Com a minha irmã Isabel, a diferença de idade é grande porque nossa mãe me teve muito nova e minha irmã, já mais velha (somos 5 irmãos no total). A gente morava junto até eu me mudar e, depois de alguns anos, formei minha família. Mas ela não teve a mesma sorte. Pra resumir, ela é mãe e cria meu sobrinho praticamente sozinha. Nem preciso dizer que o tema do incesto consentido sempre foi um dos meus maiores fetiches e segredos. E pelo visto, também o da minha irmãzinha... Tudo começou com uma conversa inocente no WhatsApp há pouco mais de três meses, onde tudo foi pro caralho. Ela começou a me perguntar como eu tava com a minha mina... E eu meio que contei que as coisas não iam bem. Num momento, falo: - E você? Tem 23 anos e desde que se separou do pai do menino, nunca mais nada? Ela responde: - Não, nada, prefiro ficar assim. Será que os caras não me acham bonita? - Você é mó gostosa, Isabel, para de encher o saco! E ela diz: - Ah... você sabe que sou gordinha, e os caras não curtem muito isso. - Você é mó gata, garota! Para de besteira - Sério? Falo, - óbvio que sim! E ela diz: - Você também é... Pena que sua mulher não te cuida! Fiquei meio sem reação, porque como era por texto no WhatsApp, não sabia se ela tava zoando ou falando sério. E é aí que ela solta a primeira bomba. Ela diz: - Além disso, eu sei que você me acha bonita, ou pelo menos achava antigamente, eu sei que com (.... anos) você me espiava quando eu tava tomando banho e vinha visitar em casa, ou quando eu me trocava e tava pelada... Caralho, pensei, fiquei gelado. Ela sabia de tudo e eu não sabia o que responder. Teve uma pausa eterna onde eu não tinha coragem de escrever. Então ela dobrou a aposta. - Ou vai negar? Ela diz. É aí que fiz a primeira coisa que veio na cabeça, e comecei a pedir desculpas de mil jeitos possíveis. - ...E te agradeço por não ter me dedurado pros velhos, sério, reconheço que Eu fui um idiota, não devia ter feito aquilo... E é aí que ela solta a segunda bomba. Ela diz: — Agora vou te confessar uma coisa, eu adorava que você me espiasse... Porque não conseguia acreditar que uma garota da minha idade poderia interessar um cara mais velho como você... Sabe, você sempre foi tipo meu ídolo. De novo fiquei mudo... Essa garota sempre estava um passo à frente. Eu disse: — Não leva a mal, mas pra mim você sempre vai ser gostosa... E ela responde: — Você também... Naquela noite, a conversa foi morrendo e ficou tudo meio estranho... Três dias depois, eu estava sozinho, porque minha esposa tava trabalhando e os meninos na escola (coisa que todo mundo da minha família sabe). Toca a campainha de casa depois do meio-dia, pergunto quem é e respondem: — Sou eu, Isa (que é como a chamamos)... Abro a porta e lá estava minha irmã (sozinha), e ela diz: — Vim tomar um mate, não te incomoda, né? (Pela minha cara, ela percebeu na hora, porque lembrei logo da nossa última conversa e meu rosto ficou vermelho que nem fogo). Preparei o mate, e começamos a falar de coisas banais, ela perguntou pelo meu sobrinho, eu perguntei pelos dela, pela minha esposa (óbvio que essa pergunta era mais por obrigação do que por interesse). Até que o assunto principal veio à tona... Dessa vez, fui eu que puxei o assunto, agradecendo de novo por ela não ter contado nada sobre eu espionar ela, e ela me dizendo pra relaxar, que já era, e repetindo que gostava, na verdade as palavras dela foram: — Já te falei, me dava um tesão danado saber que você fazia isso... Agora me diz a verdade, você batia uma me vendo? Quase cuspi o mate... Minha própria irmã falando assim comigo, era demais. Mas eu sou bem mais velho que ela, não podia recuar nem hesitar, e já que tava no jogo, fui fundo. — Claro, gata, você já viu as tetas que você tem?! E naquela época você já era peituda e com uma raba de respeito. — Cala a boca, mano! Kkkkkk... E agora? — Agora o quê? — Você já bateu uma pensando em mim, agora que sou mais velha? Filha da puta (com todo respeito à minha mãe), essa jovem estava Sacada ou era pior que eu, pensava. Nisso, já tinham começado os roces de mãos sem a gente perceber, que viraram carícias. — E sim, Isa, verdade, me mata não, mas mais de uma vez eu bato umas punhetas do caralho pensando em você... Isso eu falei já segurando a mão dela e, sem perceber, bem perto do rosto dela, sem tirar os olhos dos lábios dela. Quando me dei conta, a gente se beijou bem timidamente... Um selinho quase, depois outro... Depois um beijo abrindo só um pouco a boca. Em menos de dois minutos, a gente já tava transando feio, só na língua e saliva... Quase não falávamos nada. Só dava pra ouvir nossa respiração ofegante. Devem ter passado mais uns dois minutos, quando peguei ela pelo braço e sentei ela em cima de mim. Minha irmã, se atreveu a me dizer: — Sempre quis isso, sempre quis que meu irmão mais velho me tivesse assim... Continua, por favor... Eu não aguentava mais... Tirei a regata dela, que voou pelo ar, e ela mesma tirou os peitos pra fora do sutiã. Aqueles peitões enormes, de auréolas grandes que sempre me deixavam louco, agora estavam na minha boca, enchendo eles de saliva, mordendo, esticando os bicos... — Isso, filho da puta... faz comigo o que quiser... sou sua, sou sua irmã e sua puta. Era demais pra nós dois... Praticamente arrastei ela até meu quarto, onde nos esperava minha cama de casal...
Com a minha irmã Isabel, a diferença de idade é grande porque nossa mãe me teve muito nova e minha irmã, já mais velha (somos 5 irmãos no total). A gente morava junto até eu me mudar e, depois de alguns anos, formei minha família. Mas ela não teve a mesma sorte. Pra resumir, ela é mãe e cria meu sobrinho praticamente sozinha. Nem preciso dizer que o tema do incesto consentido sempre foi um dos meus maiores fetiches e segredos. E pelo visto, também o da minha irmãzinha... Tudo começou com uma conversa inocente no WhatsApp há pouco mais de três meses, onde tudo foi pro caralho. Ela começou a me perguntar como eu tava com a minha mina... E eu meio que contei que as coisas não iam bem. Num momento, falo: - E você? Tem 23 anos e desde que se separou do pai do menino, nunca mais nada? Ela responde: - Não, nada, prefiro ficar assim. Será que os caras não me acham bonita? - Você é mó gostosa, Isabel, para de encher o saco! E ela diz: - Ah... você sabe que sou gordinha, e os caras não curtem muito isso. - Você é mó gata, garota! Para de besteira - Sério? Falo, - óbvio que sim! E ela diz: - Você também é... Pena que sua mulher não te cuida! Fiquei meio sem reação, porque como era por texto no WhatsApp, não sabia se ela tava zoando ou falando sério. E é aí que ela solta a primeira bomba. Ela diz: - Além disso, eu sei que você me acha bonita, ou pelo menos achava antigamente, eu sei que com (.... anos) você me espiava quando eu tava tomando banho e vinha visitar em casa, ou quando eu me trocava e tava pelada... Caralho, pensei, fiquei gelado. Ela sabia de tudo e eu não sabia o que responder. Teve uma pausa eterna onde eu não tinha coragem de escrever. Então ela dobrou a aposta. - Ou vai negar? Ela diz. É aí que fiz a primeira coisa que veio na cabeça, e comecei a pedir desculpas de mil jeitos possíveis. - ...E te agradeço por não ter me dedurado pros velhos, sério, reconheço que Eu fui um idiota, não devia ter feito aquilo... E é aí que ela solta a segunda bomba. Ela diz: — Agora vou te confessar uma coisa, eu adorava que você me espiasse... Porque não conseguia acreditar que uma garota da minha idade poderia interessar um cara mais velho como você... Sabe, você sempre foi tipo meu ídolo. De novo fiquei mudo... Essa garota sempre estava um passo à frente. Eu disse: — Não leva a mal, mas pra mim você sempre vai ser gostosa... E ela responde: — Você também... Naquela noite, a conversa foi morrendo e ficou tudo meio estranho... Três dias depois, eu estava sozinho, porque minha esposa tava trabalhando e os meninos na escola (coisa que todo mundo da minha família sabe). Toca a campainha de casa depois do meio-dia, pergunto quem é e respondem: — Sou eu, Isa (que é como a chamamos)... Abro a porta e lá estava minha irmã (sozinha), e ela diz: — Vim tomar um mate, não te incomoda, né? (Pela minha cara, ela percebeu na hora, porque lembrei logo da nossa última conversa e meu rosto ficou vermelho que nem fogo). Preparei o mate, e começamos a falar de coisas banais, ela perguntou pelo meu sobrinho, eu perguntei pelos dela, pela minha esposa (óbvio que essa pergunta era mais por obrigação do que por interesse). Até que o assunto principal veio à tona... Dessa vez, fui eu que puxei o assunto, agradecendo de novo por ela não ter contado nada sobre eu espionar ela, e ela me dizendo pra relaxar, que já era, e repetindo que gostava, na verdade as palavras dela foram: — Já te falei, me dava um tesão danado saber que você fazia isso... Agora me diz a verdade, você batia uma me vendo? Quase cuspi o mate... Minha própria irmã falando assim comigo, era demais. Mas eu sou bem mais velho que ela, não podia recuar nem hesitar, e já que tava no jogo, fui fundo. — Claro, gata, você já viu as tetas que você tem?! E naquela época você já era peituda e com uma raba de respeito. — Cala a boca, mano! Kkkkkk... E agora? — Agora o quê? — Você já bateu uma pensando em mim, agora que sou mais velha? Filha da puta (com todo respeito à minha mãe), essa jovem estava Sacada ou era pior que eu, pensava. Nisso, já tinham começado os roces de mãos sem a gente perceber, que viraram carícias. — E sim, Isa, verdade, me mata não, mas mais de uma vez eu bato umas punhetas do caralho pensando em você... Isso eu falei já segurando a mão dela e, sem perceber, bem perto do rosto dela, sem tirar os olhos dos lábios dela. Quando me dei conta, a gente se beijou bem timidamente... Um selinho quase, depois outro... Depois um beijo abrindo só um pouco a boca. Em menos de dois minutos, a gente já tava transando feio, só na língua e saliva... Quase não falávamos nada. Só dava pra ouvir nossa respiração ofegante. Devem ter passado mais uns dois minutos, quando peguei ela pelo braço e sentei ela em cima de mim. Minha irmã, se atreveu a me dizer: — Sempre quis isso, sempre quis que meu irmão mais velho me tivesse assim... Continua, por favor... Eu não aguentava mais... Tirei a regata dela, que voou pelo ar, e ela mesma tirou os peitos pra fora do sutiã. Aqueles peitões enormes, de auréolas grandes que sempre me deixavam louco, agora estavam na minha boca, enchendo eles de saliva, mordendo, esticando os bicos... — Isso, filho da puta... faz comigo o que quiser... sou sua, sou sua irmã e sua puta. Era demais pra nós dois... Praticamente arrastei ela até meu quarto, onde nos esperava minha cama de casal...
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