Antes de começar, quero deixar claro que essa história é real e, como meu amigo costuma acessar sites pornô, preciso mudar os nomes das pessoas envolvidas. Me apresento, meu nome é "Pedro", tenho 25 anos e recentemente me formei professor de educação física. Gosto muito de esportes e costumo me envolver em tudo que é esporte de contato. Comento isso porque meu trabalho foi como segurança de uma balada perto de Tigre. Fiquei nesse emprego por 4 anos e pude ver muitas coisas, desde as típicas brigas fora da balada ou alguma mina chorando porque o namorado pegou uma gostosa dentro da pista, até venda de drogas e, pelo que soube por alguns colegas, até estupro perto dos bosques que ficam atrás da balada. Essa balada, diferente de outras do país, é muito conhecida por atrair muitos estrangeiros: peruanos, paraguaios, uruguaios e, claro, bolivianos. Uma das amizades que fiz foi desse último país, o nome dele é "Diego", realmente um cara fera, muito gente boa. Lembro de ter conhecido ele e a namorada dele, também boliviana. Eles vinham de vez em quando no lugar e, aos poucos, fomos criando intimidade, o que virou amizade. Lembro que tivemos uma amizade de uns 3 anos mais ou menos, saíamos pra curtir juntos e ele até me apresentou aos pais dele. O pai era igual a ele, não só fisicamente, mas igualmente gentil, e a mãe, bom... Não é por falta de respeito ao meu amigo, mas a mãe dele era muito gostosa, era uma mulher madura, meio cheinha, media uns 1,50m, tinha uns 46 anos, bem cuidada, e no rosto dava pra ver as feições bolivianas que ela tinha, mas sem ser feia.
Por respeito ao meu amigo, eu segurava os olhares tarados na mãe dele sempre que ela estava por perto, porque preferia manter nossa boa amizade. Como vocês podem perceber, eu gostava muito desse cara, então imagina a minha surpresa quando soube que o pai dele tinha morrido de infarto. Lembro de ter ficado com meu amigo e a mãe dele naquele momento de luto pela perda do pai, eu estava ali pra ele em qualquer coisa que precisasse. Mas eu tinha que continuar estudando e trabalhando como fazia todo dia. Aí, sem querer, fui me afastando aos poucos. Passaram uns 8 meses mais ou menos, e voltei a ter contato com ele pelas redes sociais, mandei uma mensagem pra gente tomar alguma coisa. Lembro que a resposta dele foi demorada e meio seca: "Oi Pedro, sim, quando quiser..." Achei estranho vindo dele, mas pensei que fosse por causa da morte do pai ou talvez um ressentimento por eu ter me afastado, mas mesmo assim decidi encontrar com ele. Quando a gente se viu num bar, pude notar duas coisas: primeiro, ele tinha emagrecido muito, e segundo, tinha um olhar decadente no rosto, como se a alma tivesse saído do corpo. "E aí Diego, quanto tempo, amigo, como vão as coisas?" "Oi, é, faz tempo..." "Como tá o trabalho e sua mãe?" Notei uma leve careta de tristeza no rosto já miserável dele. "Bem, acho que tá tudo bem..." A essa altura, não aguentando a culpa, me desculpei por ter sumido tanto tempo. "O quê? Não, cara, tranquilo... Não tô assim por sua causa, na verdade agradeço que você tenha me escrito, a verdade é que..." Teve um silêncio de mais ou menos um minuto. "A verdade é que desde que não te vejo, as coisas pra mim não foram bem..." "Sinto muito, amigo, não sabia de nada, mas me conta, se quiser falar sobre algo, tô aqui por você." De novo, um silêncio de um minuto. "Eu... eu, na verdade... Desculpa, mas por enquanto não quero falar." "Tudo bem, sem problema." Fiquei tomando uma cerveja. com ele conversamos sobre algumas coisas como músicas novas e futebol, depois disso ele foi embora e eu tive que ir trabalhar. Já no trabalho, enquanto fazia a ronda com outros 2 colegas, pude ver várias gostosas pra lá e pra cá, bem bonitas, mas fiquei meio surpreso quando de repente vejo a mãe do meu amigo aparecendo. Não havia dúvida de que era ela, dava pra lembrar aquele corpinho pequeno com curvas cheias de uma mulher madura, ela estava com um vestido preto e uns saltos que a faziam parecer bem sexy, ela foi se aproximando devagarzinho sozinha e quando chegou perto o suficiente eu a cumprimentei.
E aí, dona "Maria", quanto tempo!
Ela se vira com um olhar surpreso, porque um guarda a cumprimentou como se a conhecesse a vida toda. Quando me viu, seu rosto mudou para um olhar alegre e caloroso.
M: Oiiii, Pedro, como você está? Não sabia que você trabalhava aqui, e muito menos como segurança. Que surpresa!
Nesse momento, meus dois colegas deram um jeito de sumir, deixando um pouco de privacidade para Maria e para mim.
E: Sim, sim, estou há quase 4 anos trabalhando como segurança nesse lugar.
M: Uau, isso é muito tempo! Eu não estava sabendo.
E: Que estranho, seu filho não contou que nos conhecemos aqui?
Percebi uma careta no rosto dela.
M: Ah, Pedrito, meu filho... não sei o que te dizer. Ele anda muito desanimado ultimamente.
E: Entendo, imagino que ele ainda esteja meio pra baixo por causa do seu pai.
M: É, mas já faz quase um ano, e ele precisa entender que a vida segue.
Fiquei bastante surpreso com a resposta de Maria, já que estávamos falando da perda do marido dela.
M: Nunca sabemos quando será a nossa hora de partir, então não podemos ficar tristes todos os dias. Temos que aproveitar a vida, sair para nos divertir e conhecer pessoas novas, porque a vida é só uma. Entende o que estou te dizendo, Pedrito?
Tive que disfarçar a impressão que suas palavras me causaram, e só nesse momento caiu a ficha do que estava acontecendo. Essa mulher perdeu o marido há quase 9 meses e agora está com um vestido sexy, prestes a entrar numa balada.
E: Sim, sim, claro que entendo, dona Mari.
Enquanto respondia surpreso, vejo um cara de terno preto se aproximando por trás dela e colocando o braço em volta do seu pescoço.
N: Tá acontecendo alguma coisa, linda?
M: Não, nada. É só um amigo do meu filho que conheço há um tempo.
Posso ver como o cara fica me encarando, e no olhar dele dava para entender: "Não chega perto, ela é minha."
N: Ah, entendi. — estende a mão para cumprimentar — Muito prazer.
E: O prazer é meu.
Percebo que ele coloca um sorriso falso no rosto.
N: Bom, linda, vamos entrar e nos divertir.
M: Ah, sim, claro, vamos!
E: Aproveitem...
Maria e o cara de terno preto se dirigem para dentro da balada. Ela vira a cabeça olhando para trás onde estou e me diz - vamos fazer isso bonitinho -, enquanto pisca um olho para mim. Nesse ponto, depois que Maria e seu acompanhante entraram no lugar, meus amigos se aproximam e perguntam quem era aquela mulher. Eu só consegui dizer que era uma conhecida, e aí um dos meus colegas solta um comentário - Hehehe, parece que ela tá querendo ficar mancando - Essas palavras não pararam de girar na minha cabeça a noite toda. Pensei que era impossível, que ela não poderia ter superado tão rápido a perda do marido e muito menos ter ficado com alguem em apenas 9 meses, me parecia uma loucura. Terminando meu turno, me despedi dos meus colegas e fui procurar meu carro, quando estou chegando perto, ouço uns gemidos baixos de dor que vinham do bosque (Sim, o mesmo bosque onde haviam casos de estupro) Embora isso não fosse da minha conta, não podia deixar que isso acontecesse, não só por ser uma pessoa com empatia, mas também porque se essa notícia vazasse, seria uma má imagem para o lugar. Tomei coragem e entrei com cuidado na direção dos gemidos HHAA HHHAAYYY HAAA!!! HHAAYYY PARAA HAAA !!!! Dava para ouvir o volume dos gemidos aumentando enquanto eu entrava mais no bosque HHAAA PARA HAAAA DÓIII!!!! HAAAA VOCÊ VAI ME MATAR HAAAA!!! Já estava bem perto do som e notei algo que me arrepiou, pois reconheci o tom de voz. Era a mãe do meu amigo, era a Maria HHAAAA FILHO DA PUTA VOCÊ TÁ ME MATANDO HHAAAYY!!!! HAAAAA DÓI AHYY!!!! Apressado, espreitei para a cena e fiquei atônito, eram 6 da manhã e ainda estava escuro, mas dava para ver claramente. Pude ver a mãe do meu amigo de quatro enquanto o negro estava perfurando o cu dela sem piedade. N_Engole toda essa pica, filha da puta M_ HHAA você tá me matando, negro de merda HHHAAA!!!! N_Cala a boca, boliviana, você adora minha rola negra Enquanto dizia isso, dava para ouvir a investida dele no cu dela aumentando PLAF PLAF PLAF PLAF !!!! M_ AI sim, negrito, como você fode essa boliviana? Não gosta de puta?
M_sim, eu adoro seu pau negro
N muito melhor que o do seu marido, puta?
M muito melhor que o pintinho daquele idiota
N hehehe que filha da puta que você é
Será melhor que eu arrombe bem essa sua bunda suja
M_sim, negrito, eu sou só sua, me parte no meio, arromba meu cu HHAA!!!
Dava pra ver como o negro aumentava a força nas enfiadas de pau na boceta da Maria.
Dava pra ver ele extasiado, como se a vida dele dependesse de violentar aquele cu boliviano, pouco a pouco dava pra ver que ele estava pra gozar e começou a soltar uns gemidos.
Logo Maria se inclinou um pouco pra frente como pôde ainda de quatro, claro que eu entendi depois porquê, quanto mais ela ia pra frente, dava pra ver como da sua vagina começava a aparecer um tremendo pedaço de carne negra, juro que nem nos pornôs mais extremos eu já vi um membro daquele tamanho. Parecia mais algum brinquedo sexual enorme, ao tirar toda aquela fera de dentro da Maria, dava pra ver que tinha uns 35 cm ou mais, uma verdadeira animalidade.
Realmente tinha deixado um buraco na boceta da mãe do meu amigo.
Immediately, Maria changed her position to a squat and began taking the black man's cock into her mouth with a desperation as if she needed it to live. She started sucking it eagerly and stroking it with both of her small hands. She began making a lot of gurgling sounds and letting excessive saliva drip, as it was clear the black man was thrusting it all the way down her throat and even a bit beyond, but it seemed Maria already had some experience. This made me wonder, how long had she been with this black man, fucking, to endure such a brutal throat-fucking? Suddenly, my thoughts were interrupted by the black man's laughter: "Haha, just look at your face, you cock-sucking pig." I didn't understand what he was saying until I saw Mrs. Maria's face. She was there, sucking the cock with her eyes rolled back, clearly in an overwhelming state of ecstasy.
Conheço a Dona Maria há pelo menos 3 anos e nunca antes teria imaginado que ela era uma mulher faminta por pica. Meus olhos não acreditavam no que viam, mas mesmo que eu reconsiderasse, não havia dúvida: a Dona Maria era uma verdadeira gostosa. Em um momento, o negro tirou a pica da boca da Maria e ela, ainda com os olhos revirados, se jogou no chão e abriu as pernas como uma ginasta. Me impressionou sua elasticidade para a idade.
N_Hehe, ainda quer que eu meta minha pica, porca boliviana?
M_Sim, negrito, me dá sua pica. Esta boliviana precisa de uma rola que a faça ver estrelas.
O mandingão se aproxima dela e se agacha, encostando sua pica na entrada da buceta dela.
N_Peça, puta, peça pela minha pica.
M_Eu quero sua pica, negrito lindo.
N_Não assim, você sabe como eu gosto que peça... faça direito.
Pude notar que o rosto da Maria tinha um sorriso meio cúmplice.
M_Eu sou uma boliviana nojenta que precisa da pica de um negro africano porque a do meu marido não me satisfaz.
Fiquei atônito com o que estava ouvindo.
N_A pica do seu marido não te satisfazia, puta?
M_Não, o pênis dele era muito pequeno e não aguentava nada.
N_Hehe, e o que você fazia para saciar sua sede, puta?
M_Eu enfiava pepinos grandes na minha... use a palavra: buceta.
N_O mais você fazia?
M_.......
Houve um silêncio da parte da Maria.
N_DIZ, PUTAAAA!!!! – exclamou com um grito o negro.
M_Eu me encontrava com amantes africanos quando meu marido não estava.
N_Hahaha, a morte do seu marido resolveu seu desejo sexual, puta. Agora você curte minha pica, bolinha de merda.
Enquanto dizia isso, o negro enfiou de uma investida bestial sua pica na buceta da Dona Maria, e se ouviu um grito forte da parte dela:
HHHAA, FILHO DA PUTA, HAAAYYY!!!!!
(gostei e comenta para parte 2)

Por respeito ao meu amigo, eu segurava os olhares tarados na mãe dele sempre que ela estava por perto, porque preferia manter nossa boa amizade. Como vocês podem perceber, eu gostava muito desse cara, então imagina a minha surpresa quando soube que o pai dele tinha morrido de infarto. Lembro de ter ficado com meu amigo e a mãe dele naquele momento de luto pela perda do pai, eu estava ali pra ele em qualquer coisa que precisasse. Mas eu tinha que continuar estudando e trabalhando como fazia todo dia. Aí, sem querer, fui me afastando aos poucos. Passaram uns 8 meses mais ou menos, e voltei a ter contato com ele pelas redes sociais, mandei uma mensagem pra gente tomar alguma coisa. Lembro que a resposta dele foi demorada e meio seca: "Oi Pedro, sim, quando quiser..." Achei estranho vindo dele, mas pensei que fosse por causa da morte do pai ou talvez um ressentimento por eu ter me afastado, mas mesmo assim decidi encontrar com ele. Quando a gente se viu num bar, pude notar duas coisas: primeiro, ele tinha emagrecido muito, e segundo, tinha um olhar decadente no rosto, como se a alma tivesse saído do corpo. "E aí Diego, quanto tempo, amigo, como vão as coisas?" "Oi, é, faz tempo..." "Como tá o trabalho e sua mãe?" Notei uma leve careta de tristeza no rosto já miserável dele. "Bem, acho que tá tudo bem..." A essa altura, não aguentando a culpa, me desculpei por ter sumido tanto tempo. "O quê? Não, cara, tranquilo... Não tô assim por sua causa, na verdade agradeço que você tenha me escrito, a verdade é que..." Teve um silêncio de mais ou menos um minuto. "A verdade é que desde que não te vejo, as coisas pra mim não foram bem..." "Sinto muito, amigo, não sabia de nada, mas me conta, se quiser falar sobre algo, tô aqui por você." De novo, um silêncio de um minuto. "Eu... eu, na verdade... Desculpa, mas por enquanto não quero falar." "Tudo bem, sem problema." Fiquei tomando uma cerveja. com ele conversamos sobre algumas coisas como músicas novas e futebol, depois disso ele foi embora e eu tive que ir trabalhar. Já no trabalho, enquanto fazia a ronda com outros 2 colegas, pude ver várias gostosas pra lá e pra cá, bem bonitas, mas fiquei meio surpreso quando de repente vejo a mãe do meu amigo aparecendo. Não havia dúvida de que era ela, dava pra lembrar aquele corpinho pequeno com curvas cheias de uma mulher madura, ela estava com um vestido preto e uns saltos que a faziam parecer bem sexy, ela foi se aproximando devagarzinho sozinha e quando chegou perto o suficiente eu a cumprimentei.
E aí, dona "Maria", quanto tempo! Ela se vira com um olhar surpreso, porque um guarda a cumprimentou como se a conhecesse a vida toda. Quando me viu, seu rosto mudou para um olhar alegre e caloroso.
M: Oiiii, Pedro, como você está? Não sabia que você trabalhava aqui, e muito menos como segurança. Que surpresa!
Nesse momento, meus dois colegas deram um jeito de sumir, deixando um pouco de privacidade para Maria e para mim.
E: Sim, sim, estou há quase 4 anos trabalhando como segurança nesse lugar.
M: Uau, isso é muito tempo! Eu não estava sabendo.
E: Que estranho, seu filho não contou que nos conhecemos aqui?
Percebi uma careta no rosto dela.
M: Ah, Pedrito, meu filho... não sei o que te dizer. Ele anda muito desanimado ultimamente.
E: Entendo, imagino que ele ainda esteja meio pra baixo por causa do seu pai.
M: É, mas já faz quase um ano, e ele precisa entender que a vida segue.
Fiquei bastante surpreso com a resposta de Maria, já que estávamos falando da perda do marido dela.
M: Nunca sabemos quando será a nossa hora de partir, então não podemos ficar tristes todos os dias. Temos que aproveitar a vida, sair para nos divertir e conhecer pessoas novas, porque a vida é só uma. Entende o que estou te dizendo, Pedrito?
Tive que disfarçar a impressão que suas palavras me causaram, e só nesse momento caiu a ficha do que estava acontecendo. Essa mulher perdeu o marido há quase 9 meses e agora está com um vestido sexy, prestes a entrar numa balada.
E: Sim, sim, claro que entendo, dona Mari.
Enquanto respondia surpreso, vejo um cara de terno preto se aproximando por trás dela e colocando o braço em volta do seu pescoço.
N: Tá acontecendo alguma coisa, linda?
M: Não, nada. É só um amigo do meu filho que conheço há um tempo.
Posso ver como o cara fica me encarando, e no olhar dele dava para entender: "Não chega perto, ela é minha."
N: Ah, entendi. — estende a mão para cumprimentar — Muito prazer.
E: O prazer é meu.
Percebo que ele coloca um sorriso falso no rosto.
N: Bom, linda, vamos entrar e nos divertir.
M: Ah, sim, claro, vamos!
E: Aproveitem...
Maria e o cara de terno preto se dirigem para dentro da balada. Ela vira a cabeça olhando para trás onde estou e me diz - vamos fazer isso bonitinho -, enquanto pisca um olho para mim. Nesse ponto, depois que Maria e seu acompanhante entraram no lugar, meus amigos se aproximam e perguntam quem era aquela mulher. Eu só consegui dizer que era uma conhecida, e aí um dos meus colegas solta um comentário - Hehehe, parece que ela tá querendo ficar mancando - Essas palavras não pararam de girar na minha cabeça a noite toda. Pensei que era impossível, que ela não poderia ter superado tão rápido a perda do marido e muito menos ter ficado com alguem em apenas 9 meses, me parecia uma loucura. Terminando meu turno, me despedi dos meus colegas e fui procurar meu carro, quando estou chegando perto, ouço uns gemidos baixos de dor que vinham do bosque (Sim, o mesmo bosque onde haviam casos de estupro) Embora isso não fosse da minha conta, não podia deixar que isso acontecesse, não só por ser uma pessoa com empatia, mas também porque se essa notícia vazasse, seria uma má imagem para o lugar. Tomei coragem e entrei com cuidado na direção dos gemidos HHAA HHHAAYYY HAAA!!! HHAAYYY PARAA HAAA !!!! Dava para ouvir o volume dos gemidos aumentando enquanto eu entrava mais no bosque HHAAA PARA HAAAA DÓIII!!!! HAAAA VOCÊ VAI ME MATAR HAAAA!!! Já estava bem perto do som e notei algo que me arrepiou, pois reconheci o tom de voz. Era a mãe do meu amigo, era a Maria HHAAAA FILHO DA PUTA VOCÊ TÁ ME MATANDO HHAAAYY!!!! HAAAAA DÓI AHYY!!!! Apressado, espreitei para a cena e fiquei atônito, eram 6 da manhã e ainda estava escuro, mas dava para ver claramente. Pude ver a mãe do meu amigo de quatro enquanto o negro estava perfurando o cu dela sem piedade. N_Engole toda essa pica, filha da puta M_ HHAA você tá me matando, negro de merda HHHAAA!!!! N_Cala a boca, boliviana, você adora minha rola negra Enquanto dizia isso, dava para ouvir a investida dele no cu dela aumentando PLAF PLAF PLAF PLAF !!!! M_ AI sim, negrito, como você fode essa boliviana? Não gosta de puta?
M_sim, eu adoro seu pau negro
N muito melhor que o do seu marido, puta?
M muito melhor que o pintinho daquele idiota
N hehehe que filha da puta que você é
Será melhor que eu arrombe bem essa sua bunda suja
M_sim, negrito, eu sou só sua, me parte no meio, arromba meu cu HHAA!!!
Dava pra ver como o negro aumentava a força nas enfiadas de pau na boceta da Maria.
Dava pra ver ele extasiado, como se a vida dele dependesse de violentar aquele cu boliviano, pouco a pouco dava pra ver que ele estava pra gozar e começou a soltar uns gemidos.
Logo Maria se inclinou um pouco pra frente como pôde ainda de quatro, claro que eu entendi depois porquê, quanto mais ela ia pra frente, dava pra ver como da sua vagina começava a aparecer um tremendo pedaço de carne negra, juro que nem nos pornôs mais extremos eu já vi um membro daquele tamanho. Parecia mais algum brinquedo sexual enorme, ao tirar toda aquela fera de dentro da Maria, dava pra ver que tinha uns 35 cm ou mais, uma verdadeira animalidade.
Realmente tinha deixado um buraco na boceta da mãe do meu amigo.
Immediately, Maria changed her position to a squat and began taking the black man's cock into her mouth with a desperation as if she needed it to live. She started sucking it eagerly and stroking it with both of her small hands. She began making a lot of gurgling sounds and letting excessive saliva drip, as it was clear the black man was thrusting it all the way down her throat and even a bit beyond, but it seemed Maria already had some experience. This made me wonder, how long had she been with this black man, fucking, to endure such a brutal throat-fucking? Suddenly, my thoughts were interrupted by the black man's laughter: "Haha, just look at your face, you cock-sucking pig." I didn't understand what he was saying until I saw Mrs. Maria's face. She was there, sucking the cock with her eyes rolled back, clearly in an overwhelming state of ecstasy.
Conheço a Dona Maria há pelo menos 3 anos e nunca antes teria imaginado que ela era uma mulher faminta por pica. Meus olhos não acreditavam no que viam, mas mesmo que eu reconsiderasse, não havia dúvida: a Dona Maria era uma verdadeira gostosa. Em um momento, o negro tirou a pica da boca da Maria e ela, ainda com os olhos revirados, se jogou no chão e abriu as pernas como uma ginasta. Me impressionou sua elasticidade para a idade. N_Hehe, ainda quer que eu meta minha pica, porca boliviana?
M_Sim, negrito, me dá sua pica. Esta boliviana precisa de uma rola que a faça ver estrelas.
O mandingão se aproxima dela e se agacha, encostando sua pica na entrada da buceta dela.
N_Peça, puta, peça pela minha pica.
M_Eu quero sua pica, negrito lindo.
N_Não assim, você sabe como eu gosto que peça... faça direito.
Pude notar que o rosto da Maria tinha um sorriso meio cúmplice.
M_Eu sou uma boliviana nojenta que precisa da pica de um negro africano porque a do meu marido não me satisfaz.
Fiquei atônito com o que estava ouvindo.
N_A pica do seu marido não te satisfazia, puta?
M_Não, o pênis dele era muito pequeno e não aguentava nada.
N_Hehe, e o que você fazia para saciar sua sede, puta?
M_Eu enfiava pepinos grandes na minha... use a palavra: buceta.
N_O mais você fazia?
M_.......
Houve um silêncio da parte da Maria.
N_DIZ, PUTAAAA!!!! – exclamou com um grito o negro.
M_Eu me encontrava com amantes africanos quando meu marido não estava.
N_Hahaha, a morte do seu marido resolveu seu desejo sexual, puta. Agora você curte minha pica, bolinha de merda.
Enquanto dizia isso, o negro enfiou de uma investida bestial sua pica na buceta da Dona Maria, e se ouviu um grito forte da parte dela:
HHHAA, FILHO DA PUTA, HAAAYYY!!!!!
(gostei e comenta para parte 2)
3 comentários - Dona Mamani e o Amante Negro