Deixados pra trás
Poucos resquícios de instintos foram ficando no ser humano à medida que seu cérebro foi crescendo e desenvolvendo um sistema baseado na razão. Um dos instintos sobreviventes em bebês são os de busca e sucção, extremamente vitais para se alimentar. Eles, sem precisar que ninguém ensine, nascem com a capacidade de buscar e sugar o seio da mãe quando estão com fome ou quando os lábios roçam neles para despertar o instinto de sucção.
Embora não fosse cientificamente comprovado, para Juan, o proprietário do 7B, achava que era preciso incluir outro instinto inato que sobrevive e desperta nos homens durante a vida adulta: o de ajudar um veículo que precisa ser empurrado na rua ou uma vizinha carregando móveis numa mudança.
– Então, não têm relação com os proprietários? Assinaram e pronto. – Perguntou, colocando uma máquina de lavar no pequeno lavandário ao lado da cozinha, seguindo as instruções da nova inquilina, uma mulher chamada Pamela que se mudava com o parceiro. Ela vinha atrás, junto com outro familiar que ajudava com uma pesada cômoda de carvalho.
Ela passava dos trinta, tinha cabelo castanho liso e comprido e um nariz bem pronunciado para o gosto dele; de resto, não havia nada de especial, a não ser que tinha um corpo dos brabos. O parceiro dela, um careca bem mais velho, se chamava Carlos e tinha um emprego ligado à liderança sindical; como todo funcionário administrativo, o volume dele também denunciava anos de abuso de salgadinho. Juan não queria julgar, mas acabava fazendo isso, pensando que ela era a típica mulher troféu do gordo sindicalista com grana.
– Exato. – Explicou Pamela, meio estranhando as perguntas do ajudante. – Vimos o preço, ligamos pra imobiliária, assinamos, o de sempre. O Carly ama essa região e há tempos queríamos sair de casa pra um apê bonito, porque não temos mais tempo de cuidar do quintal e preferimos uma área mais central.
– E o preço não achou estranho…
– Tava de graça. Como já disse. – Concluiu de forma cortante que, embora tivesse agradecido em geral pela ajuda do musculoso do 7B, já tava sentindo um cheiro estranho no interrogatório constante dele. – Você era o Juan, né?
– Sim.
– Você tinha alguma coisa a ver com quem morava aqui? Porque te notei muito interessado em saber se eu conhecia eles de antes, em saber onde tão, em qualquer informação que eu tivesse sobre eles…
Era um jeito bem educado de dizer que já tava de saco cheio com tanta pergunta.
Fez-se um silêncio em que o peito dele inflou, e não porque tava faltando ar.
– Aqui morava minha namorada, María José. – Confessou cabisbaixo, ainda sem conseguir controlar a linguagem corporal toda vez que mostrava a ferida recém-aberta. – Do nada, ela e o irmão dela sumiram. Perguntei pro porteiro e eles tinham ido embora umas horas antes… – Juan enxugou o suor da testa com a camiseta e virou em direção à porta pra começar uma nova jornada. – Desculpa, sei que tô sendo chato, é que não entendo como puderam ir embora assim, a gente fica se sentindo um lixo, tipo aquelas coisas sem valor que ninguém se importa de levar pra casa nova e deixa pra trás.
Pamela levou a mão à boca, surpresa.
– Não acredito, Juan! Ela parecia tão boazinha. – Falou realmente comovida. – Mas, te digo, não se preocupa tanto, tão na casa da mãe, me falaram, acho que você deve saber onde fica, a gente obviamente não sabe porque não é da nossa conta, ouvimos de passagem. – Se adiantou pra evitar uma nova enxurrada de perguntas.
– Hmm, não, na verdade a gente namorou pouco tempo, não conheci minha sogra nem a casa dela, mas conheço alguém que sim, agora que parei pra pensar.
– A mulher foi viajar pra morar em Capilla del Monte e deixou a casa pra eles, eles pensaram e preferiram alugar aqui e morar lá, o que faz sentido. Me falaram que a casa é linda.
Juan ficou em silêncio. Tinham dito que a mãe dela tinha morrido, que precisavam de um tempo sozinhos pra organizar as coisas da casa dela. pra fazer o luto e ele respeitou o pedido que nem um idiota. Quando quis voltar a ser uma das pontas daquele triângulo amoroso excitante, se deparou com quartos vazios e um monte de perguntas. Se sentiu deixado pra trás que nem uma caixa mofada e úmida.
— Se vocês foram namorados por pouco tempo e tão começando a sair, você tem todo o tempo do mundo pra conhecer outra. — Falou franzindo a testa. — Não é que eu tô me intrometendo, é que você devia seguir em frente, conhecer outras minas, se essa garota foi embora assim sem falar nada, deve ter os patinhos desorganizados, ou as prioridades dela não estavam no lugar.
— É que, mesmo tendo sido curto, foi muito intenso, não é tão fácil virar a página. — Admitiu se sentindo um trouxa sentimental, ainda mais na frente de uma desconhecida.
— Quer parar por aqui? Sem problema, você já ajudou pra caralho, com a Carly a gente vai te chamar pra comer alguma coisa um dia, se é que entrar aqui não te deixa pra baixo hahaha.
— Sem drama, ainda falta pouco. Pelo menos vou descer pra subir mais umas caixas.
— Valeu. — Aceitou compreensiva a morena, vendo o vizinho musculoso no elevador e a porta se fechar que nem uma criatura de aço que o engolia, e ele, impassível, não parecia se importar de ser devorado pela garganta de metal.
Mais que umas caixas, foram umas quatro subidas e descidas a mais. Ele trabalhou o triplo do que o Carlos trabalhou, isso era certeza (o cara se cansava só de subir um porta-copos). O esforço físico ajudava a clarear a mente e reorganizar as ideias, e cada vez que passava pela entrada era uma boa chance de mostrar seu apreço ao porteiro com uma merecidaVai se foder.em sinal de raiva de quem ela achava que era seu amigo.Ei.Já te falei! Não é nada pessoal, mano, não podia te contar nada, é segredo profissional.
- Siiim, claro, você nunca fala demais sobre os inquilinos. – Disse ele, escorrendo tanto sarcasmo quanto seu corpo suado. – Fica assim então, quando tiver que votar no condomínio pra te substituir por uma câmera com IA, você vai ver.
- Não fala assim, cara, me disseram que eu não podia falar uma palavra, e ainda aconteceu tão rápido que nem daria tempo.
O triângulo tinha se quebrado pra ele, mas se alguém girasse o plano onde ele estava pra olhar de outra perspectiva, havia um ângulo externo que tinha sido expulso da figura e era a única pessoa pra quem Juan podia passar a informação que tinha arrancado.
Numa pracinha perto do prédio, sentando no degrau de um monumento todo pichado de Julio Argentino Roca, ele aproveitou pra respirar e fazer uma ligação.
- Oi, Noe, lembra de mim?
- A gente se falou uns dias atrás, óbvio, guri. – Respondeu seca a loira que, por causa do excesso de gostos nerds, tratava ele como se fosse menor de idade, além de ter conhecido ele num lanche no apartamento do Gabriel, na última vez que os viu lá. Juan não rebateu porque sabia que ela tinha tantos motivos pra estar puta quanto ele, até mais. – Vai logo que vim no banheiro do trabalho pra te atender, aconteceu algo importante?
- Ajudei os novos inquilinos na mudança, como te falei. – Apressando a história. – Me disseram que a mãe não morreu, mentiram pra gente. Ela se mudou pra Capilla del Monte e eles voltaram pra casa antiga deles de madrugada. Fugiram do prédio feito dois ladrões.
Ele achou que essa revelação ia causar um baita impacto na loira, talvez até um xingamento pro vento, o arremesso de um objeto pesado, uma batida no cubículo do banheiro, algo. Só veio um suspiro de resignação.
- Já sabia, o Gabriel me contou. Ele me mandou um texto e falou.
- E você só me conta agora?! Entrei feito um cavalo, podia ter me avisado. Falou assim, não tava fazendo de James Bond da Salada.
- Não é nada legal dizer que te deram um fora por mensagem como se fosse qualquer uma, então se você tá pensando em me pedir pra dizer onde eles moram ou te acompanhar pra confrontar, esquece, recontra esquece, já era, risca eles da sua vida igual eu fiz e segue em frente, é a única coisa que posso te falar.
- Não é tão simples assim, passei de ver eles todo dia pra nem estarem mais no prédio, não posso ficar sem uma explicação de…
- Não Juan, não continua, chega. Espera, quero ver se tô sozinha… - Ouviu-se o rangido de uma porta, sem dúvida ela tava falando de um cubículo de banheiro e conferindo se ainda tava só. – Beleza, escuta essa última coisa que vou te dizer, conheço eles há anos, embora ele sempre me atraiu, quando tão juntos é outra parada, passam uma vibe estranha, muito estranha, não sei se me entende. Sempre moraram sozinhos, sempre juntinhos pra lá e pra cá, ele se mudou e na hora ela seguiu ele… digamos que são pior que o Milei e a irmã, com isso já falei tudo.
Agora quem ficou em silêncio foi o Juan.
- Prometi não falar nada, mas já que foi tudo pro caralho… eu sei toda a verdade sobre isso.
- A verdade? Que verdade? Fala, cara. – Embora ela soubesse que pra amenizar a crise da pandemia, Gabriel tinha aberto umDEÀ irmã dele, queria saber se o Juan, por ser mais próximo deles, tinha cenas tabu extras no filme da vida deles.
— Você disse que não gostou de ter sido cortada por mensagem, pra mim uma parada pesada assim não curto queimar por telefone, prefiro falar pessoalmente. — Ele elaborou o mistério, mostrando que não era tão boy magia quanto ela pensava. Os últimos rolos que aconteceram tinham dado uns pontinhos extras de confiança no build do personagem dele.
— Cê tá me chamando pra um encontro?
Fez-se um terceiro silêncio, o último da conversa, onde o moleque vasculhou o dicionário mental dele atrás das palavras perfeitas pra fechar um encontro com a loira ex (ou algo assim) do Gabriel.
— Se você tá decidida a virar a página, melhor fazer isso tendo lido cada parágrafo. — Ele soltou, provocando ummmmmde interesse do outro lado da linha. – Quero te contar tudo pra você saber por que é tão difícil pra mim deixar eles irem… eles são estranhos, sim, mas também gostava de ficar com eles.Ok, ok., essa última parte soou estranha, muito estranha, se a coisa for pelo caminho que eu tô imaginando, quero ouvir tudo, então já que você tem meu número, quando eu sair do trabalho a gente acerta, não dá pra ficar quinze minutos falando trancada no banheiro;ah, e você paga, o dono da fofoca sempre paga a conta.
- Não conhecia essa regra.
- Agora conhece, bom, estamos em contato… Juan. – Nomeando-o antes de desligar, como se estivesse surpresa pelo repentino interesse nele, interesse que a levou a chamá-lo pelo nome e não pelos seus adjetivos depreciativos. O proprietário do 7B, por outro lado, estava pletórico, de punho cerrado, voltou para o apartamento com um novo norte no horizonte.
- Um encontro com uma loira gostosa dessas vai me ajudar a deixar toda essa loucura pra trás. – Disse em um monólogo enquanto entrava no prédio e dava mais um “fuck you” pro Miguel, cada vez mais sem vergonha.
Miguel riu alto, sem engolir a suposta raiva do amigo: - Ei, magrelo, não se ache, que eu sou o porteiro, hein! Respeita a autoridade se não quiser ter problema com o sindicato! – Ameaçou num tom relutante, como um delegado de roça, rindo baixinho. - Somos muito poderosos!
- Quem você vai ameaçar, seu traidor, segurança de festa infantil? – Disse Juan antes de sumir escada acima, animado com seus novos planos.
Sozinho, Miguel sorriu, dessa vez não de um jeito afável, como o sorriso dos gordos simpáticos que tanto tem por aí, mas de forma maliciosa, como um vilão exagerado de novela. Se gabando da sua vitória secreta, as melhores vitórias na opinião dele, abriu o celular e conferiu na galeria de imagens opagoda famosa Majito pelo seu silêncio obediente.
- Se eu já desejei ver aquela bunda nua que você tem, Majito, toda vez que via ela passar… – Disse ele revisando sua galeria, como um atleta consagrado passeia pela sua vitrine de troféus. – Que o Juan me perdoe, haha por esses presentinhos sou capaz de entregar minha velha pra polícia…





Definição de paraíso
Paraíso:(Do lat. paradīsus, este do gr. παράδεισος, e este do avéstico pairidaēza, cercado circular, aplicado aos jardins reais).
1. m. No Antigo Testamento, jardim das delícias onde Deus colocou Adão e Eva.
2. m. Céu, lugar onde os bem-aventurados gozam da presença de Deus.
3. m. Em alguns teatros, conjunto de assentos do andar mais alto.
4. m. Lugar ou local muito agradável.
Para Gabriel, existia uma quinta definição dessa palavra que pra ele era a verdadeira:Onde quer que ela esteja...pensou enquanto a via posar do outro lado da lente, Maria José… sua musa predileta, sua tentação proibida, esticando seu corpo de contorcionista, sorrindo como uma menina no aniversário, exibindo um corpo que era um convite pra cada pecado carnal que existe.Mmmmajito, se essa não for a melhor mina do pedaço, eu não sei o que é. – Ele mencionou o irmão mais velho dela, atirando mais que em filme do Rambo.
– E também, Gabbo, você quer que eu pose todo santo dia, tô me sentindo explorada. – Ela admitiu num choro falso.
– Você sabe que foi você quem quis, não era pra ter crescido tão forte, tão… flexível.
O clima era perfeito. Era uma noite tão calma que parecia que estavam à deriva no espaço sideral, estavam onde cresceram e onde o amor deles brotou, estavam sozinhos, tão sozinhos que não precisavam mais se preocupar em fazer barulho ou colocar música, aliás, Gabriel se dava ao luxo de tocar a música que bem entendia e naquele dia tava rolando uma playlist que mandava ver.Como um diamantedo Airbag, já que parecia ilustrar o momento…Hoje você brilha no Luna Park
As luzes tão te esperando
Não pode falhar, não podem parar
Esse fogo em você que nos incendeia hoje
Que nos incendeia hojeE sem dúvida, com esse novo corte de cabelo e esse look tão provocante, ela brilhava mais que uma estrela: vestia um body de rede com mais buracos que o roteiro de um filme da Marvel, coturnos de plataforma estampados com recortes de jornal, e um roupão curto de tul aberto, tão transparente que era tão útil pra cobrir a nudez dela quanto um guarda-chuva pra segurar uma chuva de asteroides. Pra fechar com chave de ouro, uma fio dental preta combinando com o roupão — era o preto no filme de terror dos anos 90, aquela fio dental ia pro saco a qualquer momento.



- Tô indo bem, mano? – Perguntou com a única intenção de lembrar ele que era a irmã dele.
- Como sempre, não… melhor do que nunca. – Admitiu sincero, vendo ela flexionar o corpo pra ele, ou melhor, pra todo mundo que pagasse a assinatura do OF.



- A verdade… não paro de pensar em te deixar vestida assim todo dia, até pra ir no mercado.
- Tô morrendo de frio, porra! Cê é louco? Além disso, dá pra ver meus peitos todinhos. – Ela disse, dando um olhar escandalizado enquanto apertava os próprios seios.


Era um prazer que só aumentava e parecia não ter limite. Quando se falava tanto do famosoteto de vidroQuando se falava do limite profissional que as mulheres podiam alcançar, Majo, no seu próprio terreno, o da sensualidade, já tinha mostrado que podia ir até onde quisesse, e naquele dia Gabriel ia pegar na mão dela pra levá-la ao estrelato junto com ela.
Já não precisava de ordem ou conselho nenhum, Maria José, por conta própria, tirava as próprias roupas fazendo elas voarem como fadas de conto de fadas, seu corpo nu desabrochava na frente dos três olhos dele — os dois orgânicos e o da câmera, encarregado de imortalizá-la mais uma vez. Se existia um paraíso pro erotismo a serviço do negócio, aquela produção já tinha mais do que conquistado. Logo ficou com sua buceta linda toda à mostra, assim como seus dois peitinhos de colegial que estavam perdendo a corrida do crescimento pra raba dela, embora Gabriel pouco se importasse — mesmo que ficassem médios, ainda assim ele achava eles lindos pra caralho, dignos de serem saboreados todo dia sem parar.








Foi quando ela mostrava seus talentos na ginástica artística abrindo as pernas entre dois sofás que o homem largou a câmera de lado e, incapaz de se segurar, se posicionou para dar prazer à buceta já nua dela. De surpresa e sem avisar, se jogou no chão como um soldado fazendo corpo a terra e começou a lamber a boceta dela.Mmmm— Demorou pra caralho. – Murmurou Majito quando, de surpresa, sentiu uma língua bem conhecida acariciando a buceta dela de ponta a ponta, do clitóris até a pele fininha do cuzinho, com uma língua que parecia crescer a cada cunnilingus que passava.
Gabriel lambeu entre os lábios vaginais a tirinha rosada da irmã com capricho, deitado por baixo, tendo o prato servido com as pernas abertas feito Jean-Claude Van Damme, se segurando nos dois sofás. Coisas assim só dava pra conseguir com ginastas e ele tinha que aproveitar, a sensação da buceta se apoiando contra a boca dele toda vez que Majito deixava o corpo ceder e flexionava os músculos já esticados pra caralho era impagável.
— Hoje cê tá… mais gostosa do que nunca. – Falou extasiado com o gostinho da ppk da irmã, que parecia saber que aquele dia ia descorchar de algum jeito e tava exalando pó de feromônio pelo ambiente inteiro. Cada gotinha que escorria dos buraquinhos dela era mais deliciosa que a anterior. Majito abriu os lábios de borboleta com os dedos e o irmão acariciou o pequeno orifício da uretra com a ponta da língua, de um jeito delicado, e no meio do prazer, com os olhos virados, Majito deu de presente um jatinho dourado de recompensa pelo trabalho bem-feito.MmmmMais, me dá um pouquinho mais. – Pediu de baixo, se lambendo, sem parar de estimular o buraquinho com a língua enquanto olhava pra ela como um pobre escravo sedento no meio do deserto.
Majito fez força e, se segurando nas tetinhas dela, deixou cair um segundo fiozinho de xixi, que Gabriel saboreou e bebeu na hora, embora a maior parte batesse no rosto dele e escorresse pros lados.
– Não pensei que você curtisse essas coisas, se eu soubesse antes… por mim, pode fazer as chuvas douradas que quiser, pode desenhar um pijama amarelo em mim da cabeça até a ponta dos pés, me deixar mais amarelo que um Minion.
– Foi algo que me deu na hora, sorry… não tenho mais que essas gotinhas. – Mesmo que as mulheres não se sacudissem, Majito apertava a buceta dela pra cair os últimos jatinhos na boca do irmão. – Queria ver como você reagia, como você é sempre um babaca tarado, sabia que ia gostar.
– E eu posso ser pior, você já sabe o pior que eu posso ficar…
Nessa altura do campeonato, não valia a pena descrever o cunnilingus em detalhes, já era batido, a figurinha mais repetida do álbum. Depois de vários minutos de degustação vaginal, o irmão passou do prato principal pra sobremesa, e embora o anilingus também fosse comum, Gabriel precisava de uns últimos minutos de degustação anal pra decidir por qual buraquinho ia estrear.
– Você aguenta na posição mais um pouco? Quero comer o cuzinho.
– Sim, ainda mais se você vai chupar meu cu… isso me dá um gás danado.
– Sabia que você ia dizer isso. – Se ajeitou, ficando um pouco mais pra trás, com o cuzinho em cima da boca dele, se sentindo como um inseto sendo apontado por uma lupa.
Gabriel se distraiu passando a língua por todo o asterisco, como se fizesse um carinho molhado, depois atacou o centro do cu da irmã, empurrando com força, tentando enfiar a língua o mais fundo que o anel de couro virgem permitia.Uuuh, aaa, uuuh, aaaa, ah, ah, ah.– Majo começou sua sinfonia de gemidos suaves, esticando a bunda minúscula com as mãos pra deformar o buraco e deixar o caminho servido pro irmão. Ele, longe, muito longe de se acovardar, aproveitou o presente e enfiou a língua tão fundo que tocou as paredes. – Toda vez… que você me toca dos lados, sinto como um choque, não acredito, minhas pernas tremem, não aguento mais.
– Ajoelha, descansa. – Cedeu Gabriel. – Senta na minha boca, quero continuar mais um pouco, assim vou preparar pra fazer a sua bunda minúscula. Tenho que umedecer o mais fundo que der.
– Então… você se decidiu? Tenho que acender um fumo na chaminé pra anunciar? – Perguntou ela, colocando os cantos com todo cuidado sobre o rosto do irmão, do jeito mais simétrico possível, garantindo que o anel de couro ficasse bem em cima da boca.
– Habemus decisão, e daqui a pouco habemus anal… – Disse ele, abrindo os glúteos durinhos de Majo pra se enterrar bem entre eles e, depois de deixá-los cair, ficar preso entre os cantos dela.BrbrbrbrbrbrDeus, deixa eu preparar isso direito pra você, senão não vai entrar se não encher de saliva.
E ele estava certo, já que Majo estava sentada em cima do Gabriel com as mãos livres, aproveitou pra descobrir a pica do irmão, que tava enorme, dura e cheia de veias. Parecia pulsar com um coração próprio em algum lugar do tronco grosso. Ela não se cansava de olhar, de tocar, e logo ia sentir onde ninguém mais sentiria.Mmmmmano, garante que você me lubrifica bem ou não vai entrar, hoje ela tá super grossa e cheia de veia. – Disse ela brincando com ele, esfregando a racha de trás pra frente no rosto dele. Ter chupado a buceta dela com o mijo junto e agora a bunda dela deixou ele todo duro, mais rijo que porrete de homem das cavernas.MmmGabbo, você vai me partir no meio, teu coração tá batendo igual louco, vai explodir na minha mão. – Disse ela, começando a masturbá-lo devagar, esticando a pele venosa sabendo que aquelas veias pulsantes deviam ser o paraíso dentro do cu dele. – Quando é que você vai acabar aí embaixo? Tá me deixando louca, não aguento mais esperar… você tem um pau bonito demais, irmão.
– Falta pouco, bem pouquinho… – Disse ele, pressionando o centro do ânus até a língua escapar pelas linhas do asterisco de pele.
Já não precisava descrever tudo que rolou antes do primeiro anal porque já tinham feito de tudo. Desde que o Onlyfans deles nasceu com a desculpa de salvar o apartamento, eles se beijaram de cem jeitos diferentes, em cem lugares do corpo distintos. Se os beijos deixassem marcas na pele, a pele deles teria mais cicatrizes que os campos minados do Vietnã. Agora só restava admirar o corpo nu da irmã dele por cima, com a curva perfeita das costas caindo como uma cachoeira até perder o nome e ganhar o de raba, onde Gabriel estava mergulhado de cabeça, se afogando naquelas águas corpóreas, grossas e agitadas.
– É hora, se ajeita com as pernas abertas igual antes e se deixa cair.Ffffff,que nervoso, você vai me partir ao meio com essa pica. – Disse Majo enquanto colocava uma perna no sofá, depois a outra, ficando esticada formando umaTinvertida. Debaixo dela, Gabriel se arrastrou pelo chão acarpetado como um mecânico debaixo de um veículo até que sua ferramenta lubrificada estivesse sob sua boca digestiva.
— Vai descendo, controla o ritmo, vai devagarzinho. — Ele indicou mantendo a pica dura e reta com a mão, envolta entre os glúteos sólidos de Majo, que, demonstrando uma sincronização admirável, foi se deixando cair para que, com seu peso, conseguisse se enfiar no irmão.Mmmmgh,Não entra, é muito grande. – Disse ela, olhando pra trás como se fosse estacionar um veículo… embora a metáfora se tornasse realidade quando se percebia que, de certa forma, ela estava mesmo estacionando a carroceria numa manobra inédita pra ela.
– Tem paciência… tem paciência, vai entrar, sinto uma babinha por todo o buraquinho. – Ele a incentivou, esfregando a glande contra o cu, sentindo como deslizava naquela entrada sem quinas.
O homem afastou uma das nádegas dela pra dilatar o orifício e o anel de couro.beijoua ponta da glande prometendo o primeiro vislumbre do seu interior pra sua cobra de um olho só.
Finalmente, o anel de couro cedeu o bastante pra deixar passar a largura de três dedos juntos e abraçou a glande por completo, dando início a uma nova vida. O estigma da virgindade estava a uma injeção de carne viva via reto de ficar pra trás.Oooh, oooh, oooh, sua putinha, como é que se sente, se sente bem. – Descreveu as sensações a Majito.
- Deixa descansar dentro um pouco, quero sentir sua buraquinha contra a cabeça. – Disse Gabriel antes de começar qualquer movimento, com as mãos nos quadris da irmã, quase grudadas na pele de tanto que ele a segurava.
Devagarzinho, o homem engatou a primeira e começou a levantar o quadril com calma, sentindo o anel de couro entre a glande e a pele, apertando com força, sentindo também os roces com a carne lá dentro do cu, onde os olhos dele não alcançavam. Onde dava pra ver era o pêsseguinho da irmã em cima do pau dele, engolindo devagar que nem um bicho comendo ao contrário, uma das visões mais gostosas que ele jamais imaginou que veria.MmmmIrmã, como seu cu mama o pau, desce mais um pouco, deixa ele comer… - Ele disse apertando um pouco os quadris dela pra ela descer.
Obediente, a morena olhou pra trás pra ver a cara de êxtase do irmão, debaixo dela, e se deixou cair um pouco pra que o ânus agora abraçasse a pele do pau, ou seja, o couro que cobria a haste. Ela jurava que conseguia sentir mais de uma veia pulsando contra o anel dilatado, ou talvez fosse a buceta dela que pulsava.
- São tantas coisas… você me parte ao meio, e seu pau me abre toda por dentro. – Disse ela com os joelhos tremendo, embora firmes, porque se caísse de vez ficaria empalada feito churrasco de cu.
Nisso, as mãos firmes do irmão se posicionaram sobre os glúteos dela como se ele fosse fazer bíceps e começaram a ajudá-la a se mover. Parecia que ele conseguia ler a mente da irmã como se tivessem um vínculo telepático e, antes que as pernas dela dessem sinal de cansaço ou o medo dominasse, ele dava uma força com braços fortes pra que o ânus fizesse seu percurso satisfatório de sobe e desce no pau, da ponta da glande até um quarto da haste.
- Um pouquinho mais… não tenha medo, deixa seu cu comer mais pau, se solta um pouco que seu irmão te segura.Mmmpra filho da pu…
Majo mordeu o lábio com o jeito que Gabriel falava com ela (e a escolha de palavras dele) e se deixou cair um pouco mais… e mais um pouco, e continuou descendo, até que a buceta dela roçou nos ovos dele e não dava mais pra ir pra baixo. A flexibilidade das pernas dela tava no limite, e não só das pernas. O cu dela tava dilatado como nunca, e olha que ela era do tipo que adorava se dedar com vários dedos, com algum vegetal fálico tipo pepino e até desodorante cilíndrico. Mesmo assim, uma rola quente e pulsante era diferente de tudo, ainda mais quando essa rola era a tromba excitante do irmão dela e ele começava a mexer de baixo pra cima, arqueando a cintura.Aah, aah, aaah, aaaah, aaaaah,Isso, isso, isso é um anal de verdade,Aaah…- Ela começou a gemer, agora mais relaxada e confiante de que nada de ruim ia acontecer. Quase três quartos da pica estavam dentro dela e a cabeça de carne do Gabriel tinha se aberto caminho lá dentro sem problemas, ainda sem nenhum óleo lubrificante. Tinha começado o anal como ela disse e as palavras foram substituídas por onomatopeias, principalmente as de gemidos. Sem dizer uma palavra, se sincronizaram como aqueles gêmeos de filmes e séries de terror com poderes e, sem muito planejamento, adotaram todo tipo de posição, sem que o Gabriel em nenhum momento tirasse a espada da pedra.
Primeiro ele comeu por trás, com ele no chão e ela com as pernas abertas formando uma linha reta, até que os músculos esticados não aguentaram mais e resolveram mudar de pose. A Majito se virou com certa dificuldade, já que continuava empalada. Nessa posição, o irmão dela não só se deliciou com a expressão de puro prazer da irmã, a buceta dela inchando como um botão querendo se abrir e a sensação do cu dela, um pouco mais solto, chegando mais fundo e mais confortável dentro dele, mas também com os peitos dela balançando sobre ele até que ele os agarrou no ar como frutas prestes a cair e, sentindo os bicos dos peitos dela endurecendo nas palmas das mãos, meteu no cu dela por vários minutos.
A terceira posição foi um grego com ela inclinada sobre o sofá, como uma cachorrinha cansada apoiando o focinho, e ele, sempre por trás, agora por cima dela, deixava cair o quadril como um martelo pneumático para furar a bunda dela sem parar. Foi o ponto crítico de profundidade alcançada, também de dilatação. O cu dela nunca esteve tão aberto e começava a ser demais para uma primeira vez.Ooh, aaaah, oooh, aaaaah, mmmnhaa, Gabooo, você me quebraaaaoooh, ooh, ooh, aah, ooh.– Já gemia sem controle nenhum dos sons que a boca dela soltava. Tinha o rosto enterrado no braço do sofá, que já estava molhado com o suor e a saliva que ela largava. Gabriel afastou os cabelos grudados no rosto dela pra ver a cara vermelha e se deixou cair pra dar um beijo gostoso na boca dela.
– Maninha, você sabe que é importante treinar esse músculo também. – Falou ele, começando a tirar a pica devagar do buraco, sentindo cada ponto de aperto esticando a pele até a cabeça ficar só roçando o cu, como se desse um beijinho de despedida, antes de entrar de novo, lento e firme, até as bolas encontrarem carne e se espatifarem contra ela.Ooohh, oooh,Deus, é gostosa demais…ooh...– Gimió se entregando de corpo e alma pra aguentar o pau entrando de ré, se esforçando ao máximo pra resistir à estreia dolorosa no cu. O irmão dela tirava devagar de novo pra meter de volta, moldando o canal do jeito que queria, dando forma ao reto dela com o tamanho e o formato exato da pica dele.
– Fica tranquila, tá indo bem, já tá mais molinha do que antes… – Ele falou, virando-se pra sentir a cabeça do pau esfregando nas paredes internas dela antes de começar a bombar, agora apertando contra um dos lados de dentro.
O grego continuou por mais uns minutos, às vezes mais devagar, outras mais rápido, mas sempre indo até o fundo, até o quadril dele encaixar no dela igual peça de encaixe. Antes que a posição cansasse, mudaram o esquema e ele passou a meter sentado, com as duas pernas da Majito abertas nos braços da poltrona, enquanto ela se deixava cair e Gabriel dava as estocadas. Dali, ficava na altura certa pra chupar os peitos dela, beijar a boca, ver a cara de prazer e de dor por causa das sensações opostas do sexo anal.Schuuick, schuuick, sluuurp, mmmmfh.– Acrescentou à longa lista de onomatopeias enquanto chupava os bicos dos peitos dela como se estivesse se alimentando deles com vontade.
As mãos do homem se posicionaram sobre as bundinhas durinhas da Majo e apertaram até ele afundar os dedos e sentir a rola toda enfiada, foi aí que a parada ficou intensa de verdade…Aaah, aaah, aaaah, aaaah, aaah, aaaaah, aaaah…Sem falar nenhum idioma que não fosse o do prazer, Majito gemeu como nunca antes, solta graças à intimidade que uma casa convencional proporcionava, sem paredes coladas umas nas outras, sem ouvidos indiscretos nem línguas soltas. Agora que tinha se livrado das limitações de um apartamento, podia ser ela mesma e gemer o quanto quisesse, o quanto viesse na vontade.
Gabriel, que chupava um dos bicos durinhos da irmã, ergueu o olhar pra ver o rosto desfigurado e vermelho da irmã, com os cabelos castanhos encharcados e bagunçados. Por uns minutos não conectaram os olhares até que ela olhou pra baixo e se encararam fixamente, prontos pra dar um ponto final no ato.
Entre o barulho das carnes se chocando, o sofá rangendo sob aquela prova de resistência e a irmã ensurdecedora, que gritava igual porquinha separada da teta da mãe, ele engatou a quinta, descobriu que tinha sexta, também engatou, e quase formando uma ponte com o quadril, colocou a assinatura na estreia anal com um jorro grosso de porra que se perdeu no fundo da cavidade abusada da Majo. Uma e várias vezes sentiu o sêmen jorrar e, assim que a última gota foi ofertada pro cu glorioso dela, ele tirou, deixando um buraco aberto que expunha o interior.
Gabriel pegou Majo pela nuca e enfiou um beijo glorioso de parabéns, tão carregado de saliva que ela começou a escorrer até o peito dele. Pra surpresa dele, quando as bocas se soltaram formando vários fios de baba, com as pernas meio trêmulas, Majito desceu do sofá pra se ajeitar entre as pernas dele e dar um boquete na pica morta dele, do jeito que tava, ainda quentinha e assada de tanta fricção dentro do cu dela.
— Isso aí... boa irmãzinha. — Disse ele acariciando o cabelo todo grudado de suor, tirando os fios colados na testa dela. — Limpa direitinho a pica do seu irmão depois de usar ela. — Falou com os olhos marejados pelo esforço, pelo orgulho e pela sensação indescritível de se sentir o Rei do mundo.Sluurp, sluuurp, sluuurp, sluuuurp, chuiiick, chuick…- Se ouvia enquanto ambos aproveitavam a parte que lhes cabia. Não havia nada mais prazeroso do que tirar um pau ardendo e quente de um cu apertado para sentir na hora uma boca de mulher refrescante dando uma segunda vida, curando onde ardia, limpando onde era preciso, soprando com sua respiração para apagar o incêndio. A babinha morna escorria da cabeça por todo o tronco e ela espalhava com a língua por todo o pau, chupando-o ruidosamente para cuspir de novo, formando uma pasta pegajosa e grossa bem cheirosa.
Muito excitado por ver a irmã tirar todos os truques do seu caderno de perversões, ele a pegou pelos cabelos para fazê-la engolir o pau inteiro e mantê-la enfiada por vários segundos, sentindo a saliva escorrendo por todo lado e a cabeça do pau pressionando o fundo da garganta dela.MmmmIsso aí, engole essa pica toda, come ela toda, sua putinha... — Ele sussurrou, pressionando um pouco mais contra a garganta dela, mantendo-a firmemente enfiada com a mão, observando ela respirar com dificuldade enquanto o rosto ficava vermelho e o ar entrando e saindo do nariz provocava um sopro que espirrava um pouco de muco.
Majito sentia cada um dos seus sentidos invadido pela pica do irmão, especialmente o olfato e o paladar. Com uma pica daquelas impedindo ela de respirar, começava a perceber que tinha encerrado uma fase da vida para começar outra, maior e mais importante. Sentia que todos os ensinamentos do irmão mais velho, todas as lições e a paciência dele tinham dado frutos. Desde que a câmera tinha começado a filmar na frente do corpo nu dela pela primeira vez, o irmão a preparava para começar a vida sexual mais invejável e perfeita possível. Agora que estavam sozinhos e tinham encontrado o caminho, podiam soltar todas as fantasias que viessem à cabeça e ninguém ia parar eles, ninguém podia julgá-los, nem a mãe, nem a multidão de Cristos pendurados nas paredes, nem os espelhos... já não importava mais nada além do que tinham juntos.
Finalmente, o irmão lembrou que era o mais velho e devia protegê-la, e começou a tirar a pica devagar, deixando ela respirar normalmente de novo, embora o cheiro e o gosto de pica parecessem ter ficado impregnados para sempre.
Por mais minutos do que Gabriel esperava, Majo chupou a pica dele de ponta a ponta, dos ovos até a glande e dos ovos até o cu, do qual nunca esquecia e sempre dava uma visitinha cheia de lambidas profundas e beijos carinhosos. Com a boca de artista, desenhou uma cueca de baba refrescante até ele ficar duro de novo e pronto para um segundo round...
— Já te fiz o cuzinho, enchi ele de porra, você mamou minha pica, agora o que você tem em mente? — Perguntou, intrigado com a transformação libidinosa da irmã. Parecia que ela tinha trocado de pele na frente dele pra mostrar a transformação final.
Ela se levantou em cima dele, segurou a própria bunda com as duas mãos e abriu pra mostrar o buraco dilatado mais uma vez, até franzindo e alargando como um olho piscando. Gabriel enfiou dois dedos lá dentro e não teve trabalho nenhum pra chegar até o fundo, até os nós dos dedos baterem na bunda dela e as pontas dos dedos encontrarem grumos de porra.
— Pra que você acha que eu te mostrei a pica? Vai usar ou vai deixar minha buceta de trás com fome?
— Parece que esse cu é insaciável. — Ele disse apontando pro buraco irreconhecível. Onde antes Majito tinha um asterisco minúsculo e quase sem cor, agora via um rombo igual aos que presos fazem pra fugir.
— Sim, me dá mais, agora que não sou mais debutante tenho experiência, me dá, me dá, me dá.
— Calma, louca! Você deixou de ser virgem de cu há dez minutos, não exagera.
Maria José se deixou cair um pouco e envolveu a cabeça da pica com o anel dilatado dela. — Vai logo que eu tô esfriando, não corta minha inspiração.
Apesar do estado, ela não tinha içado a bandeira à toa e esperava um segundo round. Na balança dela, o prazer tinha vencido a pesagem e ela se sentia pronta pra dar tudo de novo.Ok, aqui vamos nós.Gabriel colocou as mãos na cintura dela e, com firmeza, fez ela descer e subir. Majito virava a cabeça para dar olhares de puta pra ele enquanto flexionava as pernas pra sentar na pica.
- Na cadeira da frente você tá comendo um bolinho, né? – Brincou Gabbo, arrancando um sorriso dela, mesmo com tanta carne invadindo o cu dela mais uma vez.
Por várias vezes, as carnes dos dois batiam feito tambor a cada sentada profunda, como se fosse um solo de percussão. Gabriel até curtiu o show na primeira fila, encostando as costas no sofá, vendo e ouvindo cada vez que Majito deixava a bunda descer pra fazer barulho.toc, toc, toc, toc, tocacompanhando a percussão com um gemidinho suave de dor.Aah, aah, aaaaau, aaaaau, aauu, aaauuum, mmmm, mano, você me parte no meio. – Disse sem parar de amolar a pica. - Quando você goza?
- Não era isso que você queria? Estrear e de uma vez se fazer de Sasha Grey?HuummmAinda tô longe de ser tão boa quanto a Sasha... se quero alcançar ela, tenho que recuperar o tempo perdido. — Admitiu Majito, que, pra surpresa dele, se ajeitou por cima pra improvisar uma nova posição, começando por se inclinar pra trás, colando o corpo nele, momento em que o irmão aproveitou pra acariciar os peitos dela e beijar sua boca.
— Não se preocupa, meu amor, vou cuidar de você recuperar todo esse tempo perdido e alcançar quem quiser.
— Que sacrifício o seu, hein.
Sem que a piroca saísse do cu, com as costas dela coladas no peito dele, ela apoiou um pé na coxa do irmão, como se fosse um degrau, e depois o outro, continuando com o anal fazendo equilíbrio nas coxas dele, se deixando cair enquanto Gabriel mexia o quadril pra penetrá-la. O que ela achava fantástico no anal era que, além de sentir o anel de carne apertando o tronco dele com a força certa, a cada posição roçava numa parte nova lá dentro do cu dela.Aaah, aaaah, aaaah, aaaah, aaaah, ai meu Deus, aiii meu Deus…- Gemeu imitando o gemido registrado da famosa Sasha Grey.
- Pra que você tá cometendo infrações de copyright?
- Só você pra falar uma merda dessas no meio de uma foda.
Gabriel aproveitou que tinha as mãos livres pra massagear os peitos dela e acariciar a buceta, que tava tão molhada e quente que, se fosse um ato às cegas sem contexto, ele ia achar que tava tocando um ferimento fundo e sangrando. Os dedos do cara quase escorregavam de tão lubrificado que tava o xerecão. O que não parecia ferido era a vontade férrea da Majo, que, mesmo com o cu passando por um teste de qualidade rigoroso, continuava subindo e descendo o corpo pra dar prazer pro irmão, à custa da integridade do próprio buraco.
Foi quando Majo se virou pra ficar de frente pro irmão, abraçada nele num gesto que seria muito fofo se não fosse pelo que os antecedentes deles acusavam (contaminado de incesto há mais de um ano), que os dois deram o resto que tinham e Gabriel gozou de novo no cu da Majito, que, suspirando feito uma apaixonada, se deixou cair de frente no corpo do irmão, relaxando os músculos, se sentindo pegajosa e ofegante como uma menina que brincou por horas e só queria dormir no colo do irmão mais velho.
O pau dele foi se retraindo aos poucos até escapar do abraço apertado do cu dela e descansar, mole, entre os glúteos, desconectando os dois depois de mais de vinte minutos de conexão contínua, intensa, ardente. Se nele tava ardendo o pau de tanta fricção, não queria nem imaginar como tinha ficado o cu dela por dentro.
- Se eu fumasse, esse seria o momento ideal pra acender um. – Falou mais preocupado em dizer algo e quebrar o silêncio do que em falar algo com sentido. – Vamo lá, Majito, que você já pesa um bocado.
- Tá me chamando de gorda? Emagreci 5 quilos nessa trepada. – Disse se levantando com certa dificuldade. Não precisava perguntar, tava doendo o cu como nunca. – E Esquece de fumar, causa disfunção erétil e vou precisar de você 10 pontos daqui pra frente.
– Você foi incrível, ainda não consigo acreditar quanto tempo você aguentou. – Disse apertando uma nádega e dando um tapão de passagem. Tinha que reconhecer o esforço que ela fez pra espremer a berinjela duas vezes seguidas e na base dos sentões, ela mandou na estreia uma performance digna de uma anal queen profissional.
Pouco depois, Majo voltou toda despojada e sentou no sofá da frente, com o top de renda todo rasgado, um pé descalço e o outro ainda com a bota de plataforma (ninguém percebeu quando perdeu a outra), cabelo bagunçado, suada e pelada, com as pernas levemente abertas mostrando uma rachinha que, mais que lubrificada de prazer, bem que podia estar chorando de medo pela estreia brutal que tava por vir. Olhando fixo pro irmão, destampou uma garrafa de coca e bebeu do bico na frente dele, soltando um suspiro forte depois de se refrescar. Parecia uma boqueteira bem acabada.
– É falta de educação beber do bico, mal-educada. – Brincou mais por costume que por outra coisa. A vontade que ele tava de comer alguma coisa e de dormir era lendária.
– E agora? Como é que isso continua? – Perguntou a morena, que parecia tão desperta quanto no começo. Lembrou ele de um meme antigo da Hatsune Miku bebendo energético.
Gabriel se levantou e, pegando a mesma coca da irmã, beijou a testa dela com carinho e foi pro chuveiro triunfante enquanto tirava a roupa.
– Agora, vem a melhor parte, irmãzinha, o começo de uma vida nova.
Dois meses depois
Muita coisa podia rolar em um mês, e em dois nem se fala. Ainda mais depois de um acontecimento que, sem eles saberem, marcava o fim de uma fase na vida deles. Tinha acabado a época de brincar de esconde-esconde, dos silêncios e das falsidades. Eles estavam soltos pra se mostrar todo o love quando e como quisessem dentro daquelas quatro paredes. Podiam ser irmãos e zoar como bobões ou brigar por besteira se tivessem a fim, ou ser os amantes mais apaixonados, aqueles que estão unidos por um love proibido e inquebrável.
Depois de uma noite tranquila, Gabriel acordava com o som inconfundível do despertador fazendotoc, toc, toc, toc, toc, toce também sua deliciosa sensação.Aaaah.– Bramou como um urso saindo da hibernação. Na noite anterior, aquele urso tinha fotografado sua ursinha, tinha comido a bunda dela depois de se esquentar com as fotos e tinha ficado até tarde editando e postando as fotografias, o normal. Agora o despertador tirava ele da cama da forma mais gostosa possível.
Gabriel abriu os olhos e percebeu que tinham abaixado a cueca dele, destapado ele, e uma mão macia e muito conhecida fazia uma deliciosa punheta matinal.
–Daleee— Me disse que às dez eu te acordasse. — Sussurrou Majito ao lado dele. — Tem que fotografiar uma debutante, vai, levanta.
— A puta mãe. — Reclamou ele, como se ignorasse que a irmã já estava batendo uma punheta pra tirá-lo da cama. Tinha um compromisso profissional na conhecida Plaza Italia, em Palermo, perto do monumento do Giuseppe Garibaldi. — Podia deixar pra lá… ligar e falar que tô com amigdalite ou algo assim, tipo, você dobrou seus seguidores, dava pra viver só disso.
— Nem fodendo! — Ilustrando a posição firme apertando as bolas dele. — Você vai continuar juntando grana como fotógrafo de debutante, de eventos, e depois tirando fotos minhas. Combinado? Além disso, comecei o curso de secretariado administrativo pra ter uma renda extra, e se eu tô me matando de estudar, o mínimo que você pode fazer é trabalhar com o que sabe.
— O que você mandar, meu amor. — Disse ele se esticando pra encontrar os lábios dela e beijá-la. Enquanto o beijo avançava, a mão de Majito, que apertava os colhões dele, passou a acariciá-los e depois voltou a bater uma punheta.
— Tamo um pouquinho mais avançados que isso. — Falou ele se relaxando e deixando a irmã fazer sua arte gostosa.
— Sei, mas é bom relembrar nossas origens. Antes de você arrebentar minha buceta toda noite, a gente passava o tempo fazendo coisinhas mais inocentes como essa. — Disse enquanto beijava o corpo dele com carinho e acelerava a intensidade da punheta.
Gabriel topou o jogo e, enquanto a irmã batia uma no ritmo que ele gostava, ele descobriu a buceta dela pra acariciar o grelinho de cima pra baixo. Como toda manhã, ela tava quentinha e meladinha do jeito que ele gostava, e de vez em quando ele não resistia e levava os dedos ao nariz pra cheirar e depois à boca pra provar, e assim se ajudava a gozar, já que não era fácil depois de tantas sensações vividas.MmmUm pouquinho mais, continua, continua, esvazia as bolas do teu irmão. – Disse enquanto passava a mão inteira na pussy, sabendo que entre lábio e lábio estava o único tesouro que ainda era inexpugnável naquele corpo, aquele que não tinham decidido se deviam tomar ou não por todo o peso simbólico que carregava. Que o próprio irmão dela rasgasse a telinha (com a ferramenta portentosa dele, ainda por cima) com o risco de uma gravidez no meio era um limite que por enquanto não queriam cruzar e talvez fosse melhor assim, afinal os dois achavam o buraquinho traseiro tão prazeroso quanto qualquer outro.
Graças àquelas sensações lindas (e pensamentos), gozou mais rápido e, assim que os primeiros jatos de sêmen escorreram pela mão de Majito, considerou que o dia dele podia começar.
- Assim que eu gosto. Mmmm de manhã é mais potente. – Disse a morena lambendo um grumo particularmente grosso dos dedos.
- Você também é mais gostosa de manhã…
Depois de alguns minutos, enquanto se vestia, externalizou pela primeira vez um pensamento que rondava a cabeça dele com frequência demais.
- Será que tem outros como a gente lá fora? Às vezes sonho que nos espiam pela janela, vejo figuras misteriosas debaixo da chuva, sombrias… deixam um convite molhado debaixo da porta e vão embora. Quando abro, tem um site de internet que nunca consigo lembrar.
- Deve ter, o problema é que não sei como a gente os encontraria, também acho que não deveríamos. – Pensou abraçando ele por trás. - Você ia querer descobrir que o nosso não é único? Ou expor isso pra que descubram depois de tanto que custou pra gente ter nosso templo?
- A verdade é que sim. Queria saber se tem outros como eu, como a gente, queria saber como chegaram a descobrir o que são, como manifestam isso nos dias deles, como vivem a vida com o que sentem… sei lá, talvez seja um pensamento idiota.
- Não tem nada de idiota em procurar gente com os mesmos interesses, por mais questionáveis que sejam, o problema é que no nosso Isso seria muito perigoso.
- Você tem toda razão. – Disse ela virando o rosto para dar um beijo gostoso na boca dele antes de tomar café e seguir com um dia normal, ou pelo menos era o que ele achava que o esperava do outro lado da porta.
Não importava quantas garotas sorridentes ele fotografasse, cheias de sonhos e esperanças (no mínimo esperanças de um aniversário de 15 anos pra lá de caprichado), nem o quão elaborados fossem seus vestidos, ou o quão linda fosse a locação da sessão, nenhuma daquelas capturas no trabalho chegava nem a 10% da beleza que ele registrava em casa, onde vivia com sua amada, seu primeiro e único amor. No entanto, naquela manhã, por artes do destino, aquela debutante em particular tinha um corpo atlético igual ao da Majito (ela disse que jogava hóquei), cabelos castanhos lisos e um rostinho de princesa que era uma graça, irradiava tanta inocência, tanta doçura nos gestos e na voz, que uma lágrima escapou de Gabriel sem que ele percebesse, quando um pensamento devastador o invadiu de repente. Em algumas fotos, o rosto da irmã dele aparecia na lente no corpo daquela jovem…
Não fazia muitos anos desde que María José tinha protagonizado uma sessão parecida com aquela, cheia de sorrisos animados. Ele tinha ficado ao lado da mãe, com a mochila cheia de responsabilidades, achando que teria que ocupar o lugar que o pai tinha deixado vazio pra Majito, sem saber que no futuro ele teria um papel bem diferente.
- Aconteceu alguma coisa? Você tá bem, meu bem? – Perguntou a mulher preocupada. Ela estava acompanhada só do filho mais velho. As semelhanças com aquele dia que ele achava que tinha esquecido não paravam na aparência física da garota com a Majo.
- Tô bem, é só uma lembrança. – Respondeu ele sem parar de tirar fotos. – Acontece muito comigo, a gente nunca sabe que lembrança uma foto pode trazer.AwwwwÉ um amor, tô morrendo. – Disse ela, enternecida a princípio, até perceber que podia ser outra coisa. – Ah, não me diga que te lembra alguém que você perdeu.
– Mais ou menos, não perdi ela… é que tudo mudou. – Falou, mostrando um lado sentimental que não costumava mostrar pra ninguém, ainda mais pra estranhos. Naquele dia, parecia ter acordado mais sensível que o normal.
– Tô bem, não se preocupa, vamos continuar que o dia tá lindo e a gente tem que aproveitar. – Disse enquanto tirava fotos como um robô e, pra si mesma, chegava a uma conclusão.Eu mudei ela… eu transformei ela sem volta… e ainda não sei como lidar com a culpa de ter sacrificado minha irmãzinha pra fazer dela minha amante.



Fim




Palavras finais
UfffQue longo foi a viagem, né? Pensar que tudo começou durante a pandemia, pra ganhar eco através de uma história sobre um tema que bateu forte em todo mundo. Espero que o percurso tenha valido a pena, sou o primeiro a jogar pedra em mim mesmo, admitindo minha lentidão com os capítulos, especialmente a leva final. E a verdade é que não tenho palavras pra agradecer tanta paciência. Espero que esse último capítulo seja do agrado de vocês.
Já sabem, se curtiram tanto esse capítulo final, igual meu retorno, estourem ele de pontos, metam forte como o Gabriel meteu na bunda da Majito kkk
Poucos resquícios de instintos foram ficando no ser humano à medida que seu cérebro foi crescendo e desenvolvendo um sistema baseado na razão. Um dos instintos sobreviventes em bebês são os de busca e sucção, extremamente vitais para se alimentar. Eles, sem precisar que ninguém ensine, nascem com a capacidade de buscar e sugar o seio da mãe quando estão com fome ou quando os lábios roçam neles para despertar o instinto de sucção.
Embora não fosse cientificamente comprovado, para Juan, o proprietário do 7B, achava que era preciso incluir outro instinto inato que sobrevive e desperta nos homens durante a vida adulta: o de ajudar um veículo que precisa ser empurrado na rua ou uma vizinha carregando móveis numa mudança.
– Então, não têm relação com os proprietários? Assinaram e pronto. – Perguntou, colocando uma máquina de lavar no pequeno lavandário ao lado da cozinha, seguindo as instruções da nova inquilina, uma mulher chamada Pamela que se mudava com o parceiro. Ela vinha atrás, junto com outro familiar que ajudava com uma pesada cômoda de carvalho.
Ela passava dos trinta, tinha cabelo castanho liso e comprido e um nariz bem pronunciado para o gosto dele; de resto, não havia nada de especial, a não ser que tinha um corpo dos brabos. O parceiro dela, um careca bem mais velho, se chamava Carlos e tinha um emprego ligado à liderança sindical; como todo funcionário administrativo, o volume dele também denunciava anos de abuso de salgadinho. Juan não queria julgar, mas acabava fazendo isso, pensando que ela era a típica mulher troféu do gordo sindicalista com grana.
– Exato. – Explicou Pamela, meio estranhando as perguntas do ajudante. – Vimos o preço, ligamos pra imobiliária, assinamos, o de sempre. O Carly ama essa região e há tempos queríamos sair de casa pra um apê bonito, porque não temos mais tempo de cuidar do quintal e preferimos uma área mais central.
– E o preço não achou estranho…
– Tava de graça. Como já disse. – Concluiu de forma cortante que, embora tivesse agradecido em geral pela ajuda do musculoso do 7B, já tava sentindo um cheiro estranho no interrogatório constante dele. – Você era o Juan, né?
– Sim.
– Você tinha alguma coisa a ver com quem morava aqui? Porque te notei muito interessado em saber se eu conhecia eles de antes, em saber onde tão, em qualquer informação que eu tivesse sobre eles…
Era um jeito bem educado de dizer que já tava de saco cheio com tanta pergunta.
Fez-se um silêncio em que o peito dele inflou, e não porque tava faltando ar.
– Aqui morava minha namorada, María José. – Confessou cabisbaixo, ainda sem conseguir controlar a linguagem corporal toda vez que mostrava a ferida recém-aberta. – Do nada, ela e o irmão dela sumiram. Perguntei pro porteiro e eles tinham ido embora umas horas antes… – Juan enxugou o suor da testa com a camiseta e virou em direção à porta pra começar uma nova jornada. – Desculpa, sei que tô sendo chato, é que não entendo como puderam ir embora assim, a gente fica se sentindo um lixo, tipo aquelas coisas sem valor que ninguém se importa de levar pra casa nova e deixa pra trás.
Pamela levou a mão à boca, surpresa.
– Não acredito, Juan! Ela parecia tão boazinha. – Falou realmente comovida. – Mas, te digo, não se preocupa tanto, tão na casa da mãe, me falaram, acho que você deve saber onde fica, a gente obviamente não sabe porque não é da nossa conta, ouvimos de passagem. – Se adiantou pra evitar uma nova enxurrada de perguntas.
– Hmm, não, na verdade a gente namorou pouco tempo, não conheci minha sogra nem a casa dela, mas conheço alguém que sim, agora que parei pra pensar.
– A mulher foi viajar pra morar em Capilla del Monte e deixou a casa pra eles, eles pensaram e preferiram alugar aqui e morar lá, o que faz sentido. Me falaram que a casa é linda.
Juan ficou em silêncio. Tinham dito que a mãe dela tinha morrido, que precisavam de um tempo sozinhos pra organizar as coisas da casa dela. pra fazer o luto e ele respeitou o pedido que nem um idiota. Quando quis voltar a ser uma das pontas daquele triângulo amoroso excitante, se deparou com quartos vazios e um monte de perguntas. Se sentiu deixado pra trás que nem uma caixa mofada e úmida.
— Se vocês foram namorados por pouco tempo e tão começando a sair, você tem todo o tempo do mundo pra conhecer outra. — Falou franzindo a testa. — Não é que eu tô me intrometendo, é que você devia seguir em frente, conhecer outras minas, se essa garota foi embora assim sem falar nada, deve ter os patinhos desorganizados, ou as prioridades dela não estavam no lugar.
— É que, mesmo tendo sido curto, foi muito intenso, não é tão fácil virar a página. — Admitiu se sentindo um trouxa sentimental, ainda mais na frente de uma desconhecida.
— Quer parar por aqui? Sem problema, você já ajudou pra caralho, com a Carly a gente vai te chamar pra comer alguma coisa um dia, se é que entrar aqui não te deixa pra baixo hahaha.
— Sem drama, ainda falta pouco. Pelo menos vou descer pra subir mais umas caixas.
— Valeu. — Aceitou compreensiva a morena, vendo o vizinho musculoso no elevador e a porta se fechar que nem uma criatura de aço que o engolia, e ele, impassível, não parecia se importar de ser devorado pela garganta de metal.
Mais que umas caixas, foram umas quatro subidas e descidas a mais. Ele trabalhou o triplo do que o Carlos trabalhou, isso era certeza (o cara se cansava só de subir um porta-copos). O esforço físico ajudava a clarear a mente e reorganizar as ideias, e cada vez que passava pela entrada era uma boa chance de mostrar seu apreço ao porteiro com uma merecidaVai se foder.em sinal de raiva de quem ela achava que era seu amigo.Ei.Já te falei! Não é nada pessoal, mano, não podia te contar nada, é segredo profissional.
- Siiim, claro, você nunca fala demais sobre os inquilinos. – Disse ele, escorrendo tanto sarcasmo quanto seu corpo suado. – Fica assim então, quando tiver que votar no condomínio pra te substituir por uma câmera com IA, você vai ver.
- Não fala assim, cara, me disseram que eu não podia falar uma palavra, e ainda aconteceu tão rápido que nem daria tempo.
O triângulo tinha se quebrado pra ele, mas se alguém girasse o plano onde ele estava pra olhar de outra perspectiva, havia um ângulo externo que tinha sido expulso da figura e era a única pessoa pra quem Juan podia passar a informação que tinha arrancado.
Numa pracinha perto do prédio, sentando no degrau de um monumento todo pichado de Julio Argentino Roca, ele aproveitou pra respirar e fazer uma ligação.
- Oi, Noe, lembra de mim?
- A gente se falou uns dias atrás, óbvio, guri. – Respondeu seca a loira que, por causa do excesso de gostos nerds, tratava ele como se fosse menor de idade, além de ter conhecido ele num lanche no apartamento do Gabriel, na última vez que os viu lá. Juan não rebateu porque sabia que ela tinha tantos motivos pra estar puta quanto ele, até mais. – Vai logo que vim no banheiro do trabalho pra te atender, aconteceu algo importante?
- Ajudei os novos inquilinos na mudança, como te falei. – Apressando a história. – Me disseram que a mãe não morreu, mentiram pra gente. Ela se mudou pra Capilla del Monte e eles voltaram pra casa antiga deles de madrugada. Fugiram do prédio feito dois ladrões.
Ele achou que essa revelação ia causar um baita impacto na loira, talvez até um xingamento pro vento, o arremesso de um objeto pesado, uma batida no cubículo do banheiro, algo. Só veio um suspiro de resignação.
- Já sabia, o Gabriel me contou. Ele me mandou um texto e falou.
- E você só me conta agora?! Entrei feito um cavalo, podia ter me avisado. Falou assim, não tava fazendo de James Bond da Salada.
- Não é nada legal dizer que te deram um fora por mensagem como se fosse qualquer uma, então se você tá pensando em me pedir pra dizer onde eles moram ou te acompanhar pra confrontar, esquece, recontra esquece, já era, risca eles da sua vida igual eu fiz e segue em frente, é a única coisa que posso te falar.
- Não é tão simples assim, passei de ver eles todo dia pra nem estarem mais no prédio, não posso ficar sem uma explicação de…
- Não Juan, não continua, chega. Espera, quero ver se tô sozinha… - Ouviu-se o rangido de uma porta, sem dúvida ela tava falando de um cubículo de banheiro e conferindo se ainda tava só. – Beleza, escuta essa última coisa que vou te dizer, conheço eles há anos, embora ele sempre me atraiu, quando tão juntos é outra parada, passam uma vibe estranha, muito estranha, não sei se me entende. Sempre moraram sozinhos, sempre juntinhos pra lá e pra cá, ele se mudou e na hora ela seguiu ele… digamos que são pior que o Milei e a irmã, com isso já falei tudo.
Agora quem ficou em silêncio foi o Juan.
- Prometi não falar nada, mas já que foi tudo pro caralho… eu sei toda a verdade sobre isso.
- A verdade? Que verdade? Fala, cara. – Embora ela soubesse que pra amenizar a crise da pandemia, Gabriel tinha aberto umDEÀ irmã dele, queria saber se o Juan, por ser mais próximo deles, tinha cenas tabu extras no filme da vida deles.
— Você disse que não gostou de ter sido cortada por mensagem, pra mim uma parada pesada assim não curto queimar por telefone, prefiro falar pessoalmente. — Ele elaborou o mistério, mostrando que não era tão boy magia quanto ela pensava. Os últimos rolos que aconteceram tinham dado uns pontinhos extras de confiança no build do personagem dele.
— Cê tá me chamando pra um encontro?
Fez-se um terceiro silêncio, o último da conversa, onde o moleque vasculhou o dicionário mental dele atrás das palavras perfeitas pra fechar um encontro com a loira ex (ou algo assim) do Gabriel.
— Se você tá decidida a virar a página, melhor fazer isso tendo lido cada parágrafo. — Ele soltou, provocando ummmmmde interesse do outro lado da linha. – Quero te contar tudo pra você saber por que é tão difícil pra mim deixar eles irem… eles são estranhos, sim, mas também gostava de ficar com eles.Ok, ok., essa última parte soou estranha, muito estranha, se a coisa for pelo caminho que eu tô imaginando, quero ouvir tudo, então já que você tem meu número, quando eu sair do trabalho a gente acerta, não dá pra ficar quinze minutos falando trancada no banheiro;ah, e você paga, o dono da fofoca sempre paga a conta.
- Não conhecia essa regra.
- Agora conhece, bom, estamos em contato… Juan. – Nomeando-o antes de desligar, como se estivesse surpresa pelo repentino interesse nele, interesse que a levou a chamá-lo pelo nome e não pelos seus adjetivos depreciativos. O proprietário do 7B, por outro lado, estava pletórico, de punho cerrado, voltou para o apartamento com um novo norte no horizonte.
- Um encontro com uma loira gostosa dessas vai me ajudar a deixar toda essa loucura pra trás. – Disse em um monólogo enquanto entrava no prédio e dava mais um “fuck you” pro Miguel, cada vez mais sem vergonha.
Miguel riu alto, sem engolir a suposta raiva do amigo: - Ei, magrelo, não se ache, que eu sou o porteiro, hein! Respeita a autoridade se não quiser ter problema com o sindicato! – Ameaçou num tom relutante, como um delegado de roça, rindo baixinho. - Somos muito poderosos!
- Quem você vai ameaçar, seu traidor, segurança de festa infantil? – Disse Juan antes de sumir escada acima, animado com seus novos planos.
Sozinho, Miguel sorriu, dessa vez não de um jeito afável, como o sorriso dos gordos simpáticos que tanto tem por aí, mas de forma maliciosa, como um vilão exagerado de novela. Se gabando da sua vitória secreta, as melhores vitórias na opinião dele, abriu o celular e conferiu na galeria de imagens opagoda famosa Majito pelo seu silêncio obediente.
- Se eu já desejei ver aquela bunda nua que você tem, Majito, toda vez que via ela passar… – Disse ele revisando sua galeria, como um atleta consagrado passeia pela sua vitrine de troféus. – Que o Juan me perdoe, haha por esses presentinhos sou capaz de entregar minha velha pra polícia…





Definição de paraíso
Paraíso:(Do lat. paradīsus, este do gr. παράδεισος, e este do avéstico pairidaēza, cercado circular, aplicado aos jardins reais).
1. m. No Antigo Testamento, jardim das delícias onde Deus colocou Adão e Eva.
2. m. Céu, lugar onde os bem-aventurados gozam da presença de Deus.
3. m. Em alguns teatros, conjunto de assentos do andar mais alto.
4. m. Lugar ou local muito agradável.
Para Gabriel, existia uma quinta definição dessa palavra que pra ele era a verdadeira:Onde quer que ela esteja...pensou enquanto a via posar do outro lado da lente, Maria José… sua musa predileta, sua tentação proibida, esticando seu corpo de contorcionista, sorrindo como uma menina no aniversário, exibindo um corpo que era um convite pra cada pecado carnal que existe.Mmmmajito, se essa não for a melhor mina do pedaço, eu não sei o que é. – Ele mencionou o irmão mais velho dela, atirando mais que em filme do Rambo.
– E também, Gabbo, você quer que eu pose todo santo dia, tô me sentindo explorada. – Ela admitiu num choro falso.
– Você sabe que foi você quem quis, não era pra ter crescido tão forte, tão… flexível.
O clima era perfeito. Era uma noite tão calma que parecia que estavam à deriva no espaço sideral, estavam onde cresceram e onde o amor deles brotou, estavam sozinhos, tão sozinhos que não precisavam mais se preocupar em fazer barulho ou colocar música, aliás, Gabriel se dava ao luxo de tocar a música que bem entendia e naquele dia tava rolando uma playlist que mandava ver.Como um diamantedo Airbag, já que parecia ilustrar o momento…Hoje você brilha no Luna Park
As luzes tão te esperando
Não pode falhar, não podem parar
Esse fogo em você que nos incendeia hoje
Que nos incendeia hojeE sem dúvida, com esse novo corte de cabelo e esse look tão provocante, ela brilhava mais que uma estrela: vestia um body de rede com mais buracos que o roteiro de um filme da Marvel, coturnos de plataforma estampados com recortes de jornal, e um roupão curto de tul aberto, tão transparente que era tão útil pra cobrir a nudez dela quanto um guarda-chuva pra segurar uma chuva de asteroides. Pra fechar com chave de ouro, uma fio dental preta combinando com o roupão — era o preto no filme de terror dos anos 90, aquela fio dental ia pro saco a qualquer momento.




- Tô indo bem, mano? – Perguntou com a única intenção de lembrar ele que era a irmã dele. - Como sempre, não… melhor do que nunca. – Admitiu sincero, vendo ela flexionar o corpo pra ele, ou melhor, pra todo mundo que pagasse a assinatura do OF.




- A verdade… não paro de pensar em te deixar vestida assim todo dia, até pra ir no mercado. - Tô morrendo de frio, porra! Cê é louco? Além disso, dá pra ver meus peitos todinhos. – Ela disse, dando um olhar escandalizado enquanto apertava os próprios seios.



Era um prazer que só aumentava e parecia não ter limite. Quando se falava tanto do famosoteto de vidroQuando se falava do limite profissional que as mulheres podiam alcançar, Majo, no seu próprio terreno, o da sensualidade, já tinha mostrado que podia ir até onde quisesse, e naquele dia Gabriel ia pegar na mão dela pra levá-la ao estrelato junto com ela. Já não precisava de ordem ou conselho nenhum, Maria José, por conta própria, tirava as próprias roupas fazendo elas voarem como fadas de conto de fadas, seu corpo nu desabrochava na frente dos três olhos dele — os dois orgânicos e o da câmera, encarregado de imortalizá-la mais uma vez. Se existia um paraíso pro erotismo a serviço do negócio, aquela produção já tinha mais do que conquistado. Logo ficou com sua buceta linda toda à mostra, assim como seus dois peitinhos de colegial que estavam perdendo a corrida do crescimento pra raba dela, embora Gabriel pouco se importasse — mesmo que ficassem médios, ainda assim ele achava eles lindos pra caralho, dignos de serem saboreados todo dia sem parar.









Foi quando ela mostrava seus talentos na ginástica artística abrindo as pernas entre dois sofás que o homem largou a câmera de lado e, incapaz de se segurar, se posicionou para dar prazer à buceta já nua dela. De surpresa e sem avisar, se jogou no chão como um soldado fazendo corpo a terra e começou a lamber a boceta dela.Mmmm— Demorou pra caralho. – Murmurou Majito quando, de surpresa, sentiu uma língua bem conhecida acariciando a buceta dela de ponta a ponta, do clitóris até a pele fininha do cuzinho, com uma língua que parecia crescer a cada cunnilingus que passava. Gabriel lambeu entre os lábios vaginais a tirinha rosada da irmã com capricho, deitado por baixo, tendo o prato servido com as pernas abertas feito Jean-Claude Van Damme, se segurando nos dois sofás. Coisas assim só dava pra conseguir com ginastas e ele tinha que aproveitar, a sensação da buceta se apoiando contra a boca dele toda vez que Majito deixava o corpo ceder e flexionava os músculos já esticados pra caralho era impagável.
— Hoje cê tá… mais gostosa do que nunca. – Falou extasiado com o gostinho da ppk da irmã, que parecia saber que aquele dia ia descorchar de algum jeito e tava exalando pó de feromônio pelo ambiente inteiro. Cada gotinha que escorria dos buraquinhos dela era mais deliciosa que a anterior. Majito abriu os lábios de borboleta com os dedos e o irmão acariciou o pequeno orifício da uretra com a ponta da língua, de um jeito delicado, e no meio do prazer, com os olhos virados, Majito deu de presente um jatinho dourado de recompensa pelo trabalho bem-feito.MmmmMais, me dá um pouquinho mais. – Pediu de baixo, se lambendo, sem parar de estimular o buraquinho com a língua enquanto olhava pra ela como um pobre escravo sedento no meio do deserto.
Majito fez força e, se segurando nas tetinhas dela, deixou cair um segundo fiozinho de xixi, que Gabriel saboreou e bebeu na hora, embora a maior parte batesse no rosto dele e escorresse pros lados.
– Não pensei que você curtisse essas coisas, se eu soubesse antes… por mim, pode fazer as chuvas douradas que quiser, pode desenhar um pijama amarelo em mim da cabeça até a ponta dos pés, me deixar mais amarelo que um Minion.
– Foi algo que me deu na hora, sorry… não tenho mais que essas gotinhas. – Mesmo que as mulheres não se sacudissem, Majito apertava a buceta dela pra cair os últimos jatinhos na boca do irmão. – Queria ver como você reagia, como você é sempre um babaca tarado, sabia que ia gostar.
– E eu posso ser pior, você já sabe o pior que eu posso ficar…
Nessa altura do campeonato, não valia a pena descrever o cunnilingus em detalhes, já era batido, a figurinha mais repetida do álbum. Depois de vários minutos de degustação vaginal, o irmão passou do prato principal pra sobremesa, e embora o anilingus também fosse comum, Gabriel precisava de uns últimos minutos de degustação anal pra decidir por qual buraquinho ia estrear.
– Você aguenta na posição mais um pouco? Quero comer o cuzinho.
– Sim, ainda mais se você vai chupar meu cu… isso me dá um gás danado.
– Sabia que você ia dizer isso. – Se ajeitou, ficando um pouco mais pra trás, com o cuzinho em cima da boca dele, se sentindo como um inseto sendo apontado por uma lupa.
Gabriel se distraiu passando a língua por todo o asterisco, como se fizesse um carinho molhado, depois atacou o centro do cu da irmã, empurrando com força, tentando enfiar a língua o mais fundo que o anel de couro virgem permitia.Uuuh, aaa, uuuh, aaaa, ah, ah, ah.– Majo começou sua sinfonia de gemidos suaves, esticando a bunda minúscula com as mãos pra deformar o buraco e deixar o caminho servido pro irmão. Ele, longe, muito longe de se acovardar, aproveitou o presente e enfiou a língua tão fundo que tocou as paredes. – Toda vez… que você me toca dos lados, sinto como um choque, não acredito, minhas pernas tremem, não aguento mais.
– Ajoelha, descansa. – Cedeu Gabriel. – Senta na minha boca, quero continuar mais um pouco, assim vou preparar pra fazer a sua bunda minúscula. Tenho que umedecer o mais fundo que der.
– Então… você se decidiu? Tenho que acender um fumo na chaminé pra anunciar? – Perguntou ela, colocando os cantos com todo cuidado sobre o rosto do irmão, do jeito mais simétrico possível, garantindo que o anel de couro ficasse bem em cima da boca.
– Habemus decisão, e daqui a pouco habemus anal… – Disse ele, abrindo os glúteos durinhos de Majo pra se enterrar bem entre eles e, depois de deixá-los cair, ficar preso entre os cantos dela.BrbrbrbrbrbrDeus, deixa eu preparar isso direito pra você, senão não vai entrar se não encher de saliva.
E ele estava certo, já que Majo estava sentada em cima do Gabriel com as mãos livres, aproveitou pra descobrir a pica do irmão, que tava enorme, dura e cheia de veias. Parecia pulsar com um coração próprio em algum lugar do tronco grosso. Ela não se cansava de olhar, de tocar, e logo ia sentir onde ninguém mais sentiria.Mmmmmano, garante que você me lubrifica bem ou não vai entrar, hoje ela tá super grossa e cheia de veia. – Disse ela brincando com ele, esfregando a racha de trás pra frente no rosto dele. Ter chupado a buceta dela com o mijo junto e agora a bunda dela deixou ele todo duro, mais rijo que porrete de homem das cavernas.MmmGabbo, você vai me partir no meio, teu coração tá batendo igual louco, vai explodir na minha mão. – Disse ela, começando a masturbá-lo devagar, esticando a pele venosa sabendo que aquelas veias pulsantes deviam ser o paraíso dentro do cu dele. – Quando é que você vai acabar aí embaixo? Tá me deixando louca, não aguento mais esperar… você tem um pau bonito demais, irmão.
– Falta pouco, bem pouquinho… – Disse ele, pressionando o centro do ânus até a língua escapar pelas linhas do asterisco de pele.
Já não precisava descrever tudo que rolou antes do primeiro anal porque já tinham feito de tudo. Desde que o Onlyfans deles nasceu com a desculpa de salvar o apartamento, eles se beijaram de cem jeitos diferentes, em cem lugares do corpo distintos. Se os beijos deixassem marcas na pele, a pele deles teria mais cicatrizes que os campos minados do Vietnã. Agora só restava admirar o corpo nu da irmã dele por cima, com a curva perfeita das costas caindo como uma cachoeira até perder o nome e ganhar o de raba, onde Gabriel estava mergulhado de cabeça, se afogando naquelas águas corpóreas, grossas e agitadas.
– É hora, se ajeita com as pernas abertas igual antes e se deixa cair.Ffffff,que nervoso, você vai me partir ao meio com essa pica. – Disse Majo enquanto colocava uma perna no sofá, depois a outra, ficando esticada formando umaTinvertida. Debaixo dela, Gabriel se arrastrou pelo chão acarpetado como um mecânico debaixo de um veículo até que sua ferramenta lubrificada estivesse sob sua boca digestiva.
— Vai descendo, controla o ritmo, vai devagarzinho. — Ele indicou mantendo a pica dura e reta com a mão, envolta entre os glúteos sólidos de Majo, que, demonstrando uma sincronização admirável, foi se deixando cair para que, com seu peso, conseguisse se enfiar no irmão.Mmmmgh,Não entra, é muito grande. – Disse ela, olhando pra trás como se fosse estacionar um veículo… embora a metáfora se tornasse realidade quando se percebia que, de certa forma, ela estava mesmo estacionando a carroceria numa manobra inédita pra ela.
– Tem paciência… tem paciência, vai entrar, sinto uma babinha por todo o buraquinho. – Ele a incentivou, esfregando a glande contra o cu, sentindo como deslizava naquela entrada sem quinas.
O homem afastou uma das nádegas dela pra dilatar o orifício e o anel de couro.beijoua ponta da glande prometendo o primeiro vislumbre do seu interior pra sua cobra de um olho só.
Finalmente, o anel de couro cedeu o bastante pra deixar passar a largura de três dedos juntos e abraçou a glande por completo, dando início a uma nova vida. O estigma da virgindade estava a uma injeção de carne viva via reto de ficar pra trás.Oooh, oooh, oooh, sua putinha, como é que se sente, se sente bem. – Descreveu as sensações a Majito.
- Deixa descansar dentro um pouco, quero sentir sua buraquinha contra a cabeça. – Disse Gabriel antes de começar qualquer movimento, com as mãos nos quadris da irmã, quase grudadas na pele de tanto que ele a segurava.
Devagarzinho, o homem engatou a primeira e começou a levantar o quadril com calma, sentindo o anel de couro entre a glande e a pele, apertando com força, sentindo também os roces com a carne lá dentro do cu, onde os olhos dele não alcançavam. Onde dava pra ver era o pêsseguinho da irmã em cima do pau dele, engolindo devagar que nem um bicho comendo ao contrário, uma das visões mais gostosas que ele jamais imaginou que veria.MmmmIrmã, como seu cu mama o pau, desce mais um pouco, deixa ele comer… - Ele disse apertando um pouco os quadris dela pra ela descer.
Obediente, a morena olhou pra trás pra ver a cara de êxtase do irmão, debaixo dela, e se deixou cair um pouco pra que o ânus agora abraçasse a pele do pau, ou seja, o couro que cobria a haste. Ela jurava que conseguia sentir mais de uma veia pulsando contra o anel dilatado, ou talvez fosse a buceta dela que pulsava.
- São tantas coisas… você me parte ao meio, e seu pau me abre toda por dentro. – Disse ela com os joelhos tremendo, embora firmes, porque se caísse de vez ficaria empalada feito churrasco de cu.
Nisso, as mãos firmes do irmão se posicionaram sobre os glúteos dela como se ele fosse fazer bíceps e começaram a ajudá-la a se mover. Parecia que ele conseguia ler a mente da irmã como se tivessem um vínculo telepático e, antes que as pernas dela dessem sinal de cansaço ou o medo dominasse, ele dava uma força com braços fortes pra que o ânus fizesse seu percurso satisfatório de sobe e desce no pau, da ponta da glande até um quarto da haste.
- Um pouquinho mais… não tenha medo, deixa seu cu comer mais pau, se solta um pouco que seu irmão te segura.Mmmpra filho da pu…
Majo mordeu o lábio com o jeito que Gabriel falava com ela (e a escolha de palavras dele) e se deixou cair um pouco mais… e mais um pouco, e continuou descendo, até que a buceta dela roçou nos ovos dele e não dava mais pra ir pra baixo. A flexibilidade das pernas dela tava no limite, e não só das pernas. O cu dela tava dilatado como nunca, e olha que ela era do tipo que adorava se dedar com vários dedos, com algum vegetal fálico tipo pepino e até desodorante cilíndrico. Mesmo assim, uma rola quente e pulsante era diferente de tudo, ainda mais quando essa rola era a tromba excitante do irmão dela e ele começava a mexer de baixo pra cima, arqueando a cintura.Aah, aah, aaah, aaaah, aaaaah,Isso, isso, isso é um anal de verdade,Aaah…- Ela começou a gemer, agora mais relaxada e confiante de que nada de ruim ia acontecer. Quase três quartos da pica estavam dentro dela e a cabeça de carne do Gabriel tinha se aberto caminho lá dentro sem problemas, ainda sem nenhum óleo lubrificante. Tinha começado o anal como ela disse e as palavras foram substituídas por onomatopeias, principalmente as de gemidos. Sem dizer uma palavra, se sincronizaram como aqueles gêmeos de filmes e séries de terror com poderes e, sem muito planejamento, adotaram todo tipo de posição, sem que o Gabriel em nenhum momento tirasse a espada da pedra.
Primeiro ele comeu por trás, com ele no chão e ela com as pernas abertas formando uma linha reta, até que os músculos esticados não aguentaram mais e resolveram mudar de pose. A Majito se virou com certa dificuldade, já que continuava empalada. Nessa posição, o irmão dela não só se deliciou com a expressão de puro prazer da irmã, a buceta dela inchando como um botão querendo se abrir e a sensação do cu dela, um pouco mais solto, chegando mais fundo e mais confortável dentro dele, mas também com os peitos dela balançando sobre ele até que ele os agarrou no ar como frutas prestes a cair e, sentindo os bicos dos peitos dela endurecendo nas palmas das mãos, meteu no cu dela por vários minutos.
A terceira posição foi um grego com ela inclinada sobre o sofá, como uma cachorrinha cansada apoiando o focinho, e ele, sempre por trás, agora por cima dela, deixava cair o quadril como um martelo pneumático para furar a bunda dela sem parar. Foi o ponto crítico de profundidade alcançada, também de dilatação. O cu dela nunca esteve tão aberto e começava a ser demais para uma primeira vez.Ooh, aaaah, oooh, aaaaah, mmmnhaa, Gabooo, você me quebraaaaoooh, ooh, ooh, aah, ooh.– Já gemia sem controle nenhum dos sons que a boca dela soltava. Tinha o rosto enterrado no braço do sofá, que já estava molhado com o suor e a saliva que ela largava. Gabriel afastou os cabelos grudados no rosto dela pra ver a cara vermelha e se deixou cair pra dar um beijo gostoso na boca dela.
– Maninha, você sabe que é importante treinar esse músculo também. – Falou ele, começando a tirar a pica devagar do buraco, sentindo cada ponto de aperto esticando a pele até a cabeça ficar só roçando o cu, como se desse um beijinho de despedida, antes de entrar de novo, lento e firme, até as bolas encontrarem carne e se espatifarem contra ela.Ooohh, oooh,Deus, é gostosa demais…ooh...– Gimió se entregando de corpo e alma pra aguentar o pau entrando de ré, se esforçando ao máximo pra resistir à estreia dolorosa no cu. O irmão dela tirava devagar de novo pra meter de volta, moldando o canal do jeito que queria, dando forma ao reto dela com o tamanho e o formato exato da pica dele.
– Fica tranquila, tá indo bem, já tá mais molinha do que antes… – Ele falou, virando-se pra sentir a cabeça do pau esfregando nas paredes internas dela antes de começar a bombar, agora apertando contra um dos lados de dentro.
O grego continuou por mais uns minutos, às vezes mais devagar, outras mais rápido, mas sempre indo até o fundo, até o quadril dele encaixar no dela igual peça de encaixe. Antes que a posição cansasse, mudaram o esquema e ele passou a meter sentado, com as duas pernas da Majito abertas nos braços da poltrona, enquanto ela se deixava cair e Gabriel dava as estocadas. Dali, ficava na altura certa pra chupar os peitos dela, beijar a boca, ver a cara de prazer e de dor por causa das sensações opostas do sexo anal.Schuuick, schuuick, sluuurp, mmmmfh.– Acrescentou à longa lista de onomatopeias enquanto chupava os bicos dos peitos dela como se estivesse se alimentando deles com vontade.
As mãos do homem se posicionaram sobre as bundinhas durinhas da Majo e apertaram até ele afundar os dedos e sentir a rola toda enfiada, foi aí que a parada ficou intensa de verdade…Aaah, aaah, aaaah, aaaah, aaah, aaaaah, aaaah…Sem falar nenhum idioma que não fosse o do prazer, Majito gemeu como nunca antes, solta graças à intimidade que uma casa convencional proporcionava, sem paredes coladas umas nas outras, sem ouvidos indiscretos nem línguas soltas. Agora que tinha se livrado das limitações de um apartamento, podia ser ela mesma e gemer o quanto quisesse, o quanto viesse na vontade.
Gabriel, que chupava um dos bicos durinhos da irmã, ergueu o olhar pra ver o rosto desfigurado e vermelho da irmã, com os cabelos castanhos encharcados e bagunçados. Por uns minutos não conectaram os olhares até que ela olhou pra baixo e se encararam fixamente, prontos pra dar um ponto final no ato.
Entre o barulho das carnes se chocando, o sofá rangendo sob aquela prova de resistência e a irmã ensurdecedora, que gritava igual porquinha separada da teta da mãe, ele engatou a quinta, descobriu que tinha sexta, também engatou, e quase formando uma ponte com o quadril, colocou a assinatura na estreia anal com um jorro grosso de porra que se perdeu no fundo da cavidade abusada da Majo. Uma e várias vezes sentiu o sêmen jorrar e, assim que a última gota foi ofertada pro cu glorioso dela, ele tirou, deixando um buraco aberto que expunha o interior.
Gabriel pegou Majo pela nuca e enfiou um beijo glorioso de parabéns, tão carregado de saliva que ela começou a escorrer até o peito dele. Pra surpresa dele, quando as bocas se soltaram formando vários fios de baba, com as pernas meio trêmulas, Majito desceu do sofá pra se ajeitar entre as pernas dele e dar um boquete na pica morta dele, do jeito que tava, ainda quentinha e assada de tanta fricção dentro do cu dela.
— Isso aí... boa irmãzinha. — Disse ele acariciando o cabelo todo grudado de suor, tirando os fios colados na testa dela. — Limpa direitinho a pica do seu irmão depois de usar ela. — Falou com os olhos marejados pelo esforço, pelo orgulho e pela sensação indescritível de se sentir o Rei do mundo.Sluurp, sluuurp, sluuurp, sluuuurp, chuiiick, chuick…- Se ouvia enquanto ambos aproveitavam a parte que lhes cabia. Não havia nada mais prazeroso do que tirar um pau ardendo e quente de um cu apertado para sentir na hora uma boca de mulher refrescante dando uma segunda vida, curando onde ardia, limpando onde era preciso, soprando com sua respiração para apagar o incêndio. A babinha morna escorria da cabeça por todo o tronco e ela espalhava com a língua por todo o pau, chupando-o ruidosamente para cuspir de novo, formando uma pasta pegajosa e grossa bem cheirosa.
Muito excitado por ver a irmã tirar todos os truques do seu caderno de perversões, ele a pegou pelos cabelos para fazê-la engolir o pau inteiro e mantê-la enfiada por vários segundos, sentindo a saliva escorrendo por todo lado e a cabeça do pau pressionando o fundo da garganta dela.MmmmIsso aí, engole essa pica toda, come ela toda, sua putinha... — Ele sussurrou, pressionando um pouco mais contra a garganta dela, mantendo-a firmemente enfiada com a mão, observando ela respirar com dificuldade enquanto o rosto ficava vermelho e o ar entrando e saindo do nariz provocava um sopro que espirrava um pouco de muco.
Majito sentia cada um dos seus sentidos invadido pela pica do irmão, especialmente o olfato e o paladar. Com uma pica daquelas impedindo ela de respirar, começava a perceber que tinha encerrado uma fase da vida para começar outra, maior e mais importante. Sentia que todos os ensinamentos do irmão mais velho, todas as lições e a paciência dele tinham dado frutos. Desde que a câmera tinha começado a filmar na frente do corpo nu dela pela primeira vez, o irmão a preparava para começar a vida sexual mais invejável e perfeita possível. Agora que estavam sozinhos e tinham encontrado o caminho, podiam soltar todas as fantasias que viessem à cabeça e ninguém ia parar eles, ninguém podia julgá-los, nem a mãe, nem a multidão de Cristos pendurados nas paredes, nem os espelhos... já não importava mais nada além do que tinham juntos.
Finalmente, o irmão lembrou que era o mais velho e devia protegê-la, e começou a tirar a pica devagar, deixando ela respirar normalmente de novo, embora o cheiro e o gosto de pica parecessem ter ficado impregnados para sempre.
Por mais minutos do que Gabriel esperava, Majo chupou a pica dele de ponta a ponta, dos ovos até a glande e dos ovos até o cu, do qual nunca esquecia e sempre dava uma visitinha cheia de lambidas profundas e beijos carinhosos. Com a boca de artista, desenhou uma cueca de baba refrescante até ele ficar duro de novo e pronto para um segundo round...
— Já te fiz o cuzinho, enchi ele de porra, você mamou minha pica, agora o que você tem em mente? — Perguntou, intrigado com a transformação libidinosa da irmã. Parecia que ela tinha trocado de pele na frente dele pra mostrar a transformação final.
Ela se levantou em cima dele, segurou a própria bunda com as duas mãos e abriu pra mostrar o buraco dilatado mais uma vez, até franzindo e alargando como um olho piscando. Gabriel enfiou dois dedos lá dentro e não teve trabalho nenhum pra chegar até o fundo, até os nós dos dedos baterem na bunda dela e as pontas dos dedos encontrarem grumos de porra.
— Pra que você acha que eu te mostrei a pica? Vai usar ou vai deixar minha buceta de trás com fome?
— Parece que esse cu é insaciável. — Ele disse apontando pro buraco irreconhecível. Onde antes Majito tinha um asterisco minúsculo e quase sem cor, agora via um rombo igual aos que presos fazem pra fugir.
— Sim, me dá mais, agora que não sou mais debutante tenho experiência, me dá, me dá, me dá.
— Calma, louca! Você deixou de ser virgem de cu há dez minutos, não exagera.
Maria José se deixou cair um pouco e envolveu a cabeça da pica com o anel dilatado dela. — Vai logo que eu tô esfriando, não corta minha inspiração.
Apesar do estado, ela não tinha içado a bandeira à toa e esperava um segundo round. Na balança dela, o prazer tinha vencido a pesagem e ela se sentia pronta pra dar tudo de novo.Ok, aqui vamos nós.Gabriel colocou as mãos na cintura dela e, com firmeza, fez ela descer e subir. Majito virava a cabeça para dar olhares de puta pra ele enquanto flexionava as pernas pra sentar na pica.
- Na cadeira da frente você tá comendo um bolinho, né? – Brincou Gabbo, arrancando um sorriso dela, mesmo com tanta carne invadindo o cu dela mais uma vez.
Por várias vezes, as carnes dos dois batiam feito tambor a cada sentada profunda, como se fosse um solo de percussão. Gabriel até curtiu o show na primeira fila, encostando as costas no sofá, vendo e ouvindo cada vez que Majito deixava a bunda descer pra fazer barulho.toc, toc, toc, toc, tocacompanhando a percussão com um gemidinho suave de dor.Aah, aah, aaaaau, aaaaau, aauu, aaauuum, mmmm, mano, você me parte no meio. – Disse sem parar de amolar a pica. - Quando você goza?
- Não era isso que você queria? Estrear e de uma vez se fazer de Sasha Grey?HuummmAinda tô longe de ser tão boa quanto a Sasha... se quero alcançar ela, tenho que recuperar o tempo perdido. — Admitiu Majito, que, pra surpresa dele, se ajeitou por cima pra improvisar uma nova posição, começando por se inclinar pra trás, colando o corpo nele, momento em que o irmão aproveitou pra acariciar os peitos dela e beijar sua boca.
— Não se preocupa, meu amor, vou cuidar de você recuperar todo esse tempo perdido e alcançar quem quiser.
— Que sacrifício o seu, hein.
Sem que a piroca saísse do cu, com as costas dela coladas no peito dele, ela apoiou um pé na coxa do irmão, como se fosse um degrau, e depois o outro, continuando com o anal fazendo equilíbrio nas coxas dele, se deixando cair enquanto Gabriel mexia o quadril pra penetrá-la. O que ela achava fantástico no anal era que, além de sentir o anel de carne apertando o tronco dele com a força certa, a cada posição roçava numa parte nova lá dentro do cu dela.Aaah, aaaah, aaaah, aaaah, aaaah, ai meu Deus, aiii meu Deus…- Gemeu imitando o gemido registrado da famosa Sasha Grey.
- Pra que você tá cometendo infrações de copyright?
- Só você pra falar uma merda dessas no meio de uma foda.
Gabriel aproveitou que tinha as mãos livres pra massagear os peitos dela e acariciar a buceta, que tava tão molhada e quente que, se fosse um ato às cegas sem contexto, ele ia achar que tava tocando um ferimento fundo e sangrando. Os dedos do cara quase escorregavam de tão lubrificado que tava o xerecão. O que não parecia ferido era a vontade férrea da Majo, que, mesmo com o cu passando por um teste de qualidade rigoroso, continuava subindo e descendo o corpo pra dar prazer pro irmão, à custa da integridade do próprio buraco.
Foi quando Majo se virou pra ficar de frente pro irmão, abraçada nele num gesto que seria muito fofo se não fosse pelo que os antecedentes deles acusavam (contaminado de incesto há mais de um ano), que os dois deram o resto que tinham e Gabriel gozou de novo no cu da Majito, que, suspirando feito uma apaixonada, se deixou cair de frente no corpo do irmão, relaxando os músculos, se sentindo pegajosa e ofegante como uma menina que brincou por horas e só queria dormir no colo do irmão mais velho.
O pau dele foi se retraindo aos poucos até escapar do abraço apertado do cu dela e descansar, mole, entre os glúteos, desconectando os dois depois de mais de vinte minutos de conexão contínua, intensa, ardente. Se nele tava ardendo o pau de tanta fricção, não queria nem imaginar como tinha ficado o cu dela por dentro.
- Se eu fumasse, esse seria o momento ideal pra acender um. – Falou mais preocupado em dizer algo e quebrar o silêncio do que em falar algo com sentido. – Vamo lá, Majito, que você já pesa um bocado.
- Tá me chamando de gorda? Emagreci 5 quilos nessa trepada. – Disse se levantando com certa dificuldade. Não precisava perguntar, tava doendo o cu como nunca. – E Esquece de fumar, causa disfunção erétil e vou precisar de você 10 pontos daqui pra frente.
– Você foi incrível, ainda não consigo acreditar quanto tempo você aguentou. – Disse apertando uma nádega e dando um tapão de passagem. Tinha que reconhecer o esforço que ela fez pra espremer a berinjela duas vezes seguidas e na base dos sentões, ela mandou na estreia uma performance digna de uma anal queen profissional.
Pouco depois, Majo voltou toda despojada e sentou no sofá da frente, com o top de renda todo rasgado, um pé descalço e o outro ainda com a bota de plataforma (ninguém percebeu quando perdeu a outra), cabelo bagunçado, suada e pelada, com as pernas levemente abertas mostrando uma rachinha que, mais que lubrificada de prazer, bem que podia estar chorando de medo pela estreia brutal que tava por vir. Olhando fixo pro irmão, destampou uma garrafa de coca e bebeu do bico na frente dele, soltando um suspiro forte depois de se refrescar. Parecia uma boqueteira bem acabada.
– É falta de educação beber do bico, mal-educada. – Brincou mais por costume que por outra coisa. A vontade que ele tava de comer alguma coisa e de dormir era lendária.
– E agora? Como é que isso continua? – Perguntou a morena, que parecia tão desperta quanto no começo. Lembrou ele de um meme antigo da Hatsune Miku bebendo energético.
Gabriel se levantou e, pegando a mesma coca da irmã, beijou a testa dela com carinho e foi pro chuveiro triunfante enquanto tirava a roupa.
– Agora, vem a melhor parte, irmãzinha, o começo de uma vida nova.
Dois meses depois
Muita coisa podia rolar em um mês, e em dois nem se fala. Ainda mais depois de um acontecimento que, sem eles saberem, marcava o fim de uma fase na vida deles. Tinha acabado a época de brincar de esconde-esconde, dos silêncios e das falsidades. Eles estavam soltos pra se mostrar todo o love quando e como quisessem dentro daquelas quatro paredes. Podiam ser irmãos e zoar como bobões ou brigar por besteira se tivessem a fim, ou ser os amantes mais apaixonados, aqueles que estão unidos por um love proibido e inquebrável.
Depois de uma noite tranquila, Gabriel acordava com o som inconfundível do despertador fazendotoc, toc, toc, toc, toc, toce também sua deliciosa sensação.Aaaah.– Bramou como um urso saindo da hibernação. Na noite anterior, aquele urso tinha fotografado sua ursinha, tinha comido a bunda dela depois de se esquentar com as fotos e tinha ficado até tarde editando e postando as fotografias, o normal. Agora o despertador tirava ele da cama da forma mais gostosa possível.
Gabriel abriu os olhos e percebeu que tinham abaixado a cueca dele, destapado ele, e uma mão macia e muito conhecida fazia uma deliciosa punheta matinal.
–Daleee— Me disse que às dez eu te acordasse. — Sussurrou Majito ao lado dele. — Tem que fotografiar uma debutante, vai, levanta.
— A puta mãe. — Reclamou ele, como se ignorasse que a irmã já estava batendo uma punheta pra tirá-lo da cama. Tinha um compromisso profissional na conhecida Plaza Italia, em Palermo, perto do monumento do Giuseppe Garibaldi. — Podia deixar pra lá… ligar e falar que tô com amigdalite ou algo assim, tipo, você dobrou seus seguidores, dava pra viver só disso.
— Nem fodendo! — Ilustrando a posição firme apertando as bolas dele. — Você vai continuar juntando grana como fotógrafo de debutante, de eventos, e depois tirando fotos minhas. Combinado? Além disso, comecei o curso de secretariado administrativo pra ter uma renda extra, e se eu tô me matando de estudar, o mínimo que você pode fazer é trabalhar com o que sabe.
— O que você mandar, meu amor. — Disse ele se esticando pra encontrar os lábios dela e beijá-la. Enquanto o beijo avançava, a mão de Majito, que apertava os colhões dele, passou a acariciá-los e depois voltou a bater uma punheta.
— Tamo um pouquinho mais avançados que isso. — Falou ele se relaxando e deixando a irmã fazer sua arte gostosa.
— Sei, mas é bom relembrar nossas origens. Antes de você arrebentar minha buceta toda noite, a gente passava o tempo fazendo coisinhas mais inocentes como essa. — Disse enquanto beijava o corpo dele com carinho e acelerava a intensidade da punheta.
Gabriel topou o jogo e, enquanto a irmã batia uma no ritmo que ele gostava, ele descobriu a buceta dela pra acariciar o grelinho de cima pra baixo. Como toda manhã, ela tava quentinha e meladinha do jeito que ele gostava, e de vez em quando ele não resistia e levava os dedos ao nariz pra cheirar e depois à boca pra provar, e assim se ajudava a gozar, já que não era fácil depois de tantas sensações vividas.MmmUm pouquinho mais, continua, continua, esvazia as bolas do teu irmão. – Disse enquanto passava a mão inteira na pussy, sabendo que entre lábio e lábio estava o único tesouro que ainda era inexpugnável naquele corpo, aquele que não tinham decidido se deviam tomar ou não por todo o peso simbólico que carregava. Que o próprio irmão dela rasgasse a telinha (com a ferramenta portentosa dele, ainda por cima) com o risco de uma gravidez no meio era um limite que por enquanto não queriam cruzar e talvez fosse melhor assim, afinal os dois achavam o buraquinho traseiro tão prazeroso quanto qualquer outro.
Graças àquelas sensações lindas (e pensamentos), gozou mais rápido e, assim que os primeiros jatos de sêmen escorreram pela mão de Majito, considerou que o dia dele podia começar.
- Assim que eu gosto. Mmmm de manhã é mais potente. – Disse a morena lambendo um grumo particularmente grosso dos dedos.
- Você também é mais gostosa de manhã…
Depois de alguns minutos, enquanto se vestia, externalizou pela primeira vez um pensamento que rondava a cabeça dele com frequência demais.
- Será que tem outros como a gente lá fora? Às vezes sonho que nos espiam pela janela, vejo figuras misteriosas debaixo da chuva, sombrias… deixam um convite molhado debaixo da porta e vão embora. Quando abro, tem um site de internet que nunca consigo lembrar.
- Deve ter, o problema é que não sei como a gente os encontraria, também acho que não deveríamos. – Pensou abraçando ele por trás. - Você ia querer descobrir que o nosso não é único? Ou expor isso pra que descubram depois de tanto que custou pra gente ter nosso templo?
- A verdade é que sim. Queria saber se tem outros como eu, como a gente, queria saber como chegaram a descobrir o que são, como manifestam isso nos dias deles, como vivem a vida com o que sentem… sei lá, talvez seja um pensamento idiota.
- Não tem nada de idiota em procurar gente com os mesmos interesses, por mais questionáveis que sejam, o problema é que no nosso Isso seria muito perigoso.
- Você tem toda razão. – Disse ela virando o rosto para dar um beijo gostoso na boca dele antes de tomar café e seguir com um dia normal, ou pelo menos era o que ele achava que o esperava do outro lado da porta.
Não importava quantas garotas sorridentes ele fotografasse, cheias de sonhos e esperanças (no mínimo esperanças de um aniversário de 15 anos pra lá de caprichado), nem o quão elaborados fossem seus vestidos, ou o quão linda fosse a locação da sessão, nenhuma daquelas capturas no trabalho chegava nem a 10% da beleza que ele registrava em casa, onde vivia com sua amada, seu primeiro e único amor. No entanto, naquela manhã, por artes do destino, aquela debutante em particular tinha um corpo atlético igual ao da Majito (ela disse que jogava hóquei), cabelos castanhos lisos e um rostinho de princesa que era uma graça, irradiava tanta inocência, tanta doçura nos gestos e na voz, que uma lágrima escapou de Gabriel sem que ele percebesse, quando um pensamento devastador o invadiu de repente. Em algumas fotos, o rosto da irmã dele aparecia na lente no corpo daquela jovem…
Não fazia muitos anos desde que María José tinha protagonizado uma sessão parecida com aquela, cheia de sorrisos animados. Ele tinha ficado ao lado da mãe, com a mochila cheia de responsabilidades, achando que teria que ocupar o lugar que o pai tinha deixado vazio pra Majito, sem saber que no futuro ele teria um papel bem diferente.
- Aconteceu alguma coisa? Você tá bem, meu bem? – Perguntou a mulher preocupada. Ela estava acompanhada só do filho mais velho. As semelhanças com aquele dia que ele achava que tinha esquecido não paravam na aparência física da garota com a Majo.
- Tô bem, é só uma lembrança. – Respondeu ele sem parar de tirar fotos. – Acontece muito comigo, a gente nunca sabe que lembrança uma foto pode trazer.AwwwwÉ um amor, tô morrendo. – Disse ela, enternecida a princípio, até perceber que podia ser outra coisa. – Ah, não me diga que te lembra alguém que você perdeu.
– Mais ou menos, não perdi ela… é que tudo mudou. – Falou, mostrando um lado sentimental que não costumava mostrar pra ninguém, ainda mais pra estranhos. Naquele dia, parecia ter acordado mais sensível que o normal.
– Tô bem, não se preocupa, vamos continuar que o dia tá lindo e a gente tem que aproveitar. – Disse enquanto tirava fotos como um robô e, pra si mesma, chegava a uma conclusão.Eu mudei ela… eu transformei ela sem volta… e ainda não sei como lidar com a culpa de ter sacrificado minha irmãzinha pra fazer dela minha amante.



Fim




Palavras finais
UfffQue longo foi a viagem, né? Pensar que tudo começou durante a pandemia, pra ganhar eco através de uma história sobre um tema que bateu forte em todo mundo. Espero que o percurso tenha valido a pena, sou o primeiro a jogar pedra em mim mesmo, admitindo minha lentidão com os capítulos, especialmente a leva final. E a verdade é que não tenho palavras pra agradecer tanta paciência. Espero que esse último capítulo seja do agrado de vocês.
Já sabem, se curtiram tanto esse capítulo final, igual meu retorno, estourem ele de pontos, metam forte como o Gabriel meteu na bunda da Majito kkk
6 comentários - O Onlyfans da minha irmã. Parte 13 (FINAL)