Primeiro capítulo desta série-----> Minha irmã Belém
Parte anterior------>Minha irmã Belém 8
Agora eu tinha minha irmã na minha frente com meu pau dentro da buceta dela. Ela, com a bunda colada em mim pra sentir a penetração mais fundo.
Totalmente no escuro, nós dois no quarto, só ouvíamos nossas respirações ofegantes.
Era tanto prazer que eu sentia que, sem pensar, tive que dizer: Estamos fodendo. Siiiiiii – ela disse sem culpa e sem parar de mexer o corpo no ritmo da minha foda. E eu adoro… – esclareci pra ela — Comigo também — ela me disse Você usa a palavra: buceta, também é perfeita Como teu pau — ela me respondeu
Foi nessa hora que eu aumentei as metidas, mas sempre com a delicadeza que o prazer da penetração me dava.
As palavras saíam da minha boca sem eu saber como nem por quê. O que lembro claramente é que eu disse
— Quero te foder sempre. Aghhhhh Kevin…. Sempre, irmãzinha – completei Vou gozar, maninho… — ela me disse Aghhhh eu também Aghhhh siiiim – ela disse Tiro?" – perguntei a ela.
A real é que parecia muito pesado gozar dentro dela. Vontade não faltava, mas eu precisava da aprovação dela. Pra quê?" – ela me perguntou.
Demorei pra entender a pergunta dela e fui direto. Pra não gozar dentro de você – eu esclareci. Não tira, quero sentir você gozando dentro – ela me disse
Nem preciso dizer que eu já tava muito excitado, no limite da minha gozada, e essas palavras detonaram tudo
Sabia que era um momento especial. Um instante mágico que não sabia se ia se repetir no futuro. Não sei se pensei em tudo isso, mas quis fazer ela saber que eu tava gozando e que ela sentisse bem como eu vinha dentro da buceta dela
Criei coragem e, aproximando minha boca do ouvido dela, falei com firmeza: Acabo agora, sente isso Aghhhhhhh – disse ela
Um jato potente saiu do meu pau enquanto ele se sacudia dentro da buceta dela Mmmmm siiiim, desculpa – ela sussurrou
Um segundo solavanco, dessa vez mais forte que o primeiro, fez com que meu pau se mexesse dentro da buceta linda da Belém e eu dissesse de novo pra ela Senti, senti como eu gozo dentro de você Aghhhhh adoro quando você goza dentro de mim
Um terceiro e quarto jato com muita força, enquanto eu me agarrava na cintura dela com minhas mãos, e meu ouvido não desgrudava da boca dela. Você gosta que eu goze dentro? – perguntei pra ela Aghhhhhh É o que eu mais gosto Siiim? Sim, me fode e goza dentro de mim
Meu pau continuava gozando e ela também. Sentia minha irmã tremendo e falando umas coisas tão quentes que eu não conseguia parar de gozar. Era uma puta calientura que a gente tava sentindo.
Ela virou a cabeça pra me olhar e encontrou minha boca, que ela agarrou com a dela, começando um beijo mais apaixonado do que todos os que a gente tinha dado até aquele momento.
Depois do beijo, a gente se olhou nos olhos. Eu ainda tava com o pau dentro dela. Não tinha broxado nem um pouco.
A gente se encarou por um tempo em que nenhum dos dois teve coragem de falar nada. Foi ela quem quebrou o silêncio e disse: Nunca imaginei que transar com meu irmão poderia ser tão gostoso. —Eu também não, Belém, você é perfeita — falei com sinceridade. Adoro sua pica, Kevin – ela me disse Essa buceta é perfeita pro meu pau" – falei sem hesitar. Mmmmm continua me comendo assim – ela pediu
Eu continuei comendo ela e meu pau começou a murchar um pouco. Não era a primeira vez que eu gozava no dia e o cansaço já tava começando a aparecer. Não tira ela de dentro Tô ficando molhada" – confessei pra minha irmã. Não me importo, deixa ela murchar dentro da minha buceta. Bem.
Meu pau acabou saindo da buceta da minha irmã mesmo.
Meus carinhos na barriga dela e nos peitos ainda não tinham terminado.
Minhas mãos continuavam percorrendo o corpo dela.
Minha irmã se soltou do meu abraço só pra virar o corpo e ficar de frente pra mim.
A barriga dela agora encostava na minha.
Mesmo assim, ela se apertava contra o meu corpo e buscava minha boca com a dela.
Ela olhou nos meus olhos e disse com naturalidade: Eu sei que é errado, mas você me atrai pra caralho, Kevin. E você pra mim, Belém – falei com toda sinceridade Vai me custar muito não te foder
Naquele momento, ouvimos um som que deixou nós dois paralisados. Shhhhh – nós dois ouvimos e nos procuramos no escuro com o olhar.
Quando olhei na direção da porta do nosso quarto, vimos de pé a figura da nossa mãe, que dizia novamente:
– Shhh, não façam barulho e durmam.
Nossa mãe fechou a porta do quarto e saiu sem dizer mais nada.
No escuro, consegui encontrar os olhos assustados da minha irmã. Os meus estavam iguais.
O pânico tomou conta de nós e nenhum dos dois se animava a pronunciar palavra alguma. Acho que ficamos assim por vários segundos, até que eu quebrei o silêncio com minha pergunta: Cê acha que a mãe nos viu? Acho que ela não nos viu direito – minha irmã tentou amenizar. Mas… — eu disse Mas acho que ela nos ouviu e a gente falou isso bem na hora… — minha irmã tava morrendo de medo da situação. Vou lá falar com ela… — falei, tentando me levantar.
Minha irmã me segurou e me parou. Pará. Onde cê vai? Já te falei Não, vem, fica aqui – minha irmã me disse me segurando E aí, beleza? Agora não vai, amanhã a gente vê qual é a dela com a mãe e tenta descobrir o que ela viu ou ouviu.
Continua…
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comNo Telegram @reybaco2005
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Totalmente no escuro, nós dois no quarto, só ouvíamos nossas respirações ofegantes.
Era tanto prazer que eu sentia que, sem pensar, tive que dizer: Estamos fodendo. Siiiiiii – ela disse sem culpa e sem parar de mexer o corpo no ritmo da minha foda. E eu adoro… – esclareci pra ela — Comigo também — ela me disse Você usa a palavra: buceta, também é perfeita Como teu pau — ela me respondeu
Foi nessa hora que eu aumentei as metidas, mas sempre com a delicadeza que o prazer da penetração me dava.
As palavras saíam da minha boca sem eu saber como nem por quê. O que lembro claramente é que eu disse
— Quero te foder sempre. Aghhhhh Kevin…. Sempre, irmãzinha – completei Vou gozar, maninho… — ela me disse Aghhhh eu também Aghhhh siiiim – ela disse Tiro?" – perguntei a ela.
A real é que parecia muito pesado gozar dentro dela. Vontade não faltava, mas eu precisava da aprovação dela. Pra quê?" – ela me perguntou.
Demorei pra entender a pergunta dela e fui direto. Pra não gozar dentro de você – eu esclareci. Não tira, quero sentir você gozando dentro – ela me disse
Nem preciso dizer que eu já tava muito excitado, no limite da minha gozada, e essas palavras detonaram tudo
Sabia que era um momento especial. Um instante mágico que não sabia se ia se repetir no futuro. Não sei se pensei em tudo isso, mas quis fazer ela saber que eu tava gozando e que ela sentisse bem como eu vinha dentro da buceta dela
Criei coragem e, aproximando minha boca do ouvido dela, falei com firmeza: Acabo agora, sente isso Aghhhhhhh – disse ela
Um jato potente saiu do meu pau enquanto ele se sacudia dentro da buceta dela Mmmmm siiiim, desculpa – ela sussurrou
Um segundo solavanco, dessa vez mais forte que o primeiro, fez com que meu pau se mexesse dentro da buceta linda da Belém e eu dissesse de novo pra ela Senti, senti como eu gozo dentro de você Aghhhhh adoro quando você goza dentro de mim
Um terceiro e quarto jato com muita força, enquanto eu me agarrava na cintura dela com minhas mãos, e meu ouvido não desgrudava da boca dela. Você gosta que eu goze dentro? – perguntei pra ela Aghhhhhh É o que eu mais gosto Siiim? Sim, me fode e goza dentro de mim
Meu pau continuava gozando e ela também. Sentia minha irmã tremendo e falando umas coisas tão quentes que eu não conseguia parar de gozar. Era uma puta calientura que a gente tava sentindo.
Ela virou a cabeça pra me olhar e encontrou minha boca, que ela agarrou com a dela, começando um beijo mais apaixonado do que todos os que a gente tinha dado até aquele momento.
Depois do beijo, a gente se olhou nos olhos. Eu ainda tava com o pau dentro dela. Não tinha broxado nem um pouco.
A gente se encarou por um tempo em que nenhum dos dois teve coragem de falar nada. Foi ela quem quebrou o silêncio e disse: Nunca imaginei que transar com meu irmão poderia ser tão gostoso. —Eu também não, Belém, você é perfeita — falei com sinceridade. Adoro sua pica, Kevin – ela me disse Essa buceta é perfeita pro meu pau" – falei sem hesitar. Mmmmm continua me comendo assim – ela pediu
Eu continuei comendo ela e meu pau começou a murchar um pouco. Não era a primeira vez que eu gozava no dia e o cansaço já tava começando a aparecer. Não tira ela de dentro Tô ficando molhada" – confessei pra minha irmã. Não me importo, deixa ela murchar dentro da minha buceta. Bem.
Meu pau acabou saindo da buceta da minha irmã mesmo.
Meus carinhos na barriga dela e nos peitos ainda não tinham terminado.
Minhas mãos continuavam percorrendo o corpo dela.
Minha irmã se soltou do meu abraço só pra virar o corpo e ficar de frente pra mim.
A barriga dela agora encostava na minha.
Mesmo assim, ela se apertava contra o meu corpo e buscava minha boca com a dela.
Ela olhou nos meus olhos e disse com naturalidade: Eu sei que é errado, mas você me atrai pra caralho, Kevin. E você pra mim, Belém – falei com toda sinceridade Vai me custar muito não te foder
Naquele momento, ouvimos um som que deixou nós dois paralisados. Shhhhh – nós dois ouvimos e nos procuramos no escuro com o olhar. Quando olhei na direção da porta do nosso quarto, vimos de pé a figura da nossa mãe, que dizia novamente:
– Shhh, não façam barulho e durmam.
Nossa mãe fechou a porta do quarto e saiu sem dizer mais nada.
No escuro, consegui encontrar os olhos assustados da minha irmã. Os meus estavam iguais.
O pânico tomou conta de nós e nenhum dos dois se animava a pronunciar palavra alguma. Acho que ficamos assim por vários segundos, até que eu quebrei o silêncio com minha pergunta: Cê acha que a mãe nos viu? Acho que ela não nos viu direito – minha irmã tentou amenizar. Mas… — eu disse Mas acho que ela nos ouviu e a gente falou isso bem na hora… — minha irmã tava morrendo de medo da situação. Vou lá falar com ela… — falei, tentando me levantar.
Minha irmã me segurou e me parou. Pará. Onde cê vai? Já te falei Não, vem, fica aqui – minha irmã me disse me segurando E aí, beleza? Agora não vai, amanhã a gente vê qual é a dela com a mãe e tenta descobrir o que ela viu ou ouviu.
Continua…
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