Oi safadinhos, eu sumi bastante, mas já voltei.
Vou continuar contando minha transa com um negro❤️ Depois de terminar de chupar toda a pica dele, ele disse "agora quero enfiar em você". Eu falei: não sei se isso tudo vai caber em mim. Roberto me diz: "vamos fazer aos poucos". Roberto desce do meu abdômen e fica de pé no chão, me olhando deitada na cama. Ele diz: "levanta as pernas, vou enfiar devagarinho". Eu obedeci e levantei, pedi pra ele ir devagar pra não me machucar. Roberto aproxima a pica dele, toda coberta da minha saliva, da minha buceta e vai afundando aos poucos, comentando como eu estava apertada enquanto eu ficava louca com os poucos centímetros grossos que iam entrando na minha buceta. Ele cuspiu na minha buceta, chegou perto do meu rosto e sussurrou: "vou enfiar mais, aguenta um pouco, depois você se acostuma". Tê-lo tão perto do meu rosto só me fez abraçá-lo, trazendo o corpo dele mais perto do meu, e o beijei enquanto a pica dele entrava cada vez mais na minha buceta. Enquanto eu gemía sem parar, ele disse: "que gostosa você está, meu amor, de agora em diante vou ser eu quem vai te comer sempre". Isso me esquentou ainda mais e enterrei meu quadril no dele, deixando toda aquela pica negra entrar na minha buceta. Roberto começou a meter e sacar devagar enquanto nos beijávamos, e continuou metendo a pica dele nessa posição por um tempo, com mordidas nos peitos e chupões no pescoço. Ele começou a acelerar as enfiadas da pica e, como antes, senti que ia me mijar toda.



Enquanto ele continuava me penetrando, eu tentava abafar meus gemidos mordendo seu ombro com força para abafar o som e minha família não ouvir o quão puta eu sou. Quanto mais forte eu mordia, mais forte Roberto me comia. Eu estava sentindo tanto prazer que enterrei minhas unhas o mais forte que pude nas costas dele enquanto envolvia minhas pernas em torno de suas costas - eu não queria deixá-lo ir. Eu gozei no meio de gritos de prazer abafados, mordendo o ombro do meu amante negro pela segunda vez no dia, enquanto Roberto ainda tinha o pau dele dentro de mim. Assim que ele tirou o pau de dentro da minha buceta e gozou um pouco no meu púbis lindo, mas sem perder a rigidez, ele enfiou o pau de volta e começou a me foder de novo. Meu filho voltou a bater na porta me chamando, mas Roberto e eu ignoramos e continuamos fodendo como animais. Roberto, num instante, levantou minhas pernas nos ombros dele e começou a enfiar mais rápido. Essa posição me excitou mais que a anterior porque eu via os abdomens definidos do José indo para trás e para frente. Ver aqueles quadradinhos negros cobertos de suor e dos meus fluidos vaginais, sentir aquele cheiro de sexo e suor só me fez esticar minhas mãos e agarrar as nádegas do José, pedindo para ele me dar mais forte. José continuou e continuou enfiando o pau em mim. Meus gemidos foram aumentando e aumentando, eu já não me importava se minha família me ouvia e já não ouvia meu filho me chamando à porta, de tão excitada que eu estava.


Roberto num instante me agarra pelas coxas e me vira de uma só vez, dizendo que agora vai me comer como uma putinha. Essa palavra "putinha" me deixou molhada. Ele me coloca de novo, ainda com o pau dele duro como uma pedra. Nunca tinha transado por tanto tempo, estava tão molhada e dolorida, mas não queria que ele parasse. Roberto começa a enfiar o pau devagar e eu comecei a gemer. Ele enfiou o pau todo e começou a bater nas minhas nádegas com as mãos, primeiro uma, depois a outra. Ficou assim até que me pegou pelo cabelo, puxou minha cabeça para trás e começou a meter aquele pauzão negro com mais força e rapidez.
pouco tempo depois já sentia que estava gozando de novo, e eu gemei "vou gozar, vou gozar, vou gozar" e Roberto puxou meu cabelo com mais força e começou a meter mais rápido, o que me fez gozar. Era a terceira vez que eu gozava naquela tarde, minhas pernas ficaram fracas, e Roberto teve que me segurar, dizendo para eu aguentar que ele já ia gozar também. Eu gemia e gemia até que Roberto soltou um grito de "tô gozandoooo", puxou o pau para fora da minha buceta, me jogou de lado me deixando de costas, subiu em cima de mim me deixando ver seu pau enorme coberto dos meus fluidos, se masturbou um pouco e gozou, jogando uma quantidade de porra nunca antes vista na minha cara, acompanhada de "aghhhhh aghhhhh aghhhhh que delíciaaa".

Da parte do Roberto, depois que ele gozou completamente, ele aproximou o pau da minha boca e disse: "limpa só a cabecinha". Aí eu enfiei só aquela pontinha com aquele gosto de sêmen jovem e deixei ele sem uma gota, chupando por aquele buraquinho onde eu meti a ponta da língua e suguei igual picolé...
Roberto se jogou na cama ao meu lado, pelado e com o corpo coberto de suor igual ao meu. Depois de alguns minutos, ele se aproximou do meu rosto, me deu um beijo na boca e disse: "Anda, se limpa que seu filho o tempo todo esteve batendo na porta..." Eu não tinha ouvido uma única batida do meu filho por estar gemendo com aquela pica preta dentro de mim. Me levantei, peguei um pano na mesa de cabeceira e limpei o sêmen do Roberto que estava no meu rosto. Meus peitos já estavam cheios de chupões perto do mamilo e nas laterais, minhas nádegas tinham as marcas das palmadas que ele tinha dado. Roberto, que estava deitado com a pica já mole, me viu levantada e começou a rir, dizendo: "Olha só essa buceta, tá mais vermelha que seu rosto". Me agachei, olhando minha buceta, e sim, estava super vermelha, ardia um pouco e todos meus pelos púbicos estavam molhados... Procurei minha calcinha no chão, entre as roupas do Roberto e as minhas, coloquei e vesti um roupão. Perguntei ao Roberto se ele ia ficar a noite comigo ou se tinha que ir, e ele disse que queria ficar comigo, entrelaçado e me abraçando pelada. Saí do quarto, deixando Roberto deitado e pelado na minha cama, e vi meu filho dormindo no sofá da sala com a TV ligada. Vi as horas e eram 1:30 da manhã; tinha transado por 2 horas com Roberto, já que antes das 11:30 nos trancamos no meu quarto... Acordei meu filho e ele disse que estava com fome, então comecei a cozinhar para ele. Eu não estava com fome nenhuma depois da arrebentada que me deram. Supus que Roberto também estivesse com fome depois de me partir ao meio, então... Fiz algo rápido, mas enquanto cozinhava não parei de pensar na resistência do Roberto na foda. Seus 25cm ficaram a maior parte do tempo duros; os poucos minutos que ficaram meio moles foi quando ele gozou nos meus pelos púbicos depois de me fazer gozar pela segunda vez. Fiz um espaguete só para o Roberto, já que eu nem estava com fome. uns legumes com uma mamadeira para meu filho... chamo meu filho para comer com chamadinhos e meu filho se levanta meio sonolento, senta à mesa e Roberto sai do quarto de cueca amarela que eu não tinha visto já que quando se despisse ele baixou a calça com a cueca, então não pude ver a cor, ele saiu ainda um pouco suado com o cabelo despenteado e a cueca mais baixa do que a calça ficava, deixando ver melhor o formato em V que ia da cintura até o pau dele, também mostrava poucos pelos pubianos e um volume que se destacava naquela cor. Quando me viu olhando, ele agarrou o pau e me disse "Que horas são, te ajudo em algo?" Eu respondi que é 1:30 e que ele só se sente que a comida já está pronta, mas que não faça muito barulho porque minha família pode perceber. Enquanto caminhava até a mesa, o pau dele balançava e aquele movimento do pau com aquele abdômen negro, magro e brilhante de suor me esquentou e fez meus mamilos ficarem duros. Roberto sentou de cueca ao lado do meu filho, servi a comida para meu filho e Roberto me deu uma palmada na bunda e só ria. Servi o espaguete para Roberto em um prato grande e coloquei na mesa. Roberto me pergunta se eu não vou comer, ao que respondo que não estou com fome e não vou jantar, então ele me diz entre risadas "já já você vai comer outra coisa", ao que dei uma pequena palmada nas costas dele. Me sentia quente e excitada vendo sentado de cueca o homem que me fez gozar 3 vezes por foder 2 horas seguidas em segredo enquanto minha família estava na mesma casa onde ele me comia como uma puta na frente do meu filho, e que me dizia frases safadas sem nenhum pudor enquanto eu estou de roupão sem sutiã e com uma calcinha de renda molhada de lubrificação e porra... Servi o suco em um copo para Roberto e passei a mamadeira do meu filho para a mesa, então Roberto me agarra pela cintura e me senta em suas pernas. Eu reagi na hora dizendo que não, que estamos na frente do meu filho e ele pode dizer ao seu pai e Roberto me disse: "mas se não estamos fazendo nada de errado, você só está sentada e não vai acontecer nada que você não queira. Além disso, você está mais perto se quiser dar comida na boca do menino". Eu não disse nada e continuei sentada, sentindo o pau mole do José nas minhas nádegas. Roberto esticou um braço na frente da minha cintura e eu já me sentia mais molhada do que quando o vi andando de cueca em direção à mesa. Assim sentada, estava dando comida ao meu filho e Roberto comia com a mão direita enquanto a esquerda me abraçava. Eu dizia ao meu filho, mimando, que a comida estava gostosa, que comesse rápido antes que esfriasse. Aí Roberto diz: "que gostoso estão esses macarrões, mas mais gostosa ainda é quem cozinhou". E com o braço que me envolvia, deu uma batidinha na minha coxa. Eu só disse: "idiota", e ele riu. Voltei a dar comida ao meu filho e Roberto começa a enfiar a mão pela abertura do meu roupão e começa a acariciar minha barriga. Eu disse para ele parar, que estávamos na frente do menino, e Roberto me diz que não está fazendo nada. Roberto não parou e eu voltei a fazer o que estava fazendo, e comecei a sentir o pau do Roberto crescendo sob minhas nádegas e ficando duro como uma pedra. Nisso, Roberto levanta a mão, agarra um dos meus peitos e belisca meu mamilo, fazendo eu dar um pequeno pulo e querer tirar a mão dele. Ele diz: "shhhh, mami, não faz barulho, vejo que você está excitada de estar sentada na frente do seu filho, no colo de quem te comeu por duas horas". Eu não respondi e deixei ele continuar. Roberto estava brincando com um dos meus seios enquanto eu terminava de dar comida ao meu filho, e ele, com a mão direita, comia dizendo como estava gostoso o que tinha acabado de comer... Terminei de dar comida ao meu filho e já estava muito molhada, e Roberto com o pau duro que eu sentia nas minhas nádegas. Eu me levantei e Roberto tirou a mão do meu peito. Desci meu filho da cadeira, peguei os pratos e disse a ele que fosse ao banheiro lavar as mãos e se aprontar. para acostá-lo de novo, meu filho correu, já com os pratos na pia, Roberto se levanta da cadeira e fica atrás de mim, colocando as mãos na minha cintura e subindo até agarrar meus seios com as duas mãos. Ele me diz que esses mamilos estão duros e começa a beijar meu pescoço, dizendo como eu estava uma gostosa. Naquele momento, eu conseguia sentir aquele volume debaixo da cueca, mas não disse nada. Deixei Roberto apalpar meus seios e beijar meu pescoço até sentir suas mãos descendo e tocar minha buceta. Dei um sobressalto e Roberto me diz: "Que xepa, tá ainda mais molhada, essa aqui tá precisando de uma boa rola". Tentei tirar as mãos de Roberto, dizendo que a qualquer momento meu filho podia entrar ou alguém da família aparecer, mas ele não deu ouvidos, falando para eu não me preocupar, que se meu filho nos visse nem saberia o que estávamos fazendo. Roberto começou a se aproximar mais e a esfregar nas minhas nádegas, e com as mãos que estavam na minha calcinha, com uma ele moveu a calcinha para o lado e com a outra começou a me masturbar, enfiando a ponta de dois dedos. Eu fiquei estática, sem me mexer, para não soltar nenhum gemido, enquanto aqueles dedos negros entravam na minha buceta e me deixavam ainda mais molhada do que já estava. De vez em quando, ele dava uma palmada na minha bunda, enquanto me encurralava contra a mesa...


Roberto me diz entre beijos no pescoço: "Que molhada você está nessa buceta, mami. Se quiser, me agacho e chupo ela agora". Eu não disse nada, só deixei Roberto continuar mexendo na minha buceta com os dedos, até que em um momento meu filho sai do banheiro me dizendo que já está pronto. Roberto solta minha buceta e me diz no ouvido: "Já põe esse moleque pra dormir pra gente ficar sozinho", e aproxima os dedos que antes estavam na minha buceta da minha boca e eu os chupei. Eu digo a Roberto para me esperar sentado na sala até eu deitar o menino, e Roberto obedeceu. Quando eu caminhava até lá, já dava para ver seu pau completamente duro, levantando o boxer como uma barraca de circo. Puxei meu filho para o banheiro para escovar os dentes dele. Demoramos não sei quanto tempo, mas Roberto aparece na porta e diz: "Uffff, você tem banheira aqui também, poderemos praticar algumas posições". Ao que eu respondi: "Shhhh, vai pra fora que já termino". Roberto volta para a sala e eu fiquei excitada com essas palavras, só queria me trancar com ele de novo. Tirei meu filho do banheiro e troquei o pijama porque ele sujou o outro no jantar, e fui deitá-lo. Preparei uma mamadeira para ele dormir, fiquei no quarto do meu filho uns 30 minutos até ele pegar no sono direito. Quando ele já estava dormindo, saí do quarto e levei uma surpresa... Roberto não estava na sala. Entro no quarto e o vejo nu deitado com algumas almofadas nas costas e lendo uma revista. Suas bolas negras penduradas tocando o lençol da minha cama e seu pau mole, mas de bom tamanho. Roberto sentiu minha entrada no quarto, abaixou a revista e me diz: "Estava esperando por você, mami. Vem aqui ao meu lado". Tirei o roupão e, de quatro, subi na cama.



Vou me aproximando das pernas dele e do pau do Roberto, agarro o pau dele e começo a masturbar e beijar enquanto ele me agarra os peitos e belisca. Roberto me diz: "chupa ele". Eu obedeci e comecei a lamber aquela cabeça roxa que me deixava tão louca, enfiei na boca como se fosse uma chupeta enquanto ele me dizia:
Já estava te esperando há um tempão, achei que o moleque nunca ia pegar no sono... aiii simmm, chupa tudo, desce mais, desce mais, chupa toda essa pica de chocolateeee... Eu continuei chupando a pica dele, já estava toda coberta da minha saliva e o Roberto me diz: gata, levanta e senta em cima de mim; eu falo que vai doer se eu enfiar sua pica de uma sentada só, o Roberto diz senta devagar e rebola como aguentar, eu levantei da cama e sentei na pica do Roberto ainda sem enfiar; ele diz gata levanta um pouco enquanto eu meto a ponta e você começa a descer sozinha, o Roberto pegou na pica e colocou na entrada da minha buceta, com uma mão na pica e outra na minha cintura ele diz: agora desce, eu começo a descer e sinto cada centímetro daquela pica entrando, aí eu coloquei minhas mãos naqueles abdomens negros e desci completamente minha cintura e já tinha toda aquela pica enorme dentro de mim, sentia tão gostoso nessa posição que achei que se me mexesse ia gozar na hora, o Roberto colocou suas duas mãos na minha cintura e disse sobe e desce ou vai e vem, eu comecei a me mover uns centímetros pra cima e sentava de repente sentindo aquela pica negra batendo no meu útero, não aguentei e comecei a gemer movendo minhas mãos e colocando na barriga do negro pra sentir aqueles abdomens marcados



fiquei um tempo assim até que gozei toda e sentia minha buceta ficando molhada e as bolas do Roberto, que ao ver que eu tinha gozado começou a me penetrar rapidamente, levantando a cintura repetidas vezes, o que me fazia gritar com entusiasmo. Não aguentei mais o prazer e me joguei no peito do Roberto ainda com o pau dele dentro de mim, enquanto ele continuava me penetrando e dando tapas na minha bunda. Comecei a gemer e gemer de tão gostoso que estava sendo, e em uma das investidas ele agarra minha cintura com as duas mãos e enfia o pau completamente, me fazendo soltar um grito enquanto aquela rola estava toda pressionada contra minha xota.

Logo depois, ele me vira de lado, ainda com o pau dentro, e fica por cima de mim, bombando com força enquanto chupa meus peitos e beija meu pescoço. Eu gemia sem parar, me agarrando nas costas dele, até que Roberto levanta o abdômen e puxa o pau de uma vez. Começa a se masturbar e a rugir como um touro, enquanto jorra jatos longos de porra que caem em meus pelos pubianos e chegam até meu umbigo. Ele continuou até sair a última gota e, ainda com o pau duro, me diz: "Vamos, vira de quatro, sua putinha". Já toda excitada, só virei, mesmo com as pernas tremendo de tanto sexo. Meu negão, com um só empurrão, enfiou o pau todo e começou a me bombear, segurando minha cintura com as mãos, às vezes acompanhado de tapas na bunda. Eu, nessa...

Naquele instante, eu já não gemia palavras como da primeira vez, porque estava tão cansada e excitada que só soltava uns "aaaah aaaah aaaah aaaaaa mmmm mmmm mmmm", com o rosto afundado na cama enquanto ele me comia. Roberto começou a dar umas enfiadas mais fortes até que, na última, ele grudou completamente em mim e eu senti ele gozar um pouco dentro de mim. Ele deitou em cima das minhas costas, ainda com o pau dentro, e beijou minhas costas dizendo: "Aaaaaah, essa foi a melhor noite da minha vida, sua putinha aaaaaah". Ele deitou ao meu lado, e enquanto eu virava de barriga para cima, sentindo o gozo escorrendo da minha buceta, Roberto se aproximou, abriu ela com os dedos e falou: "Que delícia ver meus filhos saindo da sua xota toda vermelha". Ele se deitou de novo, agora com os braços atrás da cabeça, e perguntou: "Você já transou tantas vezes num dia assim com seu marido?".
Eu respondi que não, que quando a gente se conheceu, no máximo a gente tinha fodido umas três vezes por dia. Roberto deu uma risada e respondeu: "Hoje eu quebrei meu recorde, nunca tinha comido tanto num único dia, e nunca tinha fodido com uma criança no quarto ao lado hahahaha, e com a família toda na mesma casa onde eu como minha putinha. E pra você, qual foi o lugar mais esquisito onde você transou com seu marido?". Eu respondi que a gente geralmente transava no nosso quarto, e que o único lugar diferente tinha sido no carro. Roberto, com uma risada debochada, falou: "Que maricona seu marido, não aproveita bem. Dizem no meu país: 'Deus dá barba a quem não tem queixo'. Eu te comeria toda hora, todo dia". Não sei por que, mas essas palavras, mesmo sendo meio vulgares, ditas por um negro pelado do meu lado, me deixaram tão excitada que eu senti o calor subindo. A conversa continuou assim, meio picante, até que uma pergunta me deixou em silêncio por um momento... Roberto me perguntou qual era minha fantasia sexual. Eu fiquei tímida pra responder, mas disse que minha fantasia era transar com um negro... Roberto, rindo, falou: "Bom, você já realizou. E aí, o que achou? Cumpriu? com as suas expectativas? Eu só balancei a cabeça em sinal de afirmação e Roberto sorriu orgulhoso, dizendo que sua fantasia era ficar um dia completamente pelado com sua mulher e foder onde desse vontade, sem importar a hora ou quantas vezes transassem. Fiquei olhando para ele, pensando em como seria andar completamente nua junto com o Roberto, vê-lo caminhar com seus abdomens à mostra e enquanto sua pica enorme balançava no ritmo dos passos, também poder transar casualmente em cima de qualquer coisa, na hora que fosse e quantas vezes fosse. Me veio à mente o que ele tinha dito sobre tomarmos banho juntos na banheira e, como já estava excitada só de pensar no que o Roberto tinha falado, eu disse: "Vamos tomar banho na banheira". Ele respondeu: "Não me responsabilizo pelo que pode acontecer, você vai ver..." Eu me levantei e não coloquei nada, abri a porta completamente nua, sem medo de encontrar alguém da minha família lá fora; disse "Vamos", e Roberto deu um pulo que fez a cama rangê e sua pica balançou, mas ele se levantou na hora e perguntou: "Não importa se eu sair pelado?" Eu balancei a cabeça negando, peguei sua mão e fomos em direção ao banheiro. Eu me sentia realmente excitada por andar pelo corredor nua junto com o Roberto, e assim seria a sensação de passar o dia todo pelada. Uma vez dentro do banheiro, me vi no espelho ao lado dele, e lá estava eu como nunca: completamente despenteada, com chupões como o Roberto chamava, por todo o meu corpo – tinha chupões no meu decote, nos meus seios, na minha barriga, e ali estava minha buceta completamente vermelha e com uma mancha esbranquiçada que era o sêmen do Roberto que tinha secado. Ao meu lado, ele com seu corpo brilhante do suor seco, com o cabelo despenteado e uma pica negra predominante que descia, parecendo enorme e sem eu entender como aquela coisa entrava dentro de mim. Roberto me diz: "Continua se lavando que vou mijar". Fiz isso, entrei na banheira em pé e me enxaguei rapidamente enquanto via ele de pé, mijando e mirando no vaso, não pude Desviei o olhar do pau dele até que ele terminou de urinar e deu descarga. Fechei o chuveiro alto e abri o de baixo para encher a banheira. Peguei a mão dele e ajudei a entrar, dizendo: "Senta". Roberto sentou e eu também, mas na direção oposta, ficamos cara a cara com as pernas dele entre as minhas e as minhas por cima das dele. Ele perguntou: "Você vai me banhar?". Eu ri e comecei a molhá-lo com o chuveirinho flexível. Uma vez completamente molhado, comecei a ensaboar seu cabelo e desci para os ombros. Aí falei: "Estica os braços". Ele os esticou em direção aos meus seios e começou a apalpá-los. Eu disse: "Fica quieto", e Roberto riu, soltando meus seios. Terminei de ensaboar todo o abdômen dele e disse que agora era a vez dele me ensaboar. Virei, dando minhas costas, e me aproximei do peito dele. Senti o pau dele pressionando minhas costas e ele começou a ensaboar meu decote, descendo para meus seios, ensaboando por cima, por baixo, e descendo para minha barriga. Ficou assim um tempo até descer completamente até minha buceta e esfregá-la com sabão. Eu disse: "Não, isso não, eu posso lavar sozinha". Ele respondeu: "Já lavei em cima, posso lavar embaixo", e continuou ensaboando minha xota e pernas. Eu estava tão excitada que virei a cabeça, puxei seu pescoço e começamos a nos beijar, até que me virei completamente, ficando por cima dele. Depois de um tempo nos beijando, me afastei e disse: "Já é hora de dormir, estou tão cansada...". Levantamos da banheira e começamos a nos secar separadamente. Não sequei o cabelo com o secador e, com o cabelo molhado, saí do banheiro acompanhada por Roberto, ainda nus, de volta para meu quarto. Ao chegar, ele se deitou perguntando se podia dormir hoje na minha casa. Respondi que sim, que podia dormir comigo, mas que tinha que trocar os lençóis da cama, já que estavam com cheiro de sexo. Então, tirei o lençol ainda com Roberto e eu nus, e trocamos. Por causa de um jogo de lençóis novo, Roberto se deita e me diz para dormirmos nus. Eu, sem pensar, disse que sim e nos deitamos. Roberto ficou em cima do meu peito como um menininho, mas eu sabia que era para ficar perto dos meus mamilos. Ficamos nessa posição até adormecer. Roberto, já dormindo, se moveu para o outro lado da cama e eu fiquei no meu lado. Assim ficamos até que, de madrugada, meu filho começou a bater na porta e entrou no meu quarto. Ele disse: "Mamãe, tive um pesadelo, posso dormir com você?" Eu disse: "Sim, querido, vem aqui" e o deitei ao meu lado. Comecei a fazer sons para meu filho dormir e sinto Roberto se mover para o meu lado e me abraçar. Agora estamos os dois abraçados, eu sentindo ele envolver meus seios com os braços e o pau semiduro dele na minha bunda. Eu fui empurrando a bunda para trás para sentir mais aquele pau, até que ele meteu por baixo das minhas nádegas e ficou entre minhas pernas, sem me penetrar. Eu ia falar e ele sussurrou: "Seu filho vai ouvir." Meu filho deu um pequeno sobressalto e, com o susto, me afastei de Roberto. Disse para ele se comportar, que meu filho estava dormindo ao nosso lado, e ele virou de costas sem dizer uma palavra.
Uma vez que meu filho e Roberto dormiram, eu não conseguia pegar no sono. Sentir aquela sensação do pau do José entre minhas pernas me deu vontade de transar de novo. Fechava os ojos tentando dormir, mas os sonhos molhados me acordavam. Então, em um desses despertares, me mexi lentamente na cama sem acordar ninguém e virei para o José, que dormia placidamente. Fui metendo minha mão debaixo dos lençóis até alcançar o pau dele, que estava mole e frio. Comecei a punhetá-lo e ele foi ficando duro pouco a pouco, até que me meti completamente debaixo do lençol e comecei a chupá-lo. José dava pequenos resmungos ainda dormindo e pequenos pulos cada vez que eu chupava suas bolas. Em uma dessas chupadas, meu tesão foi tanto que tentei enfiar o pau inteiro dele, e o José deu um pulo dizendo "aaaah" e acordou levantando. a toalha e me olhando com um sorriso enquanto eu chupava ele disse: "Não que você não queria por causa do seu filho?" Eu fiz sinal para ele calar a boca e continuei chupando. José colocou as mãos na minha cabeça e me fazia chupar até que, nessa hora, ele agarrou meus peitos e meteu o pau no meio e comecei a esfregar ele com minhas tetas. Roberto sorria e se contorcia até que gozou nas minhas tetas. Não foi um jato longo, já que ele tinha jorrado tanto porra nas vezes anteriores, mas ainda estava igualmente branca como antes. Peguei a mesma toalha e limpei minhas tetas. Depois disso, subi até ficar de costas para Roberto e deixei minha bunda na altura do pau dele...
Querem saber o que mais aconteceu? Deixem seus pontos e comentários que eu conto mais do que fizemos eu e meu amante negro!❤️
Vou continuar contando minha transa com um negro❤️ Depois de terminar de chupar toda a pica dele, ele disse "agora quero enfiar em você". Eu falei: não sei se isso tudo vai caber em mim. Roberto me diz: "vamos fazer aos poucos". Roberto desce do meu abdômen e fica de pé no chão, me olhando deitada na cama. Ele diz: "levanta as pernas, vou enfiar devagarinho". Eu obedeci e levantei, pedi pra ele ir devagar pra não me machucar. Roberto aproxima a pica dele, toda coberta da minha saliva, da minha buceta e vai afundando aos poucos, comentando como eu estava apertada enquanto eu ficava louca com os poucos centímetros grossos que iam entrando na minha buceta. Ele cuspiu na minha buceta, chegou perto do meu rosto e sussurrou: "vou enfiar mais, aguenta um pouco, depois você se acostuma". Tê-lo tão perto do meu rosto só me fez abraçá-lo, trazendo o corpo dele mais perto do meu, e o beijei enquanto a pica dele entrava cada vez mais na minha buceta. Enquanto eu gemía sem parar, ele disse: "que gostosa você está, meu amor, de agora em diante vou ser eu quem vai te comer sempre". Isso me esquentou ainda mais e enterrei meu quadril no dele, deixando toda aquela pica negra entrar na minha buceta. Roberto começou a meter e sacar devagar enquanto nos beijávamos, e continuou metendo a pica dele nessa posição por um tempo, com mordidas nos peitos e chupões no pescoço. Ele começou a acelerar as enfiadas da pica e, como antes, senti que ia me mijar toda.



Enquanto ele continuava me penetrando, eu tentava abafar meus gemidos mordendo seu ombro com força para abafar o som e minha família não ouvir o quão puta eu sou. Quanto mais forte eu mordia, mais forte Roberto me comia. Eu estava sentindo tanto prazer que enterrei minhas unhas o mais forte que pude nas costas dele enquanto envolvia minhas pernas em torno de suas costas - eu não queria deixá-lo ir. Eu gozei no meio de gritos de prazer abafados, mordendo o ombro do meu amante negro pela segunda vez no dia, enquanto Roberto ainda tinha o pau dele dentro de mim. Assim que ele tirou o pau de dentro da minha buceta e gozou um pouco no meu púbis lindo, mas sem perder a rigidez, ele enfiou o pau de volta e começou a me foder de novo. Meu filho voltou a bater na porta me chamando, mas Roberto e eu ignoramos e continuamos fodendo como animais. Roberto, num instante, levantou minhas pernas nos ombros dele e começou a enfiar mais rápido. Essa posição me excitou mais que a anterior porque eu via os abdomens definidos do José indo para trás e para frente. Ver aqueles quadradinhos negros cobertos de suor e dos meus fluidos vaginais, sentir aquele cheiro de sexo e suor só me fez esticar minhas mãos e agarrar as nádegas do José, pedindo para ele me dar mais forte. José continuou e continuou enfiando o pau em mim. Meus gemidos foram aumentando e aumentando, eu já não me importava se minha família me ouvia e já não ouvia meu filho me chamando à porta, de tão excitada que eu estava.


Roberto num instante me agarra pelas coxas e me vira de uma só vez, dizendo que agora vai me comer como uma putinha. Essa palavra "putinha" me deixou molhada. Ele me coloca de novo, ainda com o pau dele duro como uma pedra. Nunca tinha transado por tanto tempo, estava tão molhada e dolorida, mas não queria que ele parasse. Roberto começa a enfiar o pau devagar e eu comecei a gemer. Ele enfiou o pau todo e começou a bater nas minhas nádegas com as mãos, primeiro uma, depois a outra. Ficou assim até que me pegou pelo cabelo, puxou minha cabeça para trás e começou a meter aquele pauzão negro com mais força e rapidez.
pouco tempo depois já sentia que estava gozando de novo, e eu gemei "vou gozar, vou gozar, vou gozar" e Roberto puxou meu cabelo com mais força e começou a meter mais rápido, o que me fez gozar. Era a terceira vez que eu gozava naquela tarde, minhas pernas ficaram fracas, e Roberto teve que me segurar, dizendo para eu aguentar que ele já ia gozar também. Eu gemia e gemia até que Roberto soltou um grito de "tô gozandoooo", puxou o pau para fora da minha buceta, me jogou de lado me deixando de costas, subiu em cima de mim me deixando ver seu pau enorme coberto dos meus fluidos, se masturbou um pouco e gozou, jogando uma quantidade de porra nunca antes vista na minha cara, acompanhada de "aghhhhh aghhhhh aghhhhh que delíciaaa".

Da parte do Roberto, depois que ele gozou completamente, ele aproximou o pau da minha boca e disse: "limpa só a cabecinha". Aí eu enfiei só aquela pontinha com aquele gosto de sêmen jovem e deixei ele sem uma gota, chupando por aquele buraquinho onde eu meti a ponta da língua e suguei igual picolé...
Roberto se jogou na cama ao meu lado, pelado e com o corpo coberto de suor igual ao meu. Depois de alguns minutos, ele se aproximou do meu rosto, me deu um beijo na boca e disse: "Anda, se limpa que seu filho o tempo todo esteve batendo na porta..." Eu não tinha ouvido uma única batida do meu filho por estar gemendo com aquela pica preta dentro de mim. Me levantei, peguei um pano na mesa de cabeceira e limpei o sêmen do Roberto que estava no meu rosto. Meus peitos já estavam cheios de chupões perto do mamilo e nas laterais, minhas nádegas tinham as marcas das palmadas que ele tinha dado. Roberto, que estava deitado com a pica já mole, me viu levantada e começou a rir, dizendo: "Olha só essa buceta, tá mais vermelha que seu rosto". Me agachei, olhando minha buceta, e sim, estava super vermelha, ardia um pouco e todos meus pelos púbicos estavam molhados... Procurei minha calcinha no chão, entre as roupas do Roberto e as minhas, coloquei e vesti um roupão. Perguntei ao Roberto se ele ia ficar a noite comigo ou se tinha que ir, e ele disse que queria ficar comigo, entrelaçado e me abraçando pelada. Saí do quarto, deixando Roberto deitado e pelado na minha cama, e vi meu filho dormindo no sofá da sala com a TV ligada. Vi as horas e eram 1:30 da manhã; tinha transado por 2 horas com Roberto, já que antes das 11:30 nos trancamos no meu quarto... Acordei meu filho e ele disse que estava com fome, então comecei a cozinhar para ele. Eu não estava com fome nenhuma depois da arrebentada que me deram. Supus que Roberto também estivesse com fome depois de me partir ao meio, então... Fiz algo rápido, mas enquanto cozinhava não parei de pensar na resistência do Roberto na foda. Seus 25cm ficaram a maior parte do tempo duros; os poucos minutos que ficaram meio moles foi quando ele gozou nos meus pelos púbicos depois de me fazer gozar pela segunda vez. Fiz um espaguete só para o Roberto, já que eu nem estava com fome. uns legumes com uma mamadeira para meu filho... chamo meu filho para comer com chamadinhos e meu filho se levanta meio sonolento, senta à mesa e Roberto sai do quarto de cueca amarela que eu não tinha visto já que quando se despisse ele baixou a calça com a cueca, então não pude ver a cor, ele saiu ainda um pouco suado com o cabelo despenteado e a cueca mais baixa do que a calça ficava, deixando ver melhor o formato em V que ia da cintura até o pau dele, também mostrava poucos pelos pubianos e um volume que se destacava naquela cor. Quando me viu olhando, ele agarrou o pau e me disse "Que horas são, te ajudo em algo?" Eu respondi que é 1:30 e que ele só se sente que a comida já está pronta, mas que não faça muito barulho porque minha família pode perceber. Enquanto caminhava até a mesa, o pau dele balançava e aquele movimento do pau com aquele abdômen negro, magro e brilhante de suor me esquentou e fez meus mamilos ficarem duros. Roberto sentou de cueca ao lado do meu filho, servi a comida para meu filho e Roberto me deu uma palmada na bunda e só ria. Servi o espaguete para Roberto em um prato grande e coloquei na mesa. Roberto me pergunta se eu não vou comer, ao que respondo que não estou com fome e não vou jantar, então ele me diz entre risadas "já já você vai comer outra coisa", ao que dei uma pequena palmada nas costas dele. Me sentia quente e excitada vendo sentado de cueca o homem que me fez gozar 3 vezes por foder 2 horas seguidas em segredo enquanto minha família estava na mesma casa onde ele me comia como uma puta na frente do meu filho, e que me dizia frases safadas sem nenhum pudor enquanto eu estou de roupão sem sutiã e com uma calcinha de renda molhada de lubrificação e porra... Servi o suco em um copo para Roberto e passei a mamadeira do meu filho para a mesa, então Roberto me agarra pela cintura e me senta em suas pernas. Eu reagi na hora dizendo que não, que estamos na frente do meu filho e ele pode dizer ao seu pai e Roberto me disse: "mas se não estamos fazendo nada de errado, você só está sentada e não vai acontecer nada que você não queira. Além disso, você está mais perto se quiser dar comida na boca do menino". Eu não disse nada e continuei sentada, sentindo o pau mole do José nas minhas nádegas. Roberto esticou um braço na frente da minha cintura e eu já me sentia mais molhada do que quando o vi andando de cueca em direção à mesa. Assim sentada, estava dando comida ao meu filho e Roberto comia com a mão direita enquanto a esquerda me abraçava. Eu dizia ao meu filho, mimando, que a comida estava gostosa, que comesse rápido antes que esfriasse. Aí Roberto diz: "que gostoso estão esses macarrões, mas mais gostosa ainda é quem cozinhou". E com o braço que me envolvia, deu uma batidinha na minha coxa. Eu só disse: "idiota", e ele riu. Voltei a dar comida ao meu filho e Roberto começa a enfiar a mão pela abertura do meu roupão e começa a acariciar minha barriga. Eu disse para ele parar, que estávamos na frente do menino, e Roberto me diz que não está fazendo nada. Roberto não parou e eu voltei a fazer o que estava fazendo, e comecei a sentir o pau do Roberto crescendo sob minhas nádegas e ficando duro como uma pedra. Nisso, Roberto levanta a mão, agarra um dos meus peitos e belisca meu mamilo, fazendo eu dar um pequeno pulo e querer tirar a mão dele. Ele diz: "shhhh, mami, não faz barulho, vejo que você está excitada de estar sentada na frente do seu filho, no colo de quem te comeu por duas horas". Eu não respondi e deixei ele continuar. Roberto estava brincando com um dos meus seios enquanto eu terminava de dar comida ao meu filho, e ele, com a mão direita, comia dizendo como estava gostoso o que tinha acabado de comer... Terminei de dar comida ao meu filho e já estava muito molhada, e Roberto com o pau duro que eu sentia nas minhas nádegas. Eu me levantei e Roberto tirou a mão do meu peito. Desci meu filho da cadeira, peguei os pratos e disse a ele que fosse ao banheiro lavar as mãos e se aprontar. para acostá-lo de novo, meu filho correu, já com os pratos na pia, Roberto se levanta da cadeira e fica atrás de mim, colocando as mãos na minha cintura e subindo até agarrar meus seios com as duas mãos. Ele me diz que esses mamilos estão duros e começa a beijar meu pescoço, dizendo como eu estava uma gostosa. Naquele momento, eu conseguia sentir aquele volume debaixo da cueca, mas não disse nada. Deixei Roberto apalpar meus seios e beijar meu pescoço até sentir suas mãos descendo e tocar minha buceta. Dei um sobressalto e Roberto me diz: "Que xepa, tá ainda mais molhada, essa aqui tá precisando de uma boa rola". Tentei tirar as mãos de Roberto, dizendo que a qualquer momento meu filho podia entrar ou alguém da família aparecer, mas ele não deu ouvidos, falando para eu não me preocupar, que se meu filho nos visse nem saberia o que estávamos fazendo. Roberto começou a se aproximar mais e a esfregar nas minhas nádegas, e com as mãos que estavam na minha calcinha, com uma ele moveu a calcinha para o lado e com a outra começou a me masturbar, enfiando a ponta de dois dedos. Eu fiquei estática, sem me mexer, para não soltar nenhum gemido, enquanto aqueles dedos negros entravam na minha buceta e me deixavam ainda mais molhada do que já estava. De vez em quando, ele dava uma palmada na minha bunda, enquanto me encurralava contra a mesa...


Roberto me diz entre beijos no pescoço: "Que molhada você está nessa buceta, mami. Se quiser, me agacho e chupo ela agora". Eu não disse nada, só deixei Roberto continuar mexendo na minha buceta com os dedos, até que em um momento meu filho sai do banheiro me dizendo que já está pronto. Roberto solta minha buceta e me diz no ouvido: "Já põe esse moleque pra dormir pra gente ficar sozinho", e aproxima os dedos que antes estavam na minha buceta da minha boca e eu os chupei. Eu digo a Roberto para me esperar sentado na sala até eu deitar o menino, e Roberto obedeceu. Quando eu caminhava até lá, já dava para ver seu pau completamente duro, levantando o boxer como uma barraca de circo. Puxei meu filho para o banheiro para escovar os dentes dele. Demoramos não sei quanto tempo, mas Roberto aparece na porta e diz: "Uffff, você tem banheira aqui também, poderemos praticar algumas posições". Ao que eu respondi: "Shhhh, vai pra fora que já termino". Roberto volta para a sala e eu fiquei excitada com essas palavras, só queria me trancar com ele de novo. Tirei meu filho do banheiro e troquei o pijama porque ele sujou o outro no jantar, e fui deitá-lo. Preparei uma mamadeira para ele dormir, fiquei no quarto do meu filho uns 30 minutos até ele pegar no sono direito. Quando ele já estava dormindo, saí do quarto e levei uma surpresa... Roberto não estava na sala. Entro no quarto e o vejo nu deitado com algumas almofadas nas costas e lendo uma revista. Suas bolas negras penduradas tocando o lençol da minha cama e seu pau mole, mas de bom tamanho. Roberto sentiu minha entrada no quarto, abaixou a revista e me diz: "Estava esperando por você, mami. Vem aqui ao meu lado". Tirei o roupão e, de quatro, subi na cama.



Vou me aproximando das pernas dele e do pau do Roberto, agarro o pau dele e começo a masturbar e beijar enquanto ele me agarra os peitos e belisca. Roberto me diz: "chupa ele". Eu obedeci e comecei a lamber aquela cabeça roxa que me deixava tão louca, enfiei na boca como se fosse uma chupeta enquanto ele me dizia:
Já estava te esperando há um tempão, achei que o moleque nunca ia pegar no sono... aiii simmm, chupa tudo, desce mais, desce mais, chupa toda essa pica de chocolateeee... Eu continuei chupando a pica dele, já estava toda coberta da minha saliva e o Roberto me diz: gata, levanta e senta em cima de mim; eu falo que vai doer se eu enfiar sua pica de uma sentada só, o Roberto diz senta devagar e rebola como aguentar, eu levantei da cama e sentei na pica do Roberto ainda sem enfiar; ele diz gata levanta um pouco enquanto eu meto a ponta e você começa a descer sozinha, o Roberto pegou na pica e colocou na entrada da minha buceta, com uma mão na pica e outra na minha cintura ele diz: agora desce, eu começo a descer e sinto cada centímetro daquela pica entrando, aí eu coloquei minhas mãos naqueles abdomens negros e desci completamente minha cintura e já tinha toda aquela pica enorme dentro de mim, sentia tão gostoso nessa posição que achei que se me mexesse ia gozar na hora, o Roberto colocou suas duas mãos na minha cintura e disse sobe e desce ou vai e vem, eu comecei a me mover uns centímetros pra cima e sentava de repente sentindo aquela pica negra batendo no meu útero, não aguentei e comecei a gemer movendo minhas mãos e colocando na barriga do negro pra sentir aqueles abdomens marcados



fiquei um tempo assim até que gozei toda e sentia minha buceta ficando molhada e as bolas do Roberto, que ao ver que eu tinha gozado começou a me penetrar rapidamente, levantando a cintura repetidas vezes, o que me fazia gritar com entusiasmo. Não aguentei mais o prazer e me joguei no peito do Roberto ainda com o pau dele dentro de mim, enquanto ele continuava me penetrando e dando tapas na minha bunda. Comecei a gemer e gemer de tão gostoso que estava sendo, e em uma das investidas ele agarra minha cintura com as duas mãos e enfia o pau completamente, me fazendo soltar um grito enquanto aquela rola estava toda pressionada contra minha xota.

Logo depois, ele me vira de lado, ainda com o pau dentro, e fica por cima de mim, bombando com força enquanto chupa meus peitos e beija meu pescoço. Eu gemia sem parar, me agarrando nas costas dele, até que Roberto levanta o abdômen e puxa o pau de uma vez. Começa a se masturbar e a rugir como um touro, enquanto jorra jatos longos de porra que caem em meus pelos pubianos e chegam até meu umbigo. Ele continuou até sair a última gota e, ainda com o pau duro, me diz: "Vamos, vira de quatro, sua putinha". Já toda excitada, só virei, mesmo com as pernas tremendo de tanto sexo. Meu negão, com um só empurrão, enfiou o pau todo e começou a me bombear, segurando minha cintura com as mãos, às vezes acompanhado de tapas na bunda. Eu, nessa...

Naquele instante, eu já não gemia palavras como da primeira vez, porque estava tão cansada e excitada que só soltava uns "aaaah aaaah aaaah aaaaaa mmmm mmmm mmmm", com o rosto afundado na cama enquanto ele me comia. Roberto começou a dar umas enfiadas mais fortes até que, na última, ele grudou completamente em mim e eu senti ele gozar um pouco dentro de mim. Ele deitou em cima das minhas costas, ainda com o pau dentro, e beijou minhas costas dizendo: "Aaaaaah, essa foi a melhor noite da minha vida, sua putinha aaaaaah". Ele deitou ao meu lado, e enquanto eu virava de barriga para cima, sentindo o gozo escorrendo da minha buceta, Roberto se aproximou, abriu ela com os dedos e falou: "Que delícia ver meus filhos saindo da sua xota toda vermelha". Ele se deitou de novo, agora com os braços atrás da cabeça, e perguntou: "Você já transou tantas vezes num dia assim com seu marido?".Eu respondi que não, que quando a gente se conheceu, no máximo a gente tinha fodido umas três vezes por dia. Roberto deu uma risada e respondeu: "Hoje eu quebrei meu recorde, nunca tinha comido tanto num único dia, e nunca tinha fodido com uma criança no quarto ao lado hahahaha, e com a família toda na mesma casa onde eu como minha putinha. E pra você, qual foi o lugar mais esquisito onde você transou com seu marido?". Eu respondi que a gente geralmente transava no nosso quarto, e que o único lugar diferente tinha sido no carro. Roberto, com uma risada debochada, falou: "Que maricona seu marido, não aproveita bem. Dizem no meu país: 'Deus dá barba a quem não tem queixo'. Eu te comeria toda hora, todo dia". Não sei por que, mas essas palavras, mesmo sendo meio vulgares, ditas por um negro pelado do meu lado, me deixaram tão excitada que eu senti o calor subindo. A conversa continuou assim, meio picante, até que uma pergunta me deixou em silêncio por um momento... Roberto me perguntou qual era minha fantasia sexual. Eu fiquei tímida pra responder, mas disse que minha fantasia era transar com um negro... Roberto, rindo, falou: "Bom, você já realizou. E aí, o que achou? Cumpriu? com as suas expectativas? Eu só balancei a cabeça em sinal de afirmação e Roberto sorriu orgulhoso, dizendo que sua fantasia era ficar um dia completamente pelado com sua mulher e foder onde desse vontade, sem importar a hora ou quantas vezes transassem. Fiquei olhando para ele, pensando em como seria andar completamente nua junto com o Roberto, vê-lo caminhar com seus abdomens à mostra e enquanto sua pica enorme balançava no ritmo dos passos, também poder transar casualmente em cima de qualquer coisa, na hora que fosse e quantas vezes fosse. Me veio à mente o que ele tinha dito sobre tomarmos banho juntos na banheira e, como já estava excitada só de pensar no que o Roberto tinha falado, eu disse: "Vamos tomar banho na banheira". Ele respondeu: "Não me responsabilizo pelo que pode acontecer, você vai ver..." Eu me levantei e não coloquei nada, abri a porta completamente nua, sem medo de encontrar alguém da minha família lá fora; disse "Vamos", e Roberto deu um pulo que fez a cama rangê e sua pica balançou, mas ele se levantou na hora e perguntou: "Não importa se eu sair pelado?" Eu balancei a cabeça negando, peguei sua mão e fomos em direção ao banheiro. Eu me sentia realmente excitada por andar pelo corredor nua junto com o Roberto, e assim seria a sensação de passar o dia todo pelada. Uma vez dentro do banheiro, me vi no espelho ao lado dele, e lá estava eu como nunca: completamente despenteada, com chupões como o Roberto chamava, por todo o meu corpo – tinha chupões no meu decote, nos meus seios, na minha barriga, e ali estava minha buceta completamente vermelha e com uma mancha esbranquiçada que era o sêmen do Roberto que tinha secado. Ao meu lado, ele com seu corpo brilhante do suor seco, com o cabelo despenteado e uma pica negra predominante que descia, parecendo enorme e sem eu entender como aquela coisa entrava dentro de mim. Roberto me diz: "Continua se lavando que vou mijar". Fiz isso, entrei na banheira em pé e me enxaguei rapidamente enquanto via ele de pé, mijando e mirando no vaso, não pude Desviei o olhar do pau dele até que ele terminou de urinar e deu descarga. Fechei o chuveiro alto e abri o de baixo para encher a banheira. Peguei a mão dele e ajudei a entrar, dizendo: "Senta". Roberto sentou e eu também, mas na direção oposta, ficamos cara a cara com as pernas dele entre as minhas e as minhas por cima das dele. Ele perguntou: "Você vai me banhar?". Eu ri e comecei a molhá-lo com o chuveirinho flexível. Uma vez completamente molhado, comecei a ensaboar seu cabelo e desci para os ombros. Aí falei: "Estica os braços". Ele os esticou em direção aos meus seios e começou a apalpá-los. Eu disse: "Fica quieto", e Roberto riu, soltando meus seios. Terminei de ensaboar todo o abdômen dele e disse que agora era a vez dele me ensaboar. Virei, dando minhas costas, e me aproximei do peito dele. Senti o pau dele pressionando minhas costas e ele começou a ensaboar meu decote, descendo para meus seios, ensaboando por cima, por baixo, e descendo para minha barriga. Ficou assim um tempo até descer completamente até minha buceta e esfregá-la com sabão. Eu disse: "Não, isso não, eu posso lavar sozinha". Ele respondeu: "Já lavei em cima, posso lavar embaixo", e continuou ensaboando minha xota e pernas. Eu estava tão excitada que virei a cabeça, puxei seu pescoço e começamos a nos beijar, até que me virei completamente, ficando por cima dele. Depois de um tempo nos beijando, me afastei e disse: "Já é hora de dormir, estou tão cansada...". Levantamos da banheira e começamos a nos secar separadamente. Não sequei o cabelo com o secador e, com o cabelo molhado, saí do banheiro acompanhada por Roberto, ainda nus, de volta para meu quarto. Ao chegar, ele se deitou perguntando se podia dormir hoje na minha casa. Respondi que sim, que podia dormir comigo, mas que tinha que trocar os lençóis da cama, já que estavam com cheiro de sexo. Então, tirei o lençol ainda com Roberto e eu nus, e trocamos. Por causa de um jogo de lençóis novo, Roberto se deita e me diz para dormirmos nus. Eu, sem pensar, disse que sim e nos deitamos. Roberto ficou em cima do meu peito como um menininho, mas eu sabia que era para ficar perto dos meus mamilos. Ficamos nessa posição até adormecer. Roberto, já dormindo, se moveu para o outro lado da cama e eu fiquei no meu lado. Assim ficamos até que, de madrugada, meu filho começou a bater na porta e entrou no meu quarto. Ele disse: "Mamãe, tive um pesadelo, posso dormir com você?" Eu disse: "Sim, querido, vem aqui" e o deitei ao meu lado. Comecei a fazer sons para meu filho dormir e sinto Roberto se mover para o meu lado e me abraçar. Agora estamos os dois abraçados, eu sentindo ele envolver meus seios com os braços e o pau semiduro dele na minha bunda. Eu fui empurrando a bunda para trás para sentir mais aquele pau, até que ele meteu por baixo das minhas nádegas e ficou entre minhas pernas, sem me penetrar. Eu ia falar e ele sussurrou: "Seu filho vai ouvir." Meu filho deu um pequeno sobressalto e, com o susto, me afastei de Roberto. Disse para ele se comportar, que meu filho estava dormindo ao nosso lado, e ele virou de costas sem dizer uma palavra.
Uma vez que meu filho e Roberto dormiram, eu não conseguia pegar no sono. Sentir aquela sensação do pau do José entre minhas pernas me deu vontade de transar de novo. Fechava os ojos tentando dormir, mas os sonhos molhados me acordavam. Então, em um desses despertares, me mexi lentamente na cama sem acordar ninguém e virei para o José, que dormia placidamente. Fui metendo minha mão debaixo dos lençóis até alcançar o pau dele, que estava mole e frio. Comecei a punhetá-lo e ele foi ficando duro pouco a pouco, até que me meti completamente debaixo do lençol e comecei a chupá-lo. José dava pequenos resmungos ainda dormindo e pequenos pulos cada vez que eu chupava suas bolas. Em uma dessas chupadas, meu tesão foi tanto que tentei enfiar o pau inteiro dele, e o José deu um pulo dizendo "aaaah" e acordou levantando. a toalha e me olhando com um sorriso enquanto eu chupava ele disse: "Não que você não queria por causa do seu filho?" Eu fiz sinal para ele calar a boca e continuei chupando. José colocou as mãos na minha cabeça e me fazia chupar até que, nessa hora, ele agarrou meus peitos e meteu o pau no meio e comecei a esfregar ele com minhas tetas. Roberto sorria e se contorcia até que gozou nas minhas tetas. Não foi um jato longo, já que ele tinha jorrado tanto porra nas vezes anteriores, mas ainda estava igualmente branca como antes. Peguei a mesma toalha e limpei minhas tetas. Depois disso, subi até ficar de costas para Roberto e deixei minha bunda na altura do pau dele...
Querem saber o que mais aconteceu? Deixem seus pontos e comentários que eu conto mais do que fizemos eu e meu amante negro!❤️
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