Depois de tantas vezes que traí meu marido por todos os problemas que tivemos e nunca resolvemos, ele decidiu programar uma viagem só para nós dois. As crianças íamos deixar na casa da minha mãe, então partimos para a praia. Isso acontece depois do Roberto, meu amante negro – também tem um relato do que fiz com ele. Toda essa viagem era para resolver nossos conflitos, nos comunicar melhor e nos tratar com mais carinho.
— "Que chato, ainda está chovendo, amor... acho que não vamos poder sair por enquanto", sugeri ao meu marido.
— "Já vai parar e poderemos ir à praia...", Raul me respondeu, com vontade de sair do hotel e passar a tarde nas lindas e espetaculares praias de Costa Yummy.
Já estávamos há três dias tentando recompor nosso relacionamento. Me sentindo esposa dele e com vontade de compartilhar tudo, deu vontade de brincar um pouco com o Raul, já que não podíamos sair. Me atrevi a dizer: "Meu amor, por que não esperamos a chuva passar e a gente brinca um pouquinho...", sendo sugestiva na fala e nos movimentos, soltando o sutiã do meu biquíni e deixando meus peitos macios só para os olhos dele. Eu realmente queria recuperar a paixão com ele.
Apesar de termos feito amor nas últimas três noites, eu queria quebrar a rotina de transar só na cama. Estávamos no quarto do hotel, de frente para as lindas praias desse lugar paradisíaco, e eram 10h30 da manhã. Lá fora, uma chuva leve estava estragando nossos planos de tomar banho de mar, então tive a ideia de fazer com o Raúl de novo. Os últimos três dias tinham sido parecidos: a gente acordava tarde, almoçava no restaurante do hotel, depois à tarde passeava na praia ou ia para os centros próximos, e à noite jantávamos, caminhávamos pela cidade e depois voltávamos pro hotel para passar as próximas horas abraçados na cama, com nossos corpos pelados fazendo amor — até aí bem recatados, um pouco de sexo oral, ele por cima e depois eu embaixo. Estávamos recuperando nosso relacionamento e finalmente teríamos a chance de organizar nossas vidas como a gente tanto tinha desejado antes. E claro, nossos corpos não teriam nenhum limite e a gente se entregaria um ao outro.
Percebi que o Raúl tinha gostado que eu tentasse excitá-lo. Nunca, quando éramos namorados, eu tinha tentado sair do meu papel de namorada meiga e inocente com ele — porque, vocês sabem, com outros eu sou uma puta —, então quis me aventurar pra ver o que eu podia provocar nele. "Vem, amor... me ajuda com a calcinha...", pedi pro Raúl, me aproximando da varanda da suíte sem perceber que estava de costas, quando ouvi ele dizer: "Você tá louca?". Ao ver que eu me aproximava da varanda com o torso nu, expondo meus peitos e exibindo aquela calcinha delicada do meu biquíni, a verdade é que senti um formigamento e percebi que a reação dele me excitou ainda mais, mesmo vendo que, mais do que me repreender, ele queria ver se eu era capaz de me mostrar nua na varanda. Nossa suíte ficava nos andares mais altos do hotel, com vista para a praia, então achei que não seria fácil alguém nos ver, ou se passasse, não nos reconheceria facilmente. E a atitude dele foi, pra mim, como uma ordem. me aproximei da varanda e me debrucei, dei uns passinhos curtos primeiro rebolando para provocar o desejo dele e, ao chegar na grade, rapidamente me inclinei para frente e, bem disfarçadamente, virei de costas para ele. Na varanda havia uma cadeirinha de plástico. Com voz sensual, digo: "Meu amor... puxa minha calcinha fio-dental e me dá esse pau", pedi ao meu marido, dobrando meus joelhos sobre a cadeira e ficando de quatro, posição que o Raúl adoraria porque dali ele poderia ver minha bunda pequena e minha buceta que o deixavam louco; eu sabia que ele já estava todo excitado porque nunca tinha me ouvido pedir algo assim e muito menos me referir ao membro dele como "pau", deixo claro que só com ele eu não tinha me comportado assim. Nas últimas três noites, a rotina do sexo também tinha sido a mesma. Raúl me preparava acariciando e me tocando, depois me despia, brincava com meu clitóris um pouco e, quando eu já estava bem molhada, me penetrava e não me mudava de posição até que no fundo da minha vagina não gozasse a primeira carga de porra. Durante o tempo que ficamos, Raúl, fascinado pela minha bunda, sempre a acariciava e até em algumas ocasiões dava beijinhos no meu cu, mas nunca se atrevia a me virar ou pedir para eu deixar ele me penetrar por lá, e não se cansava de repetir que minha bunda pequena era única. Quando estava na faculdade, percebi que meu corpo atraía olhares; meu corpo jovem refletia a dedicação à ginástica que pratiquei quando criança e depois parei. Mais tarde, na universidade, complementava meus estudos dedicando tempo à academia, onde fazia exercícios e tentava me manter em forma. Meus 1,50 m de altura contrastavam com meus seios médios e minha bunda redonda e empinada, que chamavam a atenção dos meus amigos e colegas de estudo. Apesar de meus seios médios, minha bunda era, claro, do interesse dele, e ele ficava muito incomodado que olhassem minha bunda como um objeto sexual. Depois de terminar meus estudos, comecei a trabalhar em uma empresa e lá meu chefe e o dono da empresa já me assediavam, pensando estupidamente que um dia me levariam para a cama – e era verdade –, mas com essa viagem eu pensava em parar de trair meu marido. Era muito óbvio o interesse deles em ter minha bunda só para os seus paus. Virei e vi que ele tirava o shorts e deixava o pau pronto. Minhas palavras geravam um efeito erótico e eu estava solta, usando palavras que nunca me ouvi pronunciar: — "Ontem você gozou muito rápido, meu amor... por isso quero que você me coma com força... quero sentir você, quero ver seu pau bem dentro de mim, me dá tudo!!" —, disse ao meu marido, terminando de me acomodar na cadeira. Naquele instante, cheia de prazer e desejo de ser penetrada, com o pau do Raúl se aproximando da minha buceta por trás, tive uma sensação que, no meio da minha excitação, me causou ansiedade e medo, hahaha, apesar de todas as sacanagens que já fiz. Ao olhar para frente, percebi que na varanda da suíte ao lado havia um homem jovem nos observando e, ao ver que o descobri espiando, ele se escondeu atrás da coluna que separava sua varanda da nossa. Ainda não sei o que aconteceu, ou por que não reagi e contei ao Raúl o que tinha acabado de descobrir, mas estava tão excitada e na minha mente só havia o desejo de que o Raúl enfiasse o pau em mim e me fizesse dele ali mesmo, que, pelo contrário, passei a torcer para que nosso voyeur aparecesse de novo. — "Nossa... todo mundo do seu escritório deve estar com inveja de mim agora, quantos não gostariam de poder enfiar a linguinha em qualquer dos seus buraquinhos" —, disse o Raúl, ao puxar minha calcinha e deixar exposta minha buceta, minhas nádegas e meu cu só para os olhos dele, com o pau quase pronto para me penetrar. Nosso voyeur apareceu de novo, com medo e desejo de gravar na mente o que nem ele conseguia acreditar que estava vendo, e por um instante, enquanto meu marido lambia minha buceta e meu cu — oportunidade que eu não ia perder —, nossos olhares se cruzaram e ficamos nos encarando por um momento. instante em que tive que soltar um gemido que me fez convulsionar e tremer as pernas de tanto prazer que sentia, por um lado meu marido me dando prazer e por outro meu fiel espectador do prazer, que sentia e fazia com que eu pensasse no desejo de ser vista nua sentindo prazer e me comportando como uma puta para os dois. -"..E esse seu chefe daria qualquer coisa para te ter assim...", acrescentou Raúl começando a lamber minha vulva e brincar com meu clitóris, sem pensar no que estava acontecendo ao seu lado. Enquanto a chuva cessava e o sol aparecia resplandecente sobre a praia, eu desfrutei ao sentir o pau do Raúl me penetrando, meu voyeur não perdia detalhe de cada movimento, e como se desse por certo que ao permitir que ele me visse sentindo prazer, eu estava dando permissão para que ele também sentisse prazer, meu voyeur tirou seu pau e começou a esfregá-lo sem tirar os olhos de mim, aparecendo e se escondendo para que Raúl não o descobrisse e nosso jogo de morbidez e deseço terminasse.
Quando o Raúl acelerou as penetradas, eu soube que estava na hora de me encher com a porra dele. Eu gemei mais forte para que meu cúmplice entendesse que estávamos quase lá. "Siiiim... me fode mais forte, me dá tua porra, quero que você goze dentro de mim", eu dizia pro meu marido, mas olhando direto nos olhos do meu voyeur, a ponto de ele também gozar e, sem vergonha nenhuma, apontar a ejaculação pra onde estávamos. Obviamente não chegou até nós, mas em mim causou um sobressalto, como um ato reflexo, que eu disfarcei com meu orgasmo, que veio mais cedo pelo prazer do que tinha acabado de acontecer, fazendo o Raúl gozar também. Nosso sexo durou quase meia hora e ele me deu dois orgasmos deliciosos, sem que a sensação de prazer passasse ao ver o vidro da varanda manchado com o sêmen do nosso voyeur, mesmo que só eu tenha curtido aquilo. Depois de transar, voltamos pra dentro e eu me despedi do voyeur dando as costas e andando devagar pra que ele apreciasse meu corpo. A tarde agora estava linda, o sol já tinha saído, então atravessamos para curtir a praia. O hotel tinha espreguiçadeiras e guarda-sóis para ficarmos confortáveis. Um garoto nos acomodou e aí sim estávamos prontos para curtir um lindo dia. Pegamos sol, antes eu pedi pro meu maridinho passar protetor nas minhas costas, então me estiquei na espreguiçadeira e desabotoei meu sutiã. Estava quase nua se me vissem por trás. Com aquela moleza de quem está sob o sol descansando, vejo um casal se aproximando e os colocam perto de nós. Era eleeee, o voyeur da varanda com a namorada. Eram jovens como nós, ele quase loiro com muitos cachos e ela também muito gostosa, os dois bem magros com corpos cuidados. Agora eu podia vê-lo melhor. Nos cruzamos várias vezes com o olhar durante a tarde, até me incomodou. Vi ele me observando várias vezes, minha bunda. Fiquei o tempo todo nervosa, como se tivesse cometido um crime. Saímos para jantar num restaurante muito bonito, voltamos tarde e... Tomamos a última no bar do hotel, estávamos no balcão e vimos o casal vizinho passar. Ele percebeu nossa presença e vi que sugeriu à mulher para beber também, mas ela recusou e subiram. Raúl repetiu seu uísque, já havíamos bebido muito naquela noite e, sendo quase 2 da manhã, fomos dormir.
Fiquei me revirando ao lado do meu marido, ele dormia como uma pedra, não aguentei mais a sufocação e me levantei como estava, ainda pelada, e fui para a varanda. Abri a janela para entrar um pouco da brisa marítima. Pela hora avançada e a penumbra que me envolvia, pensei que podia ficar ali assim, e me inclinei na beirada da varanda; por um instante respirei e me senti livre com a brisa no meu corpo nu… fechei os olhos e me dediquei a curtir a paisagem, quando, no meu momento de maior imersão, percebi a presença de alguém na varanda ao lado…
Um pouco nervosa, fingi não notar sua presença, só olhava para o horizonte e, de canto de olho, com a cumplicidade da noite escura, tentava saber o que ele fazia. Tinha certeza, sem ver, que era meu voyeur, usando só uma cueca como pijama, o mesmo que no dia anterior teve a ousadia de se masturbar enquanto meu marido me penetrava na varanda e nos encontramos na praia…
Um arrepio percorreu minha humanidade vulnerável pela minha nudez, tinha claro que meus mamilos estavam eretos pelo vento e pela presença dele, notei que ele me encarava fixamente… ele se aproximou do lado da varanda, tentando ver mais, era óbvio que conseguia ver um pouco da minha nudez, mas queria ver mais, queria me olhar, dava passos curtos e tímidos como se ainda achasse que eu não o tinha visto; não sei quanto tempo passou, só sei que em um momento ousado, meu voyeur tinha tirado a cueca e eu podia ver seu membro claramente ereto, grande, muito maior que o do Raúl, meu sentimento era de prazer e lisonja ao saber o quão excitado ele estava ao meu lado, separados por dois vidros que simulavam a grade de cada varanda. A noite na praia estava ficando... mais claro ou meus olhos faziam um grande esforço para ver mais, era um homem lindo, estava com sua parceira assim como eu, quem sabe, mas naquele momento só me importava ver seu pênis duro por minha causa. Era mais um membro que eu via e que adicionava à minha coleção, minha mente e meu corpo me forçavam a ficar ali, me surpreendi acariciando meus seios e sentindo meus mamilos duros como pedra, ele não perdia um detalhe, me observava e se aproximava da varanda; já sabíamos que estávamos excitados, até ali eu só acariciava os seios e ele esfregava seu membro com mais confiança, mas agora me encarando de frente, era demais ver como ele se esfregava e lambia a mão para deslizar melhor na masturbação que fazia. Me aproximei da varanda para vê-lo melhor, era incrível sentir tanto prazer sem ser tocada, ele decidiu trazer a cadeira que havia em sua varanda e ficou em pé sobre ela acelerando sua masturbação, colando-se bem na borda; já podia ver bem de perto seu grande pênis ereto com uma cabeça redonda e brilhante sob a luz da lua, me aproximei da borda e comecei a esfregar meu clitóris como um prêmio para ele, … queria que ele soubesse que eu também estava enlouquecida com sua ousadia, aceleramos juntos nossos movimentos e eu chupava o dedo que enfiava na minha buceta, eu não desviava o olhar do seu pênis e ele não desviava o olhar de mim, ele acelerou os movimentos “você gosta do meu pau?” conseguiu me dizer quase ofegante e com voz um pouco baixa para não sermos ouvidos; “… siiim, …é lindo” eu disse com voz suave “e tem um gosto delicioso…. Se quiser, experimente!!!”… Essas palavras foram incríveis para mim. Eu devia estar vermelha, muito excitada, muito ansiosa e me aproximei mais da borda, estiquei meus lábios…!!! E chupei sua ponta passando minha língua por aquela glande que me atraía, … consegui dar duas chupadas gostosas e na terceira senti uma descarga de porra que me fez grudar no seu pau e engolir tudo que ele soltava, saboreando o sêmen que engoli.
Enquanto engolia, tive um orgasmo incrível que fez minhas pernas tremerem e quase me engasguei com o sêmen dele. As pernas dele também fraquejaram até que, depois de gozar, ele tirou o pau da minha boca e desceu da cadeira. Olhando para o meu rosto, ele se aproximou e me deu um beijo. Aquele beijo me pegou de surpresa e abri minha boca com restos do sêmen dele ainda não engolidos. Nos fundimos em um beijo incrível, principalmente porque gostei que esse desconhecido não só me levou a um ponto de excitação onde eu chupei ele, mas engoli o sêmen dele e ele engoliu comigo no final. Nos separamos, ele entrou na suíte dele e eu, atordoada pelo que aconteceu, mas muito excitada, entrei na minha. Deitei e depois de muito tempo consegui adormecer... Ao acordar, Raúl já tinha se levantado e não estava na suíte. Já eram mais de 10:00 da manhã. Decidi entrar no banheiro e pensar no que tinha acontecido na noite anterior. Enquanto a água caía sobre mim, pensava se tinha sido real ou um sonho. Terminei meu banho, me arrumei e ouvi que Raúl me esperava para o café da manhã. Descemos tarde, quase no final do horário, mas éramos todos jovens naquela hora. O serviço era self-service. Fui me servir café e notei alguém atrás de mim esperando para fazer o mesmo. Virei a cabeça e era ele, quase colado em mim. Fiquei muito nervosa, me servi e quando estava voltando para minha mesa ele disse: "Te espero às 3 de novo". Passei o dia todo nervosa, ele era gostoso... Outro dia inteiro de praia e o casal vizinho por perto, meu vizinho me olhando e eu desviando o olhar. Só em um momento fui para a água sozinha, fiquei na beira molhando os pés, e lá estava ele de novo, a uns três ou quatro metros de mim, também na beira, e me perguntou: "Tá fria, não entra?" Não respondi e voltei para a espreguiçadeira. Tinha que cortar essa situação. Quando estava indo embora, ele repetiu: "Às três". As noites em Costa Yummy eram particularmente quentes, então minha roupa eram vestidinhos. saias semitransparentes e tangas, nem sutiã eu colocava, o passeio noturno era andar pela orla e jantar em algum restaurante à beira-mar, depois se a noite permitisse tomar algo em algum bar, ouvir música, era isso que estávamos fazendo naquela noite abafada, dançamos num bar bem conhecido dali onde tinha muita gente e música boa, nos beijamos e não esquentamos, então decidimos voltar pro hotel. O Raúl bebeu uns mojitos a mais, e a volta teve que ser de táxi porque a pé ele não chegava. Mesmo vindo com tesão, nos tocando e ansiosos pra chegar no hotel pra ter uma noite de sexo, chegamos, fui ao banheiro tomar um banho rápido porque estava muito suada, e quando saí o Raúl já roncava pelado e atravessado na cama. Me consolei pensando que de manhã cedo a gente continuaria nossa rotina sexual, empurrei as pernas dele pra me dar espaço, a cama era bem larga mesmo, e me deitei. Eu também estava muito cansada, o dia todo no sol, depois a noite agitada que tivemos, era pra eu dormir tão rápido quanto o Raúl, mas quando olhei o celular e vi que eram 2h50, lembrei do vizinho, e da insinuação dele no café da manhã e à tarde na praia. Mais uma vez eu estava pelada, minha curiosidade foi mais forte. Outra noite sufocante, senti necessidade de sair na varanda. Voltou à minha memória a noite anterior, como eu tinha chegado a chupar o pau dele e como aquilo me deixou com tanto tesão, chupando até deixar ele limpinho a poucos metros do meu marido!!!!!! Mas foi tanto o tesão, tanto o morbo que, sem pensar duas vezes, voltei pelada, abri a janela de vidro e fechei atrás de mim, porque o ar-condicionado da suíte era agradável, mas a brisa do mar acariciando meus peitos era erotizante. Sem olhar pros lados, me apoiei na grade da varanda com os braços cruzados na frente, e inspirei aquela brisa suave que me acariciava. Nem tinha olhado pra varanda do vizinho, mas sabia que ele estava ali, minha... Meu corpo pressentia, passaram mais de dez ou quinze minutos sem que eu me mexesse, meu olhar fixo no horizonte e no mar, tudo estava muito escuro, só se percebiam as ondas quebrando na costa, e aquele murmúrio suave que inunda os sentidos. Eu não queria nem mover um músculo do rosto porque sabia que ele estava ali me esperando, até que ouvi com voz muito baixa: "Estava te esperando, sabia que viria." Virei a cabeça e me aproximei para não ter que levantar a voz, ele já estava no mesmo lugar da noite anterior, colado na minha varanda, mas agora pelado e com o pau duro. "Isso é uma loucura", eu disse... "Uma loucura linda, como você se chama?" "Karla." "O meu é Ángel, muito prazer, Karla. De que país você é?" "Sou mexicana e estou em viagem com meu parceiro." "Pois estamos iguais, nós também estamos em nossa viagem a dois." E ele sorriu. "Então com mais razão, o que aconteceu ontem à noite foi uma loucura..." "Loucura é não fazer o que o corpo pede, e nossos corpos ontem à noite pediram aquilo." "Você é louco e eu também. Eles podem acordar, qualquer um deles seria terrível se nos verem assim pelados e conversando..." "Por mim, menina, não tenha problemas. Ela, você pode até colocar uma orquestra que é difícil acordá-la até amanhã." "O meu também, hahah." "Então não temos que nos preocupar." "Você é um voyeur, gosta de espiar, pelo que vi ontem..." "Não, menina, eu já estava na sacada e de repente aparece uma beleza como você e pelada, o que você quer que eu faça?? E depois você olhou para mim, e gostou que eu te visse, hahaha. E seu marido te dando aquelas fodas, era impossível ir embora, hahahahahah." "Sim, gostei que você me visse e não tive coragem de dizer nada..." "É que ele estava muito ocupado naquele cuzinho lindo que você tem." "O que aconteceu ontem à noite foi louco", reclamei. "Como você sobe naquela cadeira e se masturba? Podiam nos ver de todos os lados..." "Bom, em princípio, de todos os lados não, e a essa hora não acho que ninguém esteja acordado esperando ver um louco se masturbando na frente de uma beleza, em cima de uma cadeira numa sacada. kkkkkk" kkkkkk você é terrível, Anjo. ............."e você é linda, adorei aquele beijo que demos no final, poderíamos repetir, o que acha?" nãoooo, aquilo foi um tesão do momento, se fizermos agora seria diferente "e como é isso??" como é, como é, que ontem num momento de tesão a gente às vezes faz coisas das quais depois se arrepende, mas fazer isso agora seria trair nossos parceiros, não acha? kkkkkk eu toda santinha na hora, como se não tivesse feito coisas piores, mas tinha que fazer de inocente........ "pois é, meu corpo ainda está pedindo, olha" e ele me aponta o pau dele duro como quando começamos a conversa, é que vocês homens pensam só com isso.............. "e se eu passo pro seu lado da varanda assim a gente não precisa falar tão alto??" nãooo, como você vai passar pra cá?? ..."bem, eu coloco a cadeira aqui, você coloca a sua aí e eu só tenho que levantar a perna" que loucura!!! "te prometo que só vamos conversar" fiquei em dúvida, mas um tesão desgraçado mandava na minha virilha, e aquele pau grande me vencia, não respondi, só me virei, peguei a cadeira da minha varanda e encostei nos vidros. Ele fez como disse, levantou a perna e passou pro meu lado. Mal desceu, já ficou quase colado em mim. Estávamos os dois pelados, não tinha o que dizer, ele só me abraçou, nossas línguas se esfregavam desesperadas. Era tudo novo pra mim, aquela boca, aquela língua, não queria que se separasse nunca. Ele esfregava o pau na minha barriga, senti a umidade da minha buceta sem nem ter me tocado. Ele se afastou dos meus lábios pra chupar meus peitos, era uma luxúria sem controle, nossos corpos eram gêmeos no prazer, como se já se conhecessem há tempos. Minhas sensações eram novas, fiquei louca de tesão. Ele empurrou a cadeira, encostou na parede e sentou. Eu, com minhas pernas dos dois lados, peguei aquele pau grosso, lindo, e guiei pra minha buceta. Ele entrou suavemente, eu estava encharcada, a sensação era maravilhosa. Ele me apertava por dentro, me enchia como nunca tinha sentido com Raúl. Com outras sim!



Comecei um vai e vem de frente para trás, acariciando com meu clitóris os pelos dele, enquanto nossas bocas não se separavam, nossas línguas se esfregando, ninguém dizia nada, e eu tive um e depois dois orgasmos profundos, mordia o ombro dele para não gritar, não queria que a noite acabasse, queria ficar ali para sempre. .........."que bunda linda você tem" ele apertava minha bunda e ajudava no vai e vem, de repente sinto um dedo que ele molhou com a saliva de nossas bocas penetrando meu cu, só um pouquinho, às vezes eu permitia isso pro Raúl, mas ele nunca tinha me comido por ali, outros sim mas ele não, mas não me perguntem por que o Ângel tinha permissão pra fazer o que quisesse comigo naquela noite. Não sei quanto tempo ficamos naquela posição com o pau bem lá dentro, nos beijando quase sem falar, nossos corpos falavam por nós, ............."nunca vamos esquecer nossa viagem, né?" nunca, pelo menos eu nunca, eu disse, sabe que mesmo que você não acredite eu quero que você me engravide ,,....."nããão, não acredito" pois acredite, eu gosto muito de você ..... "mas que honra, você me aperta e me dá um prazer maravilhoso" bom, quando formos velhinhos sempre vamos lembrar dessa noite... "pra mim vai ser inesquecível, linda" ele terminou de dizer isso e se levantou me pegando pela cintura, me apoiou na varanda do terraço com minhas costas voltadas pro mar, e me enfiou com força, lindo, rápido, comecei a ter meu terceiro orgasmo longo e intenso como nunca tinha sentido. Ele me disse que ia gozar em segundos
onde você quer o leite, como ontem à noite ou deixo guardadinho?" nãooo, quero como ontem à noite, dá o leite na minha boca, Angel. Ele puxou de uma vez, senti um vazio imenso, apoiou as mãos nos meus ombros para me colocar de joelhos, e só precisou sacudir duas vezes e meteu na minha boca que já estava aberta esperando. Era tanto que não dava tempo de engolir, mas eu não ia deixar nada, fiz um esforço para respirar e tomei tudo, estava uma delícia, doce e gostoso. Limpei até não sair mais nada, me levantei e nossas bocas se juntaram desesperadas, mais de 20 minutos assim nos beijando até o pau dele descansar...... "Que horas serão?" Espera, me afastei e entrei bem devagar no meu quarto. Raúl roncava, alheio ao prazer que sua esposa puta tinha tido, olhei meu celular e eram 4h30. É muito tarde, 4h30, vamos dormir....... "Nãooo, me dá uns minutos, tenho tempo de fazer muitos carinhos nessa bunda maravilhosa que você tem." Você é louco, essa bunda tem que ser para meu marido, nunca deixei ele penetrar e prometi que um dia talvez, mesmo sendo óbvio que vários já tinham estourado ela, menos meu marido, e muitas vezes, mas eu tinha que bancar a difícil....."Olha que eu sou especialista, e você leva a lembrança completa, hahaha" nãooo, com isso que você tem aí você com certeza me estoura, é muito grosso para minha bunda virgem, disse brincando, mesmo sabendo que já tinha levado pintos desse tamanho dentro da minha bunda, e beijava ele, não queria ir embora, estava encantada.."É que se você ficar como ontem para seu marido nessa cadeira com essa bunda como te vi, te garanto que não escapa e vai gozar, menina" hahaha, eu gosto muito de você, Angel, obrigada por essa noite maravilhosa, agora melhor eu ir dormir....."A gente se vê amanhã?" nãooo, de novo?? Você é louco, nossos parceiros vão nos matar e eu tenho medo, ..."Eles não têm por que saber, só aguenta até as 3, amanhã, pensa que talvez a gente nunca mais se veja, nós vamos embora na quinta." Ele me beijou profundamente, colocou a cadeira para passar para a varanda, não me deixou... responder, já dava como certo que nos encontraríamos de novo para nos despedirmos. Já era madrugada de quarta-feira, e ele desapareceu. Eu ainda fiquei encostada na varanda, abri a janela e dava pra ouvir os roncos suaves do meu marido, e eu pensando... que provavelmente nunca mais o veria, e isso já me entristecia. Continua...
— "Que chato, ainda está chovendo, amor... acho que não vamos poder sair por enquanto", sugeri ao meu marido.
— "Já vai parar e poderemos ir à praia...", Raul me respondeu, com vontade de sair do hotel e passar a tarde nas lindas e espetaculares praias de Costa Yummy.
Já estávamos há três dias tentando recompor nosso relacionamento. Me sentindo esposa dele e com vontade de compartilhar tudo, deu vontade de brincar um pouco com o Raul, já que não podíamos sair. Me atrevi a dizer: "Meu amor, por que não esperamos a chuva passar e a gente brinca um pouquinho...", sendo sugestiva na fala e nos movimentos, soltando o sutiã do meu biquíni e deixando meus peitos macios só para os olhos dele. Eu realmente queria recuperar a paixão com ele.
Apesar de termos feito amor nas últimas três noites, eu queria quebrar a rotina de transar só na cama. Estávamos no quarto do hotel, de frente para as lindas praias desse lugar paradisíaco, e eram 10h30 da manhã. Lá fora, uma chuva leve estava estragando nossos planos de tomar banho de mar, então tive a ideia de fazer com o Raúl de novo. Os últimos três dias tinham sido parecidos: a gente acordava tarde, almoçava no restaurante do hotel, depois à tarde passeava na praia ou ia para os centros próximos, e à noite jantávamos, caminhávamos pela cidade e depois voltávamos pro hotel para passar as próximas horas abraçados na cama, com nossos corpos pelados fazendo amor — até aí bem recatados, um pouco de sexo oral, ele por cima e depois eu embaixo. Estávamos recuperando nosso relacionamento e finalmente teríamos a chance de organizar nossas vidas como a gente tanto tinha desejado antes. E claro, nossos corpos não teriam nenhum limite e a gente se entregaria um ao outro.Percebi que o Raúl tinha gostado que eu tentasse excitá-lo. Nunca, quando éramos namorados, eu tinha tentado sair do meu papel de namorada meiga e inocente com ele — porque, vocês sabem, com outros eu sou uma puta —, então quis me aventurar pra ver o que eu podia provocar nele. "Vem, amor... me ajuda com a calcinha...", pedi pro Raúl, me aproximando da varanda da suíte sem perceber que estava de costas, quando ouvi ele dizer: "Você tá louca?". Ao ver que eu me aproximava da varanda com o torso nu, expondo meus peitos e exibindo aquela calcinha delicada do meu biquíni, a verdade é que senti um formigamento e percebi que a reação dele me excitou ainda mais, mesmo vendo que, mais do que me repreender, ele queria ver se eu era capaz de me mostrar nua na varanda. Nossa suíte ficava nos andares mais altos do hotel, com vista para a praia, então achei que não seria fácil alguém nos ver, ou se passasse, não nos reconheceria facilmente. E a atitude dele foi, pra mim, como uma ordem. me aproximei da varanda e me debrucei, dei uns passinhos curtos primeiro rebolando para provocar o desejo dele e, ao chegar na grade, rapidamente me inclinei para frente e, bem disfarçadamente, virei de costas para ele. Na varanda havia uma cadeirinha de plástico. Com voz sensual, digo: "Meu amor... puxa minha calcinha fio-dental e me dá esse pau", pedi ao meu marido, dobrando meus joelhos sobre a cadeira e ficando de quatro, posição que o Raúl adoraria porque dali ele poderia ver minha bunda pequena e minha buceta que o deixavam louco; eu sabia que ele já estava todo excitado porque nunca tinha me ouvido pedir algo assim e muito menos me referir ao membro dele como "pau", deixo claro que só com ele eu não tinha me comportado assim. Nas últimas três noites, a rotina do sexo também tinha sido a mesma. Raúl me preparava acariciando e me tocando, depois me despia, brincava com meu clitóris um pouco e, quando eu já estava bem molhada, me penetrava e não me mudava de posição até que no fundo da minha vagina não gozasse a primeira carga de porra. Durante o tempo que ficamos, Raúl, fascinado pela minha bunda, sempre a acariciava e até em algumas ocasiões dava beijinhos no meu cu, mas nunca se atrevia a me virar ou pedir para eu deixar ele me penetrar por lá, e não se cansava de repetir que minha bunda pequena era única. Quando estava na faculdade, percebi que meu corpo atraía olhares; meu corpo jovem refletia a dedicação à ginástica que pratiquei quando criança e depois parei. Mais tarde, na universidade, complementava meus estudos dedicando tempo à academia, onde fazia exercícios e tentava me manter em forma. Meus 1,50 m de altura contrastavam com meus seios médios e minha bunda redonda e empinada, que chamavam a atenção dos meus amigos e colegas de estudo. Apesar de meus seios médios, minha bunda era, claro, do interesse dele, e ele ficava muito incomodado que olhassem minha bunda como um objeto sexual. Depois de terminar meus estudos, comecei a trabalhar em uma empresa e lá meu chefe e o dono da empresa já me assediavam, pensando estupidamente que um dia me levariam para a cama – e era verdade –, mas com essa viagem eu pensava em parar de trair meu marido. Era muito óbvio o interesse deles em ter minha bunda só para os seus paus. Virei e vi que ele tirava o shorts e deixava o pau pronto. Minhas palavras geravam um efeito erótico e eu estava solta, usando palavras que nunca me ouvi pronunciar: — "Ontem você gozou muito rápido, meu amor... por isso quero que você me coma com força... quero sentir você, quero ver seu pau bem dentro de mim, me dá tudo!!" —, disse ao meu marido, terminando de me acomodar na cadeira. Naquele instante, cheia de prazer e desejo de ser penetrada, com o pau do Raúl se aproximando da minha buceta por trás, tive uma sensação que, no meio da minha excitação, me causou ansiedade e medo, hahaha, apesar de todas as sacanagens que já fiz. Ao olhar para frente, percebi que na varanda da suíte ao lado havia um homem jovem nos observando e, ao ver que o descobri espiando, ele se escondeu atrás da coluna que separava sua varanda da nossa. Ainda não sei o que aconteceu, ou por que não reagi e contei ao Raúl o que tinha acabado de descobrir, mas estava tão excitada e na minha mente só havia o desejo de que o Raúl enfiasse o pau em mim e me fizesse dele ali mesmo, que, pelo contrário, passei a torcer para que nosso voyeur aparecesse de novo. — "Nossa... todo mundo do seu escritório deve estar com inveja de mim agora, quantos não gostariam de poder enfiar a linguinha em qualquer dos seus buraquinhos" —, disse o Raúl, ao puxar minha calcinha e deixar exposta minha buceta, minhas nádegas e meu cu só para os olhos dele, com o pau quase pronto para me penetrar. Nosso voyeur apareceu de novo, com medo e desejo de gravar na mente o que nem ele conseguia acreditar que estava vendo, e por um instante, enquanto meu marido lambia minha buceta e meu cu — oportunidade que eu não ia perder —, nossos olhares se cruzaram e ficamos nos encarando por um momento. instante em que tive que soltar um gemido que me fez convulsionar e tremer as pernas de tanto prazer que sentia, por um lado meu marido me dando prazer e por outro meu fiel espectador do prazer, que sentia e fazia com que eu pensasse no desejo de ser vista nua sentindo prazer e me comportando como uma puta para os dois. -"..E esse seu chefe daria qualquer coisa para te ter assim...", acrescentou Raúl começando a lamber minha vulva e brincar com meu clitóris, sem pensar no que estava acontecendo ao seu lado. Enquanto a chuva cessava e o sol aparecia resplandecente sobre a praia, eu desfrutei ao sentir o pau do Raúl me penetrando, meu voyeur não perdia detalhe de cada movimento, e como se desse por certo que ao permitir que ele me visse sentindo prazer, eu estava dando permissão para que ele também sentisse prazer, meu voyeur tirou seu pau e começou a esfregá-lo sem tirar os olhos de mim, aparecendo e se escondendo para que Raúl não o descobrisse e nosso jogo de morbidez e deseço terminasse.

Quando o Raúl acelerou as penetradas, eu soube que estava na hora de me encher com a porra dele. Eu gemei mais forte para que meu cúmplice entendesse que estávamos quase lá. "Siiiim... me fode mais forte, me dá tua porra, quero que você goze dentro de mim", eu dizia pro meu marido, mas olhando direto nos olhos do meu voyeur, a ponto de ele também gozar e, sem vergonha nenhuma, apontar a ejaculação pra onde estávamos. Obviamente não chegou até nós, mas em mim causou um sobressalto, como um ato reflexo, que eu disfarcei com meu orgasmo, que veio mais cedo pelo prazer do que tinha acabado de acontecer, fazendo o Raúl gozar também. Nosso sexo durou quase meia hora e ele me deu dois orgasmos deliciosos, sem que a sensação de prazer passasse ao ver o vidro da varanda manchado com o sêmen do nosso voyeur, mesmo que só eu tenha curtido aquilo. Depois de transar, voltamos pra dentro e eu me despedi do voyeur dando as costas e andando devagar pra que ele apreciasse meu corpo. A tarde agora estava linda, o sol já tinha saído, então atravessamos para curtir a praia. O hotel tinha espreguiçadeiras e guarda-sóis para ficarmos confortáveis. Um garoto nos acomodou e aí sim estávamos prontos para curtir um lindo dia. Pegamos sol, antes eu pedi pro meu maridinho passar protetor nas minhas costas, então me estiquei na espreguiçadeira e desabotoei meu sutiã. Estava quase nua se me vissem por trás. Com aquela moleza de quem está sob o sol descansando, vejo um casal se aproximando e os colocam perto de nós. Era eleeee, o voyeur da varanda com a namorada. Eram jovens como nós, ele quase loiro com muitos cachos e ela também muito gostosa, os dois bem magros com corpos cuidados. Agora eu podia vê-lo melhor. Nos cruzamos várias vezes com o olhar durante a tarde, até me incomodou. Vi ele me observando várias vezes, minha bunda. Fiquei o tempo todo nervosa, como se tivesse cometido um crime. Saímos para jantar num restaurante muito bonito, voltamos tarde e... Tomamos a última no bar do hotel, estávamos no balcão e vimos o casal vizinho passar. Ele percebeu nossa presença e vi que sugeriu à mulher para beber também, mas ela recusou e subiram. Raúl repetiu seu uísque, já havíamos bebido muito naquela noite e, sendo quase 2 da manhã, fomos dormir. Fiquei me revirando ao lado do meu marido, ele dormia como uma pedra, não aguentei mais a sufocação e me levantei como estava, ainda pelada, e fui para a varanda. Abri a janela para entrar um pouco da brisa marítima. Pela hora avançada e a penumbra que me envolvia, pensei que podia ficar ali assim, e me inclinei na beirada da varanda; por um instante respirei e me senti livre com a brisa no meu corpo nu… fechei os olhos e me dediquei a curtir a paisagem, quando, no meu momento de maior imersão, percebi a presença de alguém na varanda ao lado…
Um pouco nervosa, fingi não notar sua presença, só olhava para o horizonte e, de canto de olho, com a cumplicidade da noite escura, tentava saber o que ele fazia. Tinha certeza, sem ver, que era meu voyeur, usando só uma cueca como pijama, o mesmo que no dia anterior teve a ousadia de se masturbar enquanto meu marido me penetrava na varanda e nos encontramos na praia…
Um arrepio percorreu minha humanidade vulnerável pela minha nudez, tinha claro que meus mamilos estavam eretos pelo vento e pela presença dele, notei que ele me encarava fixamente… ele se aproximou do lado da varanda, tentando ver mais, era óbvio que conseguia ver um pouco da minha nudez, mas queria ver mais, queria me olhar, dava passos curtos e tímidos como se ainda achasse que eu não o tinha visto; não sei quanto tempo passou, só sei que em um momento ousado, meu voyeur tinha tirado a cueca e eu podia ver seu membro claramente ereto, grande, muito maior que o do Raúl, meu sentimento era de prazer e lisonja ao saber o quão excitado ele estava ao meu lado, separados por dois vidros que simulavam a grade de cada varanda. A noite na praia estava ficando... mais claro ou meus olhos faziam um grande esforço para ver mais, era um homem lindo, estava com sua parceira assim como eu, quem sabe, mas naquele momento só me importava ver seu pênis duro por minha causa. Era mais um membro que eu via e que adicionava à minha coleção, minha mente e meu corpo me forçavam a ficar ali, me surpreendi acariciando meus seios e sentindo meus mamilos duros como pedra, ele não perdia um detalhe, me observava e se aproximava da varanda; já sabíamos que estávamos excitados, até ali eu só acariciava os seios e ele esfregava seu membro com mais confiança, mas agora me encarando de frente, era demais ver como ele se esfregava e lambia a mão para deslizar melhor na masturbação que fazia. Me aproximei da varanda para vê-lo melhor, era incrível sentir tanto prazer sem ser tocada, ele decidiu trazer a cadeira que havia em sua varanda e ficou em pé sobre ela acelerando sua masturbação, colando-se bem na borda; já podia ver bem de perto seu grande pênis ereto com uma cabeça redonda e brilhante sob a luz da lua, me aproximei da borda e comecei a esfregar meu clitóris como um prêmio para ele, … queria que ele soubesse que eu também estava enlouquecida com sua ousadia, aceleramos juntos nossos movimentos e eu chupava o dedo que enfiava na minha buceta, eu não desviava o olhar do seu pênis e ele não desviava o olhar de mim, ele acelerou os movimentos “você gosta do meu pau?” conseguiu me dizer quase ofegante e com voz um pouco baixa para não sermos ouvidos; “… siiim, …é lindo” eu disse com voz suave “e tem um gosto delicioso…. Se quiser, experimente!!!”… Essas palavras foram incríveis para mim. Eu devia estar vermelha, muito excitada, muito ansiosa e me aproximei mais da borda, estiquei meus lábios…!!! E chupei sua ponta passando minha língua por aquela glande que me atraía, … consegui dar duas chupadas gostosas e na terceira senti uma descarga de porra que me fez grudar no seu pau e engolir tudo que ele soltava, saboreando o sêmen que engoli.

Enquanto engolia, tive um orgasmo incrível que fez minhas pernas tremerem e quase me engasguei com o sêmen dele. As pernas dele também fraquejaram até que, depois de gozar, ele tirou o pau da minha boca e desceu da cadeira. Olhando para o meu rosto, ele se aproximou e me deu um beijo. Aquele beijo me pegou de surpresa e abri minha boca com restos do sêmen dele ainda não engolidos. Nos fundimos em um beijo incrível, principalmente porque gostei que esse desconhecido não só me levou a um ponto de excitação onde eu chupei ele, mas engoli o sêmen dele e ele engoliu comigo no final. Nos separamos, ele entrou na suíte dele e eu, atordoada pelo que aconteceu, mas muito excitada, entrei na minha. Deitei e depois de muito tempo consegui adormecer... Ao acordar, Raúl já tinha se levantado e não estava na suíte. Já eram mais de 10:00 da manhã. Decidi entrar no banheiro e pensar no que tinha acontecido na noite anterior. Enquanto a água caía sobre mim, pensava se tinha sido real ou um sonho. Terminei meu banho, me arrumei e ouvi que Raúl me esperava para o café da manhã. Descemos tarde, quase no final do horário, mas éramos todos jovens naquela hora. O serviço era self-service. Fui me servir café e notei alguém atrás de mim esperando para fazer o mesmo. Virei a cabeça e era ele, quase colado em mim. Fiquei muito nervosa, me servi e quando estava voltando para minha mesa ele disse: "Te espero às 3 de novo". Passei o dia todo nervosa, ele era gostoso... Outro dia inteiro de praia e o casal vizinho por perto, meu vizinho me olhando e eu desviando o olhar. Só em um momento fui para a água sozinha, fiquei na beira molhando os pés, e lá estava ele de novo, a uns três ou quatro metros de mim, também na beira, e me perguntou: "Tá fria, não entra?" Não respondi e voltei para a espreguiçadeira. Tinha que cortar essa situação. Quando estava indo embora, ele repetiu: "Às três". As noites em Costa Yummy eram particularmente quentes, então minha roupa eram vestidinhos. saias semitransparentes e tangas, nem sutiã eu colocava, o passeio noturno era andar pela orla e jantar em algum restaurante à beira-mar, depois se a noite permitisse tomar algo em algum bar, ouvir música, era isso que estávamos fazendo naquela noite abafada, dançamos num bar bem conhecido dali onde tinha muita gente e música boa, nos beijamos e não esquentamos, então decidimos voltar pro hotel. O Raúl bebeu uns mojitos a mais, e a volta teve que ser de táxi porque a pé ele não chegava. Mesmo vindo com tesão, nos tocando e ansiosos pra chegar no hotel pra ter uma noite de sexo, chegamos, fui ao banheiro tomar um banho rápido porque estava muito suada, e quando saí o Raúl já roncava pelado e atravessado na cama. Me consolei pensando que de manhã cedo a gente continuaria nossa rotina sexual, empurrei as pernas dele pra me dar espaço, a cama era bem larga mesmo, e me deitei. Eu também estava muito cansada, o dia todo no sol, depois a noite agitada que tivemos, era pra eu dormir tão rápido quanto o Raúl, mas quando olhei o celular e vi que eram 2h50, lembrei do vizinho, e da insinuação dele no café da manhã e à tarde na praia. Mais uma vez eu estava pelada, minha curiosidade foi mais forte. Outra noite sufocante, senti necessidade de sair na varanda. Voltou à minha memória a noite anterior, como eu tinha chegado a chupar o pau dele e como aquilo me deixou com tanto tesão, chupando até deixar ele limpinho a poucos metros do meu marido!!!!!! Mas foi tanto o tesão, tanto o morbo que, sem pensar duas vezes, voltei pelada, abri a janela de vidro e fechei atrás de mim, porque o ar-condicionado da suíte era agradável, mas a brisa do mar acariciando meus peitos era erotizante. Sem olhar pros lados, me apoiei na grade da varanda com os braços cruzados na frente, e inspirei aquela brisa suave que me acariciava. Nem tinha olhado pra varanda do vizinho, mas sabia que ele estava ali, minha... Meu corpo pressentia, passaram mais de dez ou quinze minutos sem que eu me mexesse, meu olhar fixo no horizonte e no mar, tudo estava muito escuro, só se percebiam as ondas quebrando na costa, e aquele murmúrio suave que inunda os sentidos. Eu não queria nem mover um músculo do rosto porque sabia que ele estava ali me esperando, até que ouvi com voz muito baixa: "Estava te esperando, sabia que viria." Virei a cabeça e me aproximei para não ter que levantar a voz, ele já estava no mesmo lugar da noite anterior, colado na minha varanda, mas agora pelado e com o pau duro. "Isso é uma loucura", eu disse... "Uma loucura linda, como você se chama?" "Karla." "O meu é Ángel, muito prazer, Karla. De que país você é?" "Sou mexicana e estou em viagem com meu parceiro." "Pois estamos iguais, nós também estamos em nossa viagem a dois." E ele sorriu. "Então com mais razão, o que aconteceu ontem à noite foi uma loucura..." "Loucura é não fazer o que o corpo pede, e nossos corpos ontem à noite pediram aquilo." "Você é louco e eu também. Eles podem acordar, qualquer um deles seria terrível se nos verem assim pelados e conversando..." "Por mim, menina, não tenha problemas. Ela, você pode até colocar uma orquestra que é difícil acordá-la até amanhã." "O meu também, hahah." "Então não temos que nos preocupar." "Você é um voyeur, gosta de espiar, pelo que vi ontem..." "Não, menina, eu já estava na sacada e de repente aparece uma beleza como você e pelada, o que você quer que eu faça?? E depois você olhou para mim, e gostou que eu te visse, hahaha. E seu marido te dando aquelas fodas, era impossível ir embora, hahahahahah." "Sim, gostei que você me visse e não tive coragem de dizer nada..." "É que ele estava muito ocupado naquele cuzinho lindo que você tem." "O que aconteceu ontem à noite foi louco", reclamei. "Como você sobe naquela cadeira e se masturba? Podiam nos ver de todos os lados..." "Bom, em princípio, de todos os lados não, e a essa hora não acho que ninguém esteja acordado esperando ver um louco se masturbando na frente de uma beleza, em cima de uma cadeira numa sacada. kkkkkk" kkkkkk você é terrível, Anjo. ............."e você é linda, adorei aquele beijo que demos no final, poderíamos repetir, o que acha?" nãoooo, aquilo foi um tesão do momento, se fizermos agora seria diferente "e como é isso??" como é, como é, que ontem num momento de tesão a gente às vezes faz coisas das quais depois se arrepende, mas fazer isso agora seria trair nossos parceiros, não acha? kkkkkk eu toda santinha na hora, como se não tivesse feito coisas piores, mas tinha que fazer de inocente........ "pois é, meu corpo ainda está pedindo, olha" e ele me aponta o pau dele duro como quando começamos a conversa, é que vocês homens pensam só com isso.............. "e se eu passo pro seu lado da varanda assim a gente não precisa falar tão alto??" nãooo, como você vai passar pra cá?? ..."bem, eu coloco a cadeira aqui, você coloca a sua aí e eu só tenho que levantar a perna" que loucura!!! "te prometo que só vamos conversar" fiquei em dúvida, mas um tesão desgraçado mandava na minha virilha, e aquele pau grande me vencia, não respondi, só me virei, peguei a cadeira da minha varanda e encostei nos vidros. Ele fez como disse, levantou a perna e passou pro meu lado. Mal desceu, já ficou quase colado em mim. Estávamos os dois pelados, não tinha o que dizer, ele só me abraçou, nossas línguas se esfregavam desesperadas. Era tudo novo pra mim, aquela boca, aquela língua, não queria que se separasse nunca. Ele esfregava o pau na minha barriga, senti a umidade da minha buceta sem nem ter me tocado. Ele se afastou dos meus lábios pra chupar meus peitos, era uma luxúria sem controle, nossos corpos eram gêmeos no prazer, como se já se conhecessem há tempos. Minhas sensações eram novas, fiquei louca de tesão. Ele empurrou a cadeira, encostou na parede e sentou. Eu, com minhas pernas dos dois lados, peguei aquele pau grosso, lindo, e guiei pra minha buceta. Ele entrou suavemente, eu estava encharcada, a sensação era maravilhosa. Ele me apertava por dentro, me enchia como nunca tinha sentido com Raúl. Com outras sim!



Comecei um vai e vem de frente para trás, acariciando com meu clitóris os pelos dele, enquanto nossas bocas não se separavam, nossas línguas se esfregando, ninguém dizia nada, e eu tive um e depois dois orgasmos profundos, mordia o ombro dele para não gritar, não queria que a noite acabasse, queria ficar ali para sempre. .........."que bunda linda você tem" ele apertava minha bunda e ajudava no vai e vem, de repente sinto um dedo que ele molhou com a saliva de nossas bocas penetrando meu cu, só um pouquinho, às vezes eu permitia isso pro Raúl, mas ele nunca tinha me comido por ali, outros sim mas ele não, mas não me perguntem por que o Ângel tinha permissão pra fazer o que quisesse comigo naquela noite. Não sei quanto tempo ficamos naquela posição com o pau bem lá dentro, nos beijando quase sem falar, nossos corpos falavam por nós, ............."nunca vamos esquecer nossa viagem, né?" nunca, pelo menos eu nunca, eu disse, sabe que mesmo que você não acredite eu quero que você me engravide ,,....."nããão, não acredito" pois acredite, eu gosto muito de você ..... "mas que honra, você me aperta e me dá um prazer maravilhoso" bom, quando formos velhinhos sempre vamos lembrar dessa noite... "pra mim vai ser inesquecível, linda" ele terminou de dizer isso e se levantou me pegando pela cintura, me apoiou na varanda do terraço com minhas costas voltadas pro mar, e me enfiou com força, lindo, rápido, comecei a ter meu terceiro orgasmo longo e intenso como nunca tinha sentido. Ele me disse que ia gozar em segundos
onde você quer o leite, como ontem à noite ou deixo guardadinho?" nãooo, quero como ontem à noite, dá o leite na minha boca, Angel. Ele puxou de uma vez, senti um vazio imenso, apoiou as mãos nos meus ombros para me colocar de joelhos, e só precisou sacudir duas vezes e meteu na minha boca que já estava aberta esperando. Era tanto que não dava tempo de engolir, mas eu não ia deixar nada, fiz um esforço para respirar e tomei tudo, estava uma delícia, doce e gostoso. Limpei até não sair mais nada, me levantei e nossas bocas se juntaram desesperadas, mais de 20 minutos assim nos beijando até o pau dele descansar...... "Que horas serão?" Espera, me afastei e entrei bem devagar no meu quarto. Raúl roncava, alheio ao prazer que sua esposa puta tinha tido, olhei meu celular e eram 4h30. É muito tarde, 4h30, vamos dormir....... "Nãooo, me dá uns minutos, tenho tempo de fazer muitos carinhos nessa bunda maravilhosa que você tem." Você é louco, essa bunda tem que ser para meu marido, nunca deixei ele penetrar e prometi que um dia talvez, mesmo sendo óbvio que vários já tinham estourado ela, menos meu marido, e muitas vezes, mas eu tinha que bancar a difícil....."Olha que eu sou especialista, e você leva a lembrança completa, hahaha" nãooo, com isso que você tem aí você com certeza me estoura, é muito grosso para minha bunda virgem, disse brincando, mesmo sabendo que já tinha levado pintos desse tamanho dentro da minha bunda, e beijava ele, não queria ir embora, estava encantada.."É que se você ficar como ontem para seu marido nessa cadeira com essa bunda como te vi, te garanto que não escapa e vai gozar, menina" hahaha, eu gosto muito de você, Angel, obrigada por essa noite maravilhosa, agora melhor eu ir dormir....."A gente se vê amanhã?" nãooo, de novo?? Você é louco, nossos parceiros vão nos matar e eu tenho medo, ..."Eles não têm por que saber, só aguenta até as 3, amanhã, pensa que talvez a gente nunca mais se veja, nós vamos embora na quinta." Ele me beijou profundamente, colocou a cadeira para passar para a varanda, não me deixou... responder, já dava como certo que nos encontraríamos de novo para nos despedirmos. Já era madrugada de quarta-feira, e ele desapareceu. Eu ainda fiquei encostada na varanda, abri a janela e dava pra ouvir os roncos suaves do meu marido, e eu pensando... que provavelmente nunca mais o veria, e isso já me entristecia. Continua...
0 comentários - Viaje de reconciliación