Várias horas depois, a Mulher-Maravilha chegou ao local o mais rápido que pôde, esperando conseguir salvar a situação tanto quanto possível. Já tinha sido feito muito estrago, tanto em Metrópolis quanto na reputação pessoal da Supergirl e da Lois, mas com sorte ela pelo menos conseguiria derrotar o vilão e tirá-las dali. Ela só tinha visto uns trechos rápidos da câmera antes de cortar, mas já era mais que suficiente pra saber que umas paradas horríveis estavam rolando dentro daquele prédio. Ninguém mais tinha tentado entrar, nem devia. Pela facilidade com que o vilão tinha derrotado a Supergirl, qualquer civil que tentasse atacar ia arriscar a vida à toa. Mas a Diana não era uma civil e tava determinada a botar um fim nisso tudo. Só podia torcer pra Kara e a Lois aguentarem até ela chegar lá. Ela abriu a mesma porta por onde a Kara e o vilão tinham lutado no começo de tudo, mas não tinha ninguém por perto. No entanto, dava pra ouvir uns barulhos vindo das escadas, então ela se apressou pra seguir o som. Os olhos dela se apertaram quando ouviu gemidos e o que só podia ser o som de pele batendo em pele. Então o vilão ainda não tinha se cansado de foder as duas mulheres. A Diana logo faria ele pagar por isso. Diana finalmente entrou no quarto, se preparando pra batalha, mas o que viu lá deixou ela sem fôlego de choque. Que ela ia ver algo explícito já era óbvio, mas não foi isso que a parou. O problema é que o vilão não tava segurando nenhuma das mulheres nem usando os corpos delas pra se satisfazer; na verdade, naquele momento ele nem tava mexendo um dedo. "Ah, bem-vinda, Diana Prince", disse a vilã casualmente quando ela apareceu. "Tava esperando você aparecer. Demorou mais do que eu esperava, então tive que me entreter enquanto esperava. Sorte a minha que a Lois tá tão ansiosa pra me ajudar com isso." Sim, era exatamente o que Problema. O cabelo e a pele da Lois Lane estavam cobertos de porra, mas ela estava sentada de pernas abertas no colo do vilão, montando no pau dele aparentemente por vontade própria. Obviamente não tinha começado assim, mas para todos os efeitos, parecia que ela realmente estava adorando transar com ele. E as palavras que ela soltou só tornaram esse argumento mais convincente. "Isso!" Lois gemeu. "Isso, isso, que delícia! Me engravida! Me engravida!" Diana balançou a cabeça, sem acreditar no que estava ouvindo. Será que a Lois não só estava transando com o vilão sem nenhuma coerção aberta que ela pudesse ver, mas também estava incentivando ele a deixá-la grávida? Ela estava tão destruída assim? A perda momentânea de concentração da Mulher-Maravilha acabou saindo cara, porque ela foi pega de surpresa quando o laço foi arrancado dela por trás de repente. Ela nem conseguiu soltar mais que um grito abafado de susto antes que usassem o próprio laço dela para amarrá-la e deixá-la indefesa. Isso já era preocupante o bastante, mas o estômago de Diana realmente embrulhou quando ela virou a cabeça e viu por si mesma quem era o responsável pela situação dela. Que fosse a Supergirl não foi uma grande surpresa; até onde Diana sabia, sua colega da Liga da Justiça era a única outra pessoa dentro do prédio. A verdadeira preocupação era que a Supergirl não estava em melhor estado que a Lois. Ela estava coberta de esperma igual à repórter, e uma olhada rápida no rosto dela mostrou a Diana que a luta tinha sido eliminada dela na base da porrada (ou talvez da foda). Ela mal olhou para Diana depois de amarrá-la e, em vez disso, ficou de pé observando a Lois montar o pau do vilão. "Bom trabalho, mascote", disse o vilão. A Supergirl não pareceu incomodada com o apelido que ele deu e, na verdade, Diana viu o rosto coberto de porra dela se abrir num sorriso largo com o elogio. "Já vou te pegar, Diana. Só preciso acabar com a querida Lois. Ele segurou Lois pelo rabo e assumiu o controle da transa, empurrando os quadris contra ela com muito mais força do que qualquer rebote que Diana tinha visto o repórter fazer. Levou só um minuto, talvez menos, até Lois gritar através do que devia ser um clímax incrivelmente poderoso, e ela ainda estava no meio quando o vilão gemeu e gozou dentro dela, talvez engravidando ela como tinha pedido tão safadamente. Assim que terminou, largou Lois de lado, se levantou e virou a atenção para Diana. Diana sabia que não podia fazer nada contra ele, não enquanto ainda estivesse amarrada pelo próprio laço. A única esperança dela era convencer a Kara a pelo menos soltá-la e, com sorte, também entrar na briga. Ele parecia ser um oponente foda pelo que ela tinha visto; tinha que ser pra derrotar alguém como a Kara. Mas se Diana contasse com a ajuda da Kara (mesmo uma Kara que tivesse exausta pela experiência horrível), ela tinha certeza que conseguiriam. "Por favor, Kara", disse rápido, olhando pra amiga. "Você tem que se recuperar! Me solta e a gente derrota ele junto!" Kara olhou pra ela sem entender, sem mostrar emoção nem sinal de resposta. "Cê tá perdendo o fôlego à toa", disse o vilão enquanto caminhava até elas. "Tanto ela quanto a repórter vagabunda já eram. Se tivesse chegado antes, talvez tivesse uma chance, e quem sabe você e a Kara juntas até poderiam ter me vencido. Mas já é tarde demais. Ela é minha." "Cê tá mentindo!" – cuspiu Diana. "A Kara ainda tá aqui; eu sei! Só preciso achar um jeito de trazer ela de volta!" O vilão deu uma risadinha. "Acha mesmo? Deixa eu te provar o contrário." Ele andou até a Diana e se inclinou pra ficar com a boca bem perto da orelha dela. "A verdadeira identidade do Superman é Clark Kent, um jornalista bonzinho do Daily Planet", sussurrou. Os olhos dela encontraram os dele. "Como é que —sabes disso? —perguntou ela, sentindo o medo crescer. —Como eu disse, a Kara está quebrada —disse ele. —Ela vai me contar tudo que eu quiser saber e fazer tudo que eu pedir. Aqui; vamos fazer uma demonstração. Ele olhou por cima do ombro e estalou os dedos para chamar a atenção da Lois. —Lois, liga a câmera de novo. Não queremos que o mundo perca isso. A repórter se levantou, correu e pegou a câmera, apontando-a para o vilão mais uma vez. —Bem-vindos, todos —disse ele. —Agora vocês vão ver um presente especial. Kara, vem aqui e me dá um beijo negro. Diana ofegou. Sabia o que ele estava descrevendo, mas nunca tinha visto o ato ser realizado e jamais pensaria em fazer isso com alguém. Com certeza Kara sentia o mesmo. —Sim! —disse Kara. Ela correu ao redor dele e, com a mesma urgência que a Lois mostrou ao pegar a câmera, se ajoelhou atrás do vilão. Diante dos olhos chocados de Diana, Kara enterrou o rosto entre as nádegas do vilão e começou a lamber. —Tá vendo agora, Diana? —perguntou ele, olhando para ela enquanto a língua de Kara deslizava dentro do cu dele. —Ela não é mais a Supergirl. Agora ela é só minha Superputa. Diana baixou a cabeça e aceitou que ele estava certo, que não havia jeito de se comunicar com a Kara. Se ela estava tão perdida a ponto de lamber o cu dele sem hesitar um segundo, Diana não tinha esperança de conseguir furar o bloqueio com meras palavras e convencê-la a libertá-la. —Ah, que grosseria minha —disse o vilão. —Você não veio até aqui só pra ser espectadora, Diana. Vou cuidar de você daqui a pouco, mas enquanto isso, vou deixar a Lois te entreter. Usa os dedos nela. Diana balançou a cabeça quando a Lois se aproximou. —Não, Lois, não faz isso —disse ela, mas a repórter não estava ouvindo. Eram as palavras do vilão que a guiavam, e ela se abaixou, levantou a saia de Diana, afastou a calcinha dela de lado e começou a tocá-la. Diana gemeu impotente. Normalmente, essa repórter não seria ameaça nenhuma pra ela, mas Amarrada como estava, não pôde fazer nada além de se contorcer quando aqueles dedos a penetraram e enfiaram fundo. A Mulher-Maravilha fechou os olhos, se forçando a ignorar tudo — desde os dedos que bombeavam dentro dela até as imagens e sons obscenos que aconteciam bem na sua frente, enquanto uma Supergirl quebrada se esfregava no vilão que a tinha surrado. Se quisesse ter alguma chance de encontrar uma saída daquela situação, precisava manter a cabeça no lugar. Tudo o que seus esforços para aguentar conseguiram foi fazer com que, quando o vilão chegasse, pegasse Diana desprevenida. Kara tinha feito um trabalho tão bom lambendo ele que o cara gozou sem nenhuma estimulação no pau, e a destinatária de todo aquele esperma foi Diana. Espirrou por todo o corpo dela, no rosto, no cabelo e no uniforme. Era uma sensação nojenta, mas ainda pior era saber que, com toda probabilidade, estaria longe de ser a última porra que ela sentiria sobre ou dentro dela naquele dia. Levando em conta o estado em que ele tinha reduzido Kara e Lois, uma longa noite esperava Diana. "Já chega, Lois", disse o vilão. "Daqui pra frente eu cuido." Os dedos do repórter saíram da buceta de Diana na mesma hora, e assim que ela se afastou, o vilão levantou Diana do chão e a examinou de perto. Ela estava acostumada a homens e até algumas mulheres olharem de esguelha pro seu corpo, mas geralmente era livre pra ignorar os olhares ou dar um aviso severo se ousassem tentar algo além de olhar. Mas não podia fazer nada com as mãos do vilão segurando ela ou os olhos dele percorrendo seu corpo de cima a baixo. "É, fico muito feliz que você finalmente se juntou a nós, Diana", disse ele. "Seu corpo é realmente algo fora do normal, não é?" "Meu corpo foi esculpido pelos deuses", ela disse, injetando todo o veneno que conseguiu juntar nas palavras. "Não preciso que alguém como você o profane. O insulto dele só pareceu diverti-lo, enquanto ele ria. "Devo mandar meus agradecimentos a eles", disse ele. "Tô grato por terem esculpido um brinquedo tão gostoso pra mim. Mas vou ficar ainda mais grato quando você admitir que agora é minha putinha". "Isso nunca vai acontecer", ela disse, balançando a cabeça. "Vamos ver", ele falou, sorrindo pra ela. "Acho que você já tá no caminho certo. Afinal, olha esse uniforme. Você pode se ver como um símbolo de paz e esperança quando veste esse modelito, mas aposto que ainda mais pessoas cobiçam seu corpo quando te veem correndo com algo tão minúsculo". Ela fez uma careta, mas ele não tinha terminado. "Olha esse cameltoe!" ele riu. "Sei que não sou o único que tava esperando ver como a Mulher-Maravilha é por baixo dessa fantasia, e acho que já tá na hora de descobrirmos". Ele começou a arrancar o uniforme dela e, embora ela gritasse e se debatesse, não conseguiu fazer nada pra impedi-lo com o laço que a prendia. Ela nem tinha certeza se conseguiria lutar contra ele com sucesso sem o laço, e infelizmente não ia ter a chance de descobrir. Pra sua total vergonha e humilhação, logo ficou nua na frente não só do vilão e da Kara e da Lois, que já tinham sido destruídas, mas de qualquer um que pudesse estar olhando do outro lado da câmera. "Muito melhor", disse o vilão. "É, garante que vai pegar um close bom disso. A Mulher-Maravilha em pessoa, pelada pro mundo inteiro pela primeira vez! Mas não vamos parar por aí, vamos? Não, agora é hora de você fazer sua primeira aparição pornô, ao vivo e em cores! Ele a virou de bruços enquanto Diana fechava os olhos e pensava desesperadamente, tentando encontrar alguma saída pra essa situação aparentemente impossível. Mas todos os pensamentos de resistência ou fuga fugiram rapidinho quando ela sentiu o pau dele pressionando contra ela. Infelizmente, isso era esperado, mas foi onde ela sentiu que realmente a fez entrar em pânico. "Já vi agora estamos de volta com a gente", disse ele, sorrindo pra ela, sem dúvida se divertindo com a expressão de pânico no rosto dela. "É, pensei em mudar um pouco as coisas com você. Vamos sair um pouco da ordem aqui e começar com sexo anal. Não vai ser divertido?" "Não!" ela disse, balançando a cabeça rapidamente. "Por favor, não, qualquer coisa menos isso!" Ela nunca tinha feito sexo anal antes e com certeza não queria experimentar pela primeira vez com esse vilão enquanto o mundo todo assistia! "Só me fode do jeito normal!" "Sempre soube que você ia me implorar pra te foder, Mulher-Maravilha!" ele disse, achando a situação muito engraçada. "Não se preocupa, vou fazer isso eventualmente. Mas já estou decidido." Ele avançou, ignorando os pedidos dela e enfiando a pica no cu dela desde o começo. Ela soltou um berro quando ele a penetrou; ela nunca tinha experimentado nenhum tipo de brincadeira anal e ele não estava sendo nada gentil. Forçou ela a aguentar a pica grande toda, e rapidamente pegou um ritmo duro e brutal, entrando e saindo do cu dela. Como se isso não bastasse, ele também começou a chicotear ela entre as estocadas. Normalmente, isso não seria problema, já que a Mulher-Maravilha aguentava muita porrada, mas ela sentiu os golpes com mais intensidade do que esperava por causa da combinação da força desumana dele com a situação nova que ela tava vivendo. "Tá gostando disso?" ele perguntou depois de vários minutos de foda e chibatadas na bunda dela. Se Diana tivesse controle total da mente, teria dito que odiava ele com cada fibra do ser, mas infelizmente pra ela o laço ainda tava amarrado nela e forçou ela a responder a pergunta com uma honestidade brutal e sem jeito. "É gostoso", ela disse, fechando os olhos enquanto falava. Tava envergonhada, mas era a verdade. Com certeza teve dor ali quando ele fodeu o cu dela pela primeira vez, e de um jeito bem bruto. A maioria das mulheres provavelmente teria ido parar no Miséria se estivessem no lugar dela, mas para a Mulher-Maravilha, o ritmo brutal foi muito mais prazeroso do que ela gostaria. Era um fato triste que ela geralmente tinha que se segurar durante o sexo para não machucar seu amante e, como resultado, nunca conseguia se soltar e aproveitar tanto quanto queria. Mas machucar esse parceiro era uma ideia ridícula. O vilão estava fodendo ela com mais força do que nunca e a levando a um mundo sexual diferente de tudo que ela conhecia até agora, e não importava o que ela pudesse sentir sobre ele ou essa situação, o prazer que seu corpo tirava da experiência era claro para ela ver. "Estou muito feliz que finalmente estamos sendo honestos um com o outro", ele disse. "Agora para de resistir e só se diverte." Isso foi alarmantemente fácil para ela. Ela deveria odiar isso e lutar contra isso com todo o seu ser, mas quanto mais o tempo passava e mais seu corpo se acostumava com ele batendo na sua bunda, mais difícil era ignorar o quanto era gostoso. Ele continuou e ela gemeu baixinho enquanto o prazer só aumentava. Finalmente, ele a levantou e a colocou de joelhos, enquanto indicava para a Lois se abaixar e colocar o rosto bem debaixo da boceta da Diana. Lois fez isso tão obedientemente quanto tinha feito tudo o mais, e ficou lá esperando enquanto Diana recebia sua primeira penetração anal. Sua primeira vez no sexo anal não deveria ter sido tão boa, não com esse parceiro e não com a dureza com que ele a usou. Mas foi gostoso; na verdade, foi incrível. Diana era incapaz de resistir e de evitar ser fodida até gozar. As intenções dele ficaram mais claras do que nunca agora, porque quando Diana gozou, ela jorrou um jato na cara toda da repórter. Ela teria se desculpado por sujar o rosto da Lois se ela já não estivesse tão obscenamente lambuzada com o esperma do vilão. De qualquer forma, não era como se se Lois não tivesse nenhuma reclamação. Ela já tinha passado por coisas muito piores com um sorriso no rosto. "E agora que você cumprimentou a Lois, vamos garantir que não deixemos a pobre Kara desamparada", disse o vilão. Ele pegou a Diana e a segurou no ar, fodendo o cu dela de novo enquanto estavam bem na frente da Kara. A Supergirl observou, sem pensar em como poderia ajudar sua companheira da Liga da Justiça a eliminar o vilão, mas esperando sua vez de oferecer o rosto para cima para ser esguichada. Esse momento chegou rápido; muito mais rápido que o primeiro. A Diana já estava lutando para manter a mente clara antes mesmo daquele orgasmo, mas depois simplesmente foi derrotada. Ela nem se dava ao trabalho de tentar resistir ao prazer agora, e quando ele a fodeu até um segundo orgasmo em pouco tempo, ela apenas gemeu e deixou acontecer. A Supergirl estava vários passos à frente dela, como já tinha mostrado e agora mostrou ainda mais ao obedecer felizmente a ordem do vilão e se colocar na posição perfeita para a Diana jorrar na cara dela toda, mas a Diana sabia que não era tão boa assim, muito atrás. Nesse ritmo, ela alcançaria rapidamente a Kara e a Lois. "Bom, isso foi divertido", disse o vilão enquanto finalmente tirava o pau do cu da Diana. "Acho que você estava me implorando pra foder sua buceta não faz muito tempo, e eu odiaria negar o que você deseja." Quando ela implorava pra ele foder ela normal, não era porque ela realmente queria ser fodida por ele. Ela só estava tentando evitar que ele roubasse a virgindade do cu dela enquanto milhões (talvez até bilhões) assistiam em casa. Mas agora uma sensação diferente estava se instalando no corpo dela. Ele a colocou no chão e se acomodou entre as pernas dela, e quando o pau dele roçou nela, ela não queria que desaparecesse; ela queria que ele empurrasse pra dentro. Ela não precisava pedir, porque ele pensava o mesmo. Ele enfiou o pau dentro dela e Diana gemeu. A foda anal brutal já tinha quebrado ela, então ela não resistiu nada enquanto ele a comia agora. Ela gemeu de prazer enquanto curtia ele a possuir. Por tempo demais ela tinha aguentado amantes que não se esforçavam tanto para agradá-la, quando encontrava alguém que valia a pena foder, mas agora estava recebendo tudo que precisava. Ela podia ter vindo aqui para parar a bagunça desse vilão e salvar seus amigos, mas em vez disso se viu aqui, sendo fodida mais forte do que nunca e curtindo muito mais do que deveria. Ele a fodeu forte por vários minutos; cinco, talvez dez. Era impressionante que ele conseguisse continuar assim por tanto tempo depois de ter tomado o cu dela o suficiente para dar a ela não um, mas dois orgasmos, sem contar tudo que tinha feito com Lois e Kara antes dela chegar. Mas até ele teve que gozar eventualmente, e quando chegou nesse ponto não teve vergonha de avisar. "Vou gozar logo", disse ele, sem diminuir a velocidade das estocadas enquanto contava esse detalhe. "Vou gozar dentro de você, claro. Vou encher você de porra e, com sorte, logo você vai estar grávida junto com a Lois e a Kara." Ela gemeu e ele riu. "Como isso te faz sentir, Diana? O que você acha de eu te quebrar, gozar dentro de você e te fazer minha? Como isso te faz sentir sobre si mesma?" "Sou um fracasso", disse ela. "Não sou mais digna de ser uma heroína." Ela tentou lamentar esse fato, mas o prazer que ele estava dando tornava terrivelmente difícil se sentir decepcionada com seu destino. "Eu mereço isso. Mereço ser sua puta." "Nossa, você é realmente patética, não é?" disse ele, zombando dela. "Esperava um pouco mais de luta que isso da famosa Mulher-Maravilha, mas você quebrou surpreendentemente rápido. Você está tão ansiosa para receber minha porra dentro de você, não está, meu brinquedo semideusa?" "Sou seu brinquedo semideusa", concordou ela, "e vou carregar seu Carrega onde você quiser." "Fico feliz em ouvir isso", ele disse, "mas na verdade não responde à minha pergunta, né? Você diz que vai levar onde eu quiser, e isso é bom. Mostra que você aceitou seu papel. Mas quero saber onde você quer que eu goze." Quando a pergunta foi feita tão diretamente, a coleira não a deixou fugir do assunto. Ela foi forçada a dizer o que realmente queria. "Eu quero dentro de mim", admitiu. "Quero ser criada, igual a Kara e a Lois." Com isso, seu destino foi selado. Aquilo pareceu a submissão final, o reconhecimento de que a vida antiga tinha acabado e essa era a nova realidade. "Bom, quem sou eu pra negar um pedido tão sério?" ele disse. "Se você quer ser criada, vou te criar." Se possível, ele comeu ela ainda mais forte depois disso. Cada estocada trazia consigo a ameaça do fim e a chance de engravidar, mas aquilo já não parecia mais uma ameaça ou algo que ela pudesse temer, não mais. Agora era algo que ela agradecia. Ela entendeu por que Lois tinha implorado pra ele criá-la quando entrou pela primeira vez, e por que Kara tinha sido tão disposta a fazer o que fosse preciso para agradá-lo. Se ele podia fazê-la sentir assim, do que ela tinha que temer ou se envergonhar? A estocada final finalmente veio, e o vilão deu o que ela pediu. Ela tinha confessado que queria que ele gozasse dentro dela, e ele não a decepcionou. Diana podia sentir ele gozando dentro dela, e aquilo a excitou como nada que ela tivesse sentido na vida. Ela gemeu quando sentiu, e embora tivesse sentido aquilo se acumulando dentro dela, a realidade de ter ele gozando dentro dela a excitou tanto que o terceiro orgasmo veio ainda mais rápido do que ela esperava. Espontaneamente, ela gritou sua aprovação para o mundo. "Ah, porra! Tão bom! Sim, me cria!" ela gritou. "Essa é a ideia", ele disse, beliscando os mamilos dela. "Você é minha agora, não é?" "Sim, sou sua!" ela concordou. "Sou toda sua! Sou sua puta amazona!" "Com certeza é. E Por que você não conta pro mundo pra que foram esculpidos esses seus deuses que você tanto ama? "Me fizeram pra ser fodida por um homem!" ela disse. "Por você!" Antes de entrar nesse prédio, ela nunca teria sonhado em dizer uma coisa dessas, mas toda a existência dela tinha mudado além do reconhecimento. Enquanto curtia a sensação incrível dele enchendo ela de porra no final de uma foda longa e pesada, ela não tinha do que reclamar sobre a mudança. — "Espero que tenham curtido o show, pessoal!" disse o vilão. "Adoraria continuar entretendo vocês pra sempre, mas sei que é só questão de tempo até que meus esquemas e distrações cuidadosamente montados não consigam mais manter os membros masculinos da Liga da Justiça longe. E embora tenha certeza de que eles seriam um baita desafio, bem, tenho coisas melhores pra fazer do que lutar." Isso ficou provado além de qualquer dúvida pelo que estava rolando na frente da câmera enquanto ele falava. Lois estava chupando a rola dele até o fundo, deixando de lado a aparência de repórter séria e aceitando o novo trabalho como putinha dele. A Supergirl já não parecia tão poderosa, mas mandou bem lambendo e chupando as bolas dele. Quanto à Diana, ela estava mostrando sua devoção fazendo o que antes a tinha chocado e nojado tanto. A cabeça dela estava entre as nádegas dele e a língua no cu dele. A vitória dele estava completa, e quando ele saísse de Metrópolis essa noite, seria com três brinquedos novos pra brincar. "O show acabou", ele disse, e milhões de televisores, celulares e telas de computador se apagaram quando ele desligou a câmera.
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