Olá, como vocês estão, amores? Hoje trago um relato, como sempre real, que acho que é um dos que mais mexe comigo quando lembro, pelo tesão, talvez... aquele que faz você imaginar e sentir aquela sensação entre as pernas... Acho que eu tinha uns 20 anos, trabalhava como administrativa numa fábrica. Sendo a única mulher lá, os olhares dos meus colegas estavam sempre cravados nas minhas tetas ou na minha bunda, principalmente por causa do jeans e da camiseta justa do uniforme. Meu namorado na época também trabalhava lá, mas fazia uns meses que um colega, bem mais velho que eu... uns 32, acho, começou a falar mais comigo, sempre tinha desculpas pra isso. Às vezes eu precisava visitar clientes e aproveitava se pudesse levar alguém do local. Essa pessoa começou a estar sempre disponível, enfim. Conversa vai, conversa vem, um dia ele me beija de boca aberta no caminhão da empresa. Aí começou um jogo só virtual. Onde com conversas noturnas a gente acabava se tocando e gozando. Escondidos nos banheiros das nossas casas, a gente acabava sentindo gozadas cada vez mais intensas. Era o tesão, o perigo, sei lá. Uma manhã cheguei com meu namorado na fábrica e só ele estava lá, não tinha visto ele. Enquanto preparava as coisas pra trabalhar, fui ao banheiro lavar minha xícara de café, e ele apareceu atrás de mim, encostando o pau duro na minha bunda e me agarrando pelas tetas, disse no meu ouvido... tava te esperando, gostosa. Sabia que você ia vir pra cá... Eu - Você é louco. Meu namorado tá no escritório. Ele - Não tô nem aí, já não aguento mais a vontade de te agarrar, te sentir, preciso te tocar e te beijar toda, meter meus dedos, o pau. Tudo. Eu - Tá, mas aqui não. Ele me virou... e sussurrou no meu ouvido... aqui sim, enquanto a mão dele desabotoava meu jeans. Os dedos dele se enfiaram dentro da calcinha fio dental e sentiram como eu tava molhada, sabia que eu tava excitada e aproveitava a situação. Eu - Para, por favor. Ele - Tem certeza? Enquanto mexia os dedos e enfiava devagar, sentia como me fazia ficar mais molhada. Minhas mãos estavam na pia, com as pernas meio abertas, pedindo que continuasse por dentro... desci minha mão e, enquanto me beijava com gosto, toquei a pica dele por cima da calça. Ele — mete a mão, por favor, quero sentir você, toda noite imagino que é você quem me bate uma punheta, bebê. Obedeci e peguei na pica dele de leve, tava bem dura. Ele fechou os olhos, acho que se dependesse da gente, a gente transava ali mesmo. São daquelas situações que você não liga pra mais nada. Que você precisa aliviar a vontade acumulada. Ele se afastou um pouco. Levantou minha blusa e passou a língua nos meus peitos. Ele — para, bebê, porque vou te foder toda aqui. Eu, eu queria gritar me come, por favor. Mas não... Molhada, com tesão, com vontade de sentir aquela pica bem dura bem lá dentro, fiquei em silêncio. Pensando que alguém podia nos ver... (isso até excitava mais, viu...) A gente se ajeitou, mas sabia que ia rolar, era inevitável que a gente se acabasse na cama logo, ou pelo menos a gente pensou, porque não foi bem ali que a gente se acabou... Naquele dia, acho que senti os dedos dele tocando minha buceta molhada o tempo todo. Imaginava aquela pica dentro de mim, chupando ela, queria que me fodesse toda. Depois do meio-dia, meu chefe me mandou atender um cliente, quando tava lá, vi que vinha uma tempestade muito forte e perguntei se alguém podia me buscar... e adivinha quem respondeu... Esperei ele na esquina. Subi no caminhão e ele me comeu a boca. Senti a vontade naquele beijo, e queria aquela língua brincando mais embaixo. Ele — sabe que não escapa, né, bebê? Só balancei a cabeça, as palavras não saíam, senão ia sair um me come aqui. No caminho, enquanto as mãos dele brincavam tocando minha buceta por cima da roupa, ele fala desabotoa o jeans que tá apertando... A pica dele tava bem dura. Tirei ela pra fora e segurei. Fui batendo uma punheta devagar. Nessa hora, caiu uma chuva muito forte. E a gente teve que parar... Ele olhou nos meus olhos e falou. Vamos pra carroceria do caminhão, bebê... Continua... Espero que vocês estejam gostando de como a história tá indo. Pra tomar um mate, me mandem mensagem...
12 comentários - Me agarra onde quiser 1ª parte