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![Mansão da Luxúria[12]Buceta Gostosa[/12] Mansão da Luxúria[12]Buceta Gostosa[/12]](//s2.poringa.net/images/space.gif)
Capítulo 12.
Espíritos de Luxúria.
A cafeteria era pequena, mas aconchegante. Rebeca achou que era um lugar excelente pra passar uns minutos por dia, batendo papo com os amigos. As paredes eram de tijolo rústico e todos os móveis lembravam a época colonial. Principalmente os lustres de madeira pendurados no teto. Tinham sido atualizados com luzes de LED amareladas em formato de gota invertida. Isso dava a sensação de que eram velas queimando, iluminando o lugar.
Sara escolheu sentar num sofá de canto e pediu pra Rebeca ficar do lado dela. Dali, dava pra ver o bar inteiro. Tudo parecia ir bem até a garçonete atender elas. Era uma mina nova, de aparência normal, mas que com maquiagem podia ficar bem gostosa. Rebeca achou que essa menina foi meio grosseira na hora de anotar o pedido, e que Sara se comportou muito melosa com a veterana ruiva que tava com ela. Até passou a mão nas pernas dela, o que Rebeca considerou um abuso de confiança.
—Quando ela trouxer o café, enfia a mão entre as minhas pernas.
—O quê? Cê tá louca?
—Estou te pedindo como um favor, em troca do passeio de lancha. Há pouco tempo, eu estava saindo com aquela garota. Ela se chama Julieta. —Rebeca ficou chocada com a naturalidade com que Sara confessou suas inclinações lésbicas. Como se soubesse o que a ruiva estava pensando, ela completou—. Não conta pra ninguém na vila. No Pombero, as sapatonas não são bem-vistas. Mas aqui, na cidade, vale tudo. Parece que a Julieta começou a trabalhar nessa cafeteria há pouco tempo. Juro que não sabia que a gente ia encontrá-la aqui. —Rebeca não acreditou naquelas palavras. Estava convencida de que a Sara tinha planejado tudo—. Ela é uma garota maravilhosa, embora seja um pouquinho doida.
—Foi por isso que terminaram?
—Não, não… eu gosto das loucas. —Sara mostrou um sorriso libidinoso—. O que acontece é que eu comi a irmã dela. E… hã… a mãe dela também.
—Às duas?
—As duas ao mesmo tempo… fizemos um ménage. Foi… uma loucura gostosa.
O coração da Rebeca deu um pulo. A Sara se envolveu numa parada lésbico-incestuosa. Ela achou uma loucura que contasse aquilo com tanta naturalidade. Como se fossem amigas de longa data. Isso deixou a Rebeca toda arrepiada.
—Nossa! Transar com uma mãe e a filha ao mesmo tempo… isso deve ser tipo o santo graal das fantasias lésbicas.
—É sim. —Sara gritou de alegria—. E é maravilhoso. Foi uma das melhores experiências sexuais da minha vida. Embora… bom, a Julieta não gostou porra nenhuma. Quando ela descobriu, ficou muito mal.
—Claro, ela não participou.
—E não sei se teria feito. Digamos, isso aconteceu assim graças à Gaby, a irmã da Julieta. Ela é mais… como dizer? Libertina. A Gaby foi quem propôs o encontro com a mãe dela. E acho que foi isso que mais irritou a Julieta. Parece que não é a primeira vez que a irmã transa com um dos parceiros dela, porque ela me disse: “Essa filha da puta sempre faz a mesma coisa comigo.”
—Ah, coitadinha.
—Enfim, a mina me largou e…
—Quer deixar ela com ciúmes.
—Isso te incomoda?
—Não, eu também fui jovem. Com o tempo entendi que esse comportamento é meio idiota; mas isso é algo que você mesma precisa descobrir. Não tenho intenção de te doutrinar.
—Tá bom pra mim. Talvez um dia eu veja assim —Sara não tirou os olhos das cadeiras da moça, que agora estava de costas pra elas—. Agora só quero que ela morra de inveja ao me ver com uma mulher tão gostosa quanto você.
Rebeca ficou toda corada com aquele elogio. Percebeu que Sara falava sério, que realmente a achava gostosa. Quando a garçonete se aproximou com os cafés, ela não perdeu tempo e enfiou a mão por baixo do vestido amarelo de Sara. Aquele vestido tão sem vergonha, não só pela cor, mas também por ser tão justo e curtinho. Sara soltou uma risadinha safada e olhou pra Rebeca como se fossem amantes de longa data. A ruiva quis recompensá-la deixando a garçonete com uma baita inveja. Sara não tava de calcinha, e qualquer um que ficasse de pé na frente da mesa podia confirmar. A cara da garçonete mudou de cor quando viu os dedos de Rebeca se enfiando na buceta de Sara. Foi uma penetração bem fácil, por algum motivo Sara tava muito molhada e os dois dedos de Rebeca entraram sem nenhuma dificuldade. As duas ignoraram a garçonete, agiram como se ela nem existisse. Sara resolveu ir mais longe, segurou o rosto da ruiva com as duas mãos e a beijou. Foi um beijo suave, sensual e cheio de tesão. Rebeca deixou a língua de Sara entrar à procura da dela e mexeu os dedos, masturbando-a sem nenhum pudor.
Ouviu as xícaras serem colocadas na mesa com uma certa rispidez. Quando olhou de novo, percebeu que um pouco de café tinha derramado.
Minutos depois, quando saíram da cafeteria, Rebeca se arrependeu do que tinha feito. Viu Julieta sentada atrás do balcão, chorando sem consolo. Só queria deixá-la com ciúmes, não queria fazê-la sofrer. Mas já era tarde demais pra pedir perdão. O estrago já estava feito.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
O próximo destino do passeio improvisado pela cidade foi uma mercearia. Um mercadinho parecido com o do pai da Sara, mas mais bem abastecido.
Manuel, o dono do mercadinho, antes de Sara e Rebeca entrarem, tava perdido nos pensamentos dele. Alguma coisa tava deixando ele muito preocupado. Queria convencer a si mesmo que tudo foi culpa de uma série de enganos. Simples mal-entendidos. Ele não sabia que tipo de balada era a Afrodite. Entrou porque tava procurando um lugar legal pra se divertir e conhecer gente. Tava cansado de passar horas intermináveis sozinho, cuidando do negócio dele. Precisava transar com alguém. Mesmo que fosse algo casual. Entrou atrás de sexo rápido... e de certa forma, conseguiu.
O primeiro sinal de que podia ser uma balada gay foi quando ele viu o terceiro casal de mulheres se beijando… e depois dois homens. Ele tava acostumado a ver mulheres se beijando em balada; mas não tantas em tão pouco tempo. E os homens geralmente evitam se beijar em público, a menos que… se sintam à vontade no ambiente. Se ele ficou foi porque viu duas minas gostosas se comendo de boca e, de repente, uma delas virou e beijou o cara que tava atrás. “”Epa… e se eu conseguir isso?” pensou ele, com a testosterona no talo.
Manuel sabe que não tem nada de especial, não é um Adônis; mas também não é feio. Um cara comum, simples. Alguém que passaria despercebido num lugar como esse. Bateu um papo com algumas minas, mas todas se afastaram dele assim que perceberam que era um hétero tentando encontrar duas sapatão pra realizar a fantasia dele. Olhavam com nojo e se mandavam, avisando as outras: "Cuidado com esse punheteiro, que acha que aqui é lugar de vir atrás de buceta de graça". Esses comentários humilharam ele tanto que teve que se afastar da área principal. Foi pro fundo, pra uma parte mais escura onde tocava uma música mais sinistra, menos animada. Ficou lá tomando um drink no balcão, se arrependendo de ter entrado sozinho. Tinha a porra acumulada nos ovos e não sabia o que fazer. Até que um magrelo chegou perto dele e, sem nenhuma introdução, falou: "Pai, se quiser, a gente vai pro setor VIP e eu chupo sua pica".
Ela deu um susto. Nunca antes um homem tinha dado em cima dela de um jeito tão direto. O magrelo era bonito de se ver, mas também era do tipo que ninguém ia lembrar no dia seguinte. “Aí ninguém vai nos ver”, disse o magrelo, como se entendesse as dúvidas de Manuel.
E o Manuel foi junto. Mais tarde, se arrependeria. Entrou com o magricela num canto cercado por cortinas vermelhas. Parecia um camarim, com três poltronas e uma mesinha de centro. Era verdade, ali ninguém ia ver eles. Isso deixou o Manuel bem mais tranquilo. O magricela já tinha pedido um champanhe e um par de taças que os esperavam lá. Brindaram, e o desconforto do Manuel voltou a crescer. Ele estava perto demais de apelar pra um homem pra matar a vontade. Tinha chegado ao fundo do poço da desesperação depois de quatro anos sem transar com ninguém.
—Vou te comer todinha, gostoso —disse o magrelo, piscando um olho pra ele.
Manuel sorriu, inquieto. Só queria que ajudassem ele a gozar. Depois iria pra casa. Mas o magrelo tinha outros planos. Tirou a rola da calça e disse:
—Arranca você. Depois vou eu.
Manuel ficou duro feito pedra. A piroca mole do magrelo tava ameaçando a masculinidade dele. E ainda por cima era maior que a dele.
—Vai, ninguém tá vendo a gente aqui mesmo —insistiu ele.
Manuel ainda não sabe por que fez aquilo. Por que abaixou a cabeça e enfiou a pica daquele cara na boca. Talvez tivesse a ver com o fato de que aquele ato ficaria no mais absoluto anonimato.
Chupou ela até ficar dura e quando achou que já tinha chegado a vez dela, o magrelo falou:
—Continua, continua… só mais um pouquinho.
Manuel se ajoelhou na frente dele e começou a dar um boquete tão bom quanto o que ele mesmo queria receber. Nunca antes tinha chupado uma pica e se surpreendeu com o quão instintivo esse ato podia ser.
—Agora sim, tira a calça.
Manuel tirou tudo, ficando nu da cintura pra baixo. O magrelo se levantou e ficou atrás dele.
—Que bunda linda que você tem, maluco. Rabão gostoso.
Em cima da mesa tinha um sachê pequeno de lubrificante. O magrelo rasgou ele e cobriu o pau com aquele gel transparente. Enfiou a rola entre as nádegas do Manuel e empurrou pra dentro.
Manuel ficou chocado, com as mãos apoiadas no sofá. Será que tinham acabado de enfiar um pau no cu dele? Enquanto processava essa informação, o pau foi entrando cada vez mais fundo. Doeu, porque ele era virgem por ali; mas também teve um clique no cérebro dele, uma reação estranhamente prazerosa, inebriante. A mente dele pedia pra ele fugir, porque ele não era nenhum viado; mas o corpo mandava ele ficar, que aquilo não era tão ruim assim. Até podia ser gostoso.
No mercadinho, Rebeca viu que o dono, sentado num banquinho atrás do balcão, tava com uma ereção bem marcada. Manuel percebeu o olhar da ruiva no volume dele e ficou envergonhado. Ela achou que ele tinha ficado duro de admirar as pernas torneadas da Sara naquele vestido curto. E ajudou muito o momento em que a garota se inclinou pra frente pra escolher umas frutas. Aí deu pra ver um pedacinho dos lábios da buceta dela pelados. Rebeca sorriu, não podia culpar o rapaz por ter uma ereção diante de tanta gostosura. Mas a vergonha do Manuel era por outro motivo. Ele tava duro de lembrar como aquele magricela comeu o cu dele no camarote VIP da Afrodite.
Não devia ter deixado. Não devia ter manchado a masculinidade dele daquele jeito. "Por que caralhos eu deixei me comer?" Ele se perguntou um monte de vezes depois daquilo. E ele deixou mesmo, sem reservas. O magrelo foi intenso. Rachou a bunda dele de pica, sem piedade. Deu umas metidas tão fortes que fizeram ele delirar de prazer. Puro prazer homossexual.
Chupei a pica dele e deixei ele me comer", pensava enquanto respondia automaticamente às perguntas da ruiva. Em outras circunstâncias, teria ficado feliz em ter aquelas duas gostosas no seu mercadinho. Teria tentado puxar conversa. Mas agora só queria que fossem embora. Que o deixassem sozinho com seus pensamentos.
Tá gostando, piranha? Tá gostando?", o magrelo falava enquanto metia no cuzinho dela. E sim, ela tava gostando, mas não teve coragem de admitir.
A pica quase estourou dentro da calça quando a Sara se abaixou, mostrando ainda mais os lábios da buceta dela. Dessa vez, sim, ela foi a culpada. A Rebeca sorriu e olhou pra ele com um jeito de mãe.
Não se iluda" — ela disse pra ele —. "Ela é sapatão.
—Ah, desculpa?
Manuel piscou rápido, como quem acorda de repente de um sonho profundo. Baixou o olhar envergonhado e se deparou com uma barraca na calça. Isso só piorou a situação. Embora preferisse que a ruiva achasse que a ereção dele era por causa daquela gostosa de vestido amarelo, e não por um magrelo que arrebentou o cu dele na porrada numa balada.
Não se preocupa" —disse Rebeca, como se não desse importância—. "A Sara é uma gostosa, é normal você reagir assim.
E o Manuel só conseguia pensar em como aquela pica entrava e saía sem parar no cu dele. Sem parar. E no momento em que o outro cara entrou. Um mais alto que o primeiro, de pele morena. Era um pouco mais gostoso que o magrelo, mas nenhum dos dois ganharia um concurso de beleza.
Ei, olha... te falei que aqui é fácil achar uns viadinhos que deixam dar no cu bem fácil", disse o magrelo pro moreno. "Bunda boa, entra fácil?", quis saber o moreno. "Nem tanto, ele tem bem apertadinho. Olha, experimenta...
Manuel ainda se arrepende de não ter botado um fim naquela situação absurda. Quis explicar que tudo não passava de um mal-entendido, que ele não é gay. Mas não conseguiu. Quando o moreno puxou a rola pra fora, ele ficou chocado. Era ainda mais grossa que a do magrelo, bem venuda e imponente. Por um instante, só por um instante, ele quis sentir ela bem enfiada no cu. Não soube de onde veio esse desejo. Simplesmente apareceu nele tempo suficiente pro moreno se ajeitar no lugar do magrelo e meter. Quando a rola entrou, doeu. Aquela dor aguda fez ele cair na real de novo. "O que cê tá fazendo, Manuelito? Cê não é viado, o que cê tá fazendo". Mesmo assim, nenhum dos xingamentos que ele fez pra si mesmo adiantou nada. Apoiou os joelhos no sofá e deixou as pernas bem levantadas, facilitando ainda mais o trabalho pro moreno. "Goza, promíscuo... goza", ele disse, e os dois riram. Aí Manuel entendeu que nenhum deles era gay. Na real, só estavam atrás de sexo fácil, igual ele. Alguém pra meter a rola por um tempo. E tinham chegado à conclusão que fazer isso com um cara, naquela balada, era mais fácil do que com uma mulher. Ele caiu nessa armadilha, sem nem desconfiar. Os papéis se inverteram. Achou que ia transar com um viado, e agora o viado era ele.
Quando a bunda dele se acostumou com a pica do moreno, o prazer foi absoluto. Nem todos os seus preconceitos sexuais conseguiram convencê-lo a fugir. Era uma delícia. Ele queria mais. Num ato humilhante, deitou de costas no sofá, com as costas no encosto e as pernas levantadas, como se fosse uma mulher se entregando ao seu amante viril. O moreno enfiou a pica na bunda dele de novo e o magrelo disse: “Toma, putinha… chupa”… e Manuel chupou. Engoliu com gosto. O próprio pau dele estava duro e balançava a cada estocada do moreno másculo. Aquele membro venoso entrava e saía do cu dele com maior facilidade.
E sim, quando via aquela gostosa de vestido amarelo, queria meter o pau entre aqueles lábios delicados da buceta dela. Queria aproveitar ela ao máximo. Mas também queria bater uma pensando nos dois caras que arrebentaram o cu dela no Afrodite.
O momento que mais gera dúvida nele a nível sexual é o final. Porque quando o cara gozou na boca dele, ele não fez nenhum esforço pra se afastar. Engoliu toda a porra. E o prazer que isso deu, junto com as penetrações anais, fizeram ele gozar. Nunca antes tinha ejaculado sem tocar na própria rola, nem precisou se masturbar. O pau dele explodiu e começou a soltar todo o sêmen acumulado. Foi o melhor orgasmo da vida dele. Depois, ele se ajoelhou pra se engasgar com a rola do moreno e engolir toda a porra que ele tinha pra dar.
As duas gostosas saíram do mercadinho, levando vários produtos. Sabia que por baixo iam comentar sobre a ereção dele, mas não ligou. Provavelmente nunca mais ia ver elas. Correu pro fundo, e no depósito começou a bater uma pensando naqueles dois amantes viris que conheceu na Afrodite.
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—Seu vestido tá causando um baita impacto —disse Rebeca pra ela, enquanto voltavam pro porto com as sacolas cheias de compras.
—Não coloquei isso pra fazer o dono do mercadinho ficar de pau duro. Queria te levar pra passear em outro lugar.
—Pra onde?
—É muito cedo. E também é tarde pra voltar — disse ela, olhando pro céu.
—Ainda tem um pouco de luz.
—Sim, mas a noite vai nos pegar no rio. Isso é perigoso, já te falei. Por que a gente não procura um lugar pra passar a noite? Conheço um hotel bem gostoso, com um preço bom.
Rebeca avaliou a situação. Não podia ligar pra família avisando que ia passar a noite ali; mas tinha dito que iria na feira da cidade. Se alguém perguntasse por ela, Ciro ia falar que foi com a filha pra cidade e explicar que a Sara não gosta de viajar de noite. Então não iam ter que se preocupar.
—Tá bom. Vamos pro hotel.
—Antes a gente devia comprar um vestido pra você. Um bem gostoso.
—Tipo o seu?
—Algo assim… mas em vermelho. Vermelho deve ficar espetacular em você.
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Quarenta minutos depois, elas entraram no quarto do hotel. Já tinham feito a reserva por uma noite e estavam com o vestido da Rebeca. Tomaram banho juntas, a pedido da Sara. A Rebeca achou muito sensual o contato do corpo nu daquela jovem, e a água refrescante cobrindo seus corpos. Não se importou que a Sara aproveitasse pra apalpar ela. Ela enfiou os dedos na buceta dela e chupou os peitos com sensualidade.
Depois se deitaram na cama e aconteceu o que Rebeca já tinha previsto. Sara se jogou pra chupar a buceta dela. A ruiva sabia que isso era inevitável. Simplesmente ia rolar, por isso ela abriu as pernas até antes de Sara fazer o primeiro movimento. Praticamente foi ela quem convidou.
Sara mostrou que tinha um talento enorme pra sexo oral, era muito melhor que a Maylén. A diferença era tão gritante que em poucos segundos a Rebeca começou a gemer de prazer e incentivou a Sara a chupar ela com ainda mais vontade.
Perdeu a noção do tempo. Ficou curtindo aquela língua experiente tanto quanto sua jovem amante quis.
Depois daquele longo tempo, Sara se colocou por cima de Rebeca. Sua buceta ficou a poucos centímetros da boca da ruiva.
—Chupa ela —ordenou.
Essa situação trouxe uma sensação forte de déjà vu pra Rebeca. Ela lembrou da buceta perfeita da Clarisa, a melhor amiga da Maylén. Teve ela tão pertinho assim e o pedido foi parecido. Foi durante uma das várias sessões de pintura que tiveram juntas, pouco depois da Clarisa ter feito sexo oral na Rebeca. A ruiva tava super excitada, aquela mina tinha um talento danado pro sexo. “Se você não chupar ela — tinha dito —, não vou deixar você continuar pintando meu corpo”. Rebeca imaginou que esse era o plano da Clarisa desde o começo. Por isso topou de tão boa vontade posar como modelo. Assim ela pensava em cobrar pelos serviços dela.
—Eu não chupo buceta, gatinha —disse pra Sara o mesmo que respondeu pra Clarisa—. Não é minha praia. Mas… podemos chegar a um acordo.
Com a Clarisa, esse acordo foi continuar usando ela como modelo e que ela nunca mais transasse com a Maylén. Agora, na frente da Sara, a Rebeca percebeu o quanto a vida dela tinha mudado desde que chegou na mansão Val Kavian.
—Ah, é? E qual seria esse acordo? — Perguntou Sara.
—Quero que você transe com minha filha, Maylén.
Sara sorriu.
—Tá falando sério?
—Sim. Quero que você transe com ela. E vocês vão fazer isso na mansão, lá ninguém vai poder ver vocês. Você topa?
—Claro! A Maylén é uma gostosa. Adoraria comer ela, mas… será que ela vai querer?
—Tenho certeza que sim. A Maylén curte mulher quase tanto quanto você.
—Hmm, interessante. Então você também é meio sapatão? Ufa, aceito. Só tenho a ganhar. Você chupa minha rola, e depois sua linda filha chupa também.
—Então temos um trato — disse Rebeca, com um sorrisão.
Ainda não curtia muito as tendências lésbicas da Maylén nem achava graça ter que chupar uma buceta. Culpou os espíritos que moram na casa por isso. Se eles não precisassem de tantos rituais sexuais, ela nunca teria topado isso. Por sorte, as garotas não precisavam saber que faziam parte de um ritual. Segundo a Narcisa, bastava transar dentro de casa, que as runas cuidavam do resto.
Rebeca sabe que sua filha Maylén adoraria saber se ela já chupou uma buceta. Sorriu ao imaginar a cara que Maylén faria se soubesse que ela chupou a buceta da Clarisa, sua melhor amiga… e que essa não foi a primeira buceta. Nem a última… porque agora ela tinha os perfeitos lábios vaginais da Sara ao alcance da boca. Lambeu-os devagar, exatamente como fez com Clarisa, para entrar no clima. Além disso, para Rebeca, sexo é algo que deve ser feito com suavidade, com calma, aos poucos. A sensualidade é fundamental. É a única forma como ela consegue entender um ato sexual: como um tributo à sensualidade. Caso contrário, ela considera obsceno e desnecessário.
Hoje eu pensava em prestar uma homenagem, não só à sensualidade, mas também aos espíritos que habitam a casa dela. Será que eles entenderiam, estando tão longe? Enquanto percorria a buceta da Sara com a língua, disse a si mesma que precisava perguntar isso à bruxa. Mas Rebeca acreditava que sim, tinha a teoria de que pelo menos um daqueles espíritos tinha se instalado no corpo dela. De certa forma, a tinha possuído. De outro jeito, não conseguia explicar seu vício repentino no morbo. Ela tinha adorado que Lilén chupasse a pussy dela… duas vezes, e curtiu pra caralho quando Maylén fez o mesmo. E pra piorar, agora estava aproveitando a pussy da Sara. Já tinha começado a chupá-la com ênfase, tentando meter a língua até o fundo do buraco, com os lábios da boca bem colados nos da buceta. Estava curtindo muito… ela, que repudia sexo lésbico. Tudo isso só se explica de um jeito: Um espírito lascivo tomou conta do corpo dela. Tem certeza de que a bruxa vai pensar igual. Mas isso fica pra depois, agora precisa aplacar esse maldito espírito libidinoso, já consegue sentir como ele arde por dentro.
—Se vou chupar a sua buceta —disse pra Sara—, quero fazer isso enquanto você chupa a minha.
Para a jovem Sara, aquilo pareceu uma ideia magnífica. Ela se virou e ficou deitada sobre Rebeca, no sentido inverso. As duas mulheres se agarraram na buceta uma da outra e passaram um tempão nessa posição, se dando prazer. Esquentando a noite no fogo baixo.
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Afrodita pareceu espetacular pra ela. Por fora, não era um prédio tão imponente, só chamava atenção a placa de LED que avisava que ali funcionava uma balada. Mas, quando entrou, se deparou com um lugar lindo que transbordava sensualidade em cada detalhe. Desde o design dos bancos e das barras de bebidas até a escolha das luzes na pista. Todas eram de cores quentes, sensuais: vermelho, violeta, rosa. Tinha muita mulher. Mulher pra caralho. Isso deu a Rebeca o primeiro indício: "É uma balada lésbica". Não incomodou ela, e isso a surpreendeu. Ela pensou que, depois do que tinha feito com Sara no quarto do hotel, não tava nem aí pra estar numa balada lésbica. Também não incomodou ela quando Sara deu um beijo apaixonado nela enquanto apertava com força a bunda dela. Rebeca respondeu do mesmo jeito. Enfiaram a língua uma na outra até o fundo da garganta.
Rebeca sabia que o ato lésbico no hotel tinha despertado o espírito libidinoso e que uma simples chupada de buceta não seria suficiente para aplacá-lo. Ela estava disposta a fazer tudo o que fosse necessário para conseguir isso. Para isso, precisava que Sara se mantivesse tão excitada quanto ela. Quando pararam de se beijar, começaram a caminhar em direção a um dos balcões, e Rebeca aproveitou para enfiar a mão por baixo do vestido amarelo de Sara. Enfiou dois dedos na buceta dela. Sara fez o mesmo. O vestido vermelho de Rebeca era praticamente idêntico no design, e nenhuma das duas usava calcinha. Sara adorou descobrir o quanto a buceta de Rebeca estava molhada.
A primeira hora passaram tomando uns drinks perto do bar, vendo a balada encher aos poucos. A multidão deixou elas se beijarem de novo e se tocarem por baixo do vestido. Receberam uns olhares curiosos, mas tinha tanta mulher fazendo mais ou menos a mesma coisa que tanto fazia. Elas eram um espetáculo momentâneo. Depois os olhares já procuravam o próximo casalzinho safado.
Quando terminaram de se beijar, viram parado ao lado delas um cara de corpo bonito e pele morena. Ele usava óculos escuros, mesmo estando dentro de uma balada. No começo, a Rebeca achou ele um pouco sem noção, mas aos poucos foi achando engraçado o jeito que o cara tentava paquerar as duas ao mesmo tempo. A Sara entrou na brincadeira, a Rebeca só respondia com monossílabos.
Ao ver que Sara parecia bem animada pra se divertir, o cara fez uma proposta.
— Ele quer que a gente acompanhe ele até o setor VIP — Sara disse no ouvido de Rebeca —. Você já deve imaginar pra que ele quer que a gente vá.
—Você quer ir?
—Por que não? Olha só o cara... é gostoso.
—Achei que você gostava de mulher.
—E é assim… mas não digo que não pra uma boa rola, pelo menos de vez em quando. Vai, Rebeca. Viemos pra detonar a noite.
Rebeca virou a bebida de uma vez só e disse:
—Vamos. Mas não te garanto que vou fazer nada.
—Não me importo se você ficar olhando. Só quero que você venha comigo.
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Ao entrar na área VIP, a Sara gritou de empolgação. A Rebeca ficou apavorada e quase deu meia-volta pra sair correndo dali, mas a sua linda acompanhante segurou ela pelo braço.
—Olha quem é!
A cena era, no mínimo, chamativa. Um homem estava totalmente pelado, inclinado no sofá. Tava chupando uma bela pica e tinha outra entrando no cu dele com toda a fúria de um bode safado. O coitado quase engasgou com o pau que tava chupando quando viu as recém-chegadas. Primeiro, o susto foi só porque tinha mais gente ali, mas depois ficou ainda mais forte, quando ele reconheceu quem eram.
Rebeca demorou um pouco pra reconhecer ele. Os olhos dela se arregalaram quando percebeu que era o garoto do mercadinho. Naquele contexto, ele parecia uma pessoa completamente diferente. O mundo quase desabou na cabeça de Manuel. “Não pode ser, não pode ser!”, ele exclamou mentalmente. Aquilo só podia ser um pesadelo. A maior humilhação que ele podia imaginar.
Mas, na real, nem era tudo isso. Só que ele não sabia. A Sara adorou ver o Manuel comendo dois caras. Ela se sentiu atraída por ele na hora.
A confusão de Manuel só aumentou quando Sara se ajoelhou debaixo do corpo dele e começou a chupar a pica dele. Assim, na cara dura, sem cumprimentar, sem pedir permissão, sem dizer nada. Aquela gostosa engoliu a pica dele e começou a chupar como se quisesse espremer até a última gota. E foi exatamente o que conseguiu. Não passou nem um minuto até Manuel gozar. É que o prazer anal que ele tava sentindo era infinito. Naquela noite, ele se animou, finalmente, a ir no Afrodita com toda a intenção de deixar arrebentar o cu pelo primeiro cara com uma pica boa que encontrasse. Tava decidido. Já não ligava mais pros próprios preconceitos. Queria sexo anal. Teve a sorte de encontrar o mesmo magrelo e o mesmo moreno da última vez. O magrelo era quem tava metendo no cu dele. O moreno entrou acompanhado daquelas duas mulheres lindas e ainda apresentaram outro cara. O careca. Um magrelo meio desengonçado que devia ter pouco mais de quarenta anos. Mas era ele quem tinha a maior pica dos três. Manuel tava fazendo um puta esforço pra conseguir engolir aquela pica e já tava fantasiando em ter ela todinha enfiada no cu.
Sara se aproximou de Rebeca de novo e a beijou. Na hora, a ruiva percebeu que a boca da sua jovem amante estava cheia de porra. A gozada do Manuel virou uma espécie de pacto sexual entre as duas. Com isso, elas criaram uma relação de extrema confiança. As dúvidas e os medos da Rebeca se dissiparam enquanto a língua dela recolhia o máximo de cum que conseguia e engolia. Era a oportunidade perfeita para acalmar o espírito lascivo que tinha possuído o corpo dela. Claro que ela não faria algo assim numa situação normal. Mas o espírito tava se remexendo com violência lá dentro, e ela achou que se não acalmasse ele o mais rápido possível, podia rolar consequências negativas bem graves. Ela não fazia ideia do que um bicho desse tipo era capaz, nem sabia se era maligno ou não.
As duas mulheres se ajoelharam na frente do moreno e, juntas, desabotoaram a calça dele. A primeira a engolir o pau foi a Rebeca, mostrando pra nova amiga que tava tão afim quanto ela. As duas se revezaram pra chupar aquela pica imponente enquanto o Manuel olhava bestificado. Nunca imaginou que ia ver de novo aquelas duas gostosas que passaram no mercadinho dele. Muito menos pensou que seriam tão putas. Bom, da Sara até que ele desconfiava. Só uma garota bem vadia sairia na rua com um vestido tão curto e de calcinha. Mas agora tava vendo que a Rebeca usava um vestido quase idêntico, só que vermelho. Quando se abaixou, o vestido subiu e dava pra ver uma boa parte daquelas nádegas redondas e brancas. E também os lábios da buceta dela, aparecendo desafiadores.
Pouco depois, Sara quis levar o espetáculo mais longe. Os homens não pediram nada, só ficaram observando. Ela se colocou por cima do careca e deixou ele penetrá-la. Ela mostrou sinais de dor, a pica era muito grande e a buceta delicada dela parecia incapaz de aguentar tudo. Mesmo assim, foi entrando… e Manuel ajudou nisso. O tempo todo ele lambeu os lábios e o clitóris de Sara, e não se fez de rogado na hora de dar umas boas chupadas na pica. Manuel entendeu que era absurdo se preocupar com a própria imagem. Sara parecia não ligar a mínima se ele era gay, bi ou o que fosse. A mina tava decidida a se divertir, e aquela coroa ruiva também.
A situação foi escalando muito rápido. O moreno falou pra Rebeca: “Quer uma piroca, gostosa?”, ela riu. Em qualquer outra circunstância, ela teria levado aquilo como uma ofensa e mandado ele pra puta que pariu. Mas, em vez disso, o espírito respondeu por ela: “Mete tudo”. Levantou o vestido e se inclinou sobre o sofá, apoiando os joelhos nele. A penetração foi tão brusca quanto gostosa. O gemido da Rebeca não foi ouvido muito longe por causa do volume estridente da música, senão a discoteca inteira teria ficado sabendo que a ruiva estava levando uma surra de buceta.
A Rebeca achou entre ridículo e excitante estar dando pra um desconhecido num lugar cheio de gente… e com mais pessoas transando do lado dela. “Maldito espírito —disse pra si mesma, entre risadas—, olha onde fui parar por sua causa. Hoje você vai me ver bem puta.”
Rebeca passou a vida inteira lutando contra aquela concentração anormal de energia sexual que tinha no corpo. Teve que recorrer à pica do próprio médico pra acalmar isso, e a muitos outros truques também. Se sentir uma puta era parte dessa energia transbordando pelo corpo. Até a própria mãe dela tinha dito depois das sessões com o doutor: "Não se culpe por se sentir uma puta. Sei que é algo que você não consegue evitar. É um sintoma do que você tem.
Agora ela se sentia uma puta, com a libido transbordando por cada poro do corpo. Suspeitava que aquele desequilíbrio na energia sexual era o que tinha atraído o espírito, como se fosse uma fonte de luz para uma mariposa. Ela não tinha culpa de as coisas terem acontecido desse jeito. Era uma vítima das circunstâncias. Por isso, se soltou o máximo que pôde. Precisava afogar aquele espírito, e o único jeito de fazer isso era com sexo.
O careca substituiu o magrinho e começou a meter no cu do Manuel. Ele agradeceu com gemidos, a pica enorme do careca era deliciosa e, como já estava bem dilatado, entrou com muita facilidade.
—Eu também quero pelo cu —disse Sara, entregando a bunda pro magrelo.
Claro, ele não se fez de rogado. Assim que viu aquela bunda jovem e perfeita, partiu pra cima com tudo. Rebeca se surpreendeu ao ver com que facilidade aquele pau duro enfiava no cu da Sara. De repente, sentiu o moreno apertando contra a bunda dela e disse:
—Não, não… nem pensar. Pelo cu não.
—Vai, gostosa. Não se faz de santinha. Você deve adorar essa buceta.
—Eu te falei que não.
—Ei! —Gritou Sara, enquanto metiam nela—. Se ela disse que não, é não.
— Não queremos problema, tamo de boa —completou o careca—. Se ela não quer, não insiste.
—Tá bom, tá bom.
Desistiu de tentar enfiar no cu dela, mas meteu mais forte na buceta, como se fosse uma vingança. Rebeca, ao invés de se incomodar, adorou. Fechou os olhos e curtiu. "Isso vai ficar bem quente", pensou consigo mesma.
O desenfreno foi total. Foderam sem parar, trocando de lugares, posições e buracos. Rebeca e Sara não se privaram de nada, provaram todas as rolas disponíveis e se deliciaram comendo a buceta uma da outra.
Manuel curtiu momentos incríveis naquela noite, mas sem dúvida o melhor foi quando o careca sentou numa poltrona e praticamente o obrigou a sentar no pau dele. Afundou até o fundo do cu com tudo e fez ele ver estrelas. Depois, Sara montou no pau duro do Manuel e beijou ele na boca. O moreno tinha trocado de lugar com o magrelo e foi ele quem meteu no cu da Sara. A Rebeca ficou impressionada que uma garota da idade da filha dela já tava praticando dupla penetração. Embora... fazia sentido. Se já deixava fazer anal, era só questão de tempo até ter dois paus enfiados nos buracos dela.
Pra Manuel, aquele momento foi pura glória. Ele tava curtindo aquela pica incrível no cu dele ao mesmo tempo que metia na linda da Sara. Foi aí que ele aceitou que, apesar dos preconceitos dele, é bissexual. Não dá mais pra negar. Ele curte ser possuído por um homem tanto quanto curte meter numa mulher. E fazer as duas coisas ao mesmo tempo é o ápice. O ponto mais alto da putaria dele. Ele disse pra si mesmo que, de agora em diante, queria viver essa vida. Sempre podia vir pra Afrodite e se refugiar entre um monte de gente que não ia julgá-lo, que só ia passar um tempo gostoso com ele. Ele tinha encontrado o lugar dele no mundo.
Rebeca se surpreendeu ao não oferecer a menor resistência quando os paus começaram a desfilar tanto pela boca dela quanto pela sua buceta. Um por um, foram metendo nesses buracos, e ela disse pra si mesma que era o certo, era o que devia fazer. Senão, o espírito dentro dela não ficaria satisfeito. Tinha que dar tudo que estivesse ao alcance. Deixou quatro homens comerem ela e curtiu pra caralho. Isso trouxe lembranças antigas das várias "técnicas" que teve que usar ao longo da vida pra conseguir regular a energia sexual desproporcional que tinha. Mas agora se sentia melhor, porque tava compartilhando isso com alguém. E não era só a Sara. Agora dividia isso com o espírito tarado que morava no corpo dela. Quase que tava se apegando a ele... ou ela. Será que era um espírito masculino ou feminino? Será que os espíritos respondiam a um gênero? Talvez não.
Não insistiram mais com Rebeca sobre sexo anal. Entenderam que a ruiva não queria dar o cu. Por isso quem levou todas aquelas penetradas foi a Sara. Com ela se revezaram pra meter no rabo sem parar. Não deram um minuto de trégua, os quatro caras passaram pelo cu dela várias vezes. Ela recebeu tudo com prazer e pedindo mais. Rebolou a bunda acompanhando cada metida e apertou os dentes. Pra Rebeca, aquela garota de cabelo curto lembrou muito a Miley Cyrus. Em alguns momentos, a semelhança foi impressionante. Rebeca até pensou que, numa situação igual, a atitude da Miley Cyrus seria idêntica. Dava pra imaginar a artista revoltada rebolando a bunda do mesmo jeito, se agarrando no encosto do sofá, enquanto paus gordos e cheios de veias desfilavam pelo cu dela. Um atrás do outro. E ao mesmo tempo, ia se deliciar chupando uma boa pussy, igual a Sara fez.
A Rebeca dava um tesão danado na Miley Cyrus em segredo e várias vezes ela se masturbava ouvindo a música dela enquanto fantasiava que tava transando com ela. Era uma das poucas "fantasias proibidas" que ela se permitia. E nunca tinha estado tão perto de realizar ela.
Ao ver ela transar daquele jeito, entendeu por que Sara era tão gostosa pra ele. Não só parecia fisicamente com a Miley Cyrus, mas também tinha a mesma atitude doida e rebelde, com uma vibe sexual foda.
Sara estava completamente nua, toda suada e rangendo os dentes de raiva. Ela rebolava a cintura do mesmo jeito que (segundo a Rebeca) a Miley Cyrus faria, como se dissesse: "É só isso que você tem pra me dar?" "Me dá mais! Me dá com tudo que você tem!
Rebeca ficou tão excitada com essa atitude que teve que se ajoelhar debaixo dela pra dar uma boa chupada na buceta. Sentiu que o espírito dentro dela aprovava essa homenagem à Miley Cyrus, uma mulher que Rebeca chuparia a buceta com maior prazer. Embora a homenagem também fosse pra Sara, afinal era ela quem estava ali, recebendo paus no cu. Foi ela quem a levou até Afrodite e a fez viver uma das experiências sexuais mais quentes da sua vida.
Se pararam de transar foi porque uma funcionária de Afrodite avisou, do outro lado da cortina, que já iam fechar a balada. Quando saíram, a música que tocava era calma, meio lúgubre. Aquele tipo de música que avisa os clientes que já era hora de cair fora.
Elas se despediram dos amantes com um beijo na boca em cada um. Manuel ficou extasiado. Teve vontade de perguntar pra aquelas mulheres incríveis se ele ia vê-las de novo; mas entendeu que aquilo era coisa de uma noite só. Provavelmente nunca mais ia se repetir. Preferiu ficar com aquela sensação de ter vivido algo único do que passar pela vergonha de ouvir um "Não" como resposta.
Rebeca e Sara voltaram pro hotel e entraram peladas no chuveiro. Lá se beijaram enquanto uma ajudava a outra a lavar o corpo. Não ficaram muito tempo ali, sentiam os corpos cansados de tanto esforço físico e de ficar em posições sexuais meio desconfortáveis. A Sara tava com a bunda doendo de tanta rola que levou e as duas estavam com a buceta em chamas. Aquele ardor depois de uma transa sem limites.
Exaustas, deitaram-se na cama e se beijaram enquanto acariciavam os corpos uma da outra. O cansaço foi vencendo elas devagar. Antes de cair no sono, Rebeca sentiu um alívio. Sim, tinha sido um exagero. Normalmente, ela não age desse jeito tão libertino. Por sorte, conseguiu resistir à dupla penetração. Aquilo já teria sido demais. Mas o mais importante é que conseguiu acalmar o espírito libidinoso que mora dentro do corpo dela. Esperava não precisar fazer algo assim por muito tempo. Embora uma certa chama de luxúria ainda queimasse lá no fundo. Não podia se enganar. Um dia, aquela chama fraca ia virar um incêndio. Um que ela teria que apagar, de qualquer jeito.
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![Mansão da Luxúria[12]Buceta Gostosa[/12] Mansão da Luxúria[12]Buceta Gostosa[/12]](http://s2.poringa.net/images/space.gif)
Capítulo 12.
Espíritos de Luxúria.
A cafeteria era pequena, mas aconchegante. Rebeca achou que era um lugar excelente pra passar uns minutos por dia, batendo papo com os amigos. As paredes eram de tijolo rústico e todos os móveis lembravam a época colonial. Principalmente os lustres de madeira pendurados no teto. Tinham sido atualizados com luzes de LED amareladas em formato de gota invertida. Isso dava a sensação de que eram velas queimando, iluminando o lugar.
Sara escolheu sentar num sofá de canto e pediu pra Rebeca ficar do lado dela. Dali, dava pra ver o bar inteiro. Tudo parecia ir bem até a garçonete atender elas. Era uma mina nova, de aparência normal, mas que com maquiagem podia ficar bem gostosa. Rebeca achou que essa menina foi meio grosseira na hora de anotar o pedido, e que Sara se comportou muito melosa com a veterana ruiva que tava com ela. Até passou a mão nas pernas dela, o que Rebeca considerou um abuso de confiança.
—Quando ela trouxer o café, enfia a mão entre as minhas pernas.
—O quê? Cê tá louca?
—Estou te pedindo como um favor, em troca do passeio de lancha. Há pouco tempo, eu estava saindo com aquela garota. Ela se chama Julieta. —Rebeca ficou chocada com a naturalidade com que Sara confessou suas inclinações lésbicas. Como se soubesse o que a ruiva estava pensando, ela completou—. Não conta pra ninguém na vila. No Pombero, as sapatonas não são bem-vistas. Mas aqui, na cidade, vale tudo. Parece que a Julieta começou a trabalhar nessa cafeteria há pouco tempo. Juro que não sabia que a gente ia encontrá-la aqui. —Rebeca não acreditou naquelas palavras. Estava convencida de que a Sara tinha planejado tudo—. Ela é uma garota maravilhosa, embora seja um pouquinho doida.
—Foi por isso que terminaram?
—Não, não… eu gosto das loucas. —Sara mostrou um sorriso libidinoso—. O que acontece é que eu comi a irmã dela. E… hã… a mãe dela também.
—Às duas?
—As duas ao mesmo tempo… fizemos um ménage. Foi… uma loucura gostosa.
O coração da Rebeca deu um pulo. A Sara se envolveu numa parada lésbico-incestuosa. Ela achou uma loucura que contasse aquilo com tanta naturalidade. Como se fossem amigas de longa data. Isso deixou a Rebeca toda arrepiada.
—Nossa! Transar com uma mãe e a filha ao mesmo tempo… isso deve ser tipo o santo graal das fantasias lésbicas.
—É sim. —Sara gritou de alegria—. E é maravilhoso. Foi uma das melhores experiências sexuais da minha vida. Embora… bom, a Julieta não gostou porra nenhuma. Quando ela descobriu, ficou muito mal.
—Claro, ela não participou.
—E não sei se teria feito. Digamos, isso aconteceu assim graças à Gaby, a irmã da Julieta. Ela é mais… como dizer? Libertina. A Gaby foi quem propôs o encontro com a mãe dela. E acho que foi isso que mais irritou a Julieta. Parece que não é a primeira vez que a irmã transa com um dos parceiros dela, porque ela me disse: “Essa filha da puta sempre faz a mesma coisa comigo.”
—Ah, coitadinha.
—Enfim, a mina me largou e…
—Quer deixar ela com ciúmes.
—Isso te incomoda?
—Não, eu também fui jovem. Com o tempo entendi que esse comportamento é meio idiota; mas isso é algo que você mesma precisa descobrir. Não tenho intenção de te doutrinar.
—Tá bom pra mim. Talvez um dia eu veja assim —Sara não tirou os olhos das cadeiras da moça, que agora estava de costas pra elas—. Agora só quero que ela morra de inveja ao me ver com uma mulher tão gostosa quanto você.
Rebeca ficou toda corada com aquele elogio. Percebeu que Sara falava sério, que realmente a achava gostosa. Quando a garçonete se aproximou com os cafés, ela não perdeu tempo e enfiou a mão por baixo do vestido amarelo de Sara. Aquele vestido tão sem vergonha, não só pela cor, mas também por ser tão justo e curtinho. Sara soltou uma risadinha safada e olhou pra Rebeca como se fossem amantes de longa data. A ruiva quis recompensá-la deixando a garçonete com uma baita inveja. Sara não tava de calcinha, e qualquer um que ficasse de pé na frente da mesa podia confirmar. A cara da garçonete mudou de cor quando viu os dedos de Rebeca se enfiando na buceta de Sara. Foi uma penetração bem fácil, por algum motivo Sara tava muito molhada e os dois dedos de Rebeca entraram sem nenhuma dificuldade. As duas ignoraram a garçonete, agiram como se ela nem existisse. Sara resolveu ir mais longe, segurou o rosto da ruiva com as duas mãos e a beijou. Foi um beijo suave, sensual e cheio de tesão. Rebeca deixou a língua de Sara entrar à procura da dela e mexeu os dedos, masturbando-a sem nenhum pudor.
Ouviu as xícaras serem colocadas na mesa com uma certa rispidez. Quando olhou de novo, percebeu que um pouco de café tinha derramado.
Minutos depois, quando saíram da cafeteria, Rebeca se arrependeu do que tinha feito. Viu Julieta sentada atrás do balcão, chorando sem consolo. Só queria deixá-la com ciúmes, não queria fazê-la sofrer. Mas já era tarde demais pra pedir perdão. O estrago já estava feito.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.
O próximo destino do passeio improvisado pela cidade foi uma mercearia. Um mercadinho parecido com o do pai da Sara, mas mais bem abastecido.
Manuel, o dono do mercadinho, antes de Sara e Rebeca entrarem, tava perdido nos pensamentos dele. Alguma coisa tava deixando ele muito preocupado. Queria convencer a si mesmo que tudo foi culpa de uma série de enganos. Simples mal-entendidos. Ele não sabia que tipo de balada era a Afrodite. Entrou porque tava procurando um lugar legal pra se divertir e conhecer gente. Tava cansado de passar horas intermináveis sozinho, cuidando do negócio dele. Precisava transar com alguém. Mesmo que fosse algo casual. Entrou atrás de sexo rápido... e de certa forma, conseguiu.
O primeiro sinal de que podia ser uma balada gay foi quando ele viu o terceiro casal de mulheres se beijando… e depois dois homens. Ele tava acostumado a ver mulheres se beijando em balada; mas não tantas em tão pouco tempo. E os homens geralmente evitam se beijar em público, a menos que… se sintam à vontade no ambiente. Se ele ficou foi porque viu duas minas gostosas se comendo de boca e, de repente, uma delas virou e beijou o cara que tava atrás. “”Epa… e se eu conseguir isso?” pensou ele, com a testosterona no talo.
Manuel sabe que não tem nada de especial, não é um Adônis; mas também não é feio. Um cara comum, simples. Alguém que passaria despercebido num lugar como esse. Bateu um papo com algumas minas, mas todas se afastaram dele assim que perceberam que era um hétero tentando encontrar duas sapatão pra realizar a fantasia dele. Olhavam com nojo e se mandavam, avisando as outras: "Cuidado com esse punheteiro, que acha que aqui é lugar de vir atrás de buceta de graça". Esses comentários humilharam ele tanto que teve que se afastar da área principal. Foi pro fundo, pra uma parte mais escura onde tocava uma música mais sinistra, menos animada. Ficou lá tomando um drink no balcão, se arrependendo de ter entrado sozinho. Tinha a porra acumulada nos ovos e não sabia o que fazer. Até que um magrelo chegou perto dele e, sem nenhuma introdução, falou: "Pai, se quiser, a gente vai pro setor VIP e eu chupo sua pica".
Ela deu um susto. Nunca antes um homem tinha dado em cima dela de um jeito tão direto. O magrelo era bonito de se ver, mas também era do tipo que ninguém ia lembrar no dia seguinte. “Aí ninguém vai nos ver”, disse o magrelo, como se entendesse as dúvidas de Manuel.
E o Manuel foi junto. Mais tarde, se arrependeria. Entrou com o magricela num canto cercado por cortinas vermelhas. Parecia um camarim, com três poltronas e uma mesinha de centro. Era verdade, ali ninguém ia ver eles. Isso deixou o Manuel bem mais tranquilo. O magricela já tinha pedido um champanhe e um par de taças que os esperavam lá. Brindaram, e o desconforto do Manuel voltou a crescer. Ele estava perto demais de apelar pra um homem pra matar a vontade. Tinha chegado ao fundo do poço da desesperação depois de quatro anos sem transar com ninguém.
—Vou te comer todinha, gostoso —disse o magrelo, piscando um olho pra ele.
Manuel sorriu, inquieto. Só queria que ajudassem ele a gozar. Depois iria pra casa. Mas o magrelo tinha outros planos. Tirou a rola da calça e disse:
—Arranca você. Depois vou eu.
Manuel ficou duro feito pedra. A piroca mole do magrelo tava ameaçando a masculinidade dele. E ainda por cima era maior que a dele.
—Vai, ninguém tá vendo a gente aqui mesmo —insistiu ele.
Manuel ainda não sabe por que fez aquilo. Por que abaixou a cabeça e enfiou a pica daquele cara na boca. Talvez tivesse a ver com o fato de que aquele ato ficaria no mais absoluto anonimato.
Chupou ela até ficar dura e quando achou que já tinha chegado a vez dela, o magrelo falou:
—Continua, continua… só mais um pouquinho.
Manuel se ajoelhou na frente dele e começou a dar um boquete tão bom quanto o que ele mesmo queria receber. Nunca antes tinha chupado uma pica e se surpreendeu com o quão instintivo esse ato podia ser.
—Agora sim, tira a calça.
Manuel tirou tudo, ficando nu da cintura pra baixo. O magrelo se levantou e ficou atrás dele.
—Que bunda linda que você tem, maluco. Rabão gostoso.
Em cima da mesa tinha um sachê pequeno de lubrificante. O magrelo rasgou ele e cobriu o pau com aquele gel transparente. Enfiou a rola entre as nádegas do Manuel e empurrou pra dentro.
Manuel ficou chocado, com as mãos apoiadas no sofá. Será que tinham acabado de enfiar um pau no cu dele? Enquanto processava essa informação, o pau foi entrando cada vez mais fundo. Doeu, porque ele era virgem por ali; mas também teve um clique no cérebro dele, uma reação estranhamente prazerosa, inebriante. A mente dele pedia pra ele fugir, porque ele não era nenhum viado; mas o corpo mandava ele ficar, que aquilo não era tão ruim assim. Até podia ser gostoso.
No mercadinho, Rebeca viu que o dono, sentado num banquinho atrás do balcão, tava com uma ereção bem marcada. Manuel percebeu o olhar da ruiva no volume dele e ficou envergonhado. Ela achou que ele tinha ficado duro de admirar as pernas torneadas da Sara naquele vestido curto. E ajudou muito o momento em que a garota se inclinou pra frente pra escolher umas frutas. Aí deu pra ver um pedacinho dos lábios da buceta dela pelados. Rebeca sorriu, não podia culpar o rapaz por ter uma ereção diante de tanta gostosura. Mas a vergonha do Manuel era por outro motivo. Ele tava duro de lembrar como aquele magricela comeu o cu dele no camarote VIP da Afrodite.
Não devia ter deixado. Não devia ter manchado a masculinidade dele daquele jeito. "Por que caralhos eu deixei me comer?" Ele se perguntou um monte de vezes depois daquilo. E ele deixou mesmo, sem reservas. O magrelo foi intenso. Rachou a bunda dele de pica, sem piedade. Deu umas metidas tão fortes que fizeram ele delirar de prazer. Puro prazer homossexual.
Chupei a pica dele e deixei ele me comer", pensava enquanto respondia automaticamente às perguntas da ruiva. Em outras circunstâncias, teria ficado feliz em ter aquelas duas gostosas no seu mercadinho. Teria tentado puxar conversa. Mas agora só queria que fossem embora. Que o deixassem sozinho com seus pensamentos.
Tá gostando, piranha? Tá gostando?", o magrelo falava enquanto metia no cuzinho dela. E sim, ela tava gostando, mas não teve coragem de admitir.
A pica quase estourou dentro da calça quando a Sara se abaixou, mostrando ainda mais os lábios da buceta dela. Dessa vez, sim, ela foi a culpada. A Rebeca sorriu e olhou pra ele com um jeito de mãe.
Não se iluda" — ela disse pra ele —. "Ela é sapatão.
—Ah, desculpa?
Manuel piscou rápido, como quem acorda de repente de um sonho profundo. Baixou o olhar envergonhado e se deparou com uma barraca na calça. Isso só piorou a situação. Embora preferisse que a ruiva achasse que a ereção dele era por causa daquela gostosa de vestido amarelo, e não por um magrelo que arrebentou o cu dele na porrada numa balada.
Não se preocupa" —disse Rebeca, como se não desse importância—. "A Sara é uma gostosa, é normal você reagir assim.
E o Manuel só conseguia pensar em como aquela pica entrava e saía sem parar no cu dele. Sem parar. E no momento em que o outro cara entrou. Um mais alto que o primeiro, de pele morena. Era um pouco mais gostoso que o magrelo, mas nenhum dos dois ganharia um concurso de beleza.
Ei, olha... te falei que aqui é fácil achar uns viadinhos que deixam dar no cu bem fácil", disse o magrelo pro moreno. "Bunda boa, entra fácil?", quis saber o moreno. "Nem tanto, ele tem bem apertadinho. Olha, experimenta...
Manuel ainda se arrepende de não ter botado um fim naquela situação absurda. Quis explicar que tudo não passava de um mal-entendido, que ele não é gay. Mas não conseguiu. Quando o moreno puxou a rola pra fora, ele ficou chocado. Era ainda mais grossa que a do magrelo, bem venuda e imponente. Por um instante, só por um instante, ele quis sentir ela bem enfiada no cu. Não soube de onde veio esse desejo. Simplesmente apareceu nele tempo suficiente pro moreno se ajeitar no lugar do magrelo e meter. Quando a rola entrou, doeu. Aquela dor aguda fez ele cair na real de novo. "O que cê tá fazendo, Manuelito? Cê não é viado, o que cê tá fazendo". Mesmo assim, nenhum dos xingamentos que ele fez pra si mesmo adiantou nada. Apoiou os joelhos no sofá e deixou as pernas bem levantadas, facilitando ainda mais o trabalho pro moreno. "Goza, promíscuo... goza", ele disse, e os dois riram. Aí Manuel entendeu que nenhum deles era gay. Na real, só estavam atrás de sexo fácil, igual ele. Alguém pra meter a rola por um tempo. E tinham chegado à conclusão que fazer isso com um cara, naquela balada, era mais fácil do que com uma mulher. Ele caiu nessa armadilha, sem nem desconfiar. Os papéis se inverteram. Achou que ia transar com um viado, e agora o viado era ele.
Quando a bunda dele se acostumou com a pica do moreno, o prazer foi absoluto. Nem todos os seus preconceitos sexuais conseguiram convencê-lo a fugir. Era uma delícia. Ele queria mais. Num ato humilhante, deitou de costas no sofá, com as costas no encosto e as pernas levantadas, como se fosse uma mulher se entregando ao seu amante viril. O moreno enfiou a pica na bunda dele de novo e o magrelo disse: “Toma, putinha… chupa”… e Manuel chupou. Engoliu com gosto. O próprio pau dele estava duro e balançava a cada estocada do moreno másculo. Aquele membro venoso entrava e saía do cu dele com maior facilidade.
E sim, quando via aquela gostosa de vestido amarelo, queria meter o pau entre aqueles lábios delicados da buceta dela. Queria aproveitar ela ao máximo. Mas também queria bater uma pensando nos dois caras que arrebentaram o cu dela no Afrodite.
O momento que mais gera dúvida nele a nível sexual é o final. Porque quando o cara gozou na boca dele, ele não fez nenhum esforço pra se afastar. Engoliu toda a porra. E o prazer que isso deu, junto com as penetrações anais, fizeram ele gozar. Nunca antes tinha ejaculado sem tocar na própria rola, nem precisou se masturbar. O pau dele explodiu e começou a soltar todo o sêmen acumulado. Foi o melhor orgasmo da vida dele. Depois, ele se ajoelhou pra se engasgar com a rola do moreno e engolir toda a porra que ele tinha pra dar.
As duas gostosas saíram do mercadinho, levando vários produtos. Sabia que por baixo iam comentar sobre a ereção dele, mas não ligou. Provavelmente nunca mais ia ver elas. Correu pro fundo, e no depósito começou a bater uma pensando naqueles dois amantes viris que conheceu na Afrodite.
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—Seu vestido tá causando um baita impacto —disse Rebeca pra ela, enquanto voltavam pro porto com as sacolas cheias de compras.
—Não coloquei isso pra fazer o dono do mercadinho ficar de pau duro. Queria te levar pra passear em outro lugar.
—Pra onde?
—É muito cedo. E também é tarde pra voltar — disse ela, olhando pro céu.
—Ainda tem um pouco de luz.
—Sim, mas a noite vai nos pegar no rio. Isso é perigoso, já te falei. Por que a gente não procura um lugar pra passar a noite? Conheço um hotel bem gostoso, com um preço bom.
Rebeca avaliou a situação. Não podia ligar pra família avisando que ia passar a noite ali; mas tinha dito que iria na feira da cidade. Se alguém perguntasse por ela, Ciro ia falar que foi com a filha pra cidade e explicar que a Sara não gosta de viajar de noite. Então não iam ter que se preocupar.
—Tá bom. Vamos pro hotel.
—Antes a gente devia comprar um vestido pra você. Um bem gostoso.
—Tipo o seu?
—Algo assim… mas em vermelho. Vermelho deve ficar espetacular em você.
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Quarenta minutos depois, elas entraram no quarto do hotel. Já tinham feito a reserva por uma noite e estavam com o vestido da Rebeca. Tomaram banho juntas, a pedido da Sara. A Rebeca achou muito sensual o contato do corpo nu daquela jovem, e a água refrescante cobrindo seus corpos. Não se importou que a Sara aproveitasse pra apalpar ela. Ela enfiou os dedos na buceta dela e chupou os peitos com sensualidade.
Depois se deitaram na cama e aconteceu o que Rebeca já tinha previsto. Sara se jogou pra chupar a buceta dela. A ruiva sabia que isso era inevitável. Simplesmente ia rolar, por isso ela abriu as pernas até antes de Sara fazer o primeiro movimento. Praticamente foi ela quem convidou.
Sara mostrou que tinha um talento enorme pra sexo oral, era muito melhor que a Maylén. A diferença era tão gritante que em poucos segundos a Rebeca começou a gemer de prazer e incentivou a Sara a chupar ela com ainda mais vontade.
Perdeu a noção do tempo. Ficou curtindo aquela língua experiente tanto quanto sua jovem amante quis.
Depois daquele longo tempo, Sara se colocou por cima de Rebeca. Sua buceta ficou a poucos centímetros da boca da ruiva.
—Chupa ela —ordenou.
Essa situação trouxe uma sensação forte de déjà vu pra Rebeca. Ela lembrou da buceta perfeita da Clarisa, a melhor amiga da Maylén. Teve ela tão pertinho assim e o pedido foi parecido. Foi durante uma das várias sessões de pintura que tiveram juntas, pouco depois da Clarisa ter feito sexo oral na Rebeca. A ruiva tava super excitada, aquela mina tinha um talento danado pro sexo. “Se você não chupar ela — tinha dito —, não vou deixar você continuar pintando meu corpo”. Rebeca imaginou que esse era o plano da Clarisa desde o começo. Por isso topou de tão boa vontade posar como modelo. Assim ela pensava em cobrar pelos serviços dela.
—Eu não chupo buceta, gatinha —disse pra Sara o mesmo que respondeu pra Clarisa—. Não é minha praia. Mas… podemos chegar a um acordo.
Com a Clarisa, esse acordo foi continuar usando ela como modelo e que ela nunca mais transasse com a Maylén. Agora, na frente da Sara, a Rebeca percebeu o quanto a vida dela tinha mudado desde que chegou na mansão Val Kavian.
—Ah, é? E qual seria esse acordo? — Perguntou Sara.
—Quero que você transe com minha filha, Maylén.
Sara sorriu.
—Tá falando sério?
—Sim. Quero que você transe com ela. E vocês vão fazer isso na mansão, lá ninguém vai poder ver vocês. Você topa?
—Claro! A Maylén é uma gostosa. Adoraria comer ela, mas… será que ela vai querer?
—Tenho certeza que sim. A Maylén curte mulher quase tanto quanto você.
—Hmm, interessante. Então você também é meio sapatão? Ufa, aceito. Só tenho a ganhar. Você chupa minha rola, e depois sua linda filha chupa também.
—Então temos um trato — disse Rebeca, com um sorrisão.
Ainda não curtia muito as tendências lésbicas da Maylén nem achava graça ter que chupar uma buceta. Culpou os espíritos que moram na casa por isso. Se eles não precisassem de tantos rituais sexuais, ela nunca teria topado isso. Por sorte, as garotas não precisavam saber que faziam parte de um ritual. Segundo a Narcisa, bastava transar dentro de casa, que as runas cuidavam do resto.
Rebeca sabe que sua filha Maylén adoraria saber se ela já chupou uma buceta. Sorriu ao imaginar a cara que Maylén faria se soubesse que ela chupou a buceta da Clarisa, sua melhor amiga… e que essa não foi a primeira buceta. Nem a última… porque agora ela tinha os perfeitos lábios vaginais da Sara ao alcance da boca. Lambeu-os devagar, exatamente como fez com Clarisa, para entrar no clima. Além disso, para Rebeca, sexo é algo que deve ser feito com suavidade, com calma, aos poucos. A sensualidade é fundamental. É a única forma como ela consegue entender um ato sexual: como um tributo à sensualidade. Caso contrário, ela considera obsceno e desnecessário.
Hoje eu pensava em prestar uma homenagem, não só à sensualidade, mas também aos espíritos que habitam a casa dela. Será que eles entenderiam, estando tão longe? Enquanto percorria a buceta da Sara com a língua, disse a si mesma que precisava perguntar isso à bruxa. Mas Rebeca acreditava que sim, tinha a teoria de que pelo menos um daqueles espíritos tinha se instalado no corpo dela. De certa forma, a tinha possuído. De outro jeito, não conseguia explicar seu vício repentino no morbo. Ela tinha adorado que Lilén chupasse a pussy dela… duas vezes, e curtiu pra caralho quando Maylén fez o mesmo. E pra piorar, agora estava aproveitando a pussy da Sara. Já tinha começado a chupá-la com ênfase, tentando meter a língua até o fundo do buraco, com os lábios da boca bem colados nos da buceta. Estava curtindo muito… ela, que repudia sexo lésbico. Tudo isso só se explica de um jeito: Um espírito lascivo tomou conta do corpo dela. Tem certeza de que a bruxa vai pensar igual. Mas isso fica pra depois, agora precisa aplacar esse maldito espírito libidinoso, já consegue sentir como ele arde por dentro.
—Se vou chupar a sua buceta —disse pra Sara—, quero fazer isso enquanto você chupa a minha.
Para a jovem Sara, aquilo pareceu uma ideia magnífica. Ela se virou e ficou deitada sobre Rebeca, no sentido inverso. As duas mulheres se agarraram na buceta uma da outra e passaram um tempão nessa posição, se dando prazer. Esquentando a noite no fogo baixo.
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Afrodita pareceu espetacular pra ela. Por fora, não era um prédio tão imponente, só chamava atenção a placa de LED que avisava que ali funcionava uma balada. Mas, quando entrou, se deparou com um lugar lindo que transbordava sensualidade em cada detalhe. Desde o design dos bancos e das barras de bebidas até a escolha das luzes na pista. Todas eram de cores quentes, sensuais: vermelho, violeta, rosa. Tinha muita mulher. Mulher pra caralho. Isso deu a Rebeca o primeiro indício: "É uma balada lésbica". Não incomodou ela, e isso a surpreendeu. Ela pensou que, depois do que tinha feito com Sara no quarto do hotel, não tava nem aí pra estar numa balada lésbica. Também não incomodou ela quando Sara deu um beijo apaixonado nela enquanto apertava com força a bunda dela. Rebeca respondeu do mesmo jeito. Enfiaram a língua uma na outra até o fundo da garganta.
Rebeca sabia que o ato lésbico no hotel tinha despertado o espírito libidinoso e que uma simples chupada de buceta não seria suficiente para aplacá-lo. Ela estava disposta a fazer tudo o que fosse necessário para conseguir isso. Para isso, precisava que Sara se mantivesse tão excitada quanto ela. Quando pararam de se beijar, começaram a caminhar em direção a um dos balcões, e Rebeca aproveitou para enfiar a mão por baixo do vestido amarelo de Sara. Enfiou dois dedos na buceta dela. Sara fez o mesmo. O vestido vermelho de Rebeca era praticamente idêntico no design, e nenhuma das duas usava calcinha. Sara adorou descobrir o quanto a buceta de Rebeca estava molhada.
A primeira hora passaram tomando uns drinks perto do bar, vendo a balada encher aos poucos. A multidão deixou elas se beijarem de novo e se tocarem por baixo do vestido. Receberam uns olhares curiosos, mas tinha tanta mulher fazendo mais ou menos a mesma coisa que tanto fazia. Elas eram um espetáculo momentâneo. Depois os olhares já procuravam o próximo casalzinho safado.
Quando terminaram de se beijar, viram parado ao lado delas um cara de corpo bonito e pele morena. Ele usava óculos escuros, mesmo estando dentro de uma balada. No começo, a Rebeca achou ele um pouco sem noção, mas aos poucos foi achando engraçado o jeito que o cara tentava paquerar as duas ao mesmo tempo. A Sara entrou na brincadeira, a Rebeca só respondia com monossílabos.
Ao ver que Sara parecia bem animada pra se divertir, o cara fez uma proposta.
— Ele quer que a gente acompanhe ele até o setor VIP — Sara disse no ouvido de Rebeca —. Você já deve imaginar pra que ele quer que a gente vá.
—Você quer ir?
—Por que não? Olha só o cara... é gostoso.
—Achei que você gostava de mulher.
—E é assim… mas não digo que não pra uma boa rola, pelo menos de vez em quando. Vai, Rebeca. Viemos pra detonar a noite.
Rebeca virou a bebida de uma vez só e disse:
—Vamos. Mas não te garanto que vou fazer nada.
—Não me importo se você ficar olhando. Só quero que você venha comigo.
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Ao entrar na área VIP, a Sara gritou de empolgação. A Rebeca ficou apavorada e quase deu meia-volta pra sair correndo dali, mas a sua linda acompanhante segurou ela pelo braço.
—Olha quem é!
A cena era, no mínimo, chamativa. Um homem estava totalmente pelado, inclinado no sofá. Tava chupando uma bela pica e tinha outra entrando no cu dele com toda a fúria de um bode safado. O coitado quase engasgou com o pau que tava chupando quando viu as recém-chegadas. Primeiro, o susto foi só porque tinha mais gente ali, mas depois ficou ainda mais forte, quando ele reconheceu quem eram.
Rebeca demorou um pouco pra reconhecer ele. Os olhos dela se arregalaram quando percebeu que era o garoto do mercadinho. Naquele contexto, ele parecia uma pessoa completamente diferente. O mundo quase desabou na cabeça de Manuel. “Não pode ser, não pode ser!”, ele exclamou mentalmente. Aquilo só podia ser um pesadelo. A maior humilhação que ele podia imaginar.
Mas, na real, nem era tudo isso. Só que ele não sabia. A Sara adorou ver o Manuel comendo dois caras. Ela se sentiu atraída por ele na hora.
A confusão de Manuel só aumentou quando Sara se ajoelhou debaixo do corpo dele e começou a chupar a pica dele. Assim, na cara dura, sem cumprimentar, sem pedir permissão, sem dizer nada. Aquela gostosa engoliu a pica dele e começou a chupar como se quisesse espremer até a última gota. E foi exatamente o que conseguiu. Não passou nem um minuto até Manuel gozar. É que o prazer anal que ele tava sentindo era infinito. Naquela noite, ele se animou, finalmente, a ir no Afrodita com toda a intenção de deixar arrebentar o cu pelo primeiro cara com uma pica boa que encontrasse. Tava decidido. Já não ligava mais pros próprios preconceitos. Queria sexo anal. Teve a sorte de encontrar o mesmo magrelo e o mesmo moreno da última vez. O magrelo era quem tava metendo no cu dele. O moreno entrou acompanhado daquelas duas mulheres lindas e ainda apresentaram outro cara. O careca. Um magrelo meio desengonçado que devia ter pouco mais de quarenta anos. Mas era ele quem tinha a maior pica dos três. Manuel tava fazendo um puta esforço pra conseguir engolir aquela pica e já tava fantasiando em ter ela todinha enfiada no cu.
Sara se aproximou de Rebeca de novo e a beijou. Na hora, a ruiva percebeu que a boca da sua jovem amante estava cheia de porra. A gozada do Manuel virou uma espécie de pacto sexual entre as duas. Com isso, elas criaram uma relação de extrema confiança. As dúvidas e os medos da Rebeca se dissiparam enquanto a língua dela recolhia o máximo de cum que conseguia e engolia. Era a oportunidade perfeita para acalmar o espírito lascivo que tinha possuído o corpo dela. Claro que ela não faria algo assim numa situação normal. Mas o espírito tava se remexendo com violência lá dentro, e ela achou que se não acalmasse ele o mais rápido possível, podia rolar consequências negativas bem graves. Ela não fazia ideia do que um bicho desse tipo era capaz, nem sabia se era maligno ou não.
As duas mulheres se ajoelharam na frente do moreno e, juntas, desabotoaram a calça dele. A primeira a engolir o pau foi a Rebeca, mostrando pra nova amiga que tava tão afim quanto ela. As duas se revezaram pra chupar aquela pica imponente enquanto o Manuel olhava bestificado. Nunca imaginou que ia ver de novo aquelas duas gostosas que passaram no mercadinho dele. Muito menos pensou que seriam tão putas. Bom, da Sara até que ele desconfiava. Só uma garota bem vadia sairia na rua com um vestido tão curto e de calcinha. Mas agora tava vendo que a Rebeca usava um vestido quase idêntico, só que vermelho. Quando se abaixou, o vestido subiu e dava pra ver uma boa parte daquelas nádegas redondas e brancas. E também os lábios da buceta dela, aparecendo desafiadores.
Pouco depois, Sara quis levar o espetáculo mais longe. Os homens não pediram nada, só ficaram observando. Ela se colocou por cima do careca e deixou ele penetrá-la. Ela mostrou sinais de dor, a pica era muito grande e a buceta delicada dela parecia incapaz de aguentar tudo. Mesmo assim, foi entrando… e Manuel ajudou nisso. O tempo todo ele lambeu os lábios e o clitóris de Sara, e não se fez de rogado na hora de dar umas boas chupadas na pica. Manuel entendeu que era absurdo se preocupar com a própria imagem. Sara parecia não ligar a mínima se ele era gay, bi ou o que fosse. A mina tava decidida a se divertir, e aquela coroa ruiva também.
A situação foi escalando muito rápido. O moreno falou pra Rebeca: “Quer uma piroca, gostosa?”, ela riu. Em qualquer outra circunstância, ela teria levado aquilo como uma ofensa e mandado ele pra puta que pariu. Mas, em vez disso, o espírito respondeu por ela: “Mete tudo”. Levantou o vestido e se inclinou sobre o sofá, apoiando os joelhos nele. A penetração foi tão brusca quanto gostosa. O gemido da Rebeca não foi ouvido muito longe por causa do volume estridente da música, senão a discoteca inteira teria ficado sabendo que a ruiva estava levando uma surra de buceta.
A Rebeca achou entre ridículo e excitante estar dando pra um desconhecido num lugar cheio de gente… e com mais pessoas transando do lado dela. “Maldito espírito —disse pra si mesma, entre risadas—, olha onde fui parar por sua causa. Hoje você vai me ver bem puta.”
Rebeca passou a vida inteira lutando contra aquela concentração anormal de energia sexual que tinha no corpo. Teve que recorrer à pica do próprio médico pra acalmar isso, e a muitos outros truques também. Se sentir uma puta era parte dessa energia transbordando pelo corpo. Até a própria mãe dela tinha dito depois das sessões com o doutor: "Não se culpe por se sentir uma puta. Sei que é algo que você não consegue evitar. É um sintoma do que você tem.
Agora ela se sentia uma puta, com a libido transbordando por cada poro do corpo. Suspeitava que aquele desequilíbrio na energia sexual era o que tinha atraído o espírito, como se fosse uma fonte de luz para uma mariposa. Ela não tinha culpa de as coisas terem acontecido desse jeito. Era uma vítima das circunstâncias. Por isso, se soltou o máximo que pôde. Precisava afogar aquele espírito, e o único jeito de fazer isso era com sexo.
O careca substituiu o magrinho e começou a meter no cu do Manuel. Ele agradeceu com gemidos, a pica enorme do careca era deliciosa e, como já estava bem dilatado, entrou com muita facilidade.
—Eu também quero pelo cu —disse Sara, entregando a bunda pro magrelo.
Claro, ele não se fez de rogado. Assim que viu aquela bunda jovem e perfeita, partiu pra cima com tudo. Rebeca se surpreendeu ao ver com que facilidade aquele pau duro enfiava no cu da Sara. De repente, sentiu o moreno apertando contra a bunda dela e disse:
—Não, não… nem pensar. Pelo cu não.
—Vai, gostosa. Não se faz de santinha. Você deve adorar essa buceta.
—Eu te falei que não.
—Ei! —Gritou Sara, enquanto metiam nela—. Se ela disse que não, é não.
— Não queremos problema, tamo de boa —completou o careca—. Se ela não quer, não insiste.
—Tá bom, tá bom.
Desistiu de tentar enfiar no cu dela, mas meteu mais forte na buceta, como se fosse uma vingança. Rebeca, ao invés de se incomodar, adorou. Fechou os olhos e curtiu. "Isso vai ficar bem quente", pensou consigo mesma.
O desenfreno foi total. Foderam sem parar, trocando de lugares, posições e buracos. Rebeca e Sara não se privaram de nada, provaram todas as rolas disponíveis e se deliciaram comendo a buceta uma da outra.
Manuel curtiu momentos incríveis naquela noite, mas sem dúvida o melhor foi quando o careca sentou numa poltrona e praticamente o obrigou a sentar no pau dele. Afundou até o fundo do cu com tudo e fez ele ver estrelas. Depois, Sara montou no pau duro do Manuel e beijou ele na boca. O moreno tinha trocado de lugar com o magrelo e foi ele quem meteu no cu da Sara. A Rebeca ficou impressionada que uma garota da idade da filha dela já tava praticando dupla penetração. Embora... fazia sentido. Se já deixava fazer anal, era só questão de tempo até ter dois paus enfiados nos buracos dela.
Pra Manuel, aquele momento foi pura glória. Ele tava curtindo aquela pica incrível no cu dele ao mesmo tempo que metia na linda da Sara. Foi aí que ele aceitou que, apesar dos preconceitos dele, é bissexual. Não dá mais pra negar. Ele curte ser possuído por um homem tanto quanto curte meter numa mulher. E fazer as duas coisas ao mesmo tempo é o ápice. O ponto mais alto da putaria dele. Ele disse pra si mesmo que, de agora em diante, queria viver essa vida. Sempre podia vir pra Afrodite e se refugiar entre um monte de gente que não ia julgá-lo, que só ia passar um tempo gostoso com ele. Ele tinha encontrado o lugar dele no mundo.
Rebeca se surpreendeu ao não oferecer a menor resistência quando os paus começaram a desfilar tanto pela boca dela quanto pela sua buceta. Um por um, foram metendo nesses buracos, e ela disse pra si mesma que era o certo, era o que devia fazer. Senão, o espírito dentro dela não ficaria satisfeito. Tinha que dar tudo que estivesse ao alcance. Deixou quatro homens comerem ela e curtiu pra caralho. Isso trouxe lembranças antigas das várias "técnicas" que teve que usar ao longo da vida pra conseguir regular a energia sexual desproporcional que tinha. Mas agora se sentia melhor, porque tava compartilhando isso com alguém. E não era só a Sara. Agora dividia isso com o espírito tarado que morava no corpo dela. Quase que tava se apegando a ele... ou ela. Será que era um espírito masculino ou feminino? Será que os espíritos respondiam a um gênero? Talvez não.
Não insistiram mais com Rebeca sobre sexo anal. Entenderam que a ruiva não queria dar o cu. Por isso quem levou todas aquelas penetradas foi a Sara. Com ela se revezaram pra meter no rabo sem parar. Não deram um minuto de trégua, os quatro caras passaram pelo cu dela várias vezes. Ela recebeu tudo com prazer e pedindo mais. Rebolou a bunda acompanhando cada metida e apertou os dentes. Pra Rebeca, aquela garota de cabelo curto lembrou muito a Miley Cyrus. Em alguns momentos, a semelhança foi impressionante. Rebeca até pensou que, numa situação igual, a atitude da Miley Cyrus seria idêntica. Dava pra imaginar a artista revoltada rebolando a bunda do mesmo jeito, se agarrando no encosto do sofá, enquanto paus gordos e cheios de veias desfilavam pelo cu dela. Um atrás do outro. E ao mesmo tempo, ia se deliciar chupando uma boa pussy, igual a Sara fez.
A Rebeca dava um tesão danado na Miley Cyrus em segredo e várias vezes ela se masturbava ouvindo a música dela enquanto fantasiava que tava transando com ela. Era uma das poucas "fantasias proibidas" que ela se permitia. E nunca tinha estado tão perto de realizar ela.
Ao ver ela transar daquele jeito, entendeu por que Sara era tão gostosa pra ele. Não só parecia fisicamente com a Miley Cyrus, mas também tinha a mesma atitude doida e rebelde, com uma vibe sexual foda.
Sara estava completamente nua, toda suada e rangendo os dentes de raiva. Ela rebolava a cintura do mesmo jeito que (segundo a Rebeca) a Miley Cyrus faria, como se dissesse: "É só isso que você tem pra me dar?" "Me dá mais! Me dá com tudo que você tem!
Rebeca ficou tão excitada com essa atitude que teve que se ajoelhar debaixo dela pra dar uma boa chupada na buceta. Sentiu que o espírito dentro dela aprovava essa homenagem à Miley Cyrus, uma mulher que Rebeca chuparia a buceta com maior prazer. Embora a homenagem também fosse pra Sara, afinal era ela quem estava ali, recebendo paus no cu. Foi ela quem a levou até Afrodite e a fez viver uma das experiências sexuais mais quentes da sua vida.
Se pararam de transar foi porque uma funcionária de Afrodite avisou, do outro lado da cortina, que já iam fechar a balada. Quando saíram, a música que tocava era calma, meio lúgubre. Aquele tipo de música que avisa os clientes que já era hora de cair fora.
Elas se despediram dos amantes com um beijo na boca em cada um. Manuel ficou extasiado. Teve vontade de perguntar pra aquelas mulheres incríveis se ele ia vê-las de novo; mas entendeu que aquilo era coisa de uma noite só. Provavelmente nunca mais ia se repetir. Preferiu ficar com aquela sensação de ter vivido algo único do que passar pela vergonha de ouvir um "Não" como resposta.
Rebeca e Sara voltaram pro hotel e entraram peladas no chuveiro. Lá se beijaram enquanto uma ajudava a outra a lavar o corpo. Não ficaram muito tempo ali, sentiam os corpos cansados de tanto esforço físico e de ficar em posições sexuais meio desconfortáveis. A Sara tava com a bunda doendo de tanta rola que levou e as duas estavam com a buceta em chamas. Aquele ardor depois de uma transa sem limites.
Exaustas, deitaram-se na cama e se beijaram enquanto acariciavam os corpos uma da outra. O cansaço foi vencendo elas devagar. Antes de cair no sono, Rebeca sentiu um alívio. Sim, tinha sido um exagero. Normalmente, ela não age desse jeito tão libertino. Por sorte, conseguiu resistir à dupla penetração. Aquilo já teria sido demais. Mas o mais importante é que conseguiu acalmar o espírito libidinoso que mora dentro do corpo dela. Esperava não precisar fazer algo assim por muito tempo. Embora uma certa chama de luxúria ainda queimasse lá no fundo. Não podia se enganar. Um dia, aquela chama fraca ia virar um incêndio. Um que ela teria que apagar, de qualquer jeito.
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