🌘 Esposa de mentira 🌒

Meu nome é Camila Monroe, sou uma mulher casada de 37 anos, embora muitos digam que não aparento, eu acho o contrário. A vida inteira segui as regras, sempre me comportei como uma mulher decente, e só segui uma linha reta que é a mesma coisa, a mesma coisa, e a mesma coisa. Desde que me mudei com meu marido para essa cidade nova e esse bairro novo, muitos vizinhos e jovens daqui viram pra me olhar. Como eu disse, minha idade já não é de uma garotinha, embora eu cuide muito de mim e do meu físico, minha idade é um número alto. Meu marido trabalha numa concessionária de carros como diretor, muitas vezes chega tarde na hora do jantar, e quando se trata da vida conjugal, não fico satisfeita de jeito nenhum. Talvez por causa da minha idade e da menopausa, meus hormônios estão altos, o que faz com que eu nunca fique satisfeita. Tenho que recorrer à masturbação, e a satisfação só dura alguns dias... Temos 14 anos de convivência, nunca tivemos um filho, o que me deixou frustrada porque sempre quis um filho, saber o que é ter alguém no útero, ter alguém que todo mundo olhasse e dissesse: "Você vai ser mamãe!" Não tenho muitas amigas por aqui, e no trabalho muito menos. Meu emprego é venda de imóveis. Só tenho uma amiga que poderia ser considerada assim, é uma garota de 25 anos, o nome dela é Andrea, e é a mais nova e novata até agora. Ela é uma moça muito gostosa, sempre me conta os problemas dela e me deseja bom dia, me faz sentir como se fosse minha filha... Sempre que posso, apoio ela no que posso, e mesmo com a diferença de idade, muitas vezes acham que somos irmãs, porque todo mundo diz que não aparento ter 37 anos. Meu dia estava entediante, porque saí cedo do trabalho. Andrea, que por algum motivo estava me esperando, me convidou pra ir a uma cafeteria que ela e uma amiga que ia junto com a gente gostavam bastante. — Ei, Camila, quer ir com a gente numa cafeteria? É muito bonitinha, e pra você espairecer um pouco. Claro, não é que eu tenha... Muita coisa pra fazer em casa. Chegou num ponto que eu odiava voltar pra casa, meu marido nunca tinha tempo pra mim, nunca queria sair, e tempo pra mim não existia. É como se depois do casamento tudo de romântico tivesse desaparecido. E quando a gente tinha intimidade, ele só se preocupava em gozar, não ligava se eu ficava satisfeita ou se eu não queria.

— Oi, André, ali tem uns caras muito gostosos, né? Tomara que a gente dê sorte.
Comentou Sofia, a amiga de Andrea.

Os dias seguintes foram a mesma rotina, e eu já tinha me acostumado a ir com as meninas pra cafeteria. Numa quinta-feira de agosto, meu marido tinha ficado em casa. Não pensem que foi algo muito estimulante, porque ele só ficava vendo televisão e eu, querendo reacender a chama, só ouvia como resposta:
— Por favor, amor, deixa eu ver TV. Além disso, não tô a fim, querida. Melhor à noite.

Com esse simples comentário, ele me fez ficar puta, porque já fazia seis meses que a gente não transava. Vocês não sabem como é ter que aguentar isso. Atendi o telefone da Andrea e fomos pra cafeteria. Como eu disse antes, eu não era de ter muitas amigas. Me sentia muito bem com aquelas duas, era como se eu estivesse de volta aos meus 20 anos. Chegamos no lugar, eu estava vestida como na foto. As meninas estavam ambas de saia com meia-calça, uma com uma camisa azul e a outra com uma rosa. Estavam muito gostosas.🌘 Esposa de mentira 🌒Andrea — Ey, Camí, olha o garoto novo, ele fica te encarando e tá nervoso. Acho que é ele que vai atender nossa mesa, cê não acha?
Sofia — Acho que você intimida ele um pouco, Camí.
Camí — Por quê? Se eu não faço nada, haha.
Andrea — Digamos que você tem um olhar bem forte e faz ele ficar todo nervoso.

Depois de alguns minutos, o garoto veio nos atender.
Antuan — Olá, boa tarde, bem-vindas. Hoje sou eu quem vai atendê-las.
Andrea — Ei, desculpa, posso te falar uma coisa?
Antuan — Claro, pode falar.
Andrea — Minha amiga aqui presente diz que você fica muito gostoso nervoso. Será que o olhar dela é tão forte assim?
Camí — Eii, Andrea, isso não se fala!

O garoto, por algum motivo, eu já achava ele bonitinho, ver ele todo nervoso e mais ainda quando a Andrea perguntou aquilo.
Antuan — É... bem, sua amiga é muito gostosa e o olhar dela... bom, é meio forte mesmo.
Sofia — Haha, bom, não queremos atrapalhar mais. Então, se importa se a gente pedir?
Antuan — Ah, sim, claro, fiquem à vontade.

Depois de umas risadas entre elas e de fazer o pedido, o pobre menino estava todo envergonhado, e ficava ainda mais sem graça quando cruzava o olhar comigo.
Andrea — Me diz, cê não acha ele bonitinho?
Camí — Pelo amor de Deus, Andrea, olha pra ele. É um menino, e eu sou uma mulher de 37. Cê não acha que é demais? Além disso, sinto que iam me chamar de assediadora.
Sofia — Hahaha, qual é, Camí, se olha no espelho. Você não aparenta ter 37 anos, não tem sinal de idade, e seu corpo e aparência são de alguém de 25.
Camí — Mesmo assim, se eu decidisse sair com ele, acho que o garoto não ia querer um relacionamento, só ia querer satisfazer as necessidades dele.

Andrea sussurrou algo no meu ouvido:
Andrea — E cê não acha que isso seria uma coisa boa?

Eu fiquei bem vermelha, porque realmente podia ser uma boa oportunidade para saciar toda minha abstinência. Minha imaginação foi interrompida quando um dos meus melhores compradores me ligou para ver uma residência nova.
Camí — Meninas, não quero ser mal-educada, mas preciso ir. Tenho um assunto de trabalho.
Andrea — Aaah, pensei que hoje a gente fosse ter um dia de garotas.
Sofia — Pensei a mesma coisa.
Camí — Eu volto. Me mandam a localização pra encontrar vocês, tá?

Saí meio rápido porque sabia que podia ser uma oportunidade de vender meu... Sexta casa em 2 meses. Desculpa!! Aquela vozinha me era familiar, virei pra ver se minha suspeita era verdade, e era o jovem Antuan. -Desculpa, desculpa, ahh... O que você tá fazendo aqui? Podiam te dar uma bronca. -Fica tranquila, tô no meu horário de almoço, só vim porque, bom, você me pareceu muito gostosa e queria saber se podia pegar seu número... Hahaha, você é muito fofo, mas não tenho sua idade. -Ehh, como assim, você é mais velha? Sim, tenho 37 e não sei que idade você tem. -Tenho 24, e bom, deixa eu te dizer que você não aparenta essa idade, parece ter uns 25. O jovem tava muito seguro de si, e dava pra ver como ele mudava de falar informal pra formal, eu tava gostando... Beleza, vou te dar meu número, mas se quiser um encontro, vai ter que se esforçar muito pra isso. -Uau, vou dar meu máximo. O garoto se despediu todo feliz, mas por que será que eu dei o número? Bom, foda-se, já era. Segui meu caminho, meu cliente tava esperando no escritório, não tinha ninguém, meio estranho. Peguei os documentos e fomos pra onde ficava a residência. Tudo normal no trajeto, a explicação, as localizações e por que era vantajoso pra ele. Esse cara era um senhor de uns 50 anos, já meio robusto mas sem um físico ruim. Notei como ele olhava pra minha bunda e pros meus peitos, me senti com tesão, me excitava que meu corpo e idade fizessem jovens e adultos ficarem excitados. Pra minha sorte, não rolou nada estranho. Cheguei em casa depois de um tempo, as meninas tinham ido cada uma pra um lado, fiquei meio decepcionada porque queria me divertir um pouco. Fiquei sentada na sala, meu marido como sempre dormindo. Chegou uma notificação de mensagem no meu celular, era o jovem Antuan. -Oi... como você tá? A gente ficou conversando um tempo, se conhecendo um pouco, e aí uma mensagem fez minha rotina mudar. -Quer ir comigo pra praia? Ver o pôr do sol. Não perdia nada, então tomei um banho e troquei de roupa. Não sabia o que vestir, sempre me visto do mesmo jeito...Aqui esta a traducao para o pSuponho que não foi tão ruim assim, meu marido nem ligou pra onde eu ia, peguei o carro e fui embora. Ultimamente tenho notado que ele passa mais tempo no celular, tempo demais, eu diria. Cheguei no lugar combinado. "Oi, cadê você? Não te vejo" – cara de camisa de manga longa branca e calça preta. Eu o reconheci, acho que ele ainda não tinha me reconhecido. "Oi!" – "Ahhh, não te reconheci, não pensei que você parecesse mais nova mudando a roupa." "Haha, para!! Você me deixa nervosa." "Esse é seu lugar favorito?" – "Dá pra dizer que não totalmente, gosto mais quando não tem ninguém, mas me faz relaxar e me sentir confortável. Você estava ocupada?" "Não, não tenho muita coisa pra fazer em casa." – "Então não teve problema você vir, quer dar uma caminhada, jantar, algo assim, haha." "Vamos caminhar um pouco." – "Como devo te chamar?" "Pode me chamar de Mila... Mila é tipo um apelido do meu nome e soa bonito." Embora não fosse um encontro, preferia estar com esse cara do que com minha vida chata. Ficamos mais um tempo na praia, contamos muitas coisas um pro outro pra nos conhecer melhor, sabe. Fomos comer numa barraca de rua. Não sou muito de comer comida de rua, sempre tive a ideia de que é comida muito suja, mas uma vez não faz mal, né? Conhece cachorro-quente? Aqui na praia, Antuan me levou a uma barraca onde estavam uma delícia, e eram tão grandes que não cabiam inteiros na minha boca, haha. – "Tá gostando? Sempre quis trazer alguém aqui e passar um tempo bom com essa pessoa." Depois da janta, ele disse que já precisava ir, então me ofereci pra levá-lo até a casa dele. Tinha algo em Antuan que me intrigava, porque o tempo todo que passei com ele, sempre que perguntava sobre a família, ele evitava. "Quer que te leve pra casa? Não tenho problema, sabe." – "Hmm, tá bom, tudo bem." – "Sabe, Mila, estar com você hoje foi algo lindo. A verdade é que não achei que você fosse aceitar o convite, porque quando te vi hoje na cafeteria, percebi que você era muito diferente das outras garotas, e pensei que por eu ser mais novo você não fosse me levar a sério." "Bom... é sempre bom conhecer mais gente e você é gostoso, minha vida sempre foi entediante e meu marido não me dá atenção - bom, se eu estivesse no lugar dele, faria de tudo pra ter dias muito bons com você hahaha você me faz corar, sabia? é por aqui? ou já passei? - aqui tá certo, continua a rua até o fundo, a casa cor de melão ali tá boa beleza, obrigado por ter a confiança de me chamar pra caminhar, te agradeço muito, é uma casa bonita, nos despedimos e o rapaz me deu um abraço, sinceramente era a primeira vez que alguém me abraçava tão delicadamente, era um abraço quente e reconfortante - tchau Mila, descansa e obrigado por me trazer não tem de quê, agora entra que já é tarde e tá começando a esfriar bom, depois de tudo acho que valeu a pena dar uma pequena chance pro Antuan, cheguei em casa e tristemente tinha que voltar pra minha vida entediante - oi, parece que você se divertiu tem algo de errado? - ah, claro que não, seu perfume tem cheiro diferente, tá misturado você preparou o jantar? ah, também tenho que chegar pra poder fazer - o jantar tá pronto, você vai jantar? pra gente comer junto depois de jantar e conversar um pouco, subimos pro nosso quarto, eu podia sentir que algo ia rolar, enquanto eu tomava banho e me vestia pra dormir, meu marido continuava acordado e na televisão ele colocou um pornô? cê tá louco!!* abaixa um pouco, os vizinhos podem ouvir o que você tá vendo - tô louco sim!! e sabe de uma coisa, a culpa é toda sua, olha essa bunda gorda, você rebola ela pela casa toda sem ninguém falar nada ele me abraçou e começou a beijar meu pescoço, o pescoço é um dos meus pontos sensíveis e ele me beijar e acariciar as coxas me deixava com tesão Mmm ahh, suas mãos me excitam eu podia sentir o pau duro do meu marido, nunca tinha visto o pau de outro homem mas sabia que o pau do meu marido não era lá essas coisas, um pau de uns 12cm só e não muito grosso, no meu tesão pensei: qual será o tamanho do Antuan? ele começou a estimular meu clitóris e enfiar uns dedos dentro - parece que Tá pronta, cê tá toda molhada e gostosa. Sim, eu tava certa, eu já tava tão molhada e gostosa que com o simples toque das mãos dele já era suficiente pra mim. Será que era por causa da minha abstinência? Ele começou a descer minhas alças e meus peitos saíram no ar. Ele brincava com os bicos e começou a esfregar a pica dele entre minhas coxas. Com o tanto que eu tava molhada, o movimento ficava fácil pra ele. Eu gemia, porque tava gostosa demais. — Olha pra você, nem enfiei a pica ainda e já tá gemendo que nem uma putinha. Cê gosta disso, hein? Sim, sim, eu gosto. Mas por favor, enfia logo. Preciso dela dentro de mim, por favor. — Eu gosto quando você implora.rabaoEle me jogou na cama, dava pra ver o pau dele e a cabecinha rosada grandona. Ele começou com umas roçadinhas de leve na minha buceta, queria que minha buceta molhasse ele inteiro. Foi enfiando devagar, talvez por causa da falta de sexo minha excitação fosse muito fácil, meu canal tava tão sensível que com aquelas estocadas pequenas sentia um tremor no corpo inteiro. — Olha como você tá, olha como você deixou meu pau, cheio de mel, escorrendo. Se você quer tanto pau, então toma, sua puta! Vou te dar, sua vadia! — Ele começou a meter mais forte, meus gemidos estavam descontrolados. Finalmente, finalmente eu tava transando de novo. Abracei ele com as pernas e minhas unhas arranhavam as costas dele, o ritmo dele era acelerado. — Você gosta, hein? Gosta, sua puta? Aqui e em qualquer lugar, você sempre vai ser minha! — Ah, ah, ah, sim, me dá mais forte, eu gosto, vou ser sua pra sempre, papai. A cada estocada minha buceta ficava mais molhada. De repente, senti o pau dele ficar mais quente e o tronco inchar. Só podia ser brincadeira, tem que ser brincadeira. A cabeça inchou e da uretra saíram uns mililitros de esperma. Ele gemia e se contorcia — Ah, ah, ahh, toma meu leite, puta! — Ele desabou em cima de mim. Ficamos nos olhando, ele sorriu e depois se levantou. — Ahh, isso foi incrível, né? Vou tomar um banho, você devia dormir. Era só isso? É esse tipo de vida que vou levar pelo resto dos meus dias? Tenho o corpo de uma garota de vinte anos, faço jovens e homens maduros ficarem excitados só de me olhar. Tenho certeza que esses caras, se tivessem a chance de me foder, foderiam o dia inteiro até eu perder a consciência. E meu marido, que me tem e pode fazer o que quiser comigo, não dura mais que cinco minutos e nem consegue me engravidar. Que patético, que patético. De novo... de novo eu tinha que ficar com vontade e frustrar minhas emoções. Vocês vão pensar: por que não peço outra rodada? Simples, o pau dele não sobe, e se sobe, não dura mais que dois minutos. Meus seis meses sem sexo continuavam de pé... o que aconteceu essa noite foi realmente a gota d'água. No dia seguinte... Seguinte, saí cedo de casa rumo ao trabalho, parei num posto pra encher o tanque e comprar um lanchinho. Tinha um cara alto e forte que não parava de me olhar, era tão másculo, tão grande... minha mente imaginou todo tipo de coisa, talvez ele pudesse me preencher por completo, mas isso nunca ia acontecer. Segui meu caminho pro trabalho, dessa vez fiquei no escritório pra organizar a papelada, a parte mais chata. Meu celular tinha várias mensagens e entre elas estavam as do jovem Antuan. Vi que ele postou um story, aí a curiosidade falou mais alto e levei um baita susto: por trás daquele semblante meigo e tímido, escondia-se o corpo de um homem. Braços meio grandes, abdômen definido e aquela cara de garoto mau. Nem percebi, mas tava vermelha, meu corpo tremia e eu me sentia nervosa... Será que ele podia me satisfazer? Será que ele podia ser... o garanhão que eu tanto quero? Várias perguntas inundaram minha cabeça e, junto com elas, meus hormônios também. Questionei um pouco minha próxima atitude, mas não dava pra evitar, eu realmente me sentia como uma cadela no cio. (Barriga gostosa) 😉 — Ouhh, valeu, tenho trabalhado muito no shape. Me diz, Antuan, posso te pedir uma coisa e não me odiar? — Por que eu te odiaria? Vai, fala com confiança. — Você... poderia... poderia me dar essa foto? — Hã? Bom, claro, haha. Não sabia o que tava fazendo, não entendo como uma mulher como eu chegava a esse ponto, por que tinha que ficar pedindo essas coisas, e ainda pra alguém bem mais novo que eu... Antuan tinha me mandado a foto, mas tinha algo estranho. A foto tinha um detalhe que a do story não tinha... ah, Antuan me mandou a foto na mesma pose, mas dava pra ver o pau dele, dava pra notar como ele tava duro, aqueles shorts esportivos não escondiam a ereção. Fui rápido pro meu escritório, tranquei a porta e abaixei as persianas. Sentei na minha cadeira, levantei minha saia e puxei a calcinha pro lado. Minha buceta tava molhadíssima, meus dedos encharcavam fácil. Coloquei meu celular no... escritório e recarreguei ele em cima de uns livros enquanto olhava a foto do Antuan. Comecei a me masturbar, me tocava o clitóris, me apertava os bicos, acariciava o corpo todo. Queria gemer, tinha que soltar meus gemidos enquanto enfiava os dedos na minha buceta. Não conseguia parar de pensar no que aquele garoto poderia fazer comigo. Quanto mais pensava, mais tesão eu ficava. Cheguei ao meu orgasmo e uma quantidade enorme dos meus sucos escorreu pra baixo da minha mesa. Fiquei tão agitada e fascinada que, se continuasse assim o resto do dia, sabia que a qualquer momento tomaria uma decisão errada.gostosaAgradeci ao jovem Antuan, mas parecia que ele também tinha sentido a mesma reação que eu, afinal imagino que ele também tinha curiosidade sobre meu corpo, precisava limpar isso rápido, se alguém entrasse ninguém ia acreditar que era água... Depois do meu ato de satisfação, fui pra casa, no caminho todo ficava pensando nas possibilidades que se abriam entre eu, uma mulher madura, e um jovenzinho no auge da vida. Num semáforo, parei e olhei meu celular, tinha várias mensagens do Antuan e entre elas uma foto, não queria ver ainda, meu coração batia forte e minha respiração tava ofegante, porque o que ele poderia me dizer, que eu assumisse o que causei, será que queria me ver tão rápido assim? Minha cabeça fervilhava, e se ele dissesse isso, eu não hesitaria em ir vê-lo.

Cheguei em casa com intenção de tomar um banho quente e talvez me dar mais amor próprio haha, mas a curiosidade venceu e li as mensagens do Antuan:
- Oii, você tá bem? Gostou da foto? Fiz algo errado? Vou te contar uma coisa... Seu pedido me fez ficar duro, desculpa se fui muito direto, mas não aguento mais, olha!! Espero não ter feito merda.

Sem eu pedir, ele tinha me mandado uma foto do pau dele, era bem maior que o do meu marido, uma grossura que superava de longe e tinha várias veias, o garoto tinha se masturbado com camisinha, gozou pra caralho... Eu mal conseguia engolir saliva. O que eu podia fazer? Era demais pra apenas 3 dias de conhecidos, mas a culpa foi minha... fui eu que causei isso, tudo por causa da minha abstinência. Não aguentei mais e comecei a me masturbar de novo na sala.

Meus gemidos ecoavam pela casa toda, eu tava tão concentrada e perdida na minha imaginação que não ligava pra nada lá fora, minha buceta tava tão molhada que gotas dos meus fluidos caíam no chão, minha mão tava encharcada e eu parecia mesmo um animal no cio. Tava a minutos de gozar quando a voz do meu marido me interrompeu:
- Puxa, acho que você tá bem ocupada. Tzk, em vez disso... de interromper porque você não me ajuda. Eu insistia pra ele se juntar a mim, precisava do pau dele dentro de mim. Bom, minhas palavras funcionaram na hora, ele tirou o cinto e puxou o pau pra fora. Ele também tinha ficado excitado, tinha um pouco de líquido pré-gozo na ponta.
Mete logo, por favor!!
— Meu deus, por que você é tão apertada? Quase não consigo me mexer aí dentro.
Porque é assim que eu tô gostosa, imaginando você me comendo.
Eu tava sentada em cima dele, era gostoso, só assim ele chegava um pouco mais fundo.
As sentadas que eu dava no meu marido dava pra ouvir no andar inteiro.
— Tsss, ahhh, Camila, mais devagar, se continuar assim, eu... eu vou gozar.
Não tô nem aí, vai, vai, me dá seu gozo, quero gozo quente.
Ele mexia o quadril desesperado, de novo senti o pau dele inchar e num instante ele só falava que tava gozando, mas na minha buceta eu não sentia nada.infielQuando tudo terminou, fiquei no sofá examinando minha buceta e só tinha umas gotinhas de sêmen, o que era estranho — um homem de 45 anos ainda produz esperma, e a quantidade que ele soltava sempre que a gente transava era mínima... já tinha algo errado aí. Minha desesperação e frustração foram tantas que só me joguei no choro e tapei o rosto com uma das almofadas. Por que não pode ser o pau do Antuan?!! POR QUÊ?!! Se o pau dele tivesse me fodido agora, minha buceta estaria cheia. Na minha mente, via a lembrança da foto dele com a camisinha, a quantidade de esperma naquela camisinha era suficiente pra eu engravidar. Eu realmente queria um bebê, e meu tempo já estava quase no fim. O telefone do meu marido tocou, e o número que aparecia não tinha nome, só tinha um 🍑. Atendi, e do outro lado era uma mulher. Quando perguntei quem era, desligaram, e foi aí que minhas suspeitas começaram a tomar forma... Passaram-se alguns dias, eu estava com muito trabalho, não tinha tempo de ver as meninas e chegava em casa acabada. Por um lado, era bom porque não precisava ver o Antuan — ainda não sabia como olhar pra ele. A gente conversava por mensagens e tal, mas pessoalmente ainda não sabia como encará-lo, porque o que a gente fez foi muito prematuro. A maior parte daquela semana eu passei dormindo, e notei coisas ainda mais suspeitas no meu marido: ele chegava com cheiro diferente, às vezes eu encontrava fios de cabelo de outra pessoa. Não queria pensar mal, porque ainda não tinha provas, exceto pela ligação daquele dia. Numa quinta-feira à tarde daquela semana, não fui trabalhar porque me devem um mês inteiro de férias, então comecei a tirar. Saí pra fazer compras de comida e umas coisas de cuidado pessoal. Não comprei muita coisa, então decidi caminhar até em casa. Peguei uma rota diferente do habitual, não estava prestando muita atenção ao redor, quando reconheci uma caminhonete peculiar — era a que meu marido usava quando, segundo ele, tinha viagens de negócios. E... Ele desceu e uma mulher com ele, a mulher era a contadora da empresa dele, tinham entrado num hotel... Naquela hora, meu sangue gelou e minha mente tava processando o que tinha acontecido, porque será que tinha algo de errado comigo? Pra meu marido procurar outra mulher. Peguei minhas coisas e andei rápido, não queria ficar mais tempo olhando aquele lugar. Então aquilo explicava a falta de esperma e a disfunção sexual dele comigo... Quando cheguei em casa, só consegui chorar de impotência, porque eu nunca tinha traído meu marido, e quem me garante que ele não me traía desde antes? Eu podia simplesmente ignorar a situação ou jogar sujo também. Naquele dia, ele não ia voltar, me confirmou numa mensagem. Decidi que no fim da tarde o Antuan viesse me visitar, porque eu precisava de ajuda pra mover umas coisas, essa foi a desculpa pra fazer ele vir, já que ele já tinha entendido que não ia rolar nada... Quando o garoto chegou, ao recebê-lo, ele estendeu os braços e trouxe umas lindas rosas cor de vinho, eram lindas. Quase ninguém tinha esses gestos comigo. Convidei ele pra entrar, dava pra perceber como ele tava envergonhado pelo que tinha acontecido antes. Falei pra ele não se preocupar, porque nós dois não estávamos pensando direito. Ele me ajudou a mover várias caixas e reorganizar uns móveis. O garoto suava pra caramba, a camisa dele grudava no corpo encharcado. Eu não conseguia tirar os olhos do corpo dele, assim como ele do meu, porque eu também tava meio suada e dava pra ver como as dobras das minhas roupas grudavam com o suor. Meu sutiã aparecia com a camisa branca que agora tava transparente por causa do suor, e o short esportivo que eu tava usando também destacava minha bunda e minha buceta. O jovem engolia seco e tentava desviar o olhar pra outro lado, mas não conseguia... Me aproximei dele e peguei no queixo dele. Ele ficou tenso e corou um pouco. Meus lábios queriam tocar os dele, a respiração dele tava ofegante. Num instante, ele me pegou pela cintura e a gente tava a meros milímetros de se beijar, mas eu me afastei, porque aquilo era só uma desculpa pra esquecer o que tinha acontecido à tarde. — Fiz alguma coisa errada? Por que você é assim? Eu me sinto provocado e você só se afasta, tá brincando comigo? O quê? Claro que não, é que eu... ah, não consigo. Antuan, quando te vejo, acho que é errado. Você é mais novo que eu, as pessoas... — Dane-se as pessoas, Camila. Por que você se machuca desse jeito? Por que você ainda precisa se guiar pela opinião dos outros? O garoto tinha razão. Por que eu me machucava desse jeito? Meu marido não se importava. Tinham tantos homens lá fora que queriam estar comigo. — Eu tenho marido, Antuan, e ele... — Ele não liga pra mim. Descobri que ele me trai. Vi hoje. Ela não conseguiu segurar as lágrimas. Ele se aproximou e me abraçou. De novo, eu podia sentir aquela sensação de calor e conforto que senti no primeiro abraço dele. — Que idiota... Se eu estivesse no lugar dele, não perderia de vista uma mulher como você... As palavras dele me enchiam de confiança. — Olha você aí chorando por um homem que não te merece. Casa limpa, comida quentinha e gostosa, amor, chegar do trabalho e ver uma mulher tão sensual e linda. Você tem que ser muito maluco pra ir pra cama com outra. Meu corpo finalmente cedeu. Abracei ele forte. O cheiro dele, o calor, a sensação de tocar uma parte do corpo dele me fazia sentir desejada. Dava pra sentir uma onda de desejo vindo dele. Mas por mais lindo que fosse, eu precisava saber se as intenções dele eram reais ou se ele só queria se satisfazer. Me dei uma chance. Dei uma chance pra mudar minha situação. Passei uma mão na nuca dele e a outra no peito dele. Levantei o olhar e ele correspondeu. Finalmente, o beijo que a gente tanto queria há um momento estava acontecendo. Eu estava beijando outro homem que não era meu marido. Me senti amada. Apesar do momento, ele nunca tentou tocar em outro lugar. Manteve a mão no meu cabelo e a outra na minha cintura. Era um beijo apaixonado e gentil. Dava pra sentir, entre minhas pernas, algo me tocando. Me encostei mais e, como era de se esperar, o pau dele estava duro. Isso me deixou ainda mais excitada. Um simples garotão ficou de pau duro. com o beijo de uma mulher e meu marido simplesmente não surtiu efeito.. depois de um tempo nos separamos e, como dois estudantes, nos olhamos com pena.. Nos acalmamos e descemos, já era noite e não queria ser mal-educada, então o convidei para jantar, queria que alguém de fora provasse do meu tempero. O garoto se abriu pra mim, assim como eu fiz com ele. Os problemas familiares dele, pelo visto, eram diferentes dos meus. O jovem desprezava a família, era odiado e rejeitado. Confessou que naquele dia em que o deixei em casa, quando o abracei, ele sentiu como se alguém finalmente tivesse gostado dele depois de tantos anos. Que posição eu deveria tomar com ele? Ser sua amante, ou ser sua mãe, amiga? Eram muitas perguntas. Com o tempo, talvez se esclareça. Ambos jantamos com gosto, era lindo vê-lo tão feliz. A janta que fiz foi bem espontânea: uma porção pequena de espaguete com carne e purê de batata. Eu tinha o costume de acompanhar minhas refeições com um pouco de vinho doce. — Nunca tinha tido uma comida tão elegante, é estranho pra mim, especialmente o vinho. Embora seja doce, o nível de álcool é forte pra mim. — Você não sabe controlar o álcool? Não se preocupa, posso te levar pra casa de novo. E pelo visto ele não controlava, acabou dormindo no meio do caminho. Paramos pra ele baixar um pouco o nível do álcool. — Obrigado.. Por quê? — Por me deixar ver seu lado sensível, pela janta, por me ouvir... Queria te conhecer mais, Camí. Talvez você ache que por ter 24 anos eu não seja maduro, mas é o contrário. Senti que hoje, pela primeira vez, alguém gostou de mim.. — Bem, gosto que você seja direto e seguro. Mas ainda não sei o que vai acontecer com meu marido, ainda tenho que descobrir mais coisas. Mas pode ter certeza que agora vamos nos conhecer mais e espero poder sair com você de novo. Chegamos na casa dele, nos despedimos e ambos tínhamos uma sensação estranha. Mas, mesmo que eu quisesse continuar com ele, ainda há muito caminho pra nós dois..... 23:27, cheguei em casa e estacionei o carro do lado de fora da garagem. Notei que Tinha duas vizinhas da frente lá fora, deviam ter visto quando saí com o Antuan. Uma delas chegou perto do portão que divide o quintal da rua:
— Espero que seu marido não se importe de você meter um gurizinho dentro de casa.
— A senhora tá me ameaçando? E não devia se meter nos meus assuntos, melhor ir limpar ou fazer algo útil.
— Tsc, metida. Mas, mocinha, seu casamento tá mais destruído que as casas abandonadas lá no fundo, só que você não enxerga.
— Destruído? Quer dizer que eu realmente não importava. O sangue ferveu de raiva, porque as fofoqueiras sabiam de algo e eu tinha que arrancar essa informação delas. Eu era só um brinquedo...

💟 Bom, até aqui a primeira parte, galera. Espero que vocês tenham gostado muito. Comentem e deem muitos pontos pra eu conseguir alcançar mais pessoas. Amo vocês e comentem o que acharam ❤️‍🩹 (Direitos de imagem e texto reservados a mim).

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