A vaca infiel peituda 1

Vou contar minhas aventuras com as várias putas que fui encontrando ao longo da minha vida. São sagas diferentes, umas mais curtas que outras. Espero que vocês gostem. No dia seguinte era sábado, não tinha aula, a única coisa que tinha pra fazer era passar o dia com a minha vaca peituda. Todo dia, sem exceção, quando acordo tomo um banho frio, me acorda e fico o dia todo cheio de energia, e hoje eu precisava dela. Já no banho, pensei em como dar um susto naquele filho da puta do diretor, que na segunda-feira estaria me procurando pra me dar o castigo. Antes de sair do banho, vi um tesouro: um sutiã da minha mãe. Peguei ele com as mãos e coloquei no nariz, inalei o aroma. Na hora, meu pau ficou duro. Não dava pra ignorar o fato de que minha mãe me deixava tão doente que o cheiro dela me excitava pra caralho, amava o perfume dela. Bati uma punheta e deixei todo o meu esperma no sutiã dela, e misturei com o resto da roupa dela. Quando desci pra tomar café, não encontrei minha mãe, só minha irmã. Edu: E a mãe? Lili: Ela saiu cedo pro escritório, disse que volta às 3. Edu: Ah, e você por que tá tão arrumada? Lili: Papai vai passar aqui pra me pegar, vou passar o fim de semana inteiro com ele, e na segunda vou direto pra escola. Aliás, ele disse que queria falar com você. Edu: Respeito que você tenha contato com ele, eu não tenho nada pra falar com aquele cara. Lili: Eu sei que é difícil lidar com ele pelo que ele fez, mas Edu, todo mundo merece uma segunda chance. Edu: Você fala isso porque ele realiza todos os seus caprichos. Lili: Risadinha, claro, tenho que aproveitar. Você podia falar com ele por mim? Edu: Não me pede isso, pede outra coisa. Lili: Deixa eu chupar você, tô com vontade de chupar seu pau. Fiquei surpreso com a cara de pau daquela menina, me pedir uma coisa dessas assim. Eu não queria porque tinha que guardar energia pra minha vaca peituda. Edu: Lili, adoraria que você chupasse meu pau, mas... fui interrompido pela campainha. Parece que serviu pra alguma coisa aquele que se diz meu pai. ??: Finalmente te encontro, Edu. Edu: Não, o que você quer? Luis: Vamos, só... Quero falar com você. Edu: O que você quer? Luis: Vamos, filho, posso entrar? Só quero conversar, é só isso que peço, por favor. Vi o desespero no rosto dele e tive pena. No fim das contas, uma das piores brigas que tive com minha irmã foi por culpa dele. Saí da porta e deixei ele entrar. Já sentados no sofá, ele começou a falar. Luis: Olha, filho, o verão tá chegando e eu preciso cuidar de uns negócios fora do estado. Vou ter que viajar pra vários lugares e vai levar um tempo. Edu: Agora você vai se despedir ou quer que eu carregue sua mala? Luis: Quero que você cuide da loja enquanto eu estiver fora. É algo fácil, mas os funcionários que tenho não têm cérebro pra nada além de trabalhar e pronto. Não têm visão. Edu: Trabalhar pra você? Tá de brincadeira? Luis: Sei que é de repente, mas confio que você vai dar conta. Edu: Qual é o truque por trás disso? Acha que vai me deixar sensível e assim vou te perdoar? Que vou esquecer todas as suas falhas? Luis: Isso é profissional, não é nada pessoal. No fim das contas, eu não vou estar do seu lado, e além disso, você vai ter um salário que, agora que tem namorada, vai te ajudar. E não pretendo misturar o pessoal. Edu: É assim que você pensa em se aproximar da Mãe? Luis: Sua mãe já deixou bem claro que acabou entre nós. Quando conversei com ela há meses, ficamos como adultos que têm filhos no meio, e por isso não vamos ter mais relação além disso. Edu: Quanto tempo vai ser? Luis: Dois meses. E queria pedir sua permissão pra levar sua irmã comigo. Falei com ela e ela disse que eu precisava conversar com você pra você não ficar bravo com ela. Edu: Não tenho problema se ela quiser ir com você, mas se eu descobrir que aconteceu alguma coisa com ela, nem com lágrimas de sangue você vai pagar. Luis: Você tem o mesmo tom que sua mãe. Então, aceita? Edu: Segunda-feira, depois da escola, passo na sua loja e a gente conversa. Luis: Beleza, não vou tomar mais seu tempo. Obrigado por aceitar conversar comigo. E, aliás, de homem pra homem, me arrependo das minhas falhas. Tô ciente de que isso fez de vocês o que são hoje. Edu: Esse elogio é... Pra minha Mãe. Peguei minha irmã e fui embora, nisso o telefone de casa toca e atendo. Diretor: Edu, segunda-feira você tem que trazer seus pais ou sua mãe. Pelo que entendi, seu pai não mora com vocês, então vou ter que falar com sua mãe. Esse desgraçado queria ver minha mãe, mas não ia deixar fácil — só eu tenho o privilégio de ver a beleza dela. Edu: Minha mãe tá fora a trabalho, só volta daqui uma semana ou mais. E de repente minha cabeça bolou um plano infalível que poderia me beneficiar se eu jogasse bem minhas peças de xadrez. — A única que tá aqui é minha tia Martha. Professor: Entendo. Se ela for tão gostosa quanto sua mãe, traz ela. Preciso falar com ela sobre seu comportamento. Edu: Claro, eu levo ela depois das aulas, já que ela trabalha à noite e é só nesse horário que pode te atender. Professor: Tanto faz, mas segunda-feira, senão você tá expulso. Edu: Pode contar com minha tia Martha, sem problema. Assim que desliguei, só precisava convencer minha vaca peituda a fazer o que eu queria pra ter aquele professor tarado nas minhas mãos e transformá-lo na minha marionete. Com esses pensamentos, fui até minha vaca peituda. Cheguei na porta dela e, antes de bater, a porta abriu. Apareceu na minha frente, com um vestido horrível, longo e folgado, que mal dava pra ver as tetas dela. O marido e os filhos estavam saindo. Martha: Oi Edu, desculpa, mas vamos passar o fim de semana na cidade dos meus pais. Te liguei ontem à noite pra avisar, mas ninguém atendeu. Edu: Boa tarde. É, ontem dormimos cedo, sem problema. Tenham um bom fim de semana. Marido da Martha: Se quiser, pode trabalhar aqui. Deixamos uma cópia das chaves. Edu: Sem problema, até que esse fim de semana vou ficar livre de castigo. Martha: Bom, se quiser entrar, posso te dar umas ideias que tenho. Amor, vai na frente com minha irmã, já vou. Assim que entrou em casa, ela se jogou em cima de mim, a gente se devorou de boca. Martha: Tô com um tesão danado, Edu. Edu: Não vai, inventa qualquer desculpa. Martha: Não dá, é o aniversário da minha mãe, não posso ficar. mas se eu posso esvaziar essas bolas pra você. Ela se ajoelhou e de uma vez só puxou meu pau pra fora e começou a lamber com tanta desespero que por momentos parecia que queria arrancar ele fora. Martha: ai meu macho, adoro seu pau grosso Edu: uff sua tetuda, você tá me deixando louco, engole ele todo, quero que não deixe nem um pedaço fora dessa boca de chupadora Segurei a cabeça dela com as mãos e empurrei pra ela devorar meu pau, ela submissa se deixou levar e apoiou as mãos nas minhas costas, só se ouvia o som gutural do esforço dela. Logo não precisei mais segurar a cabeça dela, ela sozinha pegou o ritmo, minhas mãos então foram torturar aquelas tetas inchadas e aqueles bicos duros de tanta excitação, peguei eles entre meus dedos e levantei com força, ao fazer isso a língua dela ficou mais agitada no meu pau, sentíamos um prazer incrível os dois até que não aguentei mais, sentei ela no chão, coloquei a cabeça dela encostada na lateral do sofá e me dediquei a foder a boca dela, ela como boa chupadora de pau colocou as mãos na minha lombar quase nas minhas nádegas e me puxou mais pra dentro. Até que gozei num orgasmo brutal Martha: ai meu menino, isso foi muito excitante, que porra gostosa, uff você se comportou como um verdadeiro macho Edu: suas chupadas são as melhores, me desculpa se perdi um pouco o controle Martha: de jeito nenhum Edu, adorei como você me tratou como macho, fazia tempo que não me tratavam assim com tanta força-. Lembrei que tinha que convencer ela a ir com o pervertido do meu diretor. Edu: faz quanto tempo que não te tratavam assim, tetuda? Martha: uff Edu, já faz muitos anos, o último foi um colega de faculdade, ele era tão meigo, tão quieto e eu sabia que ele gostava de mim e ele tinha me ajudado nas provas finais então decidi dar um presente pra ele e me entreguei, mas que surpresa eu tive porque ele deu uma boa fodida. Batendo com meu pau na cara dela, coloquei minhas bolas na altura da boca gulosa dela que não hesitou em chupar com gula, sentia um prazer incrível quando vi pela janela o marido dela voltando, nos arrumamos o mais rápido possível. Quando ele chegou Estávamos no pátio e ela me dizia que queria trabalhar. Carlos: querido, precisamos ir mais tarde, tenho que ir à fábrica resolver uns problemas que surgiram. Martha: claro, love, aproveito pra explicar pro Edu como quero isso com detalhes. Carlos: desculpa, rapaz, vai ter que aguentar minha esposa mais um pouco. Edu: sem problema, o trabalho chama. Assim que ele saiu pela porta, peguei minha vizinha Tetuta e coloquei ela na janela pra ficar de olho caso o marido voltasse, enquanto eu ia levantando aquele vestido que ela usava, bem abaixo do joelho. Edu: que vestido feio você tá usando hoje, Martha, esconde suas curvas. Martha: meu marido não quer que eu use roupa curta na cidade, porque lá tem uns ex-namorados meus. Enfiei meus dedos por dentro da calcinha dela, tava quente e muito molhada. Minha outra mão tava no peito dela, apalpando e beliscando os bicos. Edu: então minha peituda era uma putinha gostosa. Martha: que nada, sempre fui uma esquentada, só transei com meu ex-namorado da cidade e aquele filho da puta que soube tirar a vadia que tenho dentro de mim na faculdade, comi muito pau, igual aquele tímido que te falei. Edu: uff, como você tá quente, peituda. Martha: me rejuvenesce ser tocada por um jovenzinho, pensei que só chamava atenção de velho tarado. Edu: não pensou que ia ficar assim com um novinho? Martha: claro que não, só achei que a gente ia brincar e pronto, mas uff, meu pau já não aguenta mais, tô ardendo, me come logo. Edu: vamos pra sua cama, a primeira fodida vai ser na sua cama pra toda noite que você deitar, lembrar de mim. Pegando meu pau com a mão, ela me guiou até o quarto dela, parece que adorava fazer isso. Já sentada, começou a chupar ele como só ela sabe, e nisso estávamos quando o celular dela tocou, era o marido. Ela atendeu e colocou no viva-voz. Martha: sim, querido? Carlos: vou demorar um pouco mais, porque o trânsito tá maior do que eu pensei. Martha: fica tranquilo, love. Enquanto ele explicava o porquê da demora, meu pau passava no rosto todo dela, batia nela. com ela fazendo um barulhinho leve. Martha: ah nada, querido, é que com esse calor comprei um sorvete e tô comendo ele-. Nem preciso dizer que enfiei a pica até a garganta dela de uma vez, segurei ela lá por uns segundos enquanto o corno continuava falando um monte, ela só me olhava com tesão. Soltei ela pra pegar ar e agora era ela quem pegava minhas bolas e começava a chupar enquanto eu batia nela com a pica onde dava até que fiz um sinal pra ela desligar, já não aguentava mais de vontade de comer ela. Martha: querido, preciso ir ver como o Edu tá. Carlos: espero que ele se comporte Martha: claro que sim, ele é muito educado Carlos: toma cuidado, nessa idade querem comer tudo que se mexe. Martha: talvez eu dê uma flertada com ele como na faculdade Carlos: como você é, faz isso e me conta tudo, vale!! Martha: querido, você vai saber até a última palavra. E falando isso, apertei os bicos dos peitos dela o mais forte que pude pra ela ver que eu já queria comer ela. Carlos: é um trato, você pode dar uma esquentada e à noite a gente vê se dá pra trepar um pouco. Isso me agradou, então fiz um sinal pra Martha seguir o jogo e ver o que essas palavras escondiam. Martha: você quer que eu desça de regata e sem sutiã ou prefere um top, coloco uma minissaia ou um shorts com uma fio dental que dê pra ver o que tô vestindo pra ver se eu excito ele? Carlos: uff, love, e o que você faria se excitar ele? Martha: o que você mandar, love, chupar a pica dele, deixar ele apalpar, você decide? Carlos: primeiro vê se excita ele e depois a gente vê, tá, me conta o que rolou, volto o mais rápido pra casa. Martha: me liga pra eu ficar tranquila, love. Desligando a chamada, peguei a peituda pelos cabelos e enfiei minha pica até a garganta dela numa metida frenética. Edu: caramba, parece que seu marido quer que você me seduza, se ele soubesse que você já é minha vaca peituda, uf, como você chupa bem, mas já chega disso, vou te comer, Martha. Martha: nunca pensei isso do meu marido, parece que temos uma janela aberta pras nossas aventuras. Edu. Peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, meti meu pau naquela buceta quente e fui penetrando devagar, sentia as paredes dela se abrindo pro meu pau e como ela resistia um pouco. Martha: Uf, meu macho, que grosso, love, continua, continua. Edu: Que apertadinha gostosa, dá pra ver que ninguém te comeu direito. Martha: Só você vai me comer, love. Edu: A partir de hoje, você vai ser minha puta, Martha. Enfiei o pau todo naquela buceta gulosa, minhas bolas encostaram na bunda dela e comecei a me mexer devagar, fui pegando o ritmo e via os peitões dela pulando no meu compasso, só se ouvia os gemidos dela e minhas bolas batendo na bunda dela. Não parei de foder ela, ter gozado uns minutos antes me ajudou a durar mais. Minhas mãos pegaram os bicos dos peitos dela e puxaram pra cima, via o corpo dela se contraindo de tanto prazer. Coloquei as pernas dela de lado pra apertar mais os lábios dela e meter com força, agora minhas bolas faziam mais barulho e a respiração dela ficava mais ofegante, ela tava chegando no orgasmo, se tensionou por uns segundos e depois relaxou. Eu não parei de penetrar, tinha entrado num êxtase, essa coroa tava me dando muito prazer. Ajeitei ela de quatro e ela mesma começou a rebolar. Martha: Isso, meu macho, me dá forte, come essa vaca de peitão. Edu: Vamos, Martha, se mexe mais rápido, quero ver o quanto você quer esse pau grosso. Martha: Não acredito que você me dá tanto prazer, meu menino. Dei um tapa na bunda dela e vi ela se mexer mais rápido, dei outro e ela começou a tremer, dei o terceiro e as mãos dela falharam, a cara dela caiu no colchão. Peguei o ritmo e minhas penetradas ficaram mais intensas, já não tava mais de joelhos atrás dela, tava de cócoras em cima da minha peituda. Minhas mãos pegaram o cabelo dela e ela começou a gritar de prazer, minha agora mulher. Peguei o travesseiro dela e fiz ela morder pra poder meter forte naquela buceta gulosa. Edu: Era isso que você queria, coroa peituda? Que um novinho te comesse gostoso, que te desse pica. Martha: Meu menino, sou sua de agora em diante, não para, vou gozar, vou gozar. Edu: Diz. que você será minha putinha. Martha: ah sim sim serei sua putinha. Edu: vou te fazer dar pra quem eu quiser. Martha: sim sim sim amor siiiiiiim Edu: vou deixar chuparem essas tetas de vaca-. E apertando o mamilo dela, enfiei meu pau com mais força, precisava que ela cedesse pra poder dizer que precisava que ela seduzisse meu velho diretor. Senti meu pau molhando com os sucos dela e não aguentei mais, enfiei meu pau o mais forte que pude pra soltar todo meu leite dentro dela, que ao sentir apertou mais os músculos da buceta pra me espremer mais. Fiquei exausto sobre ela, beijando sua bochecha e minhas mãos percorrendo seu corpo de puta. Martha: meu amor, que delícia. Edu: você é a primeira que engole meu pau e a primeira que enfio inteiro. Martha: e você não tem experiência, se tivesse, me partia ao meio. Edu: esse é meu objetivo, te partir tanto essa bucetinha gulosa que você não consiga mais viver sem meu pau-. Deitando ao lado dela, ela me procurou, nos beijamos de leve, suas mãos me abraçaram, senti seus peitos suados, seus mamilos duros nas minhas costelas. Martha: sei que o nosso é só passageiro, mas amei ser sua. Edu: você se engana, Martha, você é minha até eu querer, já te falei, você é minha putinha, vou te fazer dar pra quem eu quiser. Pegando seu rosto, dei um tapa que em vez de irritar, excitou ela, ela subiu em cima de mim, meu pau tava duríssimo de novo, pronto pra briga. Martha: E se eu disser que não vou ser sua putinha?-. E se jogou de uma vez no meu pau, entrando até o fundo. Edu: vou te convencer, na base da porrada-. Puxei ela pro meu peito e comecei a me mexer de novo feito louco, ela só gemia, minhas bolas voltaram a bater na bunda dela, minhas mãos nas nádegas, apertando e começando a dar tapas. Edu: você vai ser minha até eu querer.- e tapa que ecoava pelo quarto inteiro. Edu: você é minha vaca peituda.- outro tapa Edu: você é minha mulher.- tapa mais forte Edu: você é meu depósito de porra.- tapa de novo-. Edu: Você é minha putinha. Edu: vou te fazer dar pra quem eu quiser-. Repete o que eu te disse." Só de sentir a palmada, ela já se mexia sozinha. Parei de me mover e ela começou a me montar.
Martha: "Serei sua." E eu dava outra palmada nela.
Martha: "Sou sua vaca peituda." *Plas* Minha mão já estava dormente.
Martha: "Sou seu depósito de porra."
Martha: "Sou sua putaaaaaa e vou transar com quem você mandar, ahhh simmmmm me dáaaaaa, vou gozaaaar."
Palmada e ela desabou num orgasmo. Ficamos deitados, respirando pesado, recuperando o fôlego, quando o celular dela tocou. O marido já estava voltando e a primeira coisa que perguntou foi se ela tinha feito o que combinaram.
Martha: "Bom, quando você chegar eu conto." E desligou na cara dele.
Martha: "Edu, me jura que não vai contar pra ninguém."
Edu: "Pode ficar tranquila, Martha, não vou contar pra ninguém se você me fizer um favor na segunda, depois da aula, com o tarado do meu diretor."
Martha: "Você é um filho da puta, me comeu pra isso? Pra eu transar com aquele diretor de merda?"
Vi que a situação estava saindo do meu controle, então agi o mais rápido possível.
Edu: "Calma, quem disse que quero que você transe com ele? Só quero que você converse, esquente ele, faça ele achar que vai te comer, mas antes disso acontecer, eu vou parar ele, porque aquele filho da puta quer me expulsar." Expliquei meu plano.
Edu: "Não vou fazer nada que arrisque seu casamento, putinha minha." E dando um beijo nela nos lábios, vi como ela mudou completamente.
Martha: "Você é um amor, Edu. Ufa, meu corpo todo dói, mas me sinto tão relaxada."
Edu: "Depois dos orgasmos que você teve."
Martha: "Sim, amor, foram deliciosos. Tive mais orgasmos com você nessas horas do que em todo meu casamento."
Edu: "Já te falei, de agora em diante isso acabou. Vou te dar muita pica e fazer você levar pica de quem eu quiser."
Martha: "E eu adorando levar. Antes de você ir, vem aqui, deixa eu te dar um boquete." E pegando minha pica, engoliu de uma vez. Não era brincadeira que ela adorava chupar pica. Me soltei e ela engoliu toda minha porra.
Me troquei e fui pra casa. Já tinha sido tempo demais com a minha vizinha Martha e não queria levantar suspeitas. com o marido dela. Aguardo seus comentários!

1 comentários - A vaca infiel peituda 1

Mav554
Continúa con el relato men
Claro que si men, te sorprenderá lo infiel que puede ser está vaca tetuda...