Mi madre y mi hermana son mis mujeres 2

Fui pro trabalho. Os escritórios da empresa onde comecei a trabalhar não ficavam muito longe do terreno onde eu morava, e na real, no escritório o que eu fazia era limpar, jogar lixo fora, ir pagar algum boleto, depositar umas coisas assim, e cuidar do terreno porque tinha material e ferramentas caras. Também abria e fechava o portão do terreno quando os caminhões entravam pra carregar ou descarregar. Mas eu sabia que minha mãe tinha ficado com vontade de pica e com aquela sensação de sentir as nádegas dela de novo. Eu tinha gostado da posição de putinha que ela tinha ficado, não conseguia tirar aquela imagem e aquela sensação de quando eu tava penetrando minha mãe, ter ela empinada e bem enfiada enquanto acariciava as nádegas dela. Não me deixava concentrar no meu trabalho. Nisso, fui no banheiro, molhei um pouco a cabeça pra ver se aquela imagem sumia. E poder me concentrar. Saí do banheiro e comecei a fazer a limpeza rápido, varri, passei pano, joguei o lixo fora, fui buscar o café da manhã do pessoal, de quebra tomei café também, e falei pra encarregada, que na época era uma contadora: "Vou lá no terreno pra catar o lixo e ir arrumando o que estiver fora do lugar". Ela falou: "Pode ir, tranquilo". Quando saí do escritório, eram 11:30. Cheguei no terreno e fui pro quartinho onde eu morava, e minha mãe já tinha chegado da secretaria da minha irmã. Ela me olhou e disse:
Mãe: Oi, love, já chegou? Quer comer alguma coisa?
Eu: Sim. Porque hoje de manhã não consegui tomar café direito e fiquei com fome.
Mãe: Então, love, quer terminar seu café? Esquento pra você.
Eu: Sim. Quero terminar meu café.
Mãe: Vem então, que nesse momento ninguém vai interromper a gente. Sua irmã ficou na escola e só vai sair às 2:00 da tarde.
Ela estava vestida com uma saia e uma blusa, meio de costas, como quem diz: "Aqui está seu café, love, é seu, come ele". Eu me joguei como fera em cima da presa. Comecei a acariciar as nádegas dela, as pernas, e dava umas palmadas enquanto acariciava. Desabotoei a saia dela e deixei cair. Caía tinha uma calcinha daquelas de vovó, fui descendo ela bem devagar. Depois separei as pernas dela pra enfiar meu nariz entre as coxas e sentir o cheiro daquele cuzinho dela, hummm que delícia. Aí com as mãos agarrei as nádegas dela, abri e comecei a passar a língua bem devagar naquele buraquinho, beijava, mordia as nádegas dela e ela dizia: "assim, love, assim continua, que gostoso, continua". Eu continuei passando a língua, queria ele bem lubrificado. Nisso minha mãe me disse: "vem, vamos pro colchão, vou ficar confortável pra você poder aproveitar". Ela se posicionou de novo de putinha e eu atrás dela, lambendo aquela bunda que cheirava divino e era linda, bem apertadinha. Depois ela foi se ajeitando até chegarmos na posição 69, ficamos um bom tempo ali, aproveitando nossas carnes. Aí ela foi descendo até levar a buceta dela pro meu pau e enfiou ela mesma, deixando as costas pra mim, descendo e subindo. Nisso eu falo: "vem, vira". Ela se levantou, eu me acomodei bem no colchão, numa posição meio sentado, e falei: "vem, senta aqui". Ela foi se ajeitando e eu disse: "não, pela sua buceta não, pelo seu cuzinho, quero abrir". Mamãe: "tão cedo? pensei que você ia ter mais vontade, mais desejo, mas vejo que já quer me arrebentar. Mas é o que você mandar, love, por algo você é meu homem, e se meu homem quer arrebentar meu cu, vou te satisfazer". Eu: "falei, você mesma vai enfiando devagar". Ela se ajeitou, eu agarrei as nádegas dela e abri o cuzinho enquanto ela ia sentando sozinha. Dava pra ver como a cabeça do meu pau ia abrindo aquele cu, era uma delícia. Minha cabeça entrou e eu falei: "não se mexe, fica assim, quero que você aperte meu pau com seu cu". E ela fez isso, eu sentia como se estivessem estrangulando meu pau. Depois falei: "vai descendo devagar". E eu podia sentir meu pau entrando naquele cu lindo e gostoso. Mamãe: "ai, que pau gostoso, ai, tudo, tudo, love, tudo". Entrou tudo e ela ficou sentada por um tempinho, estávamos de frente e eu queria meter e tirar, e nisso ela disse: Mamãe: "não". Espera, deixa eu moldar minha bunda com isso. Quero sentir a grossura da sua pica abrindo meu cu. Daí ela começou a descer e subir bem devagar, até que eu não aguentei mais. Agarrei ela, abracei e comecei a meter forte. Ela gritava, eu não queria parar. Os gemidos dela me excitavam ainda mais, e eu metia cada vez mais forte. Ela disse: "Não, filho, me solta, tá doendo". Eu não liguei e, do jeito que dava, ajeitei ela bem pra poder ficar de pé. E foi o que fiz: carreguei ela e segurei com gosto. Sentia uma delícia quando minha pica entrava naquele cu. Me sentia muito bem, como se estivesse abrindo ele todo. Eu não parava de meter. Aí falei: "Mãe, vou gozar". Ela tava agarrada no meu pescoço, com a cara virada pra trás. Quando eu disse que ia gozar, ela virou o rosto pra me olhar e falou: "Sim, amor, goza dentro". Mas a voz dela tava muito fraca. Quando virei ela de frente, vi as lágrimas no rosto dela. Isso me excitou ainda mais, e continuei metendo até gozar. Abracei ela enquanto explodia dentro dela. Terminei e fui descendo bem devagar pro colchão, deitado, com ela em cima de mim. Ela se levantou, ficou me olhando e, quase chorando, disse:
Mãe: "Sabe o que você acabou de fazer, filho?"
Eu: "O que eu fiz, mãe?"
Mãe: "Você acabou de manchar sua mãe. Me tratou como uma puta, me comeu sem piedade. Dava pra ver como você tava aproveitando, só isso."
Eu: "Não gostou, mãe?"
Mãe: "Sim, e esse é o problema. Gostei do seu jeito bestial de arrebentar meu cu."
Eu: "Então, isso você vai se arrepender."
Ela disse: "Vamos tomar banho. Quero que você chupe minha buceta pra ver se acalma essa dor no meu rabo."
Mas isso é outra história. CONTINUA...
Depois de resolver com minha mãe, a gente tomou banho junto. E desde aquele dia, não parávamos de transar. A gente comia de dia, de noite, tomava banho junto. E isso despertou a curiosidade da minha irmã. Um dia, ela me perguntou:
Irmã: "Irmão, você não ouviu uns barulhos à noite?"
Eu: "Que barulhos?"
Irmã: "Sim, barulhos quando a gente tá dormindo. Eu ouço minha mãe fazendo uns sons."
Eu: "Como se eu não soubesse de nada. Que som é esse que minha mãe faz?"
Irmã: "Como se ela estivesse ofegante... A respiração dela é assim, e às vezes parece que ela geme, mas sei lá, você não ouviu. Eu: "Não, verdade, como eu durmo muito pesado, não ouço nada." Aí mudou de assunto. Passou a tarde e, já de noite, contei pra minha mãe o que minha irmã tinha me falado. E mãe: "Disse que a gente vai ter que fazer no chão, não no colchão." Ok, falei. Aquela noite a gente trepou normal, como toda noite. Foi um sábado pra amanhecer domingo. Eu e minha mãe acordamos e nos certificamos de que minha irmã tava dormindo. Desci do colchão, minha mãe colocou um lençol no chão, eu sentei e ela se deitou de bruços. Começou a chupar minha pica, fazia tão gostoso que me perdi por um momento, curtindo aquela mamada que minha mãe tava me dando. Não sei como virei o rosto pro lado onde minha irmã tava e vi ela acordada, olhando minha mãe chupando minha pica. Era tanto prazer que, quando vi aquilo, me excitei mais ainda e pude ver como ela se lambuzava com a pica que minha mãe tava comendo.

Depois coloquei minha mãe de putinha, sem ela perceber que minha irmã tava nos vendo. Peguei minha pica e mostrei pra minha irmã, tipo "olha o que sua mãe come", e virei a bunda da minha mãe pra que minha irmã pudesse ver melhor como a pica entrava nela. Fui metendo devagarzinho. Minha mãe começou a gemer, pediu mais: "Assim, meu amor, me dá mais, você é meu macho, meu homem, mete a pica na sua garota." Minha irmã observava eu comendo a mãe dela. Depois mudei de posição, ela sentou de frente pra mim, no meu pau, e fiz assim pra minha irmã ver sem problema como minha mãe tava sendo penetrada. Fiquei nessa até gozar dentro dela. Terminamos, minha irmã fechou os olhos e continuamos dormindo, eu e minha mãe.

Foi no decorrer do dia que minha irmã vestiu um shortinho bem curto e só um sutiã, andava assim. Foi aí que comecei a ver ela como mulher. Minha mãe falou: "Vou na loja comprar um refrigerante." Eu: "Tá, mãe, com cuidado." Minha mãe foi. A loja e minha irmã: ela me diz "agora entendo os barulhos que a mamãe faz, você tá comendo ela, safado". Eu: "é, ela gosta, e você também não gostou? Se quiser, um dia eu te como também, já que você tá crescendo". Irmã: "você tem a pica muito grande e grossa, irmão, a verdade é que é bem gostosa, e agora entendo a mamãe, que já tava precisando de um homem. Hoje você vai comer ela de novo". Eu: "à noite". Irmã: "me deixa ver de novo? Gostei de como sua pica entra na buceta da mamãe, como vai abrindo os lábios dela". Eu: "sim, mas não faz barulho, ok? E sabe, quero que você se vista assim de agora em diante". Irmã: "como você quiser, eu gosto". Eu: "assim, com seu short e seu sutiã". Irmã: "tá bom, melhor ainda, vou dar um jeito de tirar o sutiã". Eu: "vai, me dá". E foi assim que minha irmã começou a ver toda vez que eu comia a mamãe. E um dia, eu e a mamãe estávamos tomando banho juntos, e eu tava bem enfiado no cu dela, e ela dizia "assim, papai, assim, fode a sua mãe, me pede o que quiser, mas não para de me comer". E ela falou isso várias vezes, até que eu disse: "tem certeza que me dá o que eu quiser? Responde". Mamãe: "sim, papai, o que você quiser, me pede, mas jura que não vai parar de me comer". Eu: "não, meu amor, essa pica é sua, mas quero que você me arrume uma coisa". Mamãe: "sim, meu amor, me diz o que você quer". Eu: "quero minha irmã, quero a bunda da minha irmã". Mamãe: "sim, filho, ela é sua também, me diz quando você quiser comer ela, eu te dou, mas continua me comendo". Eu: "ajeitei ela bem e carreguei pra meter mais forte, até que ela finalmente gozou, e eu depois no cu dela. Terminamos, tomamos banho e, quando estávamos nos vestindo, ela me disse: 'você é um macho de verdade, um homem, e quer sua irmã pra fazer dela uma mulher'". Eu: "é, já tá na hora de merecer". Mamãe: "sim, meu amor, ela é sua, me diz quando você quiser". Continuar...

1 comentários - Mi madre y mi hermana son mis mujeres 2

EL relato esta muy bueno, pero entre los errores de ortografia, la mala redaccion y las abreviaturas innecesarias, se entiende menos de la mitad.