu sou o do meio. No momento, tenho 23 anos. Uma das minhas irmãs tem 25, a outra tem 22. Ambas se destacam por terem corpos bem exuberantes, assim como o da minha mãe, e como foram, ao longo da minha vida, as mulheres que me atraíram e com quem me relacionei.
Pra contextualizar, vocês precisam saber que minha mãe é uma mulher de 1,70m, com uns peitos e uma bunda bem desodorante — ela usa sutiã 120, cintura fina e lisa, e um rabo que parece de uma atleta de primeira. Minhas irmãs herdaram esses atributos, não ficavam atrás; pelo contrário, exibiam eles com muito orgulho.
Minha namorada, por enquanto, é uma dançarina profissional, o que marca a figura dela, e ela tá em plena atividade, impressionante.
Quando chegamos naquele dia, umas 3 da tarde, na quinta — o aniversário era à noite —, achei estranho que minhas irmãs, minha mãe e meu pai estavam tomando cerveja. Isso não me agradou nada, e sugeri pra minha namorada que a gente fosse embora. Por isso, ela me aconselhou a pensar bem, já que fazia muito tempo que não... Fiquei com minha família e decidi qual era a minha. Eu, por minha parte, sou moreno, quilômetro 77, sou professor de artes marciais e advogado, o que me faz manter a forma porque considero isso muito importante pra profissão. Me considero um cara normal, mas, segundo minha mina, as amigas dela sempre me olhavam com maldade, e muito mais quando, em conversa de mulher, ela contava que eu tenho 22 cm com uma cabeça vermelha e bem grande, tipo um cogumelo. Assim foi passando a tarde, entre comida e bebida no local, e até minha mina bebeu demais. Eu, muito puto, decidi deitar um pouco, desci da comida pra dividir a janta com todo mundo. Depois da janta típica de família, colocaram música e começamos a dançar com uns primos que também tinham vindo. O que eu não esperava é que minhas irmãs e minha mãe ficavam me puxando pra dançar direto e falavam pra eu não ser amargurado, não ser chato, pra aproveitar a vida. Entre as danças, bachata, reggaeton, e alguns lentos aqui e ali. Elas se revezavam pra me puxar pra dançar, o que me deixou exausto de verdade, porque eu não tava acostumado. Lá pra 1h da manhã, todo mundo começou a se mandar pros quartos, mas naquele dia, com a bebedeira, a festa já tinha acabado. Os quartos já estavam definidos, e quando minha mina decidiu ir pro quarto, me ofereci pra acompanhá-la, mas minha mãe disse: "Fica tranquilo que eu também tô subindo pra deitar". E eu perguntei qual era o quarto dela. Num momento, ficamos eu e as irmãs dela nos olhando, e começamos a falar sobre coisas e sobre jogos que a gente jogava quando éramos bem crianças, tipo mamãe e papai, enfermeira, mamãe e papai, enfermeira. Não sei por quê, mas elas foram bem diretas no assunto, e na real, isso me deixava desconfortável porque na nossa infância a gente tinha até chegado a se tocar. Todo mundo subiu pros quartos, inclusive minhas irmãs, e eu fiquei mais uma hora tentando espairecer a bad. Quando subi... Fui pro meu quarto sem acender a luz pra não acordar minha mina. Notei que ela tava coberta só da cintura pra cima. E conhecendo ela bem, sabendo que é uma puta fogosa, a bebedeira não ia segurar ela. Naquela noite mesmo eu ia meter uma boa pirocada nela. Na real, a gente tinha até conversado sobre isso no caminho da viagem. Eu tava falando que não queria que meus pais ouvissem, justamente por causa do tamanho do meu pau — minha mina geme muito alto, fala um monte de putaria e, depois de tanto tempo sem ver eles, não queria arrumar problema.
Então, quando vi ela naquela posição, tirei a roupa, peguei meu pau e comecei a acariciar da base até a ponta da cabeça pra deixar ele bem duro e realizar o desejo da minha mina. Quando tava durasso igual uma estaca, com a cabeça bem vermelha e grande, subi em cima dela, coloquei uma perna de cada lado da bunda dela. Peguei as nádegas redondas e grandes dela, afastei e, sem mais delongas, comecei a esfregar a cabeça da minha piroca bem entre os lábios da buceta dela. Na hora senti que ela tava se molhando pra caralho, e começou a escorrer um fluxo tão grande que parecia até xixi, mesmo ela sendo bem fogosa.
Quando comecei a meter só a cabeça entre os lábios da buceta, achei estranho ver as mãos dela apertando o colchão com toda força, porque ela já tava acostumada com o tamanho do meu pau. Mesmo assim, apertava os lençóis como se fosse a primeira vez na vida dela. Outra coisa que me chamou a atenção foi que ela tava mordendo o travesseiro e não falava nenhuma putaria, mas interpretei como parte do que a gente tinha conversado na viagem. Eu falava um monte de sacanagem no ouvido dela enquanto meus 22 cm tavam totalmente enterrados dentro dela, e ela evitava me responder, mas achei que era efeito da bebida.
Depois de 45 minutos metendo nela, falei que já tinha gozado umas quantas vezes sem parar. Tempo pra gozar, o que achei estranho, e tirei a pica com uma mistura de fluidos e sangue. Nisso, ouço uma voz minha me dizendo: "Você fodeu a mina, hein? E se eu contar pra mamãe e pro papai?" O que eu não sabia é que minha mãe tinha chegado em outro quarto com minha namorada, e ela, bêbada, não percebeu que quem tava deitada na cama era a mais nova das minhas irmãs, e a que tava negociando comigo — porque, claro, queria algo pra não contar — era a mais velha, mas eu achei que era grana. Nessa hora, minha irmã vira e fala: "Nunca na minha vida tomei uma foda tão boa. Se não quiser que a gente conte amanhã pro papai e pra mamãe, vai ter que dar uma passadinha por semana no sítio." E minha irmã mais velha, sem perder tempo, se encosta num sofá no canto, levanta a saia, e aí, com ela, você ficou 45 minutos — eu quero uma hora pra calar a boca. Continua... Deixo um vídeo da minha irmã.
4 comentários - Minha irmã dormiu na cama da minha namorada