E no mundo dos turro as coisas, ou melhor dizendo, algumas coisas seguem o mesmo padrão das escolas secundárias nos Estados Unidos. Dessa forma, assim como lá tem os populares, os nerds, as líderes de torcida, etc., na favela no mundo turro acontece algo parecido. Rapidamente cada integrante da favela vai sendo encaixado em alguma categoria. Por exemplo, os que já com vinte, vinte e um anos não tinham filhos são os virgens, os lentos. Os pivetes que roubam coisas na avenida são os ladrões, os espertos, o que joga futebol ganha um ponto extra por jogar futebol e assim vai. Os boatos correm mais rápido do que os muleques quando roubam a bolsa de uma velha inocente, e assim você é rotulado rapidinho. Eu tinha chegado na favela há apenas dois anos, mas nesses dois anos tinha tido duas bendis com uma das girls mais gostosas da favela (Jésica) e, como se não bastasse, uma bendi com a irmã dela, ou seja, minha sister in law, e corria o boato que eu tinha comido minha outra sister in law (Nahiara). Automaticamente você entra na categoria de putão. E sob o lema "faça fama e vá dormir", as girls iniciais, as mais novinhas poderíamos dizer, veem isso como algo glorioso. Pelo menos naquela época. Nas palavras das próprias girls, você é "o prenador", "aquele putão te engravida na hora", "é um putão mas eu daria muito". "É o marido da Jesi, enchi a cozinha de fumaça duas vezes e a sister in law também". Acaba rolando um exagero imenso sobre algo digamos pequeno ou não tão grande. Os Turros se gabam de ser o maior putão, e te colocarem nessa categoria faz com que falem de você. Falam de você, e as irmãs, as primas delas acham divertido, curioso, e querem ver se é assim mesmo. É como se eles mesmos fizessem sua fama. Na nossa rua havia dois caras da minha idade, mas os dois moravam com a família, não tinham filhos e saíam cedo para estudar. Para as girls, dois virgens de merda. Não iam conseguir pegar nem a hora. Já a minha figura para elas era muito mais... misteriosa e mais interessante. É assim que a vida, girl, eu cruzo os caminhos com a morena. Ela era a irmãzinha mais nova de um dos Turros que sempre ficava na esquina. Amiga da minha cunhada que engravidei. Foi assim que em algum comentário entre fumo e bebida, devem ter falado de mim, dizendo que eu era uma puta que tinha dado pra geral, que não me importava com nada e blá blá blá. A morena deve ter estado ali por acaso e ouviu tudo. Automaticamente, virei uma figurinha interessante, tipo a figurinha difícil do álbum. Aqui você esbarra com todo mundo o tempo todo. No mercadinho, na açougue, na banca. A gente basicamente vai nos mesmos lugares, às vezes pelo preço, às vezes pela proximidade. No verão, as casas são um forno e naquela época ar-condicionado era coisa dos ultra ricos de Ramos Mejía. Muito longe de Virrey del Pino. Foi assim que toda vez que eu ia comprar no mercadinho do Cacho, eu esbarrava na morena. A primeira vez que a vi, ela estava com um grupinho de amigas. Debochando, deixando a vida passar. Cochichando e falando sobre os caras, colegas da escola, falando mal das supostas amigas e essas coisas que se faz naquela idade e sem celular. E é que, naquela época, tinham chegado ao bairro celulares tipo os Nokia antigos, mas quem tinha eram os caras um pouco mais velhos, a tecnologia ainda vinha mais atrasada. Enfim, a questão é que eu percebi que ela estava me olhando. Ela usava uma calcinha preta fininha bem justa no bumbum. Um topzinho branco deixando o umbigo à mostra e o resto da barriguinha também. Magrinha, cinturinha pequena e só um pouquinho da curva dos seus peitinhos. Menores que dois limõezinhos. Mas de bunda ela estava muito bem. Bem empinada, bem firme, a calcinha fazia destacar ainda mais. Sem dúvidas, uma belezinha de rostinho. Rostinho de menina ainda, sim, mas com um olhar de puta, de quem esquenta água, incrível. Loirinha e de olhos verdes. Chamava atenção, sem dúvida. Eu passei como se nada, mas na volta tive um impulso de Turrão selvagem e cravei o olhar nela. Ela sussurrou algo pra amiga tipo que eu tava olhando e me deu um sorriso. Retribuí o sorriso e continuei caminhando pra casa. Dois dias depois, cruzei com ela ao meio-dia, a morena voltava da escola só com uma amiga e iam se separar na esquina. Eu fui direto pra onde ela estava e quando a cruzei foi aquele instinto de turrão selvagem que me fez dizer "tchau, linda" e pisquei pra ela. Parece bobeira e talvez seja mesmo, mas a morena sorriu e disse: "ai, obrigada" meio nervosa, mas disfarçando. Os dois paramos de andar e ficamos conversando ali no meio da rua de terra.
Eu: De nada, te vejo às vezes com suas amigas e sempre penso 'vou cumprimentar ela' e aí fico na minha... Joaquín, meu nome.
Morena: Morena. (Me deu um beijo na bochecha). Sim, a gente é muito zoeira, vivemos de palhaçada.
Ficamos um tempo conversando sobre bobagens, trivialidades, enquanto eu me perdia naqueles olhos e naquela carinha. Olha, essa novinha me chamava muita atenção. Passamos nossos Facebook e, dado curioso, o Facebook da morena na época era: Laah Moooree3 piiolitaaah deh Laafe. Uma beleza. Ficamos um bom tempo conversando, zoando, contando coisas. Eu sentia que tudo tava saindo bem e cada história que eu soltava, cada comentário, fazia ela rir mais, fazia ela gostar mais de mim. Nos cruzamos mais algumas vezes com ela estando com as amigas e nos cumprimentamos com um sorriso e uma olhadinha.
Mal uma semana depois de nos apresentarmos oficialmente, eu cruzei com ela de novo, voltando da escola. Mas dessa vez foi a algumas quadras de distância de casa. Chuviscava bastante e, mesmo não estando frio, a água que caía incomodava; as ruas com a umidade estavam um lamaçal. Eu estava no Fiat 147, já bem mais judiado do que quando chegou, esperando o semáforo da avenida abrir. A morena, com uma calcinha preta e uma camiseta vermelha meio curtinha, chegou na esquina junto com uma amiga. Vinham da escola e iam pra casa. Eu me aproximei no Beira da calçada e pela janela eu falei: "Vem more, venham que eu alcanço vocês". As girls se olharam cúmplices, eu até de dentro do carro vi ou pude sentir o fogo no olhar da morena. Antes de atravessar a avenida, ela fez uma gracinha, amarrando a camiseta pra ficar mais top do que camiseta. Como eu disse, muito fogosa. As duas subiram no Fiat, a amiga atrás e a More na frente. Começamos a conversar, a zoar, enquanto íamos pra casa da amiga dela. A gente zoa com qualquer bobagem. Num momento, a amiga não teve ideia melhor do que dizer: "Olha more, ouvi dizer que esse te engravida na hora, hein" — soltou uma risadinha e, olhando pra mim, disse: "Ai, desculpa". Mas eu sabia que ela falou de propósito. A morena, rindo, colocou a mão dela sobre a minha na alavanca de câmbio e disse: "Vamo ver se ele dá conta de mim". Pronto, o caminho estava livre, era só empurrar a bola pra dentro do gol. Fui metódico: deixamos a amiga em casa e convidei ela pra dar uma volta. A morena, claro, aceitou. Arrancamos pro outro lado da rodovia 3, que é mais campo, e tinha umas praças que, naquele dia, deviam estar desertas. Nem sei do que a gente falou nessas oito ou dez quadras, mas mal estacionei na praça, a gente já se comeu na boca. Nos comemos com um fogo espetacular. Pra idade dela, ela beijava muito bem, e eu sentia a língua dela na minha boca toda. Fiel ao meu costume, passei a mão por trás dela e agarrei na cintura. Apertei ela contra mim, e o beijo ficou ainda mais intenso. Apertei as nádegas dela e levantei um pouquinho a calcinha pra ver como era. Me acendeu demais ver um fiozinho bem fininho vermelho. A menina sabia das coisas, pensei. Tomando o controle do fogo, beijava a boca e o pescoço dela alternadamente. Eu tava com o pau duríssimo, bem duro no moletom. A morena colocou uma mão no meu pau e, entre um beijo e outro, me disse: "Fuaaaa, com razão engravidou na hora. Olha o que você tem, filho da puta". Enquanto a gente se beijava, ela começou a tocar no meu pau como se estivesse me masturbando. Soltei o fiozinho e subi por baixo da camiseta para tocar seus peitinhos pequenos. Pequenos, redondinhos, divinos. Passava a mão de um para o outro, brincando com seus mamilos. A morena, aproveitando seu corpinho pequeno, subiu em cima de mim no colo. A chuvisco estava mais forte e a situação estava ideal. Minha pica dura batia contra sua bunda minúscula, bem pelada. Cada beijo, cada chupada aumentava nosso tesão e eu tinha voltado a brincar com o fio da sua calcinha. Fingi que ia meter, mas a morena estava se fazendo de difícil. Me beijava, se esfregava em mim, tocava minha pica, mas não me deixava avançar mais. Até que, em um momento, o tesão venceu e, sussurrando no meu ouvido, ela disse: "Quero que você me coma". Baixei sua calcinha e a lingerie, me desnudando então uma buceta estreita, pequena e um pouco peludinha. Eu tinha a pica inchada pra caralho, muito cabessuda, e assim que a tirei do moletom, ficou apoiada sobre sua buceta encharcada. Dei vários beijos na sua boca enquanto fazia ela esfregar mais a pica na sua buceta para molhar mais, porque senão não ia entrar. Mal a pontinha da minha pica entrou na sua buceta e a morena soltou dois gritos, agudos e estridentes. Com uma mistura de putaria e nervosismo, ela me disse novamente no ouvido: "Ai, você tem uma pica enorme, você vai me partir a buceta". Fiz um carinho no seu rostinho e olhei nos seus olhos. Dei segurança a ela e ela se acalmou. Continuamos com apenas a pontinha da pica dentro, nada mais. Mal entrei um pouco mais da pica dentro dela, a Morena soltava gritinhos de prazer. Eu tinha minha mão em seus peitos. E continuava beijando-a e dizendo coisas no seu ouvido. Desnecessário dizer que estava metendo sem camisinha, pele com pele. Quando finalmente a pica entrou toda dentro dela, a Morena deu um grito lindo de prazer e cravou as unhas no meu peito. "Ai, não, não, não, que pica grande você tem", ela disse enquanto sentia toda a pica dentro dela. Mal se mexia, devagarinho. Ficamos até parados, com minha pica dentro, e nos devorando de beijos. Eu senti quando seu hímen se rompeu (ou como se escreve), senti que a tinha desvirginado e a pica... pegou fogo de verdade. Enquanto a gente se beijava de língua, fogo no fogo, a morena quase não conseguia cavalgar em mim, fazendo meu pau entrar ainda mais fundo na buzinha apertada dela. Devemos ter ficado uns dez ou quinze minutos assim até ela gozar. Senti o fluxo dela no meu pau, mas eu queria fazer ela gozar mais. Ela cruzou as mãos atrás do meu pescoço e sussurrou no meu ouvido: "Ai, não acredito que você me desvirginou, filho da puta". Eu olhava nos olhos dela, a carinha, tudo. Com meu pau ainda completamente duro, ela saiu de cima de mim e disse: "a gente continua outro dia, tá?". A malandra me deixou com um tesão da porra. Mas ela adorou que eu respeitei. Não fui pra cima dela. Pelo contrário, dei um beijo na boca e falei: "Quando quiser". A morena se encostou em mim como se procurasse braços pra protegê-la. Ficamos mais ou menos uma hora conversando sobre a vida e combinamos de voltar pra praça... Se alguém quiser fazer uma contribuição, uma doação sem obrigação e sem compromisso.papa.cesara.bater.Mensagem PrivadaDesde já, muito obrigado
Eu: De nada, te vejo às vezes com suas amigas e sempre penso 'vou cumprimentar ela' e aí fico na minha... Joaquín, meu nome.
Morena: Morena. (Me deu um beijo na bochecha). Sim, a gente é muito zoeira, vivemos de palhaçada.
Ficamos um tempo conversando sobre bobagens, trivialidades, enquanto eu me perdia naqueles olhos e naquela carinha. Olha, essa novinha me chamava muita atenção. Passamos nossos Facebook e, dado curioso, o Facebook da morena na época era: Laah Moooree3 piiolitaaah deh Laafe. Uma beleza. Ficamos um bom tempo conversando, zoando, contando coisas. Eu sentia que tudo tava saindo bem e cada história que eu soltava, cada comentário, fazia ela rir mais, fazia ela gostar mais de mim. Nos cruzamos mais algumas vezes com ela estando com as amigas e nos cumprimentamos com um sorriso e uma olhadinha.
Mal uma semana depois de nos apresentarmos oficialmente, eu cruzei com ela de novo, voltando da escola. Mas dessa vez foi a algumas quadras de distância de casa. Chuviscava bastante e, mesmo não estando frio, a água que caía incomodava; as ruas com a umidade estavam um lamaçal. Eu estava no Fiat 147, já bem mais judiado do que quando chegou, esperando o semáforo da avenida abrir. A morena, com uma calcinha preta e uma camiseta vermelha meio curtinha, chegou na esquina junto com uma amiga. Vinham da escola e iam pra casa. Eu me aproximei no Beira da calçada e pela janela eu falei: "Vem more, venham que eu alcanço vocês". As girls se olharam cúmplices, eu até de dentro do carro vi ou pude sentir o fogo no olhar da morena. Antes de atravessar a avenida, ela fez uma gracinha, amarrando a camiseta pra ficar mais top do que camiseta. Como eu disse, muito fogosa. As duas subiram no Fiat, a amiga atrás e a More na frente. Começamos a conversar, a zoar, enquanto íamos pra casa da amiga dela. A gente zoa com qualquer bobagem. Num momento, a amiga não teve ideia melhor do que dizer: "Olha more, ouvi dizer que esse te engravida na hora, hein" — soltou uma risadinha e, olhando pra mim, disse: "Ai, desculpa". Mas eu sabia que ela falou de propósito. A morena, rindo, colocou a mão dela sobre a minha na alavanca de câmbio e disse: "Vamo ver se ele dá conta de mim". Pronto, o caminho estava livre, era só empurrar a bola pra dentro do gol. Fui metódico: deixamos a amiga em casa e convidei ela pra dar uma volta. A morena, claro, aceitou. Arrancamos pro outro lado da rodovia 3, que é mais campo, e tinha umas praças que, naquele dia, deviam estar desertas. Nem sei do que a gente falou nessas oito ou dez quadras, mas mal estacionei na praça, a gente já se comeu na boca. Nos comemos com um fogo espetacular. Pra idade dela, ela beijava muito bem, e eu sentia a língua dela na minha boca toda. Fiel ao meu costume, passei a mão por trás dela e agarrei na cintura. Apertei ela contra mim, e o beijo ficou ainda mais intenso. Apertei as nádegas dela e levantei um pouquinho a calcinha pra ver como era. Me acendeu demais ver um fiozinho bem fininho vermelho. A menina sabia das coisas, pensei. Tomando o controle do fogo, beijava a boca e o pescoço dela alternadamente. Eu tava com o pau duríssimo, bem duro no moletom. A morena colocou uma mão no meu pau e, entre um beijo e outro, me disse: "Fuaaaa, com razão engravidou na hora. Olha o que você tem, filho da puta". Enquanto a gente se beijava, ela começou a tocar no meu pau como se estivesse me masturbando. Soltei o fiozinho e subi por baixo da camiseta para tocar seus peitinhos pequenos. Pequenos, redondinhos, divinos. Passava a mão de um para o outro, brincando com seus mamilos. A morena, aproveitando seu corpinho pequeno, subiu em cima de mim no colo. A chuvisco estava mais forte e a situação estava ideal. Minha pica dura batia contra sua bunda minúscula, bem pelada. Cada beijo, cada chupada aumentava nosso tesão e eu tinha voltado a brincar com o fio da sua calcinha. Fingi que ia meter, mas a morena estava se fazendo de difícil. Me beijava, se esfregava em mim, tocava minha pica, mas não me deixava avançar mais. Até que, em um momento, o tesão venceu e, sussurrando no meu ouvido, ela disse: "Quero que você me coma". Baixei sua calcinha e a lingerie, me desnudando então uma buceta estreita, pequena e um pouco peludinha. Eu tinha a pica inchada pra caralho, muito cabessuda, e assim que a tirei do moletom, ficou apoiada sobre sua buceta encharcada. Dei vários beijos na sua boca enquanto fazia ela esfregar mais a pica na sua buceta para molhar mais, porque senão não ia entrar. Mal a pontinha da minha pica entrou na sua buceta e a morena soltou dois gritos, agudos e estridentes. Com uma mistura de putaria e nervosismo, ela me disse novamente no ouvido: "Ai, você tem uma pica enorme, você vai me partir a buceta". Fiz um carinho no seu rostinho e olhei nos seus olhos. Dei segurança a ela e ela se acalmou. Continuamos com apenas a pontinha da pica dentro, nada mais. Mal entrei um pouco mais da pica dentro dela, a Morena soltava gritinhos de prazer. Eu tinha minha mão em seus peitos. E continuava beijando-a e dizendo coisas no seu ouvido. Desnecessário dizer que estava metendo sem camisinha, pele com pele. Quando finalmente a pica entrou toda dentro dela, a Morena deu um grito lindo de prazer e cravou as unhas no meu peito. "Ai, não, não, não, que pica grande você tem", ela disse enquanto sentia toda a pica dentro dela. Mal se mexia, devagarinho. Ficamos até parados, com minha pica dentro, e nos devorando de beijos. Eu senti quando seu hímen se rompeu (ou como se escreve), senti que a tinha desvirginado e a pica... pegou fogo de verdade. Enquanto a gente se beijava de língua, fogo no fogo, a morena quase não conseguia cavalgar em mim, fazendo meu pau entrar ainda mais fundo na buzinha apertada dela. Devemos ter ficado uns dez ou quinze minutos assim até ela gozar. Senti o fluxo dela no meu pau, mas eu queria fazer ela gozar mais. Ela cruzou as mãos atrás do meu pescoço e sussurrou no meu ouvido: "Ai, não acredito que você me desvirginou, filho da puta". Eu olhava nos olhos dela, a carinha, tudo. Com meu pau ainda completamente duro, ela saiu de cima de mim e disse: "a gente continua outro dia, tá?". A malandra me deixou com um tesão da porra. Mas ela adorou que eu respeitei. Não fui pra cima dela. Pelo contrário, dei um beijo na boca e falei: "Quando quiser". A morena se encostou em mim como se procurasse braços pra protegê-la. Ficamos mais ou menos uma hora conversando sobre a vida e combinamos de voltar pra praça... Se alguém quiser fazer uma contribuição, uma doação sem obrigação e sem compromisso.papa.cesara.bater.Mensagem PrivadaDesde já, muito obrigado
9 comentários - Desvirgó una turrita hermosa rubiecita (cap 49)
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Vas a inseminar todo el barrio
Abrazo genio