Olá, o que vou contar é uma história de muitos anos atrás, mais precisamente quando eu tinha treze anos. Como todo moleque daquela idade, a gente descobria a punheta e se masturbava todo santo dia, escondido com o Cláudio, um vizinho do bairro. A gente tinha começado a brincar de um jogo onde um dos dois abaixava as calças e o outro batia uma punheta na bunda do outro. Obviamente, sem pelo nem nada, aquelas bundas jovens eram bem chamativas. Apoiados numa escrivaninha velha e olhando pelo basculante pra ver se alguém vinha, quem ia de cu era decidido no palitinho: o mais curto tinha que botar a bunda.
Naquela tarde que vou contar, tava um calorão danado e minha mãe tava dormindo. A gente foi pro quartinho e eu perdi no palitinho, então tive que botar a bunda. O filho da puta do meu vizinho encostou a pica em mim. Imagina que nessa idade você fica durasso, muito duro. O Cláudio cuspiu na própria pica e, com o líquido pré-gozo, escorregou pela fresta do meu cu e, sem me dar tempo de escapar, encontrou o buraquinho e meteu tudo, acho. Senti a ardência e não consegui me mexer, muito menos gritar, porque teria sido um desastre. A única coisa que dava pra fazer era ficar bem parado. Se eu não me mexesse, não doía; e se tentasse tirar, era pior. Eu pedia bem baixinho: "TIRA, FILHO DA PUTA, TIRA!", mas não foi assim. Senti ele gozar dentro do meu cu. Uff, vocês não imaginam como meu cu pulsava. Aos poucos, aquela pica foi murchando e saiu sozinha. Que alívio! Aí começamos a brigar, porque aquilo não era o combinado e, na minha vez, eu ia meter a pica nele. Mas o filho da puta só ria e me zuava. Que raiva! Mas não dava pra fazer nada. Tive que fazer um trato pra ele não contar o que tinha acontecido e tentar ter minha revanche.
Teve muitas tardes quentes depois disso, e eu também acabei comendo ele. Depois vieram as minas e isso ficou no esquecimento. Só muitos anos depois minha mulher me comeu de novo com um cintaralho. Não sei o que foi da vida do meu vizinho, mas ficaram na lembrança as centenas de punhetas que a gente bateu juntos. experimentar a sexualidade e conhecer nossos corpos, espero comentários porque sei que muitos já passaram por algo parecido com primos e/ou amiguinhos
Naquela tarde que vou contar, tava um calorão danado e minha mãe tava dormindo. A gente foi pro quartinho e eu perdi no palitinho, então tive que botar a bunda. O filho da puta do meu vizinho encostou a pica em mim. Imagina que nessa idade você fica durasso, muito duro. O Cláudio cuspiu na própria pica e, com o líquido pré-gozo, escorregou pela fresta do meu cu e, sem me dar tempo de escapar, encontrou o buraquinho e meteu tudo, acho. Senti a ardência e não consegui me mexer, muito menos gritar, porque teria sido um desastre. A única coisa que dava pra fazer era ficar bem parado. Se eu não me mexesse, não doía; e se tentasse tirar, era pior. Eu pedia bem baixinho: "TIRA, FILHO DA PUTA, TIRA!", mas não foi assim. Senti ele gozar dentro do meu cu. Uff, vocês não imaginam como meu cu pulsava. Aos poucos, aquela pica foi murchando e saiu sozinha. Que alívio! Aí começamos a brigar, porque aquilo não era o combinado e, na minha vez, eu ia meter a pica nele. Mas o filho da puta só ria e me zuava. Que raiva! Mas não dava pra fazer nada. Tive que fazer um trato pra ele não contar o que tinha acontecido e tentar ter minha revanche.
Teve muitas tardes quentes depois disso, e eu também acabei comendo ele. Depois vieram as minas e isso ficou no esquecimento. Só muitos anos depois minha mulher me comeu de novo com um cintaralho. Não sei o que foi da vida do meu vizinho, mas ficaram na lembrança as centenas de punhetas que a gente bateu juntos. experimentar a sexualidade e conhecer nossos corpos, espero comentários porque sei que muitos já passaram por algo parecido com primos e/ou amiguinhos
10 comentários - El cuartito del fondo
Terminamos haciendo de todo. Ya haré un relato contando.