Como o tempo passa, ontem minha sobrinha fez 21 anos, fomos visitar ela e passamos um tempo gostoso. Minha cunhada e o marido dela tinham dado de aniversário uma moto 0km pra ela, eu tinha que guardar e trazer escondido pra dar de surpresa. Quando eu tava descendo ela da caminhonete, minha cunhada trouxe um edredom pra tampar enquanto a gente festejava e me fala:
— Valeu, gordão.
— De nada, negrinha, fica tranquila que ela não desconfia de nada.
— Kkkk, a surpresa que ela vai ter...
— Que motinha foda que vocês compraram, é muito boa... Bom, vai lá que eu termino de esconder direitinho, ela não vai perceber nada.
— Vai nessa!!! E valeu mesmo... eu sei que posso confiar cegamente em você... e ela riu meio sem graça, trazendo à tona uma situação de 22 anos atrás....
Naquela época, fazia uns 6 meses que eu já tava de namoro com a minha atual mulher. Elas são gêmeas, com traços iguais, mas muito diferentes no jeito de ser. Minha mulher, quando conheci, trabalhava, saía pra balada, tinha várias amigas, se vestia bem moderna, morava sozinha... Adriana era muito mais santinha que a minha mulher. Já tava namorando fazia 4 anos, vivia numa situação bem humilde, o marido dela trabalhava nas chácaras de frutas e verduras, porque não podia aspirar a muito mais. Naquela época, ela fazia parte de uma igreja, acho que evangélica, daquelas que você reconhece porque usam saia longa até o tornozelo, sapato de salto baixo, uma camisetinha e o cabelo puxado bem pra trás... Além disso, tinham costumes muito estranhos pra minha forma de ser...
Como eu falei nos meus relatos anteriores, essas são coisas que realmente aconteceram comigo. Tento mudar os nomes pra garantir, e outra, eu não sou um símbolo sexual, mas tenho e naquela época tinha mais o meu valor kkkkk. Também tinha sorte que a família da minha mulher gostava muito de mim, isso me dava uma confiança extra, então...
Era um sábado de tempo instável, mas meio nublado, de 2002. Minha mulher trabalhava aos sábados, eu folgava sábado e domingo. No dia anterior, a Adriana, irmã dela, tinha... Vim pra cidade porque ela tava fazendo acompanhamento da gravidez, que já tava na 27ª semana. Ela tava fazendo uns exames, tinha problemas com pressão arterial e com o canal, então teria que ir programando pro parto ser cesárea. Ela ia embora sábado à tarde com o marido, quando ele voltasse das chácaras e passasse pra pegar ela por ali. Naquela manhã, acompanhei minha mulher até o ponto de ônibus, demorei uns 10 ou 15 minutos. Quando voltei pra casa, a Adriana já tava levantada, preparando um mate.
— Adri!!! O que cê tá fazendo acordada? Por que não dorme mais um pouco?
— Não, brother in law, fica tranquilo, eu acordo bem cedinho. Tô aqui te fazendo o mate.
— Não precisa, magrinha, você devia ter ficado descansando. Cê tá bem? Tá sentindo alguma coisa?
— Um pouco a cintura, mas tô bem, fica tranquilo. O mate é costume, já vou deixar ele pronto, hahaha, é a primeira coisa que eu faço.
— Fica tranquila, boba, que aqui quem limpa sou eu, hahaha…
Montei a mesa pro mate e comecei a limpar. Enquanto colocava a casa em ordem, comecei a conversar com ela sobre tudo e o assunto da gravidez veio à tona. Supostamente, um dos vários problemas era que ela era muito estreita (magrinha e estreita, pensei, puta merda) e deixei escapar uma careta sarcástica.
— Não, brother in law, sério.
— Não, não, Adriana, desculpa, não pensa mal, foi o subconsciente que me traiu.
— Epa, brother in law, hahahaha.
— Não, magrinha, hahahaha, é que eu também tenho meus problemas, hahahaha, me favorecem em algumas coisas, mas em outras me complicaram.
— Ehhh? Não entendi.
— Ehhh... não seríamos compatíveis... hahahahaha.
— Hahahaha, vai nessa...
Aí eu fiz o tímido. Bom, conversa vai, conversa vem, umas coisas estranhas rolaram. Ela tava estranhando porque eu tava servindo o mate pra ela, costume que, na crença dela, devia ser ao contrário, já que elas se dedicam muito a cuidar do homem. Também nas conversas, eu mostrava pontos de vista diferentes, contava experiências, e o que supostamente causava vergonha nela também despertava curiosidade. Quando fui bem sincero nas minhas vivências e conselhos, falei:
— Isso... É pessoal e já aconteceram coisas minhas, nunca revele meus segredos, eu não peço pra sua irmã me contar nada…
— Não, cunhada… fica tranquilo… Ela também me contou as coisas dela, tudo é muito monótono e outras que, embora pra ela fossem safadezas, pra mim foram tristes… onde percebi que eles brincam e se aproveitam da necessidade e da fé das pessoas… Bom… terminamos o mate e ela se levantou com dor, segurando a cintura, eu já tinha a casa um luxo.
— Pah, guria, dói muito?
— Nããão, tranquilo, é a cintura.
— Então eu tenho uma coisa que vai te fazer bem… Peguei uma bolsa de água quente velha, esquentei a água e depois coloquei na região e falei:
— Bom, vamos ver, vira de costas, levanta o moletom e se inclina pra frente com as mãos na mesa.
— Epaaa, brother-in-law, exclamou rindo, já mais solta, e eu mandei um cortinho pra pisar no terreno:
— Isso é depois, agora vamos com a bolsa hahahaha toda dolorida não tem graça…
— Ahhh, você é tão bonzinho, brother-in-law… Comecei a ficar excitado e já deu vontade de comer ela assim grávida, no pelo mesmo, mas não queria ser tão óbvio e pensei: vamos devagar pra ver no que dá…
— Tá muito quente?
— Não, cunhada, tá ótima.
— Bom, quer umas massagens? Ela me olhou estranho, mas disse que sim… então falei:
— Bom, encosta pra trás assim você aperta a bolsa com o encosto, e ela topou na hora.
— Bom, relaxa o pescoço e comecei a massagear… De repente ela fechou os olhos e eu pensei: vou ver se esquento ela… Já mais ousado, puxei as alças do sutiã mais pra fora pra fazer a massagem e falei na lata:
— Olha!! Tá toda marcada pela alça, guria, essas bombas tão potentes hein, comida vai ter, né??? hahahaha, não é à toa que você tá toda dolorida… Ela ficou toda corada:
— Que malvado hahahaha…
— Não, Adriana, tô na luta… Ela, meio tímida, respondeu:
— Tô meio assustada, eles tão ficando muito grandes?
— É normal, falei… não tem nada de estranho.
E pronto!!! Fui com tudo.. Com um tom sério, como quem já sabia, eu falei: "vamos ver..." Peguei a bolsa com a toalha e ajudei ela a se levantar. Sentei na cadeira, endireitei ela devagar, virei ela de frente e comecei a desabotoar aquela espécie de camisa que elas usam... Ela não dizia nada e obedecia minhas ordens. Quando ficou de frente, vi que ela olhava pra mim e pros próprios peitos, tipo querendo ver o que eu ia falar. Aí, vendo que ela não resistia, me joguei um pouco mais. Desabotoei tudo e abri a camisa, dando uma ponta em cada mão dela pra segurar aberta, deixando ela só de sutiã. Como ela continuava sem falar nada e olhando com muito interesse o que eu fazia, fui com tudo e levantei o sutiã devagar... Os peitos caíram, deslizando: um primeiro, devagar, e o outro mais rápido. Duas tetas enormes e lindas!!! As veias apareciam pela pele, auréolas bem redondas, mamilos grandes e bem escuros... — Meu Deus... — O quê? — Que tetas lindas, Adriana, puta merda... Olhei nos olhos dela. Ela segurava o sutiã com o queixo e a camisa com as mãos... Me olhou com os olhos arregalados, mas parecia ter achado graça. Olhou pros próprios peitos de novo e voltou a me encarar. Não deixei ela falar. Enfiei as tetas na boca, e ela largou o sutiã e a camisa na hora, colocando as mãos na minha cabeça, com os dedos no meu cabelo... A chupada de peito que eu dei foi magistral. Já dava pra sentir aquele gosto doce de mãe. Os mamilos, a parte de baixo, o meio das duas... Ela não dizia nada, só levantava a cabeça, olhava pro teto e passava a mão no meu cabelo. Eu apoiava o queixo de leve na barriga dela... — Ugfff — soltei, e ela só suspirou, me olhando nos olhos. Não falou um pio... Voltei a lamber os peitos dela. Já tava nisso há um tempinho e comecei a tirar a roupa dela. Enquanto chupava aquelas tetonas, ao mesmo tempo desabotoava a saia que tinha um botão atrás — quando puxei o zíper, ela caiu. Por essas tradições, digamos assim, são pouco sexy... E ela tava com uma calcinha horrível, tipo de velha, preta... Ela continuava calada, dava pra perceber um pouco de vergonha, mas tava gostando. Comecei a passar a mão na bunda dela e me arrisquei a tocar a buceta com o dedo por cima da calcinha. Ela tinha bastante pelo, porque segundo ela só depilava o necessário. Devagar, puxei a roupa dela pro lado pra continuar tocando ela e conseguir enfiar o dedo. Ela já tava encharcada, meus dedos entravam e saíam molhados, e ela, bem devagar, como se tentasse não me deixar perceber, foi abrindo as pernas. Toquei mais nos lábios dela e no clitóris, os mamilos dela ficaram mais durinhos e as sobrancelhas se franziram… Fiquei um tempinho assim, só se ouviam os sons da minha boca nos peitos dela e as nossas respirações. Levantei, desabotoei a bermuda, baixei a cueca e fiquei com a pica dura, com a cabeça encostada no umbigo dela. Adorei o jeito que ela me olhava… me deixou com muito tesão… — Toca ela… E ela só segurou. Beijei ela e ela respondeu, sentei ela na mesa ajudando e empurrei ela devagar pra trás, levantei as pernas dela e ela ficou toda entregue. Continuei masturbando ela pela beiradinha da bunda. Tirei a calcinha olhando nos olhos dela, e deixei numa perna só. Toquei a barriga dela, aproximei a cabeça da entrada e comecei a empurrar, devagar, com cuidado… Foi toda pra dentro, estávamos de mãos dadas e de repente ela entrelaçou os dedos nos meus e apertou os olhos. — Tá doendo? — Não, não… — Continuo? E ela concordou com a cabeça. Comecei a meter suave, tocava os seios dela, de vez em quando acariciava os peitos, barriga, pernas e bunda. Tava um pouco mais justo, mas nada de diferente. De repente, senti que ela apertou minha mão, a filha da puta tava gozando… segurava os gemidos como uma campeã. Achei meio injusto, depois que senti bem molhado, parei e tirei. — Adriana, você tá gostando? — Tô, por quê? — Aproveita, geme, se mexe do jeito que quiser, sem vergonha, bobinha… Ela só concordou rápido com a cabeça, e eu meti de novo. Foi tudo pra dentro de uma vez. Meti com as pernas fechadas, abertas, de lado, e a cunhada ficou toda arrepiada. Tomei mais duas gozadas, os pelinhos molhados se sentiam clarinho debaixo da minha barriga. Abri ela e coloquei as pernas dela o mais pra cima possível pra chegar o mais fundo que dava, a barriga dela sobressaía entre as pernas, os peitos divinos subiam e desciam, e quando senti que não dava pra ir mais fundo, deixei toda a porra dentro dela. Ela não soltou minhas mãos até sentir que meu pau não pulsava mais. Fiz uns carinhos nela, ela tapava o rosto... — Como você tá se sentindo? — Fffff... mal... gostei... mas... como a gente chegou nisso? — Bom, e o que a gente faz? — E o que a gente pode fazer? Nada, me matam, o que minha família vai dizer, minha irmã, meu marido?... E assim ela foi se levantando com minha ajuda, meio fingindo que tava brava. Acompanhei ela até o banheiro nua, ela sentou no vaso e esperou até cair a última gota do meu esperma de dentro dela e começou a se lavar. Eu entrei e comecei a tomar banho também, ela fazia tipo a ofendida, mas ajudei ela a se lavar toda. Quando fechamos o chuveiro, beijei ela de novo e ela quieta respondeu o beijo, com a língua dela. Peguei ela pela mão assim, sem se secar, e no caminho peguei a toalha, levei ela pro quarto, estendi a toalha na cama, deitei ela, abri as pernas dela e falei: — Agora você vai ver... Ela não dizia nem ai... e também não negava nada. Toda molhada, com cheirinho de sabonete, cabelo solto encharcado, beijei o corpo todo dela com brincadeiras, descendo até a buceta dela. Ela tentou me puxar pra cima segurando minha mão, pensando que acabava ali, mas comecei a chupar a buceta dela, só se ouvia o "ai não, ahhh, ai não". Levantei as pernas dela bem alto de novo, lambi o cu dela, mordi a virilha dela até ver que começava a escorrer um fiozinho de líquido transparente da buceta inchada dela. Me levantei, ela me olhava, fui lavar meu rosto por higiene e voltei. Apoiei ela de novo na entrada e pum, pra dentro. Comecei a comer ela de novo, já nos beijávamos entre os dois e ela pegava meu rosto e meus ombros. Paramos, virei ela de quatro por causa da barriga e coloquei o pau de novo na entrada da buceta. A palavra: buceta, confesso que nessa posição eu notei um pouco mais justo, mas ela não disse nada… Eu a peguei no colo, e quando caímos exaustos, ela dormiu no meu colo, enquanto eu a acariciava. Quando acordou, me olhou e disse: - A gente é louco, o que a gente fez? - A gente aproveitou, falei com uma risada sarcástica. Ela se aninhou no meu colo de novo, com uma mão na barriga dela… - Você tá bem? - Tô… tô com vergonha e medo… mas gostei… Ela tocou a própria buceta e tinha meu esperma saindo - Vou tomar banho, quero que a gente tome banho junto de novo… vamos? - Vamos… E lá no vaso, de joelhos na tampa e com as mãos na caixa d'água, eu meti a terceira transa da manhã, pedida por ela, e onde ela soltou seus gemidinhos baixinhos e envergonhados. A putinha franzia a testa, segurando com uma das mãos meu pulso da mão que eu tinha na cintura dela, me fazendo gozar com aquele rabo magro e pequeno e com o balanço daqueles peitos lindos enquanto eu a comia. A gente arrumou tudo direitinho, já era umas 13h mais ou menos, eu fui fazer comida e ela na cadeira da mesa me olhava. - Agora você já pode ter um parto normal, falei de brincadeira. - Bobo hahaha… ou outro moleque em cima desse, capaz que você me engravidou em cima da gravidez. - Ahhh??? hahahaha só gozei 3 dentro? - Só? - Sério, nunca gozaram 3 dentro de você? - Não em um dia não… E ela virou o rosto, tapando a boca com um sorriso de vergonha. - Posso gozar mais um? - Nãoooo chega… - E pegar nos seus peitos? - Nãoooo também não. - Pqp, falei com um sorriso e continuei cozinhando. Quando olhei pro lado, ela tava do meu lado desabotoando a camisa e levantando o sutiã, deixando aqueles peitões na minha cara e disse: - Tá bom, dá uns beijinhos, mas só uns beijinhos… Comecei a chupar os peitos dela de novo, ela me acariciava e me olhava. - Que vontade de te ter de novo. - São 1h20 e minha irmã sai às 2… não dá tempo. - A putinha mãe… - Não posso ficar fazendo isso… chega, chega, e a gente parou, ajudei ela a se arrumar e ela sentou, eu continuei cozinhando e de repente… Ela me diz… -meia hora antes… Rindo -Adrianaaaaa…. Me aproximei e beijei ela, passou tipo um minuto e meio e ela olhava pra todo lado, meio nervosa, até que criou coragem e falou, enquanto enrolava um cacho de cabelo na nuca - ehhh… gostei muito e tá, fica por aqui? Tá? Ela disse tipo me dando uma ordem, e continuou - tá doendo um pouquinho aí, mas não sei, é gostoso… - você levou uma pica boa, Adriana… - tá shhhhh, não se fala mais… - nunca mais? - por enquanto não. E ficou por isso, e ela aguentou aquela tarde como uma verdadeira testemunha falsa. Passaram 22 anos, de vez em quando uma piada em algum momento a sós. A guria nasceu saudável, de cesárea, e é linda, eu digo que é por causa do meu toque e ela me fala não seja filho da puta. Daquela manhã ficou essa crença e realmente foi o melhor pra família dela. Hoje em dia temos um carinho sincero. Só uma vez que ela tinha bebido demais e eu falei que ela tava velha, que tomasse coca-cola, ela me disse sussurrando - sim sim, fiquei velha, mas ainda tenho os melhores peitos, não tenho?
— Valeu, gordão.
— De nada, negrinha, fica tranquila que ela não desconfia de nada.
— Kkkk, a surpresa que ela vai ter...
— Que motinha foda que vocês compraram, é muito boa... Bom, vai lá que eu termino de esconder direitinho, ela não vai perceber nada.
— Vai nessa!!! E valeu mesmo... eu sei que posso confiar cegamente em você... e ela riu meio sem graça, trazendo à tona uma situação de 22 anos atrás....
Naquela época, fazia uns 6 meses que eu já tava de namoro com a minha atual mulher. Elas são gêmeas, com traços iguais, mas muito diferentes no jeito de ser. Minha mulher, quando conheci, trabalhava, saía pra balada, tinha várias amigas, se vestia bem moderna, morava sozinha... Adriana era muito mais santinha que a minha mulher. Já tava namorando fazia 4 anos, vivia numa situação bem humilde, o marido dela trabalhava nas chácaras de frutas e verduras, porque não podia aspirar a muito mais. Naquela época, ela fazia parte de uma igreja, acho que evangélica, daquelas que você reconhece porque usam saia longa até o tornozelo, sapato de salto baixo, uma camisetinha e o cabelo puxado bem pra trás... Além disso, tinham costumes muito estranhos pra minha forma de ser...
Como eu falei nos meus relatos anteriores, essas são coisas que realmente aconteceram comigo. Tento mudar os nomes pra garantir, e outra, eu não sou um símbolo sexual, mas tenho e naquela época tinha mais o meu valor kkkkk. Também tinha sorte que a família da minha mulher gostava muito de mim, isso me dava uma confiança extra, então...
Era um sábado de tempo instável, mas meio nublado, de 2002. Minha mulher trabalhava aos sábados, eu folgava sábado e domingo. No dia anterior, a Adriana, irmã dela, tinha... Vim pra cidade porque ela tava fazendo acompanhamento da gravidez, que já tava na 27ª semana. Ela tava fazendo uns exames, tinha problemas com pressão arterial e com o canal, então teria que ir programando pro parto ser cesárea. Ela ia embora sábado à tarde com o marido, quando ele voltasse das chácaras e passasse pra pegar ela por ali. Naquela manhã, acompanhei minha mulher até o ponto de ônibus, demorei uns 10 ou 15 minutos. Quando voltei pra casa, a Adriana já tava levantada, preparando um mate.
— Adri!!! O que cê tá fazendo acordada? Por que não dorme mais um pouco?
— Não, brother in law, fica tranquilo, eu acordo bem cedinho. Tô aqui te fazendo o mate.
— Não precisa, magrinha, você devia ter ficado descansando. Cê tá bem? Tá sentindo alguma coisa?
— Um pouco a cintura, mas tô bem, fica tranquilo. O mate é costume, já vou deixar ele pronto, hahaha, é a primeira coisa que eu faço.
— Fica tranquila, boba, que aqui quem limpa sou eu, hahaha…
Montei a mesa pro mate e comecei a limpar. Enquanto colocava a casa em ordem, comecei a conversar com ela sobre tudo e o assunto da gravidez veio à tona. Supostamente, um dos vários problemas era que ela era muito estreita (magrinha e estreita, pensei, puta merda) e deixei escapar uma careta sarcástica.
— Não, brother in law, sério.
— Não, não, Adriana, desculpa, não pensa mal, foi o subconsciente que me traiu.
— Epa, brother in law, hahahaha.
— Não, magrinha, hahahaha, é que eu também tenho meus problemas, hahahaha, me favorecem em algumas coisas, mas em outras me complicaram.
— Ehhh? Não entendi.
— Ehhh... não seríamos compatíveis... hahahahaha.
— Hahahaha, vai nessa...
Aí eu fiz o tímido. Bom, conversa vai, conversa vem, umas coisas estranhas rolaram. Ela tava estranhando porque eu tava servindo o mate pra ela, costume que, na crença dela, devia ser ao contrário, já que elas se dedicam muito a cuidar do homem. Também nas conversas, eu mostrava pontos de vista diferentes, contava experiências, e o que supostamente causava vergonha nela também despertava curiosidade. Quando fui bem sincero nas minhas vivências e conselhos, falei:
— Isso... É pessoal e já aconteceram coisas minhas, nunca revele meus segredos, eu não peço pra sua irmã me contar nada…
— Não, cunhada… fica tranquilo… Ela também me contou as coisas dela, tudo é muito monótono e outras que, embora pra ela fossem safadezas, pra mim foram tristes… onde percebi que eles brincam e se aproveitam da necessidade e da fé das pessoas… Bom… terminamos o mate e ela se levantou com dor, segurando a cintura, eu já tinha a casa um luxo.
— Pah, guria, dói muito?
— Nããão, tranquilo, é a cintura.
— Então eu tenho uma coisa que vai te fazer bem… Peguei uma bolsa de água quente velha, esquentei a água e depois coloquei na região e falei:
— Bom, vamos ver, vira de costas, levanta o moletom e se inclina pra frente com as mãos na mesa.
— Epaaa, brother-in-law, exclamou rindo, já mais solta, e eu mandei um cortinho pra pisar no terreno:
— Isso é depois, agora vamos com a bolsa hahahaha toda dolorida não tem graça…
— Ahhh, você é tão bonzinho, brother-in-law… Comecei a ficar excitado e já deu vontade de comer ela assim grávida, no pelo mesmo, mas não queria ser tão óbvio e pensei: vamos devagar pra ver no que dá…
— Tá muito quente?
— Não, cunhada, tá ótima.
— Bom, quer umas massagens? Ela me olhou estranho, mas disse que sim… então falei:
— Bom, encosta pra trás assim você aperta a bolsa com o encosto, e ela topou na hora.
— Bom, relaxa o pescoço e comecei a massagear… De repente ela fechou os olhos e eu pensei: vou ver se esquento ela… Já mais ousado, puxei as alças do sutiã mais pra fora pra fazer a massagem e falei na lata:
— Olha!! Tá toda marcada pela alça, guria, essas bombas tão potentes hein, comida vai ter, né??? hahahaha, não é à toa que você tá toda dolorida… Ela ficou toda corada:
— Que malvado hahahaha…
— Não, Adriana, tô na luta… Ela, meio tímida, respondeu:
— Tô meio assustada, eles tão ficando muito grandes?
— É normal, falei… não tem nada de estranho.
E pronto!!! Fui com tudo.. Com um tom sério, como quem já sabia, eu falei: "vamos ver..." Peguei a bolsa com a toalha e ajudei ela a se levantar. Sentei na cadeira, endireitei ela devagar, virei ela de frente e comecei a desabotoar aquela espécie de camisa que elas usam... Ela não dizia nada e obedecia minhas ordens. Quando ficou de frente, vi que ela olhava pra mim e pros próprios peitos, tipo querendo ver o que eu ia falar. Aí, vendo que ela não resistia, me joguei um pouco mais. Desabotoei tudo e abri a camisa, dando uma ponta em cada mão dela pra segurar aberta, deixando ela só de sutiã. Como ela continuava sem falar nada e olhando com muito interesse o que eu fazia, fui com tudo e levantei o sutiã devagar... Os peitos caíram, deslizando: um primeiro, devagar, e o outro mais rápido. Duas tetas enormes e lindas!!! As veias apareciam pela pele, auréolas bem redondas, mamilos grandes e bem escuros... — Meu Deus... — O quê? — Que tetas lindas, Adriana, puta merda... Olhei nos olhos dela. Ela segurava o sutiã com o queixo e a camisa com as mãos... Me olhou com os olhos arregalados, mas parecia ter achado graça. Olhou pros próprios peitos de novo e voltou a me encarar. Não deixei ela falar. Enfiei as tetas na boca, e ela largou o sutiã e a camisa na hora, colocando as mãos na minha cabeça, com os dedos no meu cabelo... A chupada de peito que eu dei foi magistral. Já dava pra sentir aquele gosto doce de mãe. Os mamilos, a parte de baixo, o meio das duas... Ela não dizia nada, só levantava a cabeça, olhava pro teto e passava a mão no meu cabelo. Eu apoiava o queixo de leve na barriga dela... — Ugfff — soltei, e ela só suspirou, me olhando nos olhos. Não falou um pio... Voltei a lamber os peitos dela. Já tava nisso há um tempinho e comecei a tirar a roupa dela. Enquanto chupava aquelas tetonas, ao mesmo tempo desabotoava a saia que tinha um botão atrás — quando puxei o zíper, ela caiu. Por essas tradições, digamos assim, são pouco sexy... E ela tava com uma calcinha horrível, tipo de velha, preta... Ela continuava calada, dava pra perceber um pouco de vergonha, mas tava gostando. Comecei a passar a mão na bunda dela e me arrisquei a tocar a buceta com o dedo por cima da calcinha. Ela tinha bastante pelo, porque segundo ela só depilava o necessário. Devagar, puxei a roupa dela pro lado pra continuar tocando ela e conseguir enfiar o dedo. Ela já tava encharcada, meus dedos entravam e saíam molhados, e ela, bem devagar, como se tentasse não me deixar perceber, foi abrindo as pernas. Toquei mais nos lábios dela e no clitóris, os mamilos dela ficaram mais durinhos e as sobrancelhas se franziram… Fiquei um tempinho assim, só se ouviam os sons da minha boca nos peitos dela e as nossas respirações. Levantei, desabotoei a bermuda, baixei a cueca e fiquei com a pica dura, com a cabeça encostada no umbigo dela. Adorei o jeito que ela me olhava… me deixou com muito tesão… — Toca ela… E ela só segurou. Beijei ela e ela respondeu, sentei ela na mesa ajudando e empurrei ela devagar pra trás, levantei as pernas dela e ela ficou toda entregue. Continuei masturbando ela pela beiradinha da bunda. Tirei a calcinha olhando nos olhos dela, e deixei numa perna só. Toquei a barriga dela, aproximei a cabeça da entrada e comecei a empurrar, devagar, com cuidado… Foi toda pra dentro, estávamos de mãos dadas e de repente ela entrelaçou os dedos nos meus e apertou os olhos. — Tá doendo? — Não, não… — Continuo? E ela concordou com a cabeça. Comecei a meter suave, tocava os seios dela, de vez em quando acariciava os peitos, barriga, pernas e bunda. Tava um pouco mais justo, mas nada de diferente. De repente, senti que ela apertou minha mão, a filha da puta tava gozando… segurava os gemidos como uma campeã. Achei meio injusto, depois que senti bem molhado, parei e tirei. — Adriana, você tá gostando? — Tô, por quê? — Aproveita, geme, se mexe do jeito que quiser, sem vergonha, bobinha… Ela só concordou rápido com a cabeça, e eu meti de novo. Foi tudo pra dentro de uma vez. Meti com as pernas fechadas, abertas, de lado, e a cunhada ficou toda arrepiada. Tomei mais duas gozadas, os pelinhos molhados se sentiam clarinho debaixo da minha barriga. Abri ela e coloquei as pernas dela o mais pra cima possível pra chegar o mais fundo que dava, a barriga dela sobressaía entre as pernas, os peitos divinos subiam e desciam, e quando senti que não dava pra ir mais fundo, deixei toda a porra dentro dela. Ela não soltou minhas mãos até sentir que meu pau não pulsava mais. Fiz uns carinhos nela, ela tapava o rosto... — Como você tá se sentindo? — Fffff... mal... gostei... mas... como a gente chegou nisso? — Bom, e o que a gente faz? — E o que a gente pode fazer? Nada, me matam, o que minha família vai dizer, minha irmã, meu marido?... E assim ela foi se levantando com minha ajuda, meio fingindo que tava brava. Acompanhei ela até o banheiro nua, ela sentou no vaso e esperou até cair a última gota do meu esperma de dentro dela e começou a se lavar. Eu entrei e comecei a tomar banho também, ela fazia tipo a ofendida, mas ajudei ela a se lavar toda. Quando fechamos o chuveiro, beijei ela de novo e ela quieta respondeu o beijo, com a língua dela. Peguei ela pela mão assim, sem se secar, e no caminho peguei a toalha, levei ela pro quarto, estendi a toalha na cama, deitei ela, abri as pernas dela e falei: — Agora você vai ver... Ela não dizia nem ai... e também não negava nada. Toda molhada, com cheirinho de sabonete, cabelo solto encharcado, beijei o corpo todo dela com brincadeiras, descendo até a buceta dela. Ela tentou me puxar pra cima segurando minha mão, pensando que acabava ali, mas comecei a chupar a buceta dela, só se ouvia o "ai não, ahhh, ai não". Levantei as pernas dela bem alto de novo, lambi o cu dela, mordi a virilha dela até ver que começava a escorrer um fiozinho de líquido transparente da buceta inchada dela. Me levantei, ela me olhava, fui lavar meu rosto por higiene e voltei. Apoiei ela de novo na entrada e pum, pra dentro. Comecei a comer ela de novo, já nos beijávamos entre os dois e ela pegava meu rosto e meus ombros. Paramos, virei ela de quatro por causa da barriga e coloquei o pau de novo na entrada da buceta. A palavra: buceta, confesso que nessa posição eu notei um pouco mais justo, mas ela não disse nada… Eu a peguei no colo, e quando caímos exaustos, ela dormiu no meu colo, enquanto eu a acariciava. Quando acordou, me olhou e disse: - A gente é louco, o que a gente fez? - A gente aproveitou, falei com uma risada sarcástica. Ela se aninhou no meu colo de novo, com uma mão na barriga dela… - Você tá bem? - Tô… tô com vergonha e medo… mas gostei… Ela tocou a própria buceta e tinha meu esperma saindo - Vou tomar banho, quero que a gente tome banho junto de novo… vamos? - Vamos… E lá no vaso, de joelhos na tampa e com as mãos na caixa d'água, eu meti a terceira transa da manhã, pedida por ela, e onde ela soltou seus gemidinhos baixinhos e envergonhados. A putinha franzia a testa, segurando com uma das mãos meu pulso da mão que eu tinha na cintura dela, me fazendo gozar com aquele rabo magro e pequeno e com o balanço daqueles peitos lindos enquanto eu a comia. A gente arrumou tudo direitinho, já era umas 13h mais ou menos, eu fui fazer comida e ela na cadeira da mesa me olhava. - Agora você já pode ter um parto normal, falei de brincadeira. - Bobo hahaha… ou outro moleque em cima desse, capaz que você me engravidou em cima da gravidez. - Ahhh??? hahahaha só gozei 3 dentro? - Só? - Sério, nunca gozaram 3 dentro de você? - Não em um dia não… E ela virou o rosto, tapando a boca com um sorriso de vergonha. - Posso gozar mais um? - Nãoooo chega… - E pegar nos seus peitos? - Nãoooo também não. - Pqp, falei com um sorriso e continuei cozinhando. Quando olhei pro lado, ela tava do meu lado desabotoando a camisa e levantando o sutiã, deixando aqueles peitões na minha cara e disse: - Tá bom, dá uns beijinhos, mas só uns beijinhos… Comecei a chupar os peitos dela de novo, ela me acariciava e me olhava. - Que vontade de te ter de novo. - São 1h20 e minha irmã sai às 2… não dá tempo. - A putinha mãe… - Não posso ficar fazendo isso… chega, chega, e a gente parou, ajudei ela a se arrumar e ela sentou, eu continuei cozinhando e de repente… Ela me diz… -meia hora antes… Rindo -Adrianaaaaa…. Me aproximei e beijei ela, passou tipo um minuto e meio e ela olhava pra todo lado, meio nervosa, até que criou coragem e falou, enquanto enrolava um cacho de cabelo na nuca - ehhh… gostei muito e tá, fica por aqui? Tá? Ela disse tipo me dando uma ordem, e continuou - tá doendo um pouquinho aí, mas não sei, é gostoso… - você levou uma pica boa, Adriana… - tá shhhhh, não se fala mais… - nunca mais? - por enquanto não. E ficou por isso, e ela aguentou aquela tarde como uma verdadeira testemunha falsa. Passaram 22 anos, de vez em quando uma piada em algum momento a sós. A guria nasceu saudável, de cesárea, e é linda, eu digo que é por causa do meu toque e ela me fala não seja filho da puta. Daquela manhã ficou essa crença e realmente foi o melhor pra família dela. Hoje em dia temos um carinho sincero. Só uma vez que ela tinha bebido demais e eu falei que ela tava velha, que tomasse coca-cola, ela me disse sussurrando - sim sim, fiquei velha, mas ainda tenho os melhores peitos, não tenho?
4 comentários - Segredos de família...