Relato real... Essa história começou um dia em que estávamos só eu e meu filho em casa. Quando passei na frente do banheiro, percebi que ele estava se masturbando. Toda mãe sabe que os filhos batem punheta, mas dessa vez, ao parar perto da porta, achei que ouvi ele gemer "mamãe". Fiquei intrigada e pensei que não tinha ouvido direito, então fui pra cozinha. Pouco depois, meu filho saiu do banheiro e veio até a cozinha. Sem dizer nada, me abraçou e me deu um beijo na bochecha, perto dos lábios, enquanto dizia: — Como você é gostosa, mamãe. Se não fosse seu filho, casava com você. Preciso dizer que meu filho tem vinte e cinco anos, não é mais criança. Ele é muito bonito e muito carinhoso. Essas demonstrações de afeto eram normais nele, mas naquele dia, depois do que eu tinha ouvido, fiquei meio sem graça. Ele me deixou sozinha e foi pra sala ver TV, enquanto eu ficava com meus pensamentos. Não sei como aconteceu, mas fiquei com muito tesão pensando no meu filho e no fato de que eu, a própria mãe dele, podia excitá-lo. Fiquei remoendo isso quando percebi que meus mamilos estavam durinhos como pedra e a calcinha fio dental toda molhada. Só tinha uma ideia na cabeça: precisava ser comida e queria que fosse pelo meu filho. Larguei a cozinha e fui pro meu quarto. Ao passar pela sala, me aproximei do meu filho por trás do sofá onde ele estava sentado, acariciei o peito dele e dei um beijo na boca, enquanto dizia:
-Querido, adorei muito o que você me disse na cozinha, se não fosse sua mãe... eu te comeria. Deixei ele no sofá, sentindo outra ereção começando, e fui pro meu quarto me arrumar bem gostosa. Coloquei uma tanga branca com um buraco no meio que deixa minha buceta lisinha e pelada à mostra, e um sutiã sem bojo que deixa meus peitos de fora. Passei um batom vermelho-sangue e soltei meus cabelos nos ombros. Por cima, vesti um roupão de casa bem sem graça. Como já imaginava, meu filho não demorou nem cinco minutos pra voltar pro banheiro. Ia bater mais uma punheta, mas dessa vez não ia deixar não — o leite dele ia ser todo meu. Bati na porta e ele respondeu com a voz trêmula: — Tá ocupado, mãe. — Abre, é uma emergência. — Tá bom, espera um segundo. Ele abriu a porta e o pijama não escondia aquele tesão todo. Ver aquele volume me deixou ainda mais no cio. — O que cê tava fazendo aí trancado? — Nada, tava com uma dor de barriga. — É, já vi que tá apertando mesmo. — falei enquanto passava a mão no pau dele. — Mãe, o que cê tá fazendo? — Ele não sabia onde se meter. — Olha, querido, fiquei pensando no que te falei antes e, sinceramente, não tô nem aí de ser sua mãe. Ia te comer do mesmo jeito. Fiquei muito excitada e tô louca pra você me foder. Enquanto falava isso, tirei o roupão e mostrei meu corpo maravilhoso com a lingerie. Ele ficou hipnotizado me olhando e disse: — Você não faz ideia do quanto sonhei com isso. Nem nas minhas melhores punhetas imaginei algo assim. Sempre gostei de mulheres gordinhas, e isso é por sua causa. Você tem um corpo lindo, mãe. — Obrigada, você também, mas hoje não tô pra brincadeira. Hoje me sinto uma puta no cio e preciso de um garanhão pra cravar o pau duro e me encher de leite. — Vou te dar tanta porra que você vai explodir, mamãe. Fomos pro meu quarto, eu deitei ele na cama de casal, abri minhas pernas e sentei em cima dele. Só de sentir... como o pau do meu filho entrava na minha buceta molhada, eu gozei de prazer e ele também. O esperma dele jorrava do pau e eu sentia ele enchendo minhas entranhas. O membro dele continuava duro como uma vara, então eu enfiei de novo na minha buceta, enquanto brincava com meus peitinhos. Senti as mãos do meu filho nos meus quadris, como os dedos dele se afundavam na minha carne, como ele apertava com força minhas nádegas, cravando as unhas, e eu morria de tesão. Fazia anos que eu não ficava tão excitada. Peguei as mãos dele e levei até meus seios. — Por favor, brinca com eles, massageia eles, me excita tanto. — Quero chupar eles, mãe, quero mamar nesses peitos que me alimentaram quando pequeno. Ele começou a trabalhar meus peitos com total dedicação enquanto eu cravava minhas unhas nos mamilos dele, esticando e arranhando. — Assim, amor, do jeito que eu gosto, como você fode bem a mamãe.
—Você tem a buceta mais quente que já provei, como você me fode bem. Começamos a nos mover cada vez mais rápido até que eu senti o gozo dele se acumulando, prestes a explodir, e então desci de cima dele enquanto dizia:
—Amor, goza na minha cara.
—Mãe, que gostosa você é, chupa ela e engole o gozo do seu filho.
A primeira explosão me acertou em cheio no rosto, o gozo dele pendurado numa mecha do meu cabelo. A segunda eu não deixei escapar e devorei aquele pau até ele ficar mole e vazio. Depois, me colocando de novo sobre ele, passei as mãos no meu rosto, juntando os restos do sêmen dele e comendo com gula, disse:
—Ficou satisfeito, meu macho? Sua gordinha te deu prazer?
Ele respondeu:
—Você me deixou completamente satisfeito, mãe... por enquanto, mas acho que meu pau vai se acostumar com você. Depois de foder com uma mulher como você, as outras não vão me excitar tanto. Além disso, você é minha mãe, e isso é imbatível.
—Então já sabe, aqui você vai ter a mamãe aberta.
-Querido, adorei muito o que você me disse na cozinha, se não fosse sua mãe... eu te comeria. Deixei ele no sofá, sentindo outra ereção começando, e fui pro meu quarto me arrumar bem gostosa. Coloquei uma tanga branca com um buraco no meio que deixa minha buceta lisinha e pelada à mostra, e um sutiã sem bojo que deixa meus peitos de fora. Passei um batom vermelho-sangue e soltei meus cabelos nos ombros. Por cima, vesti um roupão de casa bem sem graça. Como já imaginava, meu filho não demorou nem cinco minutos pra voltar pro banheiro. Ia bater mais uma punheta, mas dessa vez não ia deixar não — o leite dele ia ser todo meu. Bati na porta e ele respondeu com a voz trêmula: — Tá ocupado, mãe. — Abre, é uma emergência. — Tá bom, espera um segundo. Ele abriu a porta e o pijama não escondia aquele tesão todo. Ver aquele volume me deixou ainda mais no cio. — O que cê tava fazendo aí trancado? — Nada, tava com uma dor de barriga. — É, já vi que tá apertando mesmo. — falei enquanto passava a mão no pau dele. — Mãe, o que cê tá fazendo? — Ele não sabia onde se meter. — Olha, querido, fiquei pensando no que te falei antes e, sinceramente, não tô nem aí de ser sua mãe. Ia te comer do mesmo jeito. Fiquei muito excitada e tô louca pra você me foder. Enquanto falava isso, tirei o roupão e mostrei meu corpo maravilhoso com a lingerie. Ele ficou hipnotizado me olhando e disse: — Você não faz ideia do quanto sonhei com isso. Nem nas minhas melhores punhetas imaginei algo assim. Sempre gostei de mulheres gordinhas, e isso é por sua causa. Você tem um corpo lindo, mãe. — Obrigada, você também, mas hoje não tô pra brincadeira. Hoje me sinto uma puta no cio e preciso de um garanhão pra cravar o pau duro e me encher de leite. — Vou te dar tanta porra que você vai explodir, mamãe. Fomos pro meu quarto, eu deitei ele na cama de casal, abri minhas pernas e sentei em cima dele. Só de sentir... como o pau do meu filho entrava na minha buceta molhada, eu gozei de prazer e ele também. O esperma dele jorrava do pau e eu sentia ele enchendo minhas entranhas. O membro dele continuava duro como uma vara, então eu enfiei de novo na minha buceta, enquanto brincava com meus peitinhos. Senti as mãos do meu filho nos meus quadris, como os dedos dele se afundavam na minha carne, como ele apertava com força minhas nádegas, cravando as unhas, e eu morria de tesão. Fazia anos que eu não ficava tão excitada. Peguei as mãos dele e levei até meus seios. — Por favor, brinca com eles, massageia eles, me excita tanto. — Quero chupar eles, mãe, quero mamar nesses peitos que me alimentaram quando pequeno. Ele começou a trabalhar meus peitos com total dedicação enquanto eu cravava minhas unhas nos mamilos dele, esticando e arranhando. — Assim, amor, do jeito que eu gosto, como você fode bem a mamãe.
—Você tem a buceta mais quente que já provei, como você me fode bem. Começamos a nos mover cada vez mais rápido até que eu senti o gozo dele se acumulando, prestes a explodir, e então desci de cima dele enquanto dizia: —Amor, goza na minha cara.
—Mãe, que gostosa você é, chupa ela e engole o gozo do seu filho.
A primeira explosão me acertou em cheio no rosto, o gozo dele pendurado numa mecha do meu cabelo. A segunda eu não deixei escapar e devorei aquele pau até ele ficar mole e vazio. Depois, me colocando de novo sobre ele, passei as mãos no meu rosto, juntando os restos do sêmen dele e comendo com gula, disse:
—Ficou satisfeito, meu macho? Sua gordinha te deu prazer?
Ele respondeu:
—Você me deixou completamente satisfeito, mãe... por enquanto, mas acho que meu pau vai se acostumar com você. Depois de foder com uma mulher como você, as outras não vão me excitar tanto. Além disso, você é minha mãe, e isso é imbatível.
—Então já sabe, aqui você vai ter a mamãe aberta.
11 comentários - Fode o meu filho