Outra experiência. Um tempo atrás, dei uma força para um casal de amigos que tinha uma distribuidora de vinhos. Eles estavam com o filho com um problema de saúde sério e me pediram se eu podia fazer as entregas por eles. Aceitei. Nos dois primeiros dias, saí com ela, que me levou aos clientes para que me conhecessem, já que o pagamento era contra entrega e eu também teria que cobrar. Então fomos passando de armazém em armazém, me apresentando, explicando a situação. E em um deles conheci a Beatriz: madura, baixinha, quase gordinha, loira, muito faceira, uns 50 ou 55 anos, de óculos com correntinha, maquiada e muito simpática.
— Boa, Bea! — disse Daniela, minha amiga.
— Oi, Dani! Como vocês estão?
— Bem! Aqui trouxe o moço que você pediu pra gente não fazer força, hahahaha!
— Oi! Muito prazer, sou Beatriz… — e ela saiu de trás do balcão, tirando os óculos, toda simpática.
— Oi, como vai? Vim organizar isso aqui porque tá um caos — falei eu, meio de brincadeira, e todo mundo soltou uma gargalhada.
Depois que saímos de lá, a Dani me disse:
— Por favor, se comporta, o marido é um amor… não quero perder clientes…
— Ahhh, se ela me mostrar os dentes, eu desmonto essa safada… hahahaha!
— Marcooos! Hahahaha!
E assim foi. Alguns dias depois… na primeira vez que fui sozinho, ela estava de jeans que ficavam muito bem nela, um tênis de couro da Reebok Prince, acho que é esse o nome, e uma blusa. Quando ela vai pagar em dinheiro, fecha o portão do armazém com chave. Ela já tinha começado a mexer com a minha cabeça, mas como não sou muito confiante, segurei a onda.
Na segunda vez que fui, estava mais decidido a jogar um elogio, mas ela me ganhou. Tinha uma cliente que parecia ser meio amiga dela, e juntas elas são dinamite.
— Oi! Bom dia, minha linda Bea…
— Oi, Marquitos, como você está?
— Silvia, vou te apresentar meu amante, hahahaha!
— Oi, Marcos, hahaha, muito prazer. Que mulher atrevida essa, hein?
E eu, nem lento nem preguiçoso, pensei: "Pronto! É a forma de criar intimidade…"
— Hahaha, não, não, Silvia, eu estou apaixonado, mas ela é… casada e não podemos oficializar, então mantemos nosso lance assim, e não vou mentir... ela é tão linda que tenho medo de um dia aparecer um cara bem sarado e musculoso e ela não me querer mais hahahahaha -Ô Marcos, compra um óculos!!! Hahahaha -Pô Silvia, e você ainda é minha amiga… hahahah vai, vai que vou fechar pra te pagar e não tenho grana hahahah… - E sem grana como vai pagar a Beatriz, sempre a mesma jogada… hahahahah -Opa!!!! Hahahaha falei eu. E assim, entre risadas, a Silvia foi embora e ela trancou, depois que me pagou eu a cumprimentei pra me despedir já segurando ela pela cintura como pra colar o corpo no dela e ela, com as duas mãos nos meus ombros, ficou na ponta dos pés e encostou os peitos no meu peito… -Até mais, Bea… e hmmm… cada vez que te vejo você tá mais linda, mas hoje você exagerou… -Hahahaha awwww, meu gostosão… Que doce, olha, você me fez ficar corada, ela disse enquanto se abanava com o bloco de notas… caramba, tô ficando velha e boba agora… hahahaha. E assim eu fui… Na semana, chega a mensagem com o pedido, ao que respondo: “Oi, boa tarde, Beatriz!! Perfeito, tudo anotado, terça levo pra você. Abraços” Ao que ela manda na hora: “Como Beatriz?? Anteontem éramos amantes e agora me chama de Beatriz?” Como arrumo essa, pensei… “Hahahha nãoooo!!! Minha rainha, e se seu marido descobrir e nosso lance tiver que acabar, o que eu faria?? Não conseguiria viver sem você” “Que letra você tem, safado hahahaha, mas te perdôo. Mas relaxa, meu marido não mexe no meu celular” “Tem certeza?” “Sim” “Então não te chamo de Bea? Te chamo de meu amor?” “Sim” “E me conta, o que a Silvia te disse?” “Ahhhh hahahahaha vou te mandar uma print” E ela mandou um trecho da conversa com ela, mas só pude ver uma vez, e dizia: “Sério que tá comendo ele, Bea? O cara é muito gato, mas se cuida, que o Raúl não descubra, por favor” “Hahahahaha bom, amor, vamos ter que fazer isso mais convincente” Depois que mandei isso, meio que pensei se não tinha exagerado, mas a resposta me surpreendeu... "Hahaha, bem, amor, devo admitir que não mexem no meu celular, mas se eu me enrolar na desculpa para escapar, não tenho filhos, não vou ao médico, não saio muito daqui, isso aqui é uma prisão" "Calma, Bea, não quis te pressionar de verdade, achei que estávamos brincando" "Ahhh e eu pensei que você tinha gostado de verdade" "Sim, gostosa, você está divina, mas não vou te arriscar a um problema" A conversa continuou e já éramos amantes telefônicos... Eu disse que se tivesse a oportunidade algum dia ia fazer de tudo com ela e ela ficou louca da vida, no dia que fui entregar o pedido fui decidido a tudo, quando desci carreguei as caixas no carro, peguei o livro de notas fiscais e entrei, ao chegar no balcão ela disse -Oi, amor, toda amorosa -Oi, minha rainha, olhei para todos os lados para ver se não tinha ninguém e comi sua boca... ela respirou fundo e me pegou pela nuca... Ela estava muito linda de vestido comprido e sandálias, acariciei seus seios, suas nádegas e ela acariciava minhas costas, minhas nádegas, meu queixo, eu não tirava minha boca da dela... ela me parou com as duas mãos no meu peito... -Para... me dá um segundo, aff... Ela estava toda corada, pegou o cheque da caixa e colocou no meu livro de notas fiscais e ajeitou a roupa para ir trancar a porta, eu enquanto ela fazia isso rasguei a nota para deixar a fatura pronta, quando ela voltou colocou no monitor a câmera da entrada e logo começou a me beijar freneticamente de novo... -Bea, vou fazer amor com você... eu disse para deixar mais romântico e ela não dizer que não... -Sim, e suspirou de tesão... Tirei minha calça e ela já estava duríssima, ela mordeu os lábios... levantei seu vestido até a cintura, sentei na cadeira, separei suas pernas e puxei sua calcinha para o lado, foi uma loucura ver aquele pelo púbico loiro como sua cabeleira, fiz uns carinhos com os dedos e a penetrei... começamos a transar... nos beijando desenfreadamente, eu a tinha apertada contra mim, o balcão não deixava ver nada, para sua idade sua pele era perfeita, desci as alças do Tirei o vestido e levantei o sutiã dela. Os peitos eram de mamilos pequenos e estavam arrepiados. Apertei ela contra mim e numa investida brutal deixei tudo dentro dela, enquanto ela abraçada no meu pescoço dizia sim, sim... Continuei beijando e tocando, ainda estava dentro dela. Ela se esticou e pegou uma flanela que estava embaixo do balcão para colocar entre nós quando se levantasse. Colocou o sutiã, ajeitou o vestido nos ombros, posicionou a flanela na vagina, mas não tirava os lábios dos meus. Levantou-se com cuidado sem desviar os olhares. Saí dela e continuei com minha ereção.
- Eu deveria ter tirado a calcinha?
- Desculpa
- Hahahaha com isso??? Perdoado, gostosa
Ela se virou, o vestido ainda estava levantado nos quadris. Vi aquele bumbum lindo e me levantei, perguntei:
- Espere, pra onde vai?
E ela com uma risada surpresa disse:
- Vou me arrumar
- Não, meu amor... Talvez seja a última chance que eu tenha... Não vou perder...
Coloquei a cadeira na frente com o encosto ao contrário, fiz ela subir de joelhos e apoiar os braços no balcão, e enfiei de novo. Dessa vez não ia fazer amor, ia foder ela... Comecei e enquanto dava meu dedão molhado de saliva, ia enfiando devagar no cu dela. Ela só suspirava e gemida, e de vez em quando dava pra ver ela apertando a flanela e a calcinha com a mão direita. Eu ia preparando tudo, queria meter na bunda, mas justo aparece a caminhonete do Raúl no monitor, o marido dela...
- Ai não, justo agora - ela disse
Eu saí dela rapidamente, ao que ela falou:
- Calma... Ele demora um pouquinho, tem que entrar em casa... Vai, termina
- Tem certeza???
- Sim, vai...
Já estava meio mole por causa dos nervos, mas ela pegou e começou a me masturbar rapidinho, enquanto eu observava o Raúl que seguia sua rotina com muita tranquilidade. Quando comecei a sentir que ia gozar, olhei pra ela e ela perguntou:
- Vai gozar?
- Siiiiiii
Ela se ajoelhou na cadeira e com a mão direita entre as pernas colocou de novo, eu... Empurrei e quando entrei, meti como um animal, enquanto eu gozava ela acariciava minhas bolas e me dizia: "Vai, não deixa nada pra fora..." Saí dela, passei a toalha rápido e depois ela limpou o que caiu no chão, na cadeira e arrumou toda a roupa, jogou a calcinha e a toalha numa caixa que tinha embaixo do balcão, e me olhou nos olhos: "Que buceta gostosa..." "Quase te fiz o cu..." "Quase... Mas por enquanto continua intacta, nenê..." "É zero km?" "Sim." "Sempre dizem a mesma coisa..." "Dessa vez é sério..." Arrumamos tudo e aí ela foi destrancar a porta quando se apoiou de novo no balcão, pegou minha mão e disse que adorou. Eu disse que eu também e que ela era uma mulher linda, quando vimos o Raul chegando eu peguei o carro, a caderneta e o cheque e fiz que já estava saindo... Na porta cumprimentamos o Raul, ela deu um beijo nele e eu me despedi e fui embora olhando aquele lindo rabo sem calcinha que aquele vestido fazia na Beatriz. Depois mandei mensagem pra perguntar se estava tudo bem e ela disse que sim, que eu ficasse tranquilo e que juntasse energias pra semana que vinha...
— Boa, Bea! — disse Daniela, minha amiga.
— Oi, Dani! Como vocês estão?
— Bem! Aqui trouxe o moço que você pediu pra gente não fazer força, hahahaha!
— Oi! Muito prazer, sou Beatriz… — e ela saiu de trás do balcão, tirando os óculos, toda simpática.
— Oi, como vai? Vim organizar isso aqui porque tá um caos — falei eu, meio de brincadeira, e todo mundo soltou uma gargalhada.
Depois que saímos de lá, a Dani me disse:
— Por favor, se comporta, o marido é um amor… não quero perder clientes…
— Ahhh, se ela me mostrar os dentes, eu desmonto essa safada… hahahaha!
— Marcooos! Hahahaha!
E assim foi. Alguns dias depois… na primeira vez que fui sozinho, ela estava de jeans que ficavam muito bem nela, um tênis de couro da Reebok Prince, acho que é esse o nome, e uma blusa. Quando ela vai pagar em dinheiro, fecha o portão do armazém com chave. Ela já tinha começado a mexer com a minha cabeça, mas como não sou muito confiante, segurei a onda.
Na segunda vez que fui, estava mais decidido a jogar um elogio, mas ela me ganhou. Tinha uma cliente que parecia ser meio amiga dela, e juntas elas são dinamite.
— Oi! Bom dia, minha linda Bea…
— Oi, Marquitos, como você está?
— Silvia, vou te apresentar meu amante, hahahaha!
— Oi, Marcos, hahaha, muito prazer. Que mulher atrevida essa, hein?
E eu, nem lento nem preguiçoso, pensei: "Pronto! É a forma de criar intimidade…"
— Hahaha, não, não, Silvia, eu estou apaixonado, mas ela é… casada e não podemos oficializar, então mantemos nosso lance assim, e não vou mentir... ela é tão linda que tenho medo de um dia aparecer um cara bem sarado e musculoso e ela não me querer mais hahahahaha -Ô Marcos, compra um óculos!!! Hahahaha -Pô Silvia, e você ainda é minha amiga… hahahah vai, vai que vou fechar pra te pagar e não tenho grana hahahah… - E sem grana como vai pagar a Beatriz, sempre a mesma jogada… hahahahah -Opa!!!! Hahahaha falei eu. E assim, entre risadas, a Silvia foi embora e ela trancou, depois que me pagou eu a cumprimentei pra me despedir já segurando ela pela cintura como pra colar o corpo no dela e ela, com as duas mãos nos meus ombros, ficou na ponta dos pés e encostou os peitos no meu peito… -Até mais, Bea… e hmmm… cada vez que te vejo você tá mais linda, mas hoje você exagerou… -Hahahaha awwww, meu gostosão… Que doce, olha, você me fez ficar corada, ela disse enquanto se abanava com o bloco de notas… caramba, tô ficando velha e boba agora… hahahaha. E assim eu fui… Na semana, chega a mensagem com o pedido, ao que respondo: “Oi, boa tarde, Beatriz!! Perfeito, tudo anotado, terça levo pra você. Abraços” Ao que ela manda na hora: “Como Beatriz?? Anteontem éramos amantes e agora me chama de Beatriz?” Como arrumo essa, pensei… “Hahahha nãoooo!!! Minha rainha, e se seu marido descobrir e nosso lance tiver que acabar, o que eu faria?? Não conseguiria viver sem você” “Que letra você tem, safado hahahaha, mas te perdôo. Mas relaxa, meu marido não mexe no meu celular” “Tem certeza?” “Sim” “Então não te chamo de Bea? Te chamo de meu amor?” “Sim” “E me conta, o que a Silvia te disse?” “Ahhhh hahahahaha vou te mandar uma print” E ela mandou um trecho da conversa com ela, mas só pude ver uma vez, e dizia: “Sério que tá comendo ele, Bea? O cara é muito gato, mas se cuida, que o Raúl não descubra, por favor” “Hahahahaha bom, amor, vamos ter que fazer isso mais convincente” Depois que mandei isso, meio que pensei se não tinha exagerado, mas a resposta me surpreendeu... "Hahaha, bem, amor, devo admitir que não mexem no meu celular, mas se eu me enrolar na desculpa para escapar, não tenho filhos, não vou ao médico, não saio muito daqui, isso aqui é uma prisão" "Calma, Bea, não quis te pressionar de verdade, achei que estávamos brincando" "Ahhh e eu pensei que você tinha gostado de verdade" "Sim, gostosa, você está divina, mas não vou te arriscar a um problema" A conversa continuou e já éramos amantes telefônicos... Eu disse que se tivesse a oportunidade algum dia ia fazer de tudo com ela e ela ficou louca da vida, no dia que fui entregar o pedido fui decidido a tudo, quando desci carreguei as caixas no carro, peguei o livro de notas fiscais e entrei, ao chegar no balcão ela disse -Oi, amor, toda amorosa -Oi, minha rainha, olhei para todos os lados para ver se não tinha ninguém e comi sua boca... ela respirou fundo e me pegou pela nuca... Ela estava muito linda de vestido comprido e sandálias, acariciei seus seios, suas nádegas e ela acariciava minhas costas, minhas nádegas, meu queixo, eu não tirava minha boca da dela... ela me parou com as duas mãos no meu peito... -Para... me dá um segundo, aff... Ela estava toda corada, pegou o cheque da caixa e colocou no meu livro de notas fiscais e ajeitou a roupa para ir trancar a porta, eu enquanto ela fazia isso rasguei a nota para deixar a fatura pronta, quando ela voltou colocou no monitor a câmera da entrada e logo começou a me beijar freneticamente de novo... -Bea, vou fazer amor com você... eu disse para deixar mais romântico e ela não dizer que não... -Sim, e suspirou de tesão... Tirei minha calça e ela já estava duríssima, ela mordeu os lábios... levantei seu vestido até a cintura, sentei na cadeira, separei suas pernas e puxei sua calcinha para o lado, foi uma loucura ver aquele pelo púbico loiro como sua cabeleira, fiz uns carinhos com os dedos e a penetrei... começamos a transar... nos beijando desenfreadamente, eu a tinha apertada contra mim, o balcão não deixava ver nada, para sua idade sua pele era perfeita, desci as alças do Tirei o vestido e levantei o sutiã dela. Os peitos eram de mamilos pequenos e estavam arrepiados. Apertei ela contra mim e numa investida brutal deixei tudo dentro dela, enquanto ela abraçada no meu pescoço dizia sim, sim... Continuei beijando e tocando, ainda estava dentro dela. Ela se esticou e pegou uma flanela que estava embaixo do balcão para colocar entre nós quando se levantasse. Colocou o sutiã, ajeitou o vestido nos ombros, posicionou a flanela na vagina, mas não tirava os lábios dos meus. Levantou-se com cuidado sem desviar os olhares. Saí dela e continuei com minha ereção.
- Eu deveria ter tirado a calcinha?
- Desculpa
- Hahahaha com isso??? Perdoado, gostosa
Ela se virou, o vestido ainda estava levantado nos quadris. Vi aquele bumbum lindo e me levantei, perguntei:
- Espere, pra onde vai?
E ela com uma risada surpresa disse:
- Vou me arrumar
- Não, meu amor... Talvez seja a última chance que eu tenha... Não vou perder...
Coloquei a cadeira na frente com o encosto ao contrário, fiz ela subir de joelhos e apoiar os braços no balcão, e enfiei de novo. Dessa vez não ia fazer amor, ia foder ela... Comecei e enquanto dava meu dedão molhado de saliva, ia enfiando devagar no cu dela. Ela só suspirava e gemida, e de vez em quando dava pra ver ela apertando a flanela e a calcinha com a mão direita. Eu ia preparando tudo, queria meter na bunda, mas justo aparece a caminhonete do Raúl no monitor, o marido dela...
- Ai não, justo agora - ela disse
Eu saí dela rapidamente, ao que ela falou:
- Calma... Ele demora um pouquinho, tem que entrar em casa... Vai, termina
- Tem certeza???
- Sim, vai...
Já estava meio mole por causa dos nervos, mas ela pegou e começou a me masturbar rapidinho, enquanto eu observava o Raúl que seguia sua rotina com muita tranquilidade. Quando comecei a sentir que ia gozar, olhei pra ela e ela perguntou:
- Vai gozar?
- Siiiiiii
Ela se ajoelhou na cadeira e com a mão direita entre as pernas colocou de novo, eu... Empurrei e quando entrei, meti como um animal, enquanto eu gozava ela acariciava minhas bolas e me dizia: "Vai, não deixa nada pra fora..." Saí dela, passei a toalha rápido e depois ela limpou o que caiu no chão, na cadeira e arrumou toda a roupa, jogou a calcinha e a toalha numa caixa que tinha embaixo do balcão, e me olhou nos olhos: "Que buceta gostosa..." "Quase te fiz o cu..." "Quase... Mas por enquanto continua intacta, nenê..." "É zero km?" "Sim." "Sempre dizem a mesma coisa..." "Dessa vez é sério..." Arrumamos tudo e aí ela foi destrancar a porta quando se apoiou de novo no balcão, pegou minha mão e disse que adorou. Eu disse que eu também e que ela era uma mulher linda, quando vimos o Raul chegando eu peguei o carro, a caderneta e o cheque e fiz que já estava saindo... Na porta cumprimentamos o Raul, ela deu um beijo nele e eu me despedi e fui embora olhando aquele lindo rabo sem calcinha que aquele vestido fazia na Beatriz. Depois mandei mensagem pra perguntar se estava tudo bem e ela disse que sim, que eu ficasse tranquilo e que juntasse energias pra semana que vinha...
4 comentários - Bea! A gostosa do depósito