História trazida da Índia, história de uma mãe e um filho, com imagens.
Esta é uma das nossas últimas fotos. Já fazem 5 anos desde que começamos nosso relacionamento, ela está assim agora, ainda continuo comendo ela, mesmo que ela tenha ganhado um pouco de peso. No começo do nosso relacionamento, eu não sabia que ela era minha mãe. Vou explicar: fui criado pelos meus avós paternos, nunca conheci meu pai, muito menos minha mãe. Cresci num povoado bem isolado de tudo, tudo era muito rígido, até que conheci o melhor livro que meu país já produziu, o KAMA SUTRA. Aprendi tudo que podia desse livro, mas não conseguia praticar com ninguém, vocês sabem como é, cidade pequena é um inferno grande. Só por ler aquele livro, um dos meus amigos levou uma surra tão grande que a cidade inteira ficou sabendo. Todo mundo comentava, ele nunca disse de quem era o livro e, em recompensa por ter guardado meu segredo, levei ele a um puteiro. Foi lá que ela morava, isso mesmo, minha mãe é uma puta, uma PROSTITUTA. Esse foi o melhor dia da minha vida, porque eu também pedi os serviços de uma mulher, escolhi ela aleatoriamente sem saber que era minha mãe. Acho que algo dentro de mim a reconheceu, nossos olhos se cruzaram e fiquei olhando para ela por um bom tempo, ela fez o mesmo sem dizer uma palavra. "O quarto já está limpo", disse uma mulher. Peguei a mão da minha "mãe" e a deitei na cama. Ela começou a me beijar e eu comecei a apalpar aquela bunda enorme. As primeiras palavras que minha "mãe" disse foram: "Mete o pau devagar, faz tempo que ninguém me escolhe." Eu estava tão excitado que não liguei, mal consegui colocar a camisinha, penetrei ela com tanta força que ela deu um grito e começou a gemer. Foi aí que lembrei de tudo que o grande livro do KAMA SUTRA dizia. A buceta dela estava muito molhada, ela estava tão gostosa que comecei a chupar os peitos dela. Ela me afastou na hora dos peitos dela, agora entendo por que ela fez isso.
Naquele momento, me senti muito ofendido, tipo, uma puta não deixar chupar os peitos dela. Virei ela e comecei a penetrar ainda mais rápido, com mais violência. Ela só gritava e gemia de prazer. Comecei a dar tapas naquele rabão, as nádegas dela estavam vermelhas, mas ela nunca pediu pra eu parar, pra eu parar. Simplesmente continuei transando até gozar. Fiquei com ela por quase 25 minutos. Estávamos encharcados de suor, tão cansados que nem consegui me desgrudar dela. Ela tentou se levantar e eu vi que as pernas dela tremiam. Foi limpar a buceta com uma toalha e um pouco d'água. Comecei a me vestir e saí do quarto. Foi uma loucura, todos os meus músculos doíam. No dia seguinte, eu queria mais, queria continuar fodendo como fiz com aquela senhora. Fui naquele lugar, mas ela não estava lá. Eu tinha me apaixonado por uma puta, tinha me apaixonado pela minha MÃE.
Três dias depois, eu vi ela de novo nesse lugar. Assim que eu a VI, ela tocou na própria buceta e falou: "Hoje não, ainda tô doendo." Ela saiu correndo pra esse lugar. Esse local não era perto da minha casa, cada viagem me custava duas horas. Eu segui ela por uns segundos, ela parou, virou pra me olhar e perguntou por que eu tinha escolhido ela. Falei que tava apaixonado por ela, que depois de ter ficado com ela, só conseguia pensar nela, que a desejava. Naquele dia, a gente conversou sobre tudo um pouco. Nunca falei meu nome verdadeiro; pra ela, eu era SALIM, e pra mim, ela era RAQUEL. No dia seguinte, não vi ela. No fim de semana, fui de manhã — não ia deixar que ela fosse trabalhar naquele dia. Tinha uma ideia de onde ela morava, então fui procurar ela. Assim que ela me viu, sorriu e correu pra me abraçar. Beijei ela na boca e falei que naquele dia ela ia ser só minha. Surpresa, ela disse que aquele era o dia em que ela mais ganhava, o dia em que ela podia fazer mais dinheiro. Estendi todo o dinheiro que eu tinha pra ela. Ela olhou, guardou a grana e me levou pra casa dela. Não esperava que isso fosse acontecer. No caminho pra casa dela, fiquei apalpando e tocando aquele rabão. Convenci ela a fazer várias putarias, tipo lamber a buceta dela, tirar fotos e praticar as posições do KAMA SUTRA. Chegamos numa casa — não lembro o caminho — mas assim que atravessei a porta dela, comecei a fazer ela minha.
Espera, a gente tem o dia inteiro pra você me fazer sua mulher. Comecei com as fotos, ela não tava nem aí, mesmo se o rosto dela aparecesse. Essa puta, pensei, vai ser minha quantas vezes eu quiser.
Encheu a memória do meu celular, tinha tanta foto nossa, foi aí que perguntei por que ela não deixava chupar os peitos dela. Ela me contou sobre o filho que nunca conseguiu amamentar, porque tiraram ele dela quando ela era jovem. Desde aquele momento, não deixou ninguém chupar aqueles peitos, nem eu, o novo AMANTE dela.
Naquele dia eu não fui pra casa, passei o dia inteiro transando com a MINHA MULHER, criando posições, tirando fotos e ela pedia mais, adorava foder sem camisinha, igual a mim, fiz tudo que sempre quis fazer com uma mulher, o que estava escrito no KAMA SUTRA, deitei do lado dela, e do lado dela acordei.
A surra que me deram por não ter ido pra casa nunca esqueço, foi brutal, tive que contar que eu tinha uma MULHER, não namorada ou paixão. Acharam que era uma mina da minha idade, mas quando eu disse quem era, me trancaram em casa por um mês, não consegui falar com ela. Curei meus ferimentos e fui atrás dela pra que meus PAIS (avós) a conhecessem, além disso não dava pra deixar ela continuar trabalhando como puta. Conversei com ela, pedi desculpas e levei ela pra conhecer meus PAIS, ela me amava, bom, me ama, e eu contei a verdade, falei meu nome real e por um minuto reinou o silêncio, ela disse que também tinha me dado um nome falso. Agora, com anos nessa relação, gosto de pensar que eu não teria aceitado que ela me esquecesse, eu teria feito qualquer coisa por ela. Naquele dia foi que descobri que minha MULHER era minha MÃE, me expulsaram de casa e fui morar com ela. No começo, nenhum dos dois se olhava na cara, mas nada é pra sempre. Um dia ela ia sair pra trabalhar, mas não deixei.
Tomei ela à força, ela não me enxergava, eu era a besta que tinha relações proibidas com a mãe dela e tirava fotos dela. Será que você já não me ama mais? Perguntei. Ela se despiu na hora e disse, enquanto me beijava: "Sempre vou te amar, meu filho.
Os dias foram passando e a gente não saía de casa, só transava e eu tirava fotos dela. A verdade é que a gente planejava morrer sendo amantes, até o fim dos nossos dias, ser os amantes que a gente jurou ser. Mas não conseguimos. Comecei a vender fotos e vídeos nossos, consegui fazer uma boa grana, e a gente saiu do fundo do poço em que estava. O que nos salvou foi que ela tava grávida, isso nos deu mais um motivo pra continuar vivendo.
Agora eu não consigo imaginar uma vida sem ela, sem minha família.
Ter feito da minha "mãe" a minha mulher foi a melhor coisa que podia ter acontecido comigo nesse mundo. A última notícia que se tem deles é que tão esperando outro filho, já não tão mais vendendo conteúdo, conseguiram fazer uma casa numa das regiões mais turísticas da Índia, têm uma lojinha, e os dois se amam.
Esta é uma das nossas últimas fotos. Já fazem 5 anos desde que começamos nosso relacionamento, ela está assim agora, ainda continuo comendo ela, mesmo que ela tenha ganhado um pouco de peso. No começo do nosso relacionamento, eu não sabia que ela era minha mãe. Vou explicar: fui criado pelos meus avós paternos, nunca conheci meu pai, muito menos minha mãe. Cresci num povoado bem isolado de tudo, tudo era muito rígido, até que conheci o melhor livro que meu país já produziu, o KAMA SUTRA. Aprendi tudo que podia desse livro, mas não conseguia praticar com ninguém, vocês sabem como é, cidade pequena é um inferno grande. Só por ler aquele livro, um dos meus amigos levou uma surra tão grande que a cidade inteira ficou sabendo. Todo mundo comentava, ele nunca disse de quem era o livro e, em recompensa por ter guardado meu segredo, levei ele a um puteiro. Foi lá que ela morava, isso mesmo, minha mãe é uma puta, uma PROSTITUTA. Esse foi o melhor dia da minha vida, porque eu também pedi os serviços de uma mulher, escolhi ela aleatoriamente sem saber que era minha mãe. Acho que algo dentro de mim a reconheceu, nossos olhos se cruzaram e fiquei olhando para ela por um bom tempo, ela fez o mesmo sem dizer uma palavra. "O quarto já está limpo", disse uma mulher. Peguei a mão da minha "mãe" e a deitei na cama. Ela começou a me beijar e eu comecei a apalpar aquela bunda enorme. As primeiras palavras que minha "mãe" disse foram: "Mete o pau devagar, faz tempo que ninguém me escolhe." Eu estava tão excitado que não liguei, mal consegui colocar a camisinha, penetrei ela com tanta força que ela deu um grito e começou a gemer. Foi aí que lembrei de tudo que o grande livro do KAMA SUTRA dizia. A buceta dela estava muito molhada, ela estava tão gostosa que comecei a chupar os peitos dela. Ela me afastou na hora dos peitos dela, agora entendo por que ela fez isso.
Naquele momento, me senti muito ofendido, tipo, uma puta não deixar chupar os peitos dela. Virei ela e comecei a penetrar ainda mais rápido, com mais violência. Ela só gritava e gemia de prazer. Comecei a dar tapas naquele rabão, as nádegas dela estavam vermelhas, mas ela nunca pediu pra eu parar, pra eu parar. Simplesmente continuei transando até gozar. Fiquei com ela por quase 25 minutos. Estávamos encharcados de suor, tão cansados que nem consegui me desgrudar dela. Ela tentou se levantar e eu vi que as pernas dela tremiam. Foi limpar a buceta com uma toalha e um pouco d'água. Comecei a me vestir e saí do quarto. Foi uma loucura, todos os meus músculos doíam. No dia seguinte, eu queria mais, queria continuar fodendo como fiz com aquela senhora. Fui naquele lugar, mas ela não estava lá. Eu tinha me apaixonado por uma puta, tinha me apaixonado pela minha MÃE.
Três dias depois, eu vi ela de novo nesse lugar. Assim que eu a VI, ela tocou na própria buceta e falou: "Hoje não, ainda tô doendo." Ela saiu correndo pra esse lugar. Esse local não era perto da minha casa, cada viagem me custava duas horas. Eu segui ela por uns segundos, ela parou, virou pra me olhar e perguntou por que eu tinha escolhido ela. Falei que tava apaixonado por ela, que depois de ter ficado com ela, só conseguia pensar nela, que a desejava. Naquele dia, a gente conversou sobre tudo um pouco. Nunca falei meu nome verdadeiro; pra ela, eu era SALIM, e pra mim, ela era RAQUEL. No dia seguinte, não vi ela. No fim de semana, fui de manhã — não ia deixar que ela fosse trabalhar naquele dia. Tinha uma ideia de onde ela morava, então fui procurar ela. Assim que ela me viu, sorriu e correu pra me abraçar. Beijei ela na boca e falei que naquele dia ela ia ser só minha. Surpresa, ela disse que aquele era o dia em que ela mais ganhava, o dia em que ela podia fazer mais dinheiro. Estendi todo o dinheiro que eu tinha pra ela. Ela olhou, guardou a grana e me levou pra casa dela. Não esperava que isso fosse acontecer. No caminho pra casa dela, fiquei apalpando e tocando aquele rabão. Convenci ela a fazer várias putarias, tipo lamber a buceta dela, tirar fotos e praticar as posições do KAMA SUTRA. Chegamos numa casa — não lembro o caminho — mas assim que atravessei a porta dela, comecei a fazer ela minha.
Espera, a gente tem o dia inteiro pra você me fazer sua mulher. Comecei com as fotos, ela não tava nem aí, mesmo se o rosto dela aparecesse. Essa puta, pensei, vai ser minha quantas vezes eu quiser.
Encheu a memória do meu celular, tinha tanta foto nossa, foi aí que perguntei por que ela não deixava chupar os peitos dela. Ela me contou sobre o filho que nunca conseguiu amamentar, porque tiraram ele dela quando ela era jovem. Desde aquele momento, não deixou ninguém chupar aqueles peitos, nem eu, o novo AMANTE dela.
Naquele dia eu não fui pra casa, passei o dia inteiro transando com a MINHA MULHER, criando posições, tirando fotos e ela pedia mais, adorava foder sem camisinha, igual a mim, fiz tudo que sempre quis fazer com uma mulher, o que estava escrito no KAMA SUTRA, deitei do lado dela, e do lado dela acordei.
A surra que me deram por não ter ido pra casa nunca esqueço, foi brutal, tive que contar que eu tinha uma MULHER, não namorada ou paixão. Acharam que era uma mina da minha idade, mas quando eu disse quem era, me trancaram em casa por um mês, não consegui falar com ela. Curei meus ferimentos e fui atrás dela pra que meus PAIS (avós) a conhecessem, além disso não dava pra deixar ela continuar trabalhando como puta. Conversei com ela, pedi desculpas e levei ela pra conhecer meus PAIS, ela me amava, bom, me ama, e eu contei a verdade, falei meu nome real e por um minuto reinou o silêncio, ela disse que também tinha me dado um nome falso. Agora, com anos nessa relação, gosto de pensar que eu não teria aceitado que ela me esquecesse, eu teria feito qualquer coisa por ela. Naquele dia foi que descobri que minha MULHER era minha MÃE, me expulsaram de casa e fui morar com ela. No começo, nenhum dos dois se olhava na cara, mas nada é pra sempre. Um dia ela ia sair pra trabalhar, mas não deixei.
Tomei ela à força, ela não me enxergava, eu era a besta que tinha relações proibidas com a mãe dela e tirava fotos dela. Será que você já não me ama mais? Perguntei. Ela se despiu na hora e disse, enquanto me beijava: "Sempre vou te amar, meu filho.
Os dias foram passando e a gente não saía de casa, só transava e eu tirava fotos dela. A verdade é que a gente planejava morrer sendo amantes, até o fim dos nossos dias, ser os amantes que a gente jurou ser. Mas não conseguimos. Comecei a vender fotos e vídeos nossos, consegui fazer uma boa grana, e a gente saiu do fundo do poço em que estava. O que nos salvou foi que ela tava grávida, isso nos deu mais um motivo pra continuar vivendo.
Agora eu não consigo imaginar uma vida sem ela, sem minha família.
Ter feito da minha "mãe" a minha mulher foi a melhor coisa que podia ter acontecido comigo nesse mundo. A última notícia que se tem deles é que tão esperando outro filho, já não tão mais vendendo conteúdo, conseguiram fazer uma casa numa das regiões mais turísticas da Índia, têm uma lojinha, e os dois se amam.
2 comentários - Novas posições do kamasutra