Realizando o sonho do irmão III

Tomás não podia acreditar que aquilo tinha acontecido de novo. Enquanto a irmã foi tomar banho, ele ficou sozinho na sala olhando pro nada, repetindo pra si mesmo que tinha carta branca com a irmã quando quisesse, mas também tinha medo de passar do limite sabendo o temperamento que ela tinha. Passaram-se algumas horas e ele tava de novo jogando videogame, quando Guilhermina desceu pra sala. "Liguei pra mãe, ela disse que vão voltar amanhã cedo em vez de hoje." … "Ouviu o que eu falei?" "Ouvi, não sei o que você quer que eu diga." Tomás continuou jogando, Guilhermina bufou e foi pra cozinha. Cozinhou algo rápido pros dois, sentaram e começaram a comer. Cada um no seu mundo, Tomás vidrado na televisão e Guilhermina no celular. Tomás virou a cabeça pra olhar a irmã, ela tava com a camiseta que usava pra dormir, sem sutiã, e um shorts. Já sentia que ia subir de novo. Sem nada a perder e se sentindo meio confiante, perguntou. "Guille... e aí, cê acha que a gente pode repetir o de hoje? Antes da mamãe e do papai voltarem." "Não." "Ufa... por quê?" "Porque não, Tomás, não quero." "Mas se você não precisa fazer nada, eu faço todo o trabalho, se quiser depois eu limpo você." "Falei que não, moleque, não entendeu?" "E se eu lavar a louça?" Guilhermina, já cansada do irmão, pensou em algo pra distrair ele, mas não queria ter o gozo do irmão em cima dela de novo. "Falei que não, Tomás, já tomei banho e não quero me sujar de novo. Se quiser, te passo uma fio dental ou algo pra você parar de encher o saco..." "U... uma fio dental? Sua?" "Não, sua... é minha, idiota, mas só pra você parar de me perturbar." "Uma fio dental?" Tomás preferia gozar nela de novo, mas já que ela tinha cedido em algo, por mais mínimo que fosse, era uma vitória pra ele. "Beleza! Fechado. Quando eu for dormir te dou, mas se pedir mais alguma coisa antes disso, esquece, não rola nada e você se fode." "Ok, ok... mas, um dia você vai deixar eu gozar em você de novo?" "O que eu falei? Quer ficar sem nada?" "Só uma pergunta..." "Não sei... não quero mais falar disso. Tema. Ela se levantou e foi pra sala. Aquele "não sei" da irmã deixou Tomás com outra sensação de vitória. Passou do "não quero fazer nada" pra pelo menos dar alguma coisa, e do "não" rotundo pro "não sei". Passaram algumas horas e os dois estavam no sofá, Guillermina se levantou pra ir dormir. "Vou dormir, apaga tudo quando for embora." "Ok." "Você vai mesmo me dar a tanga?" "Ugh... sim... vou deixar no teu quarto. Mas depois que fizer o que tiver que fazer, lava ela, e lava bem. Não quero ver uma gota de nada ou acaba tudo aqui, entendeu?" "Sim, fica tranquila, não sou idiota..." Ela subiu as escadas e foi embora. Tomás tava pensando em ficar jogando até tarde, mas não conseguia parar de pensar naquela tanga, então depois de 15 minutos apagou tudo e foi pro quarto dele. Lá estava ela, em cima da cama dele, a tanga da irmã. Era uma tanga preta simples, sem muitos detalhes, parecia daquelas que ela usa pra ficar em casa, mais confortável mesmo. Tomás fechou a porta, pegou a tanga e se deitou com a pica na mão. Levou a tanga ao nariz e cheirou. Aquele cheiro de buceta misturado com sabonete e corrimento deixou ele louco, a pica ficou dura na hora. Começou a bater uma punheta com uma mão enquanto com a outra segurava a tanga no rosto. Imaginava como devia ser a buceta da irmã, branquinha igual a pele dela com os lábios rosados, toda depilada e delicada como ela parece. Também imaginava como devia estar molhada, não aguentava mais de vontade de lamber toda a buceta dela pra depois comer ela. Não ia aguentar muito, quando sentiu que ia gozar, colocou a tanga da irmã na ponta da pica, a porra começou a sair e ele sentiu a tanga ficar molhada. Quando terminou, levantou e viu a quantidade, não era tanta porra quanto quando gozava nos peitos, mas ainda era bastante. Jogou a tanga debaixo da cama pra lavar no dia seguinte e tentou dormir. No dia seguinte, os pais já tinham chegado. Tomás e Guillermina estavam na cozinha enquanto eles... contaram como foi a viagem. A mãe deles, ao ver tudo limpo, se surpreendeu. Que limpo tudo! Você fez tudo isso? Sim, bom, não... O Tomás foi quem limpou tudo. O quê? Tomás? Desde quando? Guillermina já ficava nervosa com essas perguntas e Tomás ficava calado esperando a irmã dizer todas as palavras como sempre. Ehm, fizemos um trato. Um trato? Que trato? Os dois se olharam e ficaram pálidos. Por que ela disse isso, Guillermina? S-sim... O trato era que se eu limpasse tudo, eu poderia convidar o Martin e o Julián pra passar o dia inteiro aqui, então, bom, eu comecei a limpar tudo haha... Disse Martin, salvando a situação. Ah, olha só, pensei que você tinha dito nada de visitas... mas tudo bem, já que limpou tudo e se comportaram bem, vou deixar passar dessa vez. Guillermina suspirou e com o olhar disse "bem feito" pro irmão, parecia que afinal ele não era tão burro quanto aparentava. Chegou a noite e eles foram assistir um filme em família, depois de uma hora os pais já foram dormir e ficaram só os dois. Você foi bem hoje, não sei por que as palavras não saíam. É, foi a primeira coisa que me veio na cabeça, cê acha que ele acreditou? Sim, sempre acredita em tudo que eu falo, afinal sou a exemplar. Tomás soltou uma risadinha entre os dentes. O quê? O que é tão engraçado? Nada, é que... bom, tão exemplar assim você não é, a gente faz o que você sabe. Ah, seu idiota, uma vez que eu te elogio você já vem com essa de punheta. Bom, desculpa, mas me deu risada. Continuaram vendo o filme por um tempo até que Tomás reparou nas pernas da irmã, por algum motivo ele gostava da cor da pele dela. Aquele branco que chamava tanta atenção. E aí... Podemos, você sabe... Guillermina olhou pra ele, seu primeiro pensamento foi um não bem grande, mas depois de como ele se virou hoje, pensou "por que não?". Uma recompensa por se comportar bem? Agora? Siiiim, já que tão dormindo mesmo. Depois de pensar por alguns segundos, aceitou. Tá bom, mas rápido... Ela se ajoelhou e fez o de sempre, até que o irmão a parou. Na hora. "Mas não quero gozar nas suas tetas." "O quê?" "E o que você quer então?" "Não sei, não quer me bater uma?" "Não." "Vai ser rápido, juro." "Não, Tomás, nem fodendo, não pergunta de novo porque eu levanto e vou embora." "Tá bom, desculpa... e se eu deixar gozar no seu cu?" "No cu?" "Sim, é quase a mesma coisa, né?" "Ah, sei lá, sim, mas não..." "Fala sério, vai ser rápido, prometo." Guillermina suspirou e revirou os olhos. "Tá bom, mas rápido, hein." Ela baixou a calça até as coxas e se ajoelhou no sofá. Tomás conseguia ver todas as nádegas brancas do cu dela e a calcinha fio dental branca que passava no meio. Além disso, ele também tinha os pés dela em primeiro plano, não sabia que gostava até aquele momento. Vê-la entregue naquela pose o deixou a mil. Começou a bater uma rápido, queria durar, mas tinha prometido que ia terminar rápido e era melhor deixar a irmã satisfeita, ainda mais se ela topava isso. Bateu uma forte com o olhar fixo na bunda da irmã. Depois de 5 minutos, começou a cuspir porra, mirando em cada nádega. "Pronto?" Tomás, com o ar que restava, disse que sim como pôde. Guillermina tentou se levantar até que o irmão a parou na hora. "Espera!" "O quê?" "Deixa eu tirar uma foto?" "O quê? Você é louco, porra." "É pra bater uma quando eu tiver com tesão, assim não te incomodo." Guillermina pensou e entendeu o ponto dele, era arriscado, mas não achava que o irmão ia jogar tudo fora por uma foto. "Ok, só uma..." Tomás pegou o celular pra foto. Um close do cu da irmã manchado de porra. "Pronto?" "Sim, valeu." Ela se limpou como pôde com uns guardanapos e os dois foram dormir.

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