Depois daquele dia em que não consegui pensar em nada além do que aconteceu na noite no rio, os dias passaram devagar. Toda vez que meu tio via uma oportunidade de ficar a sós comigo, ele me tocava de um jeito sutil, mas claro no que queria. Colocava as mãos na minha cintura, às vezes me agarrava nas coxas, passava a mão num peito ou, em casos mais extremos, esfregava aquele volume grosso no meu corpo. Lembro até de duas ocasiões em que eu estava agachada fazendo sei lá o quê, e de repente ele passou aquele troço todo no meu rosto, tocando meus lábios e nariz. Na outra, eu estava inclinada olhando alguma coisa e, sem vergonha nenhuma (pra sorte dele, meus pais não estavam por perto), ele passou o pacote dele na minha entreperna, desde a fenda da minha buceta até a parte de cima da minha bunda. Nunca entendi por que não contei aos meus pais que ele fazia essas coisas comigo. Acho que era por medo, ou porque, de um jeito que eu não gostava de pensar, adorava que ele fizesse essas coisas tão ousadas comigo. Algo que nenhum dos meus colegas, amigos ou até o garoto de quem eu gostava fazia, por medo ou vergonha. Eles se achavam tão durões e "malvados" com todo mundo, mas comigo não tinham coragem de encostar um fio de cabelo, nem um roçado nos meus peitos ou na minha bunda. Isso me decepcionava, porque no fundo eu sempre quis ter algo próximo de uma experiência sexual, mesmo que fossem só roçadas ou massagens. Mas eles eram tão covardes que, quando eu falava com eles, nem me olhavam. Mesmo quando a maioria já tinha 18, e até os de 20 eram uns medrosos. Enfim. Uma noite, estávamos todos na mesa jantando. Eu estava sentada ao lado do meu tio, bem quietinha, enquanto ele conversava normalmente com meus pais, como se o que ele tinha feito comigo dias atrás fosse algo normal pra ele. Nisso, minha mãe me olhou, me viu calada, e tentou puxar assunto. — Aconteceu alguma coisa, Mirabel? — Não, não, não é nada. Só... pensando. — E no quê você está pensando? Quando ela me perguntou isso, eu fiquei... Calada e bem nervosa, olhava pra todo lado procurando uma desculpa pra não falar o que tinha acontecido, queria falar, não queria, não sabia o que fazer até que meu tio saiu em minha defesa. — É verdade! O que acontece, Maria (nome pra proteger a identidade dela), é que eu tava conversando com a Mirabel sobre uns assuntos pessoais dela, sabe, "coisas de meninos e tal". — Aaaai, minha filha, cê tá com dúvida sobre o que sente pelos rapazes? — S-sim... Sim! Meu tio... Me ajudou a saber quais caras são os melhores pra mim. Na conversa, umas risadas rolaram entre todo mundo enquanto eu ficava calada com um sorriso pela metade, por que entrei nessa onda? Talvez fosse meu único jeito de sair daquela enrascada tão grande, me senti grata por meu tio ter me resgatado naquele momento, porque quase me mijava toda, mas ainda não entendo por que não contei que ele tava abusando de mim, tipo, não de forma direta, mas fazia isso direto e eu não podia fazer nada, como se minhas mãos e minha boca estivessem amarradas sem chance de escapar do jogo dele. Depois de comer, terminamos e lavamos a louça pra fazer o que faltava, limpamos umas coisas que meu tio nunca tinha mexido até a gente chegar, ajudamos ele a organizar o possível e quando acabamos, jogamos os jogos de mesa clássicos tipo Uno, Ludo, Pôquer e tal, isso durou um tempão porque a maioria desses jogos era tão divertido que a gente repetia umas 3 ou 5 vezes cada um, naquela noite me diverti pra caramba, esquecendo por uns instantes do meu tio, mas depois que acabou, voltei a pensar naquilo até que fui tomar um banho, costumo tomar banho às 11 ou meia-noite pra dormir bem descansada depois, e meus pais sempre dormiam nesse horário porque tinham o costume de me acordar bem cedo pra fazer as coisas deles, eu enquanto isso, e como falei, tomava um banho na água morna do chuveiro.
Quando terminei de tomar banho, lembrei que tinha levado uma toalha meio pequena, que ia da cintura até a metade das coxas. Praticamente a toalha me entregou na situação, ainda mais porque eu tinha que sair do banheiro até meu quarto pra me trocar. E claro, sabendo que meu tio tava rondando por ali que nem um leão caçando a presa, aquele momento era tipo um filme de terror, tensão pura. Mas mesmo assim, me enchi de coragem pra tampar meus peitos e sair do banheiro o mais rápido possível. Tava praticamente correndo pro quarto, atravessando a sala. Por sorte, meu tio não tava naquele lugar, e graças a isso consegui chegar bem rápido e fechar a porta atrás de mim. Dei um suspiro bem calma, mas comemorei cedo demais antes da vitória verdadeira, porque quando olhei na minha frente, vi meu tio sentado na minha cama, vestindo uma cueca box que marcava aquele volume enorme que já tinha mencionado antes. Ele sorria enquanto olhava meu corpo todo pelado na frente dele, que me percorria inteira, saboreando na mente todas as coisas que podia me fazer naquele quarto. — Oi, mija. — Ele me cumprimentou, balançando a mão de um lado pro outro, levantando o corpanzil na minha frente pra se aproximar de mim com passos decididos, que nada podia mudar. Já eu, me encostei na porta sem poder fazer nada além de olhar pra ele, sentindo meu coração bater com uma violência sem igual, enquanto respirava rápido. Me vi de novo naquela situação anterior, de tanta pressão psicológica, mas foi mais a pressão sexual e viril que aquele homem mostrava na minha frente, até me encurralar de vez, igual naquela noite no rio, quando ele me declarou que me queria de forma indireta. Só que agora, na privacidade daquele quarto silencioso, ele ia me deixar sem palavras. — Que foi, linda? Não vai cumprimentar seu tio favorito? — Oi... oi, tio... — Cumprimentei tímida, sem saber o que mais dizer por causa do nó na garganta. que se formou na minha garganta, me sentindo tão indefesa diante dele, que até para não prolongar mais a situação, colocou uma das mãos no trinco da porta para movê-lo e confirmar que deixou o quarto seguro para nós dois, já não havia mais o que fazer naquela situação além de esperar o momento chegar, algo que não demorou muito, pois meu tio, com a mão que tinha livre, puxou sua cueca escura para baixo até deixá-la cair nos pés e jogá-la na cama com uma das pernas, finalmente pude ver aquele enorme membro viril do qual na noite passada ele se gabava coberto, agora em carne grossa e uma presença que não era fácil de ignorar, via como pulsava forte, grosso, carnudo, parecia bem suculento pelos líquidos que sua cabeça deixava escorrer pelo falo e terminavam em suas bolas gordas que pingavam seu pré-gozo manchando o chão. E essa foi a primeira e única vez que pude ver o verdadeiro pau de um homem, um homem de verdade, não me lembro muito, mas acho que tinha uns 22cm de uma boa rola torrada.
Quando olhei pra aquele pauzão enorme dele, ele me encarou nos olhos, agora com um sorriso ainda maior, mostrando de certa forma o desejo que sentia por mim. Mas, se afastando devagar do meu corpo, segurou uma das minhas mãos pra me levar com ele e, com uma força incrível, me abraçou pelas pernas e me colocou na cama, sentando comigo ao lado dele. Me obrigou, de um jeito gentil, a levar minha mão até o pau dele pra tocar, sem que eu me sentisse forçada. E eu, sentindo meu ventre naquele momento me indicar algo que nunca tinha sentido antes, comecei a masturbar aquele pau suculento que sujava minha mão com o pré-gozo quentinho. Massageava da base até a cabeça, mesmo que de forma atrapalhada pela minha pouca experiência, mas ele tava adorando como nunca, pelos suspiros de prazer que soltava com meu toque. E isso tudo acompanhado, claro, dele começando a acariciar meu corpo, principalmente meus peitos, com os quais brincava, puxando, apertando meus bicos e massageando tudo em volta, enquanto com a outra mão explorava minha entreperna. Instintivamente, comecei a abrir as pernas pra ele tocar o que quisesse. Os dedos dele eram meio ásperos, mas fortes e muito habilidosos, passando de um lado pro outro da minha buceta, abrindo ela de leve e brincando com meu clitóris. Foi quando meu corpo começou a reagir, soltando gemidos baixinhos mas gostosos, com minhas pernas se mexendo por causa da habilidade dele. Claro que isso atrapalhava a punheta que eu tava dando nele, porque eu me contorcia um pouco de prazer e não conseguia evitar, mesmo querendo. Ele continuava sorrindo com a cena que a gente tava vivendo, molhando os dedos na minha buceta, que começava a ficar toda melada sem controle, rápido pra caralho, porque eu ainda era virgem e meu corpo nunca tinha experimentado nada daquilo com um homem, ou pelo menos nada parecido. Assim foi por alguns minutos, até que eu senti ele afastar o corpo do meu de novo. Mio, só que agora como antes, ele me agarra com as mãos, agora segurando meus glúteos, e me coloca numa posição nova pra mim naquele momento, já que ele ficou de pé na beira da cama e me arrastou pelos lençóis pra me posicionar com mais facilidade. Abraça minhas coxas com os braços fortes dele, sem me deixar escapatória alguma, levando a piroca suculenta dele contra minha buceta de um jeito que, agora com a posição superior dele diante da minha situação manipulável, começou uns leves massagens nos lábios da minha virgindade, percorrendo toda aquela área devagar. Eu só conseguia me segurar nos lençóis enquanto fechava os olhos, gemendo baixinho e meio abafado pra meus pais não me ouvirem na hora. Hoje ainda fico confusa porque naquele momento eu tava gostando que meu tio, meu tio de sangue, me desse prazer daquele jeito, e eu sem me negar ao instinto sexual entre nós dois. Acho que pelos instintos sexuais mais primitivos do homem e da mulher, a gente começou a se desejar, principalmente por aquela essência de "reprodução" pra deixar uma descendência nesse mundo. Por sorte, não foi o caso entre a gente. Sem enrolar mais a história, posso continuar dizendo que ele ficou acariciando minha buceta melada por minutos, minutos que viravam eternos pelo prazer que nossos corpos tavam trocando como bichos no cio, desesperados por um sexo intenso pra gozar um no outro como se fosse um casal. E foi assim, afastando o pauzão dele da minha bucetinha pra agora separar com os dedos indicador e polegar, apertar de leve os lábios da minha buceta um contra o outro enquanto já apontava a cabeça do pau dele contra o meu. — Já vou entrar, querida. Cê tá pronta, né? Eu respondi tímida, não com palavras, mas balançando a cabeça num "sim" junto com os suspiros notáveis de êxtase que foram aqueles minutos. Agora, quando ele tava se preparando, me deu mais uns massagens por fora da minha buceta até que finalmente começou. Ele chegou mais perto da minha área. Começando devagar e com pressão a penetrar no meu sexo virgem enquanto eu torcia minhas costas de prazer doloroso, junto com rasgar os lençóis debaixo de mim, podia sentir como, ao pressionar minha região com os dedos, fazia meu interior ficar mais apertado, e isso dava choques sexuais nos meus neurônios. Sentia aquela dor correr dentro de mim, mas que era ofuscada por um êxtase sexual intenso. Por sorte, na minha primeira vez não sangrei, e assim ele pôde continuar até que a cabeça dele beijou minha barriga, sendo finalmente o momento em que, por minha fraqueza, gozei no pau dele, no pau do meu querido tio, que deu risadinhas de satisfação ao me ver tão submissa, indefesa, estar entre suas garras e me fazer dele naquele momento. Eu podia sentir como meu cérebro, depois de gozar, derretia no ritmo de balbucios de palavras pouco claras, mas essas palavras, em novos segundos, começaram a se transformar em gemidos muito quentes pelo jeito que ele estava me tratando. Ele tirava o pau devagar e colocava de novo devagar, podendo aproveitar meu corpo, assim como eu aproveitava o trato daquele homem apaixonado que queria me fazer dele a todo momento.
-Mmmmh... Que apertadinha. Eu ouvi as palavras do meu tio, que me indicavam que ele estava aproveitando mais do que nunca e, principalmente, que ele tinha percebido que minha virgindade foi roubada por ele. A cada segundo que passava, aumentava o movimento dos quadris dele contra minha buceta, que finalmente tinha soltado das mãos dele para ele segurar minhas pernas com os dois braços, curvando um pouco o corpo para entrar melhor em mim, beijando meu útero a cada metida sem chegar a penetrá-lo. Na verdade, lembro exatamente que ele não tinha enfiado tudo, só tinha colocado uns 2 ou 3 quartos do pau dele, o que já dizia muito sobre ele, sendo dominante a cada momento até que finalmente parou, me deixando respirar por alguns segundos. Eu me sentia muito agitada e suada, meu corpo tremia de prazer por receber o majestoso pau dele, que tomava conta do meu interior, e ainda ficamos transando apaixonadamente e sem parar até as 4 da manhã. Foi algo glorioso que consigo lembrar, mas continuo com o relato. Quando ele parou as investidas, tirou o pau suculento da minha buceta para mudar de posição de novo. Ele me soltou para pegar meu corpo como se fosse uma bonequinha e me deitou sobre o corpo dele, com ele embaixo e eu por cima. O pau dele tomou posição de novo para, repetindo o ato, me penetrar enquanto ele me abraçava pela cintura e colava minha barriga no corpo dele. Eu só conseguia me segurar na moldura da cama enquanto ele, debaixo, começava de novo o movimento dos quadris fortes contra minha entreperna, repetindo o ato. Sentia meu corpo quicar sobre o dele e meus peitos se moverem desenfreadamente com aquela penetração que ele estava me dando naquela noite. Meu olhar estava perdido na parede, via tudo meio borrado, não por me sentir mal, mas porque meus sentidos estavam nublados graças às investidas que me faziam soltar um caldo vaginal quente que dilatava ainda mais minha buceta e banhava o pau ardente dele dentro de mim. No entanto, Algo tinha acontecido, porque naquele momento senti que ele parou meio de repente, não saiu de dentro de mim, mas também não se mexia. Aí, de uma hora pra outra, ele começou a enfiar o pau devagar de novo, deslizando fácil por todo o meu interior até beijar meu útero outra vez, como se fossem dois amantes sob a lua cheia. Ele me abraçou com uma força danada na minha barriga, cruzando os braços na minha cintura, pra me impressionar com umas estocadas pequenas que começaram a penetrar meu colo do útero com calma e paciência, até que em segundos ele deu um último empurrão, entrando de vez no meu útero. Aquilo me fez gritar de dor e prazer, mas eu soube me controlar: antes de fazer qualquer barulho, tampei a boca com as duas mãos, sentindo minhas pernas tremerem sem parar, igual um terremoto. Depois do grito que engasguei nas minhas palmas, soltei a boca e deixei minha barriga cair sobre a do meu tio, me segurando fraquinha na beirada da cama enquanto escondia o rosto no ombro esquerdo dele. E um detalhe importante: como eu falei antes, meu tio tinha um pau de 22cm de comprimento e bem grosso, e como eu era bem virgem na época, minha buceta só aguentava uns 17cm de pica — agora que fiz os exames necessários, descobri isso. Imagina só: uma virgem de 18 anos sendo completamente penetrada por um pauzão gordo de uns 22cm, já é pedir demais, ainda mais do jeito que tudo acontecia. Mas vou deixar isso de lado pra continuar a história.
Naqueles segundos que, pra minha percepção da realidade, pareciam eternos, eu senti de novo uma penetrada suave e meio lenta do meu tio, pra ele se ajustar ao meu tamanho com mais facilidade. Lembro que foi assim por uns 2 minutos de uma penetração gentil, até que ele aumentou o ritmo da cintura de novo e me fez sentir a mulher dele naquele momento. Dava pra sentir os colhões grossos dele batendo no meio da minha bunda, o que me fez perceber na hora que meu tio tava reprimido há um tempão. Depois que a gente transou, ele me contou que não tinha uma foda tão intensa fazia 6 meses e 2 semanas. Pelo que vocês tão lendo e imaginando, naquela noite ele me encheu igual um peru de Natal, mas com a sorte de eu não engravidar, só sentindo o útero bem cheio e quente. Mas continuando, ele me manteve em cima do corpo dele por um bom tempo, me dando umas estocadas gostosas enquanto reajustava minha buceta pra só aguentar o pau grosso dele, me fazendo gemer, gemer e gemer de tanto prazer delicioso de sentir o pinto dele. Em resposta, comecei a beijar o pescoço dele, e ele respondia de leve, e a gente acabava cruzando os lábios várias vezes, onde ele me dominava de novo como só um homem de verdade sabia fazer. Ele me beijava em todos os lugares que queria, me dava uns beijos dos mais gostosos da minha vida, e até lambia pra deixar o cheiro dele na minha boca. Passava a língua no meu pescoço com umas mordidinhas que me davam uns choques de êxtase divino, lambia meus peitos e chupava meus bicos duros, o que me fazia rir, mas uma risa bem quente. No geral, ele fazia de tudo comigo naquele momento enquanto me comia como se fosse uma lua de mel. Depois de uns minutos, igual antes, ele mudou a posição dos nossos corpos de novo pra, finalmente, chegar na última posição que ele tinha preparado pra mim: me colocou debaixo do corpo dele, deixou minhas pernas nos ombros dele e passou os braços dele por baixo das minhas coxas. Agarrando minhas nádegas pra me posicionar direitinho, como antes, me levou até a beira da cama pra colocar um dos joelhos dela em cima da cama e a outra perna esticada, me deixando numa posição onde eu não conseguia me mexer de jeito nenhum, só segurar os lençóis com força e receber os beijos dela sem piedade alguma. E então, com tanta habilidade pra dominar meu corpinho, ela começou de novo a me empurrar como antes, só que agora aumentava a velocidade das investidas com o tempo, até literalmente bater os testículos gordos dela contra minhas nádegas, deixando elas marcadas de tanta potência sexual que ela tava soltando em mim. Meus gemidos aumentaram de força, mostrando que eu, nas garras dela, tava sendo mais que satisfeita. Me senti diferente do normal e adorei, principalmente por como aquele macho enorme me fez sua mulher em só uma noite, enquanto me dava tão bem que eu não queria que parasse. No fundo, eu ansiava que me penetrasse em todas as posições que ela quisesse, que me mordesse e me violentasse de um jeito que eu só pensasse nela, mas pela gentileza e o amor dela por mim, por como me tratava de forma romântica e tão apaixonada, eliminava esses pensamentos tão sujos e só me deixava com o sonho de que me fizesse sua mulher pra sempre me encher com o sêmen quente dela. A tensão sexual entre nós duas era mais que óbvia, o pau dela era abraçado com força pelas minhas paredes vaginais, engolindo ele quando metia e fazendo força pra não deixar sair de mim, aumentando o impacto dos orgasmos que ambas recebíamos. Tudo era delicioso e muito quente, até o momento em que as investidas dela ficaram lentas, mas muito fortes, como se fosse uma máquina, diminuindo mais a velocidade com o tempo até que explodiu minha buceta com investidas lentas, mas que cravavam dentro de mim como se fosse uma lança, sendo o momento final em que ela parou, me dando uma das penetrações mais fortes daquela noite. até enterrar toda sua rola suculenta e grossa na minha bucetinha rosada, começando a despejar seu esperma quente dentro de mim, fazendo eu gritar agora de tanto prazer extremo que sentia por ser preenchida. Ele bombeava seu leitinho dentro de mim, começando a me encher enquanto eu recebia tudo de bom grado, e até gozei de tão excitada que tava, me remexendo um pouco por aquela sensação tão gostosa. Só que depois de alguns segundos sendo preenchida pelo meu tio, ele tirou o pau de dentro de mim, já mole e coberto do esperma dele, enquanto a gente se deitava na cama um do lado do outro, respirando pesado, olhando pro teto perdidos, mas satisfeitos por finalmente termos desabafado um com o outro. Ele tava há muito tempo sem transar com uma mulher de verdade, e eu finalmente podendo ter minha primeira vez, e melhor ainda, com alguém que eu conhecia e sabia que ia me cuidar como se fosse a mulher dele. No final, ele me olhou sorrindo, e eu olhei pra ele do mesmo jeito, já meio descansados, mas suados depois de uns 5 minutos de calma. — Quer... fazer de novo? — meu tio perguntou, e eu, sem responder, subi nele, abracei o pescoço dele e beijei, numa resposta mais que positiva, sendo correspondida por ele, e aí a gente voltou a fornicar de novo, agora com um pouco mais de experiência e habilidade, mas ele sempre no papel dominante, enquanto eu recebia como uma boa menininha as deliciosas penetrações dele. Depois daquela noite e de foder como animais, na manhã seguinte a gente voltou a se comportar do mesmo jeito amigável e familiar. Junto com meus pais, a gente convivia agora mais felizes do que nunca, eu perto do meu tio e ele me enchendo de carinho de vários jeitos, mas claro, sem esquecer nossa primeira vez e repetindo sempre na casa dele. E pra contar, a gente transava toda vez que dava, quando meus pais estavam longe, dormindo, se saíam ou precisavam ir pra outro lugar, a gente aproveitava pra foder em todos os cantos. possíveis e com todas as posições que ele tinha por experiência, no meu quarto, no dele, na sala, na cozinha, na piscina, no estábulo, no galpão, no chuveiro dele — que era onde ele me dava as fodas mais gostosas —, no rio, e até de um jeito bem ousado, mas poucas vezes, quando a gente saía, sempre procurávamos pelo menos um lugar privado em público pra continuar transando, tipo no provador de uma loja onde quase fomos pegos por muito pouco, nos banheiros de um supermercado, num cinema pequeno da região, numa praia perto atrás das pedras ou com ele se escondendo debaixo de uma toalha enquanto eu tava num buraquinho que fazia na areia, e até numa cabine de fotos, das quais ainda tenho algumas guardadas por aí. Resumindo, no começo eu não queria, mas no final cedi, e olha que eu curti pra caralho com ele. Durante aquele tempo na casa dele, a gente virou amantes secretos, e mesmo depois de ter ido embora, continuávamos em contato bem próximo pela internet, trocando mensagens e fotos dos nossos corpos, uma experiência toda que até hoje lembro com muito prazer.
Quando terminei de tomar banho, lembrei que tinha levado uma toalha meio pequena, que ia da cintura até a metade das coxas. Praticamente a toalha me entregou na situação, ainda mais porque eu tinha que sair do banheiro até meu quarto pra me trocar. E claro, sabendo que meu tio tava rondando por ali que nem um leão caçando a presa, aquele momento era tipo um filme de terror, tensão pura. Mas mesmo assim, me enchi de coragem pra tampar meus peitos e sair do banheiro o mais rápido possível. Tava praticamente correndo pro quarto, atravessando a sala. Por sorte, meu tio não tava naquele lugar, e graças a isso consegui chegar bem rápido e fechar a porta atrás de mim. Dei um suspiro bem calma, mas comemorei cedo demais antes da vitória verdadeira, porque quando olhei na minha frente, vi meu tio sentado na minha cama, vestindo uma cueca box que marcava aquele volume enorme que já tinha mencionado antes. Ele sorria enquanto olhava meu corpo todo pelado na frente dele, que me percorria inteira, saboreando na mente todas as coisas que podia me fazer naquele quarto. — Oi, mija. — Ele me cumprimentou, balançando a mão de um lado pro outro, levantando o corpanzil na minha frente pra se aproximar de mim com passos decididos, que nada podia mudar. Já eu, me encostei na porta sem poder fazer nada além de olhar pra ele, sentindo meu coração bater com uma violência sem igual, enquanto respirava rápido. Me vi de novo naquela situação anterior, de tanta pressão psicológica, mas foi mais a pressão sexual e viril que aquele homem mostrava na minha frente, até me encurralar de vez, igual naquela noite no rio, quando ele me declarou que me queria de forma indireta. Só que agora, na privacidade daquele quarto silencioso, ele ia me deixar sem palavras. — Que foi, linda? Não vai cumprimentar seu tio favorito? — Oi... oi, tio... — Cumprimentei tímida, sem saber o que mais dizer por causa do nó na garganta. que se formou na minha garganta, me sentindo tão indefesa diante dele, que até para não prolongar mais a situação, colocou uma das mãos no trinco da porta para movê-lo e confirmar que deixou o quarto seguro para nós dois, já não havia mais o que fazer naquela situação além de esperar o momento chegar, algo que não demorou muito, pois meu tio, com a mão que tinha livre, puxou sua cueca escura para baixo até deixá-la cair nos pés e jogá-la na cama com uma das pernas, finalmente pude ver aquele enorme membro viril do qual na noite passada ele se gabava coberto, agora em carne grossa e uma presença que não era fácil de ignorar, via como pulsava forte, grosso, carnudo, parecia bem suculento pelos líquidos que sua cabeça deixava escorrer pelo falo e terminavam em suas bolas gordas que pingavam seu pré-gozo manchando o chão. E essa foi a primeira e única vez que pude ver o verdadeiro pau de um homem, um homem de verdade, não me lembro muito, mas acho que tinha uns 22cm de uma boa rola torrada.
Quando olhei pra aquele pauzão enorme dele, ele me encarou nos olhos, agora com um sorriso ainda maior, mostrando de certa forma o desejo que sentia por mim. Mas, se afastando devagar do meu corpo, segurou uma das minhas mãos pra me levar com ele e, com uma força incrível, me abraçou pelas pernas e me colocou na cama, sentando comigo ao lado dele. Me obrigou, de um jeito gentil, a levar minha mão até o pau dele pra tocar, sem que eu me sentisse forçada. E eu, sentindo meu ventre naquele momento me indicar algo que nunca tinha sentido antes, comecei a masturbar aquele pau suculento que sujava minha mão com o pré-gozo quentinho. Massageava da base até a cabeça, mesmo que de forma atrapalhada pela minha pouca experiência, mas ele tava adorando como nunca, pelos suspiros de prazer que soltava com meu toque. E isso tudo acompanhado, claro, dele começando a acariciar meu corpo, principalmente meus peitos, com os quais brincava, puxando, apertando meus bicos e massageando tudo em volta, enquanto com a outra mão explorava minha entreperna. Instintivamente, comecei a abrir as pernas pra ele tocar o que quisesse. Os dedos dele eram meio ásperos, mas fortes e muito habilidosos, passando de um lado pro outro da minha buceta, abrindo ela de leve e brincando com meu clitóris. Foi quando meu corpo começou a reagir, soltando gemidos baixinhos mas gostosos, com minhas pernas se mexendo por causa da habilidade dele. Claro que isso atrapalhava a punheta que eu tava dando nele, porque eu me contorcia um pouco de prazer e não conseguia evitar, mesmo querendo. Ele continuava sorrindo com a cena que a gente tava vivendo, molhando os dedos na minha buceta, que começava a ficar toda melada sem controle, rápido pra caralho, porque eu ainda era virgem e meu corpo nunca tinha experimentado nada daquilo com um homem, ou pelo menos nada parecido. Assim foi por alguns minutos, até que eu senti ele afastar o corpo do meu de novo. Mio, só que agora como antes, ele me agarra com as mãos, agora segurando meus glúteos, e me coloca numa posição nova pra mim naquele momento, já que ele ficou de pé na beira da cama e me arrastou pelos lençóis pra me posicionar com mais facilidade. Abraça minhas coxas com os braços fortes dele, sem me deixar escapatória alguma, levando a piroca suculenta dele contra minha buceta de um jeito que, agora com a posição superior dele diante da minha situação manipulável, começou uns leves massagens nos lábios da minha virgindade, percorrendo toda aquela área devagar. Eu só conseguia me segurar nos lençóis enquanto fechava os olhos, gemendo baixinho e meio abafado pra meus pais não me ouvirem na hora. Hoje ainda fico confusa porque naquele momento eu tava gostando que meu tio, meu tio de sangue, me desse prazer daquele jeito, e eu sem me negar ao instinto sexual entre nós dois. Acho que pelos instintos sexuais mais primitivos do homem e da mulher, a gente começou a se desejar, principalmente por aquela essência de "reprodução" pra deixar uma descendência nesse mundo. Por sorte, não foi o caso entre a gente. Sem enrolar mais a história, posso continuar dizendo que ele ficou acariciando minha buceta melada por minutos, minutos que viravam eternos pelo prazer que nossos corpos tavam trocando como bichos no cio, desesperados por um sexo intenso pra gozar um no outro como se fosse um casal. E foi assim, afastando o pauzão dele da minha bucetinha pra agora separar com os dedos indicador e polegar, apertar de leve os lábios da minha buceta um contra o outro enquanto já apontava a cabeça do pau dele contra o meu. — Já vou entrar, querida. Cê tá pronta, né? Eu respondi tímida, não com palavras, mas balançando a cabeça num "sim" junto com os suspiros notáveis de êxtase que foram aqueles minutos. Agora, quando ele tava se preparando, me deu mais uns massagens por fora da minha buceta até que finalmente começou. Ele chegou mais perto da minha área. Começando devagar e com pressão a penetrar no meu sexo virgem enquanto eu torcia minhas costas de prazer doloroso, junto com rasgar os lençóis debaixo de mim, podia sentir como, ao pressionar minha região com os dedos, fazia meu interior ficar mais apertado, e isso dava choques sexuais nos meus neurônios. Sentia aquela dor correr dentro de mim, mas que era ofuscada por um êxtase sexual intenso. Por sorte, na minha primeira vez não sangrei, e assim ele pôde continuar até que a cabeça dele beijou minha barriga, sendo finalmente o momento em que, por minha fraqueza, gozei no pau dele, no pau do meu querido tio, que deu risadinhas de satisfação ao me ver tão submissa, indefesa, estar entre suas garras e me fazer dele naquele momento. Eu podia sentir como meu cérebro, depois de gozar, derretia no ritmo de balbucios de palavras pouco claras, mas essas palavras, em novos segundos, começaram a se transformar em gemidos muito quentes pelo jeito que ele estava me tratando. Ele tirava o pau devagar e colocava de novo devagar, podendo aproveitar meu corpo, assim como eu aproveitava o trato daquele homem apaixonado que queria me fazer dele a todo momento.
-Mmmmh... Que apertadinha. Eu ouvi as palavras do meu tio, que me indicavam que ele estava aproveitando mais do que nunca e, principalmente, que ele tinha percebido que minha virgindade foi roubada por ele. A cada segundo que passava, aumentava o movimento dos quadris dele contra minha buceta, que finalmente tinha soltado das mãos dele para ele segurar minhas pernas com os dois braços, curvando um pouco o corpo para entrar melhor em mim, beijando meu útero a cada metida sem chegar a penetrá-lo. Na verdade, lembro exatamente que ele não tinha enfiado tudo, só tinha colocado uns 2 ou 3 quartos do pau dele, o que já dizia muito sobre ele, sendo dominante a cada momento até que finalmente parou, me deixando respirar por alguns segundos. Eu me sentia muito agitada e suada, meu corpo tremia de prazer por receber o majestoso pau dele, que tomava conta do meu interior, e ainda ficamos transando apaixonadamente e sem parar até as 4 da manhã. Foi algo glorioso que consigo lembrar, mas continuo com o relato. Quando ele parou as investidas, tirou o pau suculento da minha buceta para mudar de posição de novo. Ele me soltou para pegar meu corpo como se fosse uma bonequinha e me deitou sobre o corpo dele, com ele embaixo e eu por cima. O pau dele tomou posição de novo para, repetindo o ato, me penetrar enquanto ele me abraçava pela cintura e colava minha barriga no corpo dele. Eu só conseguia me segurar na moldura da cama enquanto ele, debaixo, começava de novo o movimento dos quadris fortes contra minha entreperna, repetindo o ato. Sentia meu corpo quicar sobre o dele e meus peitos se moverem desenfreadamente com aquela penetração que ele estava me dando naquela noite. Meu olhar estava perdido na parede, via tudo meio borrado, não por me sentir mal, mas porque meus sentidos estavam nublados graças às investidas que me faziam soltar um caldo vaginal quente que dilatava ainda mais minha buceta e banhava o pau ardente dele dentro de mim. No entanto, Algo tinha acontecido, porque naquele momento senti que ele parou meio de repente, não saiu de dentro de mim, mas também não se mexia. Aí, de uma hora pra outra, ele começou a enfiar o pau devagar de novo, deslizando fácil por todo o meu interior até beijar meu útero outra vez, como se fossem dois amantes sob a lua cheia. Ele me abraçou com uma força danada na minha barriga, cruzando os braços na minha cintura, pra me impressionar com umas estocadas pequenas que começaram a penetrar meu colo do útero com calma e paciência, até que em segundos ele deu um último empurrão, entrando de vez no meu útero. Aquilo me fez gritar de dor e prazer, mas eu soube me controlar: antes de fazer qualquer barulho, tampei a boca com as duas mãos, sentindo minhas pernas tremerem sem parar, igual um terremoto. Depois do grito que engasguei nas minhas palmas, soltei a boca e deixei minha barriga cair sobre a do meu tio, me segurando fraquinha na beirada da cama enquanto escondia o rosto no ombro esquerdo dele. E um detalhe importante: como eu falei antes, meu tio tinha um pau de 22cm de comprimento e bem grosso, e como eu era bem virgem na época, minha buceta só aguentava uns 17cm de pica — agora que fiz os exames necessários, descobri isso. Imagina só: uma virgem de 18 anos sendo completamente penetrada por um pauzão gordo de uns 22cm, já é pedir demais, ainda mais do jeito que tudo acontecia. Mas vou deixar isso de lado pra continuar a história.
Naqueles segundos que, pra minha percepção da realidade, pareciam eternos, eu senti de novo uma penetrada suave e meio lenta do meu tio, pra ele se ajustar ao meu tamanho com mais facilidade. Lembro que foi assim por uns 2 minutos de uma penetração gentil, até que ele aumentou o ritmo da cintura de novo e me fez sentir a mulher dele naquele momento. Dava pra sentir os colhões grossos dele batendo no meio da minha bunda, o que me fez perceber na hora que meu tio tava reprimido há um tempão. Depois que a gente transou, ele me contou que não tinha uma foda tão intensa fazia 6 meses e 2 semanas. Pelo que vocês tão lendo e imaginando, naquela noite ele me encheu igual um peru de Natal, mas com a sorte de eu não engravidar, só sentindo o útero bem cheio e quente. Mas continuando, ele me manteve em cima do corpo dele por um bom tempo, me dando umas estocadas gostosas enquanto reajustava minha buceta pra só aguentar o pau grosso dele, me fazendo gemer, gemer e gemer de tanto prazer delicioso de sentir o pinto dele. Em resposta, comecei a beijar o pescoço dele, e ele respondia de leve, e a gente acabava cruzando os lábios várias vezes, onde ele me dominava de novo como só um homem de verdade sabia fazer. Ele me beijava em todos os lugares que queria, me dava uns beijos dos mais gostosos da minha vida, e até lambia pra deixar o cheiro dele na minha boca. Passava a língua no meu pescoço com umas mordidinhas que me davam uns choques de êxtase divino, lambia meus peitos e chupava meus bicos duros, o que me fazia rir, mas uma risa bem quente. No geral, ele fazia de tudo comigo naquele momento enquanto me comia como se fosse uma lua de mel. Depois de uns minutos, igual antes, ele mudou a posição dos nossos corpos de novo pra, finalmente, chegar na última posição que ele tinha preparado pra mim: me colocou debaixo do corpo dele, deixou minhas pernas nos ombros dele e passou os braços dele por baixo das minhas coxas. Agarrando minhas nádegas pra me posicionar direitinho, como antes, me levou até a beira da cama pra colocar um dos joelhos dela em cima da cama e a outra perna esticada, me deixando numa posição onde eu não conseguia me mexer de jeito nenhum, só segurar os lençóis com força e receber os beijos dela sem piedade alguma. E então, com tanta habilidade pra dominar meu corpinho, ela começou de novo a me empurrar como antes, só que agora aumentava a velocidade das investidas com o tempo, até literalmente bater os testículos gordos dela contra minhas nádegas, deixando elas marcadas de tanta potência sexual que ela tava soltando em mim. Meus gemidos aumentaram de força, mostrando que eu, nas garras dela, tava sendo mais que satisfeita. Me senti diferente do normal e adorei, principalmente por como aquele macho enorme me fez sua mulher em só uma noite, enquanto me dava tão bem que eu não queria que parasse. No fundo, eu ansiava que me penetrasse em todas as posições que ela quisesse, que me mordesse e me violentasse de um jeito que eu só pensasse nela, mas pela gentileza e o amor dela por mim, por como me tratava de forma romântica e tão apaixonada, eliminava esses pensamentos tão sujos e só me deixava com o sonho de que me fizesse sua mulher pra sempre me encher com o sêmen quente dela. A tensão sexual entre nós duas era mais que óbvia, o pau dela era abraçado com força pelas minhas paredes vaginais, engolindo ele quando metia e fazendo força pra não deixar sair de mim, aumentando o impacto dos orgasmos que ambas recebíamos. Tudo era delicioso e muito quente, até o momento em que as investidas dela ficaram lentas, mas muito fortes, como se fosse uma máquina, diminuindo mais a velocidade com o tempo até que explodiu minha buceta com investidas lentas, mas que cravavam dentro de mim como se fosse uma lança, sendo o momento final em que ela parou, me dando uma das penetrações mais fortes daquela noite. até enterrar toda sua rola suculenta e grossa na minha bucetinha rosada, começando a despejar seu esperma quente dentro de mim, fazendo eu gritar agora de tanto prazer extremo que sentia por ser preenchida. Ele bombeava seu leitinho dentro de mim, começando a me encher enquanto eu recebia tudo de bom grado, e até gozei de tão excitada que tava, me remexendo um pouco por aquela sensação tão gostosa. Só que depois de alguns segundos sendo preenchida pelo meu tio, ele tirou o pau de dentro de mim, já mole e coberto do esperma dele, enquanto a gente se deitava na cama um do lado do outro, respirando pesado, olhando pro teto perdidos, mas satisfeitos por finalmente termos desabafado um com o outro. Ele tava há muito tempo sem transar com uma mulher de verdade, e eu finalmente podendo ter minha primeira vez, e melhor ainda, com alguém que eu conhecia e sabia que ia me cuidar como se fosse a mulher dele. No final, ele me olhou sorrindo, e eu olhei pra ele do mesmo jeito, já meio descansados, mas suados depois de uns 5 minutos de calma. — Quer... fazer de novo? — meu tio perguntou, e eu, sem responder, subi nele, abracei o pescoço dele e beijei, numa resposta mais que positiva, sendo correspondida por ele, e aí a gente voltou a fornicar de novo, agora com um pouco mais de experiência e habilidade, mas ele sempre no papel dominante, enquanto eu recebia como uma boa menininha as deliciosas penetrações dele. Depois daquela noite e de foder como animais, na manhã seguinte a gente voltou a se comportar do mesmo jeito amigável e familiar. Junto com meus pais, a gente convivia agora mais felizes do que nunca, eu perto do meu tio e ele me enchendo de carinho de vários jeitos, mas claro, sem esquecer nossa primeira vez e repetindo sempre na casa dele. E pra contar, a gente transava toda vez que dava, quando meus pais estavam longe, dormindo, se saíam ou precisavam ir pra outro lugar, a gente aproveitava pra foder em todos os cantos. possíveis e com todas as posições que ele tinha por experiência, no meu quarto, no dele, na sala, na cozinha, na piscina, no estábulo, no galpão, no chuveiro dele — que era onde ele me dava as fodas mais gostosas —, no rio, e até de um jeito bem ousado, mas poucas vezes, quando a gente saía, sempre procurávamos pelo menos um lugar privado em público pra continuar transando, tipo no provador de uma loja onde quase fomos pegos por muito pouco, nos banheiros de um supermercado, num cinema pequeno da região, numa praia perto atrás das pedras ou com ele se escondendo debaixo de uma toalha enquanto eu tava num buraquinho que fazia na areia, e até numa cabine de fotos, das quais ainda tenho algumas guardadas por aí. Resumindo, no começo eu não queria, mas no final cedi, e olha que eu curti pra caralho com ele. Durante aquele tempo na casa dele, a gente virou amantes secretos, e mesmo depois de ter ido embora, continuávamos em contato bem próximo pela internet, trocando mensagens e fotos dos nossos corpos, uma experiência toda que até hoje lembro com muito prazer.
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