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Compêndio III- Vamos, Aisha! – perguntei, enquanto chupava seus peitos. – Você pode me contar o que rolou entre você e a Calliope?
Mas Aisha tava envergonhada. Não tava a fim de dividir aquele segredo vergonhoso comigo. Mesmo assim, não conseguia resistir aos meus olhos… meu pau dentro dela… e minhas chupadas insidiosas…
— Marco! — Aisha respirou ofegante, com a voz trêmula de tesão e nervosismo. — É… complicado.Mas no final de janeiro deste ano, essa dona de casa modesta e exótica nem imaginava que ia trair o marido pela primeira vez…
Muito menos que teria um caso incestuoso com a filha mais velha.
Nossos olhos se encontraram enquanto eu chupava o mamilo dela com gosto. Me afastei e procurei seu olhar.
— Aisha, preciso saber! — exigi sério.
As palavras começaram a escapar numa confissão vergonhosa, e ela se sentiu mais leve ao revelar o segredo…
Mas antes de compartilhar com você, caro leitor, preciso dar o contexto da vida de casada dela antes de me conhecer…
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Aisha é de Mobile, Alabama, onde conheceu David bem novinha. Naquela época, David era um cara habilidoso na casa dos vinte que tinha acabado de ser promovido a imediato num navio cargueiro. O relacionamento deles andou rápido, mas considerando que hoje Aisha tá prestes a fazer 36 e a Calliope falta pouco pra completar 21, vocês vão entender que a família de Aisha não recebeu bem a notícia quando ela engravidou de repente. Mas apesar da rejeição, David cuidou de Aisha, de um jeito parecido com o que eu fiz com a Marisol.A vida juntos fez eles rodarem o mundo. Aisha morou nas Bahamas, na França e na Inglaterra antes de se estabelecer na Austrália quando a filha mais velha, Calliope, fez 12 anos, na mesma época em que David foi promovido a capitão de navio. Mas as exigências do trabalho de David desgastaram o casamento. Embora amasse a Aisha e a Calliope, a paixão dele pelo mar era maior, deixando ele fora de casa por meses seguidos. Aisha continuou sendo uma esposa dedicada, mas as separações longas foram pesando.
Durante as ausências do David, a relação entre a Aisha e a Calliope ficou mais forte. A filha começou a se ressentir do pai, não só pelas ausências constantes e prolongadas, mas também por considerá-lo um folgado quando estava em casa. Os longos períodos fizeram a Aisha desejar ainda mais a intimidade com o David. Foi durante um desses períodos que a Aisha engravidou da Sophie, esperando que outro filho os unisse mais. Mas, em vez disso, a relação piorou ainda mais, já que o David continuou com suas viagens longas.
Conforme Sophie crescia, Calliope frequentemente assumia um papel de cuidadora para a irmã mais nova, o que só aprofundava o ressentimento dela em relação ao David. Enquanto isso, Aisha se sentia cada vez mais isolada, desejando companhia e reconhecimento.Mas foi na véspera do ano novo de 2024, quando David estava trabalhando mais uma vez, que Calliope sugeriu à mãe que ela deveria conhecer outra pessoa.
Alguém que a fizesse sentir viva, querida e apreciada… E deu que, na última reunião de pais e responsáveis, ela conheceu alguém especial…
Um dos pais ficou bem impressionado que a amiga do filho dele, Lily, soubesse ler e quis parabenizar a mãe esforçada, o que a emocionou profundamente.E exatamente como Aisha tinha previsto, ele viu algo especial nela.
Nem preciso dizer que a pessoa que ele conheceu foi este que vos serve, o pai de Bastián…
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AISHA E CALLIOPE
Depois dos nossos primeiros encontros, algo mudou em Aisha. Ela percebeu que, dentro do relacionamento idílico de mulher casada, David a deixava insatisfeita na intimidade.
Inconscientemente, se pegou comparando nossas virilidades, ficando evidente numa ocasião em que ela preparou salsichões para o jantar e, em vez de prová-los, ficou contemplando eles em silêncio.
Só a Calíope percebeu essa mudança de atitude da mãe, então se ofereceu pra lavar a louça junto com ela. Foi nessa hora que ela falou de mim pela primeira vez. Pra surpresa dela, Calíope deu todo o apoio e confessou que também já tinha me conhecido, quando esbarrou comigo por acaso enquanto descia do quarto depois de chegar da faculdade.
Essa foi a primeira base da relação de cumplicidade que elas iam manter pelas costas do David.
Mesmo assim, as conversas constantes com as garotas e o fato de me ver dia após dia foram gerando mais ansiedade em Aisha. O sexo anal com David, que durante anos tinha sido seu consolo, já não era suficiente.
Enquanto o marido dela bombava ela sem parar, Aisha se pegou fantasiando sobre mim e do jeito que meus braços envolviam ela. Pior ainda foi que, antes que ela chegasse ao orgasmo, David já tinha gozado dentro dela, deixando ela com uma sensação insaciável entre as pernas. Foi assim que Aisha descobriu o prazer da masturbação.Com o passar dos dias, a necessidade de sexo vaginal ficou cada vez mais forte, a ponto de, depois de voltar da escola, Aisha se pegar se masturbando cada vez mais na cozinha, aproveitando que o marido dormia até o meio-dia. Nessa altura, a intimidade com David tinha acabado, se limitando a dar boquetes e masturbar ele, antes de sentir ele dentro dela e ele deixar ela insatisfeita.
Foi numa dessas oportunidades em que ela se viu sozinha, se satisfazendo, que a Calliope a surpreendeu. Aproveitando a banheira quente da academia de casa, ela entrou completamente pelada. Dizia que as vibrações e as bolhas dos jatos d'água fervendo faziam ela sentir ainda mais a própria necessidade.
Foi assim que Aisha começou a experimentar com uma das garrafas de água esquecidas da Calliope, usando como consolo.Conforme ia gozando, o corpo dela pedia mais. Ela continuou enfiando a garrafa mais fundo lá dentro, enquanto massageava e estimulava seus lindos peitos cor de chocolate. Sentia os mamilos tão duros que achava que podia quebrar diamantes.
Os quadris dela começaram a se mover no próprio ritmo, facilitando o deslizamento da garrafa entre os tecidos. A sensação era insuportável, mas ela precisava de mais. A cada estocada, a garrafa pressionava no ponto certo, com ondas de prazer percorrendo o corpo dela.
Com um grito de libertação, ela gozou de novo, o corpo tremendo enquanto o orgasmo a dominava. Conforme as sensações começavam a passar, ela abriu os olhos, o olhar turvo de prazer. Ainda sentia a garrafa lá dentro, mas já não dava o mesmo nível de satisfação.
De repente, ouviu o rangido da porta da academia. Estava meio aberta e, do outro lado, encontrou a filha Calliope, chocada.
Meio vestida, saiu atrás dela, que tinha se refugiado no quarto. Por sorte, a filha deu abrigo à mãe envergonhada e aproveitou para se confessar, porque Aisha temia que, se não fizesse isso, enlouqueceria.
O fato de Calliope não ser virgem e ter experimentado na faculdade trouxe alívio pra ela. Ela pôde confessar pra filha todos os sentimentos que eu causava nela. Mais uma vez, Aisha ficou surpresa com o quanto Calliope era compreensiva.E foi aí que Calliope confessou pra mãe que me achava gostoso. Que a primeira reação dela ao me ver foi pensar "Bom trabalho, mãe!" e que esse foi o primeiro momento em que ela considerou a possibilidade de me dividir com a filha.
Claro, a ideia chocou a filha. Mas a mãe, com mais experiência, contou que eu tenho um daqueles paus que fazem ela se molhar toda quando pensa em mim. Que faziam ela babar, sedenta pra chupar. E que, quando eu gozo dentro dela, explodo o mundo inteiro dela, algo que a vida jovem de Calliope provavelmente nunca tinha experimentado.
Mas foi então que Calliope ofereceu uma alternativa diferente: que, se ela precisasse de privacidade pra se masturbar, podia usar o quarto dela, já que Calliope passava o dia inteiro na faculdade...
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Que inclusive, não se importava de me ver fazendo isso de novo... - confessou Aisha, me olhando entre enternecida e envergonhada.
A sacanagem de pensar em Calliope vendo a mãe se masturbar me deixou duro até o teto e Aisha também tinha percebido.
E sem me dar tempo pra processar tudo, ela enfiou meu pau entre os peitos deliciosos dela.
Meus olhos foram pra trás, sentindo a pele quentinha dela me envolvendo, me enlouquecendo. Já tinha fantasiado com algo assim várias vezes, mas a realidade parecia melhor do que minha imaginação poderia esperar.
Aisha começou a apertar os peitos juntos, criando um canal celestial onde eu podia deslizar pra dentro e pra fora. Os bicos dela roçavam minha ereção a cada movimento, me dando arrepios por toda a espinha. Aisha me observava atentamente, com os olhos cheios de uma mistura de amor, luxúria e uma pitada de posse.
A visão de vê-la tão confiante e sedutora era uma droga pra mim. Dava pra sentir como eu endurecia de novo, com meu pau inchando entre os peitos dela.A gente se movia junto, numa dança silenciosa de paixão, com nossos corpos falando uma língua própria que só eles entendiam. O quarto tava cheio da essência de sexo e desejo, um cheiro que parecia inundar até o ar.
Conforme eu me aproximava do orgasmo, a Aisha chegou perto, com os lábios morenos abertos na expectativa. Sabia que ela ia me provar de novo, engolir cada gota da minha porra, saboreando minha própria essência.
Quando gozei, ela pegou tudo na boca, sem parar de me olhar. Engoliu meus sucos com sede, com o gosto salgado e grosso da minha semente banhando a língua dela.
Era como se ela declarasse seu amor e vício por mim, uma promessa silenciosa de que ela nunca teria o suficiente.
Nossos olhos se encontraram, enquanto ela limpava minha ereção com vontade. Mas pela hora e pelo sorriso dela, tava claro que não tinha sido suficiente…
E que ela me esperava ansiosa e gostosa no chuveiro…Próximo post

2 comentários - PDB 48 Aisha… (2)
EXCELENTE !!!