Olá, vou tentar ser breve, mas vou dar o máximo de detalhes que puder. Essa história aconteceu uns 5 anos atrás, quando eu tinha 31 anos. Sou professor de um colégio particular no Norte do México, dou aula de inglês no ensino médio. Tenho 1,88m de altura, sou magro e bem atlético, mantenho a forma por causa da minha formação militar, já que servi nos Estados Unidos quando tinha 18 anos, porque minha família e eu temos documentos. Enfim, terminei o serviço e vim morar com a família no México. Acontece que na escola onde dou aula, eu tinha uma aluna, Andrea. Faltavam 4 anos pra ela fazer 20 (se é que me entendem), pele branca, magrinha, olhos azuis lindos e cabelo castanho. Ela tinha uma bunda bem empinada e redondinha, sabe, não era um rabão largo, mas bem empinada, que desde que ela tava no ensino fundamental, a saia já ficava espetacular nela. Tinha uns peitos médios, não grandes, mas bem formadinhos, 1,55m de altura, o corpo de uma gostosa bem feita. O caso é que essa mina era muito inteligente, mas, por algum motivo, inglês não era o forte dela, ela sofria pra caralho. Já estávamos no final do ano letivo e, em todas as matérias, ela tinha 9 ou 10, menos na minha. Comigo, ela tava com 7, o que era um problema pro bom desempenho dela, mas eu não era igual aos outros professores que passavam ela por ser educada e muito boa aluna. Comigo, ela se fodia.
O interessante começou quando, numa segunda-feira, no final da minha aula, que era a última do dia, ela esperou todos os meus alunos saírem e me abordou:
Andrea: Professor, posso falar um minuto com o senhor?
Eu: Claro, Andy, pode falar?
Andrea: Professor, preciso que o senhor me ajude. Como o senhor vê, não sou muito boa na sua matéria e gostaria muito de melhorar minha nota.
Eu: Excelente, então estude bastante pras provas finais e, se o projeto que eu passei estiver bem feito, aí você pode conseguir um 8 na sua nota.
Andrea: É que eu não posso tirar um 8, meus pais vão me encher o saco. Eles são…
Eu: Sinto muito, é o que posso fazer por você, então dá o teu melhor.
Andrea: Professor, talvez tenha outro jeito…
Eu: Comigo não, só estudando… Saí da sala e deixei ela parada lá. Claro que, quando cheguei em casa, fiquei fantasiando com isso, alimentado por um bom pornô do tema hahaha. No dia seguinte, pensei que ela ia aceitar minha recusa, mas minha surpresa foi quando, de novo, no fim da minha aula com a turma dela, ela ficou.
Eu: Senhorita Andrea, já te falei que não tem outro jeito além de estudar. Talvez no ano que vem você se esforce mais e tire uma nota melhor, mas esse ano não… Comecei a juntar minhas coisas pra ir embora.
Andrea: É que deve ter algum outro jeito pra isso, professor. Posso trazer algo ou ajudar com alguma coisa, deve ter algo que o senhor queira…
Eu: Não trabalho assim, Andrea.
Andrea: Professor, não tem nada que o senhor queira? Tô disposta a fazer o que for.
Essa frase acionou o chip dentro de mim, tanto que larguei minhas coisas de novo na mesa. Um monte de ideias passou pela minha cabeça…
Eu: O que for?
Andrea: Sim, professor… o que for.
Ela sabia que tinha acertado em cheio. Pensei por um momento em como tudo isso poderia dar errado, no que aconteceria se descobrissem, mas já tava muito excitado. Já tinha batido uma pensando nela e há muito tempo fantasiava com aquele rabo. A tesão me fez pensar. Sabia que tinha tempo: a sala era limpa uma hora e meia ou duas depois, já que estávamos no terceiro andar e limpavam quase no fim, e ela era do time de vôlei, então os pais buscavam ela mais tarde. Caminhei até a porta e tranquei. Fui pra frente, coloquei minha cadeira no meio e sentei.
Eu: O que quiser?
Andrea: Sim, professor — ela disse com um pouco de dúvida.
Eu: Levanta a saia.
Ela ficou parada por um momento, hesitou, mas fez. Mostrou as pernas e deixou eu ver um pouquinho da calcinha dela.
Eu: Tudo.
Ela hesitou, mas fez. Deixou eu ver uma calcinha preta pequenina, de renda, bem gostosa. Eu peguei meu celular. e tirei uma foto dela, ela baixou a saia na hora. Ela: Professor, não faz isso. Eu: Vira e levanta a saia de novo. Ela: Mas o senhor não vai tirar outra foto, né? Eu: Já vira e levanta a saia de novo. Ela virou e levantou a saia, e qual não foi minha surpresa que a putinha tava de fio dental, por isso a calcinha parecia minúscula de frente, aquele fio dental de renda ficava perfeito entre as bundinhas dela, branquinhas e empinadas, ela não tinha a bunda larga, mas era bem empinadinha. Tirei outra foto, ela abaixou a saia preta de novo. Ela: Professor, não... Eu: Preciso ter uma lembrancinha, né? Ela: Bom, já fiz o que o senhor queria, por favor não conta pra ninguém, vai me passar, né? Eu: Isso não é suficiente — falei rindo — Cê acha que isso basta pro seu passe? Não, vem cá. Ela: Mas o que mais o senhor quer... Eu: Vem cá. Ela hesitou, mas acabou vindo. Parou na minha frente e percebeu o volume que eu já tinha na calça, mas não falou nada. Eu: Vira e levanta a saia de novo, quero ver você mais de perto. Ela me encarou e ficou calada, mas fez o que eu pedi. De perto, a bundinha dela parecia mais gostosa ainda, e eu já tava durasso, então desabotoei a calça, tirei o pau pra fora e comecei a bater uma. Como eu ainda não tinha dado instrução, ela virou pra ver o que eu tava fazendo e me viu batendo uma com a bunda dela na minha frente. Ela se assustou, arregalou os olhos e abaixou a saia na hora, se afastando um pouco de mim. Ela: O que o senhor tá fazendo? Guarda essa coisa, isso não é certo. Eu — Ela não tirava os olhos do meu pau, de 6 de grossura e 20 de comprimento. Eu: Quer passar, não quer? E você veio pedir ajuda, então, vem cá — Olhei sério pra ela e ela entendeu que não tinha saída, então se aproximou de frente. Peguei ela pela cintura e meti a mão por baixo da saia dela. Ela fez cara de desconforto, mas ignorei. Já tava passando a mão na bucetinha dela por cima da calcinha, ela não desviava o olhar do meu pau, tava hipnotizada e preocupada. Eu não tava batendo uma de novo. Tirei a mão debaixo da saia dela e lambi meus dedos, e mais uma vez enfiei os dedos debaixo da saia dela, mas dessa vez deslizei por cima da calcinha, já tocando a bucetinha dela, que tinha muito pouquinho pelo. Ela segurou meu braço pra me impedir de tocar mais, mas foi inútil. Mesmo com meus dedos já acariciando a vagina dela, entrando e saindo, ela continuava fazendo pressão no meu braço, não conseguia competir com minha força… Eu: — Desabotoa a blusa. Ela balançou a cabeça dizendo que não, de olhos fechados. — Desabotoa. Ela não se mexeu, mas depois começou a fazer, desabotoou e eu puxei pra tirar. Ficaram os peitos dela, pequenos mas bem redondinhos, só com o sutiã, que eu desabotoei e deixei eles no ar. Ela fechou os olhos e se tapou com as mãos na hora, mas eu tirei as mãos, deixando ver uns pezinhos pequenos e rosados, com uns peitos brancos, a pele mais linda que já tinha visto, redondinhos mas pequenos, do tamanho certo da minha boca, o que eu não desperdicei. Na hora, os peitos dela já estavam sendo lambidos pela minha língua. Ela fechou os olhos e tentou me empurrar, mas não conseguiu, minha luxúria era maior. Eu lambia os bicos e os peitos todos, colocava eles na minha boca. Ela começou a ofegar, ainda fazendo pressão pra me tirar, mas foi cedendo aos poucos. Desabotoei a saia dela, lutando um pouco porque ela colocava a mão pra impedir, mas logo consegui e deixei cair. Ela tapou a periquita com as mãos. Olhei pra ela e tava uma delícia. Logo senti que era hora. Eu: — Fica de joelhos. Ela negou com a cabeça, ainda de olhos fechados. Ela: — O que você vai fazer comigo? Eu: — Fica de joelhos. Ela ficou de joelhos sem abrir os olhos, acho que no fundo sabia que não tinha outra opção porque tava mais obediente. Eu me levantei e fiquei na frente dela. Tava uma delícia ali de joelhos com a bunda na calcinha fio dental, era um sonho e eu não podia deixar escapar. Ela: — Agora o que você quer? — disse depois de alguns segundos, aos poucos abriu os olhos e se Mostrei meu pau na frente dela, ela arregalou os olhos e ficou hipnotizada, com um pouco de medo, isso me excitou ainda mais.
Eu: Abre a boca – ela ia reclamar
Mas eu ordenei de novo – Abre a boca – Ela cedeu e abriu, logo enfiei a cabeça da minha pica dentro da boca dela, foi difícil porque ela não tinha aberto muito a boca, mas ela não teve escolha depois de sentir o tamanho do meu pau nela. Depois comecei com um vai e vem, ela me olhava com muita surpresa, com um pouco de medo e nojo, eu continuei com meu vai e vem, a verdade é que a boquinha dela era uma delícia e a língua dela era maravilhosa. Depois de meio minuto ela começou a mexer, não sei se começou a gostar ou aceitar, mas logo ela movia a língua no ritmo das minhas estocadas. Tirei meu pau e ela continuou lambendo com a língua, fechou os olhos e com cara de desconforto continuou, mas de repente fazia caras de satisfação. Peguei meu celular sem ela perceber e tirei umas fotos, ela não notou, guardei na hora e eu já estava bem tarado, tinha que seguir para o próximo passo. Tirei o pau da boca dela, ela abriu os olhos e me olhou com cara de medo, ela sabia o que vinha. Carreguei ela e coloquei em cima da mesa, deitei ela e abri as pernas dela, ela fechou na hora, eu abri de novo…
Ela: Mestre, não, eu nunca fiz isso, por favor…
– Tarde demais, puxei a calcinha dela na hora, cheirei, claro, cheirava a glória, uma glória que eu logo provaria. Abri bem as pernas dela, ela tentou fechar e olha que ela tinha força, mesmo sendo magra, tinha força nas pernas, o vôlei tinha dado resultado, mas mesmo assim não conseguiu. Logo estava na frente dela, olhei bem, a buceta dela rosadinha e pequena, com os lábios bem fechadinhos e lisos, com poucos pelinhos claros. Me aproximei e logo minha língua já estava nos lábios dela e entrando neles, procurando o clitóris dela. Ela me empurrou com as mãos mas não conseguiu, dobrou as pernas para encaixar nos meus ombros para me empurrar (grave erro), isso me deu mais acesso e encontrei o ponto exato onde enfiei a língua e ela soltou um gemido que me deixou mais duro, as pernas dela amoleceram, eu empurrei com meus braços e continuei chupando onde ela gemeu, ela já se contorcia e gemia, tapou a boca pra não fazer barulho, as mãos dela que empurravam minha cabeça passaram a revirar meu cabelo, eu enfiava a língua por toda parte e sugava todos os lábios dela, não sei se era pela putaria que eu tava, pela mina que eu tava prestes a comer ou porque realmente tinha um gosto do céu, tinha um sabor delicioso, nunca tinha provado nada igual… Andrea: Maaaestro jaaa porrr favooor, isso não tá ceeeeerto, eu, eu nunca…- o gemido dela interrompeu, ela tremeu e eu senti um jatinho leve de um líquido que tinha gosto de glória, se eu tinha dado um micro orgasmo naquela putinha que se fazia de difícil primeiro, já era hora, já era justo, mas, como seria primeiro, do jeito que eu tinha ela aberta de pernas ou empinada em cima da mesa, não tive tempo de pensar, meus instintos venceram, me levantei e abri mais as pernas dela, me coloquei no meio, o próximo movimento foi como em câmera lenta, ela me olhou com uma cara de medo e ficou paralisada, e eu olhei pra ela ali por um momento, hesitei, mas vi ela ali de pernas abertas, magrinha, com uma cinturinha, os peitos pequenos mas bem formados, a bucetinha dela pequena e delicada, as pernas brancas como o corpo todo, a cara linda e perfeita, um calor tomou conta de mim e senti meu pau ficar duro como pedra e me mexi no automático, já tava a ponta do meu pau na entrada dos lábios dela roçando, parecia enorme lá fora e com um empurrão logo a ponta tava dentro, ela soltou um gemido misturado com surpresa e eu tapei a boca dela na hora mas ao me esticar empurrei mais e enfiei um bom pedaço dentro dela, meu plano pra ela não sentir muita dor não funcionou, ela soltou um grito de dor que foi abafado pela minha mão, o que por algum motivo me Sucesso! E como eu já estava lá dentro, comecei com um vai e vem ritmado. Era uma delícia estar ali dentro. Depois de um minuto enfiando e tirando o pau, ela começou a gemer e a respirar ofegante. No começo, ela me empurrava com as mãos, mas agora as pernas dela estavam enroscadas na minha cintura. A putinha gemia. Então me decidi e agora sim deixei o pau inteiro ir. De um empurrão, enfiei todos os 20 cm dentro. Ela soltou outro gritão que foi abafado pela minha mão. Uma lágrima escorreu, mas logo ela começou a gemer de novo e a apertar mais as pernas na minha cintura. Eu tava comendo ela gostosão pra caralho. Ela suava, gemia, e comecei a sentir a língua dela na palma da minha mão. A putinha já tava bem tarada. Não demorou pra ela começar a gozar. Enquanto gozava, soltava gemidos e virava os olhos. Peguei meu celular e comecei a gravar a foda que eu tava dando nela…
Eu: Olha a putinha que não queria. Já tá toda molhadinha, gostosa. Mas era pra isso que você veio, não é, putinha? Por isso que trouxe a sua tanga. Sabia que isso podia acontecer? – Ela já tava tão tarada que não disse pra eu não gravar, só balançou a cabeça confirmando as perguntas que eu fazia. – Minha putinha tá dando a bunda pra passar de ano…
Parei de gravar pra continuar aproveitando. Finalmente eu tinha o que queria. Ela tava gemendo e eu já sentia que ia gozar, então parei. Ela me puxou com as pernas, mas eu tirei. Baixei ela da mesa, virei ela de quatro, e ela apoiou os braços nela. Eu me ajoelhei.
Ela: O que você vai… – Ela se interrompeu quando minha cara se enfiou entre as bundinhas dela e comecei a chupar a bucetinha dela de novo. Ela começou a gemer e tapou a boca. As pernas dela tremiam. Ela começou a se esguichar de novo. Tudo tinha um gosto delicioso. Levantei e coloquei meu pau entre as nádegas dela. Ela estremeceu. Empurrei e entrei nela de novo, mas antes tampei a boca dela pra abafar o grito. Abaixei minha calça. Queria sentir as bundinhas dela contra minha pele. Era uma delícia. Entrava… e saí, empurrei tudo, já tava dentro dela por completo, e metia com tudo que tinha, ela se tremia e se molhava toda, às vezes me empurrava, outras pedia mais, de repente não aguentei mais e gozei tudo dentro, com a emoção nem tinha percebido que já tinha ela toda contra a mesa, ela tava ofegante e com o olhar meio perdido… Eu: Que bunda gostosa você tem, linda – Subi a calça e abotoei – Ela ainda não se mexia, fui até ela, me ajoelhei e beijei cada nádega, ela se arrepiou, levantei e dei um tapa – Agora se veste, Andrea, exceto isso, isso eu fico – Peguei a calcinha dela e guardei na minha maleta Ela se levantou meio sem jeito, não me olhava, só vestiu a saia, o sutiã e a blusa Andrea: Professor, pode me devolver minha calcinha? – Me olhou de relance Eu: Desculpa, linda, é lembrança Andrea: Professor, mas… – ficou calada, pegou as coisas e foi até a porta – Professor, não vai contar nada, por favor, eu nunca… Eu: Te vejo amanhã, Andrea, pra discutir sua nota, ainda tenho coisas pra revisar – Ela me olhou surpresa, fez cara de nojo e raiva e saiu na hora, eu desci, me certifiquei de que não tinha nenhum vestígio na sala, saí dali, resolvi meus assuntos na direção e fui pro meu carro, ao sair do estacionamento vi que ela tava saindo da escola pro carro da mãe, já tinha trocado de roupa, tava com roupa de esporte como se tivesse ido jogar vôlei, a putinha, vi ela de costas, pensei: aquela raba foi minha e ninguém tira de mim… e foi quando vi bem aquele shortinho de lycra que deixava a bunda ainda mais gostosa e foi quando pensei: aquela raba vai ser minha de novo… Obrigado por ler, se quiserem uma segunda parte comentem que eu posto *Essa história eu achei na internet, pode ser real ou não, pode ser minha ou não, deixo pra imaginação de vocês*
O interessante começou quando, numa segunda-feira, no final da minha aula, que era a última do dia, ela esperou todos os meus alunos saírem e me abordou:
Andrea: Professor, posso falar um minuto com o senhor?
Eu: Claro, Andy, pode falar?
Andrea: Professor, preciso que o senhor me ajude. Como o senhor vê, não sou muito boa na sua matéria e gostaria muito de melhorar minha nota.
Eu: Excelente, então estude bastante pras provas finais e, se o projeto que eu passei estiver bem feito, aí você pode conseguir um 8 na sua nota.
Andrea: É que eu não posso tirar um 8, meus pais vão me encher o saco. Eles são…
Eu: Sinto muito, é o que posso fazer por você, então dá o teu melhor.
Andrea: Professor, talvez tenha outro jeito…
Eu: Comigo não, só estudando… Saí da sala e deixei ela parada lá. Claro que, quando cheguei em casa, fiquei fantasiando com isso, alimentado por um bom pornô do tema hahaha. No dia seguinte, pensei que ela ia aceitar minha recusa, mas minha surpresa foi quando, de novo, no fim da minha aula com a turma dela, ela ficou.
Eu: Senhorita Andrea, já te falei que não tem outro jeito além de estudar. Talvez no ano que vem você se esforce mais e tire uma nota melhor, mas esse ano não… Comecei a juntar minhas coisas pra ir embora.
Andrea: É que deve ter algum outro jeito pra isso, professor. Posso trazer algo ou ajudar com alguma coisa, deve ter algo que o senhor queira…
Eu: Não trabalho assim, Andrea.
Andrea: Professor, não tem nada que o senhor queira? Tô disposta a fazer o que for.
Essa frase acionou o chip dentro de mim, tanto que larguei minhas coisas de novo na mesa. Um monte de ideias passou pela minha cabeça…
Eu: O que for?
Andrea: Sim, professor… o que for.
Ela sabia que tinha acertado em cheio. Pensei por um momento em como tudo isso poderia dar errado, no que aconteceria se descobrissem, mas já tava muito excitado. Já tinha batido uma pensando nela e há muito tempo fantasiava com aquele rabo. A tesão me fez pensar. Sabia que tinha tempo: a sala era limpa uma hora e meia ou duas depois, já que estávamos no terceiro andar e limpavam quase no fim, e ela era do time de vôlei, então os pais buscavam ela mais tarde. Caminhei até a porta e tranquei. Fui pra frente, coloquei minha cadeira no meio e sentei.
Eu: O que quiser?
Andrea: Sim, professor — ela disse com um pouco de dúvida.
Eu: Levanta a saia.
Ela ficou parada por um momento, hesitou, mas fez. Mostrou as pernas e deixou eu ver um pouquinho da calcinha dela.
Eu: Tudo.
Ela hesitou, mas fez. Deixou eu ver uma calcinha preta pequenina, de renda, bem gostosa. Eu peguei meu celular. e tirei uma foto dela, ela baixou a saia na hora. Ela: Professor, não faz isso. Eu: Vira e levanta a saia de novo. Ela: Mas o senhor não vai tirar outra foto, né? Eu: Já vira e levanta a saia de novo. Ela virou e levantou a saia, e qual não foi minha surpresa que a putinha tava de fio dental, por isso a calcinha parecia minúscula de frente, aquele fio dental de renda ficava perfeito entre as bundinhas dela, branquinhas e empinadas, ela não tinha a bunda larga, mas era bem empinadinha. Tirei outra foto, ela abaixou a saia preta de novo. Ela: Professor, não... Eu: Preciso ter uma lembrancinha, né? Ela: Bom, já fiz o que o senhor queria, por favor não conta pra ninguém, vai me passar, né? Eu: Isso não é suficiente — falei rindo — Cê acha que isso basta pro seu passe? Não, vem cá. Ela: Mas o que mais o senhor quer... Eu: Vem cá. Ela hesitou, mas acabou vindo. Parou na minha frente e percebeu o volume que eu já tinha na calça, mas não falou nada. Eu: Vira e levanta a saia de novo, quero ver você mais de perto. Ela me encarou e ficou calada, mas fez o que eu pedi. De perto, a bundinha dela parecia mais gostosa ainda, e eu já tava durasso, então desabotoei a calça, tirei o pau pra fora e comecei a bater uma. Como eu ainda não tinha dado instrução, ela virou pra ver o que eu tava fazendo e me viu batendo uma com a bunda dela na minha frente. Ela se assustou, arregalou os olhos e abaixou a saia na hora, se afastando um pouco de mim. Ela: O que o senhor tá fazendo? Guarda essa coisa, isso não é certo. Eu — Ela não tirava os olhos do meu pau, de 6 de grossura e 20 de comprimento. Eu: Quer passar, não quer? E você veio pedir ajuda, então, vem cá — Olhei sério pra ela e ela entendeu que não tinha saída, então se aproximou de frente. Peguei ela pela cintura e meti a mão por baixo da saia dela. Ela fez cara de desconforto, mas ignorei. Já tava passando a mão na bucetinha dela por cima da calcinha, ela não desviava o olhar do meu pau, tava hipnotizada e preocupada. Eu não tava batendo uma de novo. Tirei a mão debaixo da saia dela e lambi meus dedos, e mais uma vez enfiei os dedos debaixo da saia dela, mas dessa vez deslizei por cima da calcinha, já tocando a bucetinha dela, que tinha muito pouquinho pelo. Ela segurou meu braço pra me impedir de tocar mais, mas foi inútil. Mesmo com meus dedos já acariciando a vagina dela, entrando e saindo, ela continuava fazendo pressão no meu braço, não conseguia competir com minha força… Eu: — Desabotoa a blusa. Ela balançou a cabeça dizendo que não, de olhos fechados. — Desabotoa. Ela não se mexeu, mas depois começou a fazer, desabotoou e eu puxei pra tirar. Ficaram os peitos dela, pequenos mas bem redondinhos, só com o sutiã, que eu desabotoei e deixei eles no ar. Ela fechou os olhos e se tapou com as mãos na hora, mas eu tirei as mãos, deixando ver uns pezinhos pequenos e rosados, com uns peitos brancos, a pele mais linda que já tinha visto, redondinhos mas pequenos, do tamanho certo da minha boca, o que eu não desperdicei. Na hora, os peitos dela já estavam sendo lambidos pela minha língua. Ela fechou os olhos e tentou me empurrar, mas não conseguiu, minha luxúria era maior. Eu lambia os bicos e os peitos todos, colocava eles na minha boca. Ela começou a ofegar, ainda fazendo pressão pra me tirar, mas foi cedendo aos poucos. Desabotoei a saia dela, lutando um pouco porque ela colocava a mão pra impedir, mas logo consegui e deixei cair. Ela tapou a periquita com as mãos. Olhei pra ela e tava uma delícia. Logo senti que era hora. Eu: — Fica de joelhos. Ela negou com a cabeça, ainda de olhos fechados. Ela: — O que você vai fazer comigo? Eu: — Fica de joelhos. Ela ficou de joelhos sem abrir os olhos, acho que no fundo sabia que não tinha outra opção porque tava mais obediente. Eu me levantei e fiquei na frente dela. Tava uma delícia ali de joelhos com a bunda na calcinha fio dental, era um sonho e eu não podia deixar escapar. Ela: — Agora o que você quer? — disse depois de alguns segundos, aos poucos abriu os olhos e se Mostrei meu pau na frente dela, ela arregalou os olhos e ficou hipnotizada, com um pouco de medo, isso me excitou ainda mais.
Eu: Abre a boca – ela ia reclamar
Mas eu ordenei de novo – Abre a boca – Ela cedeu e abriu, logo enfiei a cabeça da minha pica dentro da boca dela, foi difícil porque ela não tinha aberto muito a boca, mas ela não teve escolha depois de sentir o tamanho do meu pau nela. Depois comecei com um vai e vem, ela me olhava com muita surpresa, com um pouco de medo e nojo, eu continuei com meu vai e vem, a verdade é que a boquinha dela era uma delícia e a língua dela era maravilhosa. Depois de meio minuto ela começou a mexer, não sei se começou a gostar ou aceitar, mas logo ela movia a língua no ritmo das minhas estocadas. Tirei meu pau e ela continuou lambendo com a língua, fechou os olhos e com cara de desconforto continuou, mas de repente fazia caras de satisfação. Peguei meu celular sem ela perceber e tirei umas fotos, ela não notou, guardei na hora e eu já estava bem tarado, tinha que seguir para o próximo passo. Tirei o pau da boca dela, ela abriu os olhos e me olhou com cara de medo, ela sabia o que vinha. Carreguei ela e coloquei em cima da mesa, deitei ela e abri as pernas dela, ela fechou na hora, eu abri de novo…
Ela: Mestre, não, eu nunca fiz isso, por favor…
– Tarde demais, puxei a calcinha dela na hora, cheirei, claro, cheirava a glória, uma glória que eu logo provaria. Abri bem as pernas dela, ela tentou fechar e olha que ela tinha força, mesmo sendo magra, tinha força nas pernas, o vôlei tinha dado resultado, mas mesmo assim não conseguiu. Logo estava na frente dela, olhei bem, a buceta dela rosadinha e pequena, com os lábios bem fechadinhos e lisos, com poucos pelinhos claros. Me aproximei e logo minha língua já estava nos lábios dela e entrando neles, procurando o clitóris dela. Ela me empurrou com as mãos mas não conseguiu, dobrou as pernas para encaixar nos meus ombros para me empurrar (grave erro), isso me deu mais acesso e encontrei o ponto exato onde enfiei a língua e ela soltou um gemido que me deixou mais duro, as pernas dela amoleceram, eu empurrei com meus braços e continuei chupando onde ela gemeu, ela já se contorcia e gemia, tapou a boca pra não fazer barulho, as mãos dela que empurravam minha cabeça passaram a revirar meu cabelo, eu enfiava a língua por toda parte e sugava todos os lábios dela, não sei se era pela putaria que eu tava, pela mina que eu tava prestes a comer ou porque realmente tinha um gosto do céu, tinha um sabor delicioso, nunca tinha provado nada igual… Andrea: Maaaestro jaaa porrr favooor, isso não tá ceeeeerto, eu, eu nunca…- o gemido dela interrompeu, ela tremeu e eu senti um jatinho leve de um líquido que tinha gosto de glória, se eu tinha dado um micro orgasmo naquela putinha que se fazia de difícil primeiro, já era hora, já era justo, mas, como seria primeiro, do jeito que eu tinha ela aberta de pernas ou empinada em cima da mesa, não tive tempo de pensar, meus instintos venceram, me levantei e abri mais as pernas dela, me coloquei no meio, o próximo movimento foi como em câmera lenta, ela me olhou com uma cara de medo e ficou paralisada, e eu olhei pra ela ali por um momento, hesitei, mas vi ela ali de pernas abertas, magrinha, com uma cinturinha, os peitos pequenos mas bem formados, a bucetinha dela pequena e delicada, as pernas brancas como o corpo todo, a cara linda e perfeita, um calor tomou conta de mim e senti meu pau ficar duro como pedra e me mexi no automático, já tava a ponta do meu pau na entrada dos lábios dela roçando, parecia enorme lá fora e com um empurrão logo a ponta tava dentro, ela soltou um gemido misturado com surpresa e eu tapei a boca dela na hora mas ao me esticar empurrei mais e enfiei um bom pedaço dentro dela, meu plano pra ela não sentir muita dor não funcionou, ela soltou um grito de dor que foi abafado pela minha mão, o que por algum motivo me Sucesso! E como eu já estava lá dentro, comecei com um vai e vem ritmado. Era uma delícia estar ali dentro. Depois de um minuto enfiando e tirando o pau, ela começou a gemer e a respirar ofegante. No começo, ela me empurrava com as mãos, mas agora as pernas dela estavam enroscadas na minha cintura. A putinha gemia. Então me decidi e agora sim deixei o pau inteiro ir. De um empurrão, enfiei todos os 20 cm dentro. Ela soltou outro gritão que foi abafado pela minha mão. Uma lágrima escorreu, mas logo ela começou a gemer de novo e a apertar mais as pernas na minha cintura. Eu tava comendo ela gostosão pra caralho. Ela suava, gemia, e comecei a sentir a língua dela na palma da minha mão. A putinha já tava bem tarada. Não demorou pra ela começar a gozar. Enquanto gozava, soltava gemidos e virava os olhos. Peguei meu celular e comecei a gravar a foda que eu tava dando nela…
Eu: Olha a putinha que não queria. Já tá toda molhadinha, gostosa. Mas era pra isso que você veio, não é, putinha? Por isso que trouxe a sua tanga. Sabia que isso podia acontecer? – Ela já tava tão tarada que não disse pra eu não gravar, só balançou a cabeça confirmando as perguntas que eu fazia. – Minha putinha tá dando a bunda pra passar de ano…
Parei de gravar pra continuar aproveitando. Finalmente eu tinha o que queria. Ela tava gemendo e eu já sentia que ia gozar, então parei. Ela me puxou com as pernas, mas eu tirei. Baixei ela da mesa, virei ela de quatro, e ela apoiou os braços nela. Eu me ajoelhei.
Ela: O que você vai… – Ela se interrompeu quando minha cara se enfiou entre as bundinhas dela e comecei a chupar a bucetinha dela de novo. Ela começou a gemer e tapou a boca. As pernas dela tremiam. Ela começou a se esguichar de novo. Tudo tinha um gosto delicioso. Levantei e coloquei meu pau entre as nádegas dela. Ela estremeceu. Empurrei e entrei nela de novo, mas antes tampei a boca dela pra abafar o grito. Abaixei minha calça. Queria sentir as bundinhas dela contra minha pele. Era uma delícia. Entrava… e saí, empurrei tudo, já tava dentro dela por completo, e metia com tudo que tinha, ela se tremia e se molhava toda, às vezes me empurrava, outras pedia mais, de repente não aguentei mais e gozei tudo dentro, com a emoção nem tinha percebido que já tinha ela toda contra a mesa, ela tava ofegante e com o olhar meio perdido… Eu: Que bunda gostosa você tem, linda – Subi a calça e abotoei – Ela ainda não se mexia, fui até ela, me ajoelhei e beijei cada nádega, ela se arrepiou, levantei e dei um tapa – Agora se veste, Andrea, exceto isso, isso eu fico – Peguei a calcinha dela e guardei na minha maleta Ela se levantou meio sem jeito, não me olhava, só vestiu a saia, o sutiã e a blusa Andrea: Professor, pode me devolver minha calcinha? – Me olhou de relance Eu: Desculpa, linda, é lembrança Andrea: Professor, mas… – ficou calada, pegou as coisas e foi até a porta – Professor, não vai contar nada, por favor, eu nunca… Eu: Te vejo amanhã, Andrea, pra discutir sua nota, ainda tenho coisas pra revisar – Ela me olhou surpresa, fez cara de nojo e raiva e saiu na hora, eu desci, me certifiquei de que não tinha nenhum vestígio na sala, saí dali, resolvi meus assuntos na direção e fui pro meu carro, ao sair do estacionamento vi que ela tava saindo da escola pro carro da mãe, já tinha trocado de roupa, tava com roupa de esporte como se tivesse ido jogar vôlei, a putinha, vi ela de costas, pensei: aquela raba foi minha e ninguém tira de mim… e foi quando vi bem aquele shortinho de lycra que deixava a bunda ainda mais gostosa e foi quando pensei: aquela raba vai ser minha de novo… Obrigado por ler, se quiserem uma segunda parte comentem que eu posto *Essa história eu achei na internet, pode ser real ou não, pode ser minha ou não, deixo pra imaginação de vocês*
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