Sara 02

Depois do que aconteceu semanas atrás no banheiro, a mãe no início não queria nem me ver e me evitava sempre que podia. Sempre que ficávamos sozinhos em algum lugar da casa, ao perceber que estávamos sozinhos, ela ia embora mesmo que estivesse fazendo algo importante. O caso é que ela estava me evitando a todo custo e só falava comigo em ocasiões muito necessárias. Eu, cada vez que a via e nossos olhares se cruzavam, mesmo que por um segundo, lembrava daquele olhar que a mãe me deu naquela noite no banheiro enquanto tinha meu pau na boca. Ainda me masturbava com essa lembrança quase todas as noites depois disso, mas não sei o que ela pensava ou sentia ao nos vermos. Talvez sentisse o mesmo e ficasse com vergonha, ou talvez sentisse culpa pelo que aconteceu no banheiro. Ainda quando entro, posso quase reviver cada parte daquilo e ele fica muito, muito duro. Até uma tarde entrei no banheiro para aliviar um pouco do estresse e me sentei na privada, fechei os olhos e comecei a lembrar da mãe brava no início, depois se ajoelhando e depois enquanto lutávamos para colocar meu pau na boca dela e finalmente quando consegui e como foi sentir entrar nela e como ela me olhava enquanto tinha meu pau na boca... ufff, um mar de sensações. E abri os olhos para ver o lugar onde a mãe estava ajoelhada e como terminou toda manchada por todos os lados e a expressão de nojo que ela tinha com o gosto do meu sêmen na boca, e também os pequenos detalhes como os joelhos meio vermelhos pelo contato com o chão. Tudo aquilo foi um sonho erótico realizado e...

- Continua, Alex, por que parou?

Era Sara na porta do banheiro me vendo batendo uma e se tocando num seio. No início me assustei um pouco, mas ao ver que era ela, me acalmei. Não consegui dizer nada, só sorrir um pouco e olhar nos olhos dela. Sara entrou no banheiro comigo e fechou a porta atrás dela.

- Ainda lembro que te devo uma, pequenininho.

Ela disse olhando pro meu pau, mas quero esclarecer que não tenho ele pequeno, é... de tamanho normal e perfeitamente... Funcional, mas era assim que ela me chamava, acho que de carinho ou algo assim. Enfim, ela se colocou na minha frente. Estava usando, como já era comum, um top bem sexy e um shorts que, apesar de não ser apertado, era bem curto. Ela tinha pernas finas e muito bonitas. Não disse nada, só sorriu e prendeu o cabelo num rabo de cavalo. Abaixou o top e... não, não estava usando sutiã, o que me permitiu admirar de novo aqueles seios lindos, redondos e brancos, com mamilos pequenos, rosados e perfeitos. Ela se ajoelhou na minha frente e se posicionou entre minhas pernas, colocou as mãos nos meus joelhos e disse:

— Quer uma mãozinha?

Enquanto sorria de um jeito muito provocante, pegou meu pau com as mãos. Estavam um pouco frias, mas eram muito macias. No começo, ela não sabia muito bem o que fazer, mas foi descobrindo aos poucos.

— Precisa de um pouco de saliva... pra deslizar melhor.

Falei meio sem graça, porque às vezes ela quase arrancava meu pau.

— Ok.

Ela disse, achando que estava fazendo um excelente trabalho. Então, fez saliva na boca e cuspiu na ponta da cabeça. Levou as mãos e espalhou por todo meu pau enquanto as descia de novo. Sentiu muito melhor assim. Agora sim, eu estava curtindo pra caralho, mas não queria que acabasse, então aguentei o máximo que pude. Ela parecia um pouco cansada de usar as mãos, então se levantou um pouco e tentou colocá-lo entre seus seios que, embora um pouco pequenos, me abraçavam muito bem. Cuspiu mais uma vez, agora entre os seios, e eles ficaram escorregadios. Vê-la com meu pau entre os seios e as mãos apertando-os ao meu redor era incrível, quase tanto quanto com a mamãe. Continuamos assim por um tempinho, porque eu estava prestes a explodir, e pensar que poderia gozar nos seios dela me deixou muito excitado. Logo não aguentei mais, comecei a me mover entre seus seios mais rápido, enquanto ela resistia a cada empurrão que eu dava. Ela não parava de olhar meu pau entrando e saindo de entre seus seios e, de vez em quando, cuspia mais para que o atrito não a machucasse. Seus seios brancos agora estavam rosados, quase tanto quanto seus mamilos, que agora estavam... duros e eretos, toda aquela imagem da minha irmã e toda a situação me fizeram não aguentar mais, gozei muito forte e como ela não parava de olhar para os próprios seios, acabei saindo de novo entre eles e jorrei direto na cara dela. Ao sentir o primeiro jato no olho, ela se surpreendeu um pouco e logo fechou os olhos, e os outros jatos caíram no rosto e no cabelo dela. Ela soltou os seios e fez uma expressão de satisfação, abriu o olho que não estava coberto de porra e me olhou.
— Foi demais, não acha?

Não pude dizer nada, porque estava taaao relaxado como nunca. Sara pegou meu pau e tirou o pouco de porra que ainda tinha, me limpando com um pedaço de papel de um jeito carinhoso e cuidadoso. Ela se levantou e foi lavar o rosto. Diferente da mamãe, Sara não parecia ter nojo de porra, ou talvez não fosse a primeira vez que isso acontecia com ela. Não pude evitar pensar em como cada uma reagiu de forma diferente. Só me levantei do vaso, abracei ela por trás com meu pau ainda pra fora e já meio mole, consegui tocar a bunda dela com ele e sentir sua pele. Dei um beijo na nuca enquanto ela lavava minha porra do rosto e disse:
— Agora estamos quites.Sara 02

1 comentários - Sara 02

Creo que se eliminó algún relato, falta Sara 1 o mamá 5 como quieras verlo.. ya me perdí en la historia
Es solo un error de números en el título, pero todas están