Lá estava a Lúcia... tão radiante e gostosa como sempre. A mulher por quem eu tanto me apaixonei estava na minha frente, totalmente transformada. De ser uma gótica otaku reservada, que parecia viver usando roupas largas pra não mostrar pros caras o corpo pornográfico que ela tinha. Pra isso... estar numa festa com um biquíni apertado, onde todo mundo via como minha mina era boa. E não só viam, já que muitos se dignavam a passar a mão nela como se fosse serviço público.
Mas eu entendia uma parada muito importante: minha namorada foi uma puta a vida inteira. Na escola anterior dela, todo mundo via ela como um objeto que tinha livre acesso pra usar. Cada pau daquela escola teve marca de saliva da minha mina, a reputação dela era tão pesada que nem os professores levavam ela a sério. Por causa disso, ela decidiu mudar de escola.
Mas parecia que ela tava aceitando as raízes dela e o que realmente era: uma puta... ou pelo menos foi o que eu pensei L: Ah... oi...
Y: Oi, amor
Ela me abraça e pega minhas mãos pra levar até a bunda dela. Me beija e enrola os braços no meu pescoço. Eu percebia que todo mundo olhava, sabendo que eu era o namorado dela. Alguns olhavam desiludidos... outros riam
L: Amor... desculpa...
Y: Me desculpa você, tá? Não sei o que passou pela minha cabeça pra te trair
L: A escola inteira sabe... não sei quem postou na conta de confissões anônimas
Y: Não sei, amor...
Ela me olha nos olhos fixamente e sorri
L: Mas é foda, eu acredito em karma...
Y: Como assim?
L: É o que eu mereço. Tive 5 namorados na vida toda, sem contar você. Todos eles eu traí, em maior ou menor grau
Y: Maior ou menor grau?
L: Bom... o menor foi um boquete que eu dei no irmão mais velho de um ex


Y: E a mais velha? L: Uff, dessa eu nunca vou esquecer nem me arrepender kkk. Meu ex tinha ficado bêbado e apagou, me deixou sozinha com os 7 amigos dele e... digamos que eu, bêbada, tô pegando fogo. Eles me detonaram entre os 7 enquanto meu ex dormia do lado.

Y: ... L: Me trataram a noite inteira como brinquedinho deles. Y: ... L: Calma, amor, não vou te chifrar... diferente de você.
Eu sentia ela muito estranha, dava pra ver que não queria tocar muito no assunto de que me bloqueou e que ficamos uma semana sem nos falar. Me dava tesão imaginá-la com 7 caras ao mesmo tempo, o corpo de atriz pornô dela tornava impossível não cair na tentação e trair um "amigo". Mas algo em mim estava feliz, sentia que não tinha nada pra me preocupar. Ainda mais porque...
L: Eu amo você e só você (me beija).
Y: Eu também, amor.
L: Os chifres doeram... mas fazer o quê, eu merecia, te amo.
Y: Merecia porque também me chifrou ou por quê? Agora fiquei na dúvida.
L: Não, de jeito nenhum. Mas pelo meu passado eu merecia, fiz a mesma coisa com todos os meus ex... além disso... por causa de tudo do Cristian e tal... te amo...
Y: Tá bom, amor.
O sorriso dela foi sumindo aos poucos, fazendo aquela cara séria que fazia quando algo estava corroendo a cabeça dela ou quando tramava alguma coisa. Ela me olha e me beija de novo, a gente continuava com todos os olhares do pessoal da festa em cima da gente, embora a maioria dos homens estivesse de olho na bunda da minha namorada.


L: Vamos pra piscina com a Nahir, me segura pela buceta em vez da mão, assim tu mostra autoridade... além disso... eu gosto de ser levada como um troféu Y: Tá bom, amor
Eu obedeço e a gente vai andando até a piscina, enquanto eu pegava e apalpava a bunda treinada dela na academia. Todo mundo tava olhando pra gente, ou melhor, olhando pra ela, que tava andando meio estranho...
A Lúcia tava rebolando mais do que o normal, a bunda dela balançava de um lado pro outro. Mas não era só isso, porque ela percebia que os peitos dela pulavam a cada passo que dava. Todo mundo olhava pra ela com olhos de tesão, principalmente os dois caras que estavam na piscina junto com a Nahir.
Chegamos e a Lúcia entrou na piscina junto com a Nahir. N: Ai amiga, cê tá um fogooo
L: Viu??
N: Totalmente putinha, qualquer movimento errado e cê fica de peito de fora kkk
L: Kkk
Os dois caras que estavam com a Nahir entraram na conversa. Vale dizer que os dois eram homens altos e visivelmente fortes, não eram exageradamente musculosos, mas os músculos deles eram bem invejáveis. Eu ainda estava com toda a minha roupa, parado do lado de fora da piscina.

C1: Vamos ter que te colocar pra jogar vôlei, gostosa. L: Por quê? (Aperta os peitos com os braços)
C2: Assim, com o movimento, escapa uma peitinha.
C1: Claaaaro, haha.
Os dois riam à vontade, sem medo de nada... embora, com o tamanho da força que aparentavam, era óbvio que não iam ter medo de mim. Dias depois, descobri que os dois eram primos do Martín.
N: Cê podia dar um showzinho pra eles, não?
L: Dos meus peitos? (Olha pra mim)
N: Claro, realiza o sonho deles, haha.
L: Hmm... desculpa, mas eu tenho namorado e ele tá aqui. Respeita ele.

Ela me olha e manda um beijo daquele jeito que me fazia apaixonar, com aquela cara de santinha que nunca mataria uma mosca, mas ao mesmo tempo aquele olhar safado e sedutor que eu sempre traduzia como: Sou só sua e sua putinha particular, mesmo que aqui todo mundo me veja como uma santa. Ela me tinha enfeitiçado.C1: Ahh, bom... pelo visto ele não te respeita muito também.
L: O quê? Por quê?
C1: Ele andou comendo outra, isso não é nada comparado a você mostrar um peito.
A cara da Lucia mudou completamente, como se ela realmente tivesse esquecido que tinha me traído com o Cristian. Pensei que ela ia ficar do lado daqueles caras e ia acabar mostrando aqueles peitões enormes, mas...
L: Pô, sério que todo mundo sabe? Não tem ninguém aqui que não saiba? Meu Deus.
C1: A grande maioria deve saber, a Nahir me contou.
L: Sério? Fala sério, vaca, foi você que contou tudo?
N: Ah não, amiga, juro que não fui eu.
L: ... Vamos, amor.
Acompanhei a Lucia, dava pra ver que ela precisava sair daquele lugar onde não se sentia à vontade e ainda por cima não paravam de sexualizar ela.
L: Preciso espairecer, amor.
Eram 23h, cedo demais, considerando que a gente entrava às 8h do dia seguinte na escola. A ideia dos "upd" é sempre fazer uma festa e todo mundo chegar de ressaca e sem dormir no último ano da escola. Embora pra mais de um, o objetivo é comer as mais gostosas da turma.

Ficamos 3 horas inteiras juntos, dançando só nós dois e bebendo, sinceramente, sentia que tudo com a Lucia estava sendo lindo. Não paramos de rir, de nos beijar, de conversar como na época em que não éramos nada, mas os dois tínhamos vontade de ficar juntos. Já eram 2h da manhã e a gente tava no nosso mundinho e bem bêbados. Nessas 3 horas juntos, não falamos com mais ninguém além de nós mesmos. L: Te amo mais que tudo, love
Y: Eu também, meu amor...
Lucia ainda estava naquele biquíni infernal, parecia ter saído de uma concessionária pornô, toda pronta pra gravar sendo macetada por horas. Me deixava com um tesão que nem a Ludmila conseguia, e ainda por cima, toda vez que via o rosto da minha mina, imaginava ela no meu futuro, sendo a mãe dos meus filhos. Algo que não aconteceu nem ia acontecer com a Ludmila.



Enquanto a gente dançava e eu olhava nos olhos dela, sentia de novo aquela paixão que experimentei na primeira vez que a vi. Até que ela, sem dizer uma palavra e aproveitando que ninguém mais tava olhando nem pra mim nem pra ela, enfiou a mão quente e macia dentro da minha calça jeans, deixando bem clara a grande ereção que eu tava e aquela vontade natural e, diria até primitiva, de gozar dentro da buceta da minha "esposa" pra continuar o ciclo da vida.
L: amor... Y: Mmm... sim?... L: (no meu ouvido) Tô tão tesuda que te chupava aqui mesmo... Y: Deus... L: A vontade que tenho de enfiar teu pau inteiro goela abaixo é... puta merda... desumana Y: Sabe o que eu gosto... L: Vamos lá pra cima... e você fode minha garganta até eu vomitar... caralho... Ela tava completamente louca, juro que nunca tinha visto ela tão tarada e excitada como naquela noite. Deixei ela passar na frente, como todo cavalheiro... pra ver aquela bunda tão gostosa que ela tinha.
Subimos até o último andar, já que todos os quartos até agora estavam ocupados. Passamos por três... todas sem bater na porta. No primeiro, tinha uma mina que eu quase não conhecia, mas via direto na escola. Ela tava com um vagabundo raiz, chupando a pica dele. Queria comentar que hoje em dia essa mina é mãe por causa daquela noite...



A segunda foi uff, gostosa pra caralho... a irmã do Martín tava sendo comida por dois caras, gritava que nem uma puta de verdade e nem ligou que a gente viu.

Mas a terceira e última foi a que mais impressionou a mim e a Lucia. A puta da Ludmila estava ajoelhada no banheiro, chupando as pirocas enormes do Martín e do Cristian.



C: Uff, fecha a porta, amigão M: Que bem que a sua amante chupa, hein, ezee
Fecho a porta na mesma hora...
L: Não se preocupa, love... vou superar
Y: Desculpa, love
L: A única coisa que quero que me diga agora é se eu chupo melhor que aquela puta
Lúcia se ajoelhou no meio do corredor, do lado de fora da porta do banheiro. Baixou minha calça e puxou meu pau pra fora, sem dizer uma palavra, começou a chupar como se toda a vida e reputação sexual dela dependesse de quão bem ela me chupasse naquela noite.

L: Ahhh... meuuuu deus, tava precisando de uma pica Y: Toma tudo, putinha
Lucia não conseguia parar de chupar meu pau, enfiava até o fundo da garganta e o barulho do boquete dela era evidente pra qualquer um que passasse. Mas uma coisa jogou muito contra mim... dava pra ouvir tudo o que tava rolando dentro daquele banheiro entre Martín, Cristian e Ludmila


Lud: AIH SIM, me transformem em merdaa M: Nossa, como meu pau inteiro entra nessa bunda dela
Lud: Sou toda de vocês, a noite inteira pra vocês, papais
C: Agradece que eu deixei a parte que aperta, a buceta, toda arrombada essa semana inteira que eu comi ela
Enquanto isso era ouvido, Lucia... começou a se masturbar enquanto me chupava. O chão tava completamente molhado por causa de como minha namorada tava gozando.
L: Ai, meu Deus... Y: Você adora chupar minha pica, não é, putinha? L: Ai sim... ahhh... Lúcia já não aguentava mais e dava pra perceber, enquanto se ouvia eles rasgando a Ludmila no meio. A gente ficou fácil, meia hora ali, gozei 3 vezes na boca da minha namorada. Ela tava tão desesperada que tive que pedir pra parar porque começou a doer. Mal falei isso, saíram Ludmila, Martín e Cristian do banheiro. Os caras estavam totalmente vestidos, mas dava pra ver claramente que estavam de pica dura, até diria que pulsavam de tão forte que devem ter comido a Ludmila.
Por outro lado... o rosto da Ludmila tava um bagaço, tinha resquícios de porra em cada célula da cara dela.
Y: Meu Deus, quanto tempo vocês estão aí? C: Ufa, mano, fácil? Umas 1h30, por aí.
Lúcia continuava de joelhos, enquanto Cristian e Martín estavam parados ao lado dela... a cena não era nada atraente pra mim.
Lud: Ai, Sweetie... desculpa fazer teu namorado gozar na minha cara...
L: ...
Lud: Mas fica tranquila, gostosa, é melhor eu ficar com essas duas pirocas que são bem maiores, kkk.
Assim, Ludmila, Cristian e Martín desceram. Dava pra sentir que eles estavam andando com um troféu. Um troféu que tinha a cara toda lambuzada de porra. Enquanto iam embora, ouvi Lúcia falar algo bem baixinho...
L: Os dois têm 25cm de pica...


Como eu queria mostrar pra Ludmila que ela também sabia o tamanho das pirocas dos amigos dela... mas a Ludmila já tinha ido embora. Y: Falou algo, amor?
L: Não, docinho, valeu pela gozada...
Continua...
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