Un Nuevo Sabor 2

Depois daquela mensagem que ela mandou pra ele num momento super quente, logo depois que a gente tinha transado e falado um monte de coisas, ele respondeu. Matias respondeu o quê? Mensagem vai, mensagem vem, e minha namorada resolveu esclarecer a situação, explicando em que contexto ela tinha mandado a mensagem, e aproveitou pra contar que eu estava no quarto com ela. "Fala pro corno entrar na conversa" haha, mensagem que ela me passou com outras palavras, sem saber que aquele texto exato me excitava pra caralho. A gente começou a trocar umas mensagens, e eu falei pra minha namorada convidar ele pra vir em casa, com a namorada dele, claro, pra tomar algo e jantar os quatro aqui de boa. Num momento ele relutou, porque queria ver ela sozinha, mas depois que expliquei que tinha umas ideias na cabeça, ele topou o convite. Chamamos a namorada dele também. Ela é uma mina muito gostosa, só vou dizer que tem uma cara de puta linda, delicada, mas bem puta.

Combinamos de nos ver no dia seguinte. Era sábado e todo mundo podia curtir a noite, e no dia seguinte ninguém trabalhava. Eles se despediram depois de tudo acertado, e ele se despediu com uma mensagem típica dele: "Levo camisinha e óleos", sempre aumentando a aposta. Ela respondeu: "Não precisa, eu molho muito." Eu, lendo aquilo, fiquei com o pau durasso, e a gente começou a fantasiar sobre o que podia rolar nesse encontro. Falei pra ela que, acontecesse o que acontecesse, se alguém se sentisse desconfortável, a gente parava. Ela me deu a palavra que seria assim.

No dia seguinte, fui fazer as compras à tarde. Compramos coisas pra fazer uma tábua de frios, algo leve e muita cerveja. Quando finalmente voltei do mercado, ela estava toda produzida, vestida como se fosse pra uma balada esquentar pica a noite inteira. Adorei ver ela assim, e saber que não era pra mim que ela estava vestida daquele jeito. Quando finalmente tocaram a campainha, ela, desesperada, falou que ia descer pra abrir, e foi. Demoraram mais que o normal, mas quando chegaram, os três vieram rindo, e a namorada dele... Ele disse: "Esses dois ficaram se apalpando muito no elevador, eu..." E minha namorada, na defensiva, exclamou: "Matias ficou me tocando, eu não fiz nada, ainda." E eles se olharam com cara de cúmplices, os dois. Automaticamente, meu pau ficou duro. A gente ficou bebendo, comendo e conversando. Num momento, o Matias propôs jogar o mesmo jogo de cartas que a gente jogou no sítio. Automaticamente, falei que não, e eles começaram a tentar me convencer. Foi aí que perguntei como eles, ou melhor, a namorada dele, não tinha se incomodado com o que rolou naquela noite. E foi aí que eles explicaram que tinham um relacionamento aberto e se permitiam certas coisas, além de ficarem excitados com esse tipo de situação. Minha namorada e eu entendemos tudo, e nos olhamos, sabendo que podia ficar bem picante. Na hora, ela levantou e foi buscar as cartas, cagando pro que eu tinha dito, e a gente começou a jogar. O Matias, inconscientemente, começou a apertar o pau dele, aquele pau bem grande que chamava a atenção de todo mundo na sala. Sim, de todo mundo. Eu via aquilo e me chamava muito a atenção. Uma das primeiras prendas caiu pra ele, e ele tinha que tomar um copo inteiro de cerveja sem parar. Ele fez, foi super fácil, e me escolheu. Automaticamente, ele disse: "Vou aumentar a aposta. Você tem que tocar no meu pau por dois minutos no relógio, ou perde e eu continuo jogando sozinho com as duas." Claramente, foi um movimento muito esperto, e ele achou que eu não teria coragem. Mas não foi bem assim. Me aproximei e comecei a tocar o pau dele, por cima da calça. No começo, todo mundo ria, mas depois de 30 segundos, o pau dele já estava duro, e as garotas já começavam a se olhar estranho, as duas querendo estar no meu lugar. Passaram os dois minutos, e ele disse: "Ainda bem que não foi mais tempo, senão eu tirava da calça e colocava na sua boca, haha." Ele escolheu a namorada dele, e automaticamente, como prenda, mandou ela dar uns beijos ali pra acalmá-lo um pouco. Ela nem pensou duas vezes. Na nossa frente, ela tirou o pau dele e começou a dar uns beijos. Beijos muito sensuais, eu tava com a pica dura que me estourava e minha namorada percebeu, mas eu não conseguia parar de olhar praquela pica e aquele boquete ao vivo que deixava ela toda molhada, ela tava se tocando de leve, achando que ninguém via, mas Matias, nem lento nem lerdo, falou pra ela: "como é que você vai se tocar se tá com tesão tendo duas picas à disposição?" Eu corrijo ele e falo: "duas picas???"
Sim, sim, duas picas, ou você não tá vendo que ela tá morrendo de vontade de meter na boca também? Olho pra ela e ela sorri, tipo concordando. A próxima a cumprir uma prenda era ela, e mandaram ela dar uns beijos na boca da outra, as duas se pegaram e foi muito sexy, ele interrompeu o beijo perguntando se ela conseguiu sentir o gosto da pica dele na boca da namorada, e minha namorada disse que sim, que tava gostoso e queria provar mais. Eu já tava de enfeite nessa altura, e sem ter que cumprir nenhuma prenda, ela se aproxima dele, se ajoelha e me olha. "Desculpa, gordito, vou provar um pouco, te incomoda?" Como eu não respondi, ela começou a chupar a pica dele como se não houvesse amanhã, nunca vi ela tão puta assim, e a namorada do Mati ajudava, beijava ela e era um trio lindo, sou sincero. Num momento ela me fala: "vem, gordito, junta-se." Eu, iludido, em vez de ir e tirar minha pica pra elas chuparem, me agachei do lado delas e comecei a observar de perto. Tinha as caras delas e a pica enorme dele a só alguns centímetros, era muito excitante ver e sentir todos os cheiros, tava com muito tesão e quando menos espero, minha namorada me olha e me beija de boca, realmente tinha um gosto forte de pica na boca. Era um excesso tudo, ela me pergunta se eu gostei do beijo, do gosto, e eu falei que sim, de um jeito bem tímido e até envergonhado... ela percebeu que podia ir um pouco mais longe e me perguntou se eu queria provar com a pica dele na mão. Eu hesitei, não sabia o que dizer, o que iam pensar, até que ouço uma voz dominante do Matias, me pegando pela nuca e falando: "Vai, promíscuo, come ela que você tá morrendo de vontade.

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