Olá, meus amigos do P! Desculpa por ter deixado vocês na mão. Passei esse tempo todo muito enrolado com meu trampo e por isso acabei ficando doente. Só agora tenho um pouco de paz que vou aproveitar pra descansar nesse feriadão. Espero poder cumprir com os contos e vou respondendo as mensagens que foram mandando! Valeu a todos pela boa energia de sempre e de novo, me desculpem!
Deixo aqui um novo conto curto de uma série que quero começar a escrever. Espero que gostem, não vou largar o resto, prometo!
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Oi, me chamo Hernan. Tenho 25 anos e tô namorando a Maru, uma mina linda de 22 anos que virou a protagonista de todas as minhas punhetas e fantasias desde que éramos amigos. A Maru é baixinha, mas não anã, tem uma cinturinha gostosa e uma bunda que dá câimbra. Desde novinha foi pra academia e nunca perdeu um dia desde então.
Hoje quero contar como, a partir de uma conversa no meio de uma foda, despertou em mim um tesão do caralho por saber tudo que minha mina fez com outros caras ou ficantes antes de mim.
Tudo começou uma noite, depois de a gente ter transado igual louco e estar largado na cama os dois. A Maru tem o costume de chupar minha pica até gozar depois de foder, ela adora chupar e é viciada em porra. Isso é super importante pro resto do conto, porque é disso que se trata.
Tendo ela ali entre minhas pernas, não consegui parar de pensar na gostosa que eu tinha como namorada e me bateu a dúvida de por que ela gostava tanto da minha porra. Não faço nada de especial pra melhorar o gosto ou a quantidade, não sou um touro e mesmo assim ela sempre pedia. Ela tinha o costume de falar umas coisas na hora do sexo tipo: "Vai me dar a porra?", "Quero tudo dentro e sentir bem quentinha" ou "Joga na minha bunda que quero esfregar tudo".
Essas frases, essa dúvida fez com que no meio do boquete, viesse na minha cabeça um pensamento: Será que ela sempre foi assim ou se soltou comigo? Ela sempre foi uma fofa super Tranquila por fora, gostava de sair com as amigas ou dançar, mas nunca mostrou esse tipo de atitude quando começamos a sair. Aí, algo em mim disparou e minha cabeça foi inundada de perguntas sobre sexo e sobre os gostos dela, e eu precisava conversar com ela.
Maru continuava de olhinhos fechados, saboreando minha pica e me batendo uma devagar. Criei coragem, porque nunca tínhamos falado sobre essas coisas, e perguntei.
Eu: Ei, amor.
Maru: O que foi, gordo?
Eu: Hmm, nada... não, nada — eu tinha cagado.
Maru: O quê? Te fiz algo errado? — disse olhando pra minha pica de todos os lados.
Eu: Não, gorda, não, desculpa...
Maru: O que foi, fala logo.
Eu: É... queria te perguntar uma coisa, mas não quero que você fique brava.
Maru: Mmm, o quê?
Eu: Você gosta de porra?
Maru: Mmm, sim! — disse sorrindo — adoro sua porra.
Eu: Haha, sim... mas... tipo...
Maru: O que foi, Herni, fala.
Eu: Sempre gostou? Quer dizer, sempre fez isso?
Maru: Por que você tá perguntando?
Eu: Nada, só queria saber, desculpa.
Maru me olhou, fechou os olhos e enfiou a pica de novo na boca, continuando a me chupar.
Deu umas cabeçadas, tirou da boca e, enquanto me batia uma, me olhou.
M: É, acho que sempre gostei.
Uffa.. ela tinha me respondido! Pensei que tinha cagado feio, mas mesmo assim, tive uma resposta. Isso me deu coragem e obviamente tive que continuar a conversa.
Y: Então, antes de mim, você já gostava de tomar porra.
M: Mmhmm.. – disse sem tirar a rola da boca –
Y: E.. hmm.. lembra da primeira vez que fez isso?
M: Por que você quer saber? Não é estranho?
Y: Não, tipo.. me deu curiosidade.
M: Não tenho problema em te contar, mas não te incomoda?
Y: O quê?
M: Que eu te conte quando provei porra pela primeira vez.. sei lá, é estranho.
Y: N-não, não.. não me incomoda.. tipo, não tem problema, só quero saber mais de você.
M: Tá, o que você quer que eu conte?
Y: Sei lá, como foi, quem era, onde estavam..
Minha namorada me olhou e hesitou um pouco antes de falar, mas continuou me batendo uma devagar e começou a contar.
M: A primeira vez foi na praia, a gente tinha ido com umas amigas e na balada encontramos uns caras que a gente gostava, que estudavam num colégio vizinho e tinham se formado dois anos antes da gente.
Y: E o que aconteceu?
M: Nada, o cara que eu gostava daquele grupo tava muito bêbado e a gente ficou conversando com um dos amigos dele. Pra fechar a noite, fomos todos pra casa onde eles estavam hospedados pra continuar bebendo e eu fui com o amigo desse cara pra um quarto.
Y: E o que você gostava?
M: Sei lá, tinha apagado por ali e eu fui com o amigo dele zoar. Conversa vai, conversa vem, a gente se pegou e o cara começou a zuar o amigo. Eu, com a bebedeira que tava e sendo mina, não demorei pra cair e quando me dei conta, já tava chupando ele.
Y: E como foi que você decidiu engolir a porra?
M: Eu tinha curiosidade, minhas amigas já tinham me ensinado que quando vocês vão gozar, a rola fica dura e incha, e esse cara não durou muito. Lembro que ele segurou minha cabeça, provavelmente de propósito, e como eu senti que o pau dele inchou, falei já era, quero ver qual é a sensação de tomar gozo na boca? e foi assim. Nunca tirei ele da boca e ele começou a gozar e gozar.
Y: Uff, era muito gozo?
M: Mais ou menos, era uma boa quantidade, mas nada demais. O que eu lembro é que não tinha gostado nada naquele momento.
Y: Dele ter gozado na sua boca?
M: Mmm não, isso sim. Foi gostoso sentir aquele líquido quentinho saindo e enchendo minha língua, kkkk.
Eu tava morrendo, minha namorada tava me contando a primeira vez dela recebendo gozo e eu já não aguentava mais. O tesão que aquilo me dava era enorme e eu queria que a conversa nunca acabasse.
Y: E aí, o que aconteceu depois?
M: Nada, ele terminou de gozar, e eu já tava pelada porque quando a gente se pegou eu tinha tirado o top que tava usando, e ele falou que queria que eu engolisse. Eu tentei, mas o gosto não era bom e como eu também tinha bebido muito, meu estômago ficou meio ruim. Aí eu olhei pra ele e, pensando que era algo hot, comecei a deixar o gozo escorrer pela boca.
Y: Uff, que amorzão. O cara fez o quê?
M: Nada, ele meio que se aqueceu porque eu tinha manchado ele um pouco, mas não pôde reclamar porque eu tinha chupado ele, hahaha. O que eu lembro é que quando fomos embora com as minas, pegamos um táxi e as vadias ficaram me olhando estranho. Quando perguntei, elas falaram zoando: "que cheiro de pinto na sua boca, Maru", e riam. Eu queria morrer, porque o motorista do táxi tava me olhando super mal e ainda parecia um tarado.
Y: E você nunca mais viu aquele cara ou o amigo?
M: Não, porque depois cada um seguiu seu rumo. Depois fiquei sabendo que ele tinha namorada, então nem dei bola, e o que eu tava afim, mandei pastar, hahaha.
Y: Coitado, haha... olha ela hein, chupando um num quarto de menina.
M: Bom, foi aí que comecei com essa parada de gozarem na minha boca... hahaha.
Y: E como você acabou gostando? Experimentou mais?
M: Hmm sim... mas é foda.
Y: Você tem que me contar, amor.
M: Sei lá... é estranho, cara. Você gosta mesmo que eu te conte isso?
Y: Me excita pra caralho! Além disso, é algo que você fez no passado, não é como se estivesse fazendo agora.
M: Hmm, claro.
Y: Como assim "hmm, claro"? — falei nervoso —
M: Hahahaha, tô zoando, não encostei em outro pinto desde que começamos a sair, como manda o figurino!
Y: Ahh, ainda bem.
M: Melhor você não ter encostado em outra buceta, hein! Porque eu corto a sua — disse balançando ela —
Y: Nada, fiel à minha gata linda. Fala mais, que já vou gozar.
M: O que você quer que eu conte?
Em seguida, enfiou o pau na boca e, bem delicadamente, subia e descia do jeito que eu gostava, mexendo a língua de um lado pro outro e me deixando louco no processo.
Y: Uff, sei lá... conta mais uma e eu gozo.
M: Hmmm é que não tô falando, amor...
Y: Conta qual foi a vez que você mais tomou porra.
M: Hmmm... hmmmffff
Ela soltou um gemidinho com essa pergunta, então pensei que devia ter excitado ela.
Y: Fala, conta...
M: Hmm é que não lembro, a sua foi a que mais tomei, amor...
Y: Hmm, tá mentindo... fala. Não, gordito, sério... mffff... -ela enfiou de novo-
Y: Bom, sei lá, me conta. Já fez um boquete que não queria? E teve que engolir a porra?
M: Hummm sim... uma vez
Y: Quê?? sério? o que aconteceu...
M: Nada, foi pouco tempo depois desse cara que te contei... foi com um velho da faculdade, que estudava comigo e se fazia de inteligente, mas era um gordito babaca.
Y: Kkkk como assim, para, me conta... uffff e continua assim... vai...
M: Mmmfff... bom -ela disse tirando meu pau da boca e batendo uma- Era um cara que estudava com a gente e era bem nerd. Já tinha tipo 3 faculdades e queria se formar em comunicação como eu, então se inscreveu já velho. Como ele era estudioso e eu também, sempre teve treta nas notas... aí numa final, que nós dois precisávamos tirar nota boa, apostamos algo.
Y: O quê, ele apostou um boquete na hora?
M: Não, na hora não, mas a gente saiu o grupo todo pra beber no fim de semana depois da prova e nessa noite mandaram a nota por e-mail. Como todo mundo tinha bebido, começamos a nos provocar com esse cara e a zoar quem era mais inteligente, etc. Uma coisa levou à outra e o cara me provocou pra valer, sabe?
Y: O que ele te disse?
M: Ele começou a me encher o saco que eu era uma patricinha que não sabia nada, que estudava de decoreba e não era inteligente. Que tirava notas boas porque tinha bunda (em todo sentido) e que por isso os professores me davam nota alta. Eu fiquei puta da vida, gordito babaca, eu me lascava estudando, ninguém me deu nada de mão beijada na minha faculdade. Isso me tirou do sério, então falei "se você é tão inteligente, aposta, idiota".
Y: Kkkkk olha só a menina, como saiu a interiorana de dentro.
M: E sim, quem ele pensava que era. O problema é que o cara caiu na risada e falou "fechou, aposto o que você quiser". Eu não ia ficar pra trás, tava segura que tinha feito tudo e perfeito, então falei que se eu fosse melhor que ele, ele teria que me dar 5 mil, que naquela época era uma grana preta. guita.
Y: E aí, o que ele te apostou?
M: Ele falou pra ir nessa, que dobrava a aposta. Se eu ganhasse, ele me dava 10 conto, mas se ele ganhasse, eu ia ter que fazer o que ele mandasse por um dia.
Y: Uff.. — engoli seco — e aí, o que rolou?
M: A gente se separou do grupo por um segundo pra comprar umas brejas e eu vi no celular que tinha chegado a nota. Acredita que eu tirei um 9 e o filho da puta tirou um 10? Queria morrer, e o arrombado tava se cagando de rir, estourado. Fiquei nervosa e quis voltar atrás, mas o cara não deixou. Ele chegou perto de mim, no ódio, e falou algo tipo "fica tranquila, se quiser, eu peço uma coisa só e pronto". Fiquei com medo, mas aceitei.
Y: E foi aí que ele pediu pra você chupar a rola dele, né?
M: Sim, ele falou que tava com muito tesão e que queria que eu fizesse um boquete, e com isso ele não me enchia mais o saco. Não ia me comer, nada, mas ele tinha a fantasia de que a "engolidora" da turma engolisse a rola dele. Não sei por que aceitei, acho que por medo, tesão do momento ou a breja, então a gente foi sem ninguém ver pros banheiros.
Perdão? A gente tava falando da mesma gatinha? Minha namorada? A que comigo não quer fazer nada diferente em público ou em lugares que não sejam na minha casa ou na casa dela? Essa faceta da minha namorada me deixava louco, tava me segurando pra não encher a mão de porra porque queria ouvir o resto da história, então fiquei pensando em merda enquanto escutava ela, pra não gozar rápido.
Y: E-e aí, o que aconteceu?
M: A gente foi num banheiro que tinha no bar, que era tipo pra deficientes e era maior. Entramos, o cara fechou a porta, entrou no box e abaixou as calças. Eu tava nervosa, olhando igual uma louca pra porta porque achava que alguém ia entrar ou que alguém tinha visto a gente entrar junto e se nos pegassem, eu morria. Por sorte, me acalmei e me preparei pra terminar rápido, então entrei com ele e fechei a porta do box.
Y: Como era?
M: O quê? O cara?
Y: Emm, não, digo, sim... tipo, a rola dele... era grande, pequena?
M: Mmm, normal. Acredita. Questão que entrei, tirei a camiseta e o cara sorriu, não esperava por aquilo, mas eu queria que ele tivesse um bom estímulo pra poder terminar rápido. Me acomodei entre as pernas dele e prendi um pouco o cabelo. Olhei pra ele, vi o pau dele e meti na boca sem usar as mãos.
E: Uff, que lindo quando você faz isso..
M: hahaha sim.. adoro como eles ficam quando eu faço isso.
E: Eles ficam?
M: Comecei devagar a chupar ele, verdade que não tinha gosto ruim, achei que fosse um sujo mas cheirava bem.
M: O cara tava extasiado, não parava de falar um monte de coisa, entre elogios e putaria. Que eu era uma puta, que fazia um boquete divino, que olha só como a vagabunda do curso tava engolindo a pica, etc. Mais do que me incomodar, me deu mais raiva pra continuar chupando ele, queria acabar com aquilo logo. Continuei chupando ele um pouco, então aumentei o ritmo e aproveitei pra bater uma punheta pra ele com uma mão, pra dar mais prazer.
M: O cara já tava louco, bufando e não conseguia nem falar, então por um lado fiquei feliz de não ouvir ele mais, mas por outro também fiquei contente.
Y: Por quê?
M: É... significava que eu tava fazendo bem meu trabalho hahaha... mas enfim... vejo que você gosta disso, tá com o pau inchadão, amor, vai gozar?
Y: Sim sim, você tá me matando, adoro te ouvir.
M: Mmm, bom, onde eu tava?
Y: Em que você tinha aumentado o ritmo e chupava ele enquanto batia uma... ufff
M: Ah sim, o cara não aguentava mais, tava prestes a gozar, então fiz o que qualquer pessoa faria.
Y: O quê?
M: Esquentar ele hahaha... tirei o pau da boca e enquanto batia uma pra ele falei "vai, goza, não vai me dar essa porra?". Isso parece que pegou mal, porque ele grunhiu que nem um porco e pediu pra eu continuar chupando que já ia sair. Como uma boa menina, fiz e meti na boca, mas ainda assim continuei falando com ele porque sei que eles ficam loucos quando a gente fala com o pau na boca.
Tem razão, quem não gosta disso quando tão chupando nosso pau?
Y: E? Vai, bebê, o que aconteceu? Me conta. Você engoliu?
M: O cara começou a grunhir mais e gritou "vai, menina, abre grande que a porra vai". Eu comecei a bater mais e mais e senti vários jatos saindo do pau dele. Deixei escapar os primeiros, quase por instinto, mas automaticamente fechei a boca e bati pra sair o resto da porra dele.
Y: Uffff simmm..
M: A verdade é que gostei, não consegui evitar de sorrir enquanto gozava e é isso.
Y: Você gostou do gozo dele?
M: Sim, era gostosinho até que enfim. Ou pelo menos mais que o do cara da praia.
Y: Ufff, amor, não acredito. Não te imaginava tão assim
M: Hahaha e é, a gente era amigo naquela época, não podia te contar essas coisas
Y: Como não? claaaro
M: Amor
Y: Que foi, Maru?
M: Você me dá seu gozo?
Y: Aahhhgg..
Essa pergunta quase me fez gozar na hora. Minha namorada levantou da cama, ajoelhou no chão e, me olhando, apontou pra boca.
M: Aqui, amor, me dá? Preciso do seu gozo, falar sobre isso me deu vontade de tomar gozo e quero o seu hoje.
Como hoje?...
Levantei na hora, me aproximei e apontei meu pau pra boca dela. Não demorei nada pra começar a gozar enquanto ela ria.
Depois de gozar uns bons jatos, Maru fechou a boca, eu pude ver ela mexendo a língua de um lado pro outro com os olhos fechados e gemendo. Ela adorava de verdade tomar meu leite.
Y: E aí, como foi, amor?
M: Uma delícia como sempre, adoro seu leite, amor. Valeu pela comida! hahaha
Y: Você não cansa de tomar meu leite? — perguntei nervoso —
M: De jeito nenhum, amor, por quê?
Y: Não, nada não. Mas como você já tinha tomado outras duas antes da minha, talvez tivesse enjoado haha.
M: Quem disse que foram duas? hahaha
Y: O QUÊ?
M: Amor, por essa boquinha e esse corpinho, passaram outras... mas na próxima eu te conto mais.
Y: Não, me conta agora, vai!
Deixo aqui um novo conto curto de uma série que quero começar a escrever. Espero que gostem, não vou largar o resto, prometo!
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Oi, me chamo Hernan. Tenho 25 anos e tô namorando a Maru, uma mina linda de 22 anos que virou a protagonista de todas as minhas punhetas e fantasias desde que éramos amigos. A Maru é baixinha, mas não anã, tem uma cinturinha gostosa e uma bunda que dá câimbra. Desde novinha foi pra academia e nunca perdeu um dia desde então.
Hoje quero contar como, a partir de uma conversa no meio de uma foda, despertou em mim um tesão do caralho por saber tudo que minha mina fez com outros caras ou ficantes antes de mim.
Tudo começou uma noite, depois de a gente ter transado igual louco e estar largado na cama os dois. A Maru tem o costume de chupar minha pica até gozar depois de foder, ela adora chupar e é viciada em porra. Isso é super importante pro resto do conto, porque é disso que se trata.
Tendo ela ali entre minhas pernas, não consegui parar de pensar na gostosa que eu tinha como namorada e me bateu a dúvida de por que ela gostava tanto da minha porra. Não faço nada de especial pra melhorar o gosto ou a quantidade, não sou um touro e mesmo assim ela sempre pedia. Ela tinha o costume de falar umas coisas na hora do sexo tipo: "Vai me dar a porra?", "Quero tudo dentro e sentir bem quentinha" ou "Joga na minha bunda que quero esfregar tudo".
Essas frases, essa dúvida fez com que no meio do boquete, viesse na minha cabeça um pensamento: Será que ela sempre foi assim ou se soltou comigo? Ela sempre foi uma fofa super Tranquila por fora, gostava de sair com as amigas ou dançar, mas nunca mostrou esse tipo de atitude quando começamos a sair. Aí, algo em mim disparou e minha cabeça foi inundada de perguntas sobre sexo e sobre os gostos dela, e eu precisava conversar com ela.
Maru continuava de olhinhos fechados, saboreando minha pica e me batendo uma devagar. Criei coragem, porque nunca tínhamos falado sobre essas coisas, e perguntei.
Eu: Ei, amor.
Maru: O que foi, gordo?
Eu: Hmm, nada... não, nada — eu tinha cagado.
Maru: O quê? Te fiz algo errado? — disse olhando pra minha pica de todos os lados.
Eu: Não, gorda, não, desculpa...
Maru: O que foi, fala logo.
Eu: É... queria te perguntar uma coisa, mas não quero que você fique brava.
Maru: Mmm, o quê?
Eu: Você gosta de porra?
Maru: Mmm, sim! — disse sorrindo — adoro sua porra.
Eu: Haha, sim... mas... tipo...
Maru: O que foi, Herni, fala.
Eu: Sempre gostou? Quer dizer, sempre fez isso?
Maru: Por que você tá perguntando?
Eu: Nada, só queria saber, desculpa.
Maru me olhou, fechou os olhos e enfiou a pica de novo na boca, continuando a me chupar.
Deu umas cabeçadas, tirou da boca e, enquanto me batia uma, me olhou. M: É, acho que sempre gostei.
Uffa.. ela tinha me respondido! Pensei que tinha cagado feio, mas mesmo assim, tive uma resposta. Isso me deu coragem e obviamente tive que continuar a conversa.
Y: Então, antes de mim, você já gostava de tomar porra.
M: Mmhmm.. – disse sem tirar a rola da boca –
Y: E.. hmm.. lembra da primeira vez que fez isso?
M: Por que você quer saber? Não é estranho?
Y: Não, tipo.. me deu curiosidade.
M: Não tenho problema em te contar, mas não te incomoda?
Y: O quê?
M: Que eu te conte quando provei porra pela primeira vez.. sei lá, é estranho.
Y: N-não, não.. não me incomoda.. tipo, não tem problema, só quero saber mais de você.
M: Tá, o que você quer que eu conte?
Y: Sei lá, como foi, quem era, onde estavam..
Minha namorada me olhou e hesitou um pouco antes de falar, mas continuou me batendo uma devagar e começou a contar.
M: A primeira vez foi na praia, a gente tinha ido com umas amigas e na balada encontramos uns caras que a gente gostava, que estudavam num colégio vizinho e tinham se formado dois anos antes da gente.
Y: E o que aconteceu?
M: Nada, o cara que eu gostava daquele grupo tava muito bêbado e a gente ficou conversando com um dos amigos dele. Pra fechar a noite, fomos todos pra casa onde eles estavam hospedados pra continuar bebendo e eu fui com o amigo desse cara pra um quarto.
Y: E o que você gostava?
M: Sei lá, tinha apagado por ali e eu fui com o amigo dele zoar. Conversa vai, conversa vem, a gente se pegou e o cara começou a zuar o amigo. Eu, com a bebedeira que tava e sendo mina, não demorei pra cair e quando me dei conta, já tava chupando ele.
Y: E como foi que você decidiu engolir a porra?
M: Eu tinha curiosidade, minhas amigas já tinham me ensinado que quando vocês vão gozar, a rola fica dura e incha, e esse cara não durou muito. Lembro que ele segurou minha cabeça, provavelmente de propósito, e como eu senti que o pau dele inchou, falei já era, quero ver qual é a sensação de tomar gozo na boca? e foi assim. Nunca tirei ele da boca e ele começou a gozar e gozar.
Y: Uff, era muito gozo? M: Mais ou menos, era uma boa quantidade, mas nada demais. O que eu lembro é que não tinha gostado nada naquele momento.
Y: Dele ter gozado na sua boca?
M: Mmm não, isso sim. Foi gostoso sentir aquele líquido quentinho saindo e enchendo minha língua, kkkk.
Eu tava morrendo, minha namorada tava me contando a primeira vez dela recebendo gozo e eu já não aguentava mais. O tesão que aquilo me dava era enorme e eu queria que a conversa nunca acabasse.
Y: E aí, o que aconteceu depois?
M: Nada, ele terminou de gozar, e eu já tava pelada porque quando a gente se pegou eu tinha tirado o top que tava usando, e ele falou que queria que eu engolisse. Eu tentei, mas o gosto não era bom e como eu também tinha bebido muito, meu estômago ficou meio ruim. Aí eu olhei pra ele e, pensando que era algo hot, comecei a deixar o gozo escorrer pela boca.
Y: Uff, que amorzão. O cara fez o quê? M: Nada, ele meio que se aqueceu porque eu tinha manchado ele um pouco, mas não pôde reclamar porque eu tinha chupado ele, hahaha. O que eu lembro é que quando fomos embora com as minas, pegamos um táxi e as vadias ficaram me olhando estranho. Quando perguntei, elas falaram zoando: "que cheiro de pinto na sua boca, Maru", e riam. Eu queria morrer, porque o motorista do táxi tava me olhando super mal e ainda parecia um tarado.
Y: E você nunca mais viu aquele cara ou o amigo?
M: Não, porque depois cada um seguiu seu rumo. Depois fiquei sabendo que ele tinha namorada, então nem dei bola, e o que eu tava afim, mandei pastar, hahaha.
Y: Coitado, haha... olha ela hein, chupando um num quarto de menina.
M: Bom, foi aí que comecei com essa parada de gozarem na minha boca... hahaha.
Y: E como você acabou gostando? Experimentou mais?
M: Hmm sim... mas é foda.
Y: Você tem que me contar, amor.
M: Sei lá... é estranho, cara. Você gosta mesmo que eu te conte isso?
Y: Me excita pra caralho! Além disso, é algo que você fez no passado, não é como se estivesse fazendo agora.
M: Hmm, claro.
Y: Como assim "hmm, claro"? — falei nervoso —
M: Hahahaha, tô zoando, não encostei em outro pinto desde que começamos a sair, como manda o figurino!
Y: Ahh, ainda bem.
M: Melhor você não ter encostado em outra buceta, hein! Porque eu corto a sua — disse balançando ela —
Y: Nada, fiel à minha gata linda. Fala mais, que já vou gozar.
M: O que você quer que eu conte?
Em seguida, enfiou o pau na boca e, bem delicadamente, subia e descia do jeito que eu gostava, mexendo a língua de um lado pro outro e me deixando louco no processo.
Y: Uff, sei lá... conta mais uma e eu gozo.
M: Hmmm é que não tô falando, amor...
Y: Conta qual foi a vez que você mais tomou porra.
M: Hmmm... hmmmffff
Ela soltou um gemidinho com essa pergunta, então pensei que devia ter excitado ela.
Y: Fala, conta...
M: Hmm é que não lembro, a sua foi a que mais tomei, amor...
Y: Hmm, tá mentindo... fala. Não, gordito, sério... mffff... -ela enfiou de novo-
Y: Bom, sei lá, me conta. Já fez um boquete que não queria? E teve que engolir a porra?
M: Hummm sim... uma vez
Y: Quê?? sério? o que aconteceu...
M: Nada, foi pouco tempo depois desse cara que te contei... foi com um velho da faculdade, que estudava comigo e se fazia de inteligente, mas era um gordito babaca.
Y: Kkkk como assim, para, me conta... uffff e continua assim... vai...
M: Mmmfff... bom -ela disse tirando meu pau da boca e batendo uma- Era um cara que estudava com a gente e era bem nerd. Já tinha tipo 3 faculdades e queria se formar em comunicação como eu, então se inscreveu já velho. Como ele era estudioso e eu também, sempre teve treta nas notas... aí numa final, que nós dois precisávamos tirar nota boa, apostamos algo.
Y: O quê, ele apostou um boquete na hora?
M: Não, na hora não, mas a gente saiu o grupo todo pra beber no fim de semana depois da prova e nessa noite mandaram a nota por e-mail. Como todo mundo tinha bebido, começamos a nos provocar com esse cara e a zoar quem era mais inteligente, etc. Uma coisa levou à outra e o cara me provocou pra valer, sabe?
Y: O que ele te disse?
M: Ele começou a me encher o saco que eu era uma patricinha que não sabia nada, que estudava de decoreba e não era inteligente. Que tirava notas boas porque tinha bunda (em todo sentido) e que por isso os professores me davam nota alta. Eu fiquei puta da vida, gordito babaca, eu me lascava estudando, ninguém me deu nada de mão beijada na minha faculdade. Isso me tirou do sério, então falei "se você é tão inteligente, aposta, idiota".
Y: Kkkkk olha só a menina, como saiu a interiorana de dentro.
M: E sim, quem ele pensava que era. O problema é que o cara caiu na risada e falou "fechou, aposto o que você quiser". Eu não ia ficar pra trás, tava segura que tinha feito tudo e perfeito, então falei que se eu fosse melhor que ele, ele teria que me dar 5 mil, que naquela época era uma grana preta. guita.
Y: E aí, o que ele te apostou?
M: Ele falou pra ir nessa, que dobrava a aposta. Se eu ganhasse, ele me dava 10 conto, mas se ele ganhasse, eu ia ter que fazer o que ele mandasse por um dia.
Y: Uff.. — engoli seco — e aí, o que rolou?
M: A gente se separou do grupo por um segundo pra comprar umas brejas e eu vi no celular que tinha chegado a nota. Acredita que eu tirei um 9 e o filho da puta tirou um 10? Queria morrer, e o arrombado tava se cagando de rir, estourado. Fiquei nervosa e quis voltar atrás, mas o cara não deixou. Ele chegou perto de mim, no ódio, e falou algo tipo "fica tranquila, se quiser, eu peço uma coisa só e pronto". Fiquei com medo, mas aceitei.
Y: E foi aí que ele pediu pra você chupar a rola dele, né?
M: Sim, ele falou que tava com muito tesão e que queria que eu fizesse um boquete, e com isso ele não me enchia mais o saco. Não ia me comer, nada, mas ele tinha a fantasia de que a "engolidora" da turma engolisse a rola dele. Não sei por que aceitei, acho que por medo, tesão do momento ou a breja, então a gente foi sem ninguém ver pros banheiros.
Perdão? A gente tava falando da mesma gatinha? Minha namorada? A que comigo não quer fazer nada diferente em público ou em lugares que não sejam na minha casa ou na casa dela? Essa faceta da minha namorada me deixava louco, tava me segurando pra não encher a mão de porra porque queria ouvir o resto da história, então fiquei pensando em merda enquanto escutava ela, pra não gozar rápido.
Y: E-e aí, o que aconteceu?
M: A gente foi num banheiro que tinha no bar, que era tipo pra deficientes e era maior. Entramos, o cara fechou a porta, entrou no box e abaixou as calças. Eu tava nervosa, olhando igual uma louca pra porta porque achava que alguém ia entrar ou que alguém tinha visto a gente entrar junto e se nos pegassem, eu morria. Por sorte, me acalmei e me preparei pra terminar rápido, então entrei com ele e fechei a porta do box.
Y: Como era?
M: O quê? O cara?
Y: Emm, não, digo, sim... tipo, a rola dele... era grande, pequena?
M: Mmm, normal. Acredita. Questão que entrei, tirei a camiseta e o cara sorriu, não esperava por aquilo, mas eu queria que ele tivesse um bom estímulo pra poder terminar rápido. Me acomodei entre as pernas dele e prendi um pouco o cabelo. Olhei pra ele, vi o pau dele e meti na boca sem usar as mãos.
E: Uff, que lindo quando você faz isso..
M: hahaha sim.. adoro como eles ficam quando eu faço isso.
E: Eles ficam?
M: Comecei devagar a chupar ele, verdade que não tinha gosto ruim, achei que fosse um sujo mas cheirava bem.
M: O cara tava extasiado, não parava de falar um monte de coisa, entre elogios e putaria. Que eu era uma puta, que fazia um boquete divino, que olha só como a vagabunda do curso tava engolindo a pica, etc. Mais do que me incomodar, me deu mais raiva pra continuar chupando ele, queria acabar com aquilo logo. Continuei chupando ele um pouco, então aumentei o ritmo e aproveitei pra bater uma punheta pra ele com uma mão, pra dar mais prazer.
M: O cara já tava louco, bufando e não conseguia nem falar, então por um lado fiquei feliz de não ouvir ele mais, mas por outro também fiquei contente. Y: Por quê?
M: É... significava que eu tava fazendo bem meu trabalho hahaha... mas enfim... vejo que você gosta disso, tá com o pau inchadão, amor, vai gozar?
Y: Sim sim, você tá me matando, adoro te ouvir.
M: Mmm, bom, onde eu tava?
Y: Em que você tinha aumentado o ritmo e chupava ele enquanto batia uma... ufff
M: Ah sim, o cara não aguentava mais, tava prestes a gozar, então fiz o que qualquer pessoa faria.
Y: O quê?
M: Esquentar ele hahaha... tirei o pau da boca e enquanto batia uma pra ele falei "vai, goza, não vai me dar essa porra?". Isso parece que pegou mal, porque ele grunhiu que nem um porco e pediu pra eu continuar chupando que já ia sair. Como uma boa menina, fiz e meti na boca, mas ainda assim continuei falando com ele porque sei que eles ficam loucos quando a gente fala com o pau na boca.
Tem razão, quem não gosta disso quando tão chupando nosso pau?
Y: E? Vai, bebê, o que aconteceu? Me conta. Você engoliu?
M: O cara começou a grunhir mais e gritou "vai, menina, abre grande que a porra vai". Eu comecei a bater mais e mais e senti vários jatos saindo do pau dele. Deixei escapar os primeiros, quase por instinto, mas automaticamente fechei a boca e bati pra sair o resto da porra dele.
Y: Uffff simmm.. M: A verdade é que gostei, não consegui evitar de sorrir enquanto gozava e é isso.
Y: Você gostou do gozo dele?
M: Sim, era gostosinho até que enfim. Ou pelo menos mais que o do cara da praia.
Y: Ufff, amor, não acredito. Não te imaginava tão assim
M: Hahaha e é, a gente era amigo naquela época, não podia te contar essas coisas
Y: Como não? claaaro
M: Amor
Y: Que foi, Maru?
M: Você me dá seu gozo?
Y: Aahhhgg..
Essa pergunta quase me fez gozar na hora. Minha namorada levantou da cama, ajoelhou no chão e, me olhando, apontou pra boca.
M: Aqui, amor, me dá? Preciso do seu gozo, falar sobre isso me deu vontade de tomar gozo e quero o seu hoje.
Como hoje?...
Levantei na hora, me aproximei e apontei meu pau pra boca dela. Não demorei nada pra começar a gozar enquanto ela ria.
Depois de gozar uns bons jatos, Maru fechou a boca, eu pude ver ela mexendo a língua de um lado pro outro com os olhos fechados e gemendo. Ela adorava de verdade tomar meu leite. Y: E aí, como foi, amor?
M: Uma delícia como sempre, adoro seu leite, amor. Valeu pela comida! hahaha
Y: Você não cansa de tomar meu leite? — perguntei nervoso —
M: De jeito nenhum, amor, por quê?
Y: Não, nada não. Mas como você já tinha tomado outras duas antes da minha, talvez tivesse enjoado haha.
M: Quem disse que foram duas? hahaha
Y: O QUÊ?
M: Amor, por essa boquinha e esse corpinho, passaram outras... mas na próxima eu te conto mais.
Y: Não, me conta agora, vai!
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