A história que vou contar aconteceu há alguns anos, quando eu trabalhava numa empresa de marketing digital. Naquela época, tudo parecia ir bem no trabalho: os projetos estavam a todo vapor, o clima era amigável e meu chefe já tinha me elogiado várias vezes pela minha dedicação e compromisso. Foi nesse momento que notei a presença da Pau, uma das minhas colegas de trabalho. A Pau era uma mulher gostosa e sexy, com um cabelo preto e liso que emoldurava o rosto de traços provocantes. Os peitos dela eram grandes e redondos, sempre enfiados em decotes provocativos que faziam todos os homens do escritório virarem a cabeça quando ela passava. E a bunda dela, nem preciso falar: grande e firme, sempre realçada por calças justas que deixavam pouco pra imaginação.
A Pau era conhecida na empresa pela beleza, mas também pelos boatos que rolavam em volta dela. Diziam que ela transava com os chefes em troca de benefícios e vantagens no trabalho. No começo, me recusei a acreditar nessas fofocas, achando que era tudo fruto de inveja e maldade. Mas com o passar dos dias, comecei a reparar em certas atitudes e gestos da Pau que me faziam duvidar da integridade dela.
Um dia, pra minha surpresa, fui promovido pra um cargo de mais responsabilidade na empresa. Com o novo cargo, vieram novas responsabilidades, mas também novas oportunidades. Foi aí que a Pau começou a se aproximar de mim de um jeito mais evidente. No começo, achei que as atenções dela eram puramente amigáveis. Ela me parabenizava pela promoção, perguntava como eu estava me sentindo com a nova responsabilidade e me dava conselhos pra lidar com a pressão. Mas aos poucos, os gestos dela foram ficando mais íntimos. Ela começou a tocar no meu braço quando a gente conversava, a sussurrar no meu ouvido quando estávamos a sós e a me lançar olhares sugestivos que me deixavam ao mesmo tempo desconfortável e excitado. Uma tarde, depois de uma reunião exaustiva com os chefes, a Pau me convidou pra ficar trabalhando até tarde no oficina. Embora no começo eu tenha resistido, acabei aceitando ficar mais um tempinho pra terminar uns trabalhos pendentes. Enquanto a gente trabalhava junto, a Pau chegou devagarzinho perto de mim, com uma cara de safada. "Que tal a gente dar uma pausa no trampo e relaxar um pouco?", ela sussurrou no meu ouvido, com a respiração quentinha roçando na minha pele. Antes que eu conseguisse falar qualquer coisa, a Pau pegou minha mão e levou até os lábios dela, chupando meus dedos devagar, de um jeito erótico. Um arrepio subiu pelo meu corpo e minha mente ficou nublada de desejo. "Isso é errado", eu gaguejei, tentando me lembrar que a gente não devia estar fazendo aquilo. "Tenho certeza que você tá adorando", ela disse, cheia de confiança. "Cê não quer experimentar o que eu posso te oferecer, meu bem? Todos os outros chefes do escritório ficaram encantados com as coisas que eu sei fazer". Antes que eu pudesse protestar, a Pau colocou minhas mãos na bunda dela e sussurrou no meu ouvido: "Tudo isso pode ser seu, cê não tá gostando do que vê?" A textura da bunda dela era macia e quentinha debaixo das minhas mãos, e minha mente se encheu de uma safadeza incontrolável. Não deu mais pra resistir, e meus lábios foram atrás dos dela com vontade, nossas línguas se enroscando num beijo apaixonado. Minhas mãos percorreram a bunda dela, sentindo como era grande e gostosa. A textura era macia e firme ao mesmo tempo, e não consegui evitar a tentação de apertar com força e tesão. Nunca na vida tinha tocado uma bunda tão perfeita e tão linda como aquela, era um rabão nota 10 mesmo. A Pau gemia baixinho contra meus lábios, as mãos dela acariciando minhas costas enquanto o corpo dela se arqueava contra o meu, pedindo mais contato. A Pau me empurrou pra cima da mesa, as mãos habilidosas dela desabotoaram minha camisa e a deslizaram pelos meus ombros. Minhas mãos percorreram as costas dela, desabotoando a blusa devagar pra revelar o sutiã de renda que mal segurava os peitões generosos dela. Olhei nos olhos dela enquanto meus lábios desciam pelo pescoço, deixando um rastro de beijos. molhados até chegar aos seus seios. Peguei eles com minhas mãos, sentindo a maciez e firmeza sob minhas palmas enquanto minha língua brincava com seus mamilos eretos. Pau se deixou levar pela paixão, seus gemidos enchendo o quarto enquanto minhas carícias a envolviam num turbilhão de desejo. Ela me olhou com olhos cheios de luxúria e tesão, e sem dizer uma palavra, tirou a calça, me deixando ver seu corpo quase nu que me tirou o fôlego. Ela só estava usando uma calcinha fio dental branca que ficava linda entre as duas nádegas. Era uma visão dos sonhos, com os peitos empinados e a bunda redonda e firme me tentando a chegar mais perto. Ela começou a desabotoar minha calça enquanto me olhava com um sorriso safado nos lábios. Assim que meu pau ficou livre, Pau não perdeu tempo e se inclinou até mim, pegando meu pênis na boca com habilidade e paixão, fazendo gemidos de prazer escaparem dos meus lábios. Seus lábios carnudos percorriam minha extensão com fervor, sua língua brincando com cada centímetro e chupando com força. Cada sugada mandava ondas de prazer pelo meu corpo, me fazendo gemer de tesão sob seu controle expert. De vez em quando ela descia até minhas bolas e as chupava sem parar de me masturbar, pra depois engolir tudo de novo. Eu peguei ela pela cabeça com as duas mãos e comecei a foder a boca dela, coisa que ela adorava. Pau sabia exatamente como me agradar e não parou de chupar até eu estar à beira do êxtase. Ela chupava como uma deusa e como uma puta ao mesmo tempo, enquanto não parava de me olhar nos olhos de um jeito sensual. Mas Pau não tinha terminado comigo ainda. Ela se levantou da escrivaninha e colocou minhas mãos nos peitos dela. Se a bunda dela era perfeita, os peitos não ficavam atrás nem um pouco. Eram grandes e macios, tão perfeitos que não pareciam reais. Apertei eles com desejo, maravilhado como eram magníficos e como me envolviam por completo. "Sabe o que mais eu posso fazer com esses", sussurrou Pau, antes de se inclinar pra frente e pegar meu pau no meio dos peitos dela. Ela começou a deslizar pra cima e pra baixo, fazendo um espanhol incrível que me deixou sem fôlego. A sensação era indescritível, meu pau sumia completamente entre as tetas dela que me apertavam de um jeito delicioso. Minhas mãos se agarraram na cintura dela, guiando os movimentos enquanto eu curtia a sensação inebriante do delicioso espanhol que a Pau tava me dando. O roçar da pele dela contra a minha e a visão dos peitos dela envolvendo meu pau me levaram a um nível de prazer que eu nunca tinha experimentado antes. Quando senti que tava perto de gozar, a Pau se levantou e se inclinou sobre a mesa, com a bunda empinada pra cima, me tentando com a oferta dela. "Pode fazer o que quiser comigo", ela sussurrou, com a voz rouca de tesão. "Sou toda sua". Continua...
A Pau era conhecida na empresa pela beleza, mas também pelos boatos que rolavam em volta dela. Diziam que ela transava com os chefes em troca de benefícios e vantagens no trabalho. No começo, me recusei a acreditar nessas fofocas, achando que era tudo fruto de inveja e maldade. Mas com o passar dos dias, comecei a reparar em certas atitudes e gestos da Pau que me faziam duvidar da integridade dela.
Um dia, pra minha surpresa, fui promovido pra um cargo de mais responsabilidade na empresa. Com o novo cargo, vieram novas responsabilidades, mas também novas oportunidades. Foi aí que a Pau começou a se aproximar de mim de um jeito mais evidente. No começo, achei que as atenções dela eram puramente amigáveis. Ela me parabenizava pela promoção, perguntava como eu estava me sentindo com a nova responsabilidade e me dava conselhos pra lidar com a pressão. Mas aos poucos, os gestos dela foram ficando mais íntimos. Ela começou a tocar no meu braço quando a gente conversava, a sussurrar no meu ouvido quando estávamos a sós e a me lançar olhares sugestivos que me deixavam ao mesmo tempo desconfortável e excitado. Uma tarde, depois de uma reunião exaustiva com os chefes, a Pau me convidou pra ficar trabalhando até tarde no oficina. Embora no começo eu tenha resistido, acabei aceitando ficar mais um tempinho pra terminar uns trabalhos pendentes. Enquanto a gente trabalhava junto, a Pau chegou devagarzinho perto de mim, com uma cara de safada. "Que tal a gente dar uma pausa no trampo e relaxar um pouco?", ela sussurrou no meu ouvido, com a respiração quentinha roçando na minha pele. Antes que eu conseguisse falar qualquer coisa, a Pau pegou minha mão e levou até os lábios dela, chupando meus dedos devagar, de um jeito erótico. Um arrepio subiu pelo meu corpo e minha mente ficou nublada de desejo. "Isso é errado", eu gaguejei, tentando me lembrar que a gente não devia estar fazendo aquilo. "Tenho certeza que você tá adorando", ela disse, cheia de confiança. "Cê não quer experimentar o que eu posso te oferecer, meu bem? Todos os outros chefes do escritório ficaram encantados com as coisas que eu sei fazer". Antes que eu pudesse protestar, a Pau colocou minhas mãos na bunda dela e sussurrou no meu ouvido: "Tudo isso pode ser seu, cê não tá gostando do que vê?" A textura da bunda dela era macia e quentinha debaixo das minhas mãos, e minha mente se encheu de uma safadeza incontrolável. Não deu mais pra resistir, e meus lábios foram atrás dos dela com vontade, nossas línguas se enroscando num beijo apaixonado. Minhas mãos percorreram a bunda dela, sentindo como era grande e gostosa. A textura era macia e firme ao mesmo tempo, e não consegui evitar a tentação de apertar com força e tesão. Nunca na vida tinha tocado uma bunda tão perfeita e tão linda como aquela, era um rabão nota 10 mesmo. A Pau gemia baixinho contra meus lábios, as mãos dela acariciando minhas costas enquanto o corpo dela se arqueava contra o meu, pedindo mais contato. A Pau me empurrou pra cima da mesa, as mãos habilidosas dela desabotoaram minha camisa e a deslizaram pelos meus ombros. Minhas mãos percorreram as costas dela, desabotoando a blusa devagar pra revelar o sutiã de renda que mal segurava os peitões generosos dela. Olhei nos olhos dela enquanto meus lábios desciam pelo pescoço, deixando um rastro de beijos. molhados até chegar aos seus seios. Peguei eles com minhas mãos, sentindo a maciez e firmeza sob minhas palmas enquanto minha língua brincava com seus mamilos eretos. Pau se deixou levar pela paixão, seus gemidos enchendo o quarto enquanto minhas carícias a envolviam num turbilhão de desejo. Ela me olhou com olhos cheios de luxúria e tesão, e sem dizer uma palavra, tirou a calça, me deixando ver seu corpo quase nu que me tirou o fôlego. Ela só estava usando uma calcinha fio dental branca que ficava linda entre as duas nádegas. Era uma visão dos sonhos, com os peitos empinados e a bunda redonda e firme me tentando a chegar mais perto. Ela começou a desabotoar minha calça enquanto me olhava com um sorriso safado nos lábios. Assim que meu pau ficou livre, Pau não perdeu tempo e se inclinou até mim, pegando meu pênis na boca com habilidade e paixão, fazendo gemidos de prazer escaparem dos meus lábios. Seus lábios carnudos percorriam minha extensão com fervor, sua língua brincando com cada centímetro e chupando com força. Cada sugada mandava ondas de prazer pelo meu corpo, me fazendo gemer de tesão sob seu controle expert. De vez em quando ela descia até minhas bolas e as chupava sem parar de me masturbar, pra depois engolir tudo de novo. Eu peguei ela pela cabeça com as duas mãos e comecei a foder a boca dela, coisa que ela adorava. Pau sabia exatamente como me agradar e não parou de chupar até eu estar à beira do êxtase. Ela chupava como uma deusa e como uma puta ao mesmo tempo, enquanto não parava de me olhar nos olhos de um jeito sensual. Mas Pau não tinha terminado comigo ainda. Ela se levantou da escrivaninha e colocou minhas mãos nos peitos dela. Se a bunda dela era perfeita, os peitos não ficavam atrás nem um pouco. Eram grandes e macios, tão perfeitos que não pareciam reais. Apertei eles com desejo, maravilhado como eram magníficos e como me envolviam por completo. "Sabe o que mais eu posso fazer com esses", sussurrou Pau, antes de se inclinar pra frente e pegar meu pau no meio dos peitos dela. Ela começou a deslizar pra cima e pra baixo, fazendo um espanhol incrível que me deixou sem fôlego. A sensação era indescritível, meu pau sumia completamente entre as tetas dela que me apertavam de um jeito delicioso. Minhas mãos se agarraram na cintura dela, guiando os movimentos enquanto eu curtia a sensação inebriante do delicioso espanhol que a Pau tava me dando. O roçar da pele dela contra a minha e a visão dos peitos dela envolvendo meu pau me levaram a um nível de prazer que eu nunca tinha experimentado antes. Quando senti que tava perto de gozar, a Pau se levantou e se inclinou sobre a mesa, com a bunda empinada pra cima, me tentando com a oferta dela. "Pode fazer o que quiser comigo", ela sussurrou, com a voz rouca de tesão. "Sou toda sua". Continua...
0 comentários - Pau faz de tudo por um cargo melhor (Parte 1)