La fuerza del padrino

Neville Longbottom nunca tinha conhecido alguém como Yelena Belova. Ele conhecia Natasha Romanoff há um ano, conforme ela se tornava uma parte cada vez mais importante da vida do seu melhor amigo Harry Potter, e quando Neville, como padrinho de casamento, foi apresentado à dama de honra Yelena, ele esperava que elas fossem bem parecidas. Embora soubesse que Yelena não era tecnicamente a irmã mais nova de Natasha, ouvindo Harry falar, as duas se viam como irmãs, independentemente da falta de sangue compartilhado entre elas. Mas, apesar das semelhanças entre Natasha e Yelena, também havia muitas diferenças. Enquanto Neville já tinha visto o sarcasmo irônico de Natasha várias vezes, no geral ela era mais séria que Yelena. A dama de honra era brincalhona e sarcástica, e vivia tirando sarro da irmã mais velha, do Harry e de qualquer um que aparecesse na frente dela. O próprio Neville também não escapava das piadas dela. Neville não sabia o que pensar dela no começo, quando foram apresentados, e ficou surpreso que essa mulher que ele acabara de conhecer já brincava com ele tão à vontade. Mas, com o tempo, ele foi se sentindo mais confortável, por vários motivos. Um deles era que ele ainda não tinha ouvido ela falar nada que parecesse maldoso. Diferente de alguém como Draco Malfoy, cujas piadas Neville sempre foi alvo nos tempos de Hogwarts, as brincadeiras e comentários provocantes de Yelena nunca pareciam ter a intenção de fazer ninguém se sentir pior. As piadas dela eram sempre pra descontrair o clima, e Neville via como eram eficazes toda vez que Natasha começava a se estressar com algum detalhe ou outro antes do casamento. Yelena estava sempre lá pra contar uma piada e ajudar ela a relaxar antes que se perdesse nas besteiras, e mesmo que Natasha geralmente só revirasse os olhos, os olhos revirando quando a irmã dizia algo idiota, Neville ainda via que os ombros dela relaxavam e a tensão sumia do corpo dela quando isso acontecia. Quanto a Neville, ele tinha percebido que Yelena zoar ele e fazer piadas era sinal de que ela se sentia à vontade perto dele. Ele também se sentia confortável ao lado dela conforme os dias passavam e eles passavam mais tempo juntos ajudando os noivos a se preparar para a cerimônia do casamento trouxa, e quando chegou o dia do casamento real, ele percebeu que tinha começado a sentir algo que não sentia por ninguém desde que ele e Hannah tinham terminado há mais de seis meses. Ele se sentia como um adolescente apaixonado quando sentaram um ao lado do outro na recepção do casamento, e só podia torcer para que sua paixão crescente não fosse óbvia demais no rosto dele enquanto conversavam. Neville não fazia a menor ideia de como paquerar ou como falar com uma garota de quem gostava. As coisas com Hannah simplesmente aconteceram. Como ele deveria se comportar com uma garota de quem gostava sem passar vergonha? — Neville Longbottom era uma gracinha. Yelena adorava zoar ele e fazer piadas. Quando o conheceu, pensou que talvez devesse tomar cuidado, porque na superfície ele parecia tímido demais para acompanhar o ritmo dela. Mas quanto mais tempo passavam juntos, mais ela via que o padrinho do Harry tinha camadas. Não demorou muito para ele se sentir à vontade com ela e aceitar as brincadeiras dela no espírito que eram feitas, embora ele definitivamente nunca fosse conseguir zoar ela com a mesma facilidade que Natasha ou até o Harry quando eles estavam a fim. Mas tudo bem; só fazer ele sorrir já bastava para ela. As piadas dele eram bem mais devagar e menos frequentes, mas mais de uma vez ele fez ela cair na gargalhada. Apesar da natureza aparentemente tímida dele, ela estava se divertindo pra caralho perto dele, e não era Difícil imaginar que uma amizade fácil se formasse ali. No entanto, hoje ela tinha notado uma oportunidade nele. Tinha quase certeza de que tinha visto pela primeira vez quando caminharam juntos até o altar durante a cerimônia de casamento, mas havia outras coisas para se preocupar no dia especial da irmã, então ela deixou isso de lado por enquanto. Mas não demorou muito para perceber exatamente do que se tratava assim que se sentaram à mesa para a recepção. Neville se sentiu atraído por ela. Levou um tempo para decidir como queria responder a isso. Era óbvio que Neville não ia dar o primeiro passo. Ele ia tentar esconder o que sentia, mesmo que para ela fosse escandalosamente óbvio, então simplesmente ignorar era uma opção legítima se ela preferisse não lidar com isso. Mas de alguma forma, isso não parecia certo para ela. Não sabia se voltaria a ver o padrinho de Harry num futuro próximo se ignorasse a paixonite evidente dele e deixasse a noite continuar como estava, e não era isso que ela queria. Ela tinha se divertido com ele e queria que a diversão continuasse. Isso descartava a opção de simplesmente ignorar, o que significava que Yelena precisava decidir como responder. Levou um pouco mais de tempo para decidir. O que ela sentia por ele? Não ia dizer que amava ele nem nada do tipo, e com certeza não ia seguir o exemplo da irmã mais velha e caminhar até o altar num futuro próximo, mas estava interessada em explorar isso um pouco mais. Conversar com Neville e zoar com ele era divertido, mas até onde ele conseguiria acompanhá-la fisicamente? Isso era algo que ela não sabia, mas estava curiosa para descobrir. Esperou até voltarem para a pista de dança, algo que Neville não queria fazer, mas aceitou de boa quando ela estendeu a mão. Com sorte, ele superaria a timidez natural e a seguiria um pouco mais naquela noite. — Isso é divertido, né? — disse baixinho, sorrindo para ele enquanto dançavam. — Sim — concordou ele. Sua O sorriso dela era nervioso, mas genuíno. —Dançar com você foi mais fácil do que eu imaginava. —Acho que isso mostra como a gente se dá bem, né? —ela disse, piscando um olho pra ele. Ele não era um dançarino ruim, embora parecesse que tinha precisado respirar fundo uma ou duas vezes pra se acalmar. Mas o comentário safado dela e a piscadela ainda mais provocante mexeram com ele, e foi só graças aos pés ágeis e à reação rápida dele que ele conseguiu não pisar nos dedos dela. Mesmo assim, ela não ficou irritada. Na verdade, achou engraçado ter feito ele tropeçar. Neville respirou fundo de novo e ajustou a posição das mãos nas costas dela, e Yelena aproveitou a chance pra deslizar as dela dos ombros dele pro pescoço. Ela apertou o peito contra o dele, e ouviu ele ofegar e sentiu o coração acelerado. Se ele achava que o coração tava disparando agora, não fazia ideia do que vinha pela frente. —Me diz, Neville —ela sussurrou no ouvido dele, dando tempo pra ele se acostumar com o quanto tava perto agora. —Sim? —ele respondeu, com a voz bem mais aguda do que provavelmente queria. —Depois que essa música acabar, você topa sair da pista de dança comigo e achar um cantinho gostoso e aconchegante pra gente se beijar? —ela disse. Ele ofegou e, depois de uns segundos de silêncio, soltou uma risada fraca. —Engraçadinha, Yelena —ele falou. Percebendo que ele tava levando aquilo como outra piada sarcástica, ela se afastou um pouco pra olhar nos olhos dele. —Não era brincadeira —ela disse—. Eu realmente quero achar um lugar gostoso pra gente se beijar. —Ela encarou ele sem nenhum sorriso no rosto. Queria que ele soubesse que tava falando sério; queria ver até onde aquilo ia. Os olhos de Neville se arregalaram e ele corou quando ela sustentou o olhar. —Você tá falando sério —ele murmurou. —Tô sim —ela confirmou e se permitiu sorrir de novo. —Por que eu? —ele sussurrou; só lembrou de começar a mexer os pés de novo depois que ela deu um empurrãozinho leve. Chute na canela e ela assentiu com a cabeça. —Por que não você? — ela disparou—. A gente se divertiu pra caramba junto esses dias. Muitos dos caras que conheço encaram minhas brincadeiras como um sinal de que podem meter a mão dentro da minha calça, e geralmente têm sorte se não quebrarem o pulso depois de tentar. Mas você não é um babaca que tentou agarrar minha bunda e enfiar a língua na minha garganta na primeira vez que eu sorri pra você. —Então, você tá me dizendo que o fato de eu não tentar te beijar faz você querer me beijar? — perguntou Neville, confuso. —Mais ou menos isso, sim — ela disse, dando de ombros—. Nós, mulheres, somos complicadas, não vou negar. Tô curiosa pra ver como vai ser te beijar e o quanto você pode ser ousado se eu me esforçar o suficiente. Nem tenta me dizer que você também não tá interessado. Assim como seu melhor amigo Harry, você usa o coração na manga. Dá pra ver que você me deseja. —Mas aqui! — ele disse. Pelo menos não tava tentando fingir que não sentia atração por ela—. Essa é a recepção do casamento do Harry e da Natasha, e a gente é o padrinho e a madrinha! Ir escondido se beijar não vai contra as regras ou algo assim? —Nunca gostei de perder tempo — ela disse. Yelena tinha passado tempo demais vivendo a vida a serviço dos outros e, desde que encontrou a liberdade de Dreykov, decidiu viver cada momento ao máximo—. Quando quero algo, vou atrás. E nunca me importei em seguir regras, e a Natasha seria uma baita hipócrita se ficasse brava comigo por beijar alguém que não deveria. Pergunta pra ela sobre aquela vez que ela comeu o Harry debaixo daquela capa de invisibilidade enquanto nossos pais e eu estávamos lá. Neville pareceu confuso com isso, mas no fim o rosto dele ficou pensativo. “O Harry e os amigos dele, Rony e Hermione, quebraram quase todas as regras imagináveis quando a gente tava junto na escola”, ele disse. “Realmente não teria motivo nenhum pra reclamar se eu quebrasse as regras pra variar". —Isso aí, esse é o espírito! —disse Yelena, sorrindo—. Vamos ser malvados, Neville. Por que o Harry e a Natasha têm que ter toda a diversão hoje à noite? Eles vão passar a noite inteira, sem contar as duas semanas completas da lua de mel, trepando que nem uns bichos. Por que a gente não pode incluir uns beijos? Neville ainda parecia meio nervoso, mas sorriu e fez um pequeno aceno com a cabeça, e isso foi o suficiente pra ela. A música provavelmente só durou uns vinte segundos, mais ou menos, mas pra Yelena pareceram umas vinte horas enquanto ela esperava a música parar e dar uma chance natural de saírem da pista de dança e se divertirem um pouco por conta própria. Finalmente aconteceu, e assim que parou, Yelena pegou a mão de Neville entre as dela e o puxou pra fora da pista. Eles passaram pela Natasha quando estavam saindo, e ela ergueu uma sobrancelha ao ver que estavam indo pra fora do salão em vez de voltar pros seus lugares. Mas Yelena ignorou ela, e a Natasha tava ocupada dançando com o bom amigo do Harry, o George Weasley, então não podia falar nada. A noiva foi o centro das atenções a noite toda, e isso significava que Yelena tava livre da irmã. A Natasha podia ficar com a recepção chique dela e a lua de mel com o marido gostoso. Yelena ia se divertir do jeito dela com o padrinho tímido e doce, que era bem bonito por si só. Não tinha muitos lugares potenciais pra eles terem um pouco de privacidade aqui no salão de recepção, que entre os amigos do Harry do mundo mágico e o pessoal da SHIELD e os Vingadores que formavam o círculo social da Natasha tava bem cheio. Podiam ter tentado um dos banheiros, mas esse teria sido um lugar bem idiota pra buscar privacidade. Com a quantidade de gente que foi convidada pro casamento e ficou pra recepção, Tanto o banheiro masculino quanto o feminino teriam bastante movimento durante a noite toda. Ela deu de cara com um armário de produtos de limpeza e sorriu enquanto examinava. Não teria motivo pra ninguém da recepção vir ali, e o pessoal da limpeza só entraria depois que os hóspedes fossem embora. Não precisavam se preocupar em ser incomodados ali. — Aqui dentro — sussurrou ela, dando uma olhada rápida ao redor pra garantir que ninguém estava olhando antes de empurrá-lo pro armário com ela. Neville fechou a porta rapidamente atrás de si e franziu a testa enquanto olhava em volta. "É meio pequeno, não acha?" Ele não tava errado. Pra começar, o armário não era grande, e com todos os produtos de limpeza ali, tinha menos espaço ainda pra eles ficarem de pé. — Não me importo — disse ela —. É aconchegante e gostosinho, não é? — Com os produtos de limpeza no meio, tinha tão pouco espaço que eles basicamente tinham que colar os corpos um no outro só pros dois caberem, e isso era ótimo pra Yelena. Facilitava beijá-lo, e agora ela tava aproveitando ao máximo essa facilidade. Ela tava se perguntando como ele beijava desde o momento em que percebeu que ele tava afim dela e começou a pensar no que isso podia significar, e agora tava matando a curiosidade. No começo, ele ficou parado, deixando ela beijá-lo passivamente, e embora ela lidaria bem se fosse assim que ia ser, honestamente esperava que ele se soltasse um pouco mais. Foi quase como se ele lesse a mente dela, porque assim que ela pensou nisso, ele começou a beijá-la de volta. Quando ele resolveu se envolver, mostrou uma força surpreendente. Não só devolveu o beijo, como assumiu o controle, e em pouco tempo a língua dele tava na boca dela e as mãos dele nas costas dela. Yelena suspirou, muito agradavelmente surpresa. como o interruptor tinha mudado. Parecia que ainda havia mais camadas em Neville Longbottom, e se isso era um sinal do que podia esperar dele, sabia que precisava ver mais. Quando ela sugeriu que procurassem um lugar para se beijar, era só isso que tinha em mente. Iria ter muitos beijos, claro, e pensou que também poderiam apalpar um pouco. Mas sentir a língua de Neville empurrando a boca dela jogou tudo isso pela janela. Precisava de mais; precisava empurrar Neville o mais longe que pudesse. Por isso as mãos dela começaram a vagar, e por isso desabotoou a camisa social dele botão por botão e tirou do corpo enquanto se beijavam. Não tinha nada do que reclamar ali. Não era um maromba, mas estava em boa forma. Ela afastou os lábios dos dele para poder pressionar beijos no peito dele, e Neville ofegou enquanto ela beijava a pele dele uma e outra vez. Ela deu a ele muitos outros motivos para continuar ofegando, porque enquanto beijava o peito dele, as mãos dela foram para o cinto da calça social. Ele gemeu quando ela desabotoou e começou a passar o cinto pelas presilhas, e ela sentiu a mão dele cair sobre o pulso dela. — Yelena — ele disse, parando ela —. Pensei que a gente ia só se beijar. — A voz dele saía entre ofegos. — A gente estava — ela disse. Jogou o cinto de lado, sem se importar que caísse sobre o equipamento de limpeza —. Agora quero fazer mais. — Ela esfregou a virilha dele por cima da calça antes de desabotoá-la e puxá-la bruscamente pelas pernas —. Vai reclamar? — O pau dele certamente sabia o que queria. Já estava endurecendo a cueca e ela gostou do que viu. Parecia bem promissor pelo que dava para ver. — Não — disse Neville —. Não, não estou reclamando. — Ele estava excitado demais para reclamar agora, que era exatamente com o que ela tinha contado. Ela ia seguir em frente com ousadia como sempre fazia, e Neville ia seguir ela como fez a noite toda. Talvez até tomasse a iniciativa se ela conseguisse pressionar ele o suficiente. Isso seria ideal. A forma como ele enfiou a língua dentro da boca dela ficou gravada na mente dela. —Bom —disse ela—. Fico feliz em ouvir isso. —Ela enfiou os polegares na cintura da calcinha dele e puxou para baixo pelas pernas, e o pau ereto dele balançou na frente dela—. E estou ainda mais feliz em ver isso... "Mais feliz" é uma palavra? Não sei, porra. Não importa. O que importa é isso. —Ela se esticou e pegou o pau dele na mão, dando várias carícias e achando muito do agrado dela. Tinha precisado tirar algumas camadas para encontrar a força dentro de Neville, e apropriadamente tinha encontrado outro tipo de força assim que tirou a cueca dele. O pau dele tinha um comprimento acima da média, mas era a grossura que realmente se destacava. Era o mais grosso que ela já tinha visto pessoalmente, e queria ele dentro dela o mais rápido possível. Isso exigiria que ela mesma se despisse um pouco, mas antes que pudesse começar a fazer isso, Neville cuidou disso. Ela estremeceu quando ele tirou a varinha e usou magia nela. Não esperava que o vestido dela simplesmente desaparecesse do corpo dela sem deixar vestígios, mas ali estava ela, completamente nua num instante. Neville olhou fixamente para ela, parecia tão fascinado pelo corpo dela quanto ela pelo pau dele, mas Yelena agora tinha outra preocupação. "Pra onde foi o vestido?", perguntou. "Era caro, sabia?" —Tá tudo bem —disse ele—. Pendurei ele com os casacos pra não sujar aqui. Vou buscar quando terminarmos e trazer ele junto com sua calcinha. —Ah, então tá tudo bem. —Com essa preocupação resolvida, a mente de Yelena voltou pro pau que estava na frente dela e o quanto ela poderia se divertir com ele. Começou a brincar com ele com as duas mãos, acariciando a haste com uma enquanto com a outra esfregava as bolas dele, e Neville gemeu. Ele também se pôs a trabalhar, estendendo a mão e apertando os peitos dela enquanto a beijava de novo. Dessa vez foi assertivo desde o início, e Yelena Felizmente, ele se derreteu nela. Tinha sido um esforço de persuasão fazer o padrinho tímido sair da casca, mas agora que ele tinha saído, ela estava encantada em descobrir o homem forte e assertivo que estava lá no fundo. A língua dele voltou para a boca dela, e as mãos dele se moveram dos peitos dela para a bunda, apertando as nádegas dela com força enquanto segurava o corpo dela contra o dele. Yelena não esperava que ele gozasse nela com tanta força, sem se importar com o que fizesse, mas foi uma surpresa muito agradável. Se algum idiota tivesse tentado agarrar ela assim, ela teria dado uma joelhada rápida nas bolas dele, mas Neville era bem-vindo para afundar os dedos na bunda dela o quanto quisesse ou fazer de tudo para enfiar a língua até a garganta dela. Yelena não deixaria qualquer homem dominar ela desse jeito, mas ter o tímido e doce Neville tão excitado a ponto de fazer isso com ela num armário de suprimentos era excitante pra caralho. Ela gemeu quando a língua de Neville saiu da boca dela e ele parou de apertar a bunda dela, e sorriu para ele. Mas o sorriso virou uma carranca na mesma hora. — Como é que a gente vai fazer isso? — perguntou em voz baixa. — Não tem espaço suficiente para você se inclinar e ainda me dar espaço para meter. E eu não sou forte o bastante para te segurar e te foder direito ao mesmo tempo. Ele tinha razão. Por mais divertido que fosse aquele armário de suprimentos, não deixava muito espaço para eles foderem. Quase todas as posições que vinham à mente não seriam possíveis com o pouco espaço que tinham. Iam ter que ser criativos para isso dar certo. — Talvez você não consiga me segurar — disse ela finalmente —, mas eu consigo me segurar sozinha. Só me pega pela bunda. Eu cuido do resto. Neville pareceu cético, mas fez o que ela mandou, agarrando a bunda dela de novo e levantando os pés dela do chão. — Se prepara — disse ela. Esticou as pernas e colocou os pés nos ombros dele, e depois envolveu o pescoço dele com os braços. Desse jeito, ele conseguia aguentar melhor o peso dela e não precisava se preocupar em usar os braços pra segurá-la, podendo se concentrar em foder ela. Ele sorriu, vendo o mesmo que ela. Alinhou a pica e olhou pra ela, e ela assentiu rapidamente. Era tudo que ele precisava; ele queria aquilo tanto quanto ela, se não mais. Ele empurrou os quadris pra frente e deslizou o pau dentro dela, e eles gemeram juntos enquanto compartilhavam o prazer da penetração. —Merlin, você é muito apertada! —rosnou Neville. Yelena teria rido dos bruxos e suas expressões estranhas, mas estava ocupada demais aproveitando a pica que acabara de entrar nela. —E você é incrível dentro de mim —respondeu ela. Como tinha pensado quando viu ele pela primeira vez, o comprimento era gostoso e a grossura era ainda melhor. Nunca tinha tido algo tão grosso dentro dela, e era maravilhoso. Agora só precisava sentir ele se movendo e fodendo ela direito. “Pronta?”, perguntou ele. Yelena assentiu com entusiasmo. —Vai —disse ela—. Me fode. Me prova que você é mesmo o melhor homem. Neville riu de leve, mas logo começou a se mover e os dois tinham coisas melhores pra focar do que brincar um com o outro. A pica de Neville já tinha sido ótima na penetração inicial, mas ficou muito melhor quando ele começou a foder ela com ela. Sentir aquele eixo grosso preenchendo ela fez os gemidos de Yelena crescerem fora de controle rapidamente, e ela começou a se preocupar que ia gritar e fazer gente correr pra investigar se não tomasse cuidado. Não conseguia enfiar o punho na boca pra se calar, já que precisava manter os braços em volta do pescoço dele por segurança, então se contentou em morder o lábio inferior com tanta força que quase fez sangrar. Ele também tava dando muitos motivos pra ela gemer e gritar, porque com a posição de Yelena dando espaço pra ele se mover, Neville tava batendo os quadris contra ela e empurrando a pica dentro da buceta dela com uma intensidade que era inebriante. Yelena tinha estado com um ou dois caras que se achavam machões e que podiam foder ela com força, mas não sentiu nem uma fração do prazer que sentia agora com Neville. Tão modesto e quieto quanto era quando o conheceu, agora Yelena tinha conseguido chegar até Neville e descoberto o quão assertivo ele podia ser quando as paredes caíam. Cada vez que a pica dele penetrava tão fundo, Yelena se sentia mais impressionada com o padrinho e mais feliz por ter decidido ver aonde essa atração podia levar. Não sabia para onde iria quando saíssem daquele armário de suprimentos, mas ali, naquele espaço apertado na recepção do casamento da irmã dela, estava tendo o melhor sexo da vida dela, sem dúvida nenhuma. A pica dele era incrível cada vez que entrava, e não era só pela grossura. Fosse de propósito ou sem querer, ele empurrava para frente e para trás no ângulo perfeito para dar o máximo de prazer, e o resultado era que a vontade de gozar crescia nela mais rápido do que nunca. Neville não dizia nada, mas ela podia olhar nos olhos dele e ver que ele sentia o mesmo. Não tinha a expressão habitual de timidez ou vergonha, mas sim uma de luxúria e prazer. Ele estava com os olhos semicerrados e o rosto franzido de concentração enquanto colocava tudo o que tinha em cada empurrão e puxão da pica dele, e os resultados falavam por si. Quem quer que o visse assim, e mais importante, quem quer que tivesse sido fodido direito por ele, saberia que o verdadeiro eu de Neville Longbottom era tudo menos tímido. Era um homem de verdade, e provou isso não sendo um idiota arrogante, mas sim comendo Yelena com força suficiente para fazer os olhos dela ameaçarem revirar. Embora tivesse sentido o orgasmo se aproximando, Yelena foi pega de surpresa pela potência bruta que sentiu quando ele chegou. Foi como se um raio tivesse atravessado ela e tocado todos os seus pontos de prazer ao mesmo tempo, e Yelena realmente conseguia sentir o gosto de metal na boca enquanto mordia o lábio com mais força para não gritar de alegria. Ver e sentir o orgasmo dela pareceu despertar algo mais em Neville, cuja última dúzia de estocadas dentro dela foram as mais fortes e rápidas de todas. Yelena ofegou de espanto e tesão pela força com que ele estava metendo, e se deliciou por ter soltado aquele lado selvagem do padrinho de casamento tranquilo que tinham apresentado a ela. Quantas mulheres tinham tirado isso dele? Alguma já tinha tirado isso de Neville? Yelena sabia que ele tinha tido um relacionamento longo com uma ex-colega de classe até o começo do ano, mas não fazia ideia de como tinha sido a vida sexual dele. Talvez fosse a primeira vez que Neville fodia uma mulher com tanta força. Talvez tivesse sido preciso a Yelena para tirar isso dele. Neville grunhiu e a beijou com mais força do que nunca enquanto se aproximava do limite. Ele enfiou o pau até as bolas dentro dela e a encheu de porra, e Yelena gemeu na boca dele. Entre a língua dele marcando território na boca dela mais uma vez e o pau dele pulsando dentro da buceta dela, Yelena tinha uma coisa clara. Precisava ver aquele lado de Neville de novo, de preferência o mais frequente possível. -- —Então, você não vai confrontar ela? —perguntou Harry. —Não —disse Natasha, balançando a cabeça—. Se eu não tivesse percebido o que estava rolando e você não tivesse usado sua magia pra impedir que alguém ouvisse enquanto eles se resolviam no armário, eu estaria discutindo com minha irmã. Mas como ninguém mais fez ideia do que estava acontecendo, isso já basta. Natasha colocou o vestido de Yelena debaixo do braço e guardou a capa da invisibilidade do Harry no lugar. Também pegou a calcinha preta de renda da irmã mais nova e concordou com a cabeça com a decisão dela. —Pronto —disse ela—. Eu transei com ela debaixo da capa, Alexei e Melina estavam sentados ali mesmo. Com certeza ela pode usar isso pra escapulir da recepção sem ser descoberta.

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