Fala galera, tudo bem? Vim contar pra vocês como foi que, há um tempo atrás, um parente próximo, meu tio, me comeu quando eu tinha 18 anos. Pra proteger a identidade de nós dois, vou me chamar de "Mirabel" e ele de "Julián". Isso aconteceu há 5 anos, como eu disse, na época eu tinha 18 anos e morava com meus pais numa casa na cidade. Sempre fui educada e bem gostosa, pelo que muitos parentes e meus pais me falavam. Aos 15, eu já tinha uns atributos que me destacavam das outras meninas, porque meu corpo era mais volumoso que o delas. Meus colegas sempre chegavam perto pra conversar comigo e tentar dar uma olhada nos meus peitos ou passar a mão na minha bunda, usando umas desculpas esfarrapadas da época. Mas nunca rolou nada além de uns toques e umas insinuações bestas de moleques. Só que quando fiz 18, meu corpo cresceu muito mais do que antes. Meu quadril ficou mais largo, minhas coxas mais grossas, meus peitos sempre tiveram dificuldade pra crescer, mas lembro que naquela época eles eram firmes e grandes o suficiente pra chamar a atenção de quem olhava.
Lembro que umas 2 semanas depois do meu aniversário, fomos visitar a casa do meu tio, que mora num sítio no pé da serra. Era aniversário dele e, como sempre foi próximo da família, fomos vê-lo pra comemorar com meus pais. Naquela época, meu tio estava solteiro porque a namorada tinha terminado com ele pra ir morar em outro país e começar uma vida nova. Desde então, ele ficou mais disponível pra gente, ajudava em tudo que podia, nas reformas da casa, vinha nos visitar com algum petisco pra gente comer junto, e até passávamos os Natais com ele mais do que o normal. Ele é um cara bem alto, até mais que meu pai — meu pai tem 1,80m e ele media 1,98m. Às vezes acho que chegava nos 2 metros, e era enorme mesmo, tinha dificuldade até pra passar pelas portas da própria casa. Na época, ele tinha uns 36 anos, pele grossa, um físico considerável porque malhava na academia sempre que dava, e a pele morena típica de quem trabalha no sol. Ele sempre amou e cuidou do meu pai, mesmo sendo o mais novo — meu pai tinha 45 anos e era mais baixo. E claro, como meus pais têm altura média pra baixa, eu nasci baixinha, parecendo uma salsichinha. Quando isso aconteceu, eu media 1,54m, ou seja, meu tio me superava em altura e em massa, já que ele é muito maior fisicamente do que eu. Bom, continuando: quando chegamos na casa do meu tio, eu tava usando uma calça jeans justa e um top pequeno que destacava meu corpo voluptuoso. Ele deixou a gente entrar e cumprimentou todo mundo como de costume — meu pai com um aperto de mão, minha mãe com um beijo no rosto, e eu ganhei um abraço típico nosso, porque a gente se queria bastante e eu o considerava minha segunda figura paterna. Só que o abraço foi mais longo que o normal, e eu percebi que ele se apertou um pouco contra o meu corpo. Na hora, não entendi, mas depois só empurrei ele. cuidado pra afastar ele de mim e seguir na nossa, e assim a gente só foi andando pela casa pra se instalar, já que íamos ficar daquela sexta até o fim do mês. Meu tio tava bem sozinho, mesmo se mostrando feliz, e a gente queria que ele lembrasse que sempre tinha a gente por perto. Mas acho que naquela hora não foi a melhor ideia ficar pra dormir, por causa do que ia rolar depois, mas já não tinha mais volta naquele momento.
Quando começamos a nos instalar, meus pais ficaram dormindo num quarto que era do outro lado da casa, praticamente no fundão, e eu fiquei num quarto do lado do do meu tio. Como meu tio de vez em quando recebia visitas de amigos que dormiam com ele, porque ele mora bem longe da cidade grande e é um saco pra todo mundo chegar até ele, além de não ter internet boa e morar perto de um vilarejo, enfim, no fim das contas, terminamos de nos instalar com bolsas e mochilas e, como era só meio-dia, decidimos fazer o almoço juntos. Meu tio tinha uma churrasqueira que queria usar há muito tempo, e como a gente tava lá e era aniversário dele, deixamos ele fazer uma carninha pra dar mais gosto no almoço. Eu só tava andando de um lado pro outro vendo se alguém precisava de ajuda, mas parecia que nem meus pais nem meu tio precisavam — eles se viravam bem na cozinha, e eu não podia fazer nada além de colocar os talheres na mesa lá fora e só sentar e esperar. Nisso, meu tio, me vendo meio entediada, chegou perto e me deu um tapinha na cabeça, algo que a gente sempre faz pra chamar a atenção. — Ei, Mirabel, por que você não toma um banho de piscina? Já tá começando a fazer calor e você parece entediada. — Sério? Não te incomoda? — Claro que não! Só vai colocar seu biquíni e entra na água, refresca a pele um pouco. Eu só fiquei olhando nos olhos dele por um tempo, sorrindo, e decidi levantar pra dar outro abraço nele, e depois saí correndo pro meu quarto, onde procurei por uns minutos entre as coisas que trouxe um biquíni que tinha levado pra emergências, principalmente porque tinha um rio perto da casa do meu tio (uns 30 ou 40 minutos a pé) onde eu adorava nadar quando era menor, mas como naquele momento ele tinha me deixado usar a piscina dele, pude aproveitar bem. antes do tempo e isso tinha me agradado, então só me despi no meu quarto, troquei de roupa e com uma toalha na mão fui pra fora pra chegar na escada da piscina, com uns 2 ou 4 metros de profundidade no fundo, então era melhor descer pela escada de metal que tinha na borda. Deixei a toalha de lado e fui entrando devagar, tremendo de tão fria que a água tava, mas deliciosa pra aquele dia quente. Só entrei na água e comecei a nadar de um lado pro outro tranquila, enquanto olhava com um sorriso pro meu tio, que também me olhava sorrindo. Eu curtia poder relaxar um pouco antes de comer, mas de repente percebi que meu tio de vez em quando me olhava, e ele dirigia o olhar pro meu corpo de um jeito suspeito, os olhos dele percorriam meu corpo do pescoço até os dedos dos pés. Era estranho ele fazer isso, mas não me desagradava, porque no fim das contas era meu tio e eu respeitava isso. A família às vezes nota as mudanças em quem não vê há muito tempo. Mas sem perceber, foi ali que tudo começaria pra mim.
Depois de alguns minutos, a gente conseguiu comer e ficou batendo papo por um bom tempo na mesa lá fora, curtindo um tempo em família, já que era aniversário do meu tio, a gente tinha que passar mais tempo com ele, e foi bem daora. Mas claro, como eu falei antes, ele de vez em quando me olhava de corpo inteiro enquanto a gente tava na mesa. Eu tava coberta com uma toalha pequena que cobria parte do meu torso até um pouco acima das minhas coxas, ainda molhadas. Por sorte, as horas passaram rápido e, graças a isso, a gente conseguiu comemorar os quatro juntos. Meus pais beberam um pouco de álcool junto com meu tio, a gente comeu carne, jogou aqueles jogos clássicos de aniversário, tipo colocar o rabo no burro ou bater na piñata por tradição. Claro que não tinha doces, mas era divertido ver meu tio errar as batidas com o bastão na piñata. Foi assim por um tempão até que finalmente anoiteceu, e todo mundo entrou. Eu troquei de roupa: coloquei uma saia que batia no tornozelo, uma blusa simples mas justa, e um coletinho de tecido que eu usava pra me aquecer do frio. Nesse momento, eu tava sentada no sofá vendo um filme, enquanto meus pais e meu tio batiam papo na cozinha sobre uns assuntos que, pelo menos pra mim, não eram da minha conta. Tava meio entediada naquele lugar, então levantei do sofá e fui até a cozinha falar com meus pais. — Mãe, vou dar um mergulho no rio. — A essa hora? Tá meio tarde, Mirabel, não quero que aconteça nada de ruim ou que os lobos apareçam. Nisso, meu tio entrou na conversa, enquanto meu pai só escutava. — Relaxa, cunhada, os lobos tão lá no fundo do mato, e as raposas não são agressivas. Nesse horário, não sai bicho nenhum. — Tem certeza, Juliano? — Total. Pode ir, mocinha, mas leva uma lanterna pra garantir o caminho. — Então tá, mãe, tudo bem pra você? — Não sei, o que você acha, amor? Meu pai, como sempre, tava meio sério mas não indiferente. Só olhou pra minha mãe e balançou a cabeça, dando sinal pra eu ir tomar banho. Então minha mãe só me Ele disse "vai com cuidado" e eu, claro, aceitei, já que também não queria que me acontecesse nada de ruim, embora soubesse que não ia rolar. Então fui pro meu quarto de novo, peguei o biquíni que usei mais cedo no meio-dia, peguei outra toalha limpa, calcei minhas havaianas de sola dura pra não me machucar e fui buscar uma lanterna na sala. Meu tio tinha deixado uma em cima da mesinha de centro antes e, por sorte, ela ainda tinha bastante bateria. Aí finalmente saí de casa e fui com a lanterna acesa em direção ao rio pra tomar um bom banho. O caminho, como eu disse antes, durava uns 30 ou 40 minutos, tempo suficiente pra meus pais já terem ido dormir e eu ficar um tempinho no rio. Claro que, antes de entrar, me despi de novo no meio de uns arbustos pequenos pra ninguém me ver, caso tivesse alguém, e me enfiei na água pra refrescar a pele de novo. A água estava morna e muito gostosa pra aquela noite de lua branca brilhante, mas escondida por trás das nuvens da noite. Fiquei só dando umas voltas na água, curtindo minha solidão e o canto dos grilos da noite, que sempre amei porque dava aquela sensação de estar num lugar totalmente de fazenda e campo, algo que sempre amei e continuo amando até hoje. O mais surpreendente naquele momento, enquanto eu passava as mãos pelo meu corpo pálido, me sentindo a rainha daquele rio, foi que meu tio, num instante, apareceu entre os arbustos com um lampiãozinho daqueles que usam gasolina ou combustível pra acender. Eu me assustei com o aparecimento repentino dele, ficando na dúvida: "Já passou muito tempo desde que saí?" Era estranho ele ter chegado bem mais rápido que eu no rio. Ele levou uns 10 ou 15 minutos pra chegar lá, o que era surpreendente, principalmente porque pra maioria das pessoas era quase obrigatório levar 40 minutos. — Oi, mocinha, como tá a água? — Como você chegou tão rápido aqui, tio? — Ando rápido e conheço o terreno melhor que ninguém. A resposta foi meio convincente naquele momento, a verdade é que fazia sentido ele ter chegado tão rápido, já que morava lá desde uns 23 anos ou menos, idade em que eu era muito novinha pra ele. — Mas você não me respondeu, mija. — Ah, sim! A água tá uma delícia agora. — Legal, legal. Ficou um silêncio entre nós dois, eu só ignorei por causa do desconforto do momento e comecei a nadar de novo no rio sem olhar pra ele por uns segundos. Mas quando olhei de novo, ele estava tirando a roupa na beira do rio, até trouxe uma toalha que eu tinha acabado de ver. Isso me surpreendeu na hora, porque eu não sabia que ele ia tomar banho comigo, muito menos que ele ia ficar quase pelado na minha frente. Desviei o olhar até sentir a água se agitar com a presença enorme daquele homem, o corpo gigantesco dele parecia uma montanha — talvez não tão exagerado, mais como uma árvore cheia de músculos pra todo lado que eu olhasse. Só fiquei num canto enquanto ele se aproximava pra gente tomar banho junto. O momento era diferente do que sempre foi entre a gente, a presença dele não dava pra ignorar, ainda mais quando vi que debaixo d'água ele tava de cueca justa, deixando aparecer um volume meio grosso. Aquilo era estranho, ainda mais num homem, porque ele nem parecia excitado na hora. Eu, na minha vida toda até aquele momento, só tinha tido uma noite de sexo com um garoto que eu gostava e ele de mim, então minha experiência sexual era um deserto sem cactus — não tinha nada na minha memória que me ajudasse a processar aquele momento quando vi o volume dele. Parecia muito grande comparado com o garoto que eu transei pela primeira vez. O pior foi que ele percebeu, e de um jeito que não entendo, ele sorriu, sacando que eu tinha sacado que olhei pra entreperna dele. Aí ele se aproximou, me encurralando na beira do rio, colocando aquele corpo enorme. Na minha frente, ele me devorava com o olhar como se eu fosse uma presa fácil ou um pedaço suculento de carne. Ficou uns segundos sem falar nada, e eu não me atrevia a dizer nada, até que ele quebrou o gelo. — Você cresceu muito, mocinha, agora tá parecendo uma mulher muito gostosa. — Não fala isso, tio, é estranho... — Por que não? Se é verdade, você tá muito chula e suculenta nesse biquíni. As palavras dele arrepiaram minha pele toda pelo jeito que ele me tratava. As palavras não soavam como as daqueles velhos tarados que a gente encontra por aí, não, era mais quente e sedutor, embora tivesse aquele toque de luxúria que esquentaria qualquer um. O volume dele tava constantemente encostando na minha barriga por causa da altura enorme dele, parecia quente e bem grosso, tipo uma bola de tênis ou um almôndegão. Ele não parava de tocar meu ombro direito com uma das mãos, massageando minha pele que tava toda arrepiada. Eu não entendia nada do que tava rolando enquanto sentia minhas pernas tremendo. Talvez fosse medo, receio, ou pior, prazer por sentir ele tão perto. Era estranho, não consigo descrever como eu me sentia naquele momento com meu coração batendo a mil por hora, parecia uma locomotora que acendia mais carvão a cada toque das mãos enormes do homem que era meu próprio tio, meu próprio sangue, minha família praticamente. Isso continuou por vários segundos até que ele levou a mão até minha boca e com o polegar acariciou meus lábios. Nós dois nos olhávamos nos olhos, eu sem conseguir resistir a ele. Qualquer tentativa de me soltar era inútil pela diferença entre nós dois. Ele poderia simplesmente me agarrar do jeito que quisesse e me fazer dele, mas em nenhum momento fez isso. Só movia os quadris contra minha barriga enquanto passava o polegar do jeito que queria nos meus lábios. Eu tava assustada o tempo todo por não saber o que ia acontecer naquele momento, até que ele finalmente tomou iniciativa, embora não do jeito que eu esperava. — Desde que você chegou, fiquei te olhando, mocinha, que fuck. De mulher que você é, pros seus 18 anos você tem o corpo de uma verdadeira mulher e isso, você não sabe como me excita. - . . . - Você é tão gostosa, mija, suas pernas, seus olhos, esses lábios tão bem formadinhos, ou suas tetinhas empinadas gostosas, você é tão gostosa quanto sua mãe quando tinha a sua idade. As palavras dele me surpreendiam cada vez mais pelo jeito que ele falava comigo, estava cada vez mais me tratando como se eu não fosse sobrinha dele e muito menos pela minha idade, fiquei em choque quando ele mencionou minha mãe, agora entendo o que ela queria dizer com suas "aventuras na juventude". Mas isso já não importava, porque ele simplesmente se afastou de mim e virou as costas pra se aproximar da margem do rio, onde saiu e enrolou a toalha na cintura pra pegar o castiçal e ir andando pra casa, enquanto isso, eu estava respirando ofegante mas baixinho, minhas mãos tinham se agarrado na grama debaixo d'água enquanto minhas pernas estavam fracas, olhei pro céu sentindo meu coração não parar de tremer nem por um momento, mesmo quando ele não estava lá, não sabia o que dizer, pensar ou sentir, só me aproximei da margem onde peguei minha toalha e sentei nela abraçando minhas pernas, será que tudo que ele disse era verdade, será que desde de manhã ele tava me comendo com os olhos?, eu na hora nunca soube o que passava pela cabeça dele quando me olhava, talvez ele tava pensando em como ia me pegar sozinha sempre que podia, ou sei lá, não queria pensar nisso e muito menos ao sentir que minha virilha estava molhada, mas não molhada por causa do rio e sim por tesão, toquei um pouco naquela área e senti que meu biquíni estava quente, "será que meu próprio tio me deixou com tesão?" pensava enquanto estava sozinha, não sabia como falar ou o que dizer pros meus pais, ou se ia contar pra eles, mas só me levantei e peguei minhas coisas pra sair do rio antes de preocupar meus pais se eles estivessem acordados. Cheguei em casa e entrei o mais rápido possível, fui tomar banho no banheiro pra tirar toda a água do rio e lavar minha virilha que continuava molhada, fiz isso. Tudo rápido pra ir pro meu quarto, onde tranquei a porta com chave pra só deitar numa camisola menor que eu tinha, enquanto pensava no que tinha acontecido há pouco, mesmo que não demorei a dormir de tão cansada que tava naquela noite, abraçando o travesseiro pra realizar todos meus sonhos e não pensar mais nisso. Na manhã seguinte, todo mundo acordou normal, levantamos, nos vestimos e tomamos café pra fazer as tarefas de casa, mas infelizmente eu não conseguia parar de pensar no meu tio me esquentando na noite passada, a mão dele passando pela minha pele, acariciando tudo que ele queria comer, como o volume dele pressionava minha barriga como se quisesse me fazer dele, ou até como ele abusava dos meus lábios com o polegar, tentando me beijar ou pelo menos era o que eu achava. Não consegui parar de pensar nisso o dia inteiro até a noite seguinte. Mas isso tava só começando.
Lembro que umas 2 semanas depois do meu aniversário, fomos visitar a casa do meu tio, que mora num sítio no pé da serra. Era aniversário dele e, como sempre foi próximo da família, fomos vê-lo pra comemorar com meus pais. Naquela época, meu tio estava solteiro porque a namorada tinha terminado com ele pra ir morar em outro país e começar uma vida nova. Desde então, ele ficou mais disponível pra gente, ajudava em tudo que podia, nas reformas da casa, vinha nos visitar com algum petisco pra gente comer junto, e até passávamos os Natais com ele mais do que o normal. Ele é um cara bem alto, até mais que meu pai — meu pai tem 1,80m e ele media 1,98m. Às vezes acho que chegava nos 2 metros, e era enorme mesmo, tinha dificuldade até pra passar pelas portas da própria casa. Na época, ele tinha uns 36 anos, pele grossa, um físico considerável porque malhava na academia sempre que dava, e a pele morena típica de quem trabalha no sol. Ele sempre amou e cuidou do meu pai, mesmo sendo o mais novo — meu pai tinha 45 anos e era mais baixo. E claro, como meus pais têm altura média pra baixa, eu nasci baixinha, parecendo uma salsichinha. Quando isso aconteceu, eu media 1,54m, ou seja, meu tio me superava em altura e em massa, já que ele é muito maior fisicamente do que eu. Bom, continuando: quando chegamos na casa do meu tio, eu tava usando uma calça jeans justa e um top pequeno que destacava meu corpo voluptuoso. Ele deixou a gente entrar e cumprimentou todo mundo como de costume — meu pai com um aperto de mão, minha mãe com um beijo no rosto, e eu ganhei um abraço típico nosso, porque a gente se queria bastante e eu o considerava minha segunda figura paterna. Só que o abraço foi mais longo que o normal, e eu percebi que ele se apertou um pouco contra o meu corpo. Na hora, não entendi, mas depois só empurrei ele. cuidado pra afastar ele de mim e seguir na nossa, e assim a gente só foi andando pela casa pra se instalar, já que íamos ficar daquela sexta até o fim do mês. Meu tio tava bem sozinho, mesmo se mostrando feliz, e a gente queria que ele lembrasse que sempre tinha a gente por perto. Mas acho que naquela hora não foi a melhor ideia ficar pra dormir, por causa do que ia rolar depois, mas já não tinha mais volta naquele momento.
Quando começamos a nos instalar, meus pais ficaram dormindo num quarto que era do outro lado da casa, praticamente no fundão, e eu fiquei num quarto do lado do do meu tio. Como meu tio de vez em quando recebia visitas de amigos que dormiam com ele, porque ele mora bem longe da cidade grande e é um saco pra todo mundo chegar até ele, além de não ter internet boa e morar perto de um vilarejo, enfim, no fim das contas, terminamos de nos instalar com bolsas e mochilas e, como era só meio-dia, decidimos fazer o almoço juntos. Meu tio tinha uma churrasqueira que queria usar há muito tempo, e como a gente tava lá e era aniversário dele, deixamos ele fazer uma carninha pra dar mais gosto no almoço. Eu só tava andando de um lado pro outro vendo se alguém precisava de ajuda, mas parecia que nem meus pais nem meu tio precisavam — eles se viravam bem na cozinha, e eu não podia fazer nada além de colocar os talheres na mesa lá fora e só sentar e esperar. Nisso, meu tio, me vendo meio entediada, chegou perto e me deu um tapinha na cabeça, algo que a gente sempre faz pra chamar a atenção. — Ei, Mirabel, por que você não toma um banho de piscina? Já tá começando a fazer calor e você parece entediada. — Sério? Não te incomoda? — Claro que não! Só vai colocar seu biquíni e entra na água, refresca a pele um pouco. Eu só fiquei olhando nos olhos dele por um tempo, sorrindo, e decidi levantar pra dar outro abraço nele, e depois saí correndo pro meu quarto, onde procurei por uns minutos entre as coisas que trouxe um biquíni que tinha levado pra emergências, principalmente porque tinha um rio perto da casa do meu tio (uns 30 ou 40 minutos a pé) onde eu adorava nadar quando era menor, mas como naquele momento ele tinha me deixado usar a piscina dele, pude aproveitar bem. antes do tempo e isso tinha me agradado, então só me despi no meu quarto, troquei de roupa e com uma toalha na mão fui pra fora pra chegar na escada da piscina, com uns 2 ou 4 metros de profundidade no fundo, então era melhor descer pela escada de metal que tinha na borda. Deixei a toalha de lado e fui entrando devagar, tremendo de tão fria que a água tava, mas deliciosa pra aquele dia quente. Só entrei na água e comecei a nadar de um lado pro outro tranquila, enquanto olhava com um sorriso pro meu tio, que também me olhava sorrindo. Eu curtia poder relaxar um pouco antes de comer, mas de repente percebi que meu tio de vez em quando me olhava, e ele dirigia o olhar pro meu corpo de um jeito suspeito, os olhos dele percorriam meu corpo do pescoço até os dedos dos pés. Era estranho ele fazer isso, mas não me desagradava, porque no fim das contas era meu tio e eu respeitava isso. A família às vezes nota as mudanças em quem não vê há muito tempo. Mas sem perceber, foi ali que tudo começaria pra mim.
Depois de alguns minutos, a gente conseguiu comer e ficou batendo papo por um bom tempo na mesa lá fora, curtindo um tempo em família, já que era aniversário do meu tio, a gente tinha que passar mais tempo com ele, e foi bem daora. Mas claro, como eu falei antes, ele de vez em quando me olhava de corpo inteiro enquanto a gente tava na mesa. Eu tava coberta com uma toalha pequena que cobria parte do meu torso até um pouco acima das minhas coxas, ainda molhadas. Por sorte, as horas passaram rápido e, graças a isso, a gente conseguiu comemorar os quatro juntos. Meus pais beberam um pouco de álcool junto com meu tio, a gente comeu carne, jogou aqueles jogos clássicos de aniversário, tipo colocar o rabo no burro ou bater na piñata por tradição. Claro que não tinha doces, mas era divertido ver meu tio errar as batidas com o bastão na piñata. Foi assim por um tempão até que finalmente anoiteceu, e todo mundo entrou. Eu troquei de roupa: coloquei uma saia que batia no tornozelo, uma blusa simples mas justa, e um coletinho de tecido que eu usava pra me aquecer do frio. Nesse momento, eu tava sentada no sofá vendo um filme, enquanto meus pais e meu tio batiam papo na cozinha sobre uns assuntos que, pelo menos pra mim, não eram da minha conta. Tava meio entediada naquele lugar, então levantei do sofá e fui até a cozinha falar com meus pais. — Mãe, vou dar um mergulho no rio. — A essa hora? Tá meio tarde, Mirabel, não quero que aconteça nada de ruim ou que os lobos apareçam. Nisso, meu tio entrou na conversa, enquanto meu pai só escutava. — Relaxa, cunhada, os lobos tão lá no fundo do mato, e as raposas não são agressivas. Nesse horário, não sai bicho nenhum. — Tem certeza, Juliano? — Total. Pode ir, mocinha, mas leva uma lanterna pra garantir o caminho. — Então tá, mãe, tudo bem pra você? — Não sei, o que você acha, amor? Meu pai, como sempre, tava meio sério mas não indiferente. Só olhou pra minha mãe e balançou a cabeça, dando sinal pra eu ir tomar banho. Então minha mãe só me Ele disse "vai com cuidado" e eu, claro, aceitei, já que também não queria que me acontecesse nada de ruim, embora soubesse que não ia rolar. Então fui pro meu quarto de novo, peguei o biquíni que usei mais cedo no meio-dia, peguei outra toalha limpa, calcei minhas havaianas de sola dura pra não me machucar e fui buscar uma lanterna na sala. Meu tio tinha deixado uma em cima da mesinha de centro antes e, por sorte, ela ainda tinha bastante bateria. Aí finalmente saí de casa e fui com a lanterna acesa em direção ao rio pra tomar um bom banho. O caminho, como eu disse antes, durava uns 30 ou 40 minutos, tempo suficiente pra meus pais já terem ido dormir e eu ficar um tempinho no rio. Claro que, antes de entrar, me despi de novo no meio de uns arbustos pequenos pra ninguém me ver, caso tivesse alguém, e me enfiei na água pra refrescar a pele de novo. A água estava morna e muito gostosa pra aquela noite de lua branca brilhante, mas escondida por trás das nuvens da noite. Fiquei só dando umas voltas na água, curtindo minha solidão e o canto dos grilos da noite, que sempre amei porque dava aquela sensação de estar num lugar totalmente de fazenda e campo, algo que sempre amei e continuo amando até hoje. O mais surpreendente naquele momento, enquanto eu passava as mãos pelo meu corpo pálido, me sentindo a rainha daquele rio, foi que meu tio, num instante, apareceu entre os arbustos com um lampiãozinho daqueles que usam gasolina ou combustível pra acender. Eu me assustei com o aparecimento repentino dele, ficando na dúvida: "Já passou muito tempo desde que saí?" Era estranho ele ter chegado bem mais rápido que eu no rio. Ele levou uns 10 ou 15 minutos pra chegar lá, o que era surpreendente, principalmente porque pra maioria das pessoas era quase obrigatório levar 40 minutos. — Oi, mocinha, como tá a água? — Como você chegou tão rápido aqui, tio? — Ando rápido e conheço o terreno melhor que ninguém. A resposta foi meio convincente naquele momento, a verdade é que fazia sentido ele ter chegado tão rápido, já que morava lá desde uns 23 anos ou menos, idade em que eu era muito novinha pra ele. — Mas você não me respondeu, mija. — Ah, sim! A água tá uma delícia agora. — Legal, legal. Ficou um silêncio entre nós dois, eu só ignorei por causa do desconforto do momento e comecei a nadar de novo no rio sem olhar pra ele por uns segundos. Mas quando olhei de novo, ele estava tirando a roupa na beira do rio, até trouxe uma toalha que eu tinha acabado de ver. Isso me surpreendeu na hora, porque eu não sabia que ele ia tomar banho comigo, muito menos que ele ia ficar quase pelado na minha frente. Desviei o olhar até sentir a água se agitar com a presença enorme daquele homem, o corpo gigantesco dele parecia uma montanha — talvez não tão exagerado, mais como uma árvore cheia de músculos pra todo lado que eu olhasse. Só fiquei num canto enquanto ele se aproximava pra gente tomar banho junto. O momento era diferente do que sempre foi entre a gente, a presença dele não dava pra ignorar, ainda mais quando vi que debaixo d'água ele tava de cueca justa, deixando aparecer um volume meio grosso. Aquilo era estranho, ainda mais num homem, porque ele nem parecia excitado na hora. Eu, na minha vida toda até aquele momento, só tinha tido uma noite de sexo com um garoto que eu gostava e ele de mim, então minha experiência sexual era um deserto sem cactus — não tinha nada na minha memória que me ajudasse a processar aquele momento quando vi o volume dele. Parecia muito grande comparado com o garoto que eu transei pela primeira vez. O pior foi que ele percebeu, e de um jeito que não entendo, ele sorriu, sacando que eu tinha sacado que olhei pra entreperna dele. Aí ele se aproximou, me encurralando na beira do rio, colocando aquele corpo enorme. Na minha frente, ele me devorava com o olhar como se eu fosse uma presa fácil ou um pedaço suculento de carne. Ficou uns segundos sem falar nada, e eu não me atrevia a dizer nada, até que ele quebrou o gelo. — Você cresceu muito, mocinha, agora tá parecendo uma mulher muito gostosa. — Não fala isso, tio, é estranho... — Por que não? Se é verdade, você tá muito chula e suculenta nesse biquíni. As palavras dele arrepiaram minha pele toda pelo jeito que ele me tratava. As palavras não soavam como as daqueles velhos tarados que a gente encontra por aí, não, era mais quente e sedutor, embora tivesse aquele toque de luxúria que esquentaria qualquer um. O volume dele tava constantemente encostando na minha barriga por causa da altura enorme dele, parecia quente e bem grosso, tipo uma bola de tênis ou um almôndegão. Ele não parava de tocar meu ombro direito com uma das mãos, massageando minha pele que tava toda arrepiada. Eu não entendia nada do que tava rolando enquanto sentia minhas pernas tremendo. Talvez fosse medo, receio, ou pior, prazer por sentir ele tão perto. Era estranho, não consigo descrever como eu me sentia naquele momento com meu coração batendo a mil por hora, parecia uma locomotora que acendia mais carvão a cada toque das mãos enormes do homem que era meu próprio tio, meu próprio sangue, minha família praticamente. Isso continuou por vários segundos até que ele levou a mão até minha boca e com o polegar acariciou meus lábios. Nós dois nos olhávamos nos olhos, eu sem conseguir resistir a ele. Qualquer tentativa de me soltar era inútil pela diferença entre nós dois. Ele poderia simplesmente me agarrar do jeito que quisesse e me fazer dele, mas em nenhum momento fez isso. Só movia os quadris contra minha barriga enquanto passava o polegar do jeito que queria nos meus lábios. Eu tava assustada o tempo todo por não saber o que ia acontecer naquele momento, até que ele finalmente tomou iniciativa, embora não do jeito que eu esperava. — Desde que você chegou, fiquei te olhando, mocinha, que fuck. De mulher que você é, pros seus 18 anos você tem o corpo de uma verdadeira mulher e isso, você não sabe como me excita. - . . . - Você é tão gostosa, mija, suas pernas, seus olhos, esses lábios tão bem formadinhos, ou suas tetinhas empinadas gostosas, você é tão gostosa quanto sua mãe quando tinha a sua idade. As palavras dele me surpreendiam cada vez mais pelo jeito que ele falava comigo, estava cada vez mais me tratando como se eu não fosse sobrinha dele e muito menos pela minha idade, fiquei em choque quando ele mencionou minha mãe, agora entendo o que ela queria dizer com suas "aventuras na juventude". Mas isso já não importava, porque ele simplesmente se afastou de mim e virou as costas pra se aproximar da margem do rio, onde saiu e enrolou a toalha na cintura pra pegar o castiçal e ir andando pra casa, enquanto isso, eu estava respirando ofegante mas baixinho, minhas mãos tinham se agarrado na grama debaixo d'água enquanto minhas pernas estavam fracas, olhei pro céu sentindo meu coração não parar de tremer nem por um momento, mesmo quando ele não estava lá, não sabia o que dizer, pensar ou sentir, só me aproximei da margem onde peguei minha toalha e sentei nela abraçando minhas pernas, será que tudo que ele disse era verdade, será que desde de manhã ele tava me comendo com os olhos?, eu na hora nunca soube o que passava pela cabeça dele quando me olhava, talvez ele tava pensando em como ia me pegar sozinha sempre que podia, ou sei lá, não queria pensar nisso e muito menos ao sentir que minha virilha estava molhada, mas não molhada por causa do rio e sim por tesão, toquei um pouco naquela área e senti que meu biquíni estava quente, "será que meu próprio tio me deixou com tesão?" pensava enquanto estava sozinha, não sabia como falar ou o que dizer pros meus pais, ou se ia contar pra eles, mas só me levantei e peguei minhas coisas pra sair do rio antes de preocupar meus pais se eles estivessem acordados. Cheguei em casa e entrei o mais rápido possível, fui tomar banho no banheiro pra tirar toda a água do rio e lavar minha virilha que continuava molhada, fiz isso. Tudo rápido pra ir pro meu quarto, onde tranquei a porta com chave pra só deitar numa camisola menor que eu tinha, enquanto pensava no que tinha acontecido há pouco, mesmo que não demorei a dormir de tão cansada que tava naquela noite, abraçando o travesseiro pra realizar todos meus sonhos e não pensar mais nisso. Na manhã seguinte, todo mundo acordou normal, levantamos, nos vestimos e tomamos café pra fazer as tarefas de casa, mas infelizmente eu não conseguia parar de pensar no meu tio me esquentando na noite passada, a mão dele passando pela minha pele, acariciando tudo que ele queria comer, como o volume dele pressionava minha barriga como se quisesse me fazer dele, ou até como ele abusava dos meus lábios com o polegar, tentando me beijar ou pelo menos era o que eu achava. Não consegui parar de pensar nisso o dia inteiro até a noite seguinte. Mas isso tava só começando.
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