Primeiramente, como deixei claro num comentário, não vivo disso. Então tentei fazer isso o mais rápido possível, mas com coerência. Saibam entender que a situação do país (Argentina) não te dá tempo pra nada, por isso que não tava publicando nada. Mas a ideia é terminar esse relato e começar um com o gênero de infidelidade. Tenho uma ideia básica, mas ainda falta desenvolver um pouco mais. Continuando o relato............. Fiquei sentado uns minutos olhando pro computador sem saber o que fazer ou pensar, principalmente pela quantidade de coisas que minha mãe escondia do meu pai. Até que era a vida dela, mas me deu uma impotência saber que ela se dava ao luxo de botar chifre no meu velho e, pra piorar, tinha a frieza de vir e cumprimentar ele como se nada tivesse acontecido depois do que fez. Que filhas da puta!! Exclamei bem baixinho, mas com um tom de raiva, não só pela minha mãe, mas também pelas amigas putas que ela tinha. A verdade é que depois do que meus olhos viram, a única coisa que passava pela minha cabeça era mandar todas essas mulheres pra puta que pariu e começar a publicar em todo canto, deixar tudo podre de vez. O problema é que eu tinha que jogar muito bem minhas cartas, já que a maioria dessas mulheres que apareciam nos vídeos antigos e novos, hoje em dia eram pessoas casadas ou amigadas com caras de alta posição na sociedade. Isso quer dizer que, se descobrissem quem foi que viralizou tudo, iam dar um jeito de me fazer pagar, mesmo que isso significasse pra elas ficarem sozinhas e divorciadas na maioria dos casos. Eu tomei todo o tempo do mundo pra deixar tudo no lugar certo antes de sair do escritório da minha mãe, porque ela é bem obcecada por ordem e ia perceber que alguém entrou só por deixar um quadro mal arrumado. A verdade é que na minha cabeça passavam um monte de ideias pra poder escrachar todas essas mulheres, incluindo minha mãe. Mas Depois de pensar bastante no meu quarto, o que eu pensei em fazer foi viralizar esses vídeos em grupos de fóruns na internet e em grupos de putaria no WhatsApp e Telegram. Lembro que meu amigo, que era mais punheteiro do que eu, tinha conseguido os vídeos vazados de várias pessoas em diferentes grupos pornô, e foi essa a ideia que tive pra viralizar todos aqueles vídeos que consegui e as fotos deles. Mas não dava pra soltar tudo de uma vez, senão ia ficar muito na cara. Outra coisa que pensei foi que dava pra lucrar com esses vídeos, porque se eu me enrolasse com a lei mais pra frente, ia precisar de grana pra resolver. Então comecei na hora a caçar grupos de WhatsApp e Telegram de putaria. Mas depois percebi que os grupos de WhatsApp não deixam salvar os arquivos, e eu teria que ficar compartilhando os vídeos toda hora pros novos membros. Aí optei pelo Telegram, onde os vídeos, arquivos e links que você posta ficam salvos e qualquer membro novo pode ver. Desse jeito, botei a mão na massa, juntei todos os vídeos e comecei a cortar eles um pouco, pra usar como uma prévia do vídeo original e mais longo. A primeira coisa que fiz foi começar a mandar as fotos dos primeiros vídeos com o comentário "se tem foto, tem vídeo". Claro, como eu já esperava, minha caixa de mensagens encheu de gente perguntando se eu tinha mais material e, principalmente, se tinha os vídeos. Pensei em responder mandando os vídeos um por um no privado, mas foi aí que respondi no chat do grupo que os vídeos estariam disponíveis se me mandassem 5 dólares na minha carteira do PayPal. No começo, o pessoal se irritou porque ninguém vendia nada naquele grupo, mas eu só respondi e falei: "procurem na internet inteira se quiserem, mas não vão achar nem os vídeos nem as fotos que eu tenho". E pra finalizar, mandei um vídeo cortado do original mostrando o que aparecia nas imagens. Foi logo depois que eu mandei aquele vídeo comprovando que o que eu tava falando era verdade que começaram a chegar as mensagens no chat privado perguntando se o dinheiro que eu tava pedindo era por todos os vídeos que existiam ou se era por um só. Foi naquele instante que comecei a vender os vídeos que eu tinha. Quando terminei de responder algumas mensagens privadas, olhei a hora e já eram 3 da manhã. Em algumas horas meus velhos iam chegar da viagem deles pro litoral. Então, antes de dormir, lembrei também de arrumar e deixar tudo no lugar certo, principalmente o caderno onde eu tinha achado as chaves e senhas pra conseguir pegar toda a informação que eu tinha. Quando deixei tudo no devido lugar e terminei de limpar, já eram 4h40 da manhã, ainda bem que no dia seguinte, segunda-feira, não tinha aula por causa da jornada de capacitação dos professores, então eu podia dormir a manhã toda praticamente. Fui dormir umas 5 da manhã, já dava pra ouvir o barulho dos carros e caminhões começando o dia, liguei o ar e capotei na cama. Sabia que meus velhos tinham a chave deles, então podiam entrar de boa mesmo que eu tivesse dormindo igual uma pedra. No dia seguinte acordei com uma dor de cabeça do caralho, sem saber o motivo, e a primeira coisa que fiz foi olhar que horas eram, e já era 1 da tarde. Então meus velhos não só deviam ter chegado cedo como também estariam tirando um cochilo, já que também não trabalhavam naquela segunda. Acordei e, tirando força não sei de onde, fui pro banheiro lavar o rosto, meus olhos ardiam como se eu não tivesse dormido nada. Depois de me limpar, fui pra cozinha e tava tudo no lugar, exceto os pratos na pia, denunciando que meus velhos tinham comido e ido dormir. Olhei a geladeira e tinha maionese, mas só isso, e depois olhei o forno e tinha umas milanesas à napolitana. Enquanto comia em silêncio na Na cozinha, olhei meu celular e vi que tava cheio de mensagens no Telegram, além de mensagens dos meus amigos no WhatsApp. Por enquanto, tudo ia de maravilha, tinha mais gente interessada nos vídeos, tanto homens quanto mulheres. Algumas mulheres me ofereciam troca de fotos e vídeos pelos que eu já tinha mandado. No começo, fiquei na dúvida, mas só fiz isso com uma que era uma gostosa, uma colombiana. Quem recebia os vídeos depois de pagar tinha proibição de compartilhar, senão não veria os próximos, mesmo pagando muito. E meus colegas perguntando no WhatsApp se eu tava bem pra um jogo por grana naquela noite, às 9. Eu tava me sentindo uma bosta, falei no grupo, mas tomei um remédio e aviso com o passar das horas se vou conseguir ir. ......................................... Os dias e meses foram passando e tudo parecia tranquilo, sem suspeitas de nada.. Até que um dia, depois de 3 meses, chegaram 2 mensagens no grupo de amigos do futebol... "Vocês não sabem dos vídeos pornô que vazaram".... "Com certeza algum de vocês conhece essas putas"...... Quando olhei as mensagens no grupo, percebi que os vídeos eram os que eu tava vendendo. De algum jeito, já tavam começando a viralizar pela cidade.. Primeiro, me fiz de otário e fui na onda, respondendo as mensagens do grupo.. "Que filhas da puta, uma mais gostosa que a outra" respondi no grupo. Só falei isso pra não ficar tão na cara que eu sabia a origem de tudo. Mas também não tinha que dar satisfação pra ninguém. _____________________________________________________________ Os dias continuavam passando e eu continuava faturando com os vídeos das aventuras da minha mãe e das amigas dela. Obviamente, no grupo de amigos, os novos vídeos e imagens que eu mandava pros grupos do Telegram apareciam. Uns dias depois, percebi que um dos meus amigos estava no grupo do Telegram onde eu vendia e compartilhava esses vídeos. Tudo parecia estar indo de maravilha até que um dos meus amigos me ofereceu uma boa grana por todos os vídeos completos, mas eu fiquei enrascada porque se eu mandasse os dados da minha conta bancária, ele saberia que era eu quem tinha compartilhado os vídeos e me encheria de perguntas. Quando chegou a mensagem privada dele, eu só deixei no visto, e pra ignorar ele por uns dias, mandei os vídeos que já tinha enviado, mas completos, com umas imagens novas, só pra enganar ele por um momento.
Enquanto isso, lá em casa, depois desses primeiros 3 meses, num domingo de manhã, acordei cedo, coisa rara pra mim, já que sempre passo batido e só me acordam pra almoçar meio-dia. Acordei com uma dorzinha na barriga e uma leve dor de cabeça, não sei o que era, mas algo me dizia que, onde quer que eu me mexesse, não fizesse muito barulho. Olhei pro celular quando levantei e eram 10 da manhã, meus pais deviam estar terminando de tomar café. Levantei e fui pro banheiro sem fazer barulho. Quando terminei de me arrumar, fui devagar e em silêncio pra cozinha, e comecei a ouvir minha mãe falando. Conforme fui me aproximando e consegui ouvir, percebi que ela tava falando no telefone. "Olha, amiga, eu tô tão surpresa quanto você e assustada também", dizia minha mãe. "A maioria dos vídeos e imagens que vazaram praticamente nos entregam todas." "Mas você não disse que esses vídeos não tinham como vazar, sua burra?" A outra pessoa falou do celular no viva-voz: "Claro que eu disse que não tinha como vazar, mas como você vê, de algum jeito vazaram." "O pior de tudo é que só tenho duas coisas passando pela minha cabeça que podem ter acontecido", disse minha mãe. "Ou meu filho descobriu as senhas das pastas antigas e começou a vazar os vídeos ele mesmo, porque como você vê, em quase todos os... Os vídeos só mostram vocês, e eu não apareço em nenhum deles, e sei muito bem que eu apareço nesses vídeos" — meu coração começou a acelerar quando minha mãe disse isso. "Ou então, outra coisa que pode ter acontecido é que eu levei o computador velho pra algum técnico amigo dele, que ele conheceu no curso que fez, e bom, ele foi o responsável por vazar os vídeos. Mas por que vazaram só as partes onde vocês aparecem e eu não?" — Caralho, falei quando ela terminou de dizer isso. Minha mãe continuou: "Não sei como vamos fazer, mas vou tentar descobrir o que aconteceu e como esses vídeos vazaram. A única coisa que peço é que você continue se fazendo de desentendida e tente não dar muita atenção pra esse assunto. Vou ver o que posso fazer. E assim que tiver alguma informação, te ligo." — exclamou minha mãe. "Bom, vou deixar você, porque meu marido chegou e vou começar a cozinhar. Estamos em contato, amiga." E desligou a chamada pra dar um suspiro bem forte.
Me retirei sem fazer barulho e fui pro meu quarto sem fazer o menor ruído, e fui dormir mais um pouquinho até minha mãe me acordar pra almoçar. Ia ter que pensar muito bem no que responder pra minha mãe sobre os conteúdos privados que eu tinha compartilhado, então teria que pensar muito bem em como jogar minhas cartas... Ainda mais sabendo que minha mãe ia levar todo o tempo do mundo pra descobrir o máximo que pudesse. A única coisa que sabia é que ela me chamaria a sós pra perguntar sobre o assunto, porque se fizesse isso na frente do meu pai, ela praticamente se entregaria sozinha.
____________________________________________________________ Os dias foram passando depois daquele domingo em que eu tinha escutado a última ligação dela, até que numa quinta-feira à tarde eu tava chegando da escola e indo pro quarto quando minha mãe, da cozinha, me chamou: "Nahuel, preciso falar com você um momento!" "Tá bom, mãe, vou trocar de roupa e já vou." — falei. "Tá, não demora, por favor." — ela respondeu de um jeito sério. E o olhar dela parecia meio de raiva. Chego no meu quarto e me troco o mais devagar que consigo, só pra prolongar a situação e o momento. Depois disso, fui pro banheiro lavar o rosto e me espantar um pouco do que poderia rolar. Só tinha duas opções: uma era me fazer de desentendido e alongar o caminho da minha querida mãe até a verdade. Ou entrar no modo contra-ataque, falar a verdade e que tudo se foda, e pronto. No fundo, medo eu não tinha, e praticamente o afeto que eu sentia pela minha mãe tinha sumido em grande parte. Tudo ia depender de como minha querida mãe usaria as armas dela comigo e que tipo de informação ela queria. Depois de terminar de lavar o rosto, fui pra cozinha, onde minha mãe me esperava com mate doce, já que ela não gostava dos amargos. Aqui começa a parte boa, falei pra mim mesmo.
Enquanto isso, lá em casa, depois desses primeiros 3 meses, num domingo de manhã, acordei cedo, coisa rara pra mim, já que sempre passo batido e só me acordam pra almoçar meio-dia. Acordei com uma dorzinha na barriga e uma leve dor de cabeça, não sei o que era, mas algo me dizia que, onde quer que eu me mexesse, não fizesse muito barulho. Olhei pro celular quando levantei e eram 10 da manhã, meus pais deviam estar terminando de tomar café. Levantei e fui pro banheiro sem fazer barulho. Quando terminei de me arrumar, fui devagar e em silêncio pra cozinha, e comecei a ouvir minha mãe falando. Conforme fui me aproximando e consegui ouvir, percebi que ela tava falando no telefone. "Olha, amiga, eu tô tão surpresa quanto você e assustada também", dizia minha mãe. "A maioria dos vídeos e imagens que vazaram praticamente nos entregam todas." "Mas você não disse que esses vídeos não tinham como vazar, sua burra?" A outra pessoa falou do celular no viva-voz: "Claro que eu disse que não tinha como vazar, mas como você vê, de algum jeito vazaram." "O pior de tudo é que só tenho duas coisas passando pela minha cabeça que podem ter acontecido", disse minha mãe. "Ou meu filho descobriu as senhas das pastas antigas e começou a vazar os vídeos ele mesmo, porque como você vê, em quase todos os... Os vídeos só mostram vocês, e eu não apareço em nenhum deles, e sei muito bem que eu apareço nesses vídeos" — meu coração começou a acelerar quando minha mãe disse isso. "Ou então, outra coisa que pode ter acontecido é que eu levei o computador velho pra algum técnico amigo dele, que ele conheceu no curso que fez, e bom, ele foi o responsável por vazar os vídeos. Mas por que vazaram só as partes onde vocês aparecem e eu não?" — Caralho, falei quando ela terminou de dizer isso. Minha mãe continuou: "Não sei como vamos fazer, mas vou tentar descobrir o que aconteceu e como esses vídeos vazaram. A única coisa que peço é que você continue se fazendo de desentendida e tente não dar muita atenção pra esse assunto. Vou ver o que posso fazer. E assim que tiver alguma informação, te ligo." — exclamou minha mãe. "Bom, vou deixar você, porque meu marido chegou e vou começar a cozinhar. Estamos em contato, amiga." E desligou a chamada pra dar um suspiro bem forte.
Me retirei sem fazer barulho e fui pro meu quarto sem fazer o menor ruído, e fui dormir mais um pouquinho até minha mãe me acordar pra almoçar. Ia ter que pensar muito bem no que responder pra minha mãe sobre os conteúdos privados que eu tinha compartilhado, então teria que pensar muito bem em como jogar minhas cartas... Ainda mais sabendo que minha mãe ia levar todo o tempo do mundo pra descobrir o máximo que pudesse. A única coisa que sabia é que ela me chamaria a sós pra perguntar sobre o assunto, porque se fizesse isso na frente do meu pai, ela praticamente se entregaria sozinha.
____________________________________________________________ Os dias foram passando depois daquele domingo em que eu tinha escutado a última ligação dela, até que numa quinta-feira à tarde eu tava chegando da escola e indo pro quarto quando minha mãe, da cozinha, me chamou: "Nahuel, preciso falar com você um momento!" "Tá bom, mãe, vou trocar de roupa e já vou." — falei. "Tá, não demora, por favor." — ela respondeu de um jeito sério. E o olhar dela parecia meio de raiva. Chego no meu quarto e me troco o mais devagar que consigo, só pra prolongar a situação e o momento. Depois disso, fui pro banheiro lavar o rosto e me espantar um pouco do que poderia rolar. Só tinha duas opções: uma era me fazer de desentendido e alongar o caminho da minha querida mãe até a verdade. Ou entrar no modo contra-ataque, falar a verdade e que tudo se foda, e pronto. No fundo, medo eu não tinha, e praticamente o afeto que eu sentia pela minha mãe tinha sumido em grande parte. Tudo ia depender de como minha querida mãe usaria as armas dela comigo e que tipo de informação ela queria. Depois de terminar de lavar o rosto, fui pra cozinha, onde minha mãe me esperava com mate doce, já que ela não gostava dos amargos. Aqui começa a parte boa, falei pra mim mesmo.
3 comentários - Segredos do PC véio (parte 4)