Tô vendo meu professor de matemática escrevendo umas fórmulas no quadro que não entendo, e pra ser sincera nem tô preocupada em entender, já que sei muito bem como vou passar na matéria. Só de pensar nisso, os músculos da minha buceta se contraem, me dando um formigamento delicioso, mas preciso disfarçar que deixo meu professor favorito me comer, e começo a copiar o que ele tá escrevendo no quadro.
A Mia, que tá sentada atrás de mim, começa a conversar na hora com um dos colegas de classe, o Rubén. Tem um tempo que ele tentou me conquistar, mas pela preguiça imensa que tenho de garotos da minha idade, não dei a mínica chance. Agora ele tá atrás da Mia. "Coitado, burro" — não tem chance. Conheço bem o gosto da minha amiga, e ele não é o tipo dela.
— Vamos comer alguma coisa na lanchonete antes da outra aula começar — a Wendy me diz, se levantando e olhando pras duas.
Eu me levanto enquanto a Mia faz o mesmo, sem parar de conversar com o Rubén. Eles tão falando de esportes, mas não consigo prestar muita atenção porque a Wendy pega meu braço esquerdo e me puxa pra gente começar a andar. Passar pela porta sempre é um problema, já que todo mundo quer sair ao mesmo tempo, e tem sempre uns que tentam dar uma apalpada. Bom, em mim não, porque faz muito, muito tempo que todo mundo sabe que não gosto dessas coisas. Então, os esbarrões e apertos de bunda eu deixo pras minhas amigas. Saindo, a Wendy e a Mia saem rindo entre elas por causa das mãos travessas dos outros. A gente anda até chegar nas escadas e desce. Chegando no térreo do prédio, atravessamos a área aberta.
Quando chegamos na lanchonete, uns caras de outras salas ficam de boca aberta nos vendo entrar. Minhas amigas andam rebolando o corpo, igual umas putas procurando cliente — do mesmo jeito que eu faço quando sei que um dos meus amigões tá me olhando. A Wendy se... Ela fica batendo papo com umas amigas que encontrou na primeira mesa logo na entrada, enquanto Mia e eu vamos até o balcão para fazer nosso pedido. Tem uma fila enorme na frente do cara que atende os pedidos, aí ficamos paradas sem saber o que fazer.
- Oi. – o caixa (como eu chamo) cumprimenta a Mia, e ela responde só com um aceno de mão por cima da cabeça.
- O de sempre pra gente. – Ela responde só com um movimento forte da cabeça.
- Vamos sentar, hahaha… – e vamos pra uma mesa que tá vazia. É muito engraçado ver como a Mia manipula os homens.
A gente sempre come a mesma coisa, salada de frutas. Mesmo sendo uma escola muito boa, na cantina tudo é pra engordar, e a única coisa saudável é a fruta, além do que eu gosto muito.
Demorou uns cinco minutos pra trazerem nosso pedido. O garçom é um cara novo que fica nervoso quando nos vê, parece que também é do ensino médio.
Parece que a Wendy esqueceu que estamos esperando por ela. Bom, não esperamos muito tempo, a salada tá uma delícia, é de melão com um pouco de melancia. A Mia começa a me interrogar sobre meus planos pro fim de semana.
- O que você vai fazer esse fim de semana?
- Sei lá, talvez outra visita pros meus tios. E você, que planos tem?
- Me divertir. Hahahaha…
- Bom, pelo menos você vai se divertir, eu sempre fico entediada pra caralho.
- Pede pro seu pai deixar você ficar na minha casa esse fim de semana.
- Sei lá, acho que ele não vai querer.
- Pede, e se não quiser fica pra próxima.
- É, vou pedir. E o que você tá planejando fazer? Como vai se divertir?
- Hahahaha… segredo. Só digo que se você não aceitar, vai perder uma noite incrível.
- Hahahaha… já imagino o que você vai fazer. Mas… com quem? Ou devo dizer, com quantos?
- EI!!! Eu adoro uma pica, mas pra me envolver com vários, não, hahahaha. - Quantos?
- Com três – me diz como uma menina envergonhada.
- kkkkk…
- Bom, com três, se der certo como meu amiguinho falou. Mas não mais que isso.
- E se não sair como planejam?
- Com meu amiguinho eu fico feliz, ele é muito bom na cama, foda gostoso.
- kkkkk… bom, um prêmio de consolação, não sabia que você deixava mais de um te comer.
- Essa vai ser minha terceira vez, com dois ao mesmo tempo e com três minha primeira vez, sério, fala pro seu pai te dar permissão pra me dar uma mãozinha.
- kkkkk… se eu puder, claro que te faço o favor.
- De que tão fofocando, meninas? – é a Wendy que nos surpreende no meio da conversa.
- De como a Andrea é putinha kkkkk…
- Bom, isso não é novidade.
- VOCÊS NÃO FICAM ATRÁS NÃO!!!
- kkkkk…
Nos próximos 10 minutos passamos o tempo falando sobre quem é a mais fácil das três, óbvio que eu sempre fico em último lugar já que não deixo qualquer um me apalpar. Já é hora de voltar pra aula, que tédio; hora de entrar na aula de História, a história é interessante, bom pelo menos quando vejo na televisão, mas o jeito que a professora dá a aula, aff… é a morte. Se um dia me torturarem pra confessar o assassinato de um coelho, essa seria a tortura perfeita; a única coisa que me resta é me concentrar no texto do livro de história, pelo menos o escritor tem imaginação…
Finalmente chegou a hora de voltar pra casa, todo mundo pega suas coisas o mais rápido possível, do outro lado da sala um grupo de meninos, ou melhor, garotinhos, estão se empurrando, e ainda se perguntam por que eu os ignoro? Crianças… Quando estamos prontas pra sair da sala, metade já tá lá fora, então agora fica mais fácil passar pela porta.
- Ei, meninas! Não querem ir na minha casa passar a tarde? Meus pais não tão.
- Não, obrigada, meu namorado vem me buscar – responde a Mia.
- Quem Vão? – Wendy; aquela que não perde uma festa improvisada.
-Já metade da sala se inscreveu.
-Nesse caso, contem comigo, mas eu chego em uma hora, tenho umas coisinhas pra fazer antes.
-E você, o que diz, Andrea?
-Claro… –meu celular começa a tocar– me dá um segundo… Alô.
-Oi, putinha. Como foi seu dia? –é meu professor.
-Bem, obrigada.
-Quero te comer, tem tempo de passar no meu apartamento?
-Agora?
-Claro.
-Bom, sim, mas tenho que avisar que vou chegar tarde em casa.
-Estarei te esperando, puta.
-Sim, claro, ligo e depois te mando uma mensagem pra confirmar.
-Ok, não demora.
-Gente, acho que vou dar pra trás dessa vez –e muitas outras mais– mas já tenho planos. –digo enquanto caminho para as escadas. Não disco para meu padrastro imediatamente, não quero que minhas amigas ouçam minha conversa, em vez disso, encho a Mia de perguntas
-Seu namorado… sabe da sua diversão desse fim de semana?
-Hahahaha… claro que não, mas de certa forma foi ideia dele, mas vou praticar com outros, ele não é muito bom na cama. Hahahaha…
-Manda ele pra minha casa que eu ensino uns truques. –A professora Wendy ao resgate, com certeza aprendeu muita coisa com meu padrastro– é bonitinho seu namorado.
-Tarde demais, vou terminar com ele semana que vem.
-Por quê?
-Já me enchi; bom, meninas, aqui é onde nos separamos.
-Até amanhã, Amiga –dou um beijo na bochecha e depois ela faz o mesmo com Wendy, mas o beijo fica perigosamente perto da boca– lembra da tarefa que é pra amanhã.
Quando está se afastando, se vira e grita pra gente -É sério, meninas, parem de andar de puta, vão pegar uma doença! E vai embora morrendo de rir. A única resposta da Wendy é mostrar o dedo do meio e rir comigo.
-Bom, amiga. Eu também vou, tenho que falar com meu padrastro. -tá bom, se cuida. -até amanhã. -até amanhã. Caminho até onde está me esperando o motorista do meu padrastro, espero alguns segundos para pegar meu celular e discar o número do escritório do meu padrastro, só preciso esperar alguns segundos para que sua secretária atenda. -Escritório do doutor Rojas, em que posso ajudá-la? -oi, é a Andrea, meu pai está? -bom dia, senhorita, sim, ele está, um momento. Depois de um silêncio onde se escuta uma musiquinha boba, meu padrastro me cumprimenta. -oi, putinha. O que você quer? -oi, pai, quero ir ver uma amiga, ela está doente e quero passar pra dar um oi, então vou chegar tarde em casa, bom, não tarde, mas te aviso que não vou pra casa. -tá bom, putinha, mas quando chegar quero que me espere na sua caminha, com as pernas abertas e com sua buceta bem molhada, entendeu? -sim, pai, a que horas você chega? -depois das nove. -tá bom, pai. -nos vemos de noite, putinha. -até a noite, pai. Caminho até encontrar o motorista do meu pai e digo que vou de táxi. Depois de andar alguns metros, entro no primeiro táxi que está no ponto, e o curioso da vida é que o motorista é o senhor Jorge. -bom dia, senhorita Andrea. -oi, Jorge! Como você tem estado? -muito bem, obrigado, e você? Bom, nem precisa responder, dá pra ver que está muito bem. -hahaha… obrigada, obrigada. Pode me levar à privada Benito Juárez? -é um prazer. Meu querido amigo taxista desceu para o oeste pela rua Miguel Hidalgo, passamos rapidamente por todos os alunos do colégio, em uma esquina pude ver minha amiga Mia pendurada no pescoço de quem acho que é o namorado dela, ou talvez seja um amigo, não sei. Jorge seguiu toda a rua e virou à esquerda, depois à direita por uma rua chamada Prolongación Morelos
e depois à direita, passando em frente a uma concessionária. Sempre que passo
por esse lugar fico olhando os carros que têm, quando tiver idade, vou dizer
ao meu padrasto para me comprar um desses; demos uma leve virada à esquerda
para entrar de novo na rua Miguel Hidalgo, e assim, direto até o centro
da cidade, o parque Juárez, viramos à esquerda para pegar a
rua Juárez Norte e depois de dar uma leve virada à direita fomos
direto para a privada Benito Juárez.
Meu querido amigo Jorge me deixou em frente à entrada da privada,
embora carros possam passar, decidi que seria melhor caminhar. É uma série de
prédios, todos da mesma cor laranja, se não tivessem número seria
difícil achar o apartamento do meu professor.
Peguei as escadas do prédio onde fica o apartamento, que está
no último andar, isso é conveniente já que é mais difícil ouvirem meus
gritos; quando estou na porta só preciso tocar a campainha um par
de vezes para que meu professor me abra. Ao me olhar se desenha um sorriso
perverso no rosto dele, me dá um pouco de medo mas também me excita demais,
meus joelhos começaram a tremer.
- entra – ele me diz, quando dou dois passos para dentro do apartamento sinto
uma palmada na bunda que me faz pular de surpresa e me enche de felicidade - você
supostamente devia me avisar que viria aqui.
- é, esqueci, desculpa.
Coloquei minha mochila no sofá, ele se aproximou por trás de mim e esfregou seu
pau na minha bunda, já estava duro, e pronto para entrar em mim, e assim eu
deixei claro pra ele.
- dá pra ver que já está pronto para me comer, professor.
- você é muito gostosa, garota, todos os homens querem te comer.
- isso é um elogio.
- você gosta de andar na rua e esquentar paus, né?
- é divertido, mas na verdade não faço de propósito.
- hahahaha pois é, eu sei, você se veste como uma menininha boa, daquelas que vão à igreja kkkkk.
- kkkkk nem tanto, mas é, acho que sim.
Enquanto me segurava por trás, ele acariciava meus seios por cima do uniforme escolar, até que sua mão direita desceu até a borda da minha saia, pegou e puxou para cima para enfiar a mão, afff... Sua mão toca minha calcinha, já molhada de tesão; meu corpo se arrepiou ao sentir o contato dos dedos dele quando tocou minha buceta por cima da calcinha.
-sempre te encontro pronta pra ser comida, muito bem garota, é assim que as putinhas como você devem estar sempre, molhadas e disponíveis.
Com a outra mão ele me pegou pela nuca e me empurrou devagar, pela pouca (kkkkkk) experiência que tenho, sabia o que ele queria, então me deixei levar e coloquei minhas mãos no encosto do sofá, abaixei um pouco a cintura, para minha bunda ficar empinada e ele ter melhor acesso. Ele acariciou minhas costas sem tirar meu casaco, descendo devagar até minha bunda, enquanto a outra mão continuava me acariciando por cima da calcinha.
Sinto minha temperatura subir mais e mais, nessa hora meus joelhos estão moles, e meu professor percebe, porque sorrindo me diz:
-tá morrendo de vontade de ser comida, né?
-sim, professor, sim – não sei como respondi à pergunta, porque nesse momento, não consigo respirar direito.
Virei a cabeça para olhá-lo, nesse momento ele se ajoelhou e pegou minha calcinha com as duas mãos, e minha calcinha foi descendo devagar até encostar nos meus sapatos escolares, com a mão direita ele pegou meu tornozelo direito, levantou e tirou minha perna da calcinha, imediatamente depois fez o mesmo com a outra, pegou minha calcinha entre as mãos e levou ao nariz aspirando forte; nos olhos dele pude ler a enorme excitação que meu cheiro provocou.
-que delícia você tem, putinha, nenhuma como você.
Depois de guardar minha calcinha no bolso da Calça, pego a barra da minha saia que naquele momento desceu para cobrir minha bunda, levanto e ajusto na minha cintura, quando vi que a calça estava se abrindo, voltei meu olhar para frente, subi meus joelhos no sofá e abri mais as pernas para dar acesso melhor, para que entrasse mais fácil e doesse menos, mas tenho que dizer que essa dor eu gosto, é gostosa.
Com as mãos apertei o encosto do sofá, minha cabeça já começava a suar e olha que ele ainda nem tinha tocado em mim com o pau dele, senti suas mãos acariciando minhas nádegas.
— Que bunda gostosa, macia.
Sua mão direita foi se aproximando mais e mais da minha buceta, começou a acariciar meus lábios, percorreu-os por toda a extensão, bem devagar mas pressionando forte, isso me causou uns arrepios e comecei a gemer, uns gemidos quase inaudíveis, o suficiente para extrair esse prazer que suas mãos me provocavam. A outra mão dele acariciava a linha que separa minha bunda em duas, desde o começo da minha vagina até onde começa as costas. Já estava a ponto de suplicar para ele me comer, mas de repente ele enfiou com brutalidade diabólica.
— Aaai!!!
Dei um grito que deve ter sido ouvido no Japão, aparentemente isso não preocupou meu professor porque ele começou a rir, aquela risadinha de macho, sentia a cabeça do pau dele dentro da minha buceta e me produzia uma dor tão prazerosa que deveria ser ilegal.
— Relaxa, putinha, relaxa, assim entra mais rápido, quero te comer com força.
Ele me pegou pelos ombros com as duas mãos e, fazendo força, empurrou o pau dele, eu dei outro grito de dor prazerosa, sentindo como o pau dele entrava lentamente dentro de mim, podia sentir cada centímetro percorrendo o interior da minha buceta, suas veias pulsavam forte, e a cabeça estava bem escorregadia.
Depois de outras quatro enfiadas bem dadas, senti as bolas dele contra mim, ele me pegou pela cintura, e foi tirando lentamente até deixar só a ponta dentro de mim, e depois de fazer força, enfiou tudo. de novo, dois, três e mais uma empurrada, e senti de novo as bolas dele batendo em mim, ficamos assim não sei por quanto tempo, até que o pau dele já conseguia entrar e sair de mim num movimento só, meus gemidos escapavam da minha boca a cada investida do meu professor.
Ele me fodeu nessa posição por um bom tempo, às vezes me dava umas palmadas bem dadas com a mão direita, a cada uma delas, eu soltava um gritinho, de dor, mas meu rosto refletia uma satisfação que eu não conseguia conter. Meu professor me pegou pelo cabelo e, fazendo uma espécie de rédea, puxou com força, isso fez minha cintura arquear e ao mesmo tempo minha bunda subir, para que o pau dele entrasse mais fácil em mim.
Nessa posição ele continuou me dando palmadas, puxava meu cabelo e me comia com força, isso me deixou tão excitada que meu orgasmo chegou sem avisar, meu corpo estremeceu, minhas pernas e minha cintura entraram num tremor que fez meu professor rir de satisfação. Minha boca estava aberta, meus gemidos ficaram entrecortados, já que eu queria respirar, mas a sensação tão gostosa que eu estava sentindo fazia os gemidos saírem; meu professor não parou de me meter, quando estava passando meu orgasmo, ele tirou o pau da minha buceta, soltou meu cabelo e eu caí sem forças no sofá, meu corpo não me respondia, faltava ar. Meu professor disse algo mas como eu ainda estava em transe, não entendi o que ele disse, só ouvi um tipo de murmúrio ao longe, aparentemente ele não gostou que eu não respondesse, me pegou pelo cabelo e me puxou para descer do sofá, e começou a pressionar o pau dele contra minha boca que estava meio cerrada, ele cutucou com tanta força que minha boca se abriu para o intruso, senti o calor dele no meu palato, e meu próprio gosto na minha língua, era uma delícia.
Ele começou a me comer pela boca, o pau dele entrava e saía de mim com muita rapidez, ele me segurava com uma mão na nuca e outra me segurava pelo cabelo já que toda vez que eu tentava me soltar, eu caía por falta de força no meu corpo, isso só durou alguns segundos até meu corpo recuperar a energia e eu conseguir me apoiar nos joelhos. Não quis colocar as mãos porque estava adorando o jeito que ele me fodia. Dava pra ouvir por todo o quarto o barulhinho característico do pau dele batendo na minha garganta.
Depois de alguns minutos curtindo minha boca, senti o pau dele inchando cada vez mais, sentia a batida do coração dele na minha boca, e me preparei pra receber a porra, mas meu professor tinha outros planos. Ele me puxou com uma força excessiva pelo cabelo e me fez deitar no sofá, aquele tratamento rude me deixou com muito tesão, me fez sentir usada e minhas pernas se abriram automaticamente. Meu professor se colocou entre elas e me penetrou com força animal. Soltei um uivo de prazer, envolvi ele com minhas pernas e puxei ele com elas pra que me penetrasse mais fundo, até que de repente senti toda a porra dele dentro da minha buceta, a cada jato ele me fodia com força, e por minha parte naquele momento cheguei a outro orgasmo; minha buceta nas contrações apertou o pau dele com força, tirando até a última gota de sêmen que estivesse dentro dele, minhas costas arquearam firmemente levantando o corpo do meu amante de mais de 40 anos, meus olhos viraram e minha respiração cortou, não sei quanto tempo passou, senti uma dor gostosa quando ele tirou o pau de dentro da minha buceta, minha barriga doía, sentia meu corpo cheio de sêmen.
- Já terminei com você, sua puta, pode ir embora.
Eu não disse nada diante da ordem dele, ainda estava lutando pra recuperar o controle da minha respiração, passaram alguns minutos, sentindo a porra dele saindo da minha buceta e escorrendo pela minha pele, pela posição em que eu estava escorreu até meu cu, molhando deliciosamente. Ouvi ele terminar uma e depois outra música no aparelho de som, abri os olhos e o tinha na minha frente. Ele me enfiou dois dedos dentro da minha buceta com brutalidade, e ao retirá-los, soltei um suspiro. Ele colocou os dedos na minha boca para que eu sentisse o gosto do seu leite misturado com meus próprios fluidos, aquele líquido viscoso me soube a glória. Ele me pegou pelo cabelo e me fez levantar, como pude peguei minha saia que estava enrolada na minha cintura, desenrolei e ajustei na posição correta.
- Vaza, puta - Meu professor gritou, jogando minha mochila nos meus braços - na mesa está o trabalho da próxima aula, está bom assim como pagamento, vadia?
- Obrigada, professor.
Ao dar o primeiro passo, senti uma dorzinha na minha buceta, resultado da tremenda foda. Os passos seguintes dei bem devagar, a dorzinha me fazia mancar com o pé esquerdo. Comecei a sentir o gozo dele escorrendo pelas minhas pernas, meu professor soltou um sorrisinho e me empurrou para me apressar - vamos, puta, vaza logo - ele disse. Ele pegou as folhas e colocou no meu colo, me encaminhei rápido até a porta e ele deu um tapa forte na minha bunda ao sair. Ao sentir, sorri.
- Obrigada, professor - repeti.
Embora sempre tenha gostado dessa dor, de me sentir tão usada; tive que andar devagar já que aquela dorzinha não me deixava. Depois de descer as escadas, me apoiei na parede, levantei a vista e olhei para o teto por um momento. Me sentia na glória, saber que um homem curte uma garota como eu, para mim é a coisa mais maravilhosa do mundo, me faz sentir a puta mais feliz do mundo. Senti o gozo do meu professor escorrendo pelo meu joelho direito, me abaixei e ao vê-lo sorri. Olhei pros lados e depois de me certificar que ninguém estava me vendo, passei meus dedos recolhendo aquele néctar até chegar na minha buceta, imediatamente depois levei à boca saboreando seu gosto; lembrei que tinha saído do apartamento dele sem colocar a calcinha, bom, a verdade é que meu professor não me deixaria colocar, ele sempre fica com elas; então comecei a caminhar devagar até o ponto de táxi. Na saída da esaprivada. Quando cheguei perto dos táxis, um deles abaixou o vidro e, com a cabeça e uma mão para fora, fez sinais para que eu olhasse. Era meu amigo Jorge, o taxista. — Aconteceu alguma coisa, moça? — meu amigo saiu rápido do táxi para me ajudar, mas eu o parei com a mão. — Não, só torci o tornozelo, mas já está passando. Ele abriu a porta e eu entrei. — Moça, tá com cheiro forte de sexo, hein… hahaha… — Hahaha… pode me levar pra casa? — Claro, ainda lembro o endereço. Ele dirigiu sem dizer uma palavra, enquanto eu folheava as folhas que meu professor tinha me dado. Depois de guardar os papéis na mochila, percebi que já estávamos quase chegando em casa. Peguei dinheiro para pagar. — Não precisa, moça. Pra mim é um prazer te ver, ainda mais agora, porque você tem um brilho nos olhos… de mulher que acabou de casar, hahaha… Não respondi ao comentário, mas na hora fiquei na dúvida se ele já tinha percebido que eu estava com a cara de quem tinha acabado de ser comida por um macho dominante. — Obrigada, Jorge. Desci do táxi e, ao dar dois passos em direção à porta de casa, Jorge fez outro comentário. — Moça, você deixou o banco todo manchado — virei para olhar pela janela e vi uma marca úmida onde eu tinha sentado — parece que o leite ainda tá vazando, hahahaha… — depois disso, Jorge foi embora. Fiquei toda corada de vergonha. Olhei minha bunda e tinha uma mancha molhada, causada pela porra que ainda escorria da minha buceta. Surpreendente? Pois acreditem, porque não tô mentindo. Por sorte, tenho encontrado machos com uma boa carga de leite. Depois daquilo, não tinha dúvida: meu taxista ia saber que eu sou uma vadia tarada. Entrei o mais rápido que minhas pernas permitiram, subi pro meu quarto, joguei a mochila na cama e fui direto tomar um bom banheiro, e me preparar para a noite, já que meu padrastro iria me usar. Com meu rosto voltado para cima, deixo a água morna percorrer meu corpo, assim como os homens que saborearam as delícias da minha pele fizeram. Me sinto um pouco envergonhada por o taxista ter me visto naquele estado, mas ao mesmo tempo me sinto deliciosamente excitada. Algumas horas atrás, eu não tinha imaginado o quão delicioso seria ter a virilidade do taxista dentro de mim, mas agora é outra história. Embora eu sempre tenha dito que nunca me envolveria com um funcionário ou alguém como ele, o fato de saber que ele está ciente de que sou uma puta ninfomaníaca me deixa com tesão. Mas tenho que tirar esses pensamentos da minha mente, porque aquele taxista não está na mesma condição social que eu, não é o tipo de homem a quem deixo me tocar à vontade. Acho que esses pensamentos são só porque estou muito excitada, parece até que não me comem há dias. Com esses pensamentos e mais, deixo a água percorrer o comprimento do meu cabelo até chegar à metade das minhas costas, mudando de temperatura ao tocar minha pele. Quando chega à minha cintura, sinto como se ela se abrisse em três caminhos, mas o que me dá um prazer delicioso é o do meio, que corre mais rápido pelo sulco que separa minhas nádegas, desce com mais velocidade e, quando chega na minha buceta, me faz cócegas, e continua descendo pelas minhas pernas longas, curvilíneas e duras. No meu rosto, se desenha um sorriso de satisfação pelo corpo que tenho. Pego um pouco de shampoo e lavo profundamente meu cabelo castanho. Depois, pegando sabonete líquido, o derramo em uma esponja e esfrego por todo o meu corpo, massageando minha pele em círculos: primeiro meu pescoço, descendo para meus seios, até chegar ao meu abdômen plano. Gosto de tomar banhos muito minuciosos, gosto de estar limpa e fresca. Quando estou satisfeita com a limpeza da minha pele, pego o chuveirinho que está na minha frente, na altura média, é um daqueles chuveirinhos de mão; apertando o O botão começa a soltar água fria que me faz dar um pulo e soltar um pequeno grito, mas imediatamente a água atinge uma temperatura agradável. Eu a pego com a mão esquerda e a direciono para minha buceta, fazendo com que a água bata contra ela. A pressão da água me excita na hora, parece milhares de beliscões, é uma cócega gostosa. Até agora não tem homem que consiga fazer isso, e não os culpo, já que para fazer isso eles precisariam ter milhares de dedos. Com a mão direita, abro os lábios vaginais e a sensação se intensifica, e com o dedo médio me dou uma massagem bem estimulante.
Como eu disse antes, gosto de me limpar profundamente. Meu dedo começa a entrar na minha vagina para tirar toda a porra do meu professor. Mesmo sabendo que meu padrastro não perceberia, ainda assim eu me limpo. Ao entrar, meu dedo causa um pouco de dor, mas abro as pernas e a dor some, e meu dedo entra com mais facilidade. O prazer que sinto ao apertar meu dedo contra as paredes da minha vagina e tirar os fluidos do meu professor faz minhas pernas perderem a força, minha respiração cortar, meus mamilos ficarem duros. Minha respiração fica difícil por causa da água que cai no meu rosto. Mantendo os olhos fechados, imagino que o dedo que está fuçando dentro de mim é do meu padrastro. A ideia de deixar ele me comer me dá um tesão inimaginável.
Depois de alguns minutos limpando, meu orgasmo chega. Me seguro com uma mão na parede à minha frente, as forças das minhas pernas começam a fraquejar, e o tremor do meu corpo não ajuda a me manter em pé. Solto um gemido longo e libertador. Minhas pernas recuperam a força e fico em pé debaixo do chuveiro. Fechei as torneiras e peguei uma toalha para secar meu cabelo e corpo.
Enquanto olhava minha figura nua no espelho, penteando meu cabelo, não consigo deixar de admirar a beleza em que me transformei. E pensar que todos os homens que me veem andando por aí me desejam me faz sorrir.
Me enrolei em uma toalha. no corpo e me sentei na cama, peguei minha mochila e dei outra olhada nas folhas que meu professor me deu, isso me livraria de fazer três dias de pesquisa e mais dois de redação, que alívio estar bem gostosa. Olhei o relógio e ainda faltavam duas horas para meu padrastro chegar, então desci para a sala e me sentei no sofá, liguei a televisão e comecei a ver um filme.
Quase terminei de ver o filme Cemitério Maldito, quando lembrei que tinha que esperar meu padrastro na minha cama. Me levantei do sofá, já estava de noite, acendi as luzes da sala e fui para meu quarto, enquanto subia as escadas penso que é muito divertido ser comida por dois homens diferentes no mesmo dia, embora lembre de uma vez que fui usada por 4 homens no mesmo dia, mas isso já faz muito tempo. Mas a que guardo na memória com muito carinho foi minha primeira vez. Enquanto estou parada em frente ao espelho do meu quarto, esfregando meu corpo nu com um hidratante com cheiro de pêssego, o favorito do meu padrastro e meu, lembro daqueles dias de muito tempo atrás, não foi nada traumático, embora tenha sido dolorido, mas nada traumático, pelo contrário, fiquei com vontade de mais, embora durante um ano antes ele já tivesse me tocado enquanto assistíamos filmes pornô, eu não tinha sentido o que era um orgasmo, até aquele dia, quando perdi a virgindade. Com isso em mente me deito no centro da minha cama, os ursinhos de pelúcia que estão no meu travesseiro são testemunhas mudas de como estou me tocando por todo meu corpo juvenil, desde um ano antes de perder a virgindade ele já tinha me dito que eu seria sua putinha particular, naquela época eu não sabia muito bem o que ele queria dizer, mas pacientemente ele me explicava enquanto na televisão passavam as cenas que eu mais gostava, as mesmas que ele me descobriu assistindo numa tarde de junho.
- Assim que eu gosto, putinha, que sempre esteja preparada para seu macho te usar.
Essas palavras me tiraram das minhas lembranças eróticas, levantei a cabeça e descubro meu Meu padrasto recostado no batente da porta, pelado, com o pau na mão se masturbando, comecei a respirar ofegante sabendo o que me esperava. Sempre me deu um certo medinho quando meu padrastro me monta, aquele prazer enorme que ele me dá e que eu dou pra ele é algo intimidador. Flexiono as pernas e as abro mais, com os dedos da mão esquerda separo os lábios da minha buceta que já está preparada, molhada e com fome de carne, e com a outra mão aponto para o mastro que ele está segurando e faço sinais puxando-o com um dedo, convidando-o a se aproximar. Passo a língua nos lábios e o convido a vir com uma voz carinhosa, doce, safada.
— Vem, papai, vem, come sua putinha.
Ele não faz cerimônia, caminha até mim enquanto eu abro levemente a boca e passo a língua no lábio superior, fazendo um movimento lento de um lado para o outro. Enquanto meu padrasto se posiciona entre minhas pernas, pego o pau dele com a mão direita e o aponto para minha entrada, sem parar de separar os lábios da buceta com a outra mão. O olhar dele é de puro tesão, de um macho transbordando controle sobre mim, isso me deixa excitada e me faz soltar um gemido de expectativa. Subo e desço minha mão no tronco dele, aperto fazendo com que ele solte um grunhido de animal. Deixo minha cabeça descansar na cama, puxando o pau dele para mim, enfiando-o. Meu padrasto entende o movimento e, com uma leve batida de quadril, enfia em mim, só um pouquinho, só a cabecinha. Minha buceta, por ser tão apertada, não deixa o pau dele entrar de primeira. Ele sorri, gosta que eu seja apertada, e empurra mais e mais, sem obter resultados. No meu rosto se desenha uma expressão de dor, minhas pernas se tensionam a cada investida lenta, porém forte, do meu padrastro. Ele passa as mãos por baixo dos meus braços, segurando meus ombros. Sei o que vem a seguir. Ele me aperta com as mãos, bem forte, levanta o quadril e, em um segundo, sinto uma dor na minha buceta que me faz soltar um grito de dor e prazer. A forma como ele enfia é... animal, de uma força esmagadora, mas só entrou metade, nesses segundos eu amaldiçoo minha sorte de ter uma buceta tão apertada, abro meus olhos e me deparo com seu rosto cheio de prazer, sua boca está arqueada num sorriso lascivo.
- Tá doendo, papai, mais devagar, por favor.
- Cale a boca, puta! Eu gosto que você seja apertada, gosto que me aperte, vadia no calor.
Ele lentamente puxa seu pau das minhas entranhas, posso sentir cada veia dele, cada pulsação, a cabeça roçando na entrada da minha vagina, ele se prepara para me invadir, eu o abraço com meus braços em volta do pescoço, me agarro a ele como se quisesse levar minha vida, e de repente sinto de novo aquele dor deliciosa, me faz gritar e meu rosto se contrai de dor, mas depois das palavras dele, de saber que ele está satisfeito com meu corpo, já não me importo de sentir mais dor. Ele puxa, deixando só a ponta dentro, abro as pernas o máximo que posso para deixá-lo fazer do jeito que quiser, e sinto a dor de novo. Dessa vez dói diferente, solto um gemido que dá pra ouvir pela casa toda, sinto as bolas dele no meu períneo, me sinto cheia, feliz, completa, é assim que eu gosto de estar, cheia de carne de macho, entre as lágrimas no meu rosto pela dor, um sorriso se forma, eu gosto de estar nas mãos de um macho que curte meu corpo, só assim eu também consigo curtir. Meu padrasto começa a puxar devagar, e depois enfia com força; repete uma e outra vez o mesmo movimento, quando ele mete eu juro que ele empurra todas as minhas entranhas pra garganta, sinto meu ânus apertado, minha bunda se contrai a cada investida.
- Ai, que delícia, bucetinha... apertada... que peitos... que rabo... que corpão você tem, gostosa.
- Que gostoso, isso, me come, me come... a-a-a-a-a-a-a-a-a-a
- Você adora um pau, né, putinha?... me responde, vadia!
- Sim, eu adoro um pau... a-a-a-a-a-a-...
- Você é minha puta, Andrea.
- Sim, papai, o que você quiser, papacito, mas me come... me come.
Enquanto meu... meu padrasto e eu soltamos gemidos no ouvido um do outro, a cada investida dele meus pés perdem o contato com a cama, percebo que a cada enfiada me aproximo mais e mais da cabeceira. Meu padrasto se endireita me segurando pelos quadris, impedindo que seu pau saia de dentro de mim e deixando minha cabeça na cama, ele começa a meter e sacar o mais rápido que pode, meus gemidos ficam mais altos e cortados, em alguns momentos minha cabeça bate na cabeceira, o prazer que essa foda do meu padrasto tá me dando é desesperador, não sei como mas em um momento percebo que estou apertando meus seios, beliscando os mamilos, puxando-os com força; isso me faz sentir um prazer que percorre todos meus seios, pela coluna vertebral, e pelo meu estômago. De boca aberta e com uma cara de prazer que até a piranha mais safada das estrelas pornô invejaria, olho nos olhos dele, posso ver sua felicidade em desfrutar do meu corpo, ele me olha e me dá um tapa, e com esse arrebatamento de machismo meu orgasmo se faz presente fazendo eu convulsionar, gritar, chegando no momento que fico sem ar, meus pulmões por um segundo eterno não respondem. Meu padrasto não para, ao ver e sentir meu orgasmo ele se joga em mim comendo meus seios freneticamente, com uma mão aperta meu seio direito e com a boca chupa com força o esquerdo, mordisca meus mamilos fazendo eu soltar um grito de dor.
- você é uma putinha muito boa.
Me dá outro tapa e me beija brutalmente enfiando a língua até tocar na minha; meus gemidos se afogam dentro de sua boca, nossas línguas se chocam uma contra a outra. Ele se endireita novamente na mesma posição de antes.
- você é minha, putinha.
- sim, papai, sou sua.
- gosto quando me obedece, gostosa.
- sim, papai, o que você quiser. Isso, assim, assim, mete mais forte, mais, mais até o fundo, me dá tudo, adoro papai, enfia tudo, me parte ao meio meu amor!
Me dá outro tapa. fazendo meu rosto queimar, me fazendo sentir como a maior puta vadiazinha de todas, me fazendo sentir como um objeto que pode fazer o que quiser com ele, me fazendo sentir feliz. Com um grunhido dele, e levantando a cabeça para o céu, ele me dá uma investida chegando no mais profundo de mim, descarregando toda a sua porra, aquele líquido cremoso e muito quente, sinto como 4 tiros bem carregados dentro de mim, inundando tudo. Ele saiu de mim, me deixando deitada, e rapidamente eu adormeci.
A Mia, que tá sentada atrás de mim, começa a conversar na hora com um dos colegas de classe, o Rubén. Tem um tempo que ele tentou me conquistar, mas pela preguiça imensa que tenho de garotos da minha idade, não dei a mínica chance. Agora ele tá atrás da Mia. "Coitado, burro" — não tem chance. Conheço bem o gosto da minha amiga, e ele não é o tipo dela.
— Vamos comer alguma coisa na lanchonete antes da outra aula começar — a Wendy me diz, se levantando e olhando pras duas.
Eu me levanto enquanto a Mia faz o mesmo, sem parar de conversar com o Rubén. Eles tão falando de esportes, mas não consigo prestar muita atenção porque a Wendy pega meu braço esquerdo e me puxa pra gente começar a andar. Passar pela porta sempre é um problema, já que todo mundo quer sair ao mesmo tempo, e tem sempre uns que tentam dar uma apalpada. Bom, em mim não, porque faz muito, muito tempo que todo mundo sabe que não gosto dessas coisas. Então, os esbarrões e apertos de bunda eu deixo pras minhas amigas. Saindo, a Wendy e a Mia saem rindo entre elas por causa das mãos travessas dos outros. A gente anda até chegar nas escadas e desce. Chegando no térreo do prédio, atravessamos a área aberta.
Quando chegamos na lanchonete, uns caras de outras salas ficam de boca aberta nos vendo entrar. Minhas amigas andam rebolando o corpo, igual umas putas procurando cliente — do mesmo jeito que eu faço quando sei que um dos meus amigões tá me olhando. A Wendy se... Ela fica batendo papo com umas amigas que encontrou na primeira mesa logo na entrada, enquanto Mia e eu vamos até o balcão para fazer nosso pedido. Tem uma fila enorme na frente do cara que atende os pedidos, aí ficamos paradas sem saber o que fazer.
- Oi. – o caixa (como eu chamo) cumprimenta a Mia, e ela responde só com um aceno de mão por cima da cabeça.
- O de sempre pra gente. – Ela responde só com um movimento forte da cabeça.
- Vamos sentar, hahaha… – e vamos pra uma mesa que tá vazia. É muito engraçado ver como a Mia manipula os homens.
A gente sempre come a mesma coisa, salada de frutas. Mesmo sendo uma escola muito boa, na cantina tudo é pra engordar, e a única coisa saudável é a fruta, além do que eu gosto muito.
Demorou uns cinco minutos pra trazerem nosso pedido. O garçom é um cara novo que fica nervoso quando nos vê, parece que também é do ensino médio.
Parece que a Wendy esqueceu que estamos esperando por ela. Bom, não esperamos muito tempo, a salada tá uma delícia, é de melão com um pouco de melancia. A Mia começa a me interrogar sobre meus planos pro fim de semana.
- O que você vai fazer esse fim de semana?
- Sei lá, talvez outra visita pros meus tios. E você, que planos tem?
- Me divertir. Hahahaha…
- Bom, pelo menos você vai se divertir, eu sempre fico entediada pra caralho.
- Pede pro seu pai deixar você ficar na minha casa esse fim de semana.
- Sei lá, acho que ele não vai querer.
- Pede, e se não quiser fica pra próxima.
- É, vou pedir. E o que você tá planejando fazer? Como vai se divertir?
- Hahahaha… segredo. Só digo que se você não aceitar, vai perder uma noite incrível.
- Hahahaha… já imagino o que você vai fazer. Mas… com quem? Ou devo dizer, com quantos?
- EI!!! Eu adoro uma pica, mas pra me envolver com vários, não, hahahaha. - Quantos?
- Com três – me diz como uma menina envergonhada.
- kkkkk…
- Bom, com três, se der certo como meu amiguinho falou. Mas não mais que isso.
- E se não sair como planejam?
- Com meu amiguinho eu fico feliz, ele é muito bom na cama, foda gostoso.
- kkkkk… bom, um prêmio de consolação, não sabia que você deixava mais de um te comer.
- Essa vai ser minha terceira vez, com dois ao mesmo tempo e com três minha primeira vez, sério, fala pro seu pai te dar permissão pra me dar uma mãozinha.
- kkkkk… se eu puder, claro que te faço o favor.
- De que tão fofocando, meninas? – é a Wendy que nos surpreende no meio da conversa.
- De como a Andrea é putinha kkkkk…
- Bom, isso não é novidade.
- VOCÊS NÃO FICAM ATRÁS NÃO!!!
- kkkkk…
Nos próximos 10 minutos passamos o tempo falando sobre quem é a mais fácil das três, óbvio que eu sempre fico em último lugar já que não deixo qualquer um me apalpar. Já é hora de voltar pra aula, que tédio; hora de entrar na aula de História, a história é interessante, bom pelo menos quando vejo na televisão, mas o jeito que a professora dá a aula, aff… é a morte. Se um dia me torturarem pra confessar o assassinato de um coelho, essa seria a tortura perfeita; a única coisa que me resta é me concentrar no texto do livro de história, pelo menos o escritor tem imaginação…
Finalmente chegou a hora de voltar pra casa, todo mundo pega suas coisas o mais rápido possível, do outro lado da sala um grupo de meninos, ou melhor, garotinhos, estão se empurrando, e ainda se perguntam por que eu os ignoro? Crianças… Quando estamos prontas pra sair da sala, metade já tá lá fora, então agora fica mais fácil passar pela porta.
- Ei, meninas! Não querem ir na minha casa passar a tarde? Meus pais não tão.
- Não, obrigada, meu namorado vem me buscar – responde a Mia.
- Quem Vão? – Wendy; aquela que não perde uma festa improvisada.
-Já metade da sala se inscreveu.
-Nesse caso, contem comigo, mas eu chego em uma hora, tenho umas coisinhas pra fazer antes.
-E você, o que diz, Andrea?
-Claro… –meu celular começa a tocar– me dá um segundo… Alô.
-Oi, putinha. Como foi seu dia? –é meu professor.
-Bem, obrigada.
-Quero te comer, tem tempo de passar no meu apartamento?
-Agora?
-Claro.
-Bom, sim, mas tenho que avisar que vou chegar tarde em casa.
-Estarei te esperando, puta.
-Sim, claro, ligo e depois te mando uma mensagem pra confirmar.
-Ok, não demora.
-Gente, acho que vou dar pra trás dessa vez –e muitas outras mais– mas já tenho planos. –digo enquanto caminho para as escadas. Não disco para meu padrastro imediatamente, não quero que minhas amigas ouçam minha conversa, em vez disso, encho a Mia de perguntas
-Seu namorado… sabe da sua diversão desse fim de semana?
-Hahahaha… claro que não, mas de certa forma foi ideia dele, mas vou praticar com outros, ele não é muito bom na cama. Hahahaha…
-Manda ele pra minha casa que eu ensino uns truques. –A professora Wendy ao resgate, com certeza aprendeu muita coisa com meu padrastro– é bonitinho seu namorado.
-Tarde demais, vou terminar com ele semana que vem.
-Por quê?
-Já me enchi; bom, meninas, aqui é onde nos separamos.
-Até amanhã, Amiga –dou um beijo na bochecha e depois ela faz o mesmo com Wendy, mas o beijo fica perigosamente perto da boca– lembra da tarefa que é pra amanhã.
Quando está se afastando, se vira e grita pra gente -É sério, meninas, parem de andar de puta, vão pegar uma doença! E vai embora morrendo de rir. A única resposta da Wendy é mostrar o dedo do meio e rir comigo.
-Bom, amiga. Eu também vou, tenho que falar com meu padrastro. -tá bom, se cuida. -até amanhã. -até amanhã. Caminho até onde está me esperando o motorista do meu padrastro, espero alguns segundos para pegar meu celular e discar o número do escritório do meu padrastro, só preciso esperar alguns segundos para que sua secretária atenda. -Escritório do doutor Rojas, em que posso ajudá-la? -oi, é a Andrea, meu pai está? -bom dia, senhorita, sim, ele está, um momento. Depois de um silêncio onde se escuta uma musiquinha boba, meu padrastro me cumprimenta. -oi, putinha. O que você quer? -oi, pai, quero ir ver uma amiga, ela está doente e quero passar pra dar um oi, então vou chegar tarde em casa, bom, não tarde, mas te aviso que não vou pra casa. -tá bom, putinha, mas quando chegar quero que me espere na sua caminha, com as pernas abertas e com sua buceta bem molhada, entendeu? -sim, pai, a que horas você chega? -depois das nove. -tá bom, pai. -nos vemos de noite, putinha. -até a noite, pai. Caminho até encontrar o motorista do meu pai e digo que vou de táxi. Depois de andar alguns metros, entro no primeiro táxi que está no ponto, e o curioso da vida é que o motorista é o senhor Jorge. -bom dia, senhorita Andrea. -oi, Jorge! Como você tem estado? -muito bem, obrigado, e você? Bom, nem precisa responder, dá pra ver que está muito bem. -hahaha… obrigada, obrigada. Pode me levar à privada Benito Juárez? -é um prazer. Meu querido amigo taxista desceu para o oeste pela rua Miguel Hidalgo, passamos rapidamente por todos os alunos do colégio, em uma esquina pude ver minha amiga Mia pendurada no pescoço de quem acho que é o namorado dela, ou talvez seja um amigo, não sei. Jorge seguiu toda a rua e virou à esquerda, depois à direita por uma rua chamada Prolongación Morelos
e depois à direita, passando em frente a uma concessionária. Sempre que passo
por esse lugar fico olhando os carros que têm, quando tiver idade, vou dizer
ao meu padrasto para me comprar um desses; demos uma leve virada à esquerda
para entrar de novo na rua Miguel Hidalgo, e assim, direto até o centro
da cidade, o parque Juárez, viramos à esquerda para pegar a
rua Juárez Norte e depois de dar uma leve virada à direita fomos
direto para a privada Benito Juárez.
Meu querido amigo Jorge me deixou em frente à entrada da privada,
embora carros possam passar, decidi que seria melhor caminhar. É uma série de
prédios, todos da mesma cor laranja, se não tivessem número seria
difícil achar o apartamento do meu professor.
Peguei as escadas do prédio onde fica o apartamento, que está
no último andar, isso é conveniente já que é mais difícil ouvirem meus
gritos; quando estou na porta só preciso tocar a campainha um par
de vezes para que meu professor me abra. Ao me olhar se desenha um sorriso
perverso no rosto dele, me dá um pouco de medo mas também me excita demais,
meus joelhos começaram a tremer.
- entra – ele me diz, quando dou dois passos para dentro do apartamento sinto
uma palmada na bunda que me faz pular de surpresa e me enche de felicidade - você
supostamente devia me avisar que viria aqui.
- é, esqueci, desculpa.
Coloquei minha mochila no sofá, ele se aproximou por trás de mim e esfregou seu
pau na minha bunda, já estava duro, e pronto para entrar em mim, e assim eu
deixei claro pra ele.
- dá pra ver que já está pronto para me comer, professor.
- você é muito gostosa, garota, todos os homens querem te comer.
- isso é um elogio.
- você gosta de andar na rua e esquentar paus, né?
- é divertido, mas na verdade não faço de propósito.
- hahahaha pois é, eu sei, você se veste como uma menininha boa, daquelas que vão à igreja kkkkk.
- kkkkk nem tanto, mas é, acho que sim.
Enquanto me segurava por trás, ele acariciava meus seios por cima do uniforme escolar, até que sua mão direita desceu até a borda da minha saia, pegou e puxou para cima para enfiar a mão, afff... Sua mão toca minha calcinha, já molhada de tesão; meu corpo se arrepiou ao sentir o contato dos dedos dele quando tocou minha buceta por cima da calcinha.
-sempre te encontro pronta pra ser comida, muito bem garota, é assim que as putinhas como você devem estar sempre, molhadas e disponíveis.
Com a outra mão ele me pegou pela nuca e me empurrou devagar, pela pouca (kkkkkk) experiência que tenho, sabia o que ele queria, então me deixei levar e coloquei minhas mãos no encosto do sofá, abaixei um pouco a cintura, para minha bunda ficar empinada e ele ter melhor acesso. Ele acariciou minhas costas sem tirar meu casaco, descendo devagar até minha bunda, enquanto a outra mão continuava me acariciando por cima da calcinha.
Sinto minha temperatura subir mais e mais, nessa hora meus joelhos estão moles, e meu professor percebe, porque sorrindo me diz:
-tá morrendo de vontade de ser comida, né?
-sim, professor, sim – não sei como respondi à pergunta, porque nesse momento, não consigo respirar direito.
Virei a cabeça para olhá-lo, nesse momento ele se ajoelhou e pegou minha calcinha com as duas mãos, e minha calcinha foi descendo devagar até encostar nos meus sapatos escolares, com a mão direita ele pegou meu tornozelo direito, levantou e tirou minha perna da calcinha, imediatamente depois fez o mesmo com a outra, pegou minha calcinha entre as mãos e levou ao nariz aspirando forte; nos olhos dele pude ler a enorme excitação que meu cheiro provocou.
-que delícia você tem, putinha, nenhuma como você.
Depois de guardar minha calcinha no bolso da Calça, pego a barra da minha saia que naquele momento desceu para cobrir minha bunda, levanto e ajusto na minha cintura, quando vi que a calça estava se abrindo, voltei meu olhar para frente, subi meus joelhos no sofá e abri mais as pernas para dar acesso melhor, para que entrasse mais fácil e doesse menos, mas tenho que dizer que essa dor eu gosto, é gostosa.
Com as mãos apertei o encosto do sofá, minha cabeça já começava a suar e olha que ele ainda nem tinha tocado em mim com o pau dele, senti suas mãos acariciando minhas nádegas.
— Que bunda gostosa, macia.
Sua mão direita foi se aproximando mais e mais da minha buceta, começou a acariciar meus lábios, percorreu-os por toda a extensão, bem devagar mas pressionando forte, isso me causou uns arrepios e comecei a gemer, uns gemidos quase inaudíveis, o suficiente para extrair esse prazer que suas mãos me provocavam. A outra mão dele acariciava a linha que separa minha bunda em duas, desde o começo da minha vagina até onde começa as costas. Já estava a ponto de suplicar para ele me comer, mas de repente ele enfiou com brutalidade diabólica.
— Aaai!!!
Dei um grito que deve ter sido ouvido no Japão, aparentemente isso não preocupou meu professor porque ele começou a rir, aquela risadinha de macho, sentia a cabeça do pau dele dentro da minha buceta e me produzia uma dor tão prazerosa que deveria ser ilegal.
— Relaxa, putinha, relaxa, assim entra mais rápido, quero te comer com força.
Ele me pegou pelos ombros com as duas mãos e, fazendo força, empurrou o pau dele, eu dei outro grito de dor prazerosa, sentindo como o pau dele entrava lentamente dentro de mim, podia sentir cada centímetro percorrendo o interior da minha buceta, suas veias pulsavam forte, e a cabeça estava bem escorregadia.
Depois de outras quatro enfiadas bem dadas, senti as bolas dele contra mim, ele me pegou pela cintura, e foi tirando lentamente até deixar só a ponta dentro de mim, e depois de fazer força, enfiou tudo. de novo, dois, três e mais uma empurrada, e senti de novo as bolas dele batendo em mim, ficamos assim não sei por quanto tempo, até que o pau dele já conseguia entrar e sair de mim num movimento só, meus gemidos escapavam da minha boca a cada investida do meu professor.
Ele me fodeu nessa posição por um bom tempo, às vezes me dava umas palmadas bem dadas com a mão direita, a cada uma delas, eu soltava um gritinho, de dor, mas meu rosto refletia uma satisfação que eu não conseguia conter. Meu professor me pegou pelo cabelo e, fazendo uma espécie de rédea, puxou com força, isso fez minha cintura arquear e ao mesmo tempo minha bunda subir, para que o pau dele entrasse mais fácil em mim.
Nessa posição ele continuou me dando palmadas, puxava meu cabelo e me comia com força, isso me deixou tão excitada que meu orgasmo chegou sem avisar, meu corpo estremeceu, minhas pernas e minha cintura entraram num tremor que fez meu professor rir de satisfação. Minha boca estava aberta, meus gemidos ficaram entrecortados, já que eu queria respirar, mas a sensação tão gostosa que eu estava sentindo fazia os gemidos saírem; meu professor não parou de me meter, quando estava passando meu orgasmo, ele tirou o pau da minha buceta, soltou meu cabelo e eu caí sem forças no sofá, meu corpo não me respondia, faltava ar. Meu professor disse algo mas como eu ainda estava em transe, não entendi o que ele disse, só ouvi um tipo de murmúrio ao longe, aparentemente ele não gostou que eu não respondesse, me pegou pelo cabelo e me puxou para descer do sofá, e começou a pressionar o pau dele contra minha boca que estava meio cerrada, ele cutucou com tanta força que minha boca se abriu para o intruso, senti o calor dele no meu palato, e meu próprio gosto na minha língua, era uma delícia.
Ele começou a me comer pela boca, o pau dele entrava e saía de mim com muita rapidez, ele me segurava com uma mão na nuca e outra me segurava pelo cabelo já que toda vez que eu tentava me soltar, eu caía por falta de força no meu corpo, isso só durou alguns segundos até meu corpo recuperar a energia e eu conseguir me apoiar nos joelhos. Não quis colocar as mãos porque estava adorando o jeito que ele me fodia. Dava pra ouvir por todo o quarto o barulhinho característico do pau dele batendo na minha garganta.
Depois de alguns minutos curtindo minha boca, senti o pau dele inchando cada vez mais, sentia a batida do coração dele na minha boca, e me preparei pra receber a porra, mas meu professor tinha outros planos. Ele me puxou com uma força excessiva pelo cabelo e me fez deitar no sofá, aquele tratamento rude me deixou com muito tesão, me fez sentir usada e minhas pernas se abriram automaticamente. Meu professor se colocou entre elas e me penetrou com força animal. Soltei um uivo de prazer, envolvi ele com minhas pernas e puxei ele com elas pra que me penetrasse mais fundo, até que de repente senti toda a porra dele dentro da minha buceta, a cada jato ele me fodia com força, e por minha parte naquele momento cheguei a outro orgasmo; minha buceta nas contrações apertou o pau dele com força, tirando até a última gota de sêmen que estivesse dentro dele, minhas costas arquearam firmemente levantando o corpo do meu amante de mais de 40 anos, meus olhos viraram e minha respiração cortou, não sei quanto tempo passou, senti uma dor gostosa quando ele tirou o pau de dentro da minha buceta, minha barriga doía, sentia meu corpo cheio de sêmen.
- Já terminei com você, sua puta, pode ir embora.
Eu não disse nada diante da ordem dele, ainda estava lutando pra recuperar o controle da minha respiração, passaram alguns minutos, sentindo a porra dele saindo da minha buceta e escorrendo pela minha pele, pela posição em que eu estava escorreu até meu cu, molhando deliciosamente. Ouvi ele terminar uma e depois outra música no aparelho de som, abri os olhos e o tinha na minha frente. Ele me enfiou dois dedos dentro da minha buceta com brutalidade, e ao retirá-los, soltei um suspiro. Ele colocou os dedos na minha boca para que eu sentisse o gosto do seu leite misturado com meus próprios fluidos, aquele líquido viscoso me soube a glória. Ele me pegou pelo cabelo e me fez levantar, como pude peguei minha saia que estava enrolada na minha cintura, desenrolei e ajustei na posição correta.
- Vaza, puta - Meu professor gritou, jogando minha mochila nos meus braços - na mesa está o trabalho da próxima aula, está bom assim como pagamento, vadia?
- Obrigada, professor.
Ao dar o primeiro passo, senti uma dorzinha na minha buceta, resultado da tremenda foda. Os passos seguintes dei bem devagar, a dorzinha me fazia mancar com o pé esquerdo. Comecei a sentir o gozo dele escorrendo pelas minhas pernas, meu professor soltou um sorrisinho e me empurrou para me apressar - vamos, puta, vaza logo - ele disse. Ele pegou as folhas e colocou no meu colo, me encaminhei rápido até a porta e ele deu um tapa forte na minha bunda ao sair. Ao sentir, sorri.
- Obrigada, professor - repeti.
Embora sempre tenha gostado dessa dor, de me sentir tão usada; tive que andar devagar já que aquela dorzinha não me deixava. Depois de descer as escadas, me apoiei na parede, levantei a vista e olhei para o teto por um momento. Me sentia na glória, saber que um homem curte uma garota como eu, para mim é a coisa mais maravilhosa do mundo, me faz sentir a puta mais feliz do mundo. Senti o gozo do meu professor escorrendo pelo meu joelho direito, me abaixei e ao vê-lo sorri. Olhei pros lados e depois de me certificar que ninguém estava me vendo, passei meus dedos recolhendo aquele néctar até chegar na minha buceta, imediatamente depois levei à boca saboreando seu gosto; lembrei que tinha saído do apartamento dele sem colocar a calcinha, bom, a verdade é que meu professor não me deixaria colocar, ele sempre fica com elas; então comecei a caminhar devagar até o ponto de táxi. Na saída da esaprivada. Quando cheguei perto dos táxis, um deles abaixou o vidro e, com a cabeça e uma mão para fora, fez sinais para que eu olhasse. Era meu amigo Jorge, o taxista. — Aconteceu alguma coisa, moça? — meu amigo saiu rápido do táxi para me ajudar, mas eu o parei com a mão. — Não, só torci o tornozelo, mas já está passando. Ele abriu a porta e eu entrei. — Moça, tá com cheiro forte de sexo, hein… hahaha… — Hahaha… pode me levar pra casa? — Claro, ainda lembro o endereço. Ele dirigiu sem dizer uma palavra, enquanto eu folheava as folhas que meu professor tinha me dado. Depois de guardar os papéis na mochila, percebi que já estávamos quase chegando em casa. Peguei dinheiro para pagar. — Não precisa, moça. Pra mim é um prazer te ver, ainda mais agora, porque você tem um brilho nos olhos… de mulher que acabou de casar, hahaha… Não respondi ao comentário, mas na hora fiquei na dúvida se ele já tinha percebido que eu estava com a cara de quem tinha acabado de ser comida por um macho dominante. — Obrigada, Jorge. Desci do táxi e, ao dar dois passos em direção à porta de casa, Jorge fez outro comentário. — Moça, você deixou o banco todo manchado — virei para olhar pela janela e vi uma marca úmida onde eu tinha sentado — parece que o leite ainda tá vazando, hahahaha… — depois disso, Jorge foi embora. Fiquei toda corada de vergonha. Olhei minha bunda e tinha uma mancha molhada, causada pela porra que ainda escorria da minha buceta. Surpreendente? Pois acreditem, porque não tô mentindo. Por sorte, tenho encontrado machos com uma boa carga de leite. Depois daquilo, não tinha dúvida: meu taxista ia saber que eu sou uma vadia tarada. Entrei o mais rápido que minhas pernas permitiram, subi pro meu quarto, joguei a mochila na cama e fui direto tomar um bom banheiro, e me preparar para a noite, já que meu padrastro iria me usar. Com meu rosto voltado para cima, deixo a água morna percorrer meu corpo, assim como os homens que saborearam as delícias da minha pele fizeram. Me sinto um pouco envergonhada por o taxista ter me visto naquele estado, mas ao mesmo tempo me sinto deliciosamente excitada. Algumas horas atrás, eu não tinha imaginado o quão delicioso seria ter a virilidade do taxista dentro de mim, mas agora é outra história. Embora eu sempre tenha dito que nunca me envolveria com um funcionário ou alguém como ele, o fato de saber que ele está ciente de que sou uma puta ninfomaníaca me deixa com tesão. Mas tenho que tirar esses pensamentos da minha mente, porque aquele taxista não está na mesma condição social que eu, não é o tipo de homem a quem deixo me tocar à vontade. Acho que esses pensamentos são só porque estou muito excitada, parece até que não me comem há dias. Com esses pensamentos e mais, deixo a água percorrer o comprimento do meu cabelo até chegar à metade das minhas costas, mudando de temperatura ao tocar minha pele. Quando chega à minha cintura, sinto como se ela se abrisse em três caminhos, mas o que me dá um prazer delicioso é o do meio, que corre mais rápido pelo sulco que separa minhas nádegas, desce com mais velocidade e, quando chega na minha buceta, me faz cócegas, e continua descendo pelas minhas pernas longas, curvilíneas e duras. No meu rosto, se desenha um sorriso de satisfação pelo corpo que tenho. Pego um pouco de shampoo e lavo profundamente meu cabelo castanho. Depois, pegando sabonete líquido, o derramo em uma esponja e esfrego por todo o meu corpo, massageando minha pele em círculos: primeiro meu pescoço, descendo para meus seios, até chegar ao meu abdômen plano. Gosto de tomar banhos muito minuciosos, gosto de estar limpa e fresca. Quando estou satisfeita com a limpeza da minha pele, pego o chuveirinho que está na minha frente, na altura média, é um daqueles chuveirinhos de mão; apertando o O botão começa a soltar água fria que me faz dar um pulo e soltar um pequeno grito, mas imediatamente a água atinge uma temperatura agradável. Eu a pego com a mão esquerda e a direciono para minha buceta, fazendo com que a água bata contra ela. A pressão da água me excita na hora, parece milhares de beliscões, é uma cócega gostosa. Até agora não tem homem que consiga fazer isso, e não os culpo, já que para fazer isso eles precisariam ter milhares de dedos. Com a mão direita, abro os lábios vaginais e a sensação se intensifica, e com o dedo médio me dou uma massagem bem estimulante.
Como eu disse antes, gosto de me limpar profundamente. Meu dedo começa a entrar na minha vagina para tirar toda a porra do meu professor. Mesmo sabendo que meu padrastro não perceberia, ainda assim eu me limpo. Ao entrar, meu dedo causa um pouco de dor, mas abro as pernas e a dor some, e meu dedo entra com mais facilidade. O prazer que sinto ao apertar meu dedo contra as paredes da minha vagina e tirar os fluidos do meu professor faz minhas pernas perderem a força, minha respiração cortar, meus mamilos ficarem duros. Minha respiração fica difícil por causa da água que cai no meu rosto. Mantendo os olhos fechados, imagino que o dedo que está fuçando dentro de mim é do meu padrastro. A ideia de deixar ele me comer me dá um tesão inimaginável.
Depois de alguns minutos limpando, meu orgasmo chega. Me seguro com uma mão na parede à minha frente, as forças das minhas pernas começam a fraquejar, e o tremor do meu corpo não ajuda a me manter em pé. Solto um gemido longo e libertador. Minhas pernas recuperam a força e fico em pé debaixo do chuveiro. Fechei as torneiras e peguei uma toalha para secar meu cabelo e corpo.
Enquanto olhava minha figura nua no espelho, penteando meu cabelo, não consigo deixar de admirar a beleza em que me transformei. E pensar que todos os homens que me veem andando por aí me desejam me faz sorrir.
Me enrolei em uma toalha. no corpo e me sentei na cama, peguei minha mochila e dei outra olhada nas folhas que meu professor me deu, isso me livraria de fazer três dias de pesquisa e mais dois de redação, que alívio estar bem gostosa. Olhei o relógio e ainda faltavam duas horas para meu padrastro chegar, então desci para a sala e me sentei no sofá, liguei a televisão e comecei a ver um filme.
Quase terminei de ver o filme Cemitério Maldito, quando lembrei que tinha que esperar meu padrastro na minha cama. Me levantei do sofá, já estava de noite, acendi as luzes da sala e fui para meu quarto, enquanto subia as escadas penso que é muito divertido ser comida por dois homens diferentes no mesmo dia, embora lembre de uma vez que fui usada por 4 homens no mesmo dia, mas isso já faz muito tempo. Mas a que guardo na memória com muito carinho foi minha primeira vez. Enquanto estou parada em frente ao espelho do meu quarto, esfregando meu corpo nu com um hidratante com cheiro de pêssego, o favorito do meu padrastro e meu, lembro daqueles dias de muito tempo atrás, não foi nada traumático, embora tenha sido dolorido, mas nada traumático, pelo contrário, fiquei com vontade de mais, embora durante um ano antes ele já tivesse me tocado enquanto assistíamos filmes pornô, eu não tinha sentido o que era um orgasmo, até aquele dia, quando perdi a virgindade. Com isso em mente me deito no centro da minha cama, os ursinhos de pelúcia que estão no meu travesseiro são testemunhas mudas de como estou me tocando por todo meu corpo juvenil, desde um ano antes de perder a virgindade ele já tinha me dito que eu seria sua putinha particular, naquela época eu não sabia muito bem o que ele queria dizer, mas pacientemente ele me explicava enquanto na televisão passavam as cenas que eu mais gostava, as mesmas que ele me descobriu assistindo numa tarde de junho.
- Assim que eu gosto, putinha, que sempre esteja preparada para seu macho te usar.
Essas palavras me tiraram das minhas lembranças eróticas, levantei a cabeça e descubro meu Meu padrasto recostado no batente da porta, pelado, com o pau na mão se masturbando, comecei a respirar ofegante sabendo o que me esperava. Sempre me deu um certo medinho quando meu padrastro me monta, aquele prazer enorme que ele me dá e que eu dou pra ele é algo intimidador. Flexiono as pernas e as abro mais, com os dedos da mão esquerda separo os lábios da minha buceta que já está preparada, molhada e com fome de carne, e com a outra mão aponto para o mastro que ele está segurando e faço sinais puxando-o com um dedo, convidando-o a se aproximar. Passo a língua nos lábios e o convido a vir com uma voz carinhosa, doce, safada.
— Vem, papai, vem, come sua putinha.
Ele não faz cerimônia, caminha até mim enquanto eu abro levemente a boca e passo a língua no lábio superior, fazendo um movimento lento de um lado para o outro. Enquanto meu padrasto se posiciona entre minhas pernas, pego o pau dele com a mão direita e o aponto para minha entrada, sem parar de separar os lábios da buceta com a outra mão. O olhar dele é de puro tesão, de um macho transbordando controle sobre mim, isso me deixa excitada e me faz soltar um gemido de expectativa. Subo e desço minha mão no tronco dele, aperto fazendo com que ele solte um grunhido de animal. Deixo minha cabeça descansar na cama, puxando o pau dele para mim, enfiando-o. Meu padrasto entende o movimento e, com uma leve batida de quadril, enfia em mim, só um pouquinho, só a cabecinha. Minha buceta, por ser tão apertada, não deixa o pau dele entrar de primeira. Ele sorri, gosta que eu seja apertada, e empurra mais e mais, sem obter resultados. No meu rosto se desenha uma expressão de dor, minhas pernas se tensionam a cada investida lenta, porém forte, do meu padrastro. Ele passa as mãos por baixo dos meus braços, segurando meus ombros. Sei o que vem a seguir. Ele me aperta com as mãos, bem forte, levanta o quadril e, em um segundo, sinto uma dor na minha buceta que me faz soltar um grito de dor e prazer. A forma como ele enfia é... animal, de uma força esmagadora, mas só entrou metade, nesses segundos eu amaldiçoo minha sorte de ter uma buceta tão apertada, abro meus olhos e me deparo com seu rosto cheio de prazer, sua boca está arqueada num sorriso lascivo.
- Tá doendo, papai, mais devagar, por favor.
- Cale a boca, puta! Eu gosto que você seja apertada, gosto que me aperte, vadia no calor.
Ele lentamente puxa seu pau das minhas entranhas, posso sentir cada veia dele, cada pulsação, a cabeça roçando na entrada da minha vagina, ele se prepara para me invadir, eu o abraço com meus braços em volta do pescoço, me agarro a ele como se quisesse levar minha vida, e de repente sinto de novo aquele dor deliciosa, me faz gritar e meu rosto se contrai de dor, mas depois das palavras dele, de saber que ele está satisfeito com meu corpo, já não me importo de sentir mais dor. Ele puxa, deixando só a ponta dentro, abro as pernas o máximo que posso para deixá-lo fazer do jeito que quiser, e sinto a dor de novo. Dessa vez dói diferente, solto um gemido que dá pra ouvir pela casa toda, sinto as bolas dele no meu períneo, me sinto cheia, feliz, completa, é assim que eu gosto de estar, cheia de carne de macho, entre as lágrimas no meu rosto pela dor, um sorriso se forma, eu gosto de estar nas mãos de um macho que curte meu corpo, só assim eu também consigo curtir. Meu padrasto começa a puxar devagar, e depois enfia com força; repete uma e outra vez o mesmo movimento, quando ele mete eu juro que ele empurra todas as minhas entranhas pra garganta, sinto meu ânus apertado, minha bunda se contrai a cada investida.
- Ai, que delícia, bucetinha... apertada... que peitos... que rabo... que corpão você tem, gostosa.
- Que gostoso, isso, me come, me come... a-a-a-a-a-a-a-a-a-a
- Você adora um pau, né, putinha?... me responde, vadia!
- Sim, eu adoro um pau... a-a-a-a-a-a-...
- Você é minha puta, Andrea.
- Sim, papai, o que você quiser, papacito, mas me come... me come.
Enquanto meu... meu padrasto e eu soltamos gemidos no ouvido um do outro, a cada investida dele meus pés perdem o contato com a cama, percebo que a cada enfiada me aproximo mais e mais da cabeceira. Meu padrasto se endireita me segurando pelos quadris, impedindo que seu pau saia de dentro de mim e deixando minha cabeça na cama, ele começa a meter e sacar o mais rápido que pode, meus gemidos ficam mais altos e cortados, em alguns momentos minha cabeça bate na cabeceira, o prazer que essa foda do meu padrasto tá me dando é desesperador, não sei como mas em um momento percebo que estou apertando meus seios, beliscando os mamilos, puxando-os com força; isso me faz sentir um prazer que percorre todos meus seios, pela coluna vertebral, e pelo meu estômago. De boca aberta e com uma cara de prazer que até a piranha mais safada das estrelas pornô invejaria, olho nos olhos dele, posso ver sua felicidade em desfrutar do meu corpo, ele me olha e me dá um tapa, e com esse arrebatamento de machismo meu orgasmo se faz presente fazendo eu convulsionar, gritar, chegando no momento que fico sem ar, meus pulmões por um segundo eterno não respondem. Meu padrasto não para, ao ver e sentir meu orgasmo ele se joga em mim comendo meus seios freneticamente, com uma mão aperta meu seio direito e com a boca chupa com força o esquerdo, mordisca meus mamilos fazendo eu soltar um grito de dor.
- você é uma putinha muito boa.
Me dá outro tapa e me beija brutalmente enfiando a língua até tocar na minha; meus gemidos se afogam dentro de sua boca, nossas línguas se chocam uma contra a outra. Ele se endireita novamente na mesma posição de antes.
- você é minha, putinha.
- sim, papai, sou sua.
- gosto quando me obedece, gostosa.
- sim, papai, o que você quiser. Isso, assim, assim, mete mais forte, mais, mais até o fundo, me dá tudo, adoro papai, enfia tudo, me parte ao meio meu amor!
Me dá outro tapa. fazendo meu rosto queimar, me fazendo sentir como a maior puta vadiazinha de todas, me fazendo sentir como um objeto que pode fazer o que quiser com ele, me fazendo sentir feliz. Com um grunhido dele, e levantando a cabeça para o céu, ele me dá uma investida chegando no mais profundo de mim, descarregando toda a sua porra, aquele líquido cremoso e muito quente, sinto como 4 tiros bem carregados dentro de mim, inundando tudo. Ele saiu de mim, me deixando deitada, e rapidamente eu adormeci.
2 comentários - Com minha professora e meu padrasto