Minha mina me come, minha cunhada olha (cap 47)

O nascimento da Abril (nossa segunda filha com a Jesi) foi tipo aquele meme do bebê que olha espantado porque a mãe é uma girl sweet girl cheia de tatuagem e piercing e o pai tá com o irmãozinho no colo, só um pouquinho maior que ela. Lembro que a primeira frase da Jesi quando segurou ela foi: "com essa menina vou me jogar nuns role do caralho". Aquilo ficou gravado em mim e até senti uma tesão no pau de saber que tenho uma mina tão girl. Mas nunca chamei ela de "minha mulher", ainda mais naquela época. Ainda nos tratávamos como "namorados". Se antes do nascimento da neném a bagunça já era um caos, imagina depois. Jésica, já com o título de mina guerreira de lei bem merecido com duas bendis em pouquíssimos anos de vida, ficou ainda mais vagabunda e mais guerreira do que nunca. Se antes limpava quase nada, agora era nada. Se antes cozinhava quase nada, agora era nada, e por aí vai. Dormia boa parte do dia com a bebê e ficava tomando mate com a minha sogra ou com as amigas da Jesi que vinham visitar a neném. Os gastos com a bebê obviamente aumentaram, e como o auxílio pros dois filhos já tava curto, eu voltei a sair pra procurar trampo. A Jesi tinha lavado as mãos direitinho e, como boa girl, usou a bendi de desculpa pra basicamente não sair pra trabalhar nem nada do tipo. Era outra época boa, dava pra conseguir trampo, diferente de hoje, então rapidinho comecei na limpeza, cortando grama e arbustos, nessa vibe. Não pagava muito, mas no nosso lindo mundinho turro dava pro gasto.

Minha cunhada Nahiara foi pro quartinho que tinha ficado vazio porque não aguentava o choro da bebê, e o nosso quarto virou, do nada, todo nosso. A Jésica se apropriou dessa conquista. Dizia que era graças às bendis e que, enquanto a otária do fundo gastava fortunas construindo a casa, a Jesi conseguiu o quarto só de esperar e ter bendis choronas. Nada mais. Sempre falava algo tipo: "olha a otária do fundo, quanto gastou naquela casa, a puta que pariu". guita foi gasta. Já nós, um par de pivetes e já é nossa. Ficou mó boa.

Aqueles dias que você tem que esperar pra foder depois do parto foram muito divertidos. É que a Jésica, além de ser uma mina gostosa, é super provocante pra caralho, então me deixava com tesão o tempo todo. Como a Abril nasceu no final do verão, fazia calor e a putinha andava com uma fio dental que mal tapava aquela buceta já de mulher peludinha e bem carnuda; deixando ver aquelas bandas do rabo bem redondinhas, durinhas, firmes, mas ao mesmo tempo um pouco aumentadas por duas gestações. Ela sempre andava com uma regata sem sutiã e obviamente dando de mamar pra bebê em todo lugar. Mostrando aqueles bicos grandes e escuros da amamentação. Eu só de ver já tava pegando fogo pra caralho. Em casa e na rua. Sem drama nenhum. Podia estar na pracinha e ela puxava a teta e dava. Eu viajava de tesão.

À noite a coisa ficava mais gostosa, a gente deitava pelados como sempre. Isso já me perguntaram e sim, sempre a Jésica e eu dormimos pelados. Completamente pelados. Ela de buceta e peitos e eu de pinto. Aí a gente começava a se tocar e se roçar e eu chupava os peitos dela. Fazendo aquele leite sair e escorrer pela minha cara toda. A Jésica me tocava o pinto até deixar ele durasso pra caralho. Depois me fazia um boquete lindo até a boquinha dela encher de toda a minha porra quente. Minha mina tomava até a última gotinha.

A primeira foda depois daqueles dias de espera foi, pra mim, uma das mais quentes. Já pelados na cama, eu comecei a chupar a buceta dela devagar. A buceta dela tinha ido mudando de uma buceta de menina doce pra uma buceta de mulher guerreira, mãe de dois pivetes. Tinha os lábios bem carnudos e bem peluda. Fazia tempo que ela não depilava e tinha ficado peluda, divina. Uma das minhas fraquezas. Eu comecei a passar a língua pelos lábios dela suavemente enquanto a Jesi gemia que dava gosto. Depois comecei a passar a língua mais rápido e pegar a buceta dela com a boca. Enfiava a língua e babava ela toda. Sentia os pelos e o cheiro de buceta bem de vilareira. É um cheiro muito característico na buceta, o cheiro de buceta de menina vilareira. Rapidamente começou a fluir e senti todo o fluxo na minha boca. Saía fluxo como se estivéssemos no meio do fuck e a gente mal tinha começado. Eu tava louco com os pelos dela, sentia eles na minha boca, no meu rosto, e tava com a pica completamente dura. Jesi gemia mais forte e apertava o colchão furado da cama, até arrancando um pedacinho de espuma. Detalhe: aquele colchão tinha sido dado pelo governo. Quando minha mina tava com a buceta no ponto, soltando um fluxinho gostoso, eu me coloquei sobre ela e, obviamente sem camisinha, pele com pele, comecei a meter a pica que tava pulsando de tesão. Fui metendo a pica enquanto a gente se beijava gostoso pra caralho. Os peitos dela batiam no meu peito e, enquanto não tava comendo a boca dela, eu chupava os peitos dela pra fazer sair aquele gozo e espirrar na minha cara toda. Jésica já não gemia, gritava. E gritava com vontade. "Aaaaaai siiiiii meu amor siiiiii me come toda me come toda". Eu metia a pica cada vez mais selvagem, mesmo sentindo que minha excitação tava nas alturas. Quanto mais eu garchava ela, mais ela gritava. Ecoava no barraco todo.

Quando ela tava com a buceta toda melada de fluxo, ela subiu em cima de mim. Começou a cavalgar que era uma beleza. Eu tava hiper quente e só conseguia pensar nos gritos dela, nos peitos dela e na buceta dela. Minha cunhada Nahiara passou na frente do quarto e viu como Jesi me cavalgava bem putona. Lembrando que nunca teve porta no nosso quarto.

Nahiara: fuaaa, vocês vão ter mais filho assim.
Jesi: mete o bedelho, nena.
Nahiara ficou de bobeira olhando um pouco como Jesi me cavalgava, e ela, sabendo disso, começou a gritar mais e mais alto. "Aaaaaa siiiiii aaaaaaaai meu amor que yummy". Caralho, me dá tudo". "Aperta meus peitos, amor, tira meu leite" — Jesi dizia enquanto Nahiara observava da porta do quarto. Jesi olhava pra mim e de relance pra Nahiara pra ver se ela ainda estava na porta. Gritava bem exagerado e pulava em cima de mim, bruta e puta. Nahiara estava com a carinha vermelha, dava pra ver que tava com tesão olhando. Não conseguia evitar.

Jesi falou bem alto: "Ai, meu amor, me enche de leite, me dá tudo dentro". Eu já tava no limite e minha mina me joga essa com minha cunhada vendo tudo, não aguentei mais. Acabei enchendo a buceta dela de leite pra caralho. Leite gostoso. Jesi recebeu com muitos gritos e gemidos: "Siiii, aaa siiii, me dá tudo siiiii aaaaaaaa". A putinha virou a cabeça devagar pra cravar o olhar na Nahiara e disse: "Ai, amor, que pau gostoso, é todo meu". Nahiara sumiu, com certeza super com tesão e pensando em quem podia tirar aquela quentura.

Com Jesi, continuamos nos beijando e transamos mais duas vezes. Foi literalmente a noite toda. Nas duas vezes, enchi a buceta dela de leite e tive que ir trabalhar sem dormir e sem tomar banho. Jesi pegou meu moletom do trampo e passou ele todo na buceta dela. Disse: "Usa assim, pra todas as vadias saberem que você é meu". Ela se limpou a buceta com meu moletom e deitou pra dormir pelada, toda melada de leite, suada e relaxada. Sem problema nenhum.

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papa.cesara.batir.Private MessageMinha mina me come, minha cunhada olha (cap 47)

7 comentários - Minha mina me come, minha cunhada olha (cap 47)

daoj7 +1
Siempre buenas historias acá, igual me falta una buena historia de la suegra putonas y alguna foto de las tanga que usa!!! Ahí va a ir una donación no será mucho pero que sirva de algo , para forros seguro que no !!!!
jajajaja para forros sabelo q no seria tirar la plata jaja. y quédate tranquilo que hay capitulos de la suegra. varios jajaja
Terrible esa casilla , van a poblar toda la villa
creeeme q nos sacan ventaja algunas e jaja
Van 10 exelente el próximo es cuando le haces el orto y embarazas a Nahiara?