Minha dona de casa favorita

Fala galera, espero que vocês estejam bem. Hoje trago uma nova história pra vocês e prometo que essa saga vai ser completa (diferente das outras, kkk). Curtam, avaliem e comentem pra eu postar os próximos capítulos o mais rápido possível.
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CAPÍTULO 1. FOME DE love

Meu nome é José, tenho 24 anos. Meu pai e minha mãe morreram quando eu tinha 16. Fiquei com a casa e, desde então, as coisas têm sido meio complicadas, mas não estava sozinho. Os vizinhos da frente, Rosa e Manuel, um casal com dois filhos pequenos, me apoiavam e não me deixaram na mão. Eles me faziam sentir como parte da família. Por sorte, meus pais tinham bastante dinheiro guardado, e ainda recebo o seguro. Graças a isso, consegui terminar meus estudos. Agora sou programador de videogames e ganho uma grana boa.

Desde que me lembro, sempre fui apaixonado pela Rosa. Ela é muito gostosa, tem 43 anos, mede 1,70, quase da minha altura. É branquinha, tem uns peitões grandes, não tem muita bunda, mas não é nada mal. Sempre que ia na casa dela, ficava fantasiando a gente trepando. Às vezes, entrava no banheiro do quarto dela quando o de visitas tava ocupado e ela deixava sutiãs e calcinhas depois do banho. Eu cheirava eles enquanto me masturbava. Pra falar a verdade, o cheiro era bem gostoso. Sempre quis roubar um, mas nunca tive coragem — ela podia perceber.

Num sábado à tarde, tava em casa descansando quando recebo uma ligação da Rosa:
— Oi, José, o que cê tá fazendo?
— Oi, Rosa. Tô em casa vendo TV, comendo uns petiscos... E você, o que tá fazendo?
— Também sozinha em casa. O Manuel levou as crianças pra ver a mãe dele e, pra ser sincera, não quis ir. Ele e eu estamos tendo uns problemas... Mas enfim, isso não importa. Que tal você vir aqui pra casa me fazer companhia?
— Parece boa ideia. Quer que eu leve alguma coisa?
— Hum, o que você quiser tá bom.
— Ok, tô indo praí.

Uma onda de nervosismo passou por mim. corpo, nunca tinha rolado da gente ficar sozinho, então peguei umas cervejas, uma garrafa de tequila e uns petiscos, animado fui até a casa dela que basicamente é do outro lado da rua.

– Oi José, entra, ah olha, vejo que trouxe umas coisas
– Sim! Trouxe umas cervejas, uma garrafa de tequila, é bem fina pra você não achar que é porcaria haha e também trouxe uns petiscos
– Excelente, adoro tequila! Entra e fica à vontade no sofá enquanto coloco os petiscos num prato, me dá também as cervejas pra botar na geladeira

Quando ela se virou, olhei ela dos pés à cabeça, tava tão gostosa de pijama, tinha um short azul que batia no meio da coxa, uma regata bem justinha branca e um par de sandálias, nunca tinha visto os pés dela e eles eram bem bonitos, tentei não olhar muito pra ela não perceber.

– Pronto, aqui estão os petiscos, trouxe uns copinhos pro tequila e umas cervejas – disse Rosa enquanto colocava as coisas no centro da mesa
– Perfeito, muito obrigado
– Que filme você quer ver?
– Que tal a gente conversar um pouco primeiro? Como você tem passado?
– Tenho estado bem, sabe que sempre fui dona de casa, então a vida às vezes é tão chata...
– Não gosto de ouvir isso, uma mulher gostosa como você não devia só se dedicar a ser dona de casa
– Tem razão haha, devia aproveitar mais a vida, mas o Manuel não me deixa sair muito, quando eu ia começar a trabalhar engravidei da minha filha, então tive que me dedicar mais a cuidar deles
– Entendo, não vai tomar sua cerveja?
– É mesmo, esqueci haha
– Pelo telefone você falava que tinha problemas com o Manuel, tá tudo certo com isso?
– Na verdade não, sabe, casamento é bonito no começo, mas depois perde o romance e tal, às vezes me sinto sozinha e o Manuel não entende, ele só quer que eu cuide dele e das crianças e faz tempo que ele não me toca, mas... acho que não devia estar falando disso disso com você, haha
—Não precisa ter vergonha, comigo pode falar sobre qualquer coisa, confia que seus segredos estão seguros comigo
—Você é muito doce, José — ela dizia enquanto acariciava minha bochecha

Terminamos nossa cerveja e, enquanto a tarde passava, tomávamos uma atrás da outra, as coisas começaram a sair um pouco do controle, parecia que a Rosa tem pouca resistência ao álcool.

—Uff, já tomei 4 cervejas, haha, vai ter que cuidar de mim porque sou muito desastrada quando tô bêbada
—Fica tranquila, eu cuido de você pelo tempo que precisar — eu dizia enquanto segurava ela pela cintura
—Haha, para
—Sabe, você tem pés muito lindos, nunca tinha visto eles — ela tirou uma sandália e apoiou o pé nas minhas pernas
—Confirmo que são lindos — falei enquanto acariciava o pé dela
—Tô sentindo cócegas, haha, mas eu gosto
—Fico meio chateado com o que você me contou sobre o Manuel, tudo que você falou me irrita um pouco, uma mulher como você merece alguém que te ame de verdade e que possa te satisfazer em todos os aspectos
—Você é muito fofo por pensar assim — ela dizia enquanto sorria pra mim e me olhava com um olhar bem sedutor, eu fiquei um pouco nervoso, aos poucos começava a ficar excitado
—Bom, que tal a gente provar essa tequila? — servi os copos enquanto ela continuava me olhando de um jeito bem sedutor, eu tentava disfarçar minha excitação

Tomamos uns dois shots cada um, a tequila era realmente boa, eu continuava acariciando o pé dela, aos poucos comecei a subir minha mão pela perna dela, passando pelos tornozelos, acariciei um pouco as panturrilhas até chegar no joelho, enquanto eu fazia isso ela dava uns gemidinhos e a pele dela ficava arrepiada, ela apoiou o outro pé também, então comecei a acariciar as duas pernas dela, eram tão firmes e macias que aos poucos fiquei de pau duro, olhei nos olhos dela e ela tinha um olhar bem safado, um olhar que me convidava a continuar tocando o corpo dela, meu pau estava muito duro, dava pra sentir ele pulsando, ela percebeu e com O pé dela começou a acariciar meu pau e senti um formigamento muito gostoso, não consegui resistir e aos poucos fui por cima dela dando um beijo bem apaixonado, meti a mão por baixo da roupa íntima dela e senti a buceta dela quente e molhada, ela começou a gemer bem baixinho.

– Uff, você tá bem molhadinha, meu amor –
– Tô adorando como você tá me tocando –

Tirei a mão da roupa íntima dela e bem devagar comecei a tirar a blusa dela enquanto com meus lábios acariciava a barriga dela, a pele dela era tão macia.

– Que sutiã lindo você tem, adoro como fica em você –
– É um conjunto completo de sutiã e fio dental, sai de cima pra eu poder desfilar pra você, amor –

Rapidamente me levantei e sentei no sofá enquanto ela terminava de tirar a blusa e o short, não acreditava que isso tava acontecendo comigo, o conjunto ficava tão sexy nela, enquanto ela desfilava quis tirar a calça pra deixar meu pau duro no ar, mas ela rapidamente me parou, se aproximou de mim e se ajoelhou, ela mesma tratou de tirar minha calça e cueca.

– Você tem um baita pau – ela dizia enquanto o olhar dela era hipnotizado pelo tamanho do meu pau
– Chupa ele, amor, não vejo a hora de sentir sua boca –

Ela começou beijando bem devagar todo o meu pau, desde as bolas até a cabeça, dava pra sentir a língua dela percorrendo todo o meu membro e aos poucos os lábios dela envolviam a cabeça do meu pau chupando bem de leve, aos poucos ela engolia mais e mais do meu pau e com isso aumentava a velocidade.

– Rosa! que gostoso que é isso, você é uma expert chupando pau! –
– José, faz meses que não tenho um pau na boca e o seu é delicioso – ela dizia enquanto puxava meu pau
– Quer sentir meus peitos? –
– Sim, por favor –

Ela começou a desabotoar o sutiã e os peitos dela foram libertados como se tivessem sido contidos por muito tempo, o mamilo dela tava bem duro e era cor de café, são o melhor par de peitos que já vi, ela pegou meu pau e colocou no meio dos dois peitos dela, eram tão quentes e grandes, ela começou a me dar um massagem com elas enquanto chupava a cabeça do meu pau, ficou assim por alguns minutos enquanto eu lutava pra segurar meu gozo dentro, não queria que aquilo acabasse.

— Rosa, para, não aguento mais — ela parou na hora
— Não! espera, respira fundo, preciso do teu pau dentro de mim
— Não, ainda não, preciso de um descanso no meu pau, que tal me deixar provar sua buceta?
— Então o que tá esperando

Pedi pra ela deitar no sofá, devagar tirei a calcinha fio dental dela e pude ver a buceta linda dela, dava pra ver a xereca, era muito sexy porque tava bem aparadinha, me aproximei e comecei a passar meus dedos nos lábios dela, tava molhadíssima, a necessidade de sexo dela dava pra sentir no quanto tava molhada, sem pensar abri os lábios dela e comecei a lamber tudo, o gosto e o cheiro eram deliciosos, dava pra sentir as pernas dela tremendo e a buceta pulsando enquanto ela gemia de prazer, na minha curta vida eu tinha provado uma buceta tão gostosa assim, a Rosa era muito limpa e dava pra sentir no gosto, aos poucos fui acelerando minha língua até sentir um jato de líquido na minha boca enquanto ela gritava e se contorcia de prazer, cuspi o pouco que entrou na minha boca e passei a mão na buceta dela enquanto ela continuava soltando ondas de squirt.

— Aii! que gostoso, José, tava há muito tempo sem ter um orgasmo desse tamanho, agora sim preciso de você dentro de mim, não aguento mais

Sentei no sofá enquanto ela montava em cima de mim, me beijou por alguns segundos e pegou meu pau com a mão dela guiando a ponta pra buceta dela, esfregou no meu pau e aos poucos foi descendo o quadril até meu pau estar completamente dentro dela, por dentro tava tão quente e comecei a sentir uma onda de excitação, ela começou a subir e descer muito rápido, nós dois gemíamos e gritávamos de prazer, pra ser sincero não aguentei muito tempo, em só 3 minutos ela me fez ter o orgasmo mais forte que já tive na vida deixando meu gozo dentro da buceta dela, na hora caímos exaustos. — Nossa, Rosa, você foi a mulher mais gostosa que já peguei, me fez sentir coisas que nunca tinha sentido antes.
— Igualmente, meu bem, você foi incrível. Tanto tempo sem um homem e finalmente pude ter uma pica boa dentro de mim, mas já deu por hoje — ela se levantou e me deu um beijão.
— Agora preciso descansar, José. Só quero te pedir uma coisa: isso tem que ser segredo entre eu e você. Ninguém mais pode saber, senão nossas vidas vão pro buraco.
— Fica tranquila, vou levar isso pro túmulo.
— Agradeço, e valeu por matar minha fome de amor...

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